MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 06


Como eu disse antes, sempre fui um jovem solitário, não de um jeito extremamente antissocial, mas simplesmente gosto de ficar sozinho. Isso não quer dizer que não tenha amigos.
Com a mudança por causa do divórcio, perdi os poucos amigos que tinha na minha cidade anterior. Quando cheguei no condomínio, tinha muito poucos jovens da minha idade e, além disso, não consegui me enturmar com os outros, então passei quase o verão todo sozinho.
Quando entrei no grupo das MILFs Anônimas, acabei fazendo amizade com um garoto da minha idade chamado Alex. A gente já tinha conversado um pouco antes das reuniões começarem, e uma noite nos encontramos quando ambos saíamos de apartamentos vizinhos. Naquela noite, ficamos conversando um tempo e descobrimos que tínhamos interesses parecidos, entre eles, claro, o amor pelas MILFs.
O garoto morava a algumas ruas de distância, em outro complexo de apartamentos. Ele tinha entrado no grupo 4 meses antes de mim, sendo recrutado pela dona Elide depois que ela o pegou espiando um par de MILFs num parque perto dali.
No começo, ele achou que era uma brincadeira, mas, assim como eu, já tinha ouvido boatos na internet, então decidiu tentar a sorte.
Desde então, ele tinha ido sem falta a todos os encontros. Entre nós dois, trocávamos histórias das MILFs que a gente tinha comido pra ficar preparado pra próxima reunião. Curiosamente, ele me contou que a primeira vez dele também foi com a dona Cláudia, o que me fez suspeitar que aquela urna era manipulada pela dona Elide.
Ele também se surpreendia com o quanto essas MILFs podiam ser putinhas e perversas, e até agora o mais extremo que ele tinha pego foi a dona Carolina, do 305. Quando chegou no apartamento dela, ele se assustou ao encontrar o marido dela lá, mas a surpresa foi ainda maior quando a senhora disse que o cara só ia observar enquanto eles transavam. Embora tenha ficado nervoso no começo, ele acabou comendo a senhora enquanto o marido se masturbava vendo eles. Entrar na escola me deu prazer descobrir que o Alex estava na mesma sala que eu. A gente passava as tardes jogando videogame, vendo filmes e, claro, falando das milf que a gente comia. O Alex tava na mesma situação familiar que eu; os pais dele também eram divorciados e ele morava com a mãe, dona Rosy, que trabalhava num escritório. Dona Rosy tinha 52 anos, era gente boa e, assim como a gente, ela ficou amiga da minha mãe. O Alex tinha uma certa inveja de mim por morar no condomínio onde rolavam os encontros, mas expliquei que eu tava sujeito às mesmas regras que ele, já que não podia revelar pras milf que eu era participante dos encontros nem transar com elas fora dos dias marcados. O aviso da próxima reunião chegou durante a semana, seria sábado à tarde. A sorte tava do meu lado mais uma vez, porque minha mãe teria que trabalhar naquele dia. A verdade é que eu já tinha decidido que o Alex seria o cara que eu queria pra primeira vez da minha mãe no grupo. Sabia que ele ia tratar ela bem e fazer ela gozar como ela merecia. Esperava que, se o número dele ou o meu não fosse sorteado, eu pudesse negociar com o cara em questão. Obviamente, não tinha falado nada disso pro Alex, porque ainda não era certo que minha mãe fosse uma Madura Anônima e também não queria criar esperanças no cara, já que mais de uma vez vi ele dando umas olhadas cheias de tesão na minha mãe quando a gente tava na minha casa. Naquela tarde, a gente ficou junto conversando um pouco até chegar a hora e fomos juntos com nossas máscaras pro barracão. Quando nos viu chegando juntos, dona Elide nos chamou de lado pra falar em particular com a gente. — Vejo que ficaram amigos. Isso facilita as coisas pra mim. Hoje à noite tenho um pedido especial e acho que vocês dois são perfeitos pra isso. Não vão participar do sorteio hoje, vão pro apartamento 208 e sigam o procedimento estabelecido. Espero que os dois se comportem bem. — disse a senhora, e depois retirar-se para começar a reunião.
Ficamos meio surpresos com a estranheza da situação, mas não tivemos escolha a não ser aceitar e seguir para o nosso destino. Senti um pouco de medo com aquele pedido especial, ainda lembrava do último que me deram.
Como o Alex tinha mais tempo de estrada do que eu, perguntei se esse tipo de situação era comum.
— Sinceramente, é a primeira vez que acontece comigo, mas já ouvi dizer que às vezes a senhora escolhe seus favoritos para tarefas especiais. Honestamente, achei que finalmente íamos comer ela, ouvi dizer que ela adora ser comida por vários caras. — disse o Alex.
Não consegui evitar rir ao lembrar daquela noite em que espiei ela enquanto três caras comiam ela.
Ao chegar no apartamento em questão, batemos na porta 5 vezes, como era o protocolo, e esperamos.
Fomos recebidos por 2 milf animadas que, como sempre, usavam máscaras para esconder a identidade. As máscaras eram a única coisa que elas vestiam, pois estavam completamente peladas, então nos pegaram rapidamente pelas mãos e nos puxaram para dentro do apartamento.
— Desculpem a recepção, mas estávamos super ansiosas e não conseguimos esperar vocês chegarem. Sou a Lety e essa é minha irmã Mary. — disse uma delas.
— Prazer, guris. Minha irmã finalmente me convenceu de que eu devia provar uma boa rola jovem, já que a do imbecil do meu marido não serve pra nada. — respondeu a irmã.
