MILFs ANÔNIMAS
CAPÍTULO 04
O verão estava chegando ao fim e logo eu teria que começar a ir à escola. Fiquei preocupado com o que aconteceria se houvesse um encontro e eu não pudesse comparecer. Será que perderia meu lugar privilegiado no grupo? Dona Elide seria compreensiva e me deixaria voltar?
Meus medos se concretizaram quando minha mãe me informou que tinha conseguido férias e queria que fôssemos passar um fim de semana na praia. No começo fiquei animado, mas quando ela me disse as datas, percebi que seriam as mesmas do próximo encontro.
Era óbvio que minha mãe não me deixaria ficar, assim como também não daria para mudar as datas.
Optei por ir conversar com dona Elide e explicar a situação, para saber o que aconteceria comigo.
Como sempre, a encontrei em seu enorme apartamento, onde ela me convidou para entrar.
Expliquei a situação, dizendo que não queria perder minha chance de continuar participando desses encontros incríveis.
— Agradeço por me informar sobre sua ausência no próximo encontro. Não se preocupe, quando voltar, você continuará sendo parte do grupo — disse a senhora. — E parece ser uma coincidência agradável, mas também há uma inquilina que está viajando e vai perder o próximo encontro. Talvez possamos marcar um pequeno encontro fora do dia estabelecido. Você demonstrou ser um jovem muito capaz no âmbito sexual, pelo menos é o que suas milfs satisfeitas acham. Ela é uma velha amiga e é um pouco especial, mas confio que você estará à altura das exigências dela. Te aviso que ela é uma pessoa muito rigorosa e exigente, você decide se aceita o encontro.
Fiquei pensativo por vários minutos. Que tipo de exigências essa madura teria? Será que eu seria capaz de fazer o que ela pedisse? Esse encontro parecia um pouco intimidador, mas se eu recusasse, teria que esperar até o próximo encontro para foder. No final, como sempre, os hormônios falaram mais alto e acabei aceitando o desafio.
— Perfeito. Tenho plena confiança em você. Vou organizar tudo para o encontro e quando você voltar, te informo o dia e a hora. - disse dona Elide e nos dirigimos à porta.
- Você está se tornando um amante capaz e prestativo. Isso me excita muito e me faz esperar ansiosamente pelo momento em que finalmente poderei provar suas habilidades. - ela me disse, antes de me dar um beijo de língua e esfregar meu pau por cima da calça.
Respirei aliviado ao saber que não perderia meu lugar no grupo e que ainda assim poderia foder. Além disso, o fato de minha mãe estar fora significava que, se tivesse entrado no grupo, ela não participaria dessa sessão. Voltei contente para casa para me preparar para a viagem.
Minha mãe e eu fomos para uma praia próxima do local. Ao chegar no hotel, descobrimos que cometeram um erro e nos deram um quarto com apenas uma cama em vez de duas. Para compensar a falha, nos ofereceram dois passes de entrada para uma área exclusiva da praia do hotel.
O quarto era agradável e não houve muito problema em dormirmos juntos; já tinha dormido com minha mãe antes. Naquela noite, enquanto dormíamos de costas uma para a outra, pensei no que estaria acontecendo no complexo. Perguntei-me que madura teria me tocado e como seria a amiga de dona Elide. Também me veio à mente a conversa da minha mãe com a vizinha. Pelo menos para esse encontro, podia ter certeza de que minha mãe não participaria, mas e no próximo?
Já tinha decidido que não me oporia à entrada dela no grupo, claro que me certificaria de que ela pegasse um bom rapaz. Já conhecia vários do grupo, então pensei em alguns candidatos.
No dia seguinte, fomos para a praia. Minha mãe usava um pareô sobre o maiô, que era um daqueles modelos de peça única, bem conservadores.
A praia era agradável e cheia de gente. Passamos um tempo no mar, conversamos e nos divertimos. Pouco depois do meio-dia, lembramos que tínhamos os passes de acesso à área exclusiva do hotel e decidimos ir ver do que se tratava.
Chegamos a uma área cercada da praia e depois de entregar os passes entramos. Que surpresa quando percebemos que era uma praia nudista.
Minha mãe e eu estávamos inseguros sobre o que fazer, poderíamos ir embora, mas o lugar parecia agradável e com bom serviço.
— O que você quer fazer? — minha mãe me perguntou.
— Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, podemos ir embora — respondi.
— Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres aqui, safadinho — minha mãe respondeu rindo.
— Bom, você também vai ter como deleitar os olhos com os cavalheiros por aqui — eu disse, rindo também.
Nós dois nos olhamos e explodimos em gargalhadas, no final optamos por aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo.
Passamos para os vestiários para nos despir e saímos para a praia. Era muito estranho ficar pelado em um lugar público e talvez, se não fosse por tudo que eu tinha vivido ultimamente, eu nunca teria coragem de fazer algo assim.
