Um amigo de infância, o Guido, me convidou, numa sexta-feira, pra um jantar de homenagem na cidade litorânea onde passei boa parte da minha vida, dizendo que ia ser gostoso porque eu ia reencontrar gente que conheço há muito tempo e não vejo com frequência.
Ele me convenceu, aceitei e viajei sozinho, sem a família.
À noite, depois de cumprimentar todo mundo pra lá e pra cá, me colocaram numa mesa com três casais, que eu conhecia de vista, e uma loira, sozinha como eu, a Alejandra, uns 40 anos muito bem vividos, rosto lindo, alta, 1,75m ou mais, corpo bem proporcionado. Resumindo, uma mulher gostosa que eu conhecia desde adolescente. Um breve "Pena que é casada" passou pela minha cabeça.
O marido era alguém com quem eu tinha tido contato, mas não amizade, e tava fora da cidade, então dividi a noite com ela.
O jantar foi agradável e, com a cumplicidade de uns copos de vinho bom, a conversa entre nós dois foi muito gostosa e, no final, cheia de umas indiretas safadas.
Quando a reunião acabou, os casais que tinham dividido a mesa com a gente foram embora. Dei uma olhada no relógio de pulso e falei:
-Já passa da meia-noite, o tempo voou literalmente, me diverti pra caralho com você. Que pena ter que encerrar!-
A resposta dela foi na hora e inesperada:
-Por que você quer se despedir já? Que tal dar uma voltinha na orla? No seu carro, já que eu vim a pé.-
Me surpreendeu pra caralho e aceitei sem pensar duas vezes. Combinamos de não sair juntos, passei a localização, marca e modelo do carro. Me despedi das poucas pessoas conhecidas que ainda estavam no local e fui pro carro estacionado.
Minutos depois, a gente descia a ladeira pro passeio à beira do rio. O céu estrelado e a temperatura gostosa convidavam a se deixar levar e conversar sobre o que viesse.
Na minha cabeça, eu pensava: "Que desperdício, ter uma mulher tão gostosa na mão e ter que pisar no freio!" Sentia uma atração forte pra caralho. erótica em relação a ela.
De repente, ela começou a reclamar do casamento:
“... um território funcional às exigências da criação dos filhos e aos compromissos sociais e familiares...”
“... confortável, plácido e funcional, sem conflitos, crises nem discussões. Enfim, uma convivência gelada, um casal sem amor...”
Nesse ponto, me senti aludido, parei o carro no acostamento, coloquei uma mão atrás da nuca dela, virei o rosto dela na minha direção e, depois de olhar nos olhos dela, dei um beijo na boca dela.
Eu estava preparado para uma reação improvável, mas possível, de choque ou raiva, mas senti a boca dela se abrir e a língua dela ir atrás da minha. Não sei quanto tempo o beijo durou, enquanto rolou eu curti, mas ao mesmo tempo já imaginava uma desculpa fingida. Quando nos separamos, só consegui murmurar:
— Alejandra, eu...
Ela não me deixou terminar a frase:
— Já era hora de você se decidir a me beijar! O que esperava, um convite por escrito? Um cartão? — Não consegui me recuperar do choque com a ousadia e a determinação dela. Ela ainda completou:
— Agora me leva pra casa — disse rindo sem vergonha.
Durante o trajeto, não aconteceu nada digno de nota, mas minha cabeça girava igual um pião. O que eu devia esperar? O marido estava fora da cidade, mas os filhos não.
Parei o carro a metros da porta de entrada e desci com ela para acompanhá-la até a entrada.
— Não vai trancar o carro? — soltou antes de começar a andar.
Apertei o botão do controle remoto. Com o “bip” do travamento, só a luz de seta esquerda do carro piscou; me veio à cabeça que ela me deu uma piscadinha cúmplice. (Na verdade, depois, tive que trocar a lâmpada da luz de seta direita.)
— Pronto! — falei, e seguimos caminhando, não só com a cabeça bagunçada, mas também um músculo, lá embaixo, começou a se agitar.
