MILFs ANÔNIMAS
CAPÍTULO 05


Depois da nossa viagem à praia, as coisas tinham voltado ao normal com minha mãe. Agora a gente se via muito menos do que antes, com o trabalho dela e minha escola, eram poucos os momentos que podíamos conviver juntos.
Obviamente ainda tinha o pendente de saber se ela tinha entrado nas Milf Anônimas, mas eu me preocuparia com isso quando chegasse a próxima reunião.
Já tinha finalmente começado a assistir às aulas e, embora houvesse garotas muito gatas na escola, minha paixão continuavam sendo as milfs. Em uma ocasião, esbarrei na senhora Mara pelos corredores e a cumprimentei. Quando ela se afastou, fiquei me perguntando se ela estaria pelada debaixo do uniforme. Fiquei um tempão fantasiando em revelar minha identidade pra ela, me oferecer pra acalmar as ansiedades carnais dela e foder ela na escola; tê-la curvada sobre uma das mesas da sala enquanto metia meu pau na sua buceta peluda.
Muitas vezes tinha passado pela minha cabeça entrar em contato com alguma das milfs com quem tinha estado e revelar minha identidade. Tinha certeza que elas ficariam felizes em ter alguém disposto a foder elas quando quisessem, em vez de ter que esperar pelas reuniões. Mas obviamente era algo que eu nunca faria, tinha certeza que dona Elide ficaria sabendo e tomaria medidas drásticas comigo, até poderia nos expulsar, eu e minha mãe, do apartamento. Por enquanto, continuaria me conformando com as reuniões.
A mensagem da próxima reunião chegou dias depois. Por sorte, dessa vez seria numa sexta à noite, então não teria que me preocupar com a escola.
Naquele dia, minha mãe chegaria do trabalho à noite, justo na hora da reunião. Avisei que sairia pra dar uma volta com meus novos amigos, e ela me pediu pra não voltar tarde.
Cheguei no barracão mais cedo que em outras vezes, não queria perder nenhum número do sorteio; esperaria até o final pra passar, isso com o objetivo de ver se minha mãe tinha entrado na urna.
Se alguém tirasse o número dela, me certificaria de falar com o cara pra pedir que tratasse ela Beleza.
Os caras foram passando um por um até que só sobrou eu. Ninguém tinha tirado o número do meu apartamento, o que podia significar duas coisas: minha mãe ainda não tinha entrado no grupo, ou o número que sobrou era o dela.
Meti a mão com cuidado na urna e tirei o último número: 208. Respirei aliviado. Minha mãe ainda não era uma Madura Anônima. Enquanto me dirigia ao meu destino, uma parte de mim não pôde evitar sentir uma pontinha de decepção por não ter sido a segunda opção.
Deixei esse pensamento de lado e me concentrei no que me esperava.
208. Eu conhecia aquele número, e como conhecia. Era o apartamento da dona Victoria, ou dona Vicky, como todo mundo chamava. Uma antiga amiga da minha mãe.
A amizade delas vinha desde a faculdade, onde as duas tinham estudado juntas. A senhora me conhecia desde que eu era bebê e tinha me visto crescer. Várias vezes ela tinha ido visitar nossa casa e era tipo uma tia pra mim. Quando descobri meu gosto por milfs, algumas das minhas primeiras punhetas tinham sido em homenagem a ela.
Ela era parecida com minha mãe, mas um pouco mais gordinha e de cabelo loiro. Tinha um belo par de peitos que eu tinha imaginado muitas vezes enquanto gozava no meu quarto. Ela era famosa por não ter papas na língua, tinha um jeito meio doido e alegre. Foi ela que tinha sugerido pra minha mãe a gente vir morar nesse condomínio.
Cheguei no apartamento dela e bati como de costume. Se não fosse por conhecê-la antes, eu poderia jurar que tinha errado de porta, porque ela me abriu toda enfiada num traje de freira bem autêntico.
— Boa noite, bem-vindo. Não se preocupa com o hábito, é só uma fantasia. Tenho uma certa fascinação por jogos de papel e fantasias — ela me disse, me deixando entrar. — Espero que não se importe, mas também me excita ser observada, então costumo fazer transmissões por webcam dos encontros. Não se preocupa, ninguém vai te reconhecer por causa da máscara. Só te peço que me siga a... corrente no jogo.
Aquilo parecia divertido e aceitei sem hesitar. Fomos até o quarto dela, onde realmente vi um computador com uma câmera transmitindo tudo o que acontecia.
— Hoje temos aqui este jovem pecador, a quem ajudarei a encontrar o caminho para a luz. Jovem, diga-me seus pecados — disse a senhora.