Enquanto esperava minha mãe sair dos vestiários, dei uma olhada nas pessoas na praia. Homens e mulheres de todas as idades, raças e tipos físicos. Havia menininhas, garotas da minha idade, jovens vinte e poucos anos e milfs. Havia garotas muito bonitas da minha idade, mas como sempre, minhas favoritas eram as senhoras. Meu pau começou a acordar com o espetáculo que eu tinha na minha frente, mas inesperadamente, o que acabou deixando ele duro foi minha própria mãe.
Eu a vi saindo dos vestiários e só consegui ficar de boca aberta. Em ocasiões anteriores, eu a tinha visto de calcinha por algum descuido ao entrar no quarto dela, mas vê-la ao natural era algo excitante. Ela tinha um par de tetas grandes, sua buceta tinha uma mata de pelo não muito grande enfeitando, quadris largos e uma bunda linda.
Meu pau ficou completamente duro ao vê-la e tentei esconder minha excitação. Minha mãe chegou ao meu lado enquanto eu tentava esconder meu pau, e eu tinha certeza de que minha mãe tinha... percebi porque a vi corar.
Saímos juntos para a praia, onde pude notar que a vergonha não existia naquele lugar. Vi casais de diferentes idades, homens sozinhos, grupos de amigas, até uma ou outra família por ali. Embora não praticassem sexo abertamente, pude observar como algumas mulheres chupavam os homens ou então os homens enfiavam uns dedos na buceta delas. Até vi um casal de maduros se masturbando um para o outro e duas mulheres em um 69 na areia.
Era algo indescritível observar aquele cenário erótico. Não tinha ideia do que minha mãe pensava a respeito, pois não havíamos dito nada desde que saímos dos vestiários.
Encontramos um lugar e estendemos as toalhas. Minha mãe começou a passar protetor solar para pegar sol, enquanto eu continuava contemplando a paisagem e dando algumas olhadas furtivas para ela, que espalhava o líquido por todo o corpo. Tinha certeza de que meu pau ia explodir a qualquer momento.
Depois de um tempo, ela pediu que eu a ajudasse a passar o bronzeador nas costas e deitou de bruços. Peguei a garrafa meio hesitante e derramei o conteúdo nas minhas mãos, depois fui até suas costas e espalhei por toda a área. Concentrei-me principalmente ali, com medo de descer mais, mas aos poucos fui descendo até chegar na deliciosa bunda da minha progenitora.
Lentamente, espalhei o bronzeador em suas nádegas, acariciando-as suavemente. Talvez eu tenha usado muito líquido, ou talvez tenha sido algo inconsciente, mas de qualquer forma, uma das minhas mãos acabou deslizando entre suas nádegas e enfiei um dedo na sua buceta.
Minha mãe deu um pequeno grito de surpresa e deu um salto assustada. Depois de pedir desculpas, saí correndo em direção ao mar, esperando que a água apagasse a tesão que estava sentindo antes que eu acabasse cometendo uma barbaridade.
Enquanto estava no oceano, observei que um casal se aproximava da minha mãe. Era um casal meio curioso, pois o homem parecia muito mais velho que a mulher. Vi eles conversarem um momento com minha mãe e depois se retirarem.
Uma vez que minha cabeça ficou clara, voltei para perto da minha mãe e perguntei sobre o casal. Ela me respondeu que não tinha sido nada importante. Ficamos mais um tempinho na praia até o anoitecer, quando muitos banhistas começaram a ir embora.
Estávamos nos preparando para sair quando minha mãe notou que eu ainda estava com aquela ereção tremenda.
— Mas David, é que ainda não baixou, filho? — perguntou minha mãe. — Bendita juventude. Não posso deixar você andando pela praia de pau duro. Que tipo de mãe seria se permitisse isso? Vamos ter que fazer algo a respeito.
Minha mãe olhou em volta e, depois de ver que quase não tinha mais ninguém, pegou meu pau de surpresa. Fiquei petrificado com a ação — minha própria mãe estava me masturbando! Não sabia se era um sonho, uma fantasia, mas o certo é que não queria que aquilo terminasse. Infelizmente, com toda a excitação do dia, não demorou muito e acabei gozando em poucos minutos, lançando minha porra na areia.
Minha mãe se levantou sem dizer uma palavra e se dirigiu aos vestiários. Segui-a ainda sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. Depois que nos vestimos, voltamos para o hotel.
Depois que cada um tomou um banho, nos preparamos para sair para jantar. Antes de deixar o quarto, minha mãe falou comigo.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz para te ajudar — disse ela, constrangida.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — respondi.
Depois de deixar aqueles acontecimentos para trás, saímos pela cidade. Passamos um tempo agradável, jantamos, passeamos pelas lojas do lugar, compramos algumas lembrancinhas e voltamos a pé para o hotel. Parecia como se nunca tivesse acontecido nada entre nós.
Mas as coisas nunca são tão fáceis de esquecer. Naquela noite, enquanto minha mãe dormia, as imagens dos eventos do dia vieram à minha mente. Não conseguia parar de pensar na mão da minha mãe sobre meu pau, que começava a ficar duro.