— Por isso pedimos pra mandarem um par de caras dispostos a meter forte até a gente ficar satisfeita, então é melhor não nos decepcionarem. — continuou a Lety.
A Lety era magra, de cabelo curto e castanho. Tinha quadris largos e peitos médios, com a buceta raspada. A Mary era gorda, de cabelo comprido e preto, com peitos enormes. A buceta dela era peluda, mas bem cuidada.
Cada uma nos pegou pela mão e nos levou até o quarto, onde o cheiro de sexo era evidente, além de ter vários consolos na cama que dava pra ver que tinham acabado de ser usados.
As milf sentaram juntas na cama.
— O que Dizem que se a gente mostrar a mercadoria? Mas façam de um jeito sensual, deliciem nossas pupilas. — disse Lety.
Alex e eu nos olhamos e demos de ombros. Em seguida, tentamos fazer nossa melhor imitação de strippers e começamos a tirar a roupa. As irmãs estavam morrendo de rir com nossa performance e não paravam de rir e assobiar.
Assim que ficamos nus com nossas picas de fora, vimos elas lamberem os lábios.
— Mas olha só que ferramentas esses dois carregam, Mary. Fico com água na buceta só de ver. — disse Lety.
— Uff, você tinha razão, irmã, devia ter te ouvido há muito tempo. — respondeu Mary.
— Antes de começar, vocês têm que fazer algo por nós. Queremos que vocês se masturbem, vamos ver se essas picas conseguem crescer mais. — disse Lety.
Nós dois obedecemos e começamos a nos masturbar na frente das milf, que não demoraram a fazer o mesmo. De relance, observei a pica do Alex, era mais comprida que a minha, mas mais fina.
As milf enfiavam os dedos nas bucetas delas enquanto a gente massageava nossas picas. Logo começaram a gemer e ofegar, e de repente cada uma levou a mão até a buceta da outra para continuar se dando prazer. As milf se fundiram num beijo lésbico que fez a gente aumentar a intensidade das nossas punhetas.
— Queremos que vocês façam o mesmo que a gente. Se masturbem um ao outro. — pediu Lety.
Alex e eu nos olhamos e, para a surpresa das milf, fizemos sem hesitar. A verdade é que não era a primeira vez que a gente fazia isso. Numa ocasião em que estávamos sozinhos, começamos a ver pornô no computador. A coisa foi esquentando até que a gente tirou nossas picas e nos masturbamos juntos. Talvez fosse o fato de ter experimentado tantas coisas com as milf que nunca achamos que faríamos, o que tinha diminuído nosso pudor, ou talvez fosse ter que esperar até o próximo encontro para acalmar nossas vontades. Seja lá o que fosse, nos fez experimentar um pouco. Alex foi quem, de surpresa, agarrou minha pica e começou a Punhetar pra mim. Me surpreendi no começo, mas antes que eu percebesse já tava retribuindo o favor com a pica dele na minha mão.
Agora a gente tava de pé repetindo aquela tarefa sob o olhar divertido e excitado das irmãs. Nossas mãos percorriam a pica um do outro, a minha num ritmo lento e a do Alex um pouco mais rápida. As milf estavam maravilhadas com a gente.
-Puxa, olha só, irmã, parece que a gente pegou uns garotos ousados. É melhor a gente começar antes que eles gozem. Venham aqui, garotos. Essas bucetas maduras tão ansiosas pra sentir suas línguas.- disse a Lety, e as duas abriram as pernas, deixando a gente ver as bocetas molhadas delas.
Eu e Alex nos separamos e fomos em direção às milf. Eu me ajoelhei na frente da Lety e ele na frente da Mary. As bocetas ansiosas delas esperavam a gente com impaciência. Mal encostei minha língua na xota e já percebi que tava muito encharcada, e não só isso: tinha restos de gozadas anteriores, resultado da sessão que elas tinham tido antes da gente chegar.
Como das outras vezes, ataquei aquela boceta madura sem piedade.
-Mmm, que gostoso, esses garotos sabem o que tão fazendo.- disse a Mary entre gemidos.
-Ahhh, pode crer, são os melhores.- disse a Lety.
A coroa pegou minha cabeça e afundou com força na virilha dela, gemendo com os ataques da minha língua na boceta dela. Dava pra ouvir a outra senhora gemendo, o que mostrava que meu amigo também tava fazendo o trabalho direito.
Aquela xota depilada tinha uns lábios grandes e um clitóris grosso. Os sucos dela escorriam enquanto minha língua penetrava lá dentro.
Não demorou muito e as milf gozaram, enchendo nossa cara com os líquidos delas. As duas caíram extasiadas na cama, ofegando de prazer.
Depois de recuperar o fôlego, a Lety pediu pra gente ficar de pé. Quando a gente fez isso, nossas picas duras e eretas ficaram na frente delas. As milf passaram a língua nos lábios e rapidamente aproximaram as bocas famintas até elas.
A Mary se jogou na minha pica e a Lety... Foi sobre a da Alex. As senhoras engoliram nossas jovens pirocas com luxúria, saboreando elas por completo.
Mary me fazia um boquete calmo e com carinho, chupando suavemente a cabeça do meu pau e depois lambendo devagar o tronco pra subir e engolir ele aos poucos. Lety, por sua vez, era uma fera no cio com a pica do Alex, dava pra ver como ela enfiava ela toda até a base sem hesitar, pra depois tirar e meter de novo na boca molhada com força e rapidez enquanto acariciava as bolas do meu amigo.
Não duramos muito diante daquelas mamadoras experientes e gozamos, primeiro Alex e depois eu, esvaziando nosso leite na boca daquele par de senhoras ardentes.
