Trago um relato de como a gente celebrou o Halloween com a minha mulher!
Ontem, terça-feira 31 de Halloween, não tínhamos festa nem nada do tipo, já que era só uma terça qualquer. Então, pra variar um pouco e fazer algo diferente, propus um jogo pra minha mulher.
O jogo era que naquela noite eu usaria só roupas dela e ela só roupas minhas. Além disso, a gente tinha que se comportar de acordo com a situação, então naquela noite a troca de papéis seria completa. Ela topou de boa vontade e combinamos que, quando cada um estivesse sozinho, escolheria o que vestir do outro pra nos surpreendermos à noite.
À tarde, quando a Carla saiu pra academia, aproveitei e revirei o guarda-roupa dela, separei o que ia usar e deixei no móvel do banheiro.
Quando ela voltou da academia, aproveitei pra sair e comprar o que faltava pro jantar e, claro, como não podia faltar… umas cervejas. Assim, ainda deixava ela sozinha pra pegar a roupa que quisesse do meu guarda-roupa.
Quando voltei pra casa, ela já tinha tomado banho e quase terminado a janta, então era minha vez de tomar banho.
- Vou tomar banho, amor. Quando sair, a gente começa nossa celebração de Halloween – falei, piscando um olho enquanto entrava no banheiro.
- Beleza, te espero no quarto com a comida e um filme – ela respondeu.
No banho, me barbeiei bem pra combinar com a "fantasia", me vesti, terminei de me arrumar e fui pro quarto.
Quando entrei, vi ela: tava com uma camisa minha sem sutiã, que marcava os bicos por baixo, uma calça jeans minha e meu tênis. O cabelo preso num rabo de cavalo simples, com uma risca no meio, e o rosto natural, sem maquiagem. Ela tava realmente linda, tudo fica bem nela. Ela é gostosa até vestida de homem.
- Como você tá bonito – ela disse entre risadas ao me ver.
- BonitA, meu amor, hoje me chamo Laura kkkk – falei, tentando fazer uma voz feminina que claramente não saiu.
Eu tinha vestido um vestido verde que ia até quase o joelho, um sutiã que ela não usava mais, com bastante enchimento, uma calcinha fio dental minha e uns sapatos de ela aberta com um salto alto. E pra completar a fantasia, tava usando uma peruca velha de cabelo liso morena que a gente guardava e tinha pintado os lábios de vermelho com um batom que achei no banheiro.
Sentei do lado dela, ela ficou me encarando e apertou de leve uma das minhas “tetas” falsas.
— Que foi, love? — perguntei.
— Tá faltando uma coisa — ela falou, levantando e me dando a mão pra eu seguir.
Me levou na frente do espelho, passou rímel preto nos meus olhos, colocou duas pulseiras numa mão e um colar.
— Agora sim, cê tá pronta hahaha — disse entre risadas.
Botamos um filme de comédia e tomamos umas cervejas enquanto comíamos. Quando acabou a primeira cerveja, me ofereci pra buscar outra.
Quando passei de costas na frente dela, ela me surpreendeu falando: — Que bunda linda — enfiando a mão por baixo do vestido e apertando uma nádega, do mesmo jeito que eu sempre faço com ela.
Fui pegar a cerveja, acendi um baseado e continuamos vendo o filme entre risadas e comentários engraçados dos dois, onde a gente aproveitava pra se tocar ou se acariciar.
Quando o filme acabou, Carla colocou música e eu fui no banheiro e pegar outra cerveva, o que demorou uns minutos. Quando voltei pro quarto, abri a porta e ela tinha apagado a luz.
Me aproximei da mesa pra apoiar a cerveja e ela chegou por trás. Me abraçou pelas costas, colando o corpo no meu, e pra minha surpresa senti uma coisa dura pressionando minha bunda. Isso fez eu me virar rápido e ficar olhando pra ela, como quem espera uma explicação.
— Olha o que eu tenho pra você — disse, abaixando o zíper da calça jeans.
Enfiou a mão e tirou o consolador pela abertura da calça.
Enquanto eu tava no banheiro, ela tinha colocado o cinto com o consolador e vestido a calça jeans de novo!