Assim que a porta da rua se fechou, Alejandra murmurou sorrindo:
— Meus filhos estão com meus pais — e colou a boca na minha num novo beijo, longo e apaixonado. Minhas mãos pularam como molas no corpo dela pra tocar e apalpar todos os lugares possíveis e também os proibidos.
Não demorei pra começar a despir ela e, do mesmo jeito, ela a mim. Devemos ter parecido dois famintos que, depois de um longo jejum, atacavam, de cabeça baixa, uma mesa com um puta bufê gostoso. Fiquei só de cueca e ela de calcinha e sutiã. Ela pegou na minha mão e me levou pro quarto, me fez sentar na beira da cama e, parada na minha frente, tirou o sutiã, liberando um par de peitos, não muito grandes, mas muito bonitos, empinados, com bicos duros e rodeados por duas auréolas perfeitas. Ela se inclinou sobre mim, me acariciando, beijando e lambendo, foi descendo até ficar de joelhos. Enfiou a mão dentro da minha cueca, pegou meu pau (que tava louco pra sair e ter um contato íntimo), tirou pra fora e começou a acariciar, com carinho, depois a beijar e lamber com a ponta da língua.
Com essa brincadeira ela me deixava louco – queria que ela enfiasse na boca, mas ela continuou brincando –
Por fim, ela resolveu engolir ele todo até as bolas. Uma sensação única percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Ela ficou parada, com o pau até a garganta, e eu sentia a língua dela tentando se mexer. Ela recuou a cabeça, deixando meu cacete reaparecer, e voltou pra brincadeira de beijar, lamber e, agora, chupar. Eu tava num estado gostoso de tesão do caralho.
– Alejandra, … Você vai me fazer gozar!!! – gaguejei.
Como resposta, ela acelerou o trabalho de língua e lábios, me fazendo explodir e jorrar rápido e forte o conteúdo do órgão. Ela engoliu até a última gota, mantendo ele na boca e chupando delicadamente.
Assim que levantou a cabeça, me disse:
– Parabéns!!!! Muito bom…. espero que você tenha mais! –
– Claro que sim!! Mas agora deixa eu retribuir o favor –
Trocamos de lugar, ela sentada na beira da cama, eu me inclinando e beijando/mordiscando o corpo dela e os peitos/bicos – ela se sacudia, tremia e gemia-. Uma vez ajoelhado, tirei a calcinha dela, completamente molhada, e admirei por uns instantes a buceta dela – lábios entreabertos, pelinhos no púbis formando um triângulo, uns poucos ao redor dos lábios, o clitóris aparecendo, louco pelas minhas atenções, um fiozinho de fluido escorrendo-. Na hora, me entreguei de vez a lamber tudo ao redor, sugando com a língua as secreções dela – de gosto agradável e doce -, e a cada lambida o volume dos gemidos dela aumentava. Continuei lambendo por vários minutos, enfiei um dedo e depois dois na pussy dela, totalmente encharcada. Era lindo, só de ver e sentir ela gozar. De repente, ela agarrou minha cabeça com as duas mãos e empurrou contra a pussy, a ponto de quase me sufocar, e se entregou a um orgasmo longo, com gemidos prolongados, tremores e contorções do corpo. Depois que o clímax passou, ela afastou minha cabeça, se inclinou e lambeu meu rosto todo para limpar do fluido genital dela.
Nesse ponto, meu cock estava duro de novo e pronto para suas obrigações. Não passou despercebido para a Alejandra:
– Vejo que alguém ficou em posição de sentido! Vamos colocá-lo de novo em descanso? –
– Com todo prazer! Tem que dar uma boa metida, põe e tira. –
– Vai, vai! –
– Mas não tenho capa pro soldadinho. –
– Nem precisa! –
Era inacreditável, ela tinha acabado de ter um orgasmo e já queria mais ação. Deitei ela, abri as pernas dela, me posicionei por cima, enfiei o pau e comecei a comer ela com ritmo e intensidade.