As putinhas não deixaram escapar nem uma gota e depois se fundiram num beijo, trocando nossas gozadas dentro das bocas delas. Aquilo foi mais que suficiente pra nos botar pra funcionar de novo, e nossas pirocas ficaram duras outra vez.
— Por isso que eu gosto de jovens, eles têm a resistência necessária pra satisfazer velhas safadas como a gente — disse Lety. — Muito bem, garotos, por enquanto quero que vocês cuidem da minha irmã. A coitada tá há um tempão sem uma boa pica e merece aproveitar.
— Venham aqui, corações. Deem pra essa velha o que ela merece — disse Mary, nos chamando.
Mary queria fazer uma dupla penetração, então Alex se deitou na cama pra isso. Em seguida, Mary montou nele e enfiou a pica dele na buceta de uma vez, gemendo forte ao fazer isso.
— Ahhh, que delícia. Como eu sentia falta de ter uma pica grossa dentro de mim — gemeu a senhora. — Deixa eu aproveitar ela um pouco antes de você meter no meu cu — disse ela, se dirigindo a mim.
Eu me afastei pra deixar a senhora curtir a pica do meu amigo e fui parar ao lado da Lety, que estava sentada num sofá perto. Ela começou a acariciar meu pau devagar enquanto a gente curtia o espetáculo.
Eu tinha uma dúvida sobre a relação das duas e aquele era o momento certo pra investigar mais a respeito.
—Desculpe a intromissão, senhora, mas queria saber como é que, sendo irmãs, vocês transam juntas sem nenhum pudor ou inibição. — perguntei.
—Bom, a verdade é que começamos a fazer isso desde novas. Sempre fomos muito unidas e não temos muita diferença de idade, então tivemos dúvidas sobre sexo quase ao mesmo tempo. Crescemos nos anos 70, uma época meio sem freio. Começamos a experimentar juntas e, com o tempo, aprendemos a nos dar prazer. No começo, sentimos um pouco de remorso, afinal o incesto sempre foi malvisto pela sociedade, mas entre a gente só existia amor e prazer, então não importava o que a sociedade dissesse. Com o passar dos anos, continuamos tendo encontros prazerosos, especialmente desde que meu cunhado nem se dá ao trabalho de satisfazer ela. Sabemos que nossa relação não é normal, mas enquanto formos felizes, quem se importa com o que os outros falam? — respondeu a senhora.
Fiquei calado, pensando no que acabara de ouvir, até que a voz de Mary me tirou dos meus pensamentos.
—Agora sim, gato. Traz esse pedaço de carne aqui e enfia tudo no meu cu. — disse Mary, pronta para me receber.
Focando no meu trabalho, me preparei para dar àquela senhora o prazer que ela tanto desejava. Separei as nádegas dela e direcionei meu pau até a bunda dela, onde encontrei pouca resistência, parecia que ela já estava acostumada a receber coisas lá dentro.
—Mmmmm, o que vocês estão esperando, garotos? Me façam gritar de prazer. — disse Mary, ansiosa.
Aos poucos, começamos a meter e tirar nossas picas dos buracos dela, meio desajeitados no começo, mas devagar encontramos um ritmo juntos. Enquanto o Alex entrava, eu saía, e vice-versa. Os gemidos da coroa nos mostraram que estávamos fazendo bem o nosso trabalho.
—O que você acha, irmãzinha? Tá curtindo essas pirocas? — perguntou Lety, se masturbando no sofá.
—Siim, irmã, ahhh, isso que tava me fazendo falta, mmmmm, com força, garotos, encham meus buracos de porra, uffff. — dizia Mary.
As as embestidas aumentaram de intensidade, Alex e eu grunhíamos de prazer fodendo a senhora. Eu dava uns bons tapas naquele rabão enquanto Alex focava nas tetonas dela. A coroa gritava pedindo mais, gemia sem controle enquanto a irmã dela nos incentivava do sofá.
— Assim, metam com força, mmmm, façam ela gozar como merece, até não aguentar mais. — dizia Lety.
— Aiii, irmã, que gostoso que tão me dando, ahhhh, siiiim, que delícia, garotos, não parem, mmmm. — gemia Mary.
Mary soltou um berro de prazer e gozou enquanto a gente continuava bombando ela atrás dos nossos orgasmos. Eles não demoraram a chegar e fui eu o primeiro a gozar, esvaziando meu leite no cu dela. Alex gozou pouco depois, disparando a porra dele dentro da buceta dela.
Mary desabou em cima do Alex enquanto eu tirava meu pau do cu dela. Alex fez o mesmo e a porra escorria dos buracos dela.
— Agora é minha vez, garotos, mas vamos fazer algo diferente dessa vez. — disse Lety se levantando e vindo na nossa direção.
Seguimos as instruções e dessa vez era minha vez de deitar na cama. Na posição, com o pau duro, Lety montou em mim e foi descendo devagar, de costas, enfiando meu pau na buceta dela.
— Mmmmm, que gostoso que é enfiar um pau bom. Agora, querido, vem aqui e mete também na minha buceta, quero sentir vocês dois dentro da minha racha. — disse Lety se virando pro Alex.
Isso era novidade pra nós dois, mas tantas experiências tinham deixado a gente de mente aberta e pronto pra coisas novas.
Alex veio até a gente e, pegando o pau dele, começou a deslizar dentro da Lety, que, graças a toda a ação anterior, tinha a buceta bem lubrificada e apertada, o que facilitou a entrada. Quanto a mim, tenho que admitir que era estranho sentir o pau do meu amigo roçando no meu, mas aos poucos a sensação foi ficando prazerosa.
