Olá, amigos do poringa.net:
Aproveitando os momentos livres, voltei a escrever minhas histórias nunca contadas.
Como prometi para alguns seguidores e a pedidos por mensagens privadas,
comecei a revisar todos os meus CDs com as fotos de todas as minhas histórias.
Escolhi esta, espero que gostem.
Ela é a Patrícia (Pato), de 18 anos, filha da minha irmã mais velha.
Desde pequena, ela sempre gostou de vir nos visitar, o avô e eu.
Entre nós dois, tínhamos mil histórias de saídas e passeios.
Ela sempre foi muito retraída, e comigo sempre foi muito carinhosa e atenta.
A timidez e a doçura dela eram o que eu mais gostava naquela menina linda.
Íamos comprar sorvete e passávamos as tardes desenhando no quintal, ou ela me ajudava na oficina.
Quando meu avô morreu, a família se distanciou um pouco.
A última vez que a vi foi no aniversário de 15 anos dela. Parecia uma princesinha com seu vestido longo.
Depois disso, paramos de nos ver.
Até que nos conectamos de novo pelo Face.
Não podia acreditar como ela tinha mudado. Estava uma mulherão. Nada a ver com aquela menina.
As fotos de perfil dela, com um namorado e as típicas fotos que as garotas tiram em pose pra mostrar os atributos bem no lugar.
Todos os dias a gente conversava, antes dela ir pra escola ou antes do namorado chegar.
Ficamos assim por vários meses.
Embora não estivéssemos muito longe, por causa das tarefas diárias dela e do relacionamento com o namorado, ela não podia vir me visitar, mas me prometeu uma visita em algum momento.
Depois de algumas semanas, me surpreendi ao ver que ela trocou a foto de perfil.
Colocou uma só dela e um monte de coisas tristes no mural sobre o amor.
Ela me contou o quanto estava triste e que não tinha volta.
Depois disso, as conversas foram cada vez mais longas e mais frequentes.
Inclusive algumas desconfortáveis por causa do parentesco, mas, bom, já éramos adultos pra falar sobre isso.
Ela me confessou que sempre esteve apaixonada por alguém impossível, mas nunca disse Muitos detalhes.
Daí vinha o conflito com o ex-namorado dela, ele sempre soube que ela tava apaixonada por outro. Mas era um amor impossível.
Claro, pensei que era besteira de garota nova e que o cara nunca entendeu.
Eu, pelo contrário, incentivava ela: se gosta de alguém, mostra e faz saber. Nunca se sabe, e não é legal sofrer de amor.
Ela sempre respondia a mesma coisa: "É impossível, tio. Esse cara está muito fora do meu alcance."
Como eu tinha pensado, era coisa de menina e não valia a pena falar mais sobre isso.
Na quinta, ela me perguntou se eu ia pra algum lugar no fim de semana.
Falei que não, só trabalhava até sábado ao meio-dia.
Ela: "Nossa, que merda, tio.
Queria ir te visitar, mas se cê tá ocupado, não."
Eu: "Pato, vem quando quiser, sem problema."
Ela: "Não vou atrapalhar se for?"
Eu: "Não, tá tudo bem, quando quiser vem e a gente conversa."
Ela: "Ok, sexta, se não te incomodar, depois da faculdade passo lá."
Eu: "Fechou, sem drama, peço algo pra comer e jantamos juntos."
Ela: "Fechou. Nos vemos depois de amanhã. Vou estudar, beijos."
Assim foram os dias, ela com as provas e eu com meu trampo.
Na sexta, umas 18:30, cheguei na oficina.
Nós dois demos um abraço forte e um beijo, foi uma alegria danada se ver depois de tanto tempo.
Meu ajudante tava devorando ela com os olhos, o punheteiro.
E não era pra menos, a mina tava gostosa pra caralho com uma calça jeans justa que destacava a cintura e a bunda linda que ela tinha.
Uma camiseta cinza com um bom decote e bem ajustada, dava pra ver uns peitões por baixo da camisa xadrez.