Com a mão esquerda, peguei aquele consoladorzão como se tivesse masturbando ele, com a direita me encostei nela, abraçando, e a gente se perdeu num beijo apaixonado onde nossas línguas percorríamos nossas bocas profundamente. Ela me abraçou e pegou na minha bunda com as duas mãos. Soltei o consolo e só me deixei levar, me deixei tocar, me deixei beijar. Ficamos assim por vários minutos.
— Vamos pra cama? — perguntei.
— Já quer que eu te coma? — respondeu, tirando os tênis.
— Então vamos fazer completo — falei, empurrando ela de leve na cama pra deitar.
Tirei meus sapatos e deitei ao lado dela. Ela me abraçou pra continuar nos beijando, levando a mão na minha bunda, e eu peguei de novo aquele pauzão de plástico com a mão esquerda e comecei a beijar o pescoço dela.
Quando cheguei na altura do primeiro botão da camisa, soltei o consolo e comecei a desabotoar enquanto meus lábios desciam pelo corpo dela. Ia passando os lábios e dando beijinhos conforme descia cada vez mais.
Quando terminei de desabotoar a camisa, já estava na altura da cintura dela, com aquele consolão do lado do meu rosto. Desabotoei o cinto e comecei a puxar a calça dela pra baixo, olhando nos olhos dela. Ela levantou um pouco o quadril pra eu tirar e, pra minha surpresa, por baixo da calça ela tava usando uma cueca minha, e tinha enfiado o consolo pelo buraco da frente, aquele que usa pra mijar sem precisar tirar a cueca!
Depois que terminei de tirar a calça, voltei a beijar ela e peguei o consolo de novo com a mão esquerda.
— Te fuck you? — ela perguntou de novo.
— Não, vamos fazer completo — falei, começando a descer rápido pelo corpo dela sem tirar os olhos dos olhos dela.
Quando cheguei na altura da cintura, aproximei meus lábios do consolo e, fazendo biquinho, encostei ele de leve nos meus lábios. Parei por vários segundos sem tirar os olhos dos dela, como se buscasse a aprovação, até sentir a mão direita dela na minha cabeça. Aí abri minha boca o máximo que pude, tentando engolir a maior parte do consolo.
Não entrou nem metade na minha boca (pra quem não leu meus contos). Antes, vou contar pra vocês que “o pau” da minha mulher tem 20x5cm. Fiquei vários minutos com aquele pauzão de plástico na boca “tentando” chupar, pra cumprir direitinho meu papel feminino naquela noite de Halloween, enquanto ela acompanhava os movimentos da minha cabeça com a mão. Olhava nos olhos dela enquanto chupava e via ela sorrindo, linda como sempre. Simulava masturbar aquele consolador gigante só com a cabeça na boca, subia e descia como se minha vida dependesse disso, sem tirar o olho dos olhos dela.
Depois de vários minutos chupando, cansei, tirei ele da boca e pedi – Me come, por favor – enquanto ainda “masturbava” aquele pauzão de plástico e olhava nos olhos dela.
– Sim, pega o lubrificante, Laurita hahaha – ela respondeu entre risadas.
Fui pegar o lubrificante e entreguei pra ela. Fiquei de quatro, levantando o vestido, oferecendo minha bunda de fio dental e me preparei pra esperar. Ela se ajoelhou na cama atrás de mim, com uma mão puxou o fio dental pro lado e com a outra enfiou um dedo cheio de lubrificante. Enfiou e tirou o dedo fazendo círculos por um tempo, depois repetiu com dois dedos. Tirou os dedos, deixando um vazio em mim, um vazio que precisava ser preenchido rápido. Pra minha sorte, depois de uns segundos intermináveis, ela encostou a cabeça do consolador na entrada do meu cu e começou a enfiar devagar. Quando tava completamente dentro, ela se agarrou em mim e ficou parada uns segundos.
Então lá estávamos eu e minha mulher, trocando de papéis no máximo. Ela ajoelhada, de cueca boxer e camisa desabotoada. Eu de quatro, com o vestido levantado, o fio dental corrido e o resto dos acessórios, totalmente empalado por aquele consoladorzão.
Ela começou a me comer devagar, acelerando o ritmo, e eu comecei a soltar uns gemidinhos baixos, gemidos que abafei enfiando a cara no travesseiro e me deixando cair com a bunda pra cima. Ela aproveitou a situação pra montar em cima de mim deixando o consolo totalmente enterrado e começou a se mexer alternando movimentos circulares e um vai e vem pequeno com muita força que me fazia delirar de prazer.
