Era um domingo tranquilo, como qualquer outro, íamos comer um churrasco na casa dos meus sogros. Eu estava indo com a minha namorada, e lá nos esperavam meus sogros e as duas irmãs da minha namorada, que são mais novas e estão estudando, então ainda moram com os pais.
Poucos minutos antes de chegar, minha namorada recebeu uma ligação dos pais, que estavam no supermercado e não conseguiam táxi pra voltar, estavam atrasados. Então, pra ganhar tempo, chegamos na casa e eu emprestei o carro pra minha namorada ir buscá-los enquanto eu acendia o fogo.
Entrei tranquilo, organizei as coisas que tirei do carro e fui acender o fogo. Pra isso, fui pegar o carvão na cozinha e ouvi um barulho, o que me chamou a atenção porque achava que estava sozinho na casa. O barulho vinha do corredor onde ficam os quartos e o banheiro. Me aproximei em silêncio pra tentar ouvir de onde vinha o som. Abri a porta do banheiro e não tinha nada. Caminhei silenciosamente até o quarto dos pais, abri a porta e também não tinha nada. Só faltava verificar o quarto onde minhas cunhadas dormiam. Me aproximei devagar e foi aí que consegui ouvir alguma coisa. Tava tudo escuro, e eu me aproximei e consegui identificar o barulho que vinha ouvindo... eram gemidos! Não altos, mas sim respirações ofegantes e gemidos com a boca tampada.
Nesse momento, aproveitei a escuridão e comecei a abrir a porta devagar pra não fazer barulho nem chamar atenção, até que consegui espiar com a cabeça e vi o que nunca pensei que veria na vida. Uma das irmãs da minha namorada estava na cama de quatro, completamente nua, e a outra irmã estava enfiando os dedos na buceta dela com uma força e velocidade realmente impressionantes. Não podia acreditar, não sabia se ia embora e deixava elas terminarem em paz ou ficava olhando aquele espetáculo lindo, mas meu pau já tava durasso, não dava pra ir embora! Fiquei chocado com a velocidade que ela masturbava a irmã. o forte que entravam e saíam aqueles dois dedos que ele tava metendo naquela buceta tão pequenininha e depilada. Eu tava gelado, não sabia o que fazer, não podia deixar essa oportunidade passar, então peguei meu celular, desativei o flash e comecei a gravar a situação. A porta tava quase fechada, a única coisa que aparecia era meu celular, e eu olhava a cena pela tela dele, pra ninguém me ver. Elas continuavam como loucas, na maior punheta, até que ouço a que tava de quatro dizer que ia gozar e o ritmo dos dedos da irmã aumentou ainda mais até que vejo ela soltar um gemido e cair deitada na cama. Nesse momento, a outra começou a beijar as costas dela, descendo pela cintura até beijar a bunda e ficou ali, beijando até que a que tinha acabado de ter um orgasmo se levanta e coloca a outra de quatro, e sem hesitar começa a passar a língua na bunda e na buceta e mete os dedos, com a mesma força que a irmã masturbava ela, agora ela tava devolvendo na mesma moeda. Fiquei admirando aquela cena, não podia acreditar no que tava vendo, meu pau já tava totalmente duro, era inevitável meter a mão na calça pra tentar acalmar a excitação que eu tava sentindo. Continuei olhando e gravando até que a outra irmã goza, e não esperei nem um segundo a mais, nessa hora entrei no quarto com o celular na mão, elas deram um pulo e se cobriram com um cobertor que tinha na cama e eu falo "Desculpem, meninas, não quero interromper, mas isso que eu tenho aqui vale ouro". Elas ficaram paralisadas, primeiro me pediram por favor pra apagar, mas era óbvio que isso não ia rolar, então respondi que se não quisessem que a família toda descobrisse a relação incestuosa delas, iam ter que me compensar com alguma coisa. O silêncio tomou conta do quarto, elas estavam geladas e eu na expectativa, até que uma se anima e me pergunta -"E o que a gente teria que fazer?" -"Algo me diz que vocês sabem o que têm que fazer. —O que fazer, e muito bem.
—Nunca estivemos com um homem, nenhuma de nós duas, sempre fizemos entre a gente.
Tava claro que elas não tinham muita experiência sexual, além dos dedos e das línguas, e não me surpreendi, já que os pais delas são bem conservadores, mas isso não me importou nem um pouco. Quando ela terminou de me falar isso, eu, sem dizer uma palavra e parado na frente da cama, desabotoei o cinto, abri minha calça e tirei meu pau pra fora, grande e duro. Elas ficaram paralisadas, nunca tinham visto um pau pessoalmente. Estavam as duas encostadas na cabeceira da cama, cobertas com um cobertor, até que uma se anima e começa a se aproximar, engatinhando timidamente da cabeceira até os pés da cama. Eu continuava parado no chão. Ela se aproxima bem tímida e pega meu pau com a mão. Naquele momento eu já tava nas nuvens, e sem fazer contato visual, vai levando ele devagar até a boca, até que dá um beijo, outro beijo, passa a língua e enfia a cabeça do meu pau dentro da boca.
