Fala, galera! Sou um cara de 18 anos do Chile, me chamo Andrés, tô no último ano do ensino médio.
Isso aconteceu há 3 anos. Minha mãe se chama Yolanda, uma mulher de pele branca e cabelo castanho claro, muito bem cuidada, com curvas bem gostosas, pernas torneadas e uma bunda enorme. Ela nunca se deixava ver, se vestia de forma bem recatada: saias largas e compridas, blusas soltas e sempre um casaco longo que escondia aquela bunda linda e grande. Ela se vestia assim por causa da sua devoção à religião católica, muito religiosa, passava o tempo todo na missa e rezando.
Ela é uma esposa fiel do meu pai, que trabalhava todo dia e chegava em casa às 20h.
Naquela manhã de abril, cheguei atrasado na escola e não me deixaram entrar, então voltei pra casa. Umas quatro quadras antes de chegar, vi minha mãe saindo de um supermercado que não era o de sempre. O ônibus passou e cheguei em casa às 9h45. Tirei o uniforme e a mochila, enfiei tudo debaixo da cama e fui pro quarto dela pregar uma peça. Me escondi num armário antigo e grandão no quarto da minha mãe. Quando ela chegou, ouvi seus passos, mas em vez de ir pra cozinha com a sacola do mercado, ela foi direto pro quarto, pegou o telefone, discou e disse: "ALÔ, ONDE É QUE O SENHOR TÁ?
JÁ CHEGUEI, SOBE. TÔ TE ESPERANDO. TÔ QUASE PRONTA. NÃO ESQUECE: NÃO APERTA A CAMPAINHA. BATE DE LEVE NA PORTA.
Pensei em sair e assustar ela, mas fiquei curioso com aquela conversa e fiquei quieto, sem fazer barulho. Minha mãe tirou da bolsa uma garrafa de champanhe e deixou em cima da mesinha de cabeceira dela. Foi até a cômoda, pegou lá no fundo das gavetas uma sacola e tirou uma lingerie que eu nunca tinha visto nela. Desabotoou a blusa, tirou o sutiã, abaixou a saia e tirou a calcinha. Eu já tinha visto minha mãe pelada várias vezes: no banheiro, no quarto dela, no camping nas férias, sei lá. Não era nada demais, era minha mãe. Eu não a via como mulher. Ela tinha um corpo lindo e uma pele branca maravilhosa. Meus amigos, quando a gente se juntava, falava das mulheres e vizinhas do condomínio. Algumas a gente chamava de "tia Nancy, a peituda", outra de "magrela fogosa", e sobre minha mãe eles falavam como "a velha gordinha amorosa", porque viam ela como uma senhora mole e gorda, mas nada disso.
Minha mãe tirou dessa bolsa umas meias de liga pretas, vestiu bem rápido e colocou uma calcinha bem pequena, transparente, de renda, muito gostosa. E por cima, um babydoll preto transparente na altura do quadril, que deixava ver os peitos dela, branquinhos e bem empinados pros 45 anos dela. Ela calçou uns saltos altos finos, e eu senti baterem de leve na porta. Minha mãe se apressou e, na ponta dos pés, foi abrir a porta. Eu ouvi: "PODE ENTRAR, NÃO FAÇA BARULHO", "OI, YOLITA", e foram pro quarto dela, onde eu tava escondido.
Minha surpresa foi gigante ao ver que aquele homem era o vizinho da minha avó, a mãe da minha mãe. Um senhor de 1,96 m chamado Abraão, um velho de 67 anos que naquela comunidade chamavam de O POTRO ABRAÃO.
Não podia acreditar, aquele velho nojento era amante da minha mãe. Ele pegou a garrafa, abriu, serviram champanhe, e ele beijou ela, jogou ela na cama, abriu as pernas dela e mergulhou com a boca. Os dedos dele sumiam dentro da minha mãe, ele só subia pra beijar os peitos brancos dela e morder os bicos. Disse: "Vem, Yolita, para mim". E minha mãe tirou da calça dele a maior pica que eu já tinha visto na vida, uns 23 centímetros, que minha mãe tentava enfiar na boquinha dela. Quando conseguiu a ereção, seu Abraão pegou minha mãe, virou ela e colocou de quatro, puxou a calcinha e meteu inteira. Minha mãe gemeu com um grito abafado de desespero, dor e prazer.