Depois de vários minutos ela se deitou em cima de mim e, como sabia o que vinha, dobrei um pouco os joelhos levantando minha raba pra receber as fortes estocadas que ela ia me dar.
Com quatro ou cinco estocadas, não lembro direito, foi o suficiente pra eu ter um lindo orgasmo anal que percorreu meu corpo inteiro e me fez me contorcer de prazer, caindo rendido na cama com ela em cima de mim. Não sei se a Carla não percebeu que eu tinha gozado ou o quê, mas ela continuou me comendo por um bom tempo, alternando posições.
– Você vai meter em mim? – ela perguntou baixinho no meu ouvido, ficando parada com o consolo todo dentro de mim.
– Sim – respondi – Mas espera, primeiro me come mais um pouco com toda a sua força.
Ela ficou uns 2 ou 3 minutos me dando uma metida brutal que me fez delirar de prazer até parar e ir tirando o consolo devagar de dentro de mim.
Me deixou na cama com o cu aberto, o vestido levantado, a calcinha fio dental de lado e a peruca toda bagunçada. Enquanto isso, ela tirava a cueca boxer, o arnês e a camisa.
Quando ela se deitou com um travesseiro debaixo da cintura, eu ajustei a calcinha fio dental e me deitei sobre ela. Comecei de novo a descer com meus lábios percorrendo o corpo dela, mas dessa vez dei uma chupada nos peitos dela e continuei descendo até chegar na buceta dela, toda depilada. Dei umas lambidas e voltei pra boca dela pra gente se perder num beijo apaixonado.
A Carla puxou minha calcinha fio dental, que estava toda melada, e libertou meu pau daquela prisão de pano. No primeiro toque da mão dela, meu pau ficou totalmente duro. Ela me masturbou um pouco e disse – Mete em mim, vai.
Então, ajoelhando entre as pernas dela, comecei a pressionar devagar a cabeça do meu pau contra aqueles lábios vaginais molhados enquanto admirava o corpo nu e gostoso dela. Fiquei uns Minutos comendo ela enquanto acariciava suas pernas macias pra depois deixar meu corpo cair sobre o dela pra gente se beijar.
Carla levantou meu vestido, agarrando minhas nádegas com as mãos pra pressionar nossos corpos, e ficamos vários minutos transando nessa posição até eu pedir pra ela ficar de quatro.
Ela se ajeitou e eu meti de uma vez só. Comecei a dar fortes estocadas enquanto segurava sua cintura, e ela começou a gemer cada vez mais alto enquanto gozava, o que fez meu gozo ficar incontrolável, enchendo o interior dela de porra.
Continuei comendo ela cada vez mais devagar até meu pau ficar totalmente mole e sair sozinho. Caímos os dois na cama, exaustos, recuperando o fôlego, e nos beijamos suavemente pra fechar uma sessão de sexo maravilhosa.
Depois de uma foda tão gostosa, nos limpamos um pouco, eu tirei toda a roupa e coloquei uma calcinha fio dental limpa. Ela vestiu a cueca boxer de novo e deitamos pra ver TV.
— Pode brincar com a Laurita sempre que quiser e também pode vestir ela do jeito que você gostar — falei acariciando ela.
— Bom, já vou convidar ela de novo — ela disse entre risadas, me dando um beijo.
O sono tava me vencendo, então virei de costas e me ajeitei pra dormir, e ela me abraçou por trás, fazendo colherinha pra gente dormir assim, depois de uma noite linda.
Deixo também, se quiserem ler nossa história, todos os nossos relatos em ordem:http://www.poringa.net/posts/gay/2975807/Cambio-de-roles-Mi-historia.html
http://www.poringa.net/posts/gay/3028872/Mi-mujer-fue-mi-macho-Relato.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3041433/Cambio-de-roles-Por-que.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3052153/Sabado-a-la-noche-cambio-de-roles.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3065402/El-dia-que-yo-elegi-cambio-de-roles.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3067234/Nuestro-primer-trio-1-cambio-de-roles.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3067308/Nuestro-primer-trio-2-cambio-de-roles.html
Ontem, terça-feira 31 de Halloween, não tínhamos festa nem nada do tipo, já que era só uma terça qualquer. Então, pra variar um pouco e fazer algo diferente, propus um jogo pra minha mulher.