— Bom, veja, madre, sinto uma atração especial pelas milfs. Adoro elas, as venero e não consigo parar de pensar nelas — respondi, entrando na brincadeira.
— Nossa, isso é muito sério. Quer dizer que um corpo maduro como este te excita? — disse a falsa freira, levantando-se e revelando uma lingerie sensual sob o hábito. — Esta buceta velha e peluda te dá prazer? Esses peitos caídos fazem seu pau ficar duro?
Dona Vicky foi se despindo enquanto falava, ficando só com as meias, a liga e o véu de freira.
Ela tinha um corpo parecido com o das outras milfs: peitos grandes e caídos, buceta peluda mas bem cuidada, barriga saliente, coxas grossas e uma bunda enorme. De certa forma, lembrava a minha mãe.
— Esse é o demônio que te tenta a cometer atos impuros. Precisamos salvar sua alma. Primeiro, deixe-me examinar seu pau — disse a freira.
Levantei-me, tirei a roupa e mostrei meu pau ereto para a câmera. Sem dúvida, tudo aquilo era incrivelmente excitante e divertido. A madura se ajoelhou diante do meu pau.
— Mmm, sim, vejo que o demônio tomou posse deste lindo pau. É meu dever exorcizar esses demônios impuros — e, dizendo isso, levou-o à boca.
Apesar de ter pouca experiência sexual, podia dizer sem medo de errar que Dona Vicky era a melhor chupando pau. A madura estava me dando um boquete magistral: enfiava tudo na boca, passava a língua por todo o tronco até as bolas. Chupava a cabeça grossa como se fosse uma chupeta e depois engolia tudo de uma vez. Conseguia engolir inteiro sem hesitar, e sabia usar a língua. para me dar prazer. Ela movia a cabeça em alta velocidade, fazendo meu pau entrar e sair da sua boca e fazendo minhas pernas tremerem. Eu tinha certeza de que não duraria muito naquela senhora experiente.
-Parece que minha boca não é suficiente para te libertar desses demônios. Vamos ter que tomar medidas drásticas. - disse Vicky, levantando-se e caminhando até a cama, onde deitou de lado e ergueu uma perna, mostrando toda sua buceta para a câmera. - Vem aqui, jovem. Fica atrás de mim para que eu possa te livrar do mal que te aflige.
Me posicionei atrás dela, deitado na cama, e me preparei para penetrar sua buceta.
-Espera! Eu fiz votos de celibato, então minha buceta pertence ao Senhor, mas há outros caminhos. - disse aquela freira promíscua e madura.
Entendendo o que ela queria dizer, direcionei meu pau até seu ânus, onde lentamente o inseri por completo. Ela não era só uma especialista em chupar, mas também tinha o ânus muito bem treinado. Assim que entrei totalmente nela, comecei a sentir seus músculos apertando meu pau. Comecei com o clássico vai e vem lento, mas era óbvio que essa senhora não queria perder tempo, pois começou a empurrar os quadris para trás e para frente, marcando um ritmo rápido. Sempre disposto a agradar, empurrei meu pau com força dentro dela e, em um instante, já estava fodendo-a selvagemente.
-Que gostoso, siii, maaais, mete com força, meu filho, ahhhh sii, tenho que tirar esses demônios de você, uffff. - gemeu a madura.
Continuei penetrando-a, agora mais rapidamente, enquanto erguia uma de suas pernas, oferecendo uma ampla visão da ação aos espectadores. Peguei seu rosto e aproximei sua boca da minha, onde nos fundimos em um beijo ardente e nossas línguas brincaram juntas.
-Ohhh, siii, mete, fode meu cu com força, mmmm, maaais, rápidoooo, não para, ahhhhhhh, ohh deusssss - gemeu dona Vicky, atingindo o orgasmo. Juntando-me a ela, soltei um grunhido e meu pau explodiu, expulsando sua conteúdo dentro do cu da freira.
Minha pica deslizou pra fora da bunda da madura e meu gozo começou a escorrer de dentro dela. A madura recuperou o fôlego rapidamente e se levantou.
— Isso é só o começo, gato — ela me disse antes de me dar um beijo e ir até o guarda-roupa.
Fiquei deitado na cama, onde pude ver que a câmera ainda estava transmitindo tudo. Obviamente, eu não era alheio a esse mundo das webcams — muitas vezes tinha me masturbado vendo alguma garota ou madura dando um show pra rede toda, mas dessa vez eu estava do outro lado da câmera, e devo dizer que era muito excitante. Só de pensar em quantos homens e mulheres estariam se masturbando me vendo foder já estava deixando minha pica dura de novo.
