Meus Amigos I

Esta história é continuação dehttp://www.poringa.net/posts/relatos/3060110/Mis-amigos.html


A semana passou normal antes de a gente ir de férias, arrumamos as mochilas e fomos embora, meu irmão e o Luis dirigiram o carro, levamos 4 horas, quando chegamos fizemos a divisão dos quartos.Lá, meus pais, pro meu irmão e pra Mônica, a minha pra mim e pro Sergio, e a do meu irmão pra Sofia e pro Luís.O primeiro dia que a gente chegou foi sábado, saímos aquela noite por Alicante, fomos parar na praia com umas garrafas de vodka, uísque e coca-Booty. A noite tava muito boa, a Sofia propôs jogar "eu nunca". Enchemos o copo e a Sofia começou.– eu nunca transei com mais de uma pessoa, só com o Luis. Agora quem já transou com mais de uma pessoa bebe. Fizeram isso meu irmão, o Luis e a Mônica. Isso tava ficando interessante. Era a vez do Luis…– eu nunca chupei uma pica, os três caras caíram na gargalhada e começaram a bater palma entre eles.Nós três bebemos com muita vergonha, nos olhando uma pra outra, mas ninguém se surpreendeu com isso, era minha vez.— eu nunca traí ninguém, só a Mónica que bebeu.—mas não foi para o Carlos, ela disse.—Boa observação, disse meu irmão, eles só tinham cinco meses juntos. O jogo continuou assim, depois de uma hora a gente já tava cego, e aí a Sofia aparece…— Eu nunca vi ninguém foder de verdade, Ninguém bebia, Sofia olhava pra gente e eu matava ela com o olhar…—não vale trapacear, ele disse.– Vale, bebemos eu e o Sérgio…—Quem vocês viram? — disse Mônica…—Há um mês, com um casal numa balada, disse Sérgio. Ele inventou uma história que pareceu convencer a Mônica, e assim o jogo foi rolando. Graças a ele, descobrimos que a Sofia e a Mônica tinham levado no cu do Luís e do meu irmão. Fiquei surpreso com a Sofia, mas não me espantei, com o quanto o Luís é tarado e a bunda gostosa que a Sofia tem. Que a Mônica tinha feito isso numa piscina, que eu gostava que gozassem nos meus peitos. Fiquei com muita vergonha, mas o jogo era o jogo...Chegamos em casa às 5 da manhã, fomos todo mundo deitar. Eu e o Sergio estávamos no fogo, metemos na cama. Eu só de calcinha e sutiã, ele de cueca, que nem disfarçava a ereção. Rápido ele começou a apalpar meus peitos, viramos de lado, ele atrás de mim. Enfiou uma mão na minha calcinha, dava pra ver que minha buceta tava pegando fogo. Ele meteu 2 dedos, eu agarrei a pica dura dele que tava encostando na minha bunda e comecei a mexer.– tá andando com a Mônica e a Sofia, umas putinhas.– já te falei.—Cê imagina o Luis metendo no cu da Sofia? — enquanto dizia isso, mexia os dedos mais rápido na minha buceta.– siiiim, e como goza no cu dela.—E a Mônica chupando essa pica do teu irmão? — Continua, continua, me fala mais.– Com certeza ela engole toda a porra dele, igual a Sofia faz com o Luis.– Siiiiim, adoro, eu movia a pica cada vez mais rápido, ela já ia gozar.vou gozar na sua calcinha, você quer? – Por favor, goza na minha calcinha.Só de falar isso, começou a cuspir porra, a maior parte foi pra minha calcinha na parte do cu e também pra minha mão, ao sentir isso, gozei esfregando minha bunda no pau molhado dele e fazendo ele enfiar os dedos até o fundo da minha buceta. Foi uma boa punheta.Pelas manhãs, a gente ia pra praia, nós seis. Nós, de biquínis bem provocantes: Mônica com um preto, tinha uns peitos perfeitos; Sofia com um azul, mas o melhor era o meu, um vermelho que me caía perfeitamente. Minhas tetonas pareciam que lutavam pra escapar dele. Sérgio, Luís e até meu irmão não conseguiam disfarçar o olhar no meu decote, o mais sem vergonha era o Luís. 
