Me tocando a minha...

Fazia alguns meses que eu e minha esposa tínhamos decidido ter encontros sexuais no estilo swing. A gente fazia isso umas duas vezes por mês e, durante esse período, conhecemos muitos casais e homens solteiros bem interessantes.
Não foi nada fácil chegar a um acordo, porque enquanto eu queria quase desesperadamente vê-la nos braços de outros homens, mulheres ou casais, ela sempre dizia que não precisava de nada daquilo e que só fazia aquilo para me agradar. A negociação levou um bom tempo, até que combinamos que ela poderia fazer tudo e eu não. Ficou bem claro que ela nunca tinha pedido nada e que, segundo ela, eu já bastava e ela se sentia satisfeita.
A realidade me mostrou que as palavras dela foram só isso mesmo e serviram para ela manter o controle da situação e o domínio sobre mim, que muitas vezes enlouquecia tendo verdadeiras gostosas peladas na minha cama, esperando — elas e seus maridos — que eu as atendesse, mas sem poder tocar nelas para ser fiel ao nosso acordo.
Também ficou bem claro que essa história de que ela fazia por mim era uma postura bem falsa e hipócrita; minha mulher era uma puta autêntica, comia tudo o que aparecia pela frente, sem ligar para cor, tamanho ou gênero, e se divertia como uma louca, quase tanto quanto eu ao vê-la tão safada e pervertida.
A gente arrumava os parceiros de vários jeitos: às vezes pela internet, através de anúncios; outras vezes era ela quem seduzia algum cara jovem na rua, no trabalho ou no metrô. Mas o jeito mais fácil, quando não tínhamos ninguém pré-selecionado, era ir a casas de swing. Conhecíamos várias e muitas vezes visitávamos mais de uma até encontrar o que procurávamos.
Numa quinta-feira de junho, pouco depois da meia-noite, fomos ao nosso local preferido. Naquele dia estávamos mais animados que o normal, porque ela tinha me confessado — furando o discurso de sempre — que estava com muito tesão e que tinha umas vontades desejos de conquistar um homem bonito, de aparência bem máscula, bem macho, ele me disse, pra levar pra cama e me mostrar como se fazia pra ser comida enquanto eu observava. Sabendo dos meus gostos, não falou de outra coisa durante o jantar e no carro enquanto a gente se jogava na aventura. Sabia muito bem que umas poucas palavras me excitavam, quem diria uma conversa longa e detalhada sobre o assunto. Quando chegamos, eu já estava duro, precisava gozar e nem tínhamos começado.

Durante a semana, nesse tipo de lugar nunca tem muita gente. Não vai muita gente, e quem vai logo se entende e se retira pra lugares privados. Sempre tem uns caras sozinhos, os habitués, como chamam, e alguns casais. Assim que chegamos, nos colocaram numa mesinha perto da pista de dança e serviram umas bebidas. O clima era gostoso, confortável e quente, sem as tensões que rolam nos dias em que vêm iniciantes. Nesse dia, era evidente que todo mundo sabia qual era a do negócio e como se comportar.

Minha mulher estava adorável. Ela se vestiu com um conjunto que eu gostava especialmente: uma saia-calça listrada verticalmente em três cores, vermelho, branco e preto, bem curta, deixando ver o começo das suas bundas redondas, sandálias de salto agulha bem altas destacando bem as pernas nuas, um top branco bem justo mostrando especialmente os bicos dos peitos do seu busto mais que apreciável, e uma jaqueta combinando, nas mesmas cores da saia, pra se cobrir na rua e não matar de infarto algum desavisado. Eu vesti uma calça social e uma camisa azul clara de mangas compridas levemente arregaçadas até a metade do braço. A gente estava bem bronzeado e parecia muito bem.

Numa mesa perto da nossa, tinha um casal muito jovem e lindo. Ela era uma loira fantástica, de curvas perfeitas e cabelo bem macio e bem comprido, com uma cintura e uma bunda dignas da melhor narrativa. Nós quatro Os cinco caras que estavam encostados no balcão não tiravam os olhos dela, enchendo o ambiente de sensualidade. Era óbvio que essa mina adorava aqueles olhares e agradecia do jeito que podia, cruzando as pernas e se abaixando pra pegar a taça, deixando à mostra os peitões lindos dela. O parceiro dela a acariciava, sussurrava coisas no ouvido e fingia que não via os urubus de olho na mulher dele.

A chegada da minha esposa desviou a atenção dos caras, e a loira perdeu a exclusividade dos olhares, assim como eles perderam a certeza da escolha, porque dali em diante não sabiam mais em qual das duas focar. Os maridos, claro, só observavam, e as minas não tinham outra alternativa senão competir. Mas como as mulheres são espertas às vezes! Quase ao mesmo tempo, elas se levantaram, foram pra pista e, sem nem se olhar, começaram a dançar.