Dona Vicky voltou, dessa vez vestida com o clássico uniforme de empregada francesa. Seus peitões mal cabiam naquele uniforme apertado, e suas coxas grossas se exibiam sob uma saia minúscula. Ela entrou no quarto armada com um espanador e começou a limpar como se fosse uma empregada de verdade.
— Não se levante, senhog. Só vim limpág um poucog — disse, tentando imitar o melhor que podia um sotaque francês.
Passou o espanador de um lado pro outro e, quando ficou de frente pra mim, virou de costas e se inclinou pra pegar as roupas jogadas. Ela não usava calcinha, então sua buceta suculenta e seu cu incrível se ofereceram a mim em todo o esplendor. A madura rebolou a bunda na minha frente até que eu entendi o que ela queria. Levantei da cama com a pica dura e pensei em enfiar na buceta, mas tive uma ideia melhor.
Me ajoelhei atrás dela e beijei aquela buceta úmida e deliciosa. A madura soltou um gritinho de surpresa — acho que não estava esperando por isso.
— Mas senhog, o que está fazendo? Eu não sou dessas, só sou a empregada — disse Dona Vicky com seu sotaque francês falso e engraçado.
— Vamos, não finge que não gosta. Dá pra ver que você tá curtindo — respondi, entrando no jogo.
— Não, senhog, ahhh, pára pog… favog, mmmmmm, Alguém pode vir e nos descobrir- gemeu a empregada.
Voltei ao meu trabalho comendo aquela buceta, tão deliciosa quanto as outras. Passava a língua pelos lábios, de cima a baixo, depois enfiava na sua boceta para depois chupar seu conteúdo. A senhora se apoiou na mesa que tinha à frente, gemendo loucamente.
Sentindo-me aventureiro, passei minha língua novamente pelos lábios da sua bunda, mas desta vez continuei até chegar ao seu ânus, onde dei algumas lambidas no seu buraco escuro. Seus gemidos eram cada vez maiores enquanto eu continuava meu ataque, alternando entre sua buceta e seu cu, ajudado com meus dedos.
Enquanto chupava sua boceta, enfiava 2 dedos no seu cu e depois trocava, com minha boca no seu ânus e meus dedos na buceta.
- Maisss, não para, maisssss, continuaaaa, ahhhhh.- gemeu a senhora, que havia esquecido seu papel de empregada francesa.
Não demorou muito para chegar ao êxtase, e pude me deliciar com sua gozada que escorreu direto na minha boca. A madura desabou sobre a mesa enquanto eu continuava bebendo seu néctar.
Dona Vicky ainda se recuperava daquele orgasmo quando, sem dizer nada, me levantei e enfiei de uma só vez meu pau na sua buceta, fazendo-a soltar um grito de prazer e surpresa.
Peguei-a por seus quadris largos e, sem piedade, a penetrei selvagemente. Sua boceta era tão magnífica quanto sua bunda.
- Ufff, que gostoso, mete tudo, ahhh, siiii. Que gostoso.- gemeu Dona Vicky, agarrada à mesa que balançava com a força das estocadas.
Levei minhas mãos até seus peitos enormes e os amassei por trás, brincando com seus mamilos.
Estava prestes a descarregar minha porra dentro dela novamente quando ela me fez parar.
- Espera, coração, ainda falta mais uma roupa. Tenho que agradar meu público e prometo que você vai gostar.- disse Dona Vicky, fazendo com que eu me sentasse e depois colocou uma toalha sobre meu pau, entrando novamente no armário para se trocar.
Vai nessa madura, pra dizer a verdade essa era uma das... minhas melhores experiências desde que entrei no grupo. Era muito divertido aquilo das fantasias e de transmitir o encontro por webcam.
A próxima fantasia era de enfermeira, só que dessa vez não se tratava de uma fantasia, mas de um uniforme autêntico, especificamente um idêntico ao que minha mãe usava, já que as duas trabalhavam juntas.
— Mas o que temos aqui? Um jovem paciente, diga-me, garoto, qual é o seu problema? — disse a enfermeira.
— Bom, veja, doutora, tenho um inchaço na região genital que não passa. Acho que preciso de ajuda. — respondi, apontando para minha virilha.
— Acho que vou ter que dar uma olhada. — e, dizendo isso, ela se ajoelhou na minha frente novamente, revelando meu membro ansioso e duro. — Nossa, isso é mesmo um problemão. É melhor começarmos logo. Deite-se, por favor.