Jogávamos cartas, os caras ficavam loucos com os 3 monumentos que tinham na frente, quando íamos nadar não conseguiam disfarçar as ereções, eles vinham atrás e ficavam doidos com a visão das nossas bucetinhas.Éramos muito safadas com eles, pedia pra eles passarem creme, cada uma no seu, sabíamos que isso ia deixar eles com muito tesão.Assim foi passando a semana. No sábado seguinte à primeira semana ali, aconteceu algo que mudou minha vida. Depois do almoço, todo mundo tirou uma soneca, menos o Luis e eu. Era costume dar uma cochilada, às vezes a gente descia pra piscina do prédio quem não dormia, quase sempre eu, o Luis e a Sofia. Mas hoje a Sofia tava descansando pra noite. Ao contrário do normal, eu e o Luis fomos pra praia, sozinhos. Pegamos o carro e em 5 minutos já tava lá.– Isso aqui tá cheio de gente até o talo, disse Luís.– já é, é que a outra praia fica meio longe.– Lá tem uma praia de nudismo, a 10 minutos daqui. Claro que a gente não ia fazer nudismo, nem todo mundo fica pelado. O Luís conhecia bem a região, os pais dele tinham um chalé a 25 km. Eu topei sem pensar muito, talvez pela curiosidade de estar numa praia de nudismo, sei lá por que nunca tinha ido antes. Se fosse outro cara me chamando, eu não teria aceitado, mas com o Luís, como já disse, a confiança era grande. Quando cheguei, fiquei surpreso com a pouca gente que tinha. Era uma praia pequena, mas acolhedora. Nem todo mundo estava pelado, na verdade pouca gente tirava a roupa. A gente deitou pra pegar um sol, quando passou um nórdico impressionante, todo nu, com a rola bem grande mesmo relaxada, só de óculos escuros…– que pauzão, disse Luis.—não seja vulgar.— agora vai me dizer que tamanho não importa.– pois não, (lá no fundo eu pensava outra coisa) – pois eu gosto mesmo é de mulher com peitão grande.– pois é, a Sofia não é lá essas coisas.– A Sofía eu adoro do jeito que ela é, e com essa bunda que ela tem já me serve, o que eu tô dizendo é que se pudesse escolher, ia querer ela com uns peitões grandes, igual os seus. Fiquei vermelha que nem um tomate, sabia que ele tava zoando, sempre teve um clima muito bom com o Luís, só brincadeira, mas ele sabia como me deixar vermelha que nem ninguém…–vamos ver quando você me mostra elas…—pois acho que isso nunca vai rolar, me mostra o teu.—Qual é essa?, disse apontando pro short de banho dele, se você me mostrar as tetas depois…– Para de besteira, você sabe que me deixa muito sem graça e não é por mal. Me virei pra pegar a garrafa d'água na bolsa e, quando me virei, o Luis tava pelado!!!!!!!! – Viu, não tem problema, ele disse naturalmente – Acho que isso não tá certo, se cobre, Luis.Não conseguia tirar os olhos da pica dele, não era nada mal, não era igual a do meu irmão, mas era maior que a do Sergio, tava meio dura, meus bicos do peito ficaram duros na hora.Vou tomar um banho, falei pra ela.– espera que vou contigo. E nem curto nem lerdo, ele veio atrás de mim, pelado, e entrou na água.– acho que você tem que me ensinar uma coisa.—nada disso.– você quem disse.—É que não posso, o que eu digo pro Sérgio? — Você não precisa falar nada pra ele…– E a Sofia? – também não…—mas é sua namorada, me pede outra coisa, não sei como eu disse aquilo…– Deixa eu tocar nelas, você sabe que já peguei na sua bunda várias vezes, mas nos peitos não...—Não dá, isso é ainda pior.– É um favor, as da Sofia são muito pequenas. Soltei um suspiro profundo, pensei em todas as possibilidades. Era o Luis, o de sempre, já tinha passado a mão na minha bunda várias vezes, mas isso não era a mesma coisa. Eram meus peitões grandes, minhas tetonas. Só de pensar já me excitava, mas quando lembrava do Sérgio, não queria fazer. Ali estava eu com o Luis, aquele loirinho tão gostoso, dentro da água pelado a dois metros de mim. No fim, pensei que não podia dar em nada e topei.