Engravidei minha madrastra numa noite de verão

Se vocês entraram nessa história pelo título esperando um conto de traição, procurando um filho maltratado pelo pai ou uma mulher parecida com a madrasta da Branca de Neve, se enganaram feio.
Pra começar, não tenho do que reclamar do meu velho. Viúvo desde que eu era criança, ele se dedicou de corpo e alma a me cuidar. Pai carinhoso e atento, usou todo o tempo livre dele pra que eu, o filho dele, me tornasse um homem de valor. Nada era suficiente pra ele; se achava que pro meu futuro era necessário um verão na Inglaterra, ele pagava, mesmo que isso significasse apertar o cinto na vida pessoal dele. Se, por outro lado, via que eu tava me desviando do caminho, não hesitava em me chamar à atenção. Foi um pai de verdade e um ser humano melhor ainda. Sozinho e sem parceira durante metade da vida, esperou eu fazer dezoito anos pra começar a procurar alguém. Se isso já é estranho por si só, ele ainda pediu minha permissão primeiro!
Acho necessário contar pra vocês a conversa que a gente teve, pra vocês terem uma ideia do tipo de pessoa que ele foi. Lembro que nem foi ele quem puxou o assunto, fui eu…
Tava de boa numa praia de La Manga quando, de repente, percebi que meu pai não tirava os olhos de uma loira que tava tomando sol de topless. A mulher era uma gostosa do caralho e ainda sabia disso. Acostumada com os olhares de todos os caras ao redor, não só não ligava como provocava. Por isso, se sentindo observada pelo meu velho, começou a dar mole com toda cara de pau, com aquelas risadinhas de sempre. Foi aí que, vendo meu coroa reagindo ao ataque dela baixando a cabeça e ficando vermelho, soltei pra ele:
—Por que você não vai falar com ela? Dá pra ver que ela tá a fim de você.
Seu Raul, pouco acostumado com esse tipo de conversa, respondeu:
—Não acho apropriado. Sou viúvo.
—Pai, para de encher o saco! — reagi dizendo — Mamãe morreu faz tempo e você ainda é novo. Tem que refazer sua vida porque em poucos anos não vou mais morar com você.
Por um bom tempo, ele ficou calado. Percebi que, mesmo sabendo que eu estava totalmente certa, ele estava tão enferrujado que não tinha coragem de dar o primeiro passo. Por isso, eu mesma tomei a iniciativa. Levantando da minha espreguiçadeira, me aproximei daquele monumento e perguntei se ela queria se juntar a nós para um aperitivo. Contra todas as expectativas, a loira aceitou e, de braço dado comigo, fomos até meu pai, que, ao ver minha jogada, só conseguiu sorrir e nos acompanhar até o quiosque. Já no local, tomei uma cerveja com eles e, vendo que estava sobrando, deixei os dois sozinhos e fui embora com meus amigos. Naquela noite, meu pai arrasou e, pela primeira vez na vida, ele chegou no hotel mais tarde do que eu.
A partir daquele verão, nossa vida juntos mudou pra melhor. Meu velho, mesmo continuando sendo o pai ideal, começou a sair com os amigos e a curtir a noite. Fui eu também que, vendo como depois de uns dois anos ele tava espalhando bom humor, perguntei na lata:
—Pai, cê tem namorada?
Vermelho feito um tomate e gaguejando, ele me respondeu que sim. Ao ouvir isso, sinceramente fiquei feliz por ele e, sem pensar duas vezes, pedi pra ele me apresentar ela.
—É cedo demais —respondeu—, só tô saindo com a Carmen faz uns dois meses.
Desgovernado de tanto rir por ele ter mantido aquilo em segredo, tirei uma onda com a timidez dele e, forçando ao máximo a confiança, soltei:
—Não vai me apresentar porque ela é uma baranga.
Ferido no orgulho, meu velho respondeu:
—Pelo contrário, ela é uma gostosa.