Obedeci as instruções da enfermeira e me deitei na cama com meu pau apontando para cima, enquanto dona Vicky levantava a saia do uniforme e abria o jaleco, libertando seus magníficos peitos.
A madura subiu e se posicionou sobre meu pênis, onde, aos poucos, foi descendo sobre ele, enfiando-o novamente na sua buceta. Sem perder um momento, começou a cavalgar como um potro selvagem, fazendo com que seus enormes peitos saltassem descontroladamente.
— Me avisa, mmmm, quando estiver perto de gozar, querido. — disse a senhora entre gemidos.
Eu estava adorando aquela visão magnífica da madura pulando no meu pau e seus peitos saltando, quando algo aconteceu. Vê-la com o uniforme me fez lembrar da minha mãe, seu corpo nu que eu tinha visto na praia veio à minha mente e, de repente, visualizei ela montada no meu pau.
Não posso dizer que algo se apoderou de mim naquele momento, mas o certo é que a agarrei pelos quadris e comecei a ajudá-la a fazer as penetrações mais rápidas e profundas.
— Ahhh, issooo, garoto, me fode, vamosss, ughhh, maaais — a madura soltava gemidos.
Na minha mente, era minha mãe que estava cavalgando em mim e eram os seios dela que se ofereciam sobre mim, Levei minhas mãos até eles e com força os apertei, depois levantei minha cabeça e os chupei com gosto.
O orgasmo estava perto e eu deixei minha amante sabendo. A madura se afastou do meu pau e me fez sentar na beirada da cama; então, ela se ajoelhou na minha frente, mas em vez de posar seus lábios no meu pau, fez algo ainda melhor: prendeu ele entre seus seios lindos.
Era a sensação mais deliciosa enquanto suas bolas de carne massageavam meu membro entre elas. Ela os pressionava juntos enquanto os movia para cima e para baixo, me fazendo gemer. A cabeça do meu pau aparecia de vez em quando entre seus melões, e ela aproveitava para recebê-la com a língua, roçando no contato.
Não resisti muito e, sem aviso, jorrei sobre aqueles peitos divinos, banhando eles e o rosto de sua dona com minha porra. Dona Vicky, como uma profissional, abriu a boca para receber minha gozada.
Coberta de sêmen, Dona Vicky se virou para a câmera com um enorme sorriso no rosto.
— Espero que tenham gostado, meus amores, eu adorei cada segundo. Até a próxima, e façam uma punheta pensando em mim. — disse, se despedindo com um beijo para a câmera.
Dona Vicky desligou a transmissão e, enquanto voltava, a vi levando seus peitos grandes à boca e chupando os restos de sêmen neles. Essa madura era das mais promíscuas e insaciáveis.
— Muito obrigada por tudo, querido. Espero te ver de novo. Para você se lembrar de mim. — Dona Vicky me disse e me entregou uma calcinha molhada com seus sucos. Ela me despediu com um beijo na bochecha e eu saí do lugar.
Ainda tinha a memória de ter imaginado minha mãe enquanto fodia sua amiga; atribuí aquilo ao calor do momento e ao tesão que estava.
Voltei para casa, onde minha mãe estava fazendo a limpeza. Era a primeira vez que a encontrava depois de um desses encontros, então esperava que ela não percebesse o cheiro de sexo que eu exalava.
A cumprimentei e, quando ela respondeu, vi que o roupão que ela usava tinha aberto, me mostrando novamente seu lindo corpo nu. Ao vê-la, senti meu pau reagir e me dirigi rapidamente para o meu quarto.
Era óbvio o porquê minha mãe estava nua, certamente ela estava se masturbando. A verdade é que, alguns dias depois de voltar da praia, enquanto estava sozinho em casa, entrei no quarto da minha mãe. Não conseguia esquecer seu corpo nu e fui em busca de uma calcinha dela para me masturbar. Ao vasculhar o quarto, me deparei com um consolo vermelho, tenho vergonha de admitir, mas imaginar minha mãe usando ele me excitou bastante, tanto que acabei me masturbando na cama dela.
Eu sabia muito bem que minha mãe tinha necessidades como qualquer mulher. Cedo ou tarde, ela certamente acabaria se tornando uma Madura Anônima, mas como eu já havia dito antes, me certificaria de que ela pegasse um bom garoto, pelo menos na primeira vez. E eu tinha justamente o garoto certo em mente.

Saudações. O Poringa encerrou minha conta antiga, então criei uma nova para voltar a postar minhas histórias. Felizmente, eu tinha backup de quase todas elas, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se entrasse em contato. Também curto conhecer gente que goste de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar. Espero que continuem curtindo minhas histórias.