Ela: "Nossa, tem mate? É docinho?"
O punheteiro: "Sim, acabei de fazer."
Ela: "Que bom, que bom.
Tio, eu cevo mate enquanto vocês trabalham, querem?"
Eu: "Fechou, assim o cara termina de limpar e em meia hora a gente fecha. ela: e minha prima Clau tá aí dentro??
eu: não, daqui a pouco chega, se não ficar na casa da amiga.
(Claudia é minha outra sobrinha, que às vezes fica em casa, filha da minha outra irmã e protagonista de outros posts meus).
ela: ah, ela me disse que vinha me cumprimentar com certeza.
eu: ah, beleza, ela não me falou nada.
o cara não sabia como disfarçar pra ver ela, e toda vez que ela chegava com um mate, ele ficava nervoso pra caralho.
hora de fechar, então o cara foi embora e eu fechei tudo.
pedimos umas pizzas e umas cervejas por telefone e fui tomar banho.
ela ligou a TV e ficou esperando o delivery chegar.
quando terminei de me secar, ouvi a campainha e a voz da Claudia chegando.
quando saí, elas conversavam na sala, e a Claudia me cumprimentou com um beijo.
as pizzas chegaram na hora, e elas saíram pra receber enquanto eu arrumava a mesa.
depois de comer, ficamos batendo papo e bebendo.
Claudia: e aí, prima, o que vai fazer? vai dormir aqui ou vai embora???
Pato: não sei. queria ficar, mas não quero incomodar o tio, amanhã ele trabalha e acorda cedo. e você, o que vai fazer???
Claudia: não seja boba, fica e amanhã você vai. assim a gente continua conversando.
eu: por mim não tem problema, meninas, façam o que quiserem.
ligo pra casa dela e aviso que ela ia ficar.
depois de um tempo, fui dormir.
elas ficaram conversando e ouvindo música.
no outro dia, acordei pra trabalhar como sempre.
quase às 10 elas acordam e vêm me cumprimentar.
tomaram uns mates comigo, e a Claudia disse que ia pra casa da mãe e à noite não sabia se voltava.
eu: beleza, me avisa se não, senão eu pego no seu pé.
Claudia : sim, tio.
e você, Pato???
Pato: eu vou ficar mais um pouco com o tio e depois vou pra casa.
se não te incomodar, tio?
eu: não, de jeito nenhum, Pato.
ela ficou comigo e a Claudia foi embora.
ela: aproveito pra tomar um banho, tio, enquanto você faz suas coisas e preparo algo pra comer, quer?
eu: beleza, daqui a umas horas a gente fecha e tô contigo.
o calor do meio-dia tava terrível, então decidimos com meu ajudante encerrar mais cedo.
era meio-dia e meia quando a gente tava fechando a oficina.
quando entrei, ela tava falando com a mãe no telefone e com a mesa pronta; eu fui no banheiro lavar as mãos pra comer.
do banheiro, ouvia a conversa.
ela: sim, mãe.
sim, sim.
tô com a Clau e o tio.
sim, mãe.
sim, daqui a pouco a gente come.
siiiim, tudo bem, mãe.
sim, não sei, capaz que eu fique com a Clau.
depois te aviso.
ok. eu também.
beijos.
não entendi por que ela tava mentindo pra mãe, dizendo que tava comigo e minha sobrinha.
mas minha irmã é meio chata, então achei que era por isso.
a gente sentou e comeu enquanto conversava um pouco.
quando toquei no assunto do amor impossível dela, não quis contar e deixamos pra lá.
ela me contou que, como de costume, a mãe tava pirada com o trabalho dela e que não queria voltar pra casa se eu não me importasse.
falei que não, que ficasse à vontade.
eu: negra, tô morto de calor, vou tomar um banho e volto, não aguento mais.
ela: beleza, eu vejo o que faço.
tomei um banho rápido de água fria e saí, vesti um short e uma camiseta.
