Se você for a primeira vez que me lê, bem-vindo, se já havia me lido antes, muitas graças.Entrei na carreira e sucederam várias coisas, coisas que espero contar mais tarde. Iba atrasado quase um ano por desidia e porque não me dei ao trabalho de ir à festa durante um tempo; minha última relação estável havia terminado quando a garota se mudou para outro estado e uma vez mais eu havia ficado sozinho. Não tinha muitos ânimos e havia-me tornado pessoa algo fria, sarcástica e amargada.
Wendy, uma amiga, me havia passado o face de sua prima, Jacqueline, com a intenção de que saíssemos algum dia para ver o que acontecia. Eu neguei ao princípio, mas vejam, Wendy (e seu belo traseiro) pode ser muito persuasiva.
Assim foi como começamos a conversar Jacqueline e eu até que houvemos confiança para sair tomar um café. Ela estudava Psicologia e já estava por terminar, então meu humor negro e ácido lhe parecia divertido, além de que compartilhávamos o gosto pela leitura e as conversas eram divertidas e interessantes.
Quedamos em sair um sábado, o ponto de encontro era um parque que estava a algumas quadras do café escolhido. Cheguei 15 minutos antes, esperei 20 após a hora até que a vejo se aproximando por uma das ruas.
Jacqueline tinha 25 anos então, mediria 1,60 e algo sinuosa, era uma mulher muito bonita e sensual, tinha um sorriso amplo e o lábio inferior um pouco mais grosso que o superior, olhos negros de azeitona que combinavam perfeitamente com sua pele morena clara (como a de Wendy), esse dia levava o cabelo longo e planchado.
A reconheci imediatamente, no dia anterior havia descarregado uma foto do seu face para não me confundir, tinha um corpo hermoso; me havia contado que desde os 17 anos ia aulas de danças de salão, especialmente de salsa e que havia deixado o baile quando a carreira se tornou pesada.
Llevava meias até a coxa envolvendo suas sensuais e torneadas pernas, uma saia negra que em voo chegava até acima da coxa deixando ver apenas uma faixa de pele; levava como blusa um suéter com botões, tinha abertos três a modo de escote, seus peitos eram de Bom tamanho, antes, quando bailava salsa, em suas fotos se via o peito plano típico das bailarinas (coisas aerodinâmicas) mas agora que havia deixado o baile suspeitas haviam florecido em dois frutos redondos e orgulhosos, algo comum que eu chamo de 'efeito bailarina de balé' em homenagem a uma amiga da minha que contarei mais tarde.
Parou junto à fonte, que era como o centro do parque, eu estava num jardim, admirando seu corpo, desnu-dando-a e vendo como outros homens detinham sua vista nela. Deu uma volta sobre os talões procurando-me, pude ver então como a saia na parte de trás se alçava mais, deixando testemunho que debaixo havia um cu redondo, carnoso e firme.
Ela revisita o relógio que carrega no pulso enquanto me acaricia. Fecha seu atuendo com uma bolsa negra discreta e uns saltos baixos.
—Jacqueline? —perguntei.
—Olá... —disse ao reconhecer-me e me deu um beijo na face—Onde estavas?
—Sentado nessa jardim —aponto.
—Llevas muito tempo esperando por mim? —disse em doble sentido. Sorri.
—Não... Acabo de chegar —esboça sua ampla sonrisa, vê-se muito linda e inocente—... Vamos.
Faço um gesto com a cabeça e nos echamos a andar. Todos sequedan viendo sem dar crédito a porque uma mulher como ela vai com um tipo raro como eu.
Caminhamos conversando sobre coisas triviais, aparentemente não havíamos acostumbrado a ter uma tela de cristal entre nós e agora em pessoa fluía um pouco lenta a conversação, além sua forma de caminhar e seus gestos me começavam a pôr nervoso, tinha uma coqueteria natural.
A plática se fez mais natural ao chegar ao café. Abri a porta como um cavalheiro e ela escolheu uma mesa em um canto do fundo. Ela pegou um capuchino com rompope e eu um café irlandês; enquanto esperávamos, a conversação foi como se estivéssemos chattando, falamos sobre filmes e música, a fiz reír duas vezes, perguntei sobre a carreira em engenharia química e ela sobre a de psicologia.