Agora que me lembro bem, no bar tinha dez caras e três mulheres: os cinco jovens do balcão, o caixa, o garçom, o marido da loira, mais um casal que tava na deles, e eu. Desde que as duas começaram a se exibir dançando, nós dez focamos toda a atenção nelas, e muitos começaram a passar a mão no próprio volume por cima da calça, menos o cara que tava acompanhado — a parceira dele já cuidava muito bem disso — e eu, que se tivesse me tocado, teria gozado na hora.

É que as minas se mexiam muito bem, com uma cadência bem sexual, ignorando os olhares, deixando os cabelos voarem soltos, passando a mão na cintura, se acariciando nos peitos, lambendo os lábios com línguas bem molhadas. A loira arrastava as mãos pela parte de fora das coxas, levantando a barra do vestido, que não resistia e se deixava enrolar na subida. Já quando ela abaixava as mãos, o tecido não obedecia à gravidade e ficava na última parada. Na terceira vez, apareceu um triângulo bem branquinho à mostra. vista de todo mundo mostrando aquela calcinha fio-dental tão pequena quanto excitante.
Nesse sentido, minha mulher tava em desvantagem. A saia-calça dela impedia de mostrar a peça íntima, então ela dedicou toda sua voluptuosidade à exibição dos seus peitos maravilhosos, mas o que mais chamava a atenção, tanto nela quanto na outra, eram seus movimentos eróticos capazes de enlouquecer qualquer um. Depois de um bom tempo dançando, a loira voltou pro lado do parceiro. O clima tava bem abafado, então ao chegar na cadeira, ela se jogou e começou a se abanar com as duas mãos, dando sinais visíveis de que tava com calor. Minha mulher continuou se mexendo no ritmo da música por mais uma música, e em vez de voltar pra perto de mim, foi até o balcão e pediu uma cerveja. Ela também parecia muito acalorada, e o suor intenso tinha grudado o top nos peitos, deixando eles bem transparentes.
Na hora, foi cercada pelos homens, que encheram ela de atenção, frases galanteadoras e disputaram a preferência dela. Tudo isso eu via do meu lugar, ficando louco de prazer e tesão. Minha mulher tava me dando um dos melhores espetáculos da nossa vida, porque, devo deixar claro, embora eu goste de vê-la no ato sexual, curto muito mais esses momentos de sedução, observando como ela conduz a conquista, esquentando uns caras bem gatos, deixando eles loucos, dominando a vontade deles. Um deles colocou as mãos na bunda dela e começou a massagear, mas ela, sem se irritar ou se ofender, se afastou, deixando claro que só quem ela escolhesse ia colocar a mão nela.
Enquanto isso, a loira foi pro banheiro seguida pela outra mulher. Depois de uns dez minutos, voltaram juntas, conversando bem animadas, sentaram na mesa da segunda e, com um sinal nada discreto, o marido da loira se juntou ao grupo. Depois de uma conversa rápida, ficou mais que evidente que entraram num acordo e trocaram de casais. Se beijando e se acariciando sem vergonha, chamaram o garçom, pagaram a conta e foram embora, me deixando, pelo menos eu, com vontade de ver um pouco mais. Como minha mulher continuava bem entretida rindo com os cinco caras e com o caixa, que tava tão animado quanto os outros, sei lá por qual graça, fui ao banheiro. Naquele momento, não sabia se queria mijar ou bater uma, tamanha era minha excitação.

Enquanto mijava, entrou no banheiro um dos caras, se colocou do meu lado, puxou o pau dele que, por estar quase duro, não obedecia às ordens e não deixava ele mijar, e enquanto balançava pra cima e pra baixo, me disse: sua mulher é muito gostosa. Gosta dela?, perguntei. Pra caralho, que tal a gente ir pra outro lugar nós três?, respondeu. Pra mim não tem problema, mas quem escolhe é ela, pergunta pra ela e, se aceitar, pode contar comigo. Saímos do banheiro e nós dois nos surpreendemos ao ver que minha mulher tinha voltado pra nossa mesa acompanhada por um dos jovens, e estavam se beijando como se aquele beijo decidisse o destino da humanidade. O outro cara me olhou e não precisei falar nada, ele deu um tapinha no meu ombro e comentou baixinho: fica pra próxima.

Ao chegar na mesa, minha mulher se separou um instante do novo companheiro e disse: amor, te apresento o Gustavo. Prazer, falei e estendi a mão. Ele se levantou e me beijou na bochecha. Depois de papear um pouco, nós três fomos atrás de um motel.

