Pois é, como diz o título, vou contar uma história de como uma puta engravidou. Mas não de qualquer jeito, não — foi de um jeito que até hoje ela diz que foi a melhor forma de engravidar, e já tá no segundo filho.
Pois se não me engano, foi há 4 anos, numa noite. Enquanto eu cochilava e sonhava, meu celular tocou. Eram, se não me engano, 10 da noite de uma noite de fevereiro.
E na tela do celular dizia: Mensagem da puta Angelika P.
Que dizia mais ou menos assim:
Oi, amor, como você tá? Como tá sua noite e como você está se divertindo? Com certeza já tá na rua bebendo. Enquanto isso, eu tô muito tesuda e desejando que você estivesse aqui me comendo e me fodendo. Tô muito molhada e minha calcinha tá escorrendo de tanto melado. Tô me imaginando sendo penetrada por você.
Pensando em você me metendo e gozando dentro de mim, igual na minha primeira vez.
Vem, amor, e me penetra até o fundo, deixa seu leite quente na minha barriguinha.
Mensagem entregue às 10:01 da noite.
Uau, pensei: que porra é essa? Acabei de acordar. E embora a Angelika não seja uma mina magra de bunda grande e peitos macios, grandes e lisos, ela é mais do tipo baixinha, uns 1,55m, pele morena, gordinha, peitos tamanho 34B, uma bunda razoável e uma buceta que come e fode, daquelas que marcam na calça quando ela anda. Pois aquela buceta e aquele útero mereciam ser preenchidos de leite quente.
Aí respondi a mensagem: Oi, amor (É, amor, hahaha, é minha puta, só isso), como você tá? Não, não tô bebendo como você pensa, tava era sonhando com você. Que que houve pra você mandar essa mensagem tão quente? Pois pode virar realidade, só que não tenho grana pra passagem, e de táxi só tenho 50 reais, falta dinheiro. E mandei.
E em menos tempo do que levei pra enviar a mensagem, já tinha resposta dizendo que ela pagava o resto e a passagem do dia seguinte.
A resposta dela dizia isso:
Vem, amor, eu pago o resto, eu coloco o dinheiro que falta, mas só se for verdade. que você viesse porque minha buceta já não aguenta mais, quer ser penetrada por você, quero que você coma minha buceta enquanto eu como seu pau e engulo seu leite. por favor, não me faça esperar mais e vem me foder, já depilei minha xereca, tô igual menina do colégio, sem pelo nenhum.
Respondi: Sim amor? quer que eu goze jujuju, onde e que delícia, embora tivesse preferido deixar meu gozo nessa sua buceta peluda ou nos seus peitos, nesses biquinhos pretinhos e durinhos que você tem, ou melhor, na sua boca ou no seu cu e depois te penetrar com o resto da minha ereção, enfiando um pouco do meu leite pra depois você limpar com a língua, sim, já chamei o taxi e tô a caminho.
Ela respondeu:
Sim amor, quero que você goze nos meus peitos, fora do meu cu e escorra até sentir fora da minha buceta, e lamber do seu pau, Te espero de saia curta e um conjunto vermelho com preto, abre a porta que a janta te espera na cama.
Cheguei na casa dela, num lugar de Ixtapaluca, segundo andar, porta esquerda. Abri a porta e entrei na sala, caminhei até o quarto e lá estava ela, parada perto da cama, esperando um beijo que eu dei e o jogo começou...
Peguei ela pelos braços e virei de costas, descendo minha mão até a calcinha dela e esfregando a buceta, com a outra mão pegando nos peitos dela sem tirar o sutiã que escondia os biquinhos pretos empinados de tesão, a mão dela desceu até minha calça e começou a acariciar meu pau duro e a esfregar a bunda dela de um lado pro outro, um vai e vem, só sentia a buceta molhada dela pedindo pra ser penetrada, já que não aguentava mais. Que me queria dentro, de qualquer jeito, e ela tirou uma camisinha de baixo do colchão, abaixou minha calça, me chupou e colocou aquela prisão, continuou com o sexo oral e depois de uns minutos se deitou na cama, abrindo as pernas e deixando à mostra só a calcinha, rasgando ela com um canivete que tinha na mão, que eu nem vi de onde saiu. Só deixou ver a buceta dela, os lábios carnudos de novinha, cheios do suco dela, não aguentei e comecei a lamber ela a Chupar aqueles sucos e enfiar minha língua naquela buceta que era só minha e tinha sido desde o começo.