–Te dejo solo 30 segundos. O rosto dela se iluminou…–vale Se colocou atrás de mim, me agarrou pela cintura, eu olhava uns banhistas lá longe…– espera, vamos pra onde a gente fica coberto, eu falei. A gente andou uns 10 metros, a água já passava das tetas.—aqui tá de boa, só tô meio nervoso.– eu também, respondi. De novo ele colocou a mão na minha cintura, subiu até o umbigo, tava se deliciando com a sorte, até chegar nos peitos, roçou de leve, depois ficou atrás de mim, agarrou os dois peitos por cima do biquíni bem devagar.– ohh!! Que prazer, ela disse.–vem, se apressa, puxou o sutiã pra cima e meus peitos ficaram nus debaixo d'água, agora colocou as mãos trêmulas nas minhas duas tetas duras, tocou, amassou, apertou, fez círculos, juntou, subia e descia, se distraiu com meus bicos, grudou em mim e senti o pau dele duro e nu por um instante roçar na minha perna, uma corrente sacudiu meu corpo, tava muito quente.– te restam 10 segundos, falei pra ele.– Vale, fica tranquila, me deixa mais um pouquinho, por favor, porra, que peitos duros, são melhores do que eu imaginava…Tava toda nervosa, enquanto eu passava a mão nas minhas tetas, lembrava do meu namorado, mas não conseguia deixar ele parar, ele me tocava de um jeito maravilhoso. Nunca tinha traído meu namorado e aquilo era o mais perto disso, pensei que só deixar ele tocar nas tetas não ia dar em nada. Nisso, uma onda me faz cair um pouco pra trás e eu apoiei minha mão direita no pau dele, tava durasso. Levei um baita susto, aquilo me fez cair na real...– bom, acabou. Tirei as mãos dele de uma vez, vesti o biquíni e, sem falar nada, fui pra beira.Ele demorou um pouco mais, com certeza tinha se masturbado na água, porque saiu com o pau inchadão e mais relaxado, eu era um feixe de nervos, além de estar toda excitada. Na viagem de volta, não abrimos a boca.Naquela noite, nem eu nem o Sergio saímos, ficamos em casa. Eu tava preocupada com o que tinha rolado com o Luis, queria contar pra ele, mas não tive coragem. No fim, a gente transou como nunca, ainda tava com o tesão da tarde. Fiz ele gozar nas minhas tetas, as mesmas que horas antes o Luis tinha acariciado. Tive um orgasmo quando ele jorrou nelas. Fantástico.No dia seguinte, era domingo, todo mundo tava moído, menos o Sergio e eu. A gente ia sair pra comer na praia quando o Luis levantou e falou que vinha comer com a gente. Preparamos uns sanduíches e fomos. Quando chegamos, fui dar um mergulho antes de comer, o Luis veio também, o Sergio ficou nas toalhas…– Marta, me desculpa pelo outro dia, não quero que a gente fique assim sem se falar.– Não tem problema, já esqueci isso.–Mentira que você ainda não fala comigo.– É que me dá um pouco de vergonha, ainda não sei como reagir.– Mas se não aconteceu nada, foi só uma brincadeira.– Já, mas você tocou nos meus peitos, interrompi.—Não vou fazer de novo.– Claro.– Amigos? – Tudo esquecido, falei pra ela.A gente tava nadando, se afastou um pouco da beira, tinha pouca gente na praia na hora do almoço, a gente tinha perdido o Sergio de vista nas toalhas, o Luis chegou perto e passou a mão na minha bunda, um tapinha carinhoso. 
–já estamos nessa de novo, falei pra ela.– achei que a gente tinha combinado que tudo ia ser como antes, sem treta…– é que ainda tá recente o negócio do outro dia. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela.– Tá vendo? Não acontece nada…– sim, já sei, mas…—mas nada. Nisso ela continuava segurando minha mão na bunda dela, era uma bunda pequena, mas bem durinha.– aperta ele, sem medo…– nada mal, falei apertando um pouquinho. Ele pegou minha mão e colocou no pacote, eu tentei tirar, mas ele segurou com força, colocou minha mão no pau dele, não me deixava tirar.—toca a Marta.Isso já está indo longe demais.Toca, ele disse como se tentasse me acalmar. Apertei de novo um pouco e senti ela através do sunga, não queria continuar com aquilo, se não tivesse namorado... ainda tinha a Sofia...