Aquela sensação foi indescritível. Minha cunhada tava me chupando. Dava pra ver que era inexperiente, mas tava me dando um prazer impressionante. Ela tava completamente nua, em cima da cama de quatro, me chupando. Fazia cada vez melhor e mais rápido, parece que gostou. Eu sentia tanto prazer que tinha me esquecido da outra, até que olho pra ela. Só precisei disso, olhar pra ela, pra ela se animar e se aproximar, também engatinhando timidamente, nua. Ela se coloca do lado da irmã, e a outra tira meu pau da boca, segura ele com a mão e aponta pra ela, que lentamente abriu a boca e começou a me chupar.
Dava pra ver que ela também era inexperiente, mas motivada. Nenhuma queria que a família toda descobrisse que elas transavam entre si. Elas chupavam sem parar, meu pau passava da boca de uma pra boca da outra, e o inevitável tava prestes a acontecer: eu ia gozar! E bem naquele momento, ouço meu carro. Minha namorada tava chegando com os pais! Eu... Queria morrer, do jeito que minhas cunhadas se salvaram! Pensei em gozar igual, encher a cara delas de porra e depois me apressar pra trocar de roupa, mas o risco era grande demais. Guardei a pica e fui pro banheiro, já que não dava pra recebê-las de pau duro. Elas chegaram, me chamaram e eu falei que tava no banheiro, e me masturbei até gozar, precisava daquilo. Saí do banheiro e fui acender o fogo pro churrasco, daí pra frente foi tudo normal.
Depois de comer, as primeiras que levantaram da mesa foram minhas cunhadas, a gente ficou tomando umas cervejas, até que eu levantei pra ir no banheiro, que fica do lado do quarto das meninas, e quando tô quase entrando, elas saem, me param e falam:
— "Já fizemos o que você pediu, agora apaga esse vídeo"
Eu, sorrindo, me aproximei e falei baixinho:
— "Ainda não pagaram nem a primeira parcela"
Se vocês gostarem, eu posto outro relato contando como a história continua...
Poucos minutos antes de chegar, minha namorada recebeu uma ligação dos pais, que estavam no supermercado e não conseguiam táxi pra voltar, estavam atrasados. Então, pra ganhar tempo, chegamos na casa e eu emprestei o carro pra minha namorada ir buscá-los enquanto eu acendia o fogo.
Entrei tranquilo, organizei as coisas que tirei do carro e fui acender o fogo. Pra isso, fui pegar o carvão na cozinha e ouvi um barulho, o que me chamou a atenção porque achava que estava sozinho na casa. O barulho vinha do corredor onde ficam os quartos e o banheiro. Me aproximei em silêncio pra tentar ouvir de onde vinha o som. Abri a porta do banheiro e não tinha nada. Caminhei silenciosamente até o quarto dos pais, abri a porta e também não tinha nada. Só faltava verificar o quarto onde minhas cunhadas dormiam. Me aproximei devagar e foi aí que consegui ouvir alguma coisa. Tava tudo escuro, e eu me aproximei e consegui identificar o barulho que vinha ouvindo... eram gemidos! Não altos, mas sim respirações ofegantes e gemidos com a boca tampada.