A tesão foi mais forte que eu e, com minha mãe dormindo de costas, comecei a me masturbar lentamente. Tentei imaginar as mulheres que tinha visto na praia, mas era caso perdido; tudo que vinha à minha mente era o corpo nu da minha mãe, seus seios apetitosos, sua buceta peluda, aquele rabo incrível. Aumentei o ritmo da punheta e, novamente, terminei gozando em poucos minutos. Respirei ofegante, atento para ver se minha mãe tinha percebido meus movimentos, mas seus roncos suaves me indicaram que ela ainda dormia, alheia ao que aconteceu. Uma vez aliviada a minha tesão, caí num sono profundo.
Na manhã seguinte, minha mãe saiu sozinha por um momento para comprar mais algumas coisas que tinha esquecido. Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, mas ela disse que não haveria problema. Quando voltou, arrumamos as malas e começamos a viagem de volta para casa.
No dia seguinte, recebi uma mensagem de dona Elide: o encontro marcado seria naquela noite. A mensagem pedia que eu fosse ao apartamento 509 e que fosse pontual.
Engoli seco ao lembrar de quem era aquele apartamento: a senhorita Ana.
A senhorita Ana era uma madura solteira de uns 52 anos. Trabalhava em um escritório na cidade, onde diziam que tinha um cargo importante. Tinha fama de ser extremamente rígida e severa. Quase não se relacionava com as outras inquilinas e passava a maior parte do tempo trabalhando. Em algumas ocasiões, eu a cumprimentei ao encontrá-la, e ela sempre respondia com um cumprimento seco e pouco amigável.
Era magra, sempre vestida com ternos formais pretos, saia longa, e seus longos cabelos negros presos em um coque apertado, sem um fio fora do lugar.
Sem dúvida, seria uma tarefa difícil satisfazer uma mulher tão fechada. Subi até o quinto andar e, com um pouco de medo, bati na porta.
A madura abriu a porta, com seu ar rígido... aparência habitual, até a máscara que usava era uma simples máscara preta. Ela me deu as boas-vindas e me fez entrar. O apartamento era quase tão grande quanto o da dona Elide. Tudo parecia arrumado e impecável.
Assim que nos sentamos, ela começou a falar.
- Vou ser direta. Ambos sabemos por que você está aqui, mas antes de começarmos, gostaria de esclarecer algumas coisas. Sou muito exigente em todos os aspectos da minha vida, inclusive no sexo. Sempre espero o melhor e não tenho tempo a perder. Sou uma pessoa rigorosa e gosto de ter controle sobre tudo, porém, no âmbito sexual, sou um pouco diferente, basicamente o oposto. Busco um amante que saiba ser firme e duro comigo, que possa me dominar e me fazer implorar. É desnecessário dizer que minhas práticas podem parecer extremas para a maioria das pessoas, então, se você acha que não está à altura das minhas exigências, é melhor ir embora para que eu possa encontrar alguém que esteja. - disse com um tom severo que me fez sentir como se estivesse em uma entrevista de emprego.
Honestamente, parecia algo muito complicado, mas eu estava precisando muito de uma boa foda e aceitei o desafio.
- Muito bem, então a partir de agora estou à sua disposição, você poderá fazer o que quiser comigo, não vai parar a menos que eu diga a palavra "Suficiente". - me disse a madura.
Lembrando de algo que tinha visto uma vez em filmes pornô, coloquei mãos à obra. Para começar, decidi despi-la de forma violenta. Abri sua blusa de uma vez, arrancando alguns botões no processo, e depois rasguei sua saia em pedaços, deixando-a nua. Para minha surpresa, pude notar que ela não usava roupa íntima, mas sim tinha o corpo coberto por cordas que percorriam sua pele com nós e amarrações intrincadas, inclusive em volta de seus seios pequenos. Sua buceta, como imaginei, estava completamente depilada, sem um fio de pelo púbico.
Imaginei que ela devia ter brinquedos no quarto, então a levei à força até lá e, uma vez dentro, Joguei ela na cama. Abri o armário, que era grande o suficiente para entrar, e estava cheio de ternos e sapatos que dava pra ver que eram caros.
Abri alguns armários que só tinham mais roupa, até chegar num terceiro onde encontrei o que procurava: uma vasta coleção de artigos de bondage: correntes, coleiras, chicotes, palmatórias e outras coisas que me dava medo perguntar pra que serviam. Também tinha dildos, vibradores e outros brinquedos sexuais. Pensei que dona Norma e ela certamente se dariam muito bem.
Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela, depois peguei um par de prendedores unidos por uma corrente e apertei seus mamilos eretos. Revirei os brinquedos e encontrei um consolo anal que enfiei no cu da madura.
Achei que com isso seria suficiente. Segurando-a pela corrente, fiz ela andar de quatro pelo lugar. Tirei meu pau ereto e desfiz aquele coque apertado, deixando seu cabelo longo cair despenteado. Segurando-a pela corrente, obriguei-a a chupar meu pau. Ela resistiu um pouco, mas enfiei meu pene à força. Colocando minhas mãos dos dois lados do rosto dela, fodi sua boca com força. Enfiei meu pau até o fundo da garganta dela e depois tirei, provocando engasgos.
— Chupa, gostosa, vamos, chupa meu pau como a vadia que você é — falei, já entrando no papel.