Depois da nossa viagem à praia, as coisas tinham voltado ao normal com minha mãe. Agora a gente se via muito menos do que antes, com o trabalho dela e minha escola, eram poucos os momentos que podíamos conviver juntos.
Obviamente ainda tinha o pendente de saber se ela tinha entrado nas Milf Anônimas, mas eu me preocuparia com isso quando chegasse a próxima reunião.
Já tinha finalmente começado a assistir às aulas e, embora houvesse garotas muito gatas na escola, minha paixão continuavam sendo as milfs. Em uma ocasião, esbarrei na senhora Mara pelos corredores e a cumprimentei. Quando ela se afastou, fiquei me perguntando se ela estaria pelada debaixo do uniforme. Fiquei um tempão fantasiando em revelar minha identidade pra ela, me oferecer pra acalmar as ansiedades carnais dela e foder ela na escola; tê-la curvada sobre uma das mesas da sala enquanto metia meu pau na sua buceta peluda.
Muitas vezes tinha passado pela minha cabeça entrar em contato com alguma das milfs com quem tinha estado e revelar minha identidade. Tinha certeza que elas ficariam felizes em ter alguém disposto a foder elas quando quisessem, em vez de ter que esperar pelas reuniões. Mas obviamente era algo que eu nunca faria, tinha certeza que dona Elide ficaria sabendo e tomaria medidas drásticas comigo, até poderia nos expulsar, eu e minha mãe, do apartamento. Por enquanto, continuaria me conformando com as reuniões.
A mensagem da próxima reunião chegou dias depois. Por sorte, dessa vez seria numa sexta à noite, então não teria que me preocupar com a escola.
Naquele dia, minha mãe chegaria do trabalho à noite, justo na hora da reunião. Avisei que sairia pra dar uma volta com meus novos amigos, e ela me pediu pra não voltar tarde.
Cheguei no barracão mais cedo que em outras vezes, não queria perder nenhum número do sorteio; esperaria até o final pra passar, isso com o objetivo de ver se minha mãe tinha entrado na urna.
Se alguém tirasse o número dela, me certificaria de falar com o cara pra pedir que tratasse ela Beleza.
Os caras foram passando um por um até que só sobrou eu. Ninguém tinha tirado o número do meu apartamento, o que podia significar duas coisas: minha mãe ainda não tinha entrado no grupo, ou o número que sobrou era o dela.
Meti a mão com cuidado na urna e tirei o último número: 208. Respirei aliviado. Minha mãe ainda não era uma Madura Anônima. Enquanto me dirigia ao meu destino, uma parte de mim não pôde evitar sentir uma pontinha de decepção por não ter sido a segunda opção.
Deixei esse pensamento de lado e me concentrei no que me esperava.
208. Eu conhecia aquele número, e como conhecia. Era o apartamento da dona Victoria, ou dona Vicky, como todo mundo chamava. Uma antiga amiga da minha mãe.
A amizade delas vinha desde a faculdade, onde as duas tinham estudado juntas. A senhora me conhecia desde que eu era bebê e tinha me visto crescer. Várias vezes ela tinha ido visitar nossa casa e era tipo uma tia pra mim. Quando descobri meu gosto por milfs, algumas das minhas primeiras punhetas tinham sido em homenagem a ela.
Ela era parecida com minha mãe, mas um pouco mais gordinha e de cabelo loiro. Tinha um belo par de peitos que eu tinha imaginado muitas vezes enquanto gozava no meu quarto. Ela era famosa por não ter papas na língua, tinha um jeito meio doido e alegre. Foi ela que tinha sugerido pra minha mãe a gente vir morar nesse condomínio.
Cheguei no apartamento dela e bati como de costume. Se não fosse por conhecê-la antes, eu poderia jurar que tinha errado de porta, porque ela me abriu toda enfiada num traje de freira bem autêntico.
— Boa noite, bem-vindo. Não se preocupa com o hábito, é só uma fantasia. Tenho uma certa fascinação por jogos de papel e fantasias — ela me disse, me deixando entrar. — Espero que não se importe, mas também me excita ser observada, então costumo fazer transmissões por webcam dos encontros. Não se preocupa, ninguém vai te reconhecer por causa da máscara. Só te peço que me siga a... corrente no jogo.
Aquilo parecia divertido e aceitei sem hesitar. Fomos até o quarto dela, onde realmente vi um computador com uma câmera transmitindo tudo o que acontecia.
— Hoje temos aqui este jovem pecador, a quem ajudarei a encontrar o caminho para a luz. Jovem, diga-me seus pecados — disse a senhora.
