Primeiro Exame Andrológico - Parte 3

Antes que a Dra. Meli se permitisse alegrar pela sua boa sorte, decidiu esclarecer as coisas sobre o estado de virgindade do seu novo paciente.
— Vamos ver se eu entendi direito sua resposta, Simão... você tá me dizendo que nunca teve relações sexuais, certo? — disse a Dra. Meli.
Mesmo meio envergonhado do que tava falando, ele respondeu quase na hora:
— Sim, Doutora... ugh... é isso mesmo — e, embora ele não conseguisse esconder a vergonha ou o desconforto (causado pelo dedo da doutora abrindo caminho mais fundo dentro do rabo dele), o tom da voz e a confissão sincera da verdade renderam muitos "Pontos Extras" com a Dra. Meli, mesmo ele não sabendo. Claro que o fato de ele dizer exatamente o que ela queria ouvir também ajudava a causa dele.
Agora que o dedo da doutora tava bem e verdadeiramente "lá dentro", ela avançou com o exame retal ao mesmo tempo que resumia rapidamente o questionário. Afinal, algumas perguntas que ela tinha preparado pra ele — tipo quantas parceiras sexuais ele já teve? se ele e a parceira ficaram satisfeitos? quais eram as posições favoritas? sem contar se ele sempre usou proteção e quanto tempo levava em média pra gozar — todas foram descartadas pela admissão corajosa (por mais paradoxal que fosse) da própria virgindade dele.
Foi nesse ponto que o sorriso que ela vinha segurando apareceu no rosto dela, porque ela percebeu que o dedo indicador dela era um pouco mais curto do que o necessário pra tarefa que precisava fazer, então não teria outra escolha senão chamar o dedo médio pra ajudar. Ela tava encantada com a perspectiva, mas imaginava que o paciente não ia gostar nada da situação, embora não pudesse fazer nada a respeito.
Ela rapidamente tirou o dedo do rabo dele e arrancou as luvas. Dava pra sentir o alívio do Simão, um alívio que vinha da suposição errada de que ela tinha terminado. com o exame retal. Como ela nunca (pelo menos na própria opinião) é nem um pouco cruel com pacientes que respeitam a autoridade dela e assim reconhecem que ela sempre tem o controle absoluto no consultório, não deixou o garoto relaxar na falsa esperança de que não ia aguentar mais explorações no rabo dele.
- Pra chegar na sua próstata, vou ter que mudar um pouco minha tática; meu dedo médio não é muito mais comprido que o indicador, mas deve dar conta - disse pra ele.
Ela percebeu o exato momento em que ele se tocou que ela não tinha terminado de examinar o cu dele e não conseguiu evitar continuar.
- Claro que também é um pouquinho mais grosso... mas não tem o que fazer, né?
Embora a pergunta fosse puramente retórica, Simão respondeu como um jovem bem-educado.
- Não... acho que não, doutora.
A doutora calçou um novo par de luvas de látex e ajustou nos dedos, passou uma boa quantidade de lubrificante no dedo médio da mão direita e dessa vez começou a enfiar dentro do ânus já dilatado do pobre Simão. Os gemidos de agradecimento do jovem fizeram a doutora saber que, embora a diferença na grossura dos dedos seja mínima, o paciente com certeza sentia, e enquanto enfiava de novo, outra pergunta veio à mente dela.
- Acho que essa é uma boa hora pra voltar às perguntas que você não quis ou, pra ser justa, não conseguiu responder. Então me diz, Simão, mais ou menos quantas vezes por semana você bate punheta?
Ele demorou mais pra responder essa pergunta do que tinha demorado na consulta inicial que revelou o fato vergonhoso da virgindade dele, mas deu uma resposta bem antes que ela decidisse repetir a pergunta, embora na verdade não fosse o tipo de resposta que ela estava procurando... ou que fosse aprovar. Por outro lado, ela nunca tinha sido muito afeita a ter uma das perguntas dela respondida com Outra pergunta, especialmente quando pudesse ser interpretada como o tipo de pergunta que não reconhecesse a absoluta supremacia dela dentro do consultório.
- Realmente... aaagghh... precisa... mmmnn... saber disso?
A doutora tinha duas respostas para essa pergunta. A primeira foi dita com um leve tom de frieza na voz.
- Se não precisasse saber, não teria te perguntado, Simão. Vou ver se fica claro pra você: aqui quem manda sou eu, e você só tem que se concentrar em ser um bom paciente, um paciente obediente!
A segunda forma de responder foi penetrando e torcendo o dedo com força, garantindo que o paciente sentisse cada micro milímetro de diferença entre o dedo indicador e o dedo médio.
Ele hesitou de novo enquanto o dedo começava a explorar território novo, bem perto do objetivo final da doutora, e finalmente falou.
- Aaaggghhh... eu, doutora... honestamente... aaayyy... não sei... eu tento não... mmmmm... fazer... isso... porque meus pais não... ooouuuggg... não aprovam... mas... aaayyaaa... mas às vezes... não consigo evitar... doutoraaaaaa.....
A próxima pergunta da doutora acabou sendo adiada porque, com um último empurrão e uma rotação exagerada do dedo, ela finalmente conseguiu fazer contato com a próstata do Simão, e isso provocou uma reação notável, já que o tal contato seria definitivamente um alívio, enquanto o paciente simultaneamente apertava os glúteos e soltava um gemido forte.
Claro que ele também se empurrou um pouco para cima, apoiando-se nos cotovelos, o que fez com que seu importante saco escrotal balançasse pra frente e pra trás como um pêndulo de um jeito que a Dra. Meli não conseguiu evitar achar engraçado, embora tenha contido a alegria pra dar lugar a uma instrução severa.
- Volta pra posição!... E fica quieto... deixa eu te penetrar direito!!
Aos poucos, a Dra. Meli começou lenta e suavemente a examinar com o dedo coberto pela luva de látex a volúvel glândula que ele estava procurando e então um Simon muito envergonhado parou de gemer e no lugar começaram uns gemidos suaves com sensações que ele nunca imaginou experimentar.

Nem preciso dizer que ele estava tendo muita dificuldade em ficar parado enquanto ela continuava manipulando ele, fazendo com que ele se mexesse tentando encontrar algum alívio para seus sentimentos. Esses movimentos faziam o escroto balançar suavemente e o pênis agora muito ereto pulsar de um jeito bem impressionante... uma visão que, se a Dra. Meli pudesse apreciar da posição em que estava, nunca se cansaria de ver, especialmente porque era ela quem estava causando aquilo.

Surpreendentemente, são apenas os próprios limites da Dra. Meli agora que ela realmente tem acesso à próstata do garoto que impedem ele de gozar na maca, embora se alguém dissesse ao Simon que a doutora estava respeitando limites, ele teria rido na cara da pessoa. Mesmo assim, ela estava se segurando pelo bem do paciente, que nesse ponto estava literalmente na ponta dos pés para aguentar a pressão que ela aplicava.

A Dra. Meli se segurava porque A) estava muito ocupada aplicando um tratamento de longo prazo na próstata, significativamente mais longo do que o necessário para um paciente de 18 anos (claramente devido à falta de gozadas suficientes, segundo o ponto de vista da doutora) e B) já que o paciente ia chegar ao orgasmo com os tratamentos, ela queria vê-lo gozando e observar o rosto dele claramente... durante e imediatamente depois, quando o paciente percebesse o que a sua doutora podia fazer com ele.

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