Chegou o café. Ela pôs suas mãos em torno à xícara, com unhas pretas e algo longas.
— Gosto do seu humor sarcástico —me disse e posso ver na sua expressão a de uma menina travessa prestes a cometer um pecado —. Mas eu sei por que você é assim de sarcástico.
— Ah, sim, me esqueci que você é psicóloga —me defendi— Diga-me, doutora, preciso de terapia? O que vê em mim?
— Veja, seu sentido de humor negro e sarcástico é porque você é muito tímido com poucas ferramentas sociais, por isso pensa que parecer inteligente te faz agradável —sorri ante o análise — Gosta de ler porque sua realidade é difícil de assimilar, é frio e amargo, talvez por um episódio passado, talvez o abandono de uma mulher importante, alguém você quebrou o coração quando não entendeu seus desejos e você terminou, lhe echaste a culpa à sua inocência, por isso tratou de ocultar sua fragilidade em máscara de arrogância...
— Se deteve para observar minha reação, sorri e tomei um gole de café, essa informação obviamente se a havia contado sua prima. Wendyme havia convencido de falar com Jaqueline com um análise da sua espectacular culinária e a ela havia convencido contando-me minha história —.
— Nunca teve uma relação de verdade, penso que não pode manejar suas emoções, é muito intenso e em alguns meses abrumas as suas companheiras... —Tomei um gole de suco de café — Diga-me... Acertei em algo?
Mantenho uma sonrisa, ela quer ter o controle e le vou dar o gosto por um momento — Sim, acertou em quase tudo, doutora. Ela sorri satisfeita.
— Além disso, você me tem estado vendo as pernas desde que se sentou...
— Em isso se enganou, doutora —a interrompi. Uma par de sessenta anos se sentava na mesa atrás dela, ambos tinham canas — Não só vi suas pernas.
— Ah, sim?
— Sim, quer saber o que vejo... Na minha opinião profissional?
— Profissional? —disse incrédula.
— É apenas uma expressão.
— Adiante, diga-me o que vê.
— Bem... —Respirei profundamente — Tinha... Essência de puta ou eras uma puta. Reprimida —põe cara de surpresa, a senhora da mesa atrás dela volta ao escutar 'puta' —viste-te provocativamente com a intenção deinquietar o próximo, aquele suéter não se lhe caiam os três primeiros botões, se os quitaste à direita para criar um decote pronunciado; que se caia um botão é normal, que se caiam dois é coincidência, mas três é a propósito, estás orgulhosa de seus peitos, apostaria dizendo que antes te acomplejavam, quando bailavas salsa. A saia puseste-te apesar de ter frio gosta atrair olhares luxuriosos, que te desnuden com a imaginação, hábaixo desse suéter não há blusa, verdade? Mas se há um sutiã com encaixe e hábaixo da saia? Uma thong ou roupa interior transparente? Podria ser qualquer... —a parreira de atrás começa a susurrar entre eles. Jaque tem a boca um pouco aberta e pára muito —também sei, o que acabas de depilar, moves muitas pernas pelo roce da tela; outra aposta, deixaste um pequeno retângulo de vello recortado precisamente, por isso chegaste tarde?... —se ruboriza um pouco, nota-se ainda com seu tom de pele —te é difícil controlar seus impulsos, gosta bailar salsa não pelo amor ao baile, mas pelo erótico que a salsa é, terminaste mais de um baile com o pussy húmido —a parreira de atrás se muda da mesa, Jaque se termina de sorrir —fantasiabas com suas parceiras de baile por la maioria deles eram gays e os que não eram não te faziam caso... Talvez por seus peitos —termino. Vejo sua cara atónita. 'Jaque'. Tomo um gole de café, amargo e doce, com um toque de álcool. Há um pequeno silêncio. —O fato de uma mulher demonstrar desejo sexual não quer dizer que seja... —Uma puta ... —termino por ela —claro que não, mas o que faz puta é o fato de não só querer coger, querer que te tomem, que te possam... Não podes controlar seus impulsos, és obsessiva te acabas pintando as unhas, porque não combinavam, mas suas unhas não estão simétricas, o dedo médio e anular da sua mão Direita têm o dedo mais curto; são os dedos que usas para te masturbar, não? As unhas longas lastimam? Além disso, o dedo médio da sua mão esquerda está igual de curto, acho que gosta de entreter seus dois orifícios, há uma puta debaixo desse máscara de inocência Jacqueline?...—esconde suas mãos debaixo da mesa. Jaque mate —digo... Acertei em algo?