Ela gemeu como uma puta e pediu pra eu penetrar ela, pediu meu pau dentro dela, e foi o que eu fiz. Penetrei ela de um jeito que soltou um gemido de tanto prazer, que deu pra ouvir na rua. Continuei penetrando uma vez atrás da outra até mudar de posição. Ela começou a montar em mim, a cavalgar meu pau duro que chegava até o fundo dela, gemendo e mordendo os próprios peitos, os seios dela, e parou de cavalgar. Tinha tido outro orgasmo, e eu, excitado, tirei meu pau e removi a camisinha. Voltei a penetrar ela, e ela sentiu algo diferente:
— Tirou a camisinha?
Eu disse que sim, que já era hora de cumprir o que ela tinha mandado naquela mensagem, que eu ia encher ela de porra, deixar ela cheia até o fundo e que ela ia ficar prenha de mim, e que só eu podia fazer isso.
Ela tentou se soltar, mas não conseguiu, e no final continuou excitada, molhando meu pau duro. Cada parte da buceta e do útero dela roçava na minha cabeça, e ela apertava cada vez mais, querendo me fazer gozar. E então, ela empurrou pra baixo com força e apertou tanto a buceta que, numa sentada só, eu explodi e deixei meu sêmen bem no fundo dela. Peguei ela e fiz ela se deitar antes de tirar meu pau, ainda com os fluidos dela se misturando com os meus. Ela só gemia e passava a mão nos próprios peitos com uma mão, enquanto enfiava o dedo indicador na buceta, pegava um pouco de porra e colocava na boca, e de novo passava a mão nos mamilos. Ela queria que eu penetrasse ela mais uma vez e gozasse dentro dela.
Ela me disse que, já que eu tinha feito uma vez, eu tinha que deixar ela grávida, e só pedia isso: que eu engravidasse ela. Enfim,
naquela noite, tive a chance de gozar dentro dela três vezes. Só que no final já não saía tanta porra, mas ela continuava pedindo dentro da buceta, comendo aquela que escorria por entre a calcinha fio dental que ela colocou no fim pra não deixar vazar mais daquele sêmen precioso. Ela lambeu os próprios mamilos, limpando meu líquido, e lambeu meu pau até limpar tudo. Ficou feliz de manhã, quando, ao me despedir, ela disse: que a penetrasse mais uma vez, e eu respondi que não era o super-homem, que precisava ressuscitar lázaro pra ele ficar duro, e ela começou a chupar e a dançar eroticamente, e devo dizer que, mesmo gordinha, ela sabia se mexer.
penetrei ela mais uma vez, colocando o corpo dela de quatro e empinando a bunda dela, deixando ver a buceta, aquela entrada que tinha uma missão: encher de porra. e, bom, depois de penetrar ela o mais forte e fundo possível, ela gemia cada vez mais e pedia aos gritos que eu comesse ela, que deixasse meu leite no fundo do ser dela. descarreguei nela toda a porra que me restava, subi a calcinha fio-dental e a meia-calça vermelha vibrante dela, com uma blusa preta e branca e um sutiã preto e azul. saímos da casa dela, e ela desceu primeiro, dizendo que sentia meu semen quente na barriguinha dela, que sentia descendo e escorrendo pela buceta. eu e ela pegamos um táxi, deixei ela no trabalho e voltei pra casa...
duas horas depois, recebi uma mensagem dela dizendo que tava envergonhada porque, no trabalho, a amiga dela viu uma mancha onde marcava a buceta dela. ela foi ao banheiro e descobriu que meu semen tinha descido e molhado a calcinha fio-dental dela, atravessando a meia-calça, e, ao sentar, deixou cair uma coisa branca no banheiro. e ela exigia que eu enchesse ela de porra de novo naquela noite, que já não conseguia viver sem sentir meu leite na barriguinha dela e escorrendo entre as pernas. e, além disso, ela tirou a calcinha fio-dental, espremeu os fluidos dela e meu semen na boca dela — a coisa mais gostosa que já tinha provado — e continuava molhada, esperando meu pau duro, penetrar ela e deixar meu leite, que até agora tinha virado uma verdadeira porca no sexo. e no dia seguinte... sim, no dia seguinte, isso eu conto depois, se vocês gostarem dessa primeira parte. Relatos.
