Hazing (Novatada) Segunda Parte final.

—Ahhh, seus mamilos ficaram durinhos! Parece que você gosta do que eu tô fazendo, sua putinha.
Ela continuou estimulando meu clitóris, eu olhava pras outras garotas ao redor. Cobri meus olhos. Uma delas tirou minhas mãos.
—Quero que você veja como ela passa o dedinho na sua bucetinha.
A loira se aproximou da minha buceta, sem parar de abri-la, passou o nariz nela.
—Tem cheiro de quem quer ser comida.
—Por que não molhamos ela um pouco antes? — disse uma garota de voz fina e rosto cheio de sardas.
—Mhh... Pode ser uma boa ideia, talvez a putinha até seja virgem. Você é virgem, putinha?
—Pelo amor de Deus, olha a cara dela e esses peitões enormes! Cê acha mesmo que nunca deram pra ela antes? — falou a ruiva.
—Você é virgem, putinha?
—Não. — Suspirei.
—Como é? Fala mais alto.
—Não. — Tentei falar mais alto.
—Porra, essa putinha me tira do sério! Fala alto e com orgulho: já te comeram?
—Sim, já me comeram. — Gritei.
—Muito bem!
Uma garota se aproximou do ouvido da loira, e ela sorriu maliciosamente.
—Você não desce daí! — Ela me olhou com malícia.
A ruiva se posicionou na frente das outras.
—Bom, chegou a hora de lamber! É essencial que vocês conheçam suas irmãs, não só superficialmente. As novatas e nós, as antigas, precisamos criar laços. Vamos nos ver sempre, os banhos são em grupo. Mais de uma vez estaremos todas peladas, e acima de tudo, devemos criar uma união inquebrável. Quero todas de quatro.
—Desce, novata! — A loira sorriu pra mim.
A ruiva me olhou e me parou, segurando meu braço.
—Essa garota linda aqui vai ser a primeira a começar a brincadeira!
—Agora, putinha fácil, você vai lamber cada uma das bucetas das novatas.
—O que eu tenho que fazer?
—Não sei não, tô começando a achar que quando você era pequena, seus pais te largaram sem querer e você bateu com força a cabeça. Não entende o que é uma ordem? Você vai lamber muita "buceta".
A ruiva me pegou pelo braço e me jogou no chão, bem perto das bundas empinadas das minhas futuras... irmãs.
– Deita, sua puta, e coloca sua maldita cabeça debaixo da buceta delas.
Deitei como me mandaram, enfiei minha cabeça entre as pernas de uma delas. E fiquei olhando.
A loira se aproximou e disse:
– Tira essa maldita língua!
Tirei, e de uma vez ela baixou a pélvis da garota no meu rosto. Senti toda a buceta dela na minha língua e boca. Fiquei com a vagina dela na minha cara.
– Agora lambe, chupa, enfia dedos. Faz uma coisa de puta, sua raposa!
Levantei ela um pouco e, timidamente, passei minha língua pela buceta dela. Era carnuda e cheirava bem, pelo menos. Toda cheia de dobras. A loira se aproximou e abriu a vagina dela, mostrando pras outras como eu passava a língua.
Perguntou pra garota que eu tava lambendo como eu tava fazendo. E ela respondeu: – Bem!
Continuei chupando, com um pouco de nojo e confusão.
– Você tem que amar a buceta da sua irmã, tem que amar. Enfia um dedo nessa putinha. Não tá vendo que a garota nem se contorce de prazer? Queremos ver sua boca encharcada de sucos.
Enfiei um dos meus dedos na buceta dela, mexi um pouco.
– Essa garota não sabe de nada! Olha só. Só vou explicar uma vez, senão vamos todas te masturbar aqui até você aprender como se faz. – Gritou a loira.
Ela colocou o dedo na buceta da garota, começou a masturbá-la, e a bunda dela começou a rebolar meio descontrolada.
– Vitória! Temos uma puta se contorcendo. – Gritou a loira pra plateia.
Todas aplaudiram, dando pulinhos.
– Você é uma expert! – Disse a ruiva.
– Agora, você, puta fácil. Pelo amor de Deus, faz direito de uma vez!
Novamente, aproximei meu dedo da buceta da garota e imitei o movimento que a loira tinha feito. A garota, aos poucos, começou a se mexer violentamente.
– Agora, sem parar de masturbá-la, enfia sua língua também.
Enfiei minha língua suavemente na vulva dela, e a garota começou a gemer.
– Isso é ser uma boa irmã! – Gritou a loira.
A garota continuou gemendo enquanto eu a estimulava com minha boca e dedo. Eu tomei um pouco mais de Confiança e dá lambidas bem largas.
— Mhh… Beleza, mudei de plano! Você, a morena ali, Fácil, quero que chupe a sua irmã.

Liz levantou de um pulo, a gente se olhou. Ela viu que minha cara se desfigurou e sussurrou: Me desculpa!

Assim chamaram as outras, e uma mina deitou entre as pernas da Liz pra lamber ela.

