Lore, uma gostosa sozinha com uns moleques pra cuidar e sem ajuda. Porque ela tem que se virar com todos eles já que os pais não ajudam. Por causa disso, tem vários trampos: um emprego fixo na província, trabalha em algumas casas e vende pela internet.
É muito difícil pelos horários dela tentar se ver. As primeiras vezes já eram complicadas, ela tinha me avisado.
Quando a conheci, tava perto da casa dela, ela tava sozinha porque os meninos tavam na escola e a filha mais velha na casa de uma amiga. Cheguei de boa, tomamos uns mates, conversa vai e vem, e aí chega justo a filha. Ela explica que sou um amigo e a menina fica ali. Tudo errado, em minutos chegam os moleques menores e já queria vazar, começam a encher a mãe de perguntas, então preparei minha retirada. Na casa dela tem tipo um hall ou antessala, então antes de nos despedirmos, ela fecha a porta que liga pra casa, pede desculpas, falo que tá tudo bem e tava com um tesão danado. Beijo ela e passo a mão um pouco, e aí nos despedimos.
Já sabia que era complicado, mas curto o difícil. Todos os encontros foram rápidos e sem sexo. Passava na casa dela e a gente se via na esquina, que tem uma praça, e os encontros eram quentes do mesmo jeito, a gente se acabava de beijar, e íamos pra um lugar escuro onde nos apalpávamos pra caralho, eu sempre ia naquela buceta que tava sempre molhadinha e chupava aqueles peitos gostosos.
A gente se esquentava demais. Já não aguentava mais, queria comer ela em qualquer lugar, mas ela dificultava pra caralho, nunca conseguia tirar ela de casa e dos filhos. Então um dia convenci ela a ir na casa dela quando os filhos dormissem e o problema tava resolvido. O problema, segundo ela, era que a filha mais velha tava num aniversário e podia chegar. Mas ela disse que se chegasse, a gente esperava ela dormir e eu ia embora. Ela mandou os meninos dormirem cedo e à meia-noite eu tava lá. Cheguei, ela abre devagar sem fazer barulho e me dá um beijinho bem frio, tava com uma camisolinha curta divina, me leva pro quarto e diz que Não faz barulho... entramos no quarto dela, ela confere se os meninos estão dormindo e começa a putaria. A gente se despe e ela deita já com o pau duro. Entro bombando, aviso que talvez, pelo tesão, a primeira rodada ia ser rápida, que o melhor vinha depois. Ela ri e diz: "Não importa, me come gostoso". Eu metia forte enquanto ela segurava os gemidos. Tampo a boca dela e me mexo bem duro até soltar toda a porra. Ela suspira e a gente ouve um carro chegando. A filha que chegava, por um momento, não sabia o que fazer. Ela fala: "Fica tranquilo e em silêncio", e tinha trancado a porta com chave. Esperamos ela ir dormir e continuamos. Ela pergunta: "Já era?" Aguardamos uns instantes enquanto eu me punhetava e a gente se beijava, até não ouvir mais barulho. Ela começa a chupar meu pau enquanto eu brincava com o cu dela com o dedo. Viro ela e preparo o rabo. De lado, começo a bombar até pegar um ritmo frenético. No começo, segurava ela pela testa puxando pra trás, mas quanto mais acelerava a metida, tampava a boca dela. O calor que tava no quarto era impressionante, a gente suava pra caralho. Até que abraço ela pelo pescoço e gozo dentro do cu dela. Ela ficou satisfeita. Num tempinho, ela limpa toda a porra. Começa a chupar de novo, me fez sofrer, a filha da puta. Que boquete foda, engoliu inteiro até as bolas. Puxo ela pelo cabelo e jogo na cama, subo e começo a comer ela duro. Ficamos um tempão assim, eu já sentia ela gozando, mas eu não conseguia. Até que ela fala: "Chega", e pega minha porra.
Uma gostosa do caralho, a Lore. Os encontros continuaram assim... ou de manhã bem cedo, um rapidinha antes dos meninos acordarem e ela ir trabalhar. As folgas, pouco frequentes, eram na minha casa ou no motel. Mas essa puta adora foder, só que é difícil. Por isso ela se esforça tanto em cada encontro. Tem mil problemas, mas é uma boa gostosa e na hora do sexo não tem nenhum drama.