fui até a cozinha e ela não tava, então chamei pra saber onde andava.
ela: tô no tanque lavando roupa, já vou.
quando fui pra lá, minha grande surpresa.
ela tava lavando a roupa quase pelada e muito puta vestida.
não percebeu que eu vi e voltei pra cozinha pegar meu celular.
queria tirar uma foto dela sem que percebesse.
quando tava na entrada do tanque, ela percebeu, me olhando pela enésima vez. o ombro dela.
ela: agora você quer que eu conte sobre meu amor impossível???
eu: claro que quero.
ela: não sabia como chamar sua atenção.
desde pequena te via como homem e sempre quis estar com você.
meu ex sabia disso e por isso não queria que eu tivesse nada a ver com você.
te amo, tio.
mas sei que não vai rolar nada entre nós.
eu: você é minha sobrinha e também te amo, pato.
e faz um tempo que não consigo te ver como uma menina, você já tá grande e muito gostosa.
ela: tá falando sério, tio?
eu: claro, pato, você tá linda.
ela veio até mim e me beijou com muita paixão.
nós dois nos beijamos.
a mão dela acariciava meu peito e foi descendo até meu volume que explodia na minha calça.
eu ajeitei ela de lado e, sem tirar, ela acariciava da base até a cabeça com muita ternura.
isso nos excitou ainda mais, minhas mãos tocavam e apertavam a bunda gostosa dela.
nossa safadeza fez a gente esquecer o parentesco que nos unia.
ela entregue à putaria e eu também.
meus beijos começaram a descer pelo pescoço dela e até os peitos lindos.
sem dizer uma palavra, tirei a calcinha dela, deixando a buceta à mostra.
segurando pelas nádegas, levantei ela e sentei na pia de lavar.
vendo minha intenção, ela jogou o corpo pra trás e abriu as pernas.
minha boca e língua começaram a se deliciar com aquela buceta linda.
ela: mmm haaaa tiooooo mmmm siiiim.
mmmm que gostosoooo uffff adoro uffff haaaaa
mmmm haaaa mmmm siiiim que delícia.........................
sua língua é demais mmmmmmmmm
mmmm sim cospe mmmm siiiim uyyyyy que delícia você faz mmmm.
ha ha ha mmmm vou goza......... não tio.........................
haaaaaaaaaaaaaaaaa mmmmmmmmmmmmmm haaaaaaaaaaaa
uffffffffffffff ufiiiiiiiiiii ufffffffffffffffffffff haaaaaaaaaaaaaaaaa. vamos pra cama, quero que você me coma.
Ela tirou as meias e, me segurando pela piroca, me levou até o quarto como se eu fosse um carrinho de mão.
Já na cama, ela tirou minha camiseta e minha calça. Quase deitada e eu em pé ao lado dela, começou a tocar minha piroca.
Ela: sonhei com esse momento, mas isso é melhor do que eu sonhei.
Eu: você é linda, pato, adoro isso com você. Nem nos meus melhores sonhos imaginei.
Ela: desde muito novinha te desejo, tio, desde que me colocava no colo pra me ensinar a desenhar. Adorava sentar e sentir sua piroca como meu travesseirão. Agora vou chupar ela como sempre quis e não pude porque não tive coragem de pedir.
Eu: nunca percebi isso, neném.
Peguei meu celular do bolso e tirei uma foto desse momento tão gostoso.
com carícias e mimos na pica.
depois com a língua e beijos percorria toda a minha pica.
ela: mmm tio que gostosa essa porra, parece incrível na minha boca.
mmmm tem gosto de incesto kkkkkk.
adoro como soa errado e eu amo isso.
eu: é lindo, gata, e adoro como você me faz sentir um depravado.
enquanto ela chupava e mimava minha pica, eu brincava com a buceta dela, acariciava sem pressa e sem enfiar dedos, queria penetrar direto com a pica.
quando chupei ela, vi aquela buceta gostosa quase fechada.
