E Me Fez Sua Submissa IV

Tinha sido uma noite longa, mas tenho que confessar que nenhuma puta, nenhuma submissa conseguia me excitar e enlouquecer como aquela mulherzinha, linda, carinha de anjo; miudinha mas bem proporcionada, pele clarinha de seda, rabo empinado, pernas simétricas e torneadas, seus peitinhos pequenos e duros como duas maçãs eram coroados com uns bicos escuros e pontudos que, quando excitados, convidavam a morder ou apertar com os grampos. Sua bucetinha carnuda, uma linda flor de lábios escuros que contrastavam com a pele, mas intensamente rosados ao se entreabrir, deixando ver um clitóris curto mas claramente visível, sendo uma delícia lamber e morder até ficar durinho como um grão-de-bico.


A paixão e a entrega dela me impressionaram, e sentir ela gozar, se acabar como uma puta gostosa e ficar desmaiada pendurada pelas pulseiras despertou em mim uma mistura de ternura e desejo incontrolável, fazendo meu pau atingir uma grossura e uma dureza nunca antes vista.


Solto os pulsos dela e a levanto nos meus braços, sentindo como ela é levinha ao se pendurar no meu pescoço. Ela tá exausta, suada, mas a ereção dos biquinhos dela me mostra que tá pronta pra ser usada e comida à vontade, entregue à minha vontade e aos meus desejos.


Levo ela até a cama, fazendo com que estique os braços e as pernas formando um X, e começo a amarrar os pulsos e tornozelos dela com tiras de seda preta, presas em argolas discretamente fixadas na borda da cama. Olho para ela de cima. A visão dela assim, amarrada e exposta, o olhar febril entre medroso e ansioso, faz meu coração disparar e meu pau soltar gotas cristalinas que molham a cabeça dele.


Do armário, onde guardo os instrumentos que uso nas minhas sessões, tiro um longo chicote terminado em uma ponta de couro. Renata olha assustada, os olhos dela se arregalam exageradamente e ela se mexe inquieta, mas impossibilitada de se soltar das amarras.


- Por favor, por favor, amor, não tão forte - ela sussurra


Shhhhh, calma, princesa, confia em mim" — sussurro no ouvido dela, deslizando meus lábios para beijar a boca dela, o que a acalma um pouco.


Com a ponta do chicote, começo a percorrer ela, desenho o rosto dela, os lábios, desço pelo pescoço, contorno os peitos e acaricio os biquinhos, vou descendo devagar pelo torso, desenho o umbigo, passo pela barriga em direção às pernas, roçando de leve a buceta dela, depois acariciando a parte interna das coxas, sempre descendo devagar até os pés descalços dela. Sinto que a excitação toma conta, afastando os medos dela, e me agacho pra beijar e lamber os pés dela; escuto ela ofegar, gemer quando praticamente a possuo nos pés dela.


Me levanto e começo a percorrê-la de novo com o chicote, agora no sentido inverso até chegar nas coxas dela, acariciando-as agora mais intensamente e devagar até chegar na buceta, contorná-la, desenhá-la com a ponta, entreabri-la pra ver como escorrem os sucos dela e molham a lingueta. Renata mexe os quadris, abre as coxas o máximo que consegue, buscando o contato com a lingueta do chicote. Nesse momento, de repente, Zaaasss! Solto uma chicotada na buceta aberta dela.


Renata se curva, um gemido escapa da garganta dela.


-Mas putinha?-


—Sim, Amo demaisss—

1

—Mais duro?


—Sim, Amor—

2

-Mas?


-Sii-

3

-Mas?


-Siiiiim!!-

4

-Mas?


-Siiiiiiii!!!-

5

Cada um é um gemido, um grito abafado, uma contração do corpo dela. Ela sua pra caralho e a buceta dela tá vermelha, inchada e muito molhada. Eu paro e me inclino entre as pernas dela com cuidado e uma lentidão exasperante, lambo, chupo, mordisco a buceta inteira. Minha língua entra, sai, saboreia e brinca no clitóris dela, fazendo com que a Renata goze várias vezes na minha boca, o corpo dela se contorcendo e uma cachoeira de fluido descendo, enchendo minha cara depois de vários orgasmos, deixando ela mais uma vez exausta e mole na cama.


Nada iguala essa sensação e esse poder de sentir sua mulher e sua puta satisfeita, plena e grata ao seu Amo, por isso mais uma vez adio meu próprio prazer, então ainda estou com o pau duro, rijo, espero que os leitores não me deixem assim e alguém, assim como eu, adicione o próximo capítulo.


AMIGO DO AMOR
E Me Fez Sua Submissa IV
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.

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