É muito difícil pelos horários dela tentar se ver. As primeiras vezes já eram complicadas, ela tinha me avisado.
Quando a conheci, tava perto da casa dela, ela tava sozinha porque os meninos tavam na escola e a filha mais velha na casa de uma amiga. Cheguei de boa, tomamos uns mates, conversa vai e vem, e aí chega justo a filha. Ela explica que sou um amigo e a menina fica ali. Tudo errado, em minutos chegam os moleques menores e já queria vazar, começam a encher a mãe de perguntas, então preparei minha retirada. Na casa dela tem tipo um hall ou antessala, então antes de nos despedirmos, ela fecha a porta que liga pra casa, pede desculpas, falo que tá tudo bem e tava com um tesão danado. Beijo ela e passo a mão um pouco, e aí nos despedimos.
Já sabia que era complicado, mas curto o difícil. Todos os encontros foram rápidos e sem sexo. Passava na casa dela e a gente se via na esquina, que tem uma praça, e os encontros eram quentes do mesmo jeito, a gente se acabava de beijar, e íamos pra um lugar escuro onde nos apalpávamos pra caralho, eu sempre ia naquela buceta que tava sempre molhadinha e chupava aqueles peitos gostosos.
A gente se esquentava demais. Já não aguentava mais, queria comer ela em qualquer lugar, mas ela dificultava pra caralho, nunca conseguia tirar ela de casa e dos filhos. Então um dia convenci ela a ir na casa dela quando os filhos dormissem e o problema tava resolvido. O problema, segundo ela, era que a filha mais velha tava num aniversário e podia chegar. Mas ela disse que se chegasse, a gente esperava ela dormir e eu ia embora. Ela mandou os meninos dormirem cedo e à meia-noite eu tava lá. Cheguei, ela abre devagar sem fazer barulho e me dá um beijinho bem frio, tava com uma camisolinha curta divina, me leva pro quarto e diz que Não faz barulho... entramos no quarto dela, ela confere se os meninos estão dormindo e começa a putaria. A gente se despe e ela deita já com o pau duro. Entro bombando, aviso que talvez, pelo tesão, a primeira rodada ia ser rápida, que o melhor vinha depois. Ela ri e diz: "Não importa, me come gostoso". Eu metia forte enquanto ela segurava os gemidos. Tampo a boca dela e me mexo bem duro até soltar toda a porra. Ela suspira e a gente ouve um carro chegando. A filha que chegava, por um momento, não sabia o que fazer. Ela fala: "Fica tranquilo e em silêncio", e tinha trancado a porta com chave. Esperamos ela ir dormir e continuamos. Ela pergunta: "Já era?" Aguardamos uns instantes enquanto eu me punhetava e a gente se beijava, até não ouvir mais barulho. Ela começa a chupar meu pau enquanto eu brincava com o cu dela com o dedo. Viro ela e preparo o rabo. De lado, começo a bombar até pegar um ritmo frenético. No começo, segurava ela pela testa puxando pra trás, mas quanto mais acelerava a metida, tampava a boca dela. O calor que tava no quarto era impressionante, a gente suava pra caralho. Até que abraço ela pelo pescoço e gozo dentro do cu dela. Ela ficou satisfeita. Num tempinho, ela limpa toda a porra. Começa a chupar de novo, me fez sofrer, a filha da puta. Que boquete foda, engoliu inteiro até as bolas. Puxo ela pelo cabelo e jogo na cama, subo e começo a comer ela duro. Ficamos um tempão assim, eu já sentia ela gozando, mas eu não conseguia. Até que ela fala: "Chega", e pega minha porra.
Uma gostosa do caralho, a Lore. Os encontros continuaram assim... ou de manhã bem cedo, um rapidinha antes dos meninos acordarem e ela ir trabalhar. As folgas, pouco frequentes, eram na minha casa ou no motel. Mas essa puta adora foder, só que é difícil. Por isso ela se esforça tanto em cada encontro. Tem mil problemas, mas é uma boa gostosa e na hora do sexo não tem nenhum drama.
2 comentários - fodendo a mamãe luchona