A resposta dela me divertiu e, na brincadeira, falei que era impossível que, sendo assim, ela tivesse reparado nele.
— Não sou tão mala partida assim — protestou, muito irritado, e pra me provar, prometeu que no dia seguinte ia conhecê-la…
Papai me apresenta pra namorada dele.
Engravidei minha madrastra numa noite de verão 
Exatamente como prometeu, ele me apresentou ela naquele dia. Meu velho escolheu um restaurante chique pra fazer isso. Como tinha combinado de passar pra buscá-la, fui direto da faculdade. Chegando antes, perguntei pela mesa e, pedindo uma cerveja pro garçom, sentei pra esperar eles. Tava há menos de cinco minutos no lugar quando vi entrar uma morenaço uns cinco anos mais velha que eu.
Confesso que reparei nela, mas em minha defesa, cem por cento dos homens presentes fizeram o mesmo, hipnotizados pelo espetáculo que era vê-la andar. Enfiada num vestido azul colado, os dons que a natureza lhe deu ficavam ainda mais evidentes, e por isso não pude deixar de me surpreender quando, chegando até mim, ela sentou na minha frente.
-Desculpa, tô esperando meu pai- soltei todo sem graça.
Aquela gostosa sorrindo respondeu:
—Eu sei, venho com ele.
Caindo na real que era a namorada do meu velho, tive que pedir desculpa e, pisando na bola de novo, me desculpei falando:
-Desculpa, mas eu esperava outra coisa.
Soltando uma gargalhada, respondeu:
—Te entendo, eu mesma me surpreendo de ter me apaixonado por um homem vinte anos mais velho que eu.
Gostei que foi ela quem puxou o assunto e, meio desconfiado, falei pra ela:
—Sinceramente, me parece impossível.
A garota, com uma naturalidade que me deixou besta, aceitou minhas dúvidas dizendo:
- Por isso pedi pro Raúl chegar meia hora atrasado. Acho que eu tinha que te contar sozinha a minha versão sobre a nossa história.
Depois disso, me contou que tinha conhecido ele há mais de um ano num congresso da empresa onde os dois trabalhavam. Ao ouvir isso, pensei errado que aquela gostosa era uma secretária, mas ela me tirou dessa dúvida quando falou:
—Mas foi há seis meses, quando me nomearam diretora do departamento dele, que eu realmente comecei a conhecer seu pai e me apaixonei por ele.
—Tá me dizendo que você é a chefe dela?
Morrendo de rir ao ver minha cara, respondeu bem na hora que o tal entrava.
- Sim, seu pai tem bom gosto! Ou não?
Como vocês podem entender, não fiquei satisfeito, mas me comportando como uma pessoa educada, nunca mais toquei nesse assunto na presença dela, principalmente porque os fatos posteriores acabaram me convencendo da sinceridade daquela mulher.
Curiosamente, meu pai, que tinha ficado celibatário por duas décadas, caiu de amores pela Carmen e em menos de três meses pediu ela em casamento. Essa morena gostosa pediu pra ele deixar ela pensar por uns dias.
Imaginam qual é o motivo?
Com certeza vocês estão enganados!
Nada de inseguranças de última hora, nem a presença de um cara mais novo. O que segurou aquela mulher fui eu. Mas não porque ela estivesse secretamente a fim de mim, e sim porque antes de responder, queria saber minha opinião. Ela sabia que precisava da minha aprovação se quisesse que meu velho fosse feliz, e por isso combinou um segredo comigo.
Naquela altura, minha aversão àquela união contra a natureza já tinha diminuído e, achando que se eu me opusesse isso ia me afastar do meu pai, topei. Meu “consentimento” acelerou as coisas e exatamente no dia em que completavam um ano de namoro, eles se casaram.
A partir dessa data, minha vida mudou, e não porque aquela garota virou uma megera, mas porque com o passar do tempo, a madrasta má dos contos de fada nunca apareceu. Em vez disso, graças à convivência diária, comecei a considerá-la uma boa amiga, que ainda por cima fazia meu pai imensamente feliz.