A julgar pelos gemidos, suspiros, exclamações e movimento do púbis, a Alejandra gozou tanto ou mais que eu, por vários minutos. Mas estava escrito que o leme era dela: pediu para inverter as posições – fizemos sem interromper a penetração – se acomodando ela por cima e, depois de uma curta cavalgada, que me levou ao limite do “já era”, ela se deitou sobre mim, manteve os quadris quietos por alguns segundos e começou a contrair de forma intensa e rítmica os músculos vaginais – parecia que eu tinha a pau apertada e soltada por uma mão ou sugada por uma boca – até que senti o esperma subir das bolas pra dentro da pau e sair em jatos violentos dentro dela, que aproveitou a rigidez residual do meu membro pra curtir o terceiro orgasmo dela.
Ela tinha me dado o antigo “Pompoir” ou “Beijo de Cingapura”. Não é comum que as mulheres saibam e façam isso.
Ela se ergueu de joelhos e, da pussy, minha pau murcha escorregou pra fora junto com um fio fino de porra e fluido vaginal. Com dois dedos, peguei um pouco e levei até os lábios dela. Ela chupou e lambeu com gosto, depois se deitou do meu lado.
– Você foi nota mil, Juannn! Não vou esquecer essas horas com você –
Em cima da cômoda, destacava-se a foto do casamento. Ela tinha se casado aos 24 anos – uns quinze antes daquela noite – vestida de noiva, de branco, com a mão direita apoiada no ombro do noivo, os dois sorrindo. Por um instante, a visão do marido me causou um leve pesar. Eu tava comendo a esposa dele e ela tava totalmente satisfeita. Rapidamente descartei a sensação chata:
– Alejandra, você tá dando a noite por encerrada? Eu não. –
– Você tem fôlego pra recomeçar? –
– Só preciso de alguns minutos pra recuperar o ar, mas continuo com a mesma vontade de você –
– Eu também de você. Fica deitado, mas não dorme, vou no banheiro e volto já –
Quando ela voltou, rolou a segunda trepada, bem intensa e viva. Deliciosa, como “manda a natureza”, ou seja, vaginal. Mas eu não queria encerrar a parada sem dar no cu dela.
Fomos tomar banho, separados. Ao sair do banheiro, da cozinha, Alejandra gritou:
– Juann, quer um café ou alguma outra coisa? –
– Café tá ótimo, desde que você não demore pra voltar pra mim –
Ela respondeu com um tipo de OK. Depois de sons de cafeteira expresso e de louça, apareceu no quarto com duas xícaras, sentou do meu lado, nós dois pelados. Bebemos o café nos olhando, sorrindo cúmplices e intercalando os goles. Beijos fugazes. Com a infusão, as xícaras foram parar nas mesinhas de cabeceira e começamos a nos acariciar, apalpar e nos beijar. Minha pica tinha recuperado um discreto estado de ereção.
— Como você pode ver e sentir, já estou pronto de novo, pra você —
— Não 100%. Eu cuido disso — enquanto dizia, foi inclinando o corpo e abaixando a cabeça até enfiar a pica na boca.
Deixei ela fazer, enquanto curtia, minhas mãos fuçavam e acariciavam. Alcancei o buraquinho e, depois de acariciar várias vezes, resolvi sondar entrando com um dedo. Senti ele apertado, mas ela não soltou o menor gemido. Deitei ela e convidei a ficar de bruços.
— Sabia onde você queria chegar, desde que enfiou o dedo no meu cu. Por favor, com cuidado, porque não tem esse uso —
— Não me diga que você é virgem por aí? —
— Virgem, o que se diz virgem, não. Quase. Meu marido nunca experimentou. Só uma vez, há muito tempo, um... amigo fez —
Uma notícia bombástica: uma bunda quase virgem, penetrada uma única vez muitos anos antes e que o marido nunca tinha comido, estava ali pronta pra ser aberta. Minha pica tremeu e, se possível, endureceu um pouco mais. Umedeci o asterisco com saliva e fluido vaginal, subi, apoiei a cabeça e empurrei. Ela não resistiu, mas era realmente muito apertado. Desisti, momentaneamente:
— Você tem vaselina? — perguntei
— Não, tenho cremes no banheiro —
— Melhor um bom lubrificante. Você tem beautiful? —
— Sim, mas no freezer, deve estar bem dura —
— Tenho certeza que assim que eu encostar no buraquinho, derrete na hora. Essa porra derrete até piche —
Nós dois soltamos uma gargalhada. Me apressei pra ir e voltar da cozinha. Ela ainda estava de bruços — um espetáculo —
A beautiful estava realmente dura — ela reclamou do frio que sentiu — mas com o calor do corpo amoleceu rapidinho. Enfiei primeiro um, depois dois dedos besuntados e lubrifiquei por dentro.