ela: ui tio, adoro sua doçura. mmmm
me faz tremer toda mmmmm
pegando ela pelos ombros, deitei ela com cuidado na cama.
ela só me olhava fixo com cara de entregue e com vontade do que ia rolar.
com meu pau ereto na mão, levei até os lábios da buceta dela e roçando a cabeça neles como se desse massagem.
ela: mmm que gostoso que é sentir isso tio mmm.
você sim mmmmm sabe mmmmm adoro tudo que você faz comigo mmmm
acompanhando os movimentos da minha pica, ela estava deliciosa, sentindo-se cravada bem até o fundo.
minha pica bem lubrificada com os sucos dela e com saliva ficou na porta de entrada das entranhas dela.
ela: mmmm estou pronta.
devagar tio, sua pica é maior que a do meu ex.
mmmm ai deus aiiiiii mmmmm ufffff ufffff
uffff tiiiiio é muito grande, devagar por favor aiiiiii
ufffff que cabeça que tem ufffff.
sinto que está partindo minha buceta aiiiiii.
eu: calma, amor, sua buceta é bem pequenininha mas vai se acostumar com a minha pica.
ela: sim mmm sim tio, é toda sua pra sempre mmmmmm
adoro me sentir assim mmmmm
minha pica bombeava devagar mas com força, conseguindo pequenas avanços.
pouco a pouco meu pau encostou bem lá no fundo, dessa buceta tão pequena mas gulosa.
ela: ufffff haaa tio mmmm
mmm entrou toda, não acredito mmmmm
mmmmm siii haa haaa haaaa ......
vou gozar toda no teu pau tiooooooo.
ela me segurou forte pelo rosto e me beijou, abafando os gemidos com a boca.
pude sentir o corpo dela tremer e os gemidos escaparem entre os beijos apaixonados que trocávamos.
eu continuei bombando como um louco aquela buceta apertada que era um deleite pro meu pau duro.
de repente, ela me empurrou, me tirando de cima.
ela: tio, para, tu tá sem camisinha e eu tô fértil.
a gente tá louco e com tesão, tio. tu tem camisinha???
quero que tu continue me comendo, mas tô com medo.....
eu: calma, tu tem razão, love.
estiquei o braço e peguei uma camisinha na minha mesa de cabeceira.
a cara de susto dela mudou.
ela: desculpa, tio.
eu: desculpa você, eu que devia ter cuidado mais.
enquanto colocava a camisinha, preparei a câmera de fotos no móvel.
eu: bom, agora é tua vez de trabalhar, gostosa.
deitei e ela subiu em cima de mim.
Virando de costas, foi embora chupando meu pau devagar,
meu pau depois de bater três vezes. Ela gozava, era como apertar um botão pra detonar.
Era inacreditável a quantidade de orgasmos que ela tinha.
Trocamos de posição e de novo.
Terminamos os dois exaustos, todos suados.
Foi assim que passamos o fim de semana inteiro transando que nem uns loucos.
Dois degenerados incestuosos, curtindo o proibido sem ligar pra nada.
Transando em cada canto da casa. Dando prazer intenso e quente um pro outro.
É nosso segredo e ninguém desconfia de nada, nem minha outra sobrinha.
Aproveitamos cada visita, até fui buscá-la na faculdade pra foder na caminhonete no estacionamento.
Mas isso é outra história.
--------------------------------------------CONTINUA--------------------------------------------------------------
PS: Bom, espero que tenham gostado e que curtam.
Aguardo seus comentários e pontos pra poder continuar contando,
claro, tudo na boa.
Todos os comentários e perguntas serão respondidos.
Quem quiser mandar mensagem privada também será respondido.
Desde já, muito obrigado.
-----------------------------------------------------------------------------------------------maury-solo-yo
Aproveitando os momentos livres, voltei a escrever minhas histórias nunca contadas.
Como prometi para alguns seguidores e a pedidos por mensagens privadas,
comecei a revisar todos os meus CDs com as fotos de todas as minhas histórias.