— Bom, veja, madre, sinto uma atração especial pelas milfs. Adoro elas, as venero e não consigo parar de pensar nelas — respondi, entrando na brincadeira.
— Nossa, isso é muito sério. Quer dizer que um corpo maduro como este te excita? — disse a falsa freira, levantando-se e revelando uma lingerie sensual sob o hábito. — Esta buceta velha e peluda te dá prazer? Esses peitos caídos fazem seu pau ficar duro?
Dona Vicky foi se despindo enquanto falava, ficando só com as meias, a liga e o véu de freira.
Ela tinha um corpo parecido com o das outras milfs: peitos grandes e caídos, buceta peluda mas bem cuidada, barriga saliente, coxas grossas e uma bunda enorme. De certa forma, lembrava a minha mãe.
— Esse é o demônio que te tenta a cometer atos impuros. Precisamos salvar sua alma. Primeiro, deixe-me examinar seu pau — disse a freira.
Levantei-me, tirei a roupa e mostrei meu pau ereto para a câmera. Sem dúvida, tudo aquilo era incrivelmente excitante e divertido. A madura se ajoelhou diante do meu pau.
— Mmm, sim, vejo que o demônio tomou posse deste lindo pau. É meu dever exorcizar esses demônios impuros — e, dizendo isso, levou-o à boca.
Apesar de ter pouca experiência sexual, podia dizer sem medo de errar que Dona Vicky era a melhor chupando pau. A madura estava me dando um boquete magistral: enfiava tudo na boca, passava a língua por todo o tronco até as bolas. Chupava a cabeça grossa como se fosse uma chupeta e depois engolia tudo de uma vez. Conseguia engolir inteiro sem hesitar, e sabia usar a língua. para me dar prazer. Ela movia a cabeça em alta velocidade, fazendo meu pau entrar e sair da sua boca e fazendo minhas pernas tremerem. Eu tinha certeza de que não duraria muito naquela senhora experiente.
-Parece que minha boca não é suficiente para te libertar desses demônios. Vamos ter que tomar medidas drásticas. - disse Vicky, levantando-se e caminhando até a cama, onde deitou de lado e ergueu uma perna, mostrando toda sua buceta para a câmera. - Vem aqui, jovem. Fica atrás de mim para que eu possa te livrar do mal que te aflige.
Me posicionei atrás dela, deitado na cama, e me preparei para penetrar sua buceta.
-Espera! Eu fiz votos de celibato, então minha buceta pertence ao Senhor, mas há outros caminhos. - disse aquela freira promíscua e madura.
Entendendo o que ela queria dizer, direcionei meu pau até seu ânus, onde lentamente o inseri por completo. Ela não era só uma especialista em chupar, mas também tinha o ânus muito bem treinado. Assim que entrei totalmente nela, comecei a sentir seus músculos apertando meu pau. Comecei com o clássico vai e vem lento, mas era óbvio que essa senhora não queria perder tempo, pois começou a empurrar os quadris para trás e para frente, marcando um ritmo rápido. Sempre disposto a agradar, empurrei meu pau com força dentro dela e, em um instante, já estava fodendo-a selvagemente.
-Que gostoso, siii, maaais, mete com força, meu filho, ahhhh sii, tenho que tirar esses demônios de você, uffff. - gemeu a madura.
Continuei penetrando-a, agora mais rapidamente, enquanto erguia uma de suas pernas, oferecendo uma ampla visão da ação aos espectadores. Peguei seu rosto e aproximei sua boca da minha, onde nos fundimos em um beijo ardente e nossas línguas brincaram juntas.
-Ohhh, siii, mete, fode meu cu com força, mmmm, maaais, rápidoooo, não para, ahhhhhhh, ohh deusssss - gemeu dona Vicky, atingindo o orgasmo. Juntando-me a ela, soltei um grunhido e meu pau explodiu, expulsando sua conteúdo dentro do cu da freira.
Minha pica deslizou pra fora da bunda da madura e meu gozo começou a escorrer de dentro dela. A madura recuperou o fôlego rapidamente e se levantou.
— Isso é só o começo, gato — ela me disse antes de me dar um beijo e ir até o guarda-roupa.
Fiquei deitado na cama, onde pude ver que a câmera ainda estava transmitindo tudo. Obviamente, eu não era alheio a esse mundo das webcams — muitas vezes tinha me masturbado vendo alguma garota ou madura dando um show pra rede toda, mas dessa vez eu estava do outro lado da câmera, e devo dizer que era muito excitante. Só de pensar em quantos homens e mulheres estariam se masturbando me vendo foder já estava deixando minha pica dura de novo.