–vamos, já chega, falei. A gente saiu e comeu, não aconteceu mais nada até quinta-feira à noite.Naquela quinta-feira saímos todo mundo, fomos ao cinema. Na entrada, o de sempre: divisão de opiniões. No fim, meu irmão e o Sérgio entraram pra ver um filme de guerra, a Sofia e a Mônica foram ver uma comédia espanhola, aquela "Gente Pez". Eu queria ver "Lúcia e o Sexo". O Sérgio já tinha visto com uns colegas de classe, a Mônica e meu irmão também. A Sofia ia entrar com a gente, mas se não ficasse com a Mônica sozinha, alguém tinha que ir com ela. Meu irmão não tava muito a fim, eu também não, e antes que o Luís fosse, a Sofia preferiu ficar comigo do que com a Mônica. Não era tão estranho pra todo mundo: no verão passado, a Sofia trabalhou nuns cinemas e às vezes eu e o Luís íamos buscá-la e entrávamos numa sessão esperando ela terminar. Entramos na sala eu e o Luís, lembro que não tinha muita gente, umas 5 ou 6 casais espalhados pelo cinema.—De novo sozinhos, disse Luís…—já viu só coincidência…O filme começou, e pra ser sincera, a gente se decepcionou bastante. Lá pela metade, o Luis passou o braço pelos meus ombros. Não falei nada, nem dei importância. O filme não era lá essas coisas, mas uma cena ou outra até que não era ruim, principalmente as cenas de sexo. Ele começou a acariciar meu rosto do lado oposto ao que ele estava. Eu sentia que alguma coisa podia rolar, mas deixei ele fazer. Ele colocou a mão na minha perna, aí já era demais, tirei a mão dele.Depois de 5 minutos, ela colocou de novo. Com a outra mão, passou o dedo indicador no meu queixo, depois nos meus lábios, tudo bem devagar. De novo, parou o dedo na minha boca, eu beijei ele, beijei de novo. Ele enfiou um pouco dentro, tocou minha língua, tirou de novo. Tava me deixando com tesão. Nisso, apareceu a melhor cena, na minha opinião: aquela em que a babá, uma garota nova, conta pro protagonista que a mãe dela era atriz pornô e que, pra se excitar, ela via os filmes da mãe e depois se masturbava no sofá imitando as posições dela. A cena da mãe chupando uma rola na tela e ela de quatro no sofá chupando um vibrador de borracha, depois montando nele, e o namorado da mãe vendo tudo.Isso foi demais. Ele levantou uma mão e a colocou no meu peito, começou a apertar, enquanto enfiava o dedo de novo na minha boca. Eu beijei o dedo, ele o introduziu mais fundo, agora já tinha enfiado inteiro e mexia lá dentro. Eu chupava ele, não consegui evitar de chupar o pau dele. Com a outra mão, ele apertava minha perna. Eu já não tinha consciência do que estava acontecendo, não conseguia controlar, o inferno tinha se soltado dentro de mim. Minha calcinha preta estava encharcada. Ele enfiou as mãos dentro da minha camisa xadrez, tocou meus peitos, levantou o sutiã, nem se deu ao trabalho de desabotoar a camisa. Tocou de novo meus peitões, eu gemi, meus mamilos estavam duros. Ele pegou minha mão e colocou no volume da calça dele. Eu estava prestes a ter meu primeiro encontro sexual com Luis, meu amigo de infância, o melhor amigo do meu irmão, o namorado da minha melhor amiga. Ele desabotoou a braguilha e colocou minha mão sobre a cueca. Um tesão tomou conta do meu corpo.Tava tremendo, daí ele enfiou a mão de novo nos meus peitos e o dedo na minha boca. Eu passei a mão devagar nele, tava bem duro. Meti a mão na cueca dele e peguei, quase gozei na hora. Tava com o pau duro do Luis na mão. Nós dois continuávamos vendo o filme como se nada, bom, mais olhando pra tela. Ele desabotoou minha calça e, sem cerimônia, enfiou a mão que tinha estado na minha boca na minha buceta, tocava devagar, tava bem depilada, só com um tufinho fino de pelos. Ele deve ter percebido, desceu a mão mais e chegou na entrada, tava bem molhada.Eu, enquanto batia uma pra ele bem devagar, a gente se olhou por um segundo, depois voltamos a olhar pra tela. Ele continuava me acariciando, subiu pro meu clitóris, eu não aguentava mais. A pica na minha mão me deixava ainda mais excitada, era a primeira vez que eu tocava em outra além da do Sergio. Ele mandou eu levantar um pouco, deu um puxão e baixou minha calça e calcinha até os joelhos. Eu tava pelada num lugar público, ainda bem que não tinha ninguém perto. Ele se aproximou de mim.