Depois da surpresa que minha avó me deu em cumplicidade com a Tita, voltei pra casa pensando no que tinha rolado e no que esperava que rolasse, porque, olhando friamente, minha avó tava muito melhor de corpo do que a Tita. Aos 71 anos, os peitos dela eram imensos, um pouco caídos, mas quem não gosta dessas tetonas que transbordam os sutiãs? Tinha um quadril firme pra se segurar e uma bunda ainda dura. Era viúva e, pra melhorar, morava em casa. O que mais eu podia pedir?
Já de noite, jantamos a família toda como sempre e depois sentamos na sala pra ver TV. Depois de um tempo, como de costume, a primeira a se retirar foi a avó. Logo depois, meus pais e, por fim, minha irmãzinha. Sendo o último, esperei um pouco, desliguei a TV e fui pro meu quarto. A casa era velha: na frente ficavam os quartos dos meus velhos, da minha irmã e a cozinha; um pátio com varanda; e no fundo, mais um cômodo (da minha avó) e um quartinho que eu tinha resgatado de ser depósito e transformado no meu aposento, com um banheiro compartilhado pra esses cômodos por um corredorzinho.
Me deitei, pensando em como abordar. Muito tempo depois, ouvi minha avó entrando no banheiro. Aproveitei e, em silêncio, entrei no quarto dela. Tirei a cueca e me meti na cama dela. Quando ela voltou, me encontrou na cama dela, pelado e me masturbando. Ela disse: "Neném, o que cê tá fazendo aqui? E assim?" "Já tá vendo", respondi, "deixando bem dura pra você." "Abaixa a voz, podem nos ouvir." "Não se preocupa, quando vim pro fundo, fechei bem as portas, e todo mundo tá dormindo." Levantei, me aproximei, levantei a camisola dela e falei no ouvido: "Como vou te comer, sua puta velha, pra você não precisar fazer outro truque como hoje pra ter uma pica dentro." "Isso, filho, fala putaria que me excita, não para de falar coisa, neto degenerado, você tá fodendo a sua avó." E enquanto falava, pela primeira vez, enfiei. pica nessa buceta já molhada, aí mesmo de pé, toma gostosa, sente bem fundo o tronco inteiro do seu neto, que a partir de agora vai te comer todas as noites, você vai ser uma das minhas putas, e vai fazer tudo o que eu pedir e mandar, entendeu, vagabunda? sim, amor, mas agora goza bem dentro de mim, não termino de falar e um jato de esperma, viscoso e quente, disparou dentro da buceta dela, inundando e transbordando de prazer, tanto que naquele momento senti pela primeira vez uma língua dentro da minha garganta, a primeira vez que comi minha avó, senti também o primeiro beijo de língua da minha vida, outro dia conto mais.
Já de noite, jantamos a família toda como sempre e depois sentamos na sala pra ver TV. Depois de um tempo, como de costume, a primeira a se retirar foi a avó. Logo depois, meus pais e, por fim, minha irmãzinha. Sendo o último, esperei um pouco, desliguei a TV e fui pro meu quarto. A casa era velha: na frente ficavam os quartos dos meus velhos, da minha irmã e a cozinha; um pátio com varanda; e no fundo, mais um cômodo (da minha avó) e um quartinho que eu tinha resgatado de ser depósito e transformado no meu aposento, com um banheiro compartilhado pra esses cômodos por um corredorzinho.
Me deitei, pensando em como abordar. Muito tempo depois, ouvi minha avó entrando no banheiro. Aproveitei e, em silêncio, entrei no quarto dela. Tirei a cueca e me meti na cama dela. Quando ela voltou, me encontrou na cama dela, pelado e me masturbando. Ela disse: "Neném, o que cê tá fazendo aqui? E assim?" "Já tá vendo", respondi, "deixando bem dura pra você." "Abaixa a voz, podem nos ouvir." "Não se preocupa, quando vim pro fundo, fechei bem as portas, e todo mundo tá dormindo." Levantei, me aproximei, levantei a camisola dela e falei no ouvido: "Como vou te comer, sua puta velha, pra você não precisar fazer outro truque como hoje pra ter uma pica dentro." "Isso, filho, fala putaria que me excita, não para de falar coisa, neto degenerado, você tá fodendo a sua avó." E enquanto falava, pela primeira vez, enfiei. pica nessa buceta já molhada, aí mesmo de pé, toma gostosa, sente bem fundo o tronco inteiro do seu neto, que a partir de agora vai te comer todas as noites, você vai ser uma das minhas putas, e vai fazer tudo o que eu pedir e mandar, entendeu, vagabunda? sim, amor, mas agora goza bem dentro de mim, não termino de falar e um jato de esperma, viscoso e quente, disparou dentro da buceta dela, inundando e transbordando de prazer, tanto que naquele momento senti pela primeira vez uma língua dentro da minha garganta, a primeira vez que comi minha avó, senti também o primeiro beijo de língua da minha vida, outro dia conto mais.
2 comentários - La amiga de mi abuela 4