Dou outro gole do café, ela faz o mesmo. Reina o silêncio por um tempo até que eu saco uma folha do bolso trasero.
—Quer ler algo que escrevi? —ofereço com uma sonrisa amável. Ela sorri agradecida, lê o poema que escrevi.
—Você mesmo escreveu isso? —pergunta assombrada.
Acenzo com um movimento de cabeça, começamos a falar sobre livros e personagens, esquecendo o assunto da sua puta interior. Pedimos a conta, pagamos e saímos para caminhar conversando como se o assunto da cafeteria nos tivesse unido mais que as pláticas do face. As luminárias se encendem, a noite cai sobre nós, dobramos nas esquinas ao acaso perdendo-nos em ruas cada vez mais escuras, cada vez mais solitárias.
Vou voltar a vê-la até que ela me ve —então... O que fantasia faremos primeiro? —suelto sem pensar esperando sua resposta.
—O que faz você pensar que eu quisera cumprir uma de minhas...
Não a deixo terminar, minha língua já estava em sua garganta antes de terminar a última sílaba . Já não resistia essa saia, tinha que tocá-la, tinha que fazer dela minha, beijando-a pongo com a espalda contra a parede, ela responde movendo desesperadamente a boca, mordisqueando meus lábios entre o beijo; uma de minhas mãos a toma da cintura prendendo-a ao meu corpo para sentir-me eretação e a outra mão navega por debaixo da saia, sobre suas pernas diretamente a seu cu. Nós nos beijamos assim, ela com as mãos ao redor do meu pescoço e eu apertando-lhe uma nádega sentindo debaixo dos meus dedos a tela fina de sua roupa interior.
—Assim que não é uma thong... Roupa interior transparente... Eu gosto —digo em uma pausa dos beijos. Ela se... Sonroja e fecha a volta, cobrindo-se como se estivesse nua na rua. Me acerco atrás dela, abraço-a suavemente rodeando sua cintura com meus braços, pressionando minha ereção —. Tranquila... —susurro no seu ouvido —é uma mulher linda e muito sexy, não te preocupe com seus desejos, isso te faz mais perfeita, não te preocupe... Sua umidade —uma das minhas mãos se perde entre suas coxas massageando seu sexo que começa a escorrer. Dá um golpe forte para trás para afastar-me, vira-se com os lábios apertados, como ofendida. —O meu cu é de quem eu quiser, é o meu cu e faço o que eu quiser com ele... Por que eu gostaria de fazer sexo com você? —perdeu o controle da situação e isso não lhe agrada. A vejo diretamente nos olhos —porque eu a desnudei sem tocar nela —dou um passo em direção a ela —, porque descobri seu segredo —dou outro passo e levo o dedo com que acaricio seu sexo à boca —e porque, embora não seja o seu tipo, consegui provocar sua curiosidade. —Maldito arrogante, egocêntrico. Sorriu com cinismo, encojo os ombros e tomo sua mão para seguir caminhando. Avançamos lentamente porque paramos para nos beijarmos; chegamos a uma avenida. —Acho que já me perdi —digo enquanto tento me localizar. —Eu sei por onde estamos, o parque fica ali embaixo —aponta para a rua abaixo. —Já vejo. —E onde você mora? —pergunta de repente. —No departamento da minha mãe, não muito longe... E você? —Eu moro na casa dos meus pais, perto do centro, pois eles trabalham em outro estado e eu vivo sozinha ali... Fica perto da escola. —Se eu vivesse sozinho faria festas todas as semanas. —Sim... É bom ter um espaço de liberdade... Se você quiser... Bem... Não sei se você queira me acompanhar?... Podemos pedir pizza ou... algo assim—morde ligeiramente o lábio inferior. —Claro... Vamos. Paramos um táxi, abro a porta como todo um cavalheiro, ela dá sua direção e começamos o viagem. Ela olha pela janela, move as mãos com nervosismo Sobre as coxas; rodeou o seu pescoço com meu braço, dei um beijo no pescoço antes de comer a boca com beijos apassionados. Lembro-me da conversa do café e me levanto do assento para falar com o motorista.