Assim como com a irmã dela, não demoramos encontrar nosso ritmo, só que dessa vez a gente metia e tirava as picas ao mesmo tempo. Os gemidos da Lety mostravam que a gente tava fazendo bem o serviço.
— Ahhhh, mais, com força, garotos, mmmm, não parem, enfiem as picas de vocês até o fundo — gemia a coroa.
— Não é incrível ter duas picas bem enfiadas? — perguntou a Mary pra irmã dela.
— Mmmmm, siiiim, é a melhor coisa, ahhh que gostoso. Só falta uma coisa pra eu ficar completa. Traz essa buceta pra cá, irmãzinha — disse a Lety.
A Mary se levantou e subiu na cama enquanto a Lety se deitava pra trás em cima de mim. Eu vi a Mary se posicionar sobre a gente e depois deixar cair a buceta peluda dela na boca faminta da irmã.
Logo os gemidos voltaram a encher o quarto, com aquelas milf e a gente curtindo o sexo sem pudor nenhum.
— Ahhhh, que gostoso, irmã, você sempre foi a melhor me chupando a buceta, não para, ufffff, siiiim — gemeu a Mary.
A língua habilidosa da Lety fez a irmã gozar primeiro, derramando os sucos dela no rosto, e um pouco até chegou na minha boca, onde pude provar.
A gente continuou metendo sem parar, tentando levar a coroa ao orgasmo.
— Mais, me dá mais, ahhhhh, siiiim, não parem, vou gozaaaar, uuuugghhh — gritou a Lety, chegando ao clímax.
Nós dois gozamos ao mesmo tempo, enchendo a buceta da Lety com nosso esperma, que começou a escorrer sem controle pela racha dela. Tiramos as picas de dentro, deixando ela deitada na cama, e sem perder um segundo a Mary se jogou na buceta da irmã pra se deliciar com aquela mistura de gozadas. Depois de dar uma boa lambida, ela se juntou à irmã num beijo lésbico e incestuoso, dividindo o fruto do prazer delas.
Eu e o Alex saímos daquele apartamento já bem tarde da noite, aquelas milf eram insaciáveis. Mesmo depois de se despedir da gente, a gente ainda ouviu elas planejando continuar se divertindo entre si até de madrugada. Acho que ia precisar de todos os membros do Clube para deixá-las satisfeitas.
Já que estávamos exaustos, decidimos pegar algo pra comer pra recuperar as forças. Nós dois tínhamos avisado em casa que íamos sair juntos, então não teria problema.
Depois de comer num barraquinha perto do lugar e bater um papo, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei no apartamento, achei que minha mãe já tivesse voltado do trabalho e estivesse vendo TV como sempre, mas a sala estava vazia. A bolsa dela em cima da mesa mostrava que ela tava ali, provavelmente no quarto dela dormindo. Fui em silêncio pro meu quarto, mas quando passei pelo quarto dela, ouvi claramente o barulho inconfundível de gemidos. Mas não era só isso, porque notei que a porta estava entreaberta, coisa que ela sempre fecha completamente e tranca. Fiquei paralisado; o que eu devia fazer, fingir que não tinha ouvido nada e seguir meu caminho ou aproveitar a oportunidade e espiar? Os gemidos eram intensos, meu pau começou a acordar dentro da calça. No final, o tesão venceu e, devagar, me aproximei da porta.
Quando olhei pra dentro, me deparei com uma visão maravilhosa: minha mãe na cama, com as pernas abertas, enfiando um consolo na buceta peluda dela. Ela tava de olhos fechados e com um fone de ouvido conectado no notebook, o que explicava por que não tinha me ouvido chegar e por que gemia com tanta força.
Minha mãe apertava os peitos com uma mão enquanto com a outra enfiava aquele consolo vermelho até quase fazer ele sumir; ela gemia com gosto enquanto o corpo suado se contorcia no ritmo das investidas.
Sem perder tempo, tirei o pau da calça e comecei a bater uma ali mesmo, curtindo aquele espetáculo erótico e proibido.
Se minha mãe tivesse aberto os olhos, com certeza teria me visto ali com o pau na mão, mas ela tava tão concentrada e perdida no prazer que nem percebeu. O consolo entrava Com mais força e rapidez lá dentro, levou dois dedos à boca e, depois de molhá-los com saliva, os jogou contra o clitóris para esfregá-lo com fúria.
Ficava me perguntando que tipo de pornô podia estar passando pra ela se masturbar com tanto fervor.
Os gemidos aumentaram, a respiração dela ficou ofegante, num movimento só tirou o brinquedo inteiro da buceta e depois enfiou com força, soltando um grito de prazer enquanto o corpo arqueava e o orgasmo chegava. Aquilo foi tão maravilhoso e excitante que eu também gozei, jogando meu esperma no chão fora do quarto da minha mãe.
Tive sorte que minha mãe manteve os olhos fechados enquanto respirava pesado, se recuperando do orgasmo. Vi como os lençóis estavam molhados por causa da gozada dela. Uma força dentro de mim dizia pra entrar no quarto, pegar minha mãe nos braços e foder ela com luxúria. Recuperei o bom senso e, depois de limpar rápido minha gozada do chão, saí correndo pro meu quarto.
Não consegui pegar no sono até altas horas da madrugada. Pensei nas palavras da dona Lety. Cada dia que passava, o desejo pela minha mãe crescia mais e mais; por enquanto eu tinha autocontrole suficiente pra segurar meus impulsos por ela. Mas por quanto tempo mais ia conseguir? E o que ia acontecer quando finalmente cedesse à luxúria e ao tesão?


Salve. O Poringa fechou minha conta anterior, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo meus contos.