Ao mesmo tempo, o salário gordo dela, junto com o do meu pai, nos permitiu viver melhor. A gente se mudou pra um chalé nos arredores, trocamos de carro e até compraram uma casinha de veraneio juntos, onde anos depois rolou uma parada que nos uniu ainda mais.
Gravida
Meu pai morre.
Cinco anos ficaram juntos, cinco anos durante os quais eu terminei minha faculdade, arrumei emprego e me mudei pra minha casa. O romance deles parecia não ter fim, apaixonados um pelo outro, pareciam uns adolescentes se enchendo de carinho o tempo todo, em público e na intimidade.
Só posso dizer que foram felizes até o dia em que, infelizmente, um ataque cardíaco separou aquele casamento. Foi algo inesperado, meu pai era um homem saudável que se cuidava e, mesmo assim, sofreu um infarto massivo do qual não conseguiu escapar.
Quando morreu, a Carmen ficou destruída. Segundo ela, a vida não tinha sentido sem o meu velho, e por isso ela afundou numa depressão fudida. Vendo como ela se deixava levar pela tristeza, não tive outra escolha senão apoiá-la. Agindo mais como amigo do que como enteado, eu falava com ela todo dia e, pelo menos uma vez por semana, a gente se encontrava pra almoçar.
Pouco a pouco, o destino dela ficou nas minhas mãos. Com trinta e três anos e sendo uma executiva de prestígio, minha madrastra dependia de mim pra tudo. Eu era quem levava ela pra fazer compras, quem saía pra comer com ela e, com o tempo, ela até parou de ver os conhecidos dela — meus amigos viraram os amigos dela também.
Não foram poucas as vezes que tive que aguentar estoicamente as gozações dos meus colegas que, não sem razão, riam da gente dizendo que parecíamos namorados. Mas juro pra vocês que, mesmo sabendo da beleza dela, nunca passou pela minha cabeça ter um rolo com ela.
Carmen, era minha amiga e só!
Confiávamos uma na outra. Nossa relação estranha ficava mais forte a cada dia. Eu dividia com ela o dia a dia, as coisas bestas e as importantes, mas era quando eu tava com problemas que ela mostrava o carinho dela de verdade. Aí essa mulher largava tudo e vinha voando me ajudar. Não importava o motivo, diante de qualquer fraqueza minha, a Carmen assumia o leme e me resgatava.
Reconheço que também teve muito a ver o fato de a gente ter só seis anos de diferença, porque sendo da mesma geração, a gente tinha pontos de vista parecidos.
Tudo mudou um dia de junho, quando a gente tava tomando uns drinks num bar, e minha madrasta me perguntou o que eu ia fazer naquele verão.
—Ainda não pensei nisso — respondi.
Minha resposta deu a chance pra ele me dizer:
—Preciso que você me faça um favor. Desde que o Raúl morreu, não tenho coragem de ir pra Marbella. Você se importaria de ir comigo?
Fiquei chocado ao ouvir isso, já que fazia dois anos que meu pai tinha morrido e eu realmente achava que a Carmen já tinha superado. Por isso, sem pensar nas consequências, prometi acompanhar ela…
A viagem pra Marbella.
madrasta 
Dois meses depois, exatamente no primeiro de agosto, passei para buscá-la na casa dela. Minha madrasta me esperava na porta com três malas enormes. Nossa relação era tão assexual que, num primeiro momento, não reparei nela, mas sim na bagagem dela.
—Onde cê vai! Vai se mudar? — protestei, com medo de que não coubesse no porta-malas.
Carmen, morrendo de rir, respondeu ao meu rompante com um sorriso enquanto me dizia:
—Depois de tantos anos me conhecendo, cê se surpreende que eu seja uma provocante? — e se virando, desfilou o vestido pra mim — É novo!