Escolhi esta, espero que gostem.
Ela é a Patrícia (Pato), de 18 anos, filha da minha irmã mais velha.
Desde pequena, ela sempre gostou de vir nos visitar, o avô e eu.
Entre nós dois, tínhamos mil histórias de saídas e passeios.
Ela sempre foi muito retraída, e comigo sempre foi muito carinhosa e atenta.
A timidez e a doçura dela eram o que eu mais gostava naquela menina linda.
Íamos comprar sorvete e passávamos as tardes desenhando no quintal, ou ela me ajudava na oficina.
Quando meu avô morreu, a família se distanciou um pouco.
A última vez que a vi foi no aniversário de 15 anos dela. Parecia uma princesinha com seu vestido longo.
Depois disso, paramos de nos ver.
Até que nos conectamos de novo pelo Face.
Não podia acreditar como ela tinha mudado. Estava uma mulherão. Nada a ver com aquela menina.
As fotos de perfil dela, com um namorado e as típicas fotos que as garotas tiram em pose pra mostrar os atributos bem no lugar.
Todos os dias a gente conversava, antes dela ir pra escola ou antes do namorado chegar.
Ficamos assim por vários meses.
Embora não estivéssemos muito longe, por causa das tarefas diárias dela e do relacionamento com o namorado, ela não podia vir me visitar, mas me prometeu uma visita em algum momento.
Depois de algumas semanas, me surpreendi ao ver que ela trocou a foto de perfil.
Colocou uma só dela e um monte de coisas tristes no mural sobre o amor.
Ela me contou o quanto estava triste e que não tinha volta.
Depois disso, as conversas foram cada vez mais longas e mais frequentes.
Inclusive algumas desconfortáveis por causa do parentesco, mas, bom, já éramos adultos pra falar sobre isso.
Ela me confessou que sempre esteve apaixonada por alguém impossível, mas nunca disse Muitos detalhes.
Daí vinha o conflito com o ex-namorado dela, ele sempre soube que ela tava apaixonada por outro. Mas era um amor impossível.
Claro, pensei que era besteira de garota nova e que o cara nunca entendeu.
Eu, pelo contrário, incentivava ela: se gosta de alguém, mostra e faz saber. Nunca se sabe, e não é legal sofrer de amor.
Ela sempre respondia a mesma coisa: "É impossível, tio. Esse cara está muito fora do meu alcance."
Como eu tinha pensado, era coisa de menina e não valia a pena falar mais sobre isso.
Na quinta, ela me perguntou se eu ia pra algum lugar no fim de semana.
Falei que não, só trabalhava até sábado ao meio-dia.
Ela: "Nossa, que merda, tio.
Queria ir te visitar, mas se cê tá ocupado, não."
Eu: "Pato, vem quando quiser, sem problema."
Ela: "Não vou atrapalhar se for?"
Eu: "Não, tá tudo bem, quando quiser vem e a gente conversa."
Ela: "Ok, sexta, se não te incomodar, depois da faculdade passo lá."
Eu: "Fechou, sem drama, peço algo pra comer e jantamos juntos."
Ela: "Fechou. Nos vemos depois de amanhã. Vou estudar, beijos."
Assim foram os dias, ela com as provas e eu com meu trampo.
Na sexta, umas 18:30, cheguei na oficina.
Nós dois demos um abraço forte e um beijo, foi uma alegria danada se ver depois de tanto tempo.
Meu ajudante tava devorando ela com os olhos, o punheteiro.
E não era pra menos, a mina tava gostosa pra caralho com uma calça jeans justa que destacava a cintura e a bunda linda que ela tinha.
Uma camiseta cinza com um bom decote e bem ajustada, dava pra ver uns peitões por baixo da camisa xadrez.
Ela: "Nossa, tem mate? É docinho?"
O punheteiro: "Sim, acabei de fazer."
Ela: "Que bom, que bom.