Pois se não me engano, foi há 4 anos, numa noite. Enquanto eu cochilava e sonhava, meu celular tocou. Eram, se não me engano, 10 da noite de uma noite de fevereiro.
E na tela do celular dizia: Mensagem da puta Angelika P.
Que dizia mais ou menos assim:
Oi, amor, como você tá? Como tá sua noite e como você está se divertindo? Com certeza já tá na rua bebendo. Enquanto isso, eu tô muito tesuda e desejando que você estivesse aqui me comendo e me fodendo. Tô muito molhada e minha calcinha tá escorrendo de tanto melado. Tô me imaginando sendo penetrada por você.
Pensando em você me metendo e gozando dentro de mim, igual na minha primeira vez.
Vem, amor, e me penetra até o fundo, deixa seu leite quente na minha barriguinha.
Mensagem entregue às 10:01 da noite.
Uau, pensei: que porra é essa? Acabei de acordar. E embora a Angelika não seja uma mina magra de bunda grande e peitos macios, grandes e lisos, ela é mais do tipo baixinha, uns 1,55m, pele morena, gordinha, peitos tamanho 34B, uma bunda razoável e uma buceta que come e fode, daquelas que marcam na calça quando ela anda. Pois aquela buceta e aquele útero mereciam ser preenchidos de leite quente.
Aí respondi a mensagem: Oi, amor (É, amor, hahaha, é minha puta, só isso), como você tá? Não, não tô bebendo como você pensa, tava era sonhando com você. Que que houve pra você mandar essa mensagem tão quente? Pois pode virar realidade, só que não tenho grana pra passagem, e de táxi só tenho 50 reais, falta dinheiro. E mandei.
E em menos tempo do que levei pra enviar a mensagem, já tinha resposta dizendo que ela pagava o resto e a passagem do dia seguinte.
A resposta dela dizia isso:
Vem, amor, eu pago o resto, eu coloco o dinheiro que falta, mas só se for verdade. que você viesse porque minha buceta já não aguenta mais, quer ser penetrada por você, quero que você coma minha buceta enquanto eu como seu pau e engulo seu leite. por favor, não me faça esperar mais e vem me foder, já depilei minha xereca, tô igual menina do colégio, sem pelo nenhum.
Respondi: Sim amor? quer que eu goze jujuju, onde e que delícia, embora tivesse preferido deixar meu gozo nessa sua buceta peluda ou nos seus peitos, nesses biquinhos pretinhos e durinhos que você tem, ou melhor, na sua boca ou no seu cu e depois te penetrar com o resto da minha ereção, enfiando um pouco do meu leite pra depois você limpar com a língua, sim, já chamei o taxi e tô a caminho.
Ela respondeu:
Sim amor, quero que você goze nos meus peitos, fora do meu cu e escorra até sentir fora da minha buceta, e lamber do seu pau, Te espero de saia curta e um conjunto vermelho com preto, abre a porta que a janta te espera na cama.
Cheguei na casa dela, num lugar de Ixtapaluca, segundo andar, porta esquerda. Abri a porta e entrei na sala, caminhei até o quarto e lá estava ela, parada perto da cama, esperando um beijo que eu dei e o jogo começou...
Peguei ela pelos braços e virei de costas, descendo minha mão até a calcinha dela e esfregando a buceta, com a outra mão pegando nos peitos dela sem tirar o sutiã que escondia os biquinhos pretos empinados de tesão, a mão dela desceu até minha calça e começou a acariciar meu pau duro e a esfregar a bunda dela de um lado pro outro, um vai e vem, só sentia a buceta molhada dela pedindo pra ser penetrada, já que não aguentava mais. Que me queria dentro, de qualquer jeito, e ela tirou uma camisinha de baixo do colchão, abaixou minha calça, me chupou e colocou aquela prisão, continuou com o sexo oral e depois de uns minutos se deitou na cama, abrindo as pernas e deixando à mostra só a calcinha, rasgando ela com um canivete que tinha na mão, que eu nem vi de onde saiu. Só deixou ver a buceta dela, os lábios carnudos de novinha, cheios do suco dela, não aguentei e comecei a lamber ela a Chupar aqueles sucos e enfiar minha língua naquela buceta que era só minha e tinha sido desde o começo.