CAPÍTULO 06


Como eu disse antes, sempre fui um jovem solitário, não de um jeito extremamente antissocial, mas simplesmente gosto de ficar sozinho. Isso não quer dizer que não tenha amigos.
Com a mudança por causa do divórcio, perdi os poucos amigos que tinha na minha cidade anterior. Quando cheguei no condomínio, tinha muito poucos jovens da minha idade e, além disso, não consegui me enturmar com os outros, então passei quase o verão todo sozinho.
Quando entrei no grupo das MILFs Anônimas, acabei fazendo amizade com um garoto da minha idade chamado Alex. A gente já tinha conversado um pouco antes das reuniões começarem, e uma noite nos encontramos quando ambos saíamos de apartamentos vizinhos. Naquela noite, ficamos conversando um tempo e descobrimos que tínhamos interesses parecidos, entre eles, claro, o amor pelas MILFs.
O garoto morava a algumas ruas de distância, em outro complexo de apartamentos. Ele tinha entrado no grupo 4 meses antes de mim, sendo recrutado pela dona Elide depois que ela o pegou espiando um par de MILFs num parque perto dali.
No começo, ele achou que era uma brincadeira, mas, assim como eu, já tinha ouvido boatos na internet, então decidiu tentar a sorte.
Desde então, ele tinha ido sem falta a todos os encontros. Entre nós dois, trocávamos histórias das MILFs que a gente tinha comido pra ficar preparado pra próxima reunião. Curiosamente, ele me contou que a primeira vez dele também foi com a dona Cláudia, o que me fez suspeitar que aquela urna era manipulada pela dona Elide.
Ele também se surpreendia com o quanto essas MILFs podiam ser putinhas e perversas, e até agora o mais extremo que ele tinha pego foi a dona Carolina, do 305. Quando chegou no apartamento dela, ele se assustou ao encontrar o marido dela lá, mas a surpresa foi ainda maior quando a senhora disse que o cara só ia observar enquanto eles transavam. Embora tenha ficado nervoso no começo, ele acabou comendo a senhora enquanto o marido se masturbava vendo eles. Entrar na escola me deu prazer descobrir que o Alex estava na mesma sala que eu. A gente passava as tardes jogando videogame, vendo filmes e, claro, falando das milf que a gente comia. O Alex tava na mesma situação familiar que eu; os pais dele também eram divorciados e ele morava com a mãe, dona Rosy, que trabalhava num escritório. Dona Rosy tinha 52 anos, era gente boa e, assim como a gente, ela ficou amiga da minha mãe. O Alex tinha uma certa inveja de mim por morar no condomínio onde rolavam os encontros, mas expliquei que eu tava sujeito às mesmas regras que ele, já que não podia revelar pras milf que eu era participante dos encontros nem transar com elas fora dos dias marcados. O aviso da próxima reunião chegou durante a semana, seria sábado à tarde. A sorte tava do meu lado mais uma vez, porque minha mãe teria que trabalhar naquele dia. A verdade é que eu já tinha decidido que o Alex seria o cara que eu queria pra primeira vez da minha mãe no grupo. Sabia que ele ia tratar ela bem e fazer ela gozar como ela merecia. Esperava que, se o número dele ou o meu não fosse sorteado, eu pudesse negociar com o cara em questão. Obviamente, não tinha falado nada disso pro Alex, porque ainda não era certo que minha mãe fosse uma Madura Anônima e também não queria criar esperanças no cara, já que mais de uma vez vi ele dando umas olhadas cheias de tesão na minha mãe quando a gente tava na minha casa. Naquela tarde, a gente ficou junto conversando um pouco até chegar a hora e fomos juntos com nossas máscaras pro barracão. Quando nos viu chegando juntos, dona Elide nos chamou de lado pra falar em particular com a gente. — Vejo que ficaram amigos. Isso facilita as coisas pra mim. Hoje à noite tenho um pedido especial e acho que vocês dois são perfeitos pra isso. Não vão participar do sorteio hoje, vão pro apartamento 208 e sigam o procedimento estabelecido. Espero que os dois se comportem bem. — disse a senhora, e depois retirar-se para começar a reunião.
Ficamos meio surpresos com a estranheza da situação, mas não tivemos escolha a não ser aceitar e seguir para o nosso destino. Senti um pouco de medo com aquele pedido especial, ainda lembrava do último que me deram.
Como o Alex tinha mais tempo de estrada do que eu, perguntei se esse tipo de situação era comum.
— Sinceramente, é a primeira vez que acontece comigo, mas já ouvi dizer que às vezes a senhora escolhe seus favoritos para tarefas especiais. Honestamente, achei que finalmente íamos comer ela, ouvi dizer que ela adora ser comida por vários caras. — disse o Alex.
Não consegui evitar rir ao lembrar daquela noite em que espiei ela enquanto três caras comiam ela.
Ao chegar no apartamento em questão, batemos na porta 5 vezes, como era o protocolo, e esperamos.
Fomos recebidos por 2 milf animadas que, como sempre, usavam máscaras para esconder a identidade. As máscaras eram a única coisa que elas vestiam, pois estavam completamente peladas, então nos pegaram rapidamente pelas mãos e nos puxaram para dentro do apartamento.
— Desculpem a recepção, mas estávamos super ansiosas e não conseguimos esperar vocês chegarem. Sou a Lety e essa é minha irmã Mary. — disse uma delas.
— Prazer, guris. Minha irmã finalmente me convenceu de que eu devia provar uma boa rola jovem, já que a do imbecil do meu marido não serve pra nada. — respondeu a irmã.
— Por isso pedimos pra mandarem um par de caras dispostos a meter forte até a gente ficar satisfeita, então é melhor não nos decepcionarem. — continuou a Lety.