O jogo era que naquela noite eu usaria só roupas dela e ela só roupas minhas. Além disso, a gente tinha que se comportar de acordo com a situação, então naquela noite a troca de papéis seria completa. Ela topou de boa vontade e combinamos que, quando cada um estivesse sozinho, escolheria o que vestir do outro pra nos surpreendermos à noite.
À tarde, quando a Carla saiu pra academia, aproveitei e revirei o guarda-roupa dela, separei o que ia usar e deixei no móvel do banheiro.
Quando ela voltou da academia, aproveitei pra sair e comprar o que faltava pro jantar e, claro, como não podia faltar… umas cervejas. Assim, ainda deixava ela sozinha pra pegar a roupa que quisesse do meu guarda-roupa.
Quando voltei pra casa, ela já tinha tomado banho e quase terminado a janta, então era minha vez de tomar banho.
- Vou tomar banho, amor. Quando sair, a gente começa nossa celebração de Halloween – falei, piscando um olho enquanto entrava no banheiro.
- Beleza, te espero no quarto com a comida e um filme – ela respondeu.
No banho, me barbeiei bem pra combinar com a "fantasia", me vesti, terminei de me arrumar e fui pro quarto.
Quando entrei, vi ela: tava com uma camisa minha sem sutiã, que marcava os bicos por baixo, uma calça jeans minha e meu tênis. O cabelo preso num rabo de cavalo simples, com uma risca no meio, e o rosto natural, sem maquiagem. Ela tava realmente linda, tudo fica bem nela. Ela é gostosa até vestida de homem.
- Como você tá bonito – ela disse entre risadas ao me ver.
- BonitA, meu amor, hoje me chamo Laura kkkk – falei, tentando fazer uma voz feminina que claramente não saiu.
Eu tinha vestido um vestido verde que ia até quase o joelho, um sutiã que ela não usava mais, com bastante enchimento, uma calcinha fio dental minha e uns sapatos de ela aberta com um salto alto. E pra completar a fantasia, tava usando uma peruca velha de cabelo liso morena que a gente guardava e tinha pintado os lábios de vermelho com um batom que achei no banheiro.
Sentei do lado dela, ela ficou me encarando e apertou de leve uma das minhas “tetas” falsas.
— Que foi, love? — perguntei.
— Tá faltando uma coisa — ela falou, levantando e me dando a mão pra eu seguir.
Me levou na frente do espelho, passou rímel preto nos meus olhos, colocou duas pulseiras numa mão e um colar.
— Agora sim, cê tá pronta hahaha — disse entre risadas.
Botamos um filme de comédia e tomamos umas cervejas enquanto comíamos. Quando acabou a primeira cerveja, me ofereci pra buscar outra.
Quando passei de costas na frente dela, ela me surpreendeu falando: — Que bunda linda — enfiando a mão por baixo do vestido e apertando uma nádega, do mesmo jeito que eu sempre faço com ela.
Fui pegar a cerveja, acendi um baseado e continuamos vendo o filme entre risadas e comentários engraçados dos dois, onde a gente aproveitava pra se tocar ou se acariciar.
Quando o filme acabou, Carla colocou música e eu fui no banheiro e pegar outra cerveva, o que demorou uns minutos. Quando voltei pro quarto, abri a porta e ela tinha apagado a luz.
Me aproximei da mesa pra apoiar a cerveja e ela chegou por trás. Me abraçou pelas costas, colando o corpo no meu, e pra minha surpresa senti uma coisa dura pressionando minha bunda. Isso fez eu me virar rápido e ficar olhando pra ela, como quem espera uma explicação.
— Olha o que eu tenho pra você — disse, abaixando o zíper da calça jeans.
Enfiou a mão e tirou o consolador pela abertura da calça.
Enquanto eu tava no banheiro, ela tinha colocado o cinto com o consolador e vestido a calça jeans de novo!
Com a mão esquerda, peguei aquele consoladorzão como se tivesse masturbando ele, com a direita me encostei nela, abraçando, e a gente se perdeu num beijo apaixonado onde nossas línguas percorríamos nossas bocas profundamente. Ela me abraçou e pegou na minha bunda com as duas mãos. Soltei o consolo e só me deixei levar, me deixei tocar, me deixei beijar. Ficamos assim por vários minutos.