Enfiei meu pau com força mais algumas vezes na boca dela. Era algo diferente do que já tinha experimentado antes, dominar alguém à força.
Continuei fodendo a boca dela até que, sem aviso, gozei, lançando jatos de porra pela garganta dela. Ao tirar meu pau, vi ela tossir e buscar ar, mas mesmo assim não deixou escapar uma gota de sêmen.
Peguei mais algumas cordas do armário e a deitei de bruços na cama, amarrando suas mãos nas costas, deixando-a vulnerável.
Fui buscar alguns consolos e vibradores para continuar a tarefa. Ajoelhei-me atrás dela e me aproximei da sua... buceta que, surpreendentemente, estava encharcada, nossa, como ela gostava desse tipo de coisa.
Liguei o vibrador e lentamente passei pelos lábios dela sem introduzir, apenas percorrendo sua fenda levemente com ele, fazendo as vibrações a estimularem. Introduzi a ponta dentro dos lábios e mantive ali sem ir além.
— Por favor, mete, preciso senti-lo dentro, te imploro — disse a madura, se contorcendo.
Peguei a corrente e puxei-a para mim, fazendo-a se dobrar para trás.
— Cala a boca, foxy. Eu decido quando meto. Não quero te ouvir falar — disse a ela.
Peguei do armário uma mordaça com bola e a coloquei em sua boca, silenciando-a. E então voltei ao meu trabalho de atuar em sua buceta. Continuei mais um pouco atormentando-a com os consolos até que, de repente, enfiei um deles até o fundo de sua buceta. Ouvi-a gritar contra a mordaça. Peguei o outro consolo e também o introduzi dentro de sua buceta, fazendo-a gemer. Agora ela tinha dois consolos na buceta e mais um no cu.
Voltei ao armário e peguei uma palmatória, com ela dei umas boas palmadas em seu bumbum, que ficou vermelho das surras. Dirigi-me até a frente dela e vi que seus olhos estavam vermelhos e inchados, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Fiquei preocupado de ter exagerado e retirei a mordaça, esperando que ela me indicasse para parar.
— Por favor, te imploro, chega, para por favor — disse ela chorando.
Como não ouvi a palavra "Suficiente", presumi que deveria continuar. Recoloquei a mordaça e tirei os consolos de seu cu e buceta. Repeti o que havia feito com o consolo, mas desta vez com meu pau, passando a cabeça pelos lábios dela, fazendo o gesto de enfiar para depois retirar. A madura se contorcia e empurrava os quadris para trás, buscando a penetração. Dei mais algumas palmadas em seu bumbum com a palma da mão. Uma vez que ela ficou quieta, enfiei meu pau na buceta e a comi com toda minha força.
Segurando-a pela Puxei seu cabelo para trás, enquanto meu pau a penetrava com força.
—É isso que você queria, não é? Queria um pauzão na sua buceta? É o que você gosta, sua putinha, não é? — falei, puxando seus cabelos com força, conseguia ouvi-la gemer através da mordaça. — É, você não passa de uma putinha faminta por pau. Então goza, goza todinha, puta.
Tirei meu pau da sua buceta e enfiei no seu cu sem dó. Continuei metendo assim, alternando entre seu cu e sua buceta. Puxei a corrente, fazendo ela se erguer contra mim, e depois a empurrei contra a cama. Puxei as cordas que cobriam seu corpo até apertá-las contra sua pele.
Finalmente, não aguentei mais e gozei dentro da sua buceta.
Depois de ter descarregado minha porra dentro dela, desamarrei suas mãos, deixando-a livre. Eu estava completamente exausto.
—Chega — disse a senhorita Ana, tirando a mordaça e encerrando o encontro. — Foi… satisfatório. Você tem potencial, talvez com um pouco de prática e uma boa professora, você iria longe no mundo do sadomaso.
—Obrigado, senhorita, mas acho que vou ter que recusar a oferta — respondi.
—Esse mundo não é para todos. Então, bem, agradeço seu serviço e desejo o melhor em seus futuros projetos. Mas se mudar de ideia, não hesite em me ligar — disse ela, saindo do lugar.
Novamente, comecei o caminho de volta ao meu apartamento, impressionado com o que tinha acabado de acontecer. Cada encontro com essas milfs sempre me deixava surpreso com o quanto eu tinha evoluído e o que tinha aprendido.
Embora, sinceramente, aquela não tenha sido uma das minhas práticas favoritas, esperava que as outras milfs não fossem tão extremas quanto essa.
Ao entrar em casa, liguei para minha mãe para avisar que tinha voltado, mas não obtive resposta. A porta dela estava trancada, o que me deixou um pouco intrigado, pois ela sempre a deixava aberta. Certamente, ela estava muito cansada e queria dormir sem ser perturbada.
Enquanto pegava no sono... lembrei dos acontecimentos na praia e meu último pensamento antes de adormecer foi o corpo nu da minha mãe.
Saudações. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova para voltar a postar minhas histórias. Felizmente eu tinha backup de quase todas elas, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se entrasse em contato. Espero que continuem curtindo minhas histórias.