A Lety era magra, de cabelo curto e castanho. Tinha quadris largos e peitos médios, com a buceta raspada. A Mary era gorda, de cabelo comprido e preto, com peitos enormes. A buceta dela era peluda, mas bem cuidada.
Cada uma nos pegou pela mão e nos levou até o quarto, onde o cheiro de sexo era evidente, além de ter vários consolos na cama que dava pra ver que tinham acabado de ser usados.
As milf sentaram juntas na cama.
— O que Dizem que se a gente mostrar a mercadoria? Mas façam de um jeito sensual, deliciem nossas pupilas. — disse Lety.
Alex e eu nos olhamos e demos de ombros. Em seguida, tentamos fazer nossa melhor imitação de strippers e começamos a tirar a roupa. As irmãs estavam morrendo de rir com nossa performance e não paravam de rir e assobiar.
Assim que ficamos nus com nossas picas de fora, vimos elas lamberem os lábios.
— Mas olha só que ferramentas esses dois carregam, Mary. Fico com água na buceta só de ver. — disse Lety.
— Uff, você tinha razão, irmã, devia ter te ouvido há muito tempo. — respondeu Mary.
— Antes de começar, vocês têm que fazer algo por nós. Queremos que vocês se masturbem, vamos ver se essas picas conseguem crescer mais. — disse Lety.
Nós dois obedecemos e começamos a nos masturbar na frente das milf, que não demoraram a fazer o mesmo. De relance, observei a pica do Alex, era mais comprida que a minha, mas mais fina.
As milf enfiavam os dedos nas bucetas delas enquanto a gente massageava nossas picas. Logo começaram a gemer e ofegar, e de repente cada uma levou a mão até a buceta da outra para continuar se dando prazer. As milf se fundiram num beijo lésbico que fez a gente aumentar a intensidade das nossas punhetas.
— Queremos que vocês façam o mesmo que a gente. Se masturbem um ao outro. — pediu Lety.
Alex e eu nos olhamos e, para a surpresa das milf, fizemos sem hesitar. A verdade é que não era a primeira vez que a gente fazia isso. Numa ocasião em que estávamos sozinhos, começamos a ver pornô no computador. A coisa foi esquentando até que a gente tirou nossas picas e nos masturbamos juntos. Talvez fosse o fato de ter experimentado tantas coisas com as milf que nunca achamos que faríamos, o que tinha diminuído nosso pudor, ou talvez fosse ter que esperar até o próximo encontro para acalmar nossas vontades. Seja lá o que fosse, nos fez experimentar um pouco. Alex foi quem, de surpresa, agarrou minha pica e começou a Punhetar pra mim. Me surpreendi no começo, mas antes que eu percebesse já tava retribuindo o favor com a pica dele na minha mão.
Agora a gente tava de pé repetindo aquela tarefa sob o olhar divertido e excitado das irmãs. Nossas mãos percorriam a pica um do outro, a minha num ritmo lento e a do Alex um pouco mais rápida. As milf estavam maravilhadas com a gente.
-Puxa, olha só, irmã, parece que a gente pegou uns garotos ousados. É melhor a gente começar antes que eles gozem. Venham aqui, garotos. Essas bucetas maduras tão ansiosas pra sentir suas línguas.- disse a Lety, e as duas abriram as pernas, deixando a gente ver as bocetas molhadas delas.
Eu e Alex nos separamos e fomos em direção às milf. Eu me ajoelhei na frente da Lety e ele na frente da Mary. As bocetas ansiosas delas esperavam a gente com impaciência. Mal encostei minha língua na xota e já percebi que tava muito encharcada, e não só isso: tinha restos de gozadas anteriores, resultado da sessão que elas tinham tido antes da gente chegar.
Como das outras vezes, ataquei aquela boceta madura sem piedade.
-Mmm, que gostoso, esses garotos sabem o que tão fazendo.- disse a Mary entre gemidos.
-Ahhh, pode crer, são os melhores.- disse a Lety.
A coroa pegou minha cabeça e afundou com força na virilha dela, gemendo com os ataques da minha língua na boceta dela. Dava pra ouvir a outra senhora gemendo, o que mostrava que meu amigo também tava fazendo o trabalho direito.
Aquela xota depilada tinha uns lábios grandes e um clitóris grosso. Os sucos dela escorriam enquanto minha língua penetrava lá dentro.
Não demorou muito e as milf gozaram, enchendo nossa cara com os líquidos delas. As duas caíram extasiadas na cama, ofegando de prazer.
Depois de recuperar o fôlego, a Lety pediu pra gente ficar de pé. Quando a gente fez isso, nossas picas duras e eretas ficaram na frente delas. As milf passaram a língua nos lábios e rapidamente aproximaram as bocas famintas até elas.
A Mary se jogou na minha pica e a Lety... Foi sobre a da Alex. As senhoras engoliram nossas jovens pirocas com luxúria, saboreando elas por completo.
Mary me fazia um boquete calmo e com carinho, chupando suavemente a cabeça do meu pau e depois lambendo devagar o tronco pra subir e engolir ele aos poucos. Lety, por sua vez, era uma fera no cio com a pica do Alex, dava pra ver como ela enfiava ela toda até a base sem hesitar, pra depois tirar e meter de novo na boca molhada com força e rapidez enquanto acariciava as bolas do meu amigo.
Não duramos muito diante daquelas mamadoras experientes e gozamos, primeiro Alex e depois eu, esvaziando nosso leite na boca daquele par de senhoras ardentes.
As putinhas não deixaram escapar nem uma gota e depois se fundiram num beijo, trocando nossas gozadas dentro das bocas delas. Aquilo foi mais que suficiente pra nos botar pra funcionar de novo, e nossas pirocas ficaram duras outra vez.
