Antes de mais nada, deixa eu me apresentar: sou Carlos, tenho 26 anos, sou médico recém-formado e sou casado com Carolina, de 23 anos, que também é médica. A gente era colega de curso e de estudos ao mesmo tempo, tanto que tinha noite que a gente amanhecia estudando. Aí começamos a namorar, e durante as sessões de estudo rolavam umas coisinhas gostosas. Nessas sessões, sempre fui muito bem tratado pela minha sogra, Carmen, uma mulher linda de 38 anos. Ela teve minha esposa Carolina aos 15 anos, sendo mãe solteira e abandonada pelo pai da menina. Com muito sacrifício, criou e educou a filha e conseguiu que ela terminasse a faculdade, o que era o maior orgulho pessoal dela. Durante essas longas sessões de estudo e sexo também com Carolina — que eu tinha desvirginado no quarto período —, já no final da faculdade, ela engravidou num descuido e me contou pra gente decidir o que fazer. Claro que eu fui a favor de abortar, e ela disse que ia falar com a mãe. E foi o que ela fez.
A Dona Carmen, quando soube da gravidez da Carolina, armou um barraco daqueles. Ela disse que "não ia permitir que a história se repetisse e a filha dela fosse mãe solteira". Ligou pros meus pais pra contar a má atuação do filho dela e o resultado disso. Mais ainda, foi comigo até o Hospital onde eu tava fazendo meu estágio na área de Clínica Médica, e lá, na frente de todos os meus colegas de trabalho, me encarou e exigiu que eu casasse com a Carolina. Por causa disso, e pra acalmar ela, eu falei que ia casar com a Carolina e que esse era o plano real entre a gente. Minha futura sogra foi com a Carolina contar o que eu tinha dito pra ela, mas alguns colegas nossos já tinham ligado pra dar os parabéns duplos pra ela pelo noivado e pelo bebê a caminho, porque já sabiam da minha conversa com a mãe dela, e ela confirmou o que eu tinha dito pra Dona Carmen.
Esse casamento apressado e com os fatos consumados nos obrigou a morar com a minha sogra durante o estágio de nós dois no Hospital, levando em conta a situação financeira que a Carolina e eu, médicos recém-formados, recém-casados e fazendo estágio, estávamos passando. Começamos perdendo de um a zero nessa vida.
Carolina tava fazendo estágio na área de Ginecologia, por isso fazia plantão uma vez por semana, que variava de dia, igual eu. Durante esses dias de plantão dela, eu ficava no apartamento da minha sogra, só eu e ela. Foi aí que comecei a ficar entediado, me sentia um prisioneiro da minha sogra. Por causa disso, voltei a fazer caminhadas todo dia num parque perto do apartamento, até que um dia minha sogra falou que também queria ir caminhar no parque e perguntou se podia ir comigo. O clima no apartamento tava muito pesado, minha esposa chegava do hospital morta de cansaço, ia deitar e nem queria transar, enquanto eu tava a milhão de tesão.
Diante da minha nova parceira de caminhada, ela aparece com uns looks esportivos que deixavam ver que por baixo deles, minha sogra estava usando Booty less e uns peitos espetaculares que ela mantinha bem escondidos atrás de roupas formais. E uma vez já na praça, organizei uma série de exercícios de alongamento mortais, de um jeito que fizesse ela perder o interesse em caminhar comigo, minha sogra. Ela seguiu cada um dos passos dos exercícios, onde pude notar o quanto seu corpo se mantinha firme e seus enormes peitos. Comecei a olhar diferente para minha sogra. Caminhamos minha rotina diária e voltamos para o apartamento. Durante esse trajeto, minha sogra se abriu comigo, me contou que depois do pai da Carolina, ela só ficou com um único homem que a ajudava financeiramente, considerando que ela só trabalhava numa casa de família como governanta, até que a pessoa que a levou pra lá faleceu e ela se aposentou. Isso fez com que minha taradice começasse a funcionar, pensando que ela tinha passado muito tempo sem um homem e que estaria pegando fogo, coisa que não dava pra notar nela.
Chegamos no apartamento e sentei na cozinha, onde costumava tomar um copo d'água depois da caminhada. Minha sogra foi até a geladeira, pegou uma jarra de suco de limão e disse: "Antes de sair, preparei isso pra gente voltar". Ela me serviu e eu bebi. Ali, olhei pra entrepernas dela e vi como estava molhada de suor da caminhada, e mil ideias passaram pela minha cabeça sobre minha sogra — talvez só eu imaginando aquilo. Durante dias, as coisas foram assim: nos alongamentos, havia roçadas do corpo, meu pau no booty dela e coisas do tipo que iam aumentando a temperatura de nós dois. Até que um dia minha sogra pisou errado durante a caminhada e voltamos pro apartamento com ela pendurada no meu pescoço, os peitos dela roçando no meu corpo. Minha temperatura estava a mil, já que meu relacionamento com a Carolina quase não existia por causa do quinto mês de gravidez dela. Num olhar rápido pela perna da minha sogra, vi que era uma torção no tornozelo. Já no apartamento, procurei entre os remédios que costumava ter alguma amostra médica pra aplicar pra dor. Achei uma pomada adequada pro caso, mas ia passar eu mesmo com minhas mãos. Mandei ela sentar na sala. "Vamos ver", falei. "Melhor se tirar o jogging que tá usando, pra não sujar." Ela tirou, mas antes pediu pra eu passar uma toalha pra se cobrir. Fiz isso, mas naquele breve instante tive uma visão gloriosa: as coxas dela terminavam numa barriga lisa na frente, coberta de leve por uma tanga que não escondia muito. Meu pau tremeu. "Deite de barriga pra cima primeiro", falei enquanto começava a aplicar a pomada. Ela se deitou e eu me coloquei na beirada da sala... continua.