— Vamos pra cama? — perguntei.
— Já quer que eu te coma? — respondeu, tirando os tênis.
— Então vamos fazer completo — falei, empurrando ela de leve na cama pra deitar.
Tirei meus sapatos e deitei ao lado dela. Ela me abraçou pra continuar nos beijando, levando a mão na minha bunda, e eu peguei de novo aquele pauzão de plástico com a mão esquerda e comecei a beijar o pescoço dela.
Quando cheguei na altura do primeiro botão da camisa, soltei o consolo e comecei a desabotoar enquanto meus lábios desciam pelo corpo dela. Ia passando os lábios e dando beijinhos conforme descia cada vez mais.
Quando terminei de desabotoar a camisa, já estava na altura da cintura dela, com aquele consolão do lado do meu rosto. Desabotoei o cinto e comecei a puxar a calça dela pra baixo, olhando nos olhos dela. Ela levantou um pouco o quadril pra eu tirar e, pra minha surpresa, por baixo da calça ela tava usando uma cueca minha, e tinha enfiado o consolo pelo buraco da frente, aquele que usa pra mijar sem precisar tirar a cueca!
Depois que terminei de tirar a calça, voltei a beijar ela e peguei o consolo de novo com a mão esquerda.
— Te fuck you? — ela perguntou de novo.
— Não, vamos fazer completo — falei, começando a descer rápido pelo corpo dela sem tirar os olhos dos olhos dela.
Quando cheguei na altura da cintura, aproximei meus lábios do consolo e, fazendo biquinho, encostei ele de leve nos meus lábios. Parei por vários segundos sem tirar os olhos dos dela, como se buscasse a aprovação, até sentir a mão direita dela na minha cabeça. Aí abri minha boca o máximo que pude, tentando engolir a maior parte do consolo.
Não entrou nem metade na minha boca (pra quem não leu meus contos). Antes, vou contar pra vocês que “o pau” da minha mulher tem 20x5cm. Fiquei vários minutos com aquele pauzão de plástico na boca “tentando” chupar, pra cumprir direitinho meu papel feminino naquela noite de Halloween, enquanto ela acompanhava os movimentos da minha cabeça com a mão. Olhava nos olhos dela enquanto chupava e via ela sorrindo, linda como sempre. Simulava masturbar aquele consolador gigante só com a cabeça na boca, subia e descia como se minha vida dependesse disso, sem tirar o olho dos olhos dela.
Depois de vários minutos chupando, cansei, tirei ele da boca e pedi – Me come, por favor – enquanto ainda “masturbava” aquele pauzão de plástico e olhava nos olhos dela.
– Sim, pega o lubrificante, Laurita hahaha – ela respondeu entre risadas.
Fui pegar o lubrificante e entreguei pra ela. Fiquei de quatro, levantando o vestido, oferecendo minha bunda de fio dental e me preparei pra esperar. Ela se ajoelhou na cama atrás de mim, com uma mão puxou o fio dental pro lado e com a outra enfiou um dedo cheio de lubrificante. Enfiou e tirou o dedo fazendo círculos por um tempo, depois repetiu com dois dedos. Tirou os dedos, deixando um vazio em mim, um vazio que precisava ser preenchido rápido. Pra minha sorte, depois de uns segundos intermináveis, ela encostou a cabeça do consolador na entrada do meu cu e começou a enfiar devagar. Quando tava completamente dentro, ela se agarrou em mim e ficou parada uns segundos.
Então lá estávamos eu e minha mulher, trocando de papéis no máximo. Ela ajoelhada, de cueca boxer e camisa desabotoada. Eu de quatro, com o vestido levantado, o fio dental corrido e o resto dos acessórios, totalmente empalado por aquele consoladorzão.
Ela começou a me comer devagar, acelerando o ritmo, e eu comecei a soltar uns gemidinhos baixos, gemidos que abafei enfiando a cara no travesseiro e me deixando cair com a bunda pra cima. Ela aproveitou a situação pra montar em cima de mim deixando o consolo totalmente enterrado e começou a se mexer alternando movimentos circulares e um vai e vem pequeno com muita força que me fazia delirar de prazer.