A viagem até o quarto foi das mais divertidas. Eu tava tão excitado que mal conseguia me segurar. Era tanta coisa que eu tinha imaginado enquanto estávamos no bar que minhas bolas doíam pra caralho. Durante aquela hora escassa, "vi" minha mulher com a loira, com o outro casal, com o garçom, o caixa e com cada um dos caras, juntos ou separados. Na minha mente, ela chupou todas as rolas, entregou a buceta ardente e abriu o cu sempre que pediram. Convidei eles pra sentarem no banco de trás pra eu poder observar enquanto fazia de motorista. Motorista, já era hora de parar de imaginar, agora eu queria ver a ação de frente, no exato momento em que acontecia. E não me decepcionaram: enquanto dirigia o carro, pude apreciar como minha mulher meteu na boca uma rola que parecia bem grande e lambeu com deleite, quase com desespero. A verdade é que nenhum de nós três aguentava mais.
Gustavo era um homem muito másculo, exatamente como minha esposa tinha desejado. Sua aparência de macho latino impunha respeito, qualquer mulher se animaria diante da presença imponente dele. Tinha um corpo muito trabalhado na academia, era alto, magro, cabelos pretos, olhos cinzentos e pele morena, segundo minha mulher, um verdadeiro tesão. Sua simpatia era arrebatadora, mantinha um sorriso angelical, e seus conhecimentos e classe o tornavam uma pessoa muito atraente. Sexualmente, era desejável tanto para minha mulher, que ia saboreá-lo de todas as maneiras imagináveis, quanto para mim, que me limitaria a observá-lo enquanto ele curtia o que era meu.
Assim que entramos no quarto, se enroscaram num beijo muito apaixonado, cheio de carícias e agarramentos, me dando a sensação de que eram amantes antigos unidos por uma grande paixão. Ambos eram muito habilidosos com as mãos e sabiam muito bem onde colocá-las no outro. Levaram pouco tempo para ficar pelados, e eu estava fascinado com o espetáculo que me ofereciam. Agarrada no pau dele, como se tivesse medo de cair, minha mulher não queria soltar, e ele, por sua vez, metia a mão entre as pernas dela, molhava os dedos e os dava pra ela lamber, coisa que ela fazia com descaramento e prazer. As caras deles irradiavam safadeza e descontrole diante de mim, o cuck, o mais perverso, o depravado incentivador e conivente.
Depois de um amasso que deve ter durado uns vinte minutos, ele se desculpou e pediu pra esperarmos enquanto ia no banheiro tomar um banho. Minha esposa e eu aproveitamos a ausência dele pra comentar a sorte que tivemos de conquistar um exemplar desses. Lembro que disse: você queria um macho, pois aí está. Ela se aninhou no meu ombro, beijou suavemente uma das minhas bochechas e respondeu: você vai ver como eu vou aproveitar. Me despi e me joguei na cama ao lado da minha mulher e esperamos ele voltar.
Gustavo saiu do banheiro pelado com a roupa na mão. Foi até uma cadeira, deixou a roupa bem dobrada e veio em nossa direção. Nossa surpresa foi enorme quando ele não se deitou sobre minha mulher, mas sim sobre mim. E não se contentou em ficar pelado em cima de mim, que também estava, e me abraçar, mas ainda juntou a boca na minha e, metendo língua e tudo, me beijou apaixonadamente, me deixando totalmente confuso e, por que não dizer, enojado, já que jamais na minha vida tinha pensado em beijar ou ser beijado por um homem. Me afastei na hora, tentando não ofendê-lo nem quebrar o clima, me distanciei da cama deixando bem claro que a única opção dele era minha mulher. E ele se dedicou a ela como se nada tivesse acontecido.
Minha mulher tinha ficado tão confusa quanto eu, mas assim que Gustavo começou a apalpar e beijar ela, quando ela pôde sentir a pele deliciosa dele, conferir a firmeza dos músculos, a umidade da boca e a dureza do pau dele, rapidamente esqueceu o episódio e se entregou pra aproveitar, se colocando, a pedido dele, montada na cara dele pra deixar ele lamber a buceta dela bem fundo.
Assim estavam, ele lambendo e ela gemendo de costas pra mim, quando Gustavo pegou uma das minhas mãos e a levou até o pau ereto dele. Não sei explicar por que, mas não resisti. Deixei minha mão ser levada mansamente até aquele membro descomunal, agarrei ele e fiquei muito surpreso com a delicadeza, percebendo que não é a mesma coisa pegar no próprio pau do que segurar o de outro na mão. Tudo é diferente: a textura, a dureza, a pulsação fervente, a resistência esponjosa. Pra facilitar minha tarefa enquanto eu masturbava suavemente aquele falo que começava a me agradar tanto, aproximei meu encarei uma nádega da minha mulher e lambi com delicadeza enquanto, com a outra mão, acariciava um peito dela. Essa posição me impedia de ver o que minha outra mão, a homossexual, estava fazendo, permitindo que eu desse vazão a uma coragem e um desejo que até aquele dia eu não sabia que tinha.