Dona Vicky voltou, dessa vez vestida com o clássico uniforme de empregada francesa. Seus peitões mal cabiam naquele uniforme apertado, e suas coxas grossas se exibiam sob uma saia minúscula. Ela entrou no quarto armada com um espanador e começou a limpar como se fosse uma empregada de verdade.
— Não se levante, senhog. Só vim limpág um poucog — disse, tentando imitar o melhor que podia um sotaque francês.
Passou o espanador de um lado pro outro e, quando ficou de frente pra mim, virou de costas e se inclinou pra pegar as roupas jogadas. Ela não usava calcinha, então sua buceta suculenta e seu cu incrível se ofereceram a mim em todo o esplendor. A madura rebolou a bunda na minha frente até que eu entendi o que ela queria. Levantei da cama com a pica dura e pensei em enfiar na buceta, mas tive uma ideia melhor.
Me ajoelhei atrás dela e beijei aquela buceta úmida e deliciosa. A madura soltou um gritinho de surpresa — acho que não estava esperando por isso.
— Mas senhog, o que está fazendo? Eu não sou dessas, só sou a empregada — disse Dona Vicky com seu sotaque francês falso e engraçado.
— Vamos, não finge que não gosta. Dá pra ver que você tá curtindo — respondi, entrando no jogo.
— Não, senhog, ahhh, pára pog… favog, mmmmmm, Alguém pode vir e nos descobrir- gemeu a empregada.
Voltei ao meu trabalho comendo aquela buceta, tão deliciosa quanto as outras. Passava a língua pelos lábios, de cima a baixo, depois enfiava na sua boceta para depois chupar seu conteúdo. A senhora se apoiou na mesa que tinha à frente, gemendo loucamente.
Sentindo-me aventureiro, passei minha língua novamente pelos lábios da sua bunda, mas desta vez continuei até chegar ao seu ânus, onde dei algumas lambidas no seu buraco escuro. Seus gemidos eram cada vez maiores enquanto eu continuava meu ataque, alternando entre sua buceta e seu cu, ajudado com meus dedos.
Enquanto chupava sua boceta, enfiava 2 dedos no seu cu e depois trocava, com minha boca no seu ânus e meus dedos na buceta.
- Maisss, não para, maisssss, continuaaaa, ahhhhh.- gemeu a senhora, que havia esquecido seu papel de empregada francesa.
Não demorou muito para chegar ao êxtase, e pude me deliciar com sua gozada que escorreu direto na minha boca. A madura desabou sobre a mesa enquanto eu continuava bebendo seu néctar.
Dona Vicky ainda se recuperava daquele orgasmo quando, sem dizer nada, me levantei e enfiei de uma só vez meu pau na sua buceta, fazendo-a soltar um grito de prazer e surpresa.
Peguei-a por seus quadris largos e, sem piedade, a penetrei selvagemente. Sua boceta era tão magnífica quanto sua bunda.
- Ufff, que gostoso, mete tudo, ahhh, siiii. Que gostoso.- gemeu Dona Vicky, agarrada à mesa que balançava com a força das estocadas.
Levei minhas mãos até seus peitos enormes e os amassei por trás, brincando com seus mamilos.
Estava prestes a descarregar minha porra dentro dela novamente quando ela me fez parar.
- Espera, coração, ainda falta mais uma roupa. Tenho que agradar meu público e prometo que você vai gostar.- disse Dona Vicky, fazendo com que eu me sentasse e depois colocou uma toalha sobre meu pau, entrando novamente no armário para se trocar.
Vai nessa madura, pra dizer a verdade essa era uma das... minhas melhores experiências desde que entrei no grupo. Era muito divertido aquilo das fantasias e de transmitir o encontro por webcam.
A próxima fantasia era de enfermeira, só que dessa vez não se tratava de uma fantasia, mas de um uniforme autêntico, especificamente um idêntico ao que minha mãe usava, já que as duas trabalhavam juntas.
— Mas o que temos aqui? Um jovem paciente, diga-me, garoto, qual é o seu problema? — disse a enfermeira.
— Bom, veja, doutora, tenho um inchaço na região genital que não passa. Acho que preciso de ajuda. — respondi, apontando para minha virilha.
— Acho que vou ter que dar uma olhada. — e, dizendo isso, ela se ajoelhou na minha frente novamente, revelando meu membro ansioso e duro. — Nossa, isso é mesmo um problemão. É melhor começarmos logo. Deite-se, por favor.
Obedeci as instruções da enfermeira e me deitei na cama com meu pau apontando para cima, enquanto dona Vicky levantava a saia do uniforme e abria o jaleco, libertando seus magníficos peitos.