Liz começou devagar a se aproximar de mim. A loira olhava com graça enquanto Liz, tímida, passava a língua.

— Moça, tenho certeza que você sabe fazer isso melhor! Você tem cara de quem come buceta.

Liz abriu meus lábios, meteu a língua. Eu tentava dar uma olhada no que ela tava fazendo, mas a loira gritava: Continua chupando, puta!

Todas circulavam ao redor da gente, fazendo vários comentários.

Comecei a sentir um calorzinho. Liz chupava e mordiscava meu clitóris. Subiu uma das mãos pros meus peitos e beliscou meus mamilos, depois apertou meus seios com a mão pequena dela. Eu não aguentei mais, e de vez em quando parava de lamber pra gemer baixinho.

A loira cravou os olhos endiabrados em mim e sorriu.

— Te falei que você ia gostar, puta.

Era uma festa de bundas se mexendo, pelve subindo e descendo, a mina que me chupava esfregava a buceta toda na minha cara. Liz chupava cada vez mais fundo e passava a língua comprida por todos os lados da minha xota, apertou umas duas vezes com a ponta no meu buraquinho. Meus mamilos apontavam pro teto, eu sentia a respiração ofegante.

— Beleza, que imagem linda que as putinhas novatas nos presentearam! Agora parem de comer buceta. Vocês têm que provar as das colegas se beijando.

Todas levantamos bem excitadas. A mina que eu tava chupando chegou perto de mim com as tetas balançando, pegou na minha cara e enfiou a língua toda na minha boca. Eu acompanhei o beijo, sem nem meter a minha. Ela me beijou enquanto apertava meus peitos. Pegou uma das minhas mãos pra eu imitar o gesto.

— Todas se beijem com todas, e se toquem!

Outra mina de cabelo ruivo chegou por trás de mim e começou a acariciar minhas nádegas. As duas desceram ao mesmo tempo até minha buceta, e bateram as mãos uma na outra. Sorriram, e uma foi enfiando um dos dedos dentro de mim, enquanto a outra me masturbava rápido. Depois, pegou um dos meus dedos e enfiou dentro do buraco dela. Era uma mistura de pele bem grossa, e eu sentia a buceta dela engolindo meu dedo. Mantive ele lá dentro, e ela começou a rebolar. A garota de trás enfiava e tirava o dedo de mim, e eu fiz o mesmo com a outra. Todas se chocavam, se retorcendo, gemendo, eu sentia uns peitos na minha costa que colavam. Olhei, e Liz tava beijando ela, colocavam as línguas pra fora e mexiam igual loucas. A garota na minha frente enfiou a língua de novo, e eu segui o beijo entre gemidos.
Só se ouvia gemido, fazia eco na sala.
A loira tinha um sorriso de satisfação. As 20 começaram a tirar a roupa.
A loira veio junto comigo, me beijou. O beijo dela foi uma delícia.
– Tá gostando?
– Sim. – Gemi.
Os gemidos aumentaram. Uma delas chegou perto da gente e entregou uns consolos, e a loira um tipo de cinto com um pauzão.
Eu olhava, sem parar de ser beijada, tocada, penetrada.
– Quero que vocês segurem os braços dela de cada lado, e outras duas abram bem as pernas da putinha fácil.
Quatro garotas me seguraram de cada lado, e a loira parou na minha frente, amarrou na cintura dela o cinto com um pau rosa, grosso e comprido.
Eu olhei pra todo lado, e a ruiva gritou:
– Tô vendo que você gostou muito da putinha fácil!
– Ela tem uns peitos dos sonhos, e adoro a putaria dela. – Disse a loira.
– Você é uma sortuda, putinha fácil! É a favorita dela! – Gritou a ruiva.
– Vamos ver o quanto a putinha tá molhada. – Ela me olhou com um sorriso.
Enfiou um dos dedos na minha fenda, e começou a meter e tirar rápido. Aos poucos dava pra ouvir meus sucos aparecendo. Fechei os olhos, e comecei a gemer um pouco mais alto. Muitas garotas chegaram mais perto da gente, sem parar de se beijar, olhando de canto uma ou outra. Liz me Olhava com um sorrisinho que me dava nos nervos. Mas a penetração dos dedos da loira me deixava a cabeça em outro lugar. Fechei os olhos de novo e senti a língua dela na minha buceta, chupando e mordendo meus lábios, não parava de me chupar. Enfiou mais um dedo e o som dos meus fluidos ficou mais evidente.
— Tá pronta! Ela sorriu pra mim.
Devagar, foi aproximando o pau falso do meu buraco, enfiando e abrindo meu cuzinho. Minha respiração ficou toda acelerada, sentia meu coração pulsando. Ela mandou as meninas me soltarem e todas começaram a olhar o show. Entrou mais e mais, e começou a me foder. Fechei os olhos sem parar de gemer, ia subindo, passei a mão no rosto, sentia um prazer descontrolado a cada metida que ela dava.
— Tá gostando, putinha? Tá gostando como eu te como?
— Sim, sim. Sussurrei.
— Mais alto!
— