Cama de três VI

Fiquei surpresa, furiosa, o que era isso? O que o Pablo tinha na cabeça, o que eu responderia, foi o que senti naquele momento e escrevi:
"Não sei do que se trata isso, espero uma explicação hoje à noite, aliás já tenho amante e não pretendo trocá-lo", fechei o envelope pra que chegasse até ele sem violação, e entreguei pra minha secretária dar ao mensageiro, que entre parênteses, não quis ver de novo.

Já tinha estragado meu dia, atendia meus pacientes com a mente em outro lugar, quem era esse cara, por que ele tinha mandado pra eu aprovar, o que eu tinha que aprovar, e uma pessoa que trabalhava no mesmo lugar que ele. Agora que pensava com mais calma, percebia que ele me olhava como se estivesse me inspecionando, de cima a baixo, o que era isso? O que estava passando pela cabeça do Pablo?

O dia se arrastou, eu acumulava raiva, não conseguia entender isso. Pablo nunca tinha brincado assim com uma coisa tão séria, e com um colega de trabalho. Minha cabeça fervia, não tive coragem de escrever nada, queria ver a cara dele e que me explicasse. O que eu pensava até aquele momento era inexplicável.

Cheguei, tomei um banho quente, vesti uma camisola que uso às vezes pra dormir, servi uma taça de vinho, não preparei janta, não tava a fim, e me joguei no sofá, esperando o Pablo.

Quando o vi na minha frente, acho que pelos meus olhos ele viu todo o ódio que eu sentia. Não perguntou nada, tirou a roupa, ficou de cueca, se jogou também no sofá do meu lado, serviu outra taça de vinho e disse:

P: Não precisa me falar nada, você quer me matar, né?
EU: O que você acha? Não, se eu tô louca de alegria que você mandou um colega de trabalho me inspecionar fisicamente, e com um envelope privado que ele podia ter lido. Você enlouqueceu, me diz que isso é uma brincadeira.
P: Me perdoa, sim, enlouqueci. Deve ser tudo que a gente tá vivendo nos últimos meses, mexeu com minha cabeça, e sinceramente, faço coisas que nunca pensei que faria...
EU: Me explica, Pablo, de onde vem isso, não Entendo, por favor me explica, mas rápido porque tô morrendo de raiva.
P: calma, por favor, deixa eu te contar mas não me interrompe, tá?
Eu sei que o Facundo te mudou em tudo e pra melhor, a mim também, desde um mês e meio, tô o dia inteiro com tesão, pensando em sexo 24 horas por dia, me enlouqueceu a primeira vez que você me fez chupar o pau do Facu, agora preciso disso como água, descobri que sou bissexual, por mais louco que pareça, é assim que me sinto, não sei o que vai ser disso tudo Naty, mas despertou em mim algo que talvez tava adormecido, e agora eu sinto, gosto, e não consigo controlar, gosto de um pau como adoro sua buceta quente e molhada.
Naquele momento percebi que ele desabou, me abraçou bem forte.
P: me desculpa, não consigo controlar, eu te amo e não quero te perder Naty, faço o que você quiser, tô decidido a fazer todos os sacrifícios que você pedir.
EU: me virei e abracei ele também – eu também te amo, se isso despertou em você agora, o que posso dizer, sou a culpada disso estar acontecendo, é minha culpa, eu comecei, também como você não consigo parar. Não sei Pablo, o que vamos fazer, mas se a gente se ama, com certeza vamos conseguir lidar com isso. Preciso do Facu como preciso de você.
P: se você diz, o que você quiser a gente faz, te amo, te amo.
EU: me conta como esse tal Manuel se encaixa nisso tudo.