Foi aí que, ao contemplá-la, que meus problemas realmente começaram, porque por mais que ela fosse a viúva do meu pai, não consegui deixar de admirá-la. Envolta num tule vaporoso, o corpo dela era uma tentação para qualquer homem. Por isso, mesmo de soslaio, fiquei maravilhado com o decote dela. O sulco profundo entre os peitos não deixava dúvidas:
A Carmen tinha um par de peitos dos sonhos.
Pra minha desgraça, quando ainda não tinha me recuperado da impressão de descobrir que minha madrasta me atraía, entramos no carro e, enquanto ela colocava o cinto, percebi que a saia tinha subido, mostrando sem vergonha quase toda a coxa dela.
Meio sem jeito, tentei desviar o olhar, mas era tanta a atração que ela causava em mim que eu voltava repetidamente a me deliciar com aquela rabeta.
—O que foi que aconteceu? — meio estranhada, ela me perguntou ao perceber que eu estava em silêncio.
Lutando com todas as minhas forças contra essa descoberta, irritado, soltei pra ele:
—Tampa essa buceta! Que eu não sou de pedra!
A morena, achando que era brincadeira, sorriu e, seguindo a zoeira gostosa, me respondeu enquanto aumentava minha agonia, deixando mais um pedaço das pernas dela de fora.
—Não me enche, que te incomoda eu mostrar elas? Por acaso não tenho umas buceta gostosa?
Hoje entendo que ela nunca teria se atrevido a brincar daquele jeito se soubesse o que sua ação causaria, porque ao ver o começo da sua tanga, meu pau reagiu com uma puta ereção. Foi algo tão inesperado e óbvio que minha madrasta só conseguiu se cobrir. A partir daquele instante, formou-se uma barreira entre nós que segundos antes não existia. Sei que tanto eu quanto ela, pela primeira vez, percebemos que o outro existia, caindo o véu que nos mantinha tão distantes quanto unidos.
Em completo silêncio, percorremos os primeiros trezentos quilômetros. Silêncio que tive que quebrar pra lembrar ela que a gente tinha combinado de visitar minha avó, já que íamos passar perto de Linares. Acho que minha madrasta agradeceu essa parada, porque, lembrando do carinho que a sogra sempre teve por ela, me perguntou:
—Como é que tá a véinha?
— Meio viajada, mas tá bem. Às vezes confunde as coisas, mas graças a Deus mantém o bom humor.
Seguindo o planejado, saímos da estrada e entramos na cidade onde meu pai saiu quando era criança. Ao chegar na casa da família, Dona Mercedes já estava nos esperando sentada na sala. Assim que nos viu, me cumprimentou dizendo:
-Pô, já era hora, quanto tempo que você não vem ver sua mãe?
Fiquei chocado ao perceber que ela tinha me confundido com o filho dela e, sem querer fazer ela lembrar da morte dele, deixei pra lá e com carinho beijei ela enquanto dizia:
—Lembra da Carmen?
A velhona sorrindo, respondeu:
-É claro que lembro da sua namorada.
Minha madrasta ignorando a confusão, abraçou ela como se nada tivesse acontecido, sem saber que durante a comida, o princípio de demência senil que a velhinha sofria ia nos colocar de novo numa enrascada.
Como era de costume nela, Dona Mercedes se mostrou simpática e divertida durante toda a nossa visita, mas quando já estávamos na sobremesa, do nada começou a reclamar do peso dos anos e, por conta disso, comentou:
— Sabe, Carmen, a única coisa que me mantém viva? — a aludida respondeu que não, segurando a mão da velhinha entre as suas. Foi então que minha avó soltou: — Eu queria conhecer meu neto antes de morrer.
Intervindo, exclamei:
-Que neto?
Morrendo de rir, a velhinha respondeu:
—Qual vai ser! O de vocês! Tô toda boba, mas não acredito que vocês são tão caretas que ainda não transaram — e, virando pra viúva, continuou: — Querida, eu sei o quanto você ama ele, então esquece o que os outros vão pensar e faz um filho.