— Alejandra, agora sim eu entro até o fundo. Relaxa o máximo que puder. Possível!
—Vai, mete tudo!—
Um pouco de apertamento resistiu à penetração, mas um empurrão decidido deu conta da resistência. Ela soltou um gemido abafado e continuou gemendo enquanto a bunda dela se rendia às minhas enfiadas. Mesmo que ela tivesse gritado, eu não tinha volta, nem se entrassem no quarto o marido, os filhos e a mãe dela, todos juntos.
Aos poucos, estocada por estocada, os gemidos e suspiros dela viraram de prazer, e a fodida me dava sensações estupendas, fora do comum.
O epílogo foi extraordinário, inacreditável, com uma gozada grossa e delírios gritados bem alto.
Me espalhei na cama de barriga pra cima, ela virou, colou o corpo no meu e apoiou uma mão no meu pau, num estado de pós-tremedeira total.
—Juan, foi maravilhoso. Tudo. Pena que você tem que ir. Já tá clareando e meu marido vai chegar—
Eu tava realmente cansado, mas não tinha escolha. Descansei mais uns minutos, tomei outro banho e me vesti como deu.
Alejandra se despediu de mim pelada atrás da porta da rua, me entregou um papelzinho com o número de celular dela.
—Se você voltar um dia, não deixa de me avisar—
Não tenho certeza de como cheguei no carro, liguei o motor e fui pro meu hotel. Dormi até o anoitecer. Me acordou meu amigo Guido, alarmado, por ter perdido contato comigo por horas.
Ele me convenceu, aceitei e viajei sozinho, sem a família.
À noite, depois de cumprimentar todo mundo pra lá e pra cá, me colocaram numa mesa com três casais, que eu conhecia de vista, e uma loira, sozinha como eu, a Alejandra, uns 40 anos muito bem vividos, rosto lindo, alta, 1,75m ou mais, corpo bem proporcionado. Resumindo, uma mulher gostosa que eu conhecia desde adolescente. Um breve "Pena que é casada" passou pela minha cabeça.
O marido era alguém com quem eu tinha tido contato, mas não amizade, e tava fora da cidade, então dividi a noite com ela.
O jantar foi agradável e, com a cumplicidade de uns copos de vinho bom, a conversa entre nós dois foi muito gostosa e, no final, cheia de umas indiretas safadas.
Quando a reunião acabou, os casais que tinham dividido a mesa com a gente foram embora. Dei uma olhada no relógio de pulso e falei:
-Já passa da meia-noite, o tempo voou literalmente, me diverti pra caralho com você. Que pena ter que encerrar!-
A resposta dela foi na hora e inesperada:
-Por que você quer se despedir já? Que tal dar uma voltinha na orla? No seu carro, já que eu vim a pé.-
Me surpreendeu pra caralho e aceitei sem pensar duas vezes. Combinamos de não sair juntos, passei a localização, marca e modelo do carro. Me despedi das poucas pessoas conhecidas que ainda estavam no local e fui pro carro estacionado.
Minutos depois, a gente descia a ladeira pro passeio à beira do rio. O céu estrelado e a temperatura gostosa convidavam a se deixar levar e conversar sobre o que viesse.
Na minha cabeça, eu pensava: "Que desperdício, ter uma mulher tão gostosa na mão e ter que pisar no freio!" Sentia uma atração forte pra caralho. erótica em relação a ela.