– chupa um pouco? – Nãaaaao, isso é demais, respondi ofegante – Vai, só um pouco, por favor antes de eu gozar, ele disse segurando meu pescoço e levando minha cabeça com meu rabinho loiro pro pau dele.–Bom, falei me virando pra ele a 10 cm da pica dele.Eu perdi o controle, me recostei um pouco, enfiei sem cerimônia na boca, ele gemeu, também tava molhada, senti um gosto salgado, brinquei com a cabecinha dele, com o buraquinho, Luis enquanto me acariciava as costas e foi descendo até minha bunda, enfiou a mão no meu cu, de lá tocou minha buceta, eu prendi a mão dele com minhas pernas, tava quase gozando, ele acariciou minha bunda, brincava com o dedo no meu furinho pequeno, era uma sensação nova, eu enquanto chupava ele, tirava da boca, passava a língua por todo o pau dele, nunca tinha curtido tanto chupar um pau, fazia sem mãos, com elas, nisso senti que ele tava gozando, enfiei inteiro na boca, roçou na minha garganta, comecei a gemer igual uma louca com o pau dele na minha boquinha, Luis de repente enfiou o dedão de uma vez no meu cu, nós dois ficamos tensos, gozamos juntos, ele gozou na minha boca!!!!!!!!!!!!–siiiiiiiiim, vou gozar na sua boca, Marta, vou gozar…Eu gozei também com o dedão dele no meu cu e o coração acariciando meu clitóris, foi magistral, a melhor gozada da minha vida. Meu corpo inteiro se contraía e o dedão dele ficou preso no meu cu, fechei os olhos ofegante enquanto ele se esvaziava na minha boca. Gozei de pernas abertas, minha buceta parecia uma torneira aberta. Sentir a explosão dele na minha boca foi muito forte, a primeira vez que fizeram isso comigo. Um jato, dois, três, quatro, fiquei com a boca cheia de porra. Não pensei que o Luís fosse fazer isso sem pelo menos pedir permissão. Engoli o sêmen que consegui, o resto cuspi. Levantei do pau dele ainda ofegante, ele tirou a mão do meu cu e da minha buceta. Dei um tapa nele, não sei por quê. Me arrumei e saí correndo pro banheiro, não podiam me ver naquela pinta. Me ajeitei e entrei no cinema de novo já arrumada. Quando cheguei no lugar, o Luís estava com uma cara de satisfação danada, ainda não tinha guardado a rola. Tava vendo o filme como se nada, com o pau dele deitado na barriga. Sentei do lado dele e esperamos o filme acabar.Não notaram nada, a gente disse que o filme tava bem fraco. Antes eu comi uns caramelos de menta pra tirar aquele gosto salgado de porra, que fica muito no canto.Agora a relação com o Luis tinha mudado, ele aproveitava qualquer momento em casa pra passar a mão em mim, eu fazia a difícil, o que parecia deixar ele ainda mais excitado. Ele apalpava meus peitos sem vergonha e minha bunda quando não tinha ninguém por perto, eu afastava ele, não podia fazer nada nem dizer nada, era só sexo, ele queria a Sofia, eu queria o Sergio, enfim... durante as férias não rolou mais nada. Assim terminaram as férias e a gente voltou pra casa.No mês seguinte eu fiquei bem estranha, até o Sérgio percebeu. Tava uma mistura de pena da Sofia e do Sérgio, tesão, não queria sair, principalmente se o Luís fosse. Passava mais tempo em casa do que o normal, tava evitando ele. Chegou agosto, meus pais foram viajar e deixaram eu e o Carlos sozinhos em casa. Tava eu e meu irmão em casa, nunca vou esquecer, aquela noite mudou nossas vidas. De repente, batem na porta e aparecem a Sofia e o Luís, vieram ver um filme, parece que meu irmão tinha convidado eles.Nós sentamos pra ver o filme, até aí tudo normal, quando acabou, meu irmão colocou um canal pornô.—agora começa a parte boa, disse meu irmão, Luis sorriu.