—Ei amigo...
—Diga-me jovem.
—Teria algum inconveniente se minha amiga e eu nos divertíssemos um pouco aqui atrás?
—Iole jovem, acabo de lavar roupas e não sei se pode.
—Não se preocupe, só quero aquecer... já sabe —sinalizando com um gesto da cabeça para Jaque.
—Vai sair mais caro jovem.
—Nenhum problema —respondo e volto ao assento traseiro.
—O que está acontecendo? —pergunta Jaque intrigada.
—Queria saber por onde vamos, sigo algo desubicado —respondendo com importância.
Passo uma mão pela sua face até o cabelo e puxo a cabeça para beijá-la, ela mete a língua primeiro, eu contesto o gesto. Bajo minha mão até suas tetas, as começo a massajar por cima da roupa, desaboto outros três botões deixando fora seus peitos cobertos com um sutiã transparente com encaixe, posso ver seus pênis cor de café, outra mão ocupa-se de massajar sua vagina.
—Não pode esperar?
—Não —respondeu sacando um seio do sutiã. Ela se cobre e se afasta das minhas carícias.
—Não... Pode nos ver —diz avergonhada e excitada, apontando para o taxista.
—Não, tranquila, a ele não importa, além disso é um profissional, não creo que haja problema. Não me digas que essa não é uma de suas fantasias?
Ela se aproxima até metade do assento, o taxista ajusta o retrovisor para poder ver ela. O sutiã se desata liberando seus peitos, mas sem tirar o suéter, fico olhando para ela, sua respiração se agita cada vez mais, começo a mamar e a chupar seus pênis, com uma mão faço um lado dos calções transparentes e começo a meter-lhe um dedo, ela geme entre susurros, está muito úmida. Começa a mover as cadeiras frotando seu clitoris contra o assento, sobre minha mão ficam seus fluidos.
O taxista vê pelo retrovisor cada vez que... Pode. Jacqueline está poseída pela luxúria, abre as pernas garantindo que se veja pelo retrovisor. O taxista sorri com o espetáculo. Continuo a masturbar e a comer suas tetas. O taxista leva a mão ao paletó. Sacou os dedos da sua vagina, os saboreia, abro minhas calças e saco meu pênis, duro e palpitante, ela se o fica vendo. A tomo de novo pela nuca, beijo-a ferozmente e em seguida empurro a sua cabeça contra meu cock, ela solta um gemido, junto com todo o seu cabelo na minha mão, acomodo meu membro na boca, ela começa a chupar rápido e duro, tinha fome de cock, como se tivesse estado no deserto e isso saciasse sua sede.
O taxista não perde detalhe. Com uma mão alcança o cu de Jaqueline e com um dedo sobre seu ânus começo a fazer pressão sem meter-se. — E como vai a chamba? — pergunto ao taxista como se nada. — Não há muito, eu acho que me darei um descanso para jantar algo e em seguida vou seguir, não tem caso seguir-lhe quando está assim —.
Echo minha cabeça para trás quando Jaqueline succiona minhas tetas e posteriormente passa o ponto da sua língua pela cabeça dura do meu cock. Uma coisa era certa, tinha bastante experiência chupando pênis, de sua boca vinham sons de sucção, metia-o todo na boca movendo a língua inclusive de vez em quando o mordia de uma maneira deliciosa.
— Aqui é à direita? — pergunta o taxista. — Como... Emm não se... — A pego do cabelo arrancando-a da minha boca — Aqui à direita, querido? Ella vê desorientada pelas janelas como se acabasse de acordar, se limpa as comissuras com a parte posterior da mão. — Sim... Aqui à direita, no portão branco — diz por fim jadeando.