Com um sorriso, minha madrastra prometeu pensar no assunto, mas por dentro tava passando um mau pedaço. Esse aperto aumentou quando minha avó pediu pra ela ir até o quarto, me deixando sozinho na sala de jantar. Aproveitei que as duas estavam fora pra recolher os pratos e levar pra cozinha. Mesmo assim, tive que esperar cinco minutos até elas voltarem. Quando voltaram, a Carmen tava com os olhos vermelhos, sinal de que tinha chorado.
—O que aconteceu? — perguntei, estranhando.
enteado
Embora a pergunta fosse pra Carmen, foi minha avó quem respondeu:
Ela ficou molinha quando eu dei o broche da minha mãe pra ela.
Confesso que acreditei nela e, tentando evitar outro desgosto, peguei a Carmen pela cintura e nos despedimos dela. Naquele momento, aquele gesto me pareceu natural, mas enquanto caminhávamos em direção ao carro, foi quando entendi, aterrorizado, que estávamos nos comportando como se fôssemos um casal e que, curiosamente, eu ficava feliz que minha madrasta não colocasse nenhum obstáculo.
Três horas depois, chegamos na casa charmosa que eu dividia com meu pai. Quando estacionei, ela começou a ficar nervosa e, entendendo a angústia dela, não falei nada enquanto descia as malas. Como conhecia a casa, levei a bagagem dela direto pro quarto dela e deixei a minha no quarto de hóspedes. Quando terminei, fui procurá-la e a encontrei bem triste na sala.
Coitada", pensei ao perceber a dor dela e, com vontade de consolá-la, sentei ao lado dela e a abracei.
A Carmen me recebeu nos braços dela e, apoiando a cabeça no meu peito, desabou num choro de soluçar sem parar. Sem se mexer e entre os meus braços, essa morena se aliviou por um bom tempo até que, mais calma, enxugando as lágrimas, me implorou pra levá-la pra jantar.
—Tem certeza? — perguntei, meio surpreso.
Com uma determinação que não soube interpretar na hora, ela respondeu:
— Sua avó tem razão, tenho que seguir em frente — e saindo do quarto, me avisou que ia se trocar.
Confesso pra vocês que as palavras dela me surpreenderam e, tentando processar tudo, fui me arrumar.
Que buceta será que ela quis dizer?", fiquei repetindo pra mim mesmo ao lembrar que a única coisa que testemunhei foi a confusão senil da velhinha, supondo que ela devia estar se referindo a algo que eu tinha dito no quarto dela.
A confusão na minha mente aumentou quando a vi descendo as escadas, já que a mulher triste tinha sumido, dando lugar a uma versão espetacular da minha madrastra.
- Caralho! - exclamei, admirado.
Carmen sorriu ao me ouvir e, chegando na minha frente, se exibiu modelando o vestido. Reconheço que fiquei babando enquanto dava uma boa olhada na anatomia dela.
—Tá uma gostosa! — gaguejei, murmurando ao admirar o erotismo que brotava daquela mulher enfiada naquele vestido preto.
Prendado e confuso, fiquei olhando tanto pros peitos dela quanto pra bunda. Minha confusão não passou despercebida e, soltando uma gargalhada, ela disparou enquanto pegava minha mão entre as dela:
-Vamos cair na farra!
A alegria dela contrastou com o caos na minha cabeça, porque ao sentir o toque dos dedos dela, meu coração começou a bater rápido enquanto, por baixo da minha calça, meu pau me traía, subindo pronto pra ação.
É a viúva do meu pai", indignado comigo mesmo, insisti numa tentativa vã de espantar a atração que sentia por aquela morena gostosa.
Como o restaurante favorito dela ficava a cinco minutos, deixamos o carro no chalé e fomos andando. A Carmen, se comportando como uma menininha, grudou em mim durante o trajeto, aumentando minha agonia quando o cheiro dela chegou até minhas papilas.