Depois de vários minutos ela se deitou em cima de mim e, como sabia o que vinha, dobrei um pouco os joelhos levantando minha raba pra receber as fortes estocadas que ela ia me dar.
Com quatro ou cinco estocadas, não lembro direito, foi o suficiente pra eu ter um lindo orgasmo anal que percorreu meu corpo inteiro e me fez me contorcer de prazer, caindo rendido na cama com ela em cima de mim. Não sei se a Carla não percebeu que eu tinha gozado ou o quê, mas ela continuou me comendo por um bom tempo, alternando posições.
– Você vai meter em mim? – ela perguntou baixinho no meu ouvido, ficando parada com o consolo todo dentro de mim.
– Sim – respondi – Mas espera, primeiro me come mais um pouco com toda a sua força.
Ela ficou uns 2 ou 3 minutos me dando uma metida brutal que me fez delirar de prazer até parar e ir tirando o consolo devagar de dentro de mim.
Me deixou na cama com o cu aberto, o vestido levantado, a calcinha fio dental de lado e a peruca toda bagunçada. Enquanto isso, ela tirava a cueca boxer, o arnês e a camisa.
Quando ela se deitou com um travesseiro debaixo da cintura, eu ajustei a calcinha fio dental e me deitei sobre ela. Comecei de novo a descer com meus lábios percorrendo o corpo dela, mas dessa vez dei uma chupada nos peitos dela e continuei descendo até chegar na buceta dela, toda depilada. Dei umas lambidas e voltei pra boca dela pra gente se perder num beijo apaixonado.
A Carla puxou minha calcinha fio dental, que estava toda melada, e libertou meu pau daquela prisão de pano. No primeiro toque da mão dela, meu pau ficou totalmente duro. Ela me masturbou um pouco e disse – Mete em mim, vai.
Então, ajoelhando entre as pernas dela, comecei a pressionar devagar a cabeça do meu pau contra aqueles lábios vaginais molhados enquanto admirava o corpo nu e gostoso dela. Fiquei uns Minutos comendo ela enquanto acariciava suas pernas macias pra depois deixar meu corpo cair sobre o dela pra gente se beijar.
Carla levantou meu vestido, agarrando minhas nádegas com as mãos pra pressionar nossos corpos, e ficamos vários minutos transando nessa posição até eu pedir pra ela ficar de quatro.
Ela se ajeitou e eu meti de uma vez só. Comecei a dar fortes estocadas enquanto segurava sua cintura, e ela começou a gemer cada vez mais alto enquanto gozava, o que fez meu gozo ficar incontrolável, enchendo o interior dela de porra.
Continuei comendo ela cada vez mais devagar até meu pau ficar totalmente mole e sair sozinho. Caímos os dois na cama, exaustos, recuperando o fôlego, e nos beijamos suavemente pra fechar uma sessão de sexo maravilhosa.
Depois de uma foda tão gostosa, nos limpamos um pouco, eu tirei toda a roupa e coloquei uma calcinha fio dental limpa. Ela vestiu a cueca boxer de novo e deitamos pra ver TV.
— Pode brincar com a Laurita sempre que quiser e também pode vestir ela do jeito que você gostar — falei acariciando ela.
— Bom, já vou convidar ela de novo — ela disse entre risadas, me dando um beijo.
O sono tava me vencendo, então virei de costas e me ajeitei pra dormir, e ela me abraçou por trás, fazendo colherinha pra gente dormir assim, depois de uma noite linda.
Deixo também, se quiserem ler nossa história, todos os nossos relatos em ordem:http://www.poringa.net/posts/gay/2975807/Cambio-de-roles-Mi-historia.html
http://www.poringa.net/posts/gay/3028872/Mi-mujer-fue-mi-macho-Relato.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3041433/Cambio-de-roles-Por-que.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3067234/Nuestro-primer-trio-1-cambio-de-roles.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3067308/Nuestro-primer-trio-2-cambio-de-roles.html
6 comentários - Halloween (troca de papéis)
Buen relato, van diez puntos
No se dicen cosas mientras te coje? Es re morboso eso
Fotos por ahora no, yo no tendría problema con subir fotos en las q no se vea mi cara... pero mi mujer no quiere saber nada con eso, y fotos de mi solo no creo ue quieran jajaj
Sobre decirnos cosas, a veces sí, pero no muchas, ni muy zarpadas.