P: Ah, Manuel!!! Bom, com o Manu, como eu chamo, trabalhamos juntos há uns anos, nos damos muito bem, ele é um cara muito gente boa, é maqueiro no hospital, estuda fisioterapia, tá sempre por ali, a gente conversa muito, ele me conta das coisas dele, do estudo, besteiras, até que há um mês e meio mais ou menos, terminei de operar, fui tomar um banho, vou pro vestiário, ele tava lá também se lavando, não me pergunta como, mas enquanto eu me ensaboava comecei a olhar ele com atenção, principalmente o pau, que é muito bonito e grande, ele também tava se ensaboando bem nas bolas e no pau, eu pra essa época eu já tinha provado a do Facu, acho que por isso minha boca enchia d'água, me deu um tesão que não deu pra evitar e minha cock subiu, me virei pra ele não ver, mas ele percebeu, a gente tava falando qualquer merda mas ficou um silêncio estranho, continuei de costas pra ele, tentando fazer baixar, consegui e saí rápido, vermelho de vergonha, ele ficou. Dois dias depois, entro no chuveiro de novo, começo a me lavar e agora ele entra, me surpreendeu, porque raramente a gente se encontrava, e no outro dia sim, mas hoje era estranho. A gente falou de qualquer coisa, ele fez umas perguntas, mas enquanto se esfregava a cock como se tivesse me oferecendo, comecei a olhar, aquela morcilona, grande, linda, parei de falar, ele também tirou o sabão, e se aproximou, não precisou de mais nada, peguei ela, me abaixei e chupei, era muito intenso tudo. Assim começou, agora vou no apê dele. Mora em Almagro, num studio. Gosto, mais ou menos é assim a parada.
EU: Isso não entendi tudo, e entendo, me conta como eu entrei nessa?
P: é que sem você do lado não é a mesma coisa, preciso de você, estando com ele confessei que você sabe dos meus gostos, que não julga, e me excita muito contar pra ele como você é boa na cama, o quão puta você é, e isso, ele é só ativo, e gosta muito de mulheres, e bom, fiz ele ficar com tesão por você, então ele começou a dizer que queria te conhecer, e que a gente podia fazer algo.
EU: cê é louco, sabe algo do Facu?
P: não, nem penso em contar pra ele.
EU: e o que cê quer fazer, Pablin?
P: a mesma coisa que a gente faz com o Facu, só que com o Manu tô mais solto, ele faz outras coisinhas.
EU: ele meteu em você?
P: sim, me matou mas agora gosto, e muito.

Enquanto ele me contava, eu já tinha minha mão esticada massageando a cock dele por cima da boxer e ele enfiava um dedo na minha pussy molhada.
EU: ele arrombou teu cu?
P: sim.
EU: e ele gostou da minha promíscua?
P: sim, e agora quero que ele coma nós dois, já falei com o Manu, ele tá muito afim do assunto.
EU: ele é do teu trabalho, não é perigoso? P: ele é muito sério, tranquilo, boa pessoa, é bem parecido com seu Facu. você vai amar, além disso depende de mim, no trabalho, por esse lado tô bem de boa,
EU: e você também vai me foder com ele? hummm
P: toda, os dois vamos arrebentar sua buceta, ele aguenta muito, vamos nos divertir pra caralho, me diz que sim
EU: me dá uns dias, deixa eu processar, mas se você gosta, eu também gosto

E nos beijamos apaixonadamente, terminamos de nos despir e transamos como possessos, o pau do Pablo nunca baixava, era uma rocha, — você tomou viagra? — é tesão, Sweetie.

10 comentários - Cama de três VI

No hacen falta correcciones.
Está muy claro todo
Esa experiencia se va a dar muy pronto, y nosotros -estimo- la vamos a disfrutar mucho.
Cada vez más lindo se pone, los felicito sigan así!!!
Descubri esta saga hoy y ya la lei toda, no pude parar. Excelente! Felicitaciones y gracias.
Naty me tenes me bolas la cabeza con tu relato!!espero las siguiente parte y algún post de fotos..
Que caluente que me dejas cada vez que te leo hermosa, van +10....(porque no encuentro una mina como vos carajo?)