O verão estava chegando ao fim e logo eu teria que começar a ir à escola. Fiquei preocupado com o que aconteceria se houvesse um encontro e eu não pudesse comparecer. Será que perderia meu lugar privilegiado no grupo? Dona Elide seria compreensiva e me deixaria voltar?
Meus medos se concretizaram quando minha mãe me informou que tinha conseguido férias e queria que fôssemos passar um fim de semana na praia. No começo fiquei animado, mas quando ela me disse as datas, percebi que seriam as mesmas do próximo encontro.
Era óbvio que minha mãe não me deixaria ficar, assim como também não daria para mudar as datas.
Optei por ir conversar com dona Elide e explicar a situação, para saber o que aconteceria comigo.
Como sempre, a encontrei em seu enorme apartamento, onde ela me convidou para entrar.
Expliquei a situação, dizendo que não queria perder minha chance de continuar participando desses encontros incríveis.
— Agradeço por me informar sobre sua ausência no próximo encontro. Não se preocupe, quando voltar, você continuará sendo parte do grupo — disse a senhora. — E parece ser uma coincidência agradável, mas também há uma inquilina que está viajando e vai perder o próximo encontro. Talvez possamos marcar um pequeno encontro fora do dia estabelecido. Você demonstrou ser um jovem muito capaz no âmbito sexual, pelo menos é o que suas milfs satisfeitas acham. Ela é uma velha amiga e é um pouco especial, mas confio que você estará à altura das exigências dela. Te aviso que ela é uma pessoa muito rigorosa e exigente, você decide se aceita o encontro.
Fiquei pensativo por vários minutos. Que tipo de exigências essa madura teria? Será que eu seria capaz de fazer o que ela pedisse? Esse encontro parecia um pouco intimidador, mas se eu recusasse, teria que esperar até o próximo encontro para foder. No final, como sempre, os hormônios falaram mais alto e acabei aceitando o desafio.
— Perfeito. Tenho plena confiança em você. Vou organizar tudo para o encontro e quando você voltar, te informo o dia e a hora. - disse dona Elide e nos dirigimos à porta.
- Você está se tornando um amante capaz e prestativo. Isso me excita muito e me faz esperar ansiosamente pelo momento em que finalmente poderei provar suas habilidades. - ela me disse, antes de me dar um beijo de língua e esfregar meu pau por cima da calça.
Respirei aliviado ao saber que não perderia meu lugar no grupo e que ainda assim poderia foder. Além disso, o fato de minha mãe estar fora significava que, se tivesse entrado no grupo, ela não participaria dessa sessão. Voltei contente para casa para me preparar para a viagem.
Minha mãe e eu fomos para uma praia próxima do local. Ao chegar no hotel, descobrimos que cometeram um erro e nos deram um quarto com apenas uma cama em vez de duas. Para compensar a falha, nos ofereceram dois passes de entrada para uma área exclusiva da praia do hotel.
O quarto era agradável e não houve muito problema em dormirmos juntos; já tinha dormido com minha mãe antes. Naquela noite, enquanto dormíamos de costas uma para a outra, pensei no que estaria acontecendo no complexo. Perguntei-me que madura teria me tocado e como seria a amiga de dona Elide. Também me veio à mente a conversa da minha mãe com a vizinha. Pelo menos para esse encontro, podia ter certeza de que minha mãe não participaria, mas e no próximo?
Já tinha decidido que não me oporia à entrada dela no grupo, claro que me certificaria de que ela pegasse um bom rapaz. Já conhecia vários do grupo, então pensei em alguns candidatos.
No dia seguinte, fomos para a praia. Minha mãe usava um pareô sobre o maiô, que era um daqueles modelos de peça única, bem conservadores.
A praia era agradável e cheia de gente. Passamos um tempo no mar, conversamos e nos divertimos. Pouco depois do meio-dia, lembramos que tínhamos os passes de acesso à área exclusiva do hotel e decidimos ir ver do que se tratava.
Chegamos a uma área cercada da praia e depois de entregar os passes entramos. Que surpresa quando percebemos que era uma praia nudista.
Minha mãe e eu estávamos inseguros sobre o que fazer, poderíamos ir embora, mas o lugar parecia agradável e com bom serviço.
— O que você quer fazer? — minha mãe me perguntou.
— Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, podemos ir embora — respondi.
— Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres aqui, safadinho — minha mãe respondeu rindo.
— Bom, você também vai ter como deleitar os olhos com os cavalheiros por aqui — eu disse, rindo também.
Nós dois nos olhamos e explodimos em gargalhadas, no final optamos por aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo.
Passamos para os vestiários para nos despir e saímos para a praia. Era muito estranho ficar pelado em um lugar público e talvez, se não fosse por tudo que eu tinha vivido ultimamente, eu nunca teria coragem de fazer algo assim.
Enquanto esperava minha mãe sair dos vestiários, dei uma olhada nas pessoas na praia. Homens e mulheres de todas as idades, raças e tipos físicos. Havia menininhas, garotas da minha idade, jovens vinte e poucos anos e milfs. Havia garotas muito bonitas da minha idade, mas como sempre, minhas favoritas eram as senhoras. Meu pau começou a acordar com o espetáculo que eu tinha na minha frente, mas inesperadamente, o que acabou deixando ele duro foi minha própria mãe.