— Por isso que eu gosto de jovens, eles têm a resistência necessária pra satisfazer velhas safadas como a gente — disse Lety. — Muito bem, garotos, por enquanto quero que vocês cuidem da minha irmã. A coitada tá há um tempão sem uma boa pica e merece aproveitar.
— Venham aqui, corações. Deem pra essa velha o que ela merece — disse Mary, nos chamando.
Mary queria fazer uma dupla penetração, então Alex se deitou na cama pra isso. Em seguida, Mary montou nele e enfiou a pica dele na buceta de uma vez, gemendo forte ao fazer isso.
— Ahhh, que delícia. Como eu sentia falta de ter uma pica grossa dentro de mim — gemeu a senhora. — Deixa eu aproveitar ela um pouco antes de você meter no meu cu — disse ela, se dirigindo a mim.
Eu me afastei pra deixar a senhora curtir a pica do meu amigo e fui parar ao lado da Lety, que estava sentada num sofá perto. Ela começou a acariciar meu pau devagar enquanto a gente curtia o espetáculo.
Eu tinha uma dúvida sobre a relação das duas e aquele era o momento certo pra investigar mais a respeito.
—Desculpe a intromissão, senhora, mas queria saber como é que, sendo irmãs, vocês transam juntas sem nenhum pudor ou inibição. — perguntei.
—Bom, a verdade é que começamos a fazer isso desde novas. Sempre fomos muito unidas e não temos muita diferença de idade, então tivemos dúvidas sobre sexo quase ao mesmo tempo. Crescemos nos anos 70, uma época meio sem freio. Começamos a experimentar juntas e, com o tempo, aprendemos a nos dar prazer. No começo, sentimos um pouco de remorso, afinal o incesto sempre foi malvisto pela sociedade, mas entre a gente só existia amor e prazer, então não importava o que a sociedade dissesse. Com o passar dos anos, continuamos tendo encontros prazerosos, especialmente desde que meu cunhado nem se dá ao trabalho de satisfazer ela. Sabemos que nossa relação não é normal, mas enquanto formos felizes, quem se importa com o que os outros falam? — respondeu a senhora.
Fiquei calado, pensando no que acabara de ouvir, até que a voz de Mary me tirou dos meus pensamentos.
—Agora sim, gato. Traz esse pedaço de carne aqui e enfia tudo no meu cu. — disse Mary, pronta para me receber.
Focando no meu trabalho, me preparei para dar àquela senhora o prazer que ela tanto desejava. Separei as nádegas dela e direcionei meu pau até a bunda dela, onde encontrei pouca resistência, parecia que ela já estava acostumada a receber coisas lá dentro.
—Mmmmm, o que vocês estão esperando, garotos? Me façam gritar de prazer. — disse Mary, ansiosa.
Aos poucos, começamos a meter e tirar nossas picas dos buracos dela, meio desajeitados no começo, mas devagar encontramos um ritmo juntos. Enquanto o Alex entrava, eu saía, e vice-versa. Os gemidos da coroa nos mostraram que estávamos fazendo bem o nosso trabalho.
—O que você acha, irmãzinha? Tá curtindo essas pirocas? — perguntou Lety, se masturbando no sofá.
—Siim, irmã, ahhh, isso que tava me fazendo falta, mmmmm, com força, garotos, encham meus buracos de porra, uffff. — dizia Mary.
As as embestidas aumentaram de intensidade, Alex e eu grunhíamos de prazer fodendo a senhora. Eu dava uns bons tapas naquele rabão enquanto Alex focava nas tetonas dela. A coroa gritava pedindo mais, gemia sem controle enquanto a irmã dela nos incentivava do sofá.
— Assim, metam com força, mmmm, façam ela gozar como merece, até não aguentar mais. — dizia Lety.
— Aiii, irmã, que gostoso que tão me dando, ahhhh, siiiim, que delícia, garotos, não parem, mmmm. — gemia Mary.
Mary soltou um berro de prazer e gozou enquanto a gente continuava bombando ela atrás dos nossos orgasmos. Eles não demoraram a chegar e fui eu o primeiro a gozar, esvaziando meu leite no cu dela. Alex gozou pouco depois, disparando a porra dele dentro da buceta dela.
Mary desabou em cima do Alex enquanto eu tirava meu pau do cu dela. Alex fez o mesmo e a porra escorria dos buracos dela.
— Agora é minha vez, garotos, mas vamos fazer algo diferente dessa vez. — disse Lety se levantando e vindo na nossa direção.
Seguimos as instruções e dessa vez era minha vez de deitar na cama. Na posição, com o pau duro, Lety montou em mim e foi descendo devagar, de costas, enfiando meu pau na buceta dela.
— Mmmmm, que gostoso que é enfiar um pau bom. Agora, querido, vem aqui e mete também na minha buceta, quero sentir vocês dois dentro da minha racha. — disse Lety se virando pro Alex.
Isso era novidade pra nós dois, mas tantas experiências tinham deixado a gente de mente aberta e pronto pra coisas novas.
Alex veio até a gente e, pegando o pau dele, começou a deslizar dentro da Lety, que, graças a toda a ação anterior, tinha a buceta bem lubrificada e apertada, o que facilitou a entrada. Quanto a mim, tenho que admitir que era estranho sentir o pau do meu amigo roçando no meu, mas aos poucos a sensação foi ficando prazerosa.
Assim como com a irmã dela, não demoramos encontrar nosso ritmo, só que dessa vez a gente metia e tirava as picas ao mesmo tempo. Os gemidos da Lety mostravam que a gente tava fazendo bem o serviço.