Ela gemeu como uma puta e pediu pra eu penetrar ela, pediu meu pau dentro dela, e foi o que eu fiz. Penetrei ela de um jeito que soltou um gemido de tanto prazer, que deu pra ouvir na rua. Continuei penetrando uma vez atrás da outra até mudar de posição. Ela começou a montar em mim, a cavalgar meu pau duro que chegava até o fundo dela, gemendo e mordendo os próprios peitos, os seios dela, e parou de cavalgar. Tinha tido outro orgasmo, e eu, excitado, tirei meu pau e removi a camisinha. Voltei a penetrar ela, e ela sentiu algo diferente:
— Tirou a camisinha?
Eu disse que sim, que já era hora de cumprir o que ela tinha mandado naquela mensagem, que eu ia encher ela de porra, deixar ela cheia até o fundo e que ela ia ficar prenha de mim, e que só eu podia fazer isso.
Ela tentou se soltar, mas não conseguiu, e no final continuou excitada, molhando meu pau duro. Cada parte da buceta e do útero dela roçava na minha cabeça, e ela apertava cada vez mais, querendo me fazer gozar. E então, ela empurrou pra baixo com força e apertou tanto a buceta que, numa sentada só, eu explodi e deixei meu sêmen bem no fundo dela. Peguei ela e fiz ela se deitar antes de tirar meu pau, ainda com os fluidos dela se misturando com os meus. Ela só gemia e passava a mão nos próprios peitos com uma mão, enquanto enfiava o dedo indicador na buceta, pegava um pouco de porra e colocava na boca, e de novo passava a mão nos mamilos. Ela queria que eu penetrasse ela mais uma vez e gozasse dentro dela.
Ela me disse que, já que eu tinha feito uma vez, eu tinha que deixar ela grávida, e só pedia isso: que eu engravidasse ela. Enfim,
naquela noite, tive a chance de gozar dentro dela três vezes. Só que no final já não saía tanta porra, mas ela continuava pedindo dentro da buceta, comendo aquela que escorria por entre a calcinha fio dental que ela colocou no fim pra não deixar vazar mais daquele sêmen precioso. Ela lambeu os próprios mamilos, limpando meu líquido, e lambeu meu pau até limpar tudo. Ficou feliz de manhã, quando, ao me despedir, ela disse: que a penetrasse mais uma vez, e eu respondi que não era o super-homem, que precisava ressuscitar lázaro pra ele ficar duro, e ela começou a chupar e a dançar eroticamente, e devo dizer que, mesmo gordinha, ela sabia se mexer.
penetrei ela mais uma vez, colocando o corpo dela de quatro e empinando a bunda dela, deixando ver a buceta, aquela entrada que tinha uma missão: encher de porra. e, bom, depois de penetrar ela o mais forte e fundo possível, ela gemia cada vez mais e pedia aos gritos que eu comesse ela, que deixasse meu leite no fundo do ser dela. descarreguei nela toda a porra que me restava, subi a calcinha fio-dental e a meia-calça vermelha vibrante dela, com uma blusa preta e branca e um sutiã preto e azul. saímos da casa dela, e ela desceu primeiro, dizendo que sentia meu semen quente na barriguinha dela, que sentia descendo e escorrendo pela buceta. eu e ela pegamos um táxi, deixei ela no trabalho e voltei pra casa...
duas horas depois, recebi uma mensagem dela dizendo que tava envergonhada porque, no trabalho, a amiga dela viu uma mancha onde marcava a buceta dela. ela foi ao banheiro e descobriu que meu semen tinha descido e molhado a calcinha fio-dental dela, atravessando a meia-calça, e, ao sentar, deixou cair uma coisa branca no banheiro. e ela exigia que eu enchesse ela de porra de novo naquela noite, que já não conseguia viver sem sentir meu leite na barriguinha dela e escorrendo entre as pernas. e, além disso, ela tirou a calcinha fio-dental, espremeu os fluidos dela e meu semen na boca dela — a coisa mais gostosa que já tinha provado — e continuava molhada, esperando meu pau duro, penetrar ela e deixar meu leite, que até agora tinha virado uma verdadeira porca no sexo. e no dia seguinte... sim, no dia seguinte, isso eu conto depois, se vocês gostarem dessa primeira parte. Relatos.
2 comentários - Relatos de um creampie...