De repente, ela começou a reclamar do casamento:
“... um território funcional às exigências da criação dos filhos e aos compromissos sociais e familiares...”
“... confortável, plácido e funcional, sem conflitos, crises nem discussões. Enfim, uma convivência gelada, um casal sem amor...”
Nesse ponto, me senti aludido, parei o carro no acostamento, coloquei uma mão atrás da nuca dela, virei o rosto dela na minha direção e, depois de olhar nos olhos dela, dei um beijo na boca dela.
Eu estava preparado para uma reação improvável, mas possível, de choque ou raiva, mas senti a boca dela se abrir e a língua dela ir atrás da minha. Não sei quanto tempo o beijo durou, enquanto rolou eu curti, mas ao mesmo tempo já imaginava uma desculpa fingida. Quando nos separamos, só consegui murmurar:
— Alejandra, eu...
Ela não me deixou terminar a frase:
— Já era hora de você se decidir a me beijar! O que esperava, um convite por escrito? Um cartão? — Não consegui me recuperar do choque com a ousadia e a determinação dela. Ela ainda completou:
— Agora me leva pra casa — disse rindo sem vergonha.
Durante o trajeto, não aconteceu nada digno de nota, mas minha cabeça girava igual um pião. O que eu devia esperar? O marido estava fora da cidade, mas os filhos não.
Parei o carro a metros da porta de entrada e desci com ela para acompanhá-la até a entrada.
— Não vai trancar o carro? — soltou antes de começar a andar.
Apertei o botão do controle remoto. Com o “bip” do travamento, só a luz de seta esquerda do carro piscou; me veio à cabeça que ela me deu uma piscadinha cúmplice. (Na verdade, depois, tive que trocar a lâmpada da luz de seta direita.)
— Pronto! — falei, e seguimos caminhando, não só com a cabeça bagunçada, mas também um músculo, lá embaixo, começou a se agitar.
Assim que a porta da rua se fechou, Alejandra murmurou sorrindo:
— Meus filhos estão com meus pais — e colou a boca na minha num novo beijo, longo e apaixonado. Minhas mãos pularam como molas no corpo dela pra tocar e apalpar todos os lugares possíveis e também os proibidos.
Não demorei pra começar a despir ela e, do mesmo jeito, ela a mim. Devemos ter parecido dois famintos que, depois de um longo jejum, atacavam, de cabeça baixa, uma mesa com um puta bufê gostoso. Fiquei só de cueca e ela de calcinha e sutiã. Ela pegou na minha mão e me levou pro quarto, me fez sentar na beira da cama e, parada na minha frente, tirou o sutiã, liberando um par de peitos, não muito grandes, mas muito bonitos, empinados, com bicos duros e rodeados por duas auréolas perfeitas. Ela se inclinou sobre mim, me acariciando, beijando e lambendo, foi descendo até ficar de joelhos. Enfiou a mão dentro da minha cueca, pegou meu pau (que tava louco pra sair e ter um contato íntimo), tirou pra fora e começou a acariciar, com carinho, depois a beijar e lamber com a ponta da língua.
Com essa brincadeira ela me deixava louco – queria que ela enfiasse na boca, mas ela continuou brincando –
Por fim, ela resolveu engolir ele todo até as bolas. Uma sensação única percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Ela ficou parada, com o pau até a garganta, e eu sentia a língua dela tentando se mexer. Ela recuou a cabeça, deixando meu cacete reaparecer, e voltou pra brincadeira de beijar, lamber e, agora, chupar. Eu tava num estado gostoso de tesão do caralho.
– Alejandra, … Você vai me fazer gozar!!! – gaguejei.
Como resposta, ela acelerou o trabalho de língua e lábios, me fazendo explodir e jorrar rápido e forte o conteúdo do órgão. Ela engoliu até a última gota, mantendo ele na boca e chupando delicadamente.