Nesse momento, aproveitei a escuridão e comecei a abrir a porta devagar pra não fazer barulho nem chamar atenção, até que consegui espiar com a cabeça e vi o que nunca pensei que veria na vida. Uma das irmãs da minha namorada estava na cama de quatro, completamente nua, e a outra irmã estava enfiando os dedos na buceta dela com uma força e velocidade realmente impressionantes. Não podia acreditar, não sabia se ia embora e deixava elas terminarem em paz ou ficava olhando aquele espetáculo lindo, mas meu pau já tava durasso, não dava pra ir embora! Fiquei chocado com a velocidade que ela masturbava a irmã. o forte que entravam e saíam aqueles dois dedos que ele tava metendo naquela buceta tão pequenininha e depilada. Eu tava gelado, não sabia o que fazer, não podia deixar essa oportunidade passar, então peguei meu celular, desativei o flash e comecei a gravar a situação. A porta tava quase fechada, a única coisa que aparecia era meu celular, e eu olhava a cena pela tela dele, pra ninguém me ver. Elas continuavam como loucas, na maior punheta, até que ouço a que tava de quatro dizer que ia gozar e o ritmo dos dedos da irmã aumentou ainda mais até que vejo ela soltar um gemido e cair deitada na cama. Nesse momento, a outra começou a beijar as costas dela, descendo pela cintura até beijar a bunda e ficou ali, beijando até que a que tinha acabado de ter um orgasmo se levanta e coloca a outra de quatro, e sem hesitar começa a passar a língua na bunda e na buceta e mete os dedos, com a mesma força que a irmã masturbava ela, agora ela tava devolvendo na mesma moeda. Fiquei admirando aquela cena, não podia acreditar no que tava vendo, meu pau já tava totalmente duro, era inevitável meter a mão na calça pra tentar acalmar a excitação que eu tava sentindo. Continuei olhando e gravando até que a outra irmã goza, e não esperei nem um segundo a mais, nessa hora entrei no quarto com o celular na mão, elas deram um pulo e se cobriram com um cobertor que tinha na cama e eu falo "Desculpem, meninas, não quero interromper, mas isso que eu tenho aqui vale ouro". Elas ficaram paralisadas, primeiro me pediram por favor pra apagar, mas era óbvio que isso não ia rolar, então respondi que se não quisessem que a família toda descobrisse a relação incestuosa delas, iam ter que me compensar com alguma coisa. O silêncio tomou conta do quarto, elas estavam geladas e eu na expectativa, até que uma se anima e me pergunta -"E o que a gente teria que fazer?" -"Algo me diz que vocês sabem o que têm que fazer. —O que fazer, e muito bem.
—Nunca estivemos com um homem, nenhuma de nós duas, sempre fizemos entre a gente.
Tava claro que elas não tinham muita experiência sexual, além dos dedos e das línguas, e não me surpreendi, já que os pais delas são bem conservadores, mas isso não me importou nem um pouco. Quando ela terminou de me falar isso, eu, sem dizer uma palavra e parado na frente da cama, desabotoei o cinto, abri minha calça e tirei meu pau pra fora, grande e duro. Elas ficaram paralisadas, nunca tinham visto um pau pessoalmente. Estavam as duas encostadas na cabeceira da cama, cobertas com um cobertor, até que uma se anima e começa a se aproximar, engatinhando timidamente da cabeceira até os pés da cama. Eu continuava parado no chão. Ela se aproxima bem tímida e pega meu pau com a mão. Naquele momento eu já tava nas nuvens, e sem fazer contato visual, vai levando ele devagar até a boca, até que dá um beijo, outro beijo, passa a língua e enfia a cabeça do meu pau dentro da boca.
Aquela sensação foi indescritível. Minha cunhada tava me chupando. Dava pra ver que era inexperiente, mas tava me dando um prazer impressionante. Ela tava completamente nua, em cima da cama de quatro, me chupando. Fazia cada vez melhor e mais rápido, parece que gostou. Eu sentia tanto prazer que tinha me esquecido da outra, até que olho pra ela. Só precisei disso, olhar pra ela, pra ela se animar e se aproximar, também engatinhando timidamente, nua. Ela se coloca do lado da irmã, e a outra tira meu pau da boca, segura ele com a mão e aponta pra ela, que lentamente abriu a boca e começou a me chupar.
Dava pra ver que ela também era inexperiente, mas motivada. Nenhuma queria que a família toda descobrisse que elas transavam entre si. Elas chupavam sem parar, meu pau passava da boca de uma pra boca da outra, e o inevitável tava prestes a acontecer: eu ia gozar! E bem naquele momento, ouço meu carro. Minha namorada tava chegando com os pais! Eu... Queria morrer, do jeito que minhas cunhadas se salvaram! Pensei em gozar igual, encher a cara delas de porra e depois me apressar pra trocar de roupa, mas o risco era grande demais. Guardei a pica e fui pro banheiro, já que não dava pra recebê-las de pau duro. Elas chegaram, me chamaram e eu falei que tava no banheiro, e me masturbei até gozar, precisava daquilo. Saí do banheiro e fui acender o fogo pro churrasco, daí pra frente foi tudo normal.
Depois de comer, as primeiras que levantaram da mesa foram minhas cunhadas, a gente ficou tomando umas cervejas, até que eu levantei pra ir no banheiro, que fica do lado do quarto das meninas, e quando tô quase entrando, elas saem, me param e falam:
— "Já fizemos o que você pediu, agora apaga esse vídeo"
Eu, sorrindo, me aproximei e falei baixinho:
— "Ainda não pagaram nem a primeira parcela"
Se vocês gostarem, eu posto outro relato contando como a história continua...
8 comentários - Descobri a irmãzinha da minha namorada se masturbando