Eu a vi saindo dos vestiários e só consegui ficar de boca aberta. Em ocasiões anteriores, eu a tinha visto de calcinha por algum descuido ao entrar no quarto dela, mas vê-la ao natural era algo excitante. Ela tinha um par de tetas grandes, sua buceta tinha uma mata de pelo não muito grande enfeitando, quadris largos e uma bunda linda.
Meu pau ficou completamente duro ao vê-la e tentei esconder minha excitação. Minha mãe chegou ao meu lado enquanto eu tentava esconder meu pau, e eu tinha certeza de que minha mãe tinha... percebi porque a vi corar.
Saímos juntos para a praia, onde pude notar que a vergonha não existia naquele lugar. Vi casais de diferentes idades, homens sozinhos, grupos de amigas, até uma ou outra família por ali. Embora não praticassem sexo abertamente, pude observar como algumas mulheres chupavam os homens ou então os homens enfiavam uns dedos na buceta delas. Até vi um casal de maduros se masturbando um para o outro e duas mulheres em um 69 na areia.
Era algo indescritível observar aquele cenário erótico. Não tinha ideia do que minha mãe pensava a respeito, pois não havíamos dito nada desde que saímos dos vestiários.
Encontramos um lugar e estendemos as toalhas. Minha mãe começou a passar protetor solar para pegar sol, enquanto eu continuava contemplando a paisagem e dando algumas olhadas furtivas para ela, que espalhava o líquido por todo o corpo. Tinha certeza de que meu pau ia explodir a qualquer momento.
Depois de um tempo, ela pediu que eu a ajudasse a passar o bronzeador nas costas e deitou de bruços. Peguei a garrafa meio hesitante e derramei o conteúdo nas minhas mãos, depois fui até suas costas e espalhei por toda a área. Concentrei-me principalmente ali, com medo de descer mais, mas aos poucos fui descendo até chegar na deliciosa bunda da minha progenitora.
Lentamente, espalhei o bronzeador em suas nádegas, acariciando-as suavemente. Talvez eu tenha usado muito líquido, ou talvez tenha sido algo inconsciente, mas de qualquer forma, uma das minhas mãos acabou deslizando entre suas nádegas e enfiei um dedo na sua buceta.
Minha mãe deu um pequeno grito de surpresa e deu um salto assustada. Depois de pedir desculpas, saí correndo em direção ao mar, esperando que a água apagasse a tesão que estava sentindo antes que eu acabasse cometendo uma barbaridade.
Enquanto estava no oceano, observei que um casal se aproximava da minha mãe. Era um casal meio curioso, pois o homem parecia muito mais velho que a mulher. Vi eles conversarem um momento com minha mãe e depois se retirarem.
Uma vez que minha cabeça ficou clara, voltei para perto da minha mãe e perguntei sobre o casal. Ela me respondeu que não tinha sido nada importante. Ficamos mais um tempinho na praia até o anoitecer, quando muitos banhistas começaram a ir embora.
Estávamos nos preparando para sair quando minha mãe notou que eu ainda estava com aquela ereção tremenda.
— Mas David, é que ainda não baixou, filho? — perguntou minha mãe. — Bendita juventude. Não posso deixar você andando pela praia de pau duro. Que tipo de mãe seria se permitisse isso? Vamos ter que fazer algo a respeito.
Minha mãe olhou em volta e, depois de ver que quase não tinha mais ninguém, pegou meu pau de surpresa. Fiquei petrificado com a ação — minha própria mãe estava me masturbando! Não sabia se era um sonho, uma fantasia, mas o certo é que não queria que aquilo terminasse. Infelizmente, com toda a excitação do dia, não demorou muito e acabei gozando em poucos minutos, lançando minha porra na areia.
Minha mãe se levantou sem dizer uma palavra e se dirigiu aos vestiários. Segui-a ainda sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. Depois que nos vestimos, voltamos para o hotel.
Depois que cada um tomou um banho, nos preparamos para sair para jantar. Antes de deixar o quarto, minha mãe falou comigo.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz para te ajudar — disse ela, constrangida.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — respondi.
Depois de deixar aqueles acontecimentos para trás, saímos pela cidade. Passamos um tempo agradável, jantamos, passeamos pelas lojas do lugar, compramos algumas lembrancinhas e voltamos a pé para o hotel. Parecia como se nunca tivesse acontecido nada entre nós.
Mas as coisas nunca são tão fáceis de esquecer. Naquela noite, enquanto minha mãe dormia, as imagens dos eventos do dia vieram à minha mente. Não conseguia parar de pensar na mão da minha mãe sobre meu pau, que começava a ficar duro.