Cara, se acalma aí!", resmunguei entre os dentes enquanto a gente entrava no local.
Uma vez lá, minha madrasta, tomada por um fervor renovado, não parou de zoar e beber enquanto a gente jantava. As risadas dela foram aos poucos dissolvendo meu constrangimento e, no fim, éramos de novo os dois amigos de sempre — ou pelo menos foi o que pensei, porque já na rua, a Carmen insinuou que tava a fim de ir dançar.
Aceitando a sugestão dela, levei ela pra uma balada onde, sem esperar que nos dessem mesa, ela já começou a dançar. O garçom, vendo que minha parceira tava na pista, nos acomodou bem do lado, de um jeito que quando sentei, pude admirar a dança da minha madrasta sem nenhum impedimento.
A sensualidade com que ela se mexia reacendeu as brasas nunca apagadas da atração que ela exercia em mim, e por isso, assim que o garçom chegou com as taças, virei meio uísque de uma vez. Meu exagero não passou despercebido por Carmen, que chegou ao meu lado e, com um sorriso enigmático, soltou:
—Eu também preciso — e, confirmando o que disse, esvaziou o copo sem respirar.
Depois disso, chamou o garçom e pediu mais uma rodada. Confesso que interpretei mal a vontade dela de ficar bêbada e, achando que queria afogar as mágoas, deixei que, em uma hora, ela desse conta de mais cinco doses.
Já claramente alcoolizada, me puxou pra pista e enquanto ela se dedicava a rebolar a bunda sem freio, pra minha desgraça uma loira reparou em mim e começou a dar em cima, colando o corpo no meu. Minha madrasta, ao perceber as intenções da garota, se irritou e, dando um empurrão nela, tomou o lugar, passando uma das pernas entre as minhas.
—O que cê tá fazendo! — exclamei ao sentir os peitos dela enquanto a buceta roçava na minha entreperna.
Não fala nada e só se deixa levar" — ele sussurrou no meu ouvido, sem parar de se mexer com cara de pau.
Como vocês vão entender e aceitar, meu pau reagiu aos carinhos dela com uma ereção. Assustado por ela perceber, tentei me soltar, mas então a Carmen, com um brilho diferente nos olhos, soltou pra mim:
-Por favor, eu preciso disso!
Pasmo com a atitude dela, fiquei paralisado ao perceber que, sentindo minha dureza, longe de cortar, ela instigou a continuar esfregando sensualmente a buceta dela na minha. Juro pra vocês que se não fosse ela, a mulher que sem vergonha nenhuma tava me deixando louco daquele jeito, eu teria levado ela pro banheiro e comido ela, mas com a pouca sanidade que me restava, recusei essa ideia e, tirando ela da pista, levei pra casa.
Ao chegar e sob o abrigo da intimidade que aquelas paredes nos ofereciam, minha madrasta intensificou o assédio mordendo minha orelha enquanto, com voz suave, me dizia:
- Adivinha o que a sua avó me disse no quarto?
Não respondi porque não conseguia articular uma palavra.
—A velha safada me confessou que sabia que você não era seu pai e que tinha soltado aquela história do neto pra me obrigar a admitir o que pra ela já era óbvio.
—O quê? — perguntei escandalizado.
madrasta
Mudando de atitude, começou a chorar e, com lágrimas nos olhos, respondeu:
—Tô apaixonada pelo meu enteado!
Como se essa confissão já não fosse o bastante, ela buscou meus lábios com os dela. Sem saber o que esperar, respondi com paixão ao beijo dela e, esquecendo nosso parentesco, minhas mãos percorreram o tecido que cobria os peitos dela. Carmen, ao sentir meu toque, deixou cair as alças do vestido, permitindo pela primeira vez que eu visse o torso nu dela.
A beleza dos seus pezões pretos me obrigou a acariciá-los, que, como se estivessem assustados, se contraíram enquanto a dona soltava um gemido gostoso.