Tio, eu cevo mate enquanto vocês trabalham, querem?"
Eu: "Fechou, assim o cara termina de limpar e em meia hora a gente fecha. ela: e minha prima Clau tá aí dentro??
eu: não, daqui a pouco chega, se não ficar na casa da amiga.
(Claudia é minha outra sobrinha, que às vezes fica em casa, filha da minha outra irmã e protagonista de outros posts meus).
ela: ah, ela me disse que vinha me cumprimentar com certeza.
eu: ah, beleza, ela não me falou nada.
o cara não sabia como disfarçar pra ver ela, e toda vez que ela chegava com um mate, ele ficava nervoso pra caralho.
hora de fechar, então o cara foi embora e eu fechei tudo.
pedimos umas pizzas e umas cervejas por telefone e fui tomar banho.
ela ligou a TV e ficou esperando o delivery chegar.
quando terminei de me secar, ouvi a campainha e a voz da Claudia chegando.
quando saí, elas conversavam na sala, e a Claudia me cumprimentou com um beijo.
as pizzas chegaram na hora, e elas saíram pra receber enquanto eu arrumava a mesa.
depois de comer, ficamos batendo papo e bebendo.
Claudia: e aí, prima, o que vai fazer? vai dormir aqui ou vai embora???
Pato: não sei. queria ficar, mas não quero incomodar o tio, amanhã ele trabalha e acorda cedo. e você, o que vai fazer???
Claudia: não seja boba, fica e amanhã você vai. assim a gente continua conversando.
eu: por mim não tem problema, meninas, façam o que quiserem.
ligo pra casa dela e aviso que ela ia ficar.
depois de um tempo, fui dormir.
elas ficaram conversando e ouvindo música.
no outro dia, acordei pra trabalhar como sempre.
quase às 10 elas acordam e vêm me cumprimentar.
tomaram uns mates comigo, e a Claudia disse que ia pra casa da mãe e à noite não sabia se voltava.
eu: beleza, me avisa se não, senão eu pego no seu pé.
Claudia : sim, tio.
e você, Pato???
Pato: eu vou ficar mais um pouco com o tio e depois vou pra casa.
se não te incomodar, tio?
eu: não, de jeito nenhum, Pato.
ela ficou comigo e a Claudia foi embora.
ela: aproveito pra tomar um banho, tio, enquanto você faz suas coisas e preparo algo pra comer, quer?
eu: beleza, daqui a umas horas a gente fecha e tô contigo.
o calor do meio-dia tava terrível, então decidimos com meu ajudante encerrar mais cedo.
era meio-dia e meia quando a gente tava fechando a oficina.
quando entrei, ela tava falando com a mãe no telefone e com a mesa pronta; eu fui no banheiro lavar as mãos pra comer.
do banheiro, ouvia a conversa.
ela: sim, mãe.
sim, sim.
tô com a Clau e o tio.
sim, mãe.
sim, daqui a pouco a gente come.
siiiim, tudo bem, mãe.
sim, não sei, capaz que eu fique com a Clau.
depois te aviso.
ok. eu também.
beijos.
não entendi por que ela tava mentindo pra mãe, dizendo que tava comigo e minha sobrinha.
mas minha irmã é meio chata, então achei que era por isso.
a gente sentou e comeu enquanto conversava um pouco.
quando toquei no assunto do amor impossível dela, não quis contar e deixamos pra lá.
ela me contou que, como de costume, a mãe tava pirada com o trabalho dela e que não queria voltar pra casa se eu não me importasse.
falei que não, que ficasse à vontade.
eu: negra, tô morto de calor, vou tomar um banho e volto, não aguento mais.
ela: beleza, eu vejo o que faço.
tomei um banho rápido de água fria e saí, vesti um short e uma camiseta.
fui até a cozinha e ela não tava, então chamei pra saber onde andava.
ela: tô no tanque lavando roupa, já vou.
quando fui pra lá, minha grande surpresa.