— Ahhhh, mais, com força, garotos, mmmm, não parem, enfiem as picas de vocês até o fundo — gemia a coroa.
— Não é incrível ter duas picas bem enfiadas? — perguntou a Mary pra irmã dela.
— Mmmmm, siiiim, é a melhor coisa, ahhh que gostoso. Só falta uma coisa pra eu ficar completa. Traz essa buceta pra cá, irmãzinha — disse a Lety.
A Mary se levantou e subiu na cama enquanto a Lety se deitava pra trás em cima de mim. Eu vi a Mary se posicionar sobre a gente e depois deixar cair a buceta peluda dela na boca faminta da irmã.
Logo os gemidos voltaram a encher o quarto, com aquelas milf e a gente curtindo o sexo sem pudor nenhum.
— Ahhhh, que gostoso, irmã, você sempre foi a melhor me chupando a buceta, não para, ufffff, siiiim — gemeu a Mary.
A língua habilidosa da Lety fez a irmã gozar primeiro, derramando os sucos dela no rosto, e um pouco até chegou na minha boca, onde pude provar.
A gente continuou metendo sem parar, tentando levar a coroa ao orgasmo.
— Mais, me dá mais, ahhhhh, siiiim, não parem, vou gozaaaar, uuuugghhh — gritou a Lety, chegando ao clímax.
Nós dois gozamos ao mesmo tempo, enchendo a buceta da Lety com nosso esperma, que começou a escorrer sem controle pela racha dela. Tiramos as picas de dentro, deixando ela deitada na cama, e sem perder um segundo a Mary se jogou na buceta da irmã pra se deliciar com aquela mistura de gozadas. Depois de dar uma boa lambida, ela se juntou à irmã num beijo lésbico e incestuoso, dividindo o fruto do prazer delas.
Eu e o Alex saímos daquele apartamento já bem tarde da noite, aquelas milf eram insaciáveis. Mesmo depois de se despedir da gente, a gente ainda ouviu elas planejando continuar se divertindo entre si até de madrugada. Acho que ia precisar de todos os membros do Clube para deixá-las satisfeitas.
Já que estávamos exaustos, decidimos pegar algo pra comer pra recuperar as forças. Nós dois tínhamos avisado em casa que íamos sair juntos, então não teria problema.
Depois de comer num barraquinha perto do lugar e bater um papo, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei no apartamento, achei que minha mãe já tivesse voltado do trabalho e estivesse vendo TV como sempre, mas a sala estava vazia. A bolsa dela em cima da mesa mostrava que ela tava ali, provavelmente no quarto dela dormindo. Fui em silêncio pro meu quarto, mas quando passei pelo quarto dela, ouvi claramente o barulho inconfundível de gemidos. Mas não era só isso, porque notei que a porta estava entreaberta, coisa que ela sempre fecha completamente e tranca. Fiquei paralisado; o que eu devia fazer, fingir que não tinha ouvido nada e seguir meu caminho ou aproveitar a oportunidade e espiar? Os gemidos eram intensos, meu pau começou a acordar dentro da calça. No final, o tesão venceu e, devagar, me aproximei da porta.
Quando olhei pra dentro, me deparei com uma visão maravilhosa: minha mãe na cama, com as pernas abertas, enfiando um consolo na buceta peluda dela. Ela tava de olhos fechados e com um fone de ouvido conectado no notebook, o que explicava por que não tinha me ouvido chegar e por que gemia com tanta força.
Minha mãe apertava os peitos com uma mão enquanto com a outra enfiava aquele consolo vermelho até quase fazer ele sumir; ela gemia com gosto enquanto o corpo suado se contorcia no ritmo das investidas.
Sem perder tempo, tirei o pau da calça e comecei a bater uma ali mesmo, curtindo aquele espetáculo erótico e proibido.
Se minha mãe tivesse aberto os olhos, com certeza teria me visto ali com o pau na mão, mas ela tava tão concentrada e perdida no prazer que nem percebeu. O consolo entrava Com mais força e rapidez lá dentro, levou dois dedos à boca e, depois de molhá-los com saliva, os jogou contra o clitóris para esfregá-lo com fúria.
Ficava me perguntando que tipo de pornô podia estar passando pra ela se masturbar com tanto fervor.
Os gemidos aumentaram, a respiração dela ficou ofegante, num movimento só tirou o brinquedo inteiro da buceta e depois enfiou com força, soltando um grito de prazer enquanto o corpo arqueava e o orgasmo chegava. Aquilo foi tão maravilhoso e excitante que eu também gozei, jogando meu esperma no chão fora do quarto da minha mãe.
Tive sorte que minha mãe manteve os olhos fechados enquanto respirava pesado, se recuperando do orgasmo. Vi como os lençóis estavam molhados por causa da gozada dela. Uma força dentro de mim dizia pra entrar no quarto, pegar minha mãe nos braços e foder ela com luxúria. Recuperei o bom senso e, depois de limpar rápido minha gozada do chão, saí correndo pro meu quarto.
Não consegui pegar no sono até altas horas da madrugada. Pensei nas palavras da dona Lety. Cada dia que passava, o desejo pela minha mãe crescia mais e mais; por enquanto eu tinha autocontrole suficiente pra segurar meus impulsos por ela. Mas por quanto tempo mais ia conseguir? E o que ia acontecer quando finalmente cedesse à luxúria e ao tesão?


Salve. O Poringa fechou minha conta anterior, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse.
Também curto conhecer gente que gosta de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar.
Espero que continuem curtindo meus contos.
1 comentários - Anônimas MILF Cap. 06