A tesão foi mais forte que eu e, com minha mãe dormindo de costas, comecei a me masturbar lentamente. Tentei imaginar as mulheres que tinha visto na praia, mas era caso perdido; tudo que vinha à minha mente era o corpo nu da minha mãe, seus seios apetitosos, sua buceta peluda, aquele rabo incrível. Aumentei o ritmo da punheta e, novamente, terminei gozando em poucos minutos. Respirei ofegante, atento para ver se minha mãe tinha percebido meus movimentos, mas seus roncos suaves me indicaram que ela ainda dormia, alheia ao que aconteceu. Uma vez aliviada a minha tesão, caí num sono profundo.
Na manhã seguinte, minha mãe saiu sozinha por um momento para comprar mais algumas coisas que tinha esquecido. Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, mas ela disse que não haveria problema. Quando voltou, arrumamos as malas e começamos a viagem de volta para casa.
No dia seguinte, recebi uma mensagem de dona Elide: o encontro marcado seria naquela noite. A mensagem pedia que eu fosse ao apartamento 509 e que fosse pontual.
Engoli seco ao lembrar de quem era aquele apartamento: a senhorita Ana.
A senhorita Ana era uma madura solteira de uns 52 anos. Trabalhava em um escritório na cidade, onde diziam que tinha um cargo importante. Tinha fama de ser extremamente rígida e severa. Quase não se relacionava com as outras inquilinas e passava a maior parte do tempo trabalhando. Em algumas ocasiões, eu a cumprimentei ao encontrá-la, e ela sempre respondia com um cumprimento seco e pouco amigável.
Era magra, sempre vestida com ternos formais pretos, saia longa, e seus longos cabelos negros presos em um coque apertado, sem um fio fora do lugar.
Sem dúvida, seria uma tarefa difícil satisfazer uma mulher tão fechada. Subi até o quinto andar e, com um pouco de medo, bati na porta.
A madura abriu a porta, com seu ar rígido... aparência habitual, até a máscara que usava era uma simples máscara preta. Ela me deu as boas-vindas e me fez entrar. O apartamento era quase tão grande quanto o da dona Elide. Tudo parecia arrumado e impecável.
Assim que nos sentamos, ela começou a falar.
- Vou ser direta. Ambos sabemos por que você está aqui, mas antes de começarmos, gostaria de esclarecer algumas coisas. Sou muito exigente em todos os aspectos da minha vida, inclusive no sexo. Sempre espero o melhor e não tenho tempo a perder. Sou uma pessoa rigorosa e gosto de ter controle sobre tudo, porém, no âmbito sexual, sou um pouco diferente, basicamente o oposto. Busco um amante que saiba ser firme e duro comigo, que possa me dominar e me fazer implorar. É desnecessário dizer que minhas práticas podem parecer extremas para a maioria das pessoas, então, se você acha que não está à altura das minhas exigências, é melhor ir embora para que eu possa encontrar alguém que esteja. - disse com um tom severo que me fez sentir como se estivesse em uma entrevista de emprego.
Honestamente, parecia algo muito complicado, mas eu estava precisando muito de uma boa foda e aceitei o desafio.
- Muito bem, então a partir de agora estou à sua disposição, você poderá fazer o que quiser comigo, não vai parar a menos que eu diga a palavra "Suficiente". - me disse a madura.
Lembrando de algo que tinha visto uma vez em filmes pornô, coloquei mãos à obra. Para começar, decidi despi-la de forma violenta. Abri sua blusa de uma vez, arrancando alguns botões no processo, e depois rasguei sua saia em pedaços, deixando-a nua. Para minha surpresa, pude notar que ela não usava roupa íntima, mas sim tinha o corpo coberto por cordas que percorriam sua pele com nós e amarrações intrincadas, inclusive em volta de seus seios pequenos. Sua buceta, como imaginei, estava completamente depilada, sem um fio de pelo púbico.
Imaginei que ela devia ter brinquedos no quarto, então a levei à força até lá e, uma vez dentro, Joguei ela na cama. Abri o armário, que era grande o suficiente para entrar, e estava cheio de ternos e sapatos que dava pra ver que eram caros.
Abri alguns armários que só tinham mais roupa, até chegar num terceiro onde encontrei o que procurava: uma vasta coleção de artigos de bondage: correntes, coleiras, chicotes, palmatórias e outras coisas que me dava medo perguntar pra que serviam. Também tinha dildos, vibradores e outros brinquedos sexuais. Pensei que dona Norma e ela certamente se dariam muito bem.
Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela, depois peguei um par de prendedores unidos por uma corrente e apertei seus mamilos eretos. Revirei os brinquedos e encontrei um consolo anal que enfiei no cu da madura.
Achei que com isso seria suficiente. Segurando-a pela corrente, fiz ela andar de quatro pelo lugar. Tirei meu pau ereto e desfiz aquele coque apertado, deixando seu cabelo longo cair despenteado. Segurando-a pela corrente, obriguei-a a chupar meu pau. Ela resistiu um pouco, mas enfiei meu pene à força. Colocando minhas mãos dos dois lados do rosto dela, fodi sua boca com força. Enfiei meu pau até o fundo da garganta dela e depois tirei, provocando engasgos.
— Chupa, gostosa, vamos, chupa meu pau como a vadia que você é — falei, já entrando no papel.