A Dona Carmen, quando soube da gravidez da Carolina, armou um barraco daqueles. Ela disse que "não ia permitir que a história se repetisse e a filha dela fosse mãe solteira". Ligou pros meus pais pra contar a má atuação do filho dela e o resultado disso. Mais ainda, foi comigo até o Hospital onde eu tava fazendo meu estágio na área de Clínica Médica, e lá, na frente de todos os meus colegas de trabalho, me encarou e exigiu que eu casasse com a Carolina. Por causa disso, e pra acalmar ela, eu falei que ia casar com a Carolina e que esse era o plano real entre a gente. Minha futura sogra foi com a Carolina contar o que eu tinha dito pra ela, mas alguns colegas nossos já tinham ligado pra dar os parabéns duplos pra ela pelo noivado e pelo bebê a caminho, porque já sabiam da minha conversa com a mãe dela, e ela confirmou o que eu tinha dito pra Dona Carmen.
Esse casamento apressado e com os fatos consumados nos obrigou a morar com a minha sogra durante o estágio de nós dois no Hospital, levando em conta a situação financeira que a Carolina e eu, médicos recém-formados, recém-casados e fazendo estágio, estávamos passando. Começamos perdendo de um a zero nessa vida.
Carolina tava fazendo estágio na área de Ginecologia, por isso fazia plantão uma vez por semana, que variava de dia, igual eu. Durante esses dias de plantão dela, eu ficava no apartamento da minha sogra, só eu e ela. Foi aí que comecei a ficar entediado, me sentia um prisioneiro da minha sogra. Por causa disso, voltei a fazer caminhadas todo dia num parque perto do apartamento, até que um dia minha sogra falou que também queria ir caminhar no parque e perguntou se podia ir comigo. O clima no apartamento tava muito pesado, minha esposa chegava do hospital morta de cansaço, ia deitar e nem queria transar, enquanto eu tava a milhão de tesão.
Diante da minha nova parceira de caminhada, ela aparece com uns looks esportivos que deixavam ver que por baixo deles, minha sogra estava usando Booty less e uns peitos espetaculares que ela mantinha bem escondidos atrás de roupas formais. E uma vez já na praça, organizei uma série de exercícios de alongamento mortais, de um jeito que fizesse ela perder o interesse em caminhar comigo, minha sogra. Ela seguiu cada um dos passos dos exercícios, onde pude notar o quanto seu corpo se mantinha firme e seus enormes peitos. Comecei a olhar diferente para minha sogra. Caminhamos minha rotina diária e voltamos para o apartamento. Durante esse trajeto, minha sogra se abriu comigo, me contou que depois do pai da Carolina, ela só ficou com um único homem que a ajudava financeiramente, considerando que ela só trabalhava numa casa de família como governanta, até que a pessoa que a levou pra lá faleceu e ela se aposentou. Isso fez com que minha taradice começasse a funcionar, pensando que ela tinha passado muito tempo sem um homem e que estaria pegando fogo, coisa que não dava pra notar nela.
Chegamos no apartamento e sentei na cozinha, onde costumava tomar um copo d'água depois da caminhada. Minha sogra foi até a geladeira, pegou uma jarra de suco de limão e disse: "Antes de sair, preparei isso pra gente voltar". Ela me serviu e eu bebi. Ali, olhei pra entrepernas dela e vi como estava molhada de suor da caminhada, e mil ideias passaram pela minha cabeça sobre minha sogra — talvez só eu imaginando aquilo. Durante dias, as coisas foram assim: nos alongamentos, havia roçadas do corpo, meu pau no booty dela e coisas do tipo que iam aumentando a temperatura de nós dois. Até que um dia minha sogra pisou errado durante a caminhada e voltamos pro apartamento com ela pendurada no meu pescoço, os peitos dela roçando no meu corpo. Minha temperatura estava a mil, já que meu relacionamento com a Carolina quase não existia por causa do quinto mês de gravidez dela. Num olhar rápido pela perna da minha sogra, vi que era uma torção no tornozelo. Já no apartamento, procurei entre os remédios que costumava ter alguma amostra médica pra aplicar pra dor. Achei uma pomada adequada pro caso, mas ia passar eu mesmo com minhas mãos. Mandei ela sentar na sala. "Vamos ver", falei. "Melhor se tirar o jogging que tá usando, pra não sujar." Ela tirou, mas antes pediu pra eu passar uma toalha pra se cobrir. Fiz isso, mas naquele breve instante tive uma visão gloriosa: as coxas dela terminavam numa barriga lisa na frente, coberta de leve por uma tanga que não escondia muito. Meu pau tremeu. "Deite de barriga pra cima primeiro", falei enquanto começava a aplicar a pomada. Ela se deitou e eu me coloquei na beirada da sala... continua.
4 comentários - Engravidei minha sogra gostosa