—Faz amor comigo! — ela implorou, levantando do sofá e me levando até o quarto dela.
Atordoado pela profundidade dos sentimentos que descobri ao segui-la pelo corredor, não consegui reagir quando, ao chegar ao quarto dela, ela deixou o vestido cair, me deixando contemplar por completo a beleza da minha madrastra. Exatamente como eu imaginava, a Carmen tinha um corpo espetacular. Os peitos dela davam lugar a uma cintura fina, um belo prenúncio da maravilhosa bunda em formato de coração que a trintona exibia.
Vendo minha indecisão, ela tomou a iniciativa e, ajoelhando-se aos meus pés, começou a desabotoar meu cinto. Sentir as mãos dela abrindo minha braguilha foi o estímulo que meu pau precisava para atingir seu comprimento máximo, e por isso, quando minha madrasta o libertou, deu de cara com uma ereção dura.
-Que gostosa!- suspirou bem antes de beijá-la, e em seguida, tirou a língua e, usando como um pincel, começou a lambuzar minha extensão com a saliva dele.
O tesão que eu sentia naquele momento ao ter aquela morena gostosa aos meus pés foi tão grande que não falei nada quando vi a Carmen lambendo os lábios antes de enfiar ele na boca. De joelhos e sem parar de gemer, ela foi metendo meu pau enquanto os dedos dela acariciavam minhas bolas.
Desejando aquele boquete, fiquei observando a viúva do meu velho abrir a boca e engolir metade da minha pica. Não satisfeita com isso, ela esticou a língua e, passando ela pela cabeça da minha glande, enfiou tudo de novo na garganta dela.
- Porra - grunhi de satisfação ao sentir aquela carícia e, esquecendo quem era, pressionei a cabeça dela com minhas mãos e ordenei que engolisse tudo.
A morena obedeceu e, sem nenhum pudor, engoliu toda a minha pica. Então, minha doce e lindíssima madrasta apertou os lábios, diminuindo a minha penetração até sentir a ponta do meu pau no fundo da garganta dela.
— Adoro isso — eu disse, completamente vidrado.
Deixando-se levar pelo tesão que a domina, a Carmen abriu as pernas e, enfiando a mão dentro da calcinha fio dental, começou a se masturbar enquanto me confessava:
—Não sabia o quanto precisava de você! — berrou e, antes de continuar com o boquete, me implorou pra eu comer ela.
A entrega dela e a minha tesão fizeram impossível eu ficar ali de pé, então levei ela até a cama e deixei ela deitada enquanto terminava de me despir. Do colchão, a morena não perdeu nenhum detalhe do meu striptease rápido e, vendo que eu já estava pelado, me chamou pro lado dela dizendo:
—Quero ser sua mulher.
Ao chegar perto dela, começou a me beijar enquanto tentava que eu a penetrasse, mas aí eu sussurrei pra ela ficar quieta. A mulher reclamou quando sentiu que eu separava as mãos dela, mas ao ver que, descendo pelo corpo, eu ia beijando cada centímetro da pele dela, ela cedeu ao meu capricho. Totalmente entregue, experimentou pela primeira vez minhas carícias enquanto eu me aproximava devagar da buceta dela. O cheiro de uma mulher no cio inundou minhas papilas ao beijar o umbigo dela e, curtindo o momento, passei direto descendo pelas pernas dela.
—Não — resmunguei ao perceber que me concentrava nas pernas dela e que minha língua percorria suas coxas até os pés.
Os gemidos dela me confirmaram que estava nas minhas mãos e, antes de subir pelos tornozelos em direção ao meu verdadeiro objetivo, levantei o olhar para conferir que a Carmen tinha separado com os dedos os lábios da buceta dela e, sem disfarçar, se masturbava tomada pela paixão. Aquela cena erótica já teria sido suficiente pra eu me jogar no clitóris dela com qualquer outra mulher, mas a Carmen não era qualquer uma, e por isso, contrariando o que a minha virilha pedia, continuei lentamente aumentando o tesão dela. A que durante anos tinha sido primeiro a esposa do meu pai e depois minha melhor amiga não aguentou mais e, assim que sentiu minha língua recomeçar a caminhada pelas pernas dela, gozou sonoramente.