Ele montava nela como um cavalo, ou melhor, como um potro monta numa gostosa. Os peitos da minha mãe balançavam com muita energia, ela só gemia e falava: "Buceta, METE TUDO, buceta!". E ele respondia: "Vou meter tudo na sua buceta, sua putinha Yolanda", e outros xingamentos parecidos, até que minha mãe teve um orgasmo tão grande e longo que me arrepiou inteiro. O velho a colocava de vários jeitos e posições, ela só se deixava amar e, no meio disso, tinha um orgasmo atrás do outro. De repente, ele disse: "Aí vem, Yolita, aí vem!". Minha mãe deu um pulo, se ajoelhou na frente dele e enfiou na boca, lambendo e chupando com muita vontade, quase desesperada. E o velho filho da puta soltou um "Aaggghh!!!" e gozou dentro da boca da minha mãe. Eu, escondido entre as portas do armário, vi minha amada mamãe engolindo e engolindo, sem desperdiçar nada do que saiu daquele pau enorme. Ela olhava pra cima, e ele pegava o cabelo castanho claro ondulado dela e dizia: "Você é a melhor, Yolita, a melhor!". E ela respondeu: "E o SENHOR, buceta, É O MELHOR DE TODOS, EU AMO!". Ele sentou e perguntou como meu pai estava, e minha mãe, sem rodeios, disse: "Trabalhando, está bem, sempre pergunta como o senhor está e manda lembranças quando vou ver minha mamãe.
Tomaram champanhe e minha mãe foi ao banheiro, voltou andando de salto alto, pelada, e eu a via de outro jeito agora, nua, com a buceta e os pelos quase loiros depilados nas laterais. Ela parecia uma mulherão esplêndida, desejável. Os peitos dela, tão lindos, empinados e com mamilos grandes, eu já não via como simples carne; agora queria lamber, morder, beijar eles, assim como aquela bunda redonda e perfeita. Queria ela de pé, aberta, só pra mim. Ela mandou ele ir embora porque era perigoso ele estar ali, algum dos meus filhos poderia chegar. Isso irritou Dom Abraão, ele a pegou, jogou ela de costas na cama, abriu as pernas dela o máximo que pôde e meteu tudo dentro daquela buceta linda e quase loira. Ela não demorou pra se excitar de novo, e Dom Abraão repetia: "Quer que eu vá embora, sua puta? Quer que eu vá embora, Yolanda?" Minha mãe disse: "Sim, se apresse, sua buceta, vá logo." Ele saiu, pegou ela e disse: "Abaixa." Ela obedeceu. Ele beijou entre a buceta e o cu dela, e os dedos dele se perdiam no cu dela. Ela começou a implorar: "Por aí não, sua buceta, eu imploro por Deus, não, buceta linda, por aí não.
Cala a boca, Yolanda —ele disse—. Você vai ficar calada e gozar. E ela continuava implorando: "Eu imploro pelo amor que sinto pelo senhor, se quiser outro dia, mas agora não". E ele, sem piedade, meteu por trás. Minha mãe só suspirou. Não consegui ver o rosto dela, só abaixou a cabeça e aguentou. Ele estava como um louco, cravando uma e outra vez com estocadas fortes. Só se ouvia a voz gemendo da minha mãe até ele terminar e sair. Eu vi cair um monte de porra no chão. Ela mal se levantou, foi pro banheiro com a mão atrás, tampando o cu. Quando voltou, vestiu um roupão e disse: "O SENHOR TEM QUE IR EMBORA, piranha". Ele estava se vestindo quando o telefone tocou. Era meu pai ligando pra cumprimentar ela. Ela falou com ele bem doce e amorosa, disse que ia no supermercado comprar carne pra fazer aquela comida que ele tanto gostava. Se despediu com um "te amo". Minha mãe começou a se vestir com roupas normais de novo e eles se despediram na sala. Imagino que ela beijou ele e ele saiu bem sorrateiro, sem ninguém ver lá fora. Ela voltou pro quarto, pegou a lingerie, enrolou na sacola e escondeu no fundo da gaveta da cômoda.
Se terminei de me arrumar feito uma dona de casa e saí, e consegui sair perplexo da situação, fui até a janela e vi minha mãe pegar um ônibus. Aí fui até a cômoda dela e peguei aquela lingerie, ainda cheirava a buceta da minha mãe. Sem pensar, me masturbei pensando naquele corpo, naqueles gemidos, como ela abria as pernas feito uma menininha e se mexia na cama. Desde aquele dia, comecei a espiar ela e a olhar pra ela com olhos de homem. Depois eu conto como fiz ela minha numa manhã de março.
3 comentários - Minha mãe me surpreendeu