Enfiei meu pau com força mais algumas vezes na boca dela. Era algo diferente do que já tinha experimentado antes, dominar alguém à força.
Continuei fodendo a boca dela até que, sem aviso, gozei, lançando jatos de porra pela garganta dela. Ao tirar meu pau, vi ela tossir e buscar ar, mas mesmo assim não deixou escapar uma gota de sêmen.
Peguei mais algumas cordas do armário e a deitei de bruços na cama, amarrando suas mãos nas costas, deixando-a vulnerável.
Fui buscar alguns consolos e vibradores para continuar a tarefa. Ajoelhei-me atrás dela e me aproximei da sua... buceta que, surpreendentemente, estava encharcada, nossa, como ela gostava desse tipo de coisa.
Liguei o vibrador e lentamente passei pelos lábios dela sem introduzir, apenas percorrendo sua fenda levemente com ele, fazendo as vibrações a estimularem. Introduzi a ponta dentro dos lábios e mantive ali sem ir além.
— Por favor, mete, preciso senti-lo dentro, te imploro — disse a madura, se contorcendo.
Peguei a corrente e puxei-a para mim, fazendo-a se dobrar para trás.
— Cala a boca, foxy. Eu decido quando meto. Não quero te ouvir falar — disse a ela.
Peguei do armário uma mordaça com bola e a coloquei em sua boca, silenciando-a. E então voltei ao meu trabalho de atuar em sua buceta. Continuei mais um pouco atormentando-a com os consolos até que, de repente, enfiei um deles até o fundo de sua buceta. Ouvi-a gritar contra a mordaça. Peguei o outro consolo e também o introduzi dentro de sua buceta, fazendo-a gemer. Agora ela tinha dois consolos na buceta e mais um no cu.
Voltei ao armário e peguei uma palmatória, com ela dei umas boas palmadas em seu bumbum, que ficou vermelho das surras. Dirigi-me até a frente dela e vi que seus olhos estavam vermelhos e inchados, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Fiquei preocupado de ter exagerado e retirei a mordaça, esperando que ela me indicasse para parar.
— Por favor, te imploro, chega, para por favor — disse ela chorando.
Como não ouvi a palavra "Suficiente", presumi que deveria continuar. Recoloquei a mordaça e tirei os consolos de seu cu e buceta. Repeti o que havia feito com o consolo, mas desta vez com meu pau, passando a cabeça pelos lábios dela, fazendo o gesto de enfiar para depois retirar. A madura se contorcia e empurrava os quadris para trás, buscando a penetração. Dei mais algumas palmadas em seu bumbum com a palma da mão. Uma vez que ela ficou quieta, enfiei meu pau na buceta e a comi com toda minha força.
Segurando-a pela Puxei seu cabelo para trás, enquanto meu pau a penetrava com força.
—É isso que você queria, não é? Queria um pauzão na sua buceta? É o que você gosta, sua putinha, não é? — falei, puxando seus cabelos com força, conseguia ouvi-la gemer através da mordaça. — É, você não passa de uma putinha faminta por pau. Então goza, goza todinha, puta.
Tirei meu pau da sua buceta e enfiei no seu cu sem dó. Continuei metendo assim, alternando entre seu cu e sua buceta. Puxei a corrente, fazendo ela se erguer contra mim, e depois a empurrei contra a cama. Puxei as cordas que cobriam seu corpo até apertá-las contra sua pele.
Finalmente, não aguentei mais e gozei dentro da sua buceta.
Depois de ter descarregado minha porra dentro dela, desamarrei suas mãos, deixando-a livre. Eu estava completamente exausto.
—Chega — disse a senhorita Ana, tirando a mordaça e encerrando o encontro. — Foi… satisfatório. Você tem potencial, talvez com um pouco de prática e uma boa professora, você iria longe no mundo do sadomaso.
—Obrigado, senhorita, mas acho que vou ter que recusar a oferta — respondi.
—Esse mundo não é para todos. Então, bem, agradeço seu serviço e desejo o melhor em seus futuros projetos. Mas se mudar de ideia, não hesite em me ligar — disse ela, saindo do lugar.
Novamente, comecei o caminho de volta ao meu apartamento, impressionado com o que tinha acabado de acontecer. Cada encontro com essas milfs sempre me deixava surpreso com o quanto eu tinha evoluído e o que tinha aprendido.
Embora, sinceramente, aquela não tenha sido uma das minhas práticas favoritas, esperava que as outras milfs não fossem tão extremas quanto essa.
Ao entrar em casa, liguei para minha mãe para avisar que tinha voltado, mas não obtive resposta. A porta dela estava trancada, o que me deixou um pouco intrigado, pois ela sempre a deixava aberta. Certamente, ela estava muito cansada e queria dormir sem ser perturbada.
Enquanto pegava no sono... lembrei dos acontecimentos na praia e meu último pensamento antes de adormecer foi o corpo nu da minha mãe.
Saudações. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova para voltar a postar minhas histórias. Felizmente eu tinha backup de quase todas elas, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se entrasse em contato. Espero que continuem curtindo minhas histórias.
0 comentários - Maduras Anonimas Cap. 04