Continuará...
Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3062420/El-Secreto-de-Jaqueline-Parte-2.html
Terceira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3062424/El-Secreto-de-Jaqueline-Parte-3.html
Wendy, uma amiga, me havia passado o face de sua prima, Jacqueline, com a intenção de que saíssemos algum dia para ver o que acontecia. Eu neguei ao princípio, mas vejam, Wendy (e seu belo traseiro) pode ser muito persuasiva.
Assim foi como começamos a conversar Jacqueline e eu até que houvemos confiança para sair tomar um café. Ela estudava Psicologia e já estava por terminar, então meu humor negro e ácido lhe parecia divertido, além de que compartilhávamos o gosto pela leitura e as conversas eram divertidas e interessantes.
Quedamos em sair um sábado, o ponto de encontro era um parque que estava a algumas quadras do café escolhido. Cheguei 15 minutos antes, esperei 20 após a hora até que a vejo se aproximando por uma das ruas.
Jacqueline tinha 25 anos então, mediria 1,60 e algo sinuosa, era uma mulher muito bonita e sensual, tinha um sorriso amplo e o lábio inferior um pouco mais grosso que o superior, olhos negros de azeitona que combinavam perfeitamente com sua pele morena clara (como a de Wendy), esse dia levava o cabelo longo e planchado.
A reconheci imediatamente, no dia anterior havia descarregado uma foto do seu face para não me confundir, tinha um corpo hermoso; me havia contado que desde os 17 anos ia aulas de danças de salão, especialmente de salsa e que havia deixado o baile quando a carreira se tornou pesada.
Llevava meias até a coxa envolvendo suas sensuais e torneadas pernas, uma saia negra que em voo chegava até acima da coxa deixando ver apenas uma faixa de pele; levava como blusa um suéter com botões, tinha abertos três a modo de escote, seus peitos eram de Bom tamanho, antes, quando bailava salsa, em suas fotos se via o peito plano típico das bailarinas (coisas aerodinâmicas) mas agora que havia deixado o baile suspeitas haviam florecido em dois frutos redondos e orgulhosos, algo comum que eu chamo de 'efeito bailarina de balé' em homenagem a uma amiga da minha que contarei mais tarde.
Parou junto à fonte, que era como o centro do parque, eu estava num jardim, admirando seu corpo, desnu-dando-a e vendo como outros homens detinham sua vista nela. Deu uma volta sobre os talões procurando-me, pude ver então como a saia na parte de trás se alçava mais, deixando testemunho que debaixo havia um cu redondo, carnoso e firme.
Ela revisita o relógio que carrega no pulso enquanto me acaricia. Fecha seu atuendo com uma bolsa negra discreta e uns saltos baixos.
—Jacqueline? —perguntei.
—Olá... —disse ao reconhecer-me e me deu um beijo na face—Onde estavas?
—Sentado nessa jardim —aponto.
—Llevas muito tempo esperando por mim? —disse em doble sentido. Sorri.
—Não... Acabo de chegar —esboça sua ampla sonrisa, vê-se muito linda e inocente—... Vamos.
Faço um gesto com a cabeça e nos echamos a andar. Todos sequedan viendo sem dar crédito a porque uma mulher como ela vai com um tipo raro como eu.
Caminhamos conversando sobre coisas triviais, aparentemente não havíamos acostumbrado a ter uma tela de cristal entre nós e agora em pessoa fluía um pouco lenta a conversação, além sua forma de caminhar e seus gestos me começavam a pôr nervoso, tinha uma coqueteria natural.
A plática se fez mais natural ao chegar ao café. Abri a porta como um cavalheiro e ela escolheu uma mesa em um canto do fundo. Ela pegou um capuchino com rompope e eu um café irlandês; enquanto esperávamos, a conversação foi como se estivéssemos chattando, falamos sobre filmes e música, a fiz reír duas vezes, perguntei sobre a carreira em engenharia química e ela sobre a de psicologia.
Chegou o café. Ela pôs suas mãos em torno à xícara, com unhas pretas e algo longas.