– Já tão esses tarados, falei, vamo embora, Sofia, se quiser.– por mim não tem problema, vamos dar uma olhada um pouco.Não era a primeira vez que a gente via um pornô junto, mas com o clima entre eu e o Luis, não achei a melhor hora. Fui atender o telefone, quando voltei meia hora depois, os três estavam no sofá, dava pra ouvir os gemidos do filme. Uma francesinha tava sendo fodida pelo primo, pelo visto, enquanto chupava o namorado dela. A cena termina com uma gozada simultânea na cara da mina.– Porra, como deixaram ela, disse Luis.– Vai, putas, disse Sofia.—O que que foi, o Luis nunca gozou em cima de você? Disse meu irmão.– pois não.—E você, o que tá perguntando? Falei pro meu irmão. Nisso apareceu um ator com uma pica enorme, era realmente grande.– isso é uma rola, disse Sofia, e não a sua.– Carlos não tem nada a invejar daquele, né Carlos? – Sério?, disse Sofia.—Não, cara, também não é pra tanto.– Como é que você não mostra ela pras garotas.Ei, ei, mais devagar, eu falei...Enquanto na tela o ator de pauzão tava arrebentando o cu de uma loira, isso começava a esquentar, o filme me excitava, era realmente bom…—por mim que não se corte, disse Sofia.– Vem, tira ela, disse Luís.—é que…, disse Carlos.—se for pela sua irmã, ela não liga, disse Luis.– pra mim tanto faz.– bom, bom, nisso meu irmão se levantou e puxou a pica pra fora!, tava dura o filho da puta e que pedaço de pica, sentou com a pica de fora, eu fingia que não olhava mas não consegui me segurar de ver o calhamaço do meu irmão, Luís se levantou e colocou a Sofia no sofá do lado do Carlos.– olha bem ela, o que você tava dizendo? – É grande, sim.—Se quiser, toca nela, disse meu irmão.–Posso? , perguntou Sofia pro Luís.– Cê acha, Marta, deixo ou não? – Façam o que quiserem, eu disse. A cena era tensa, eles tavam no fogo mesmo, meu irmão segurando a pica, do lado a Sofia..– Vem um pouco, disse Luís – disso eu não perco, falei eu sentando no braço do sofá ao lado do meu irmão. Sofia esticou a mão e agarrou a pica dele.—Tá dura e quente, ela disse.Mexe um pouquinho, disse meu irmão.– caralho, que esperto, disse Sofia, enquanto começava a bater uma punheta bem devagar.—Ei, não exagerem, disse Luís.Luis sabia que a Sofia também sempre gostou do meu irmão e não queria perdê-la, acho que ele tava sentindo uma mistura de tesão e ciúme. Nisso, Luis puxa a rola pra fora e começa a bater uma ali na frente de todo mundo. Sofia olhou pra ele e não falou nada, tava vermelha, dava pra ver que ela tava curtindo a punheta que ele tava batendo pro meu irmão. A rola do meu irmão era grande, a mão de Sofia subia e descia naquela piroca enorme. Meu irmão jogou a cabeça pra trás e aproveitou aquele momento. Eu já tava há um tempão querendo entrar na onda, a rola do meu irmão tava dura a meio metro de mim e, atrás da Sofia, o Luis batendo uma vendo a cena. Fiquei vendo o filme por um instante e, de repente, Sofia pegou minha mão e colocou na rola do meu irmão!!!!!!, me deu um arrepio.– Você nunca vai pegar numa pica como essa, disse Sofia. Minha primeira reação foi tirar a mão, mas depois deixei por um segundo, com a mão na pica do meu irmão mais novo, nós quatro estávamos bem excitados, tirei a mão e meu irmão falou.— Cês tão pensando que isso é um brinquedo? Sofia agarrou ela de novo e começou a mexer bem devagar outra vez.—Claro que não, disse Sofia, enquanto Luis continuava batendo uma punheta vendo a cena toda.– Vamos, Sofia, bate uma do teu jeito, disse Luís.—Tô nisso, disse Sofia, enquanto continuava masturbando meu irmão a meio metro de mim, que tava vendo a cena. Já tinha começado a sair um líquido branco na ponta da cabecinha do meu irmão. Sofia acariciava o peito do Carlos e com a outra mão passava bem devagar na rola dele. Nisso, o Luís levanta, para na nossa frente com o pau duro e fala: — Pega, Marta, toca nessa aqui se quiser.Eu não acreditava no que tava rolando, minha melhor amiga batendo uma punheta pro meu irmão e o namorado dela me pedindo pra passar a mão nela ali na frente de todo mundo, a tentação era forte demais. Sofia me olhou sorrindo sem soltar a pica do Carlos.–vamos tocar nela, que não morde.– é que…– é que nada, se ele me deixar tocar a dele no Carlos, eu deixo você tocar a dele nele.Estendi a mão timidamente e encontrei a pica do Luis, peguei nela e comecei a masturbar ele, mas ele não se fez de rogado e passou a mão nos meus peitos por cima da regata que eu tava usando.