ela tava lavando a roupa quase pelada e muito puta vestida.
não percebeu que eu vi e voltei pra cozinha pegar meu celular.
queria tirar uma foto dela sem que percebesse.
quando tava na entrada do tanque, ela percebeu, me olhando pela enésima vez. o ombro dela.
ela: agora você quer que eu conte sobre meu amor impossível???
eu: claro que quero.
ela: não sabia como chamar sua atenção. desde pequena te via como homem e sempre quis estar com você.
meu ex sabia disso e por isso não queria que eu tivesse nada a ver com você.
te amo, tio.
mas sei que não vai rolar nada entre nós.
eu: você é minha sobrinha e também te amo, pato.
e faz um tempo que não consigo te ver como uma menina, você já tá grande e muito gostosa.
ela: tá falando sério, tio?
eu: claro, pato, você tá linda.
ela veio até mim e me beijou com muita paixão.
nós dois nos beijamos.
a mão dela acariciava meu peito e foi descendo até meu volume que explodia na minha calça.
eu ajeitei ela de lado e, sem tirar, ela acariciava da base até a cabeça com muita ternura.
isso nos excitou ainda mais, minhas mãos tocavam e apertavam a bunda gostosa dela.
nossa safadeza fez a gente esquecer o parentesco que nos unia.
ela entregue à putaria e eu também.
meus beijos começaram a descer pelo pescoço dela e até os peitos lindos.
sem dizer uma palavra, tirei a calcinha dela, deixando a buceta à mostra.
segurando pelas nádegas, levantei ela e sentei na pia de lavar.
vendo minha intenção, ela jogou o corpo pra trás e abriu as pernas.
minha boca e língua começaram a se deliciar com aquela buceta linda.
ela: mmm haaaa tiooooo mmmm siiiim.
mmmm que gostosoooo uffff adoro uffff haaaaa
mmmm haaaa mmmm siiiim que delícia.........................
sua língua é demais mmmmmmmmm
mmmm sim cospe mmmm siiiim uyyyyy que delícia você faz mmmm.
ha ha ha mmmm vou goza......... não tio.........................
haaaaaaaaaaaaaaaaa mmmmmmmmmmmmmm haaaaaaaaaaaa
uffffffffffffff ufiiiiiiiiiii ufffffffffffffffffffff haaaaaaaaaaaaaaaaa. vamos pra cama, quero que você me coma.
Ela tirou as meias e, me segurando pela piroca, me levou até o quarto como se eu fosse um carrinho de mão.
Já na cama, ela tirou minha camiseta e minha calça. Quase deitada e eu em pé ao lado dela, começou a tocar minha piroca.
Ela: sonhei com esse momento, mas isso é melhor do que eu sonhei.
Eu: você é linda, pato, adoro isso com você. Nem nos meus melhores sonhos imaginei.
Ela: desde muito novinha te desejo, tio, desde que me colocava no colo pra me ensinar a desenhar. Adorava sentar e sentir sua piroca como meu travesseirão. Agora vou chupar ela como sempre quis e não pude porque não tive coragem de pedir.
Eu: nunca percebi isso, neném.
Peguei meu celular do bolso e tirei uma foto desse momento tão gostoso.
com carícias e mimos na pica.depois com a língua e beijos percorria toda a minha pica.
ela: mmm tio que gostosa essa porra, parece incrível na minha boca.
mmmm tem gosto de incesto kkkkkk.
adoro como soa errado e eu amo isso.
eu: é lindo, gata, e adoro como você me faz sentir um depravado.
enquanto ela chupava e mimava minha pica, eu brincava com a buceta dela, acariciava sem pressa e sem enfiar dedos, queria penetrar direto com a pica.
quando chupei ela, vi aquela buceta gostosa quase fechada.
ela: ui tio, adoro sua doçura. mmmm
me faz tremer toda mmmmm
pegando ela pelos ombros, deitei ela com cuidado na cama.
ela só me olhava fixo com cara de entregue e com vontade do que ia rolar.