— Gosto do seu humor sarcástico —me disse e posso ver na sua expressão a de uma menina travessa prestes a cometer um pecado —. Mas eu sei por que você é assim de sarcástico.
— Ah, sim, me esqueci que você é psicóloga —me defendi— Diga-me, doutora, preciso de terapia? O que vê em mim?
— Veja, seu sentido de humor negro e sarcástico é porque você é muito tímido com poucas ferramentas sociais, por isso pensa que parecer inteligente te faz agradável —sorri ante o análise — Gosta de ler porque sua realidade é difícil de assimilar, é frio e amargo, talvez por um episódio passado, talvez o abandono de uma mulher importante, alguém você quebrou o coração quando não entendeu seus desejos e você terminou, lhe echaste a culpa à sua inocência, por isso tratou de ocultar sua fragilidade em máscara de arrogância...
— Se deteve para observar minha reação, sorri e tomei um gole de café, essa informação obviamente se a havia contado sua prima. Wendyme havia convencido de falar com Jaqueline com um análise da sua espectacular culinária e a ela havia convencido contando-me minha história —.
— Nunca teve uma relação de verdade, penso que não pode manejar suas emoções, é muito intenso e em alguns meses abrumas as suas companheiras... —Tomei um gole de suco de café — Diga-me... Acertei em algo?
Mantenho uma sonrisa, ela quer ter o controle e le vou dar o gosto por um momento — Sim, acertou em quase tudo, doutora. Ela sorri satisfeita.
— Além disso, você me tem estado vendo as pernas desde que se sentou...
— Em isso se enganou, doutora —a interrompi. Uma par de sessenta anos se sentava na mesa atrás dela, ambos tinham canas — Não só vi suas pernas.
— Ah, sim?
— Sim, quer saber o que vejo... Na minha opinião profissional?
— Profissional? —disse incrédula.
— É apenas uma expressão.
— Adiante, diga-me o que vê.
— Bem... —Respirei profundamente — Tinha... Essência de puta ou eras uma puta. Reprimida —põe cara de surpresa, a senhora da mesa atrás dela volta ao escutar 'puta' —viste-te provocativamente com a intenção deinquietar o próximo, aquele suéter não se lhe caiam os três primeiros botões, se os quitaste à direita para criar um decote pronunciado; que se caia um botão é normal, que se caiam dois é coincidência, mas três é a propósito, estás orgulhosa de seus peitos, apostaria dizendo que antes te acomplejavam, quando bailavas salsa. A saia puseste-te apesar de ter frio gosta atrair olhares luxuriosos, que te desnuden com a imaginação, hábaixo desse suéter não há blusa, verdade? Mas se há um sutiã com encaixe e hábaixo da saia? Uma thong ou roupa interior transparente? Podria ser qualquer... —a parreira de atrás começa a susurrar entre eles. Jaque tem a boca um pouco aberta e pára muito —também sei, o que acabas de depilar, moves muitas pernas pelo roce da tela; outra aposta, deixaste um pequeno retângulo de vello recortado precisamente, por isso chegaste tarde?... —se ruboriza um pouco, nota-se ainda com seu tom de pele —te é difícil controlar seus impulsos, gosta bailar salsa não pelo amor ao baile, mas pelo erótico que a salsa é, terminaste mais de um baile com o pussy húmido —a parreira de atrás se muda da mesa, Jaque se termina de sorrir —fantasiabas com suas parceiras de baile por la maioria deles eram gays e os que não eram não te faziam caso... Talvez por seus peitos —termino. Vejo sua cara atónita. 'Jaque'. Tomo um gole de café, amargo e doce, com um toque de álcool. Há um pequeno silêncio. —O fato de uma mulher demonstrar desejo sexual não quer dizer que seja... —Uma puta ... —termino por ela —claro que não, mas o que faz puta é o fato de não só querer coger, querer que te tomem, que te possam... Não podes controlar seus impulsos, és obsessiva te acabas pintando as unhas, porque não combinavam, mas suas unhas não estão simétricas, o dedo médio e anular da sua mão Direita têm o dedo mais curto; são os dedos que usas para te masturbar, não? As unhas longas lastimam? Além disso, o dedo médio da sua mão esquerda está igual de curto, acho que gosta de entreter seus dois orifícios, há uma puta debaixo desse máscara de inocência Jacqueline?...—esconde suas mãos debaixo da mesa. Jaque mate —digo... Acertei em algo?