–continua, continua, que bem você faz.Enesto Sofía se abaixa e engole a pica do meu irmão. Luis olhou a cena e sorriu pra mim, era muito excitante ver a Sofía chupando aquele pedaço de pica, ainda mais a 1 metro do namorado dela. Ela fazia bem pra caralho, a putinha. Meu irmão se contorcia de prazer no sofá, agarrava ela pelo cabelo e enfiava e tirava metade da pica na boca dela. Nisso, Luis se colocou atrás de mim e enfiou a mão por baixo da minha camiseta, apalpou meus peitos, levantou a camiseta, puxou meu sutiã pra cima e deixou meus peitos ali, à mostra.– olha Carlos que peitões que a sua irmã tem, você nunca viu uns desses na sua vida.Enquanto dizia isso, amassava minhas tetas na frente do meu irmão, já não era dona dos meus atos, o tesão era máximo. Meu irmão esticou a mão e acariciou minhas tetas morenas, meus bicos estavam durinhos como pontas de lança, enquanto Luis, atrás, esfregava o volume dele na minha bunda do short de verão. Ele se abaixou, desabotoou meu short, puxou pra baixo junto com minha calcinha e começou a chupar meu cu! Nunca tinha feito isso comigo, Sergio, mas se eu soubesse como era gostoso, teria pedido muito antes. O safado enfiava a língua no meu cu, era maravilhoso, enquanto meu irmão não parava de apalpar minhas tetas. Nisso, Sofia levantou a minissaia que tava usando, montou em cima do meu irmão e puxou a calcinha pro lado.– desculpa, Luis, mas não aguento mais, Luis. Ele parou um momento de chupar minha buceta e viu o que tava rolando…Mas o que cê tá fazendo, vai meter mesmo? – Eu, Luis... disse meu irmão...– você nada, se ela quer fodertela follas Não demorou nem 2 segundos pra ela falar isso, quando Sofia se levantou um pouco, encaixou a piroca na entrada da buceta dela e foi descendo devagar na piroca do meu irmão, comigo e o Luis olhando tudo, meu deus!! Entrou inteira, macia que nem manteiga – ahhhh, que delícia, disse Sofia.– Vamos, mulher gostosa, pra que teu namorado e minha irmãzinha te vejam. Como tu fode, disse o Carlos.A Sofia se mexia maravilhosamente bem, meu irmão segurava as bochechas da bunda enorme dela e ajudava ela a cavalgar o pau dele, ela apoiou a cabeça no peito do meu irmão olhando pra gente enquanto subia e descia.– Vamos, metam a foder, ele disse, tão esperando o quê?, disse ofegante enquanto seus gemidos aumentavam junto com os do meu irmão. Luis me pegou pelo braço, me jogou no pedaço de sofá que ainda estava livre e se jogou em cima de mim, colocou a pica na minha buceta e disse: – Vou te foder, quer? – Siiim, por favor.–Fala, mais alto, fala pro teu irmão e pra Sofia.– Quero que o Luis me coma, vamos, faz isso!!!! – Sempre quis te comer desde que te conheci com essas tetonas de puta, se eu soubesse que você era tão fogosa e tão fácil, teria te comido antes…–Siiiiiii, me fode, me fode, eu gritei.A Mela enfiou inteira de uma vez, eu gozei só de meter, tensionando minhas pernas e batendo na lateral do meu irmão.–tô gozando, tô gozando…– vai ser uma puta se ficasse quieta, você goza só de meter, vou te foder bem fodida…Ela se mexia como um animal, batia as bolas dele na minha buceta, enquanto dava pra ouvir a Sofia gemendo igual uma louca…– siiiiiii, tô gozando, tô gozando, falou meu irmão. Luis parou um instante, nós dois olhamos. Sofia cavalgava com força na pica do Carlos, os dois se tensionaram, começaram a se contrair, com a pica do meu irmão jorrando leite na buceta da Sofia.– siii, joga tudo na minha buceta, disse Sofia.—Toma, é toda sua, ahhhh!!! Que delícia, que gostoso, ela gozou por uns 15 segundos no mínimo. Sofia se soltou dele e caiu no tapete aos pés do meu irmão, a buceta dela ainda escorrendo, o leite do meu irmão vazando do buraquinho dela. Meu irmão ficou deitado, com o pau ainda duro e molhado. Foi aí que percebi que ainda tinha o pau do Luis dentro de mim. De repente, ele deu umas cinco ou seis metidas, ficou rígido, e eu senti ele gozar dentro de mim. Aquela cena do meu irmão gozando na namorada dele tinha sido demais pra ele.