Assim que levantou a cabeça, me disse:
– Parabéns!!!! Muito bom…. espero que você tenha mais! –
– Claro que sim!! Mas agora deixa eu retribuir o favor –
Trocamos de lugar, ela sentada na beira da cama, eu me inclinando e beijando/mordiscando o corpo dela e os peitos/bicos – ela se sacudia, tremia e gemia-. Uma vez ajoelhado, tirei a calcinha dela, completamente molhada, e admirei por uns instantes a buceta dela – lábios entreabertos, pelinhos no púbis formando um triângulo, uns poucos ao redor dos lábios, o clitóris aparecendo, louco pelas minhas atenções, um fiozinho de fluido escorrendo-. Na hora, me entreguei de vez a lamber tudo ao redor, sugando com a língua as secreções dela – de gosto agradável e doce -, e a cada lambida o volume dos gemidos dela aumentava. Continuei lambendo por vários minutos, enfiei um dedo e depois dois na pussy dela, totalmente encharcada. Era lindo, só de ver e sentir ela gozar. De repente, ela agarrou minha cabeça com as duas mãos e empurrou contra a pussy, a ponto de quase me sufocar, e se entregou a um orgasmo longo, com gemidos prolongados, tremores e contorções do corpo. Depois que o clímax passou, ela afastou minha cabeça, se inclinou e lambeu meu rosto todo para limpar do fluido genital dela.
Nesse ponto, meu cock estava duro de novo e pronto para suas obrigações. Não passou despercebido para a Alejandra:
– Vejo que alguém ficou em posição de sentido! Vamos colocá-lo de novo em descanso? –
– Com todo prazer! Tem que dar uma boa metida, põe e tira. –
– Vai, vai! –
– Mas não tenho capa pro soldadinho. –
– Nem precisa! –
Era inacreditável, ela tinha acabado de ter um orgasmo e já queria mais ação. Deitei ela, abri as pernas dela, me posicionei por cima, enfiei o pau e comecei a comer ela com ritmo e intensidade.
A julgar pelos gemidos, suspiros, exclamações e movimento do púbis, a Alejandra gozou tanto ou mais que eu, por vários minutos. Mas estava escrito que o leme era dela: pediu para inverter as posições – fizemos sem interromper a penetração – se acomodando ela por cima e, depois de uma curta cavalgada, que me levou ao limite do “já era”, ela se deitou sobre mim, manteve os quadris quietos por alguns segundos e começou a contrair de forma intensa e rítmica os músculos vaginais – parecia que eu tinha a pau apertada e soltada por uma mão ou sugada por uma boca – até que senti o esperma subir das bolas pra dentro da pau e sair em jatos violentos dentro dela, que aproveitou a rigidez residual do meu membro pra curtir o terceiro orgasmo dela.
Ela tinha me dado o antigo “Pompoir” ou “Beijo de Cingapura”. Não é comum que as mulheres saibam e façam isso.
Ela se ergueu de joelhos e, da pussy, minha pau murcha escorregou pra fora junto com um fio fino de porra e fluido vaginal. Com dois dedos, peguei um pouco e levei até os lábios dela. Ela chupou e lambeu com gosto, depois se deitou do meu lado.
– Você foi nota mil, Juannn! Não vou esquecer essas horas com você –
Em cima da cômoda, destacava-se a foto do casamento. Ela tinha se casado aos 24 anos – uns quinze antes daquela noite – vestida de noiva, de branco, com a mão direita apoiada no ombro do noivo, os dois sorrindo. Por um instante, a visão do marido me causou um leve pesar. Eu tava comendo a esposa dele e ela tava totalmente satisfeita. Rapidamente descartei a sensação chata:
– Alejandra, você tá dando a noite por encerrada? Eu não. –
– Você tem fôlego pra recomeçar? –
– Só preciso de alguns minutos pra recuperar o ar, mas continuo com a mesma vontade de você –
– Eu também de você. Fica deitado, mas não dorme, vou no banheiro e volto já –
Quando ela voltou, rolou a segunda trepada, bem intensa e viva. Deliciosa, como “manda a natureza”, ou seja, vaginal. Mas eu não queria encerrar a parada sem dar no cu dela.