A madura subiu e se posicionou sobre meu pênis, onde, aos poucos, foi descendo sobre ele, enfiando-o novamente na sua buceta. Sem perder um momento, começou a cavalgar como um potro selvagem, fazendo com que seus enormes peitos saltassem descontroladamente.
— Me avisa, mmmm, quando estiver perto de gozar, querido. — disse a senhora entre gemidos.
Eu estava adorando aquela visão magnífica da madura pulando no meu pau e seus peitos saltando, quando algo aconteceu. Vê-la com o uniforme me fez lembrar da minha mãe, seu corpo nu que eu tinha visto na praia veio à minha mente e, de repente, visualizei ela montada no meu pau.
Não posso dizer que algo se apoderou de mim naquele momento, mas o certo é que a agarrei pelos quadris e comecei a ajudá-la a fazer as penetrações mais rápidas e profundas.
— Ahhh, issooo, garoto, me fode, vamosss, ughhh, maaais — a madura soltava gemidos.
Na minha mente, era minha mãe que estava cavalgando em mim e eram os seios dela que se ofereciam sobre mim, Levei minhas mãos até eles e com força os apertei, depois levantei minha cabeça e os chupei com gosto.
O orgasmo estava perto e eu deixei minha amante sabendo. A madura se afastou do meu pau e me fez sentar na beirada da cama; então, ela se ajoelhou na minha frente, mas em vez de posar seus lábios no meu pau, fez algo ainda melhor: prendeu ele entre seus seios lindos.
Era a sensação mais deliciosa enquanto suas bolas de carne massageavam meu membro entre elas. Ela os pressionava juntos enquanto os movia para cima e para baixo, me fazendo gemer. A cabeça do meu pau aparecia de vez em quando entre seus melões, e ela aproveitava para recebê-la com a língua, roçando no contato.
Não resisti muito e, sem aviso, jorrei sobre aqueles peitos divinos, banhando eles e o rosto de sua dona com minha porra. Dona Vicky, como uma profissional, abriu a boca para receber minha gozada.
Coberta de sêmen, Dona Vicky se virou para a câmera com um enorme sorriso no rosto.
— Espero que tenham gostado, meus amores, eu adorei cada segundo. Até a próxima, e façam uma punheta pensando em mim. — disse, se despedindo com um beijo para a câmera.
Dona Vicky desligou a transmissão e, enquanto voltava, a vi levando seus peitos grandes à boca e chupando os restos de sêmen neles. Essa madura era das mais promíscuas e insaciáveis.
— Muito obrigada por tudo, querido. Espero te ver de novo. Para você se lembrar de mim. — Dona Vicky me disse e me entregou uma calcinha molhada com seus sucos. Ela me despediu com um beijo na bochecha e eu saí do lugar.
Ainda tinha a memória de ter imaginado minha mãe enquanto fodia sua amiga; atribuí aquilo ao calor do momento e ao tesão que estava.
Voltei para casa, onde minha mãe estava fazendo a limpeza. Era a primeira vez que a encontrava depois de um desses encontros, então esperava que ela não percebesse o cheiro de sexo que eu exalava.
A cumprimentei e, quando ela respondeu, vi que o roupão que ela usava tinha aberto, me mostrando novamente seu lindo corpo nu. Ao vê-la, senti meu pau reagir e me dirigi rapidamente para o meu quarto.
Era óbvio o porquê minha mãe estava nua, certamente ela estava se masturbando. A verdade é que, alguns dias depois de voltar da praia, enquanto estava sozinho em casa, entrei no quarto da minha mãe. Não conseguia esquecer seu corpo nu e fui em busca de uma calcinha dela para me masturbar. Ao vasculhar o quarto, me deparei com um consolo vermelho, tenho vergonha de admitir, mas imaginar minha mãe usando ele me excitou bastante, tanto que acabei me masturbando na cama dela.
Eu sabia muito bem que minha mãe tinha necessidades como qualquer mulher. Cedo ou tarde, ela certamente acabaria se tornando uma Madura Anônima, mas como eu já havia dito antes, me certificaria de que ela pegasse um bom garoto, pelo menos na primeira vez. E eu tinha justamente o garoto certo em mente.


Saudações. O Poringa encerrou minha conta antiga, então criei uma nova para voltar a postar minhas histórias. Felizmente, eu tinha backup de quase todas elas, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se entrasse em contato. Também curto conhecer gente que goste de incesto e milf, fiquem à vontade pra me chamar. Espero que continuem curtindo minhas histórias.
3 comentários - Maduras Anonimas Cap. 05