com meu pau ereto na mão, levei até os lábios da buceta dela e roçando a cabeça neles como se desse massagem.
ela: mmm que gostoso que é sentir isso tio mmm.
você sim mmmmm sabe mmmmm adoro tudo que você faz comigo mmmm
acompanhando os movimentos da minha pica, ela estava deliciosa, sentindo-se cravada bem até o fundo.
minha pica bem lubrificada com os sucos dela e com saliva ficou na porta de entrada das entranhas dela.
ela: mmmm estou pronta.
devagar tio, sua pica é maior que a do meu ex.
mmmm ai deus aiiiiii mmmmm ufffff ufffff
uffff tiiiiio é muito grande, devagar por favor aiiiiii
ufffff que cabeça que tem ufffff.
sinto que está partindo minha buceta aiiiiii.
eu: calma, amor, sua buceta é bem pequenininha mas vai se acostumar com a minha pica.
ela: sim mmm sim tio, é toda sua pra sempre mmmmmm
adoro me sentir assim mmmmm
minha pica bombeava devagar mas com força, conseguindo pequenas avanços.
pouco a pouco meu pau encostou bem lá no fundo, dessa buceta tão pequena mas gulosa.
ela: ufffff haaa tio mmmm
mmm entrou toda, não acredito mmmmm
mmmmm siii haa haaa haaaa ......
vou gozar toda no teu pau tiooooooo.
ela me segurou forte pelo rosto e me beijou, abafando os gemidos com a boca.
pude sentir o corpo dela tremer e os gemidos escaparem entre os beijos apaixonados que trocávamos.
eu continuei bombando como um louco aquela buceta apertada que era um deleite pro meu pau duro.
de repente, ela me empurrou, me tirando de cima.
ela: tio, para, tu tá sem camisinha e eu tô fértil.
a gente tá louco e com tesão, tio. tu tem camisinha???
quero que tu continue me comendo, mas tô com medo.....
eu: calma, tu tem razão, love.
estiquei o braço e peguei uma camisinha na minha mesa de cabeceira.
a cara de susto dela mudou.
ela: desculpa, tio.
eu: desculpa você, eu que devia ter cuidado mais.
enquanto colocava a camisinha, preparei a câmera de fotos no móvel.
eu: bom, agora é tua vez de trabalhar, gostosa.
deitei e ela subiu em cima de mim.
Virando de costas, foi embora chupando meu pau devagar, meu pau depois de bater três vezes. Ela gozava, era como apertar um botão pra detonar.
Era inacreditável a quantidade de orgasmos que ela tinha.
Trocamos de posição e de novo.
Terminamos os dois exaustos, todos suados.
Foi assim que passamos o fim de semana inteiro transando que nem uns loucos.
Dois degenerados incestuosos, curtindo o proibido sem ligar pra nada.
Transando em cada canto da casa. Dando prazer intenso e quente um pro outro.
É nosso segredo e ninguém desconfia de nada, nem minha outra sobrinha.
Aproveitamos cada visita, até fui buscá-la na faculdade pra foder na caminhonete no estacionamento.
Mas isso é outra história.
--------------------------------------------CONTINUA--------------------------------------------------------------
PS: Bom, espero que tenham gostado e que curtam.
Aguardo seus comentários e pontos pra poder continuar contando,
claro, tudo na boa.
Todos os comentários e perguntas serão respondidos.
Quem quiser mandar mensagem privada também será respondido.
Desde já, muito obrigado.
-----------------------------------------------------------------------------------------------maury-solo-yo
20 comentários - Minha sobrinha gostosa de visita (fotos)
gracias por comentar....
Buen realto, van diez puntos
gracias por comentar y los puntos
ahi van mis 10 puntitos
besos
👏👏👏
yo tengo varios relatos insestuosos .
la cara no la muestro porque soy muy conocido en mi cuidad tengo muchos clienten y no me va .
pero las chicas q mandan privado y me la piden no hay drama