Fomos tomar banho, separados. Ao sair do banheiro, da cozinha, Alejandra gritou:
– Juann, quer um café ou alguma outra coisa? –
– Café tá ótimo, desde que você não demore pra voltar pra mim –
Ela respondeu com um tipo de OK. Depois de sons de cafeteira expresso e de louça, apareceu no quarto com duas xícaras, sentou do meu lado, nós dois pelados. Bebemos o café nos olhando, sorrindo cúmplices e intercalando os goles. Beijos fugazes. Com a infusão, as xícaras foram parar nas mesinhas de cabeceira e começamos a nos acariciar, apalpar e nos beijar. Minha pica tinha recuperado um discreto estado de ereção.
— Como você pode ver e sentir, já estou pronto de novo, pra você —
— Não 100%. Eu cuido disso — enquanto dizia, foi inclinando o corpo e abaixando a cabeça até enfiar a pica na boca.
Deixei ela fazer, enquanto curtia, minhas mãos fuçavam e acariciavam. Alcancei o buraquinho e, depois de acariciar várias vezes, resolvi sondar entrando com um dedo. Senti ele apertado, mas ela não soltou o menor gemido. Deitei ela e convidei a ficar de bruços.
— Sabia onde você queria chegar, desde que enfiou o dedo no meu cu. Por favor, com cuidado, porque não tem esse uso —
— Não me diga que você é virgem por aí? —
— Virgem, o que se diz virgem, não. Quase. Meu marido nunca experimentou. Só uma vez, há muito tempo, um... amigo fez —
Uma notícia bombástica: uma bunda quase virgem, penetrada uma única vez muitos anos antes e que o marido nunca tinha comido, estava ali pronta pra ser aberta. Minha pica tremeu e, se possível, endureceu um pouco mais. Umedeci o asterisco com saliva e fluido vaginal, subi, apoiei a cabeça e empurrei. Ela não resistiu, mas era realmente muito apertado. Desisti, momentaneamente:
— Você tem vaselina? — perguntei
— Não, tenho cremes no banheiro —
— Melhor um bom lubrificante. Você tem beautiful? —
— Sim, mas no freezer, deve estar bem dura —
— Tenho certeza que assim que eu encostar no buraquinho, derrete na hora. Essa porra derrete até piche —
Nós dois soltamos uma gargalhada. Me apressei pra ir e voltar da cozinha. Ela ainda estava de bruços — um espetáculo —
A beautiful estava realmente dura — ela reclamou do frio que sentiu — mas com o calor do corpo amoleceu rapidinho. Enfiei primeiro um, depois dois dedos besuntados e lubrifiquei por dentro.
— Alejandra, agora sim eu entro até o fundo. Relaxa o máximo que puder. Possível!
—Vai, mete tudo!—
Um pouco de apertamento resistiu à penetração, mas um empurrão decidido deu conta da resistência. Ela soltou um gemido abafado e continuou gemendo enquanto a bunda dela se rendia às minhas enfiadas. Mesmo que ela tivesse gritado, eu não tinha volta, nem se entrassem no quarto o marido, os filhos e a mãe dela, todos juntos.
Aos poucos, estocada por estocada, os gemidos e suspiros dela viraram de prazer, e a fodida me dava sensações estupendas, fora do comum.
O epílogo foi extraordinário, inacreditável, com uma gozada grossa e delírios gritados bem alto.
Me espalhei na cama de barriga pra cima, ela virou, colou o corpo no meu e apoiou uma mão no meu pau, num estado de pós-tremedeira total.
—Juan, foi maravilhoso. Tudo. Pena que você tem que ir. Já tá clareando e meu marido vai chegar—
Eu tava realmente cansado, mas não tinha escolha. Descansei mais uns minutos, tomei outro banho e me vesti como deu.
Alejandra se despediu de mim pelada atrás da porta da rua, me entregou um papelzinho com o número de celular dela.
—Se você voltar um dia, não deixa de me avisar—
Não tenho certeza de como cheguei no carro, liguei o motor e fui pro meu hotel. Dormi até o anoitecer. Me acordou meu amigo Guido, alarmado, por ter perdido contato comigo por horas.
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