Dou outro gole do café, ela faz o mesmo. Reina o silêncio por um tempo até que eu saco uma folha do bolso trasero.
—Quer ler algo que escrevi? —ofereço com uma sonrisa amável. Ela sorri agradecida, lê o poema que escrevi.
—Você mesmo escreveu isso? —pergunta assombrada.
Acenzo com um movimento de cabeça, começamos a falar sobre livros e personagens, esquecendo o assunto da sua puta interior. Pedimos a conta, pagamos e saímos para caminhar conversando como se o assunto da cafeteria nos tivesse unido mais que as pláticas do face. As luminárias se encendem, a noite cai sobre nós, dobramos nas esquinas ao acaso perdendo-nos em ruas cada vez mais escuras, cada vez mais solitárias.
Vou voltar a vê-la até que ela me ve —então... O que fantasia faremos primeiro? —suelto sem pensar esperando sua resposta.
—O que faz você pensar que eu quisera cumprir uma de minhas...
Não a deixo terminar, minha língua já estava em sua garganta antes de terminar a última sílaba . Já não resistia essa saia, tinha que tocá-la, tinha que fazer dela minha, beijando-a pongo com a espalda contra a parede, ela responde movendo desesperadamente a boca, mordisqueando meus lábios entre o beijo; uma de minhas mãos a toma da cintura prendendo-a ao meu corpo para sentir-me eretação e a outra mão navega por debaixo da saia, sobre suas pernas diretamente a seu cu. Nós nos beijamos assim, ela com as mãos ao redor do meu pescoço e eu apertando-lhe uma nádega sentindo debaixo dos meus dedos a tela fina de sua roupa interior.
—Assim que não é uma thong... Roupa interior transparente... Eu gosto —digo em uma pausa dos beijos. Ela se... Sonroja e fecha a volta, cobrindo-se como se estivesse nua na rua. Me acerco atrás dela, abraço-a suavemente rodeando sua cintura com meus braços, pressionando minha ereção —. Tranquila... —susurro no seu ouvido —é uma mulher linda e muito sexy, não te preocupe com seus desejos, isso te faz mais perfeita, não te preocupe... Sua umidade —uma das minhas mãos se perde entre suas coxas massageando seu sexo que começa a escorrer. Dá um golpe forte para trás para afastar-me, vira-se com os lábios apertados, como ofendida. —O meu cu é de quem eu quiser, é o meu cu e faço o que eu quiser com ele... Por que eu gostaria de fazer sexo com você? —perdeu o controle da situação e isso não lhe agrada. A vejo diretamente nos olhos —porque eu a desnudei sem tocar nela —dou um passo em direção a ela —, porque descobri seu segredo —dou outro passo e levo o dedo com que acaricio seu sexo à boca —e porque, embora não seja o seu tipo, consegui provocar sua curiosidade. —Maldito arrogante, egocêntrico. Sorriu com cinismo, encojo os ombros e tomo sua mão para seguir caminhando. Avançamos lentamente porque paramos para nos beijarmos; chegamos a uma avenida. —Acho que já me perdi —digo enquanto tento me localizar. —Eu sei por onde estamos, o parque fica ali embaixo —aponta para a rua abaixo. —Já vejo. —E onde você mora? —pergunta de repente. —No departamento da minha mãe, não muito longe... E você? —Eu moro na casa dos meus pais, perto do centro, pois eles trabalham em outro estado e eu vivo sozinha ali... Fica perto da escola. —Se eu vivesse sozinho faria festas todas as semanas. —Sim... É bom ter um espaço de liberdade... Se você quiser... Bem... Não sei se você queira me acompanhar?... Podemos pedir pizza ou... algo assim—morde ligeiramente o lábio inferior. —Claro... Vamos. Paramos um táxi, abro a porta como todo um cavalheiro, ela dá sua direção e começamos o viagem. Ela olha pela janela, move as mãos com nervosismo Sobre as coxas; rodeou o seu pescoço com meu braço, dei um beijo no pescoço antes de comer a boca com beijos apassionados. Lembro-me da conversa do café e me levanto do assento para falar com o motorista.