—Te amo —ela soltou gritando.
Engravidei minha madrastra numa noite de verão
A afirmação dela, longe de acelerar meus passos, os desacelerou. Tendo deixado meus preconceitos de lado, todo o meu ser desejava possuir aquela gostosa, mas entendi que, se não queria que na manhã seguinte ela se arrependesse e me jogasse na cara que abusei da bebedeira dela, naquela noite eu precisava usar todas as minhas artimanhas.
Ao me aproximar da buceta dela, a excitação da Carmen era mais que evidente. De dentro da xota escorria um riacho molhando os lençóis enquanto a dona não parava de beliscar os próprios peitos, implorando aos berros que eu a pegasse. Ignorando os pedidos dela, afastei os lábios dela pra descobrir o clitóris todo durinho.
—Não aguento mais — ela berrou assim que minha língua tocou aquele botão.
Sabendo que tava ganhando a batalha, mas querendo vencer a guerra, me concentrei em conseguir e, pela primeira vez, provei com a língua o néctar dela. O sabor agridoce me hipnotizou e, usando meu apêndice molhado como se fosse um micro-pau, penetrei com ele lá dentro.
—Vou gozar —gritou descontrolada.
Por alguns minutos, curti a entrega dela e só quando minha madrasta já tinha emendado uns dois orgasmos, me levantei e, pegando meu pau, enfiei devagar na buceta dela. A lentidão com que fiz isso me deixou sentir como minha extensão forçava cada uma das dobras até bater na parede da vagina. Carmen, ao se sentir cheia, arranhou minhas costas e implorou pra eu me mexer.
Obedeciendo, fui me afastando devagar e quando minha glande já aparecia lá fora, enfiei de novo com uma preguiça, até o fundo da caverna dela. A morena, toda entregue, me implorava pra acelerar aos berros. Mas só quando senti o fluxo dela escorrendo pelas minhas pernas que resolvi aumentar o ritmo.
Despencando nos lençóis, minha madrasta gritou sua derrota e, se rendendo, tomou mais uma dose de prazer. Como a entrega dela tinha que ser total e sem pena nenhuma, obriguei ela a se levantar e ficar de costas pra mim. De quatro, enfiei meu pau nela de novo e, agarrando os peitos dela, montei igual uma potranca. A nova posição aumentou o tesão dela e fez ela sentir umas sensações que nunca tinha experimentado antes.
—Sou sua — ela uivou, arrasada por um novo clímax.
Os gemidos dela foram o estímulo que eu precisava e, me deixando levar, me juntei a ela explodindo e regando o interior dela com minha porra. Carmen, ao sentir meu sêmen enchendo a caverna dela, buscou com a cintura ordenhar até a última gota e só parou quando, depois de me deixar completamente seco, se deixou cair exausta sobre os lençóis.
Exausto eu também, abracei ela e, juntos nessa posição, a gente acabou dormindo…
Na manhã seguinte, descubro que fui vítima de um golpe.
Gravida
 
Embora a gente tivesse ido dormir tarde, acabava de dar nove horas quando acordei ainda abraçado na minha madrasta. Com a luz do dia, o que rolou na noite anterior me parecia nojento porque, de certa forma, eu tinha me aproveitado de uma mulher bêbada. Envergonhado pelos meus remorsos, não consegui me mexer, com medo de que, ao acordar, a Carmen descobrisse que tinha sido alvo da luxúria do enteado e, por isso, me mandasse embora. Imaginar minha vida sem ela foi tão doloroso que, sem querer, um par de lágrimas escorreu dos meus olhos. Ao perceber meus verdadeiros sentimentos, decidi que, se fosse o caso, não hesitaria em me humilhar pra evitar que ela me deixasse.
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