– ahhhhh, siiiim, vou gozar na sua buceta, Marta, vou gozar!!!!!Eu agarrei ele pelo cu e fiz ele meter até o fundo enquanto derramava o líquido dele na minha rachinha, ohhh, eu senti perfeitamente, ele tava enchendo minha buceta com o leitinho dele. Nisso, ele saiu de cima de mim, eu ainda não tinha gozado, fiquei completamente excitada, a buceta ardendo, cheia do leite dele escorrendo por todo lado, eu precisava daquela pica de novo dentro de mim. Mas ele foi pro tapete e começou a se beijar com a Sofia, eu ia ficar com a maior tesão da minha vida. No filme pornô, uma mulata tava sendo fodida selvagemente no cu, meu irmão do meu lado com o pauzão dele ainda duro e molhado, os dois pombinhos no tapete. Meus peitos estavam duros, até os bicos ardiam. Nisso, comecei a me masturbar vendo o filme, era maravilhosa a sensação de me masturbar com a buceta cheia de porra.– olha essa aqui, meu irmão pulou, ainda tá afim de farra…– Deixei ela com vontade, disse Luis.– Acabou de comer ela, disse meu irmão.—Pois é, cara, de novo. A Sofia disse que parece que já tinha passado todo aquele tesão.—As noivas mandam, disse Luís, come ela você.– Que isso, você é maluco? Como é que eu vou foder minha irmã…–vamos, que você consegue gozar até 3 seguidas…Eles estavam discutindo pra ver quem ia me comer, eu continuei me masturbando, tava quase gozando, naquele momento não me importava se viesse qualquer um e me fodesse ali mesmo, mas esse qualquer um podia ser até meu irmão! – não posso, disse meu irmão.Vamos foder ela, fode ela, gritou Luis.– Vem, fode ela, disse Sofia rindo, eu continuava na mesma, quase gozando, enfiava 3 dedos até o fundo da buceta— Quer que eu te coma? A Sofia me perguntou.–nãooo, nãooo, respondi, ele tava bem na ponta, só de pensar naquele pau me perfurando
Sofia se levantou e pegou no pau duro do meu irmão, começou a bater uma lentamente.—Você não quer essa? — Não, por favor, parem, por favor, eu disse, não queria fazer algo de que me arrependesse pelo resto da vida.– Vamos comer ela, disse Sofia pro meu irmão, você não tá vendo que ela tá morrendo de vontade? Meu irmão olhou pra mim, e o que ele viu foi uma loirinha suada, gostosa, com dois peitões maravilhosos, morenaça de corpo, se masturbando a buceta cheia de porra do melhor amigo dela, enquanto Sofia continuava batendo uma pra ela. Naquele momento, ele não viu a irmã dele, viu uma mina de 23 anos, uma delícia, mandando um "me come". Nossos dois amigos estavam prestes a ver o espetáculo da vida deles. Meu irmão se jogou em cima de mim...– siiiim, vai enfiar, vai enfiar!!!!, gritou Luis, meu irmão. Ele se deitou sobre mim, deixou o pau duro ao longo da minha buceta, olhou fixo nos meus olhos, não se atrevia…–Mete ela em mim!!!! Falei, apoiando minhas mãos na bunda dura dela. Ela não se fez de rogada, colocou o pau na entrada e, de uma só vez, entrou até o fundo. Minha visão turvou, perdi a consciência, estava no céu. Aquele pau incestuoso, longo e duro, se movia na minha buceta como os anjos. Em 30 segundos, gozei gritando que nem uma louca…–Siiiiiiiiiiim, eu vou gozar, vou gozar! Meu irmão não tinha gozado ainda e continuava metendo como um animal, eu tava tendo um orgasmo múltiplo, veio outro...– aaaaaaah, aaaaaaah, maaaaaais, ele continuava e continuava, mais 20 segundos, outro orgasmo – não para, me fode, me fode!!!!!! meu irmão não tinha dito nada até aquele momento, eu já não aguentava mais, minha buceta tava doendo..– para, para, eu falei.– quero gozar na sua boca!!!!!Eu não hesitei nem um segundo, nem pensei que era meu irmão, só sabia que era uma piroca maravilhosa que tinha me dado a melhor foda da minha vida. Joguei ele de lado, ele ficou de barriga pra cima, eu sentei de joelhos, meti aquilo na minha boca e chupei com força a cabecinha. Que pedaço de pau! Pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, apertando o máximo que podia com meus lábios. Não demorou nada, ele gozou na minha boca, na boca da puta gostosa da irmã dele que tava mamando ele na frente do melhor amigo dele e da minha melhor amiga. Engoli tudo, em agradecimento pela foda. Foi sensacional.Nós quatro repetimos de novo, isso foi há um ano. Eu continuo com o Sergio, mas com meu irmão eu fiz de novo um mês depois disso. Chegamos em casa um dia com tesão, ele começou a apalpar meus peitos e acabamos transando no meu quarto. A partir daquele dia, fizemos mais algumas vezes. O que ele mais gosta e o que mais me excita é bater uma pra aquela piroca que ele tem e ele gozar nos meus peitos.Com o Sérgio tá tudo igual, ainda não deixei ele gozar na minha boca, mas talvez eu faça isso em breve.Meu irmão continua com a Mônica e o Luís, e a Sofia também. Não tô nem pensando em repetir nada com o Luís, foi algo que rolou e só.continua...

fonte: marqueze.net

0 comentários - Meus Amigos I