—Ei amigo...
—Diga-me jovem.
—Teria algum inconveniente se minha amiga e eu nos divertíssemos um pouco aqui atrás?
—Iole jovem, acabo de lavar roupas e não sei se pode.
—Não se preocupe, só quero aquecer... já sabe —sinalizando com um gesto da cabeça para Jaque.
—Vai sair mais caro jovem.
—Nenhum problema —respondo e volto ao assento traseiro.
—O que está acontecendo? —pergunta Jaque intrigada.
—Queria saber por onde vamos, sigo algo desubicado —respondendo com importância.
Passo uma mão pela sua face até o cabelo e puxo a cabeça para beijá-la, ela mete a língua primeiro, eu contesto o gesto. Bajo minha mão até suas tetas, as começo a massajar por cima da roupa, desaboto outros três botões deixando fora seus peitos cobertos com um sutiã transparente com encaixe, posso ver seus pênis cor de café, outra mão ocupa-se de massajar sua vagina.
—Não pode esperar?
—Não —respondeu sacando um seio do sutiã. Ela se cobre e se afasta das minhas carícias.
—Não... Pode nos ver —diz avergonhada e excitada, apontando para o taxista.
—Não, tranquila, a ele não importa, além disso é um profissional, não creo que haja problema. Não me digas que essa não é uma de suas fantasias?
Ela se aproxima até metade do assento, o taxista ajusta o retrovisor para poder ver ela. O sutiã se desata liberando seus peitos, mas sem tirar o suéter, fico olhando para ela, sua respiração se agita cada vez mais, começo a mamar e a chupar seus pênis, com uma mão faço um lado dos calções transparentes e começo a meter-lhe um dedo, ela geme entre susurros, está muito úmida. Começa a mover as cadeiras frotando seu clitoris contra o assento, sobre minha mão ficam seus fluidos.
O taxista vê pelo retrovisor cada vez que... Pode. Jacqueline está poseída pela luxúria, abre as pernas garantindo que se veja pelo retrovisor. O taxista sorri com o espetáculo. Continuo a masturbar e a comer suas tetas. O taxista leva a mão ao paletó. Sacou os dedos da sua vagina, os saboreia, abro minhas calças e saco meu pênis, duro e palpitante, ela se o fica vendo. A tomo de novo pela nuca, beijo-a ferozmente e em seguida empurro a sua cabeça contra meu cock, ela solta um gemido, junto com todo o seu cabelo na minha mão, acomodo meu membro na boca, ela começa a chupar rápido e duro, tinha fome de cock, como se tivesse estado no deserto e isso saciasse sua sede.
O taxista não perde detalhe. Com uma mão alcança o cu de Jaqueline e com um dedo sobre seu ânus começo a fazer pressão sem meter-se. — E como vai a chamba? — pergunto ao taxista como se nada. — Não há muito, eu acho que me darei um descanso para jantar algo e em seguida vou seguir, não tem caso seguir-lhe quando está assim —.
Echo minha cabeça para trás quando Jaqueline succiona minhas tetas e posteriormente passa o ponto da sua língua pela cabeça dura do meu cock. Uma coisa era certa, tinha bastante experiência chupando pênis, de sua boca vinham sons de sucção, metia-o todo na boca movendo a língua inclusive de vez em quando o mordia de uma maneira deliciosa.
— Aqui é à direita? — pergunta o taxista. — Como... Emm não se... — A pego do cabelo arrancando-a da minha boca — Aqui à direita, querido? Ella vê desorientada pelas janelas como se acabasse de acordar, se limpa as comissuras com a parte posterior da mão. — Sim... Aqui à direita, no portão branco — diz por fim jadeando.
Continuará...
Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3062420/El-Secreto-de-Jaqueline-Parte-2.html
Terceira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3062424/El-Secreto-de-Jaqueline-Parte-3.html
1 comentários - O Segredo de Jacqueline (Parte 1)