Ao perceber que o que eu fazia era a exploração de um iniciante inexperiente, com grande maestria ele soube se posicionar de tal forma que, sem me pressionar e sem parar de chupar minha mulher, o pau dele acabasse dentro da minha boca. E, embora eu tenha gostado tanto que em poucos minutos já chupava o pau como se nunca tivesse feito outra coisa na vida, quem ficou louca com a situação foi minha mulher, que jamais teria me imaginado naquela situação. Pela primeira vez, ela entendeu por que eu ficava tão excitado ao vê-la com outros. Ao me ver nessa situação até então insuspeita, ela enlouqueceu com uma excitação tão incontrolável que deu início à nossa noite mais quente.
De fato, a partir daquele momento, ela quis ter os dois homens juntos e ao mesmo tempo, situação que nunca havíamos experimentado antes. Eu sempre mantivera meu lugar de observador discreto, e o máximo que ela tinha feito era dividir nossa cama com um casal, ficando presa entre o marido e a mulher. Essa seria a primeira vez que ela compartilharia dois caras, mas, além disso, estava disposta a que eles se pegassem entre si.
Ela se colocou no meio dos dois, pegou um pau com cada mão e os lambeu alternadamente, incluindo no seu repertório as bolas e o cu. Nenhum dos dois resistiu. Quando achou conveniente, deitou-se no meio da cama, pediu que nos colocássemos cada um ao seu lado e, um de cada vez, de lado como estava, se fez penetrar vaginalmente, mantendo o outro bem perto das suas costas, com a intenção de se sentir bem apertada. Ela disse, ou gritou, tudo o que quis. Nunca a tinha ouvido tão agressiva e de boca suja. A cada movimento, pedia mais e mais até que conseguiu que ambos... a penetrássemos simultaneamente, um pela frente e outro por trás, preenchendo completamente as cavidades dela. Se eu dissesse que demoramos muito nessa loucura, estaria mentindo, estávamos todos muito tesudos e nenhum dos três conseguiu se segurar, mas acredito, sem medo de errar, que foi a foda mais intensa das nossas vidas até aquele momento.
Descansamos um bom tempo, bebemos uns goles, relaxamos, conversamos e rimos de nós mesmos. Eu pensei que tudo tinha acabado, mas faltava o melhor. Assim que minha esposa foi ao banheiro e nos deixou sozinhos, o Gustavo se aproximou, pegou na minha pica, me beijou no pescoço e eu, já entregue e desejoso de viver essa nova experiência, deixei ele fazer. Deixei que me seduzisse sem resistir e curti apaixonadamente. Ele me elogiou de mil maneiras, dizendo que gostava muito de mim, que eu era muito gostoso e que me desejava. Me acariciou e massageou o corpo todo, especialmente as nádegas e os mamilos, lambeu meu pescoço e orelhas e me beijou de novo com um certo receio, mas dessa vez não resisti, abri minha boca como se fosse beijar minha esposa e recebi a língua quente dele, descobrindo que era uma delícia.
Quando minha esposa nos encontrou, ela se aproximou e gentilmente me fez deitar de bruços, pegou a pica do Gustavo com uma das mãos e a guiou até meu esfíncter, deixando ela na entrada. Ela disse: "é sua decisão", e foi como se dissesse "te autorizo". A partir daí, a única coisa que lembro é que relaxei e empurrei pra trás enquanto o Gustavo empurrava pra frente. E fizemos isso uma vez, duas, cem, mil vezes até que ele não aguentou mais e descarregou a fonte fervente dele dentro de mim, enquanto apoiava o peito nas minhas costas, acariciava minha cabeça e beijava meu ombro direito. Com ele dentro de mim, não consegui gozar, mas disso minha esposa cuidou: alguns minutos depois, ela bebeu todo o meu leite, me deixando vazio e mais satisfeito e confuso do que nunca.
Não sei se repetiria, mas estaria mentindo se não admitisse que hoje, alguns anos depois, fico de pau duro só de lembrar. Um maluco, toda vez que lembro dessa experiência em que me senti muito mais desejado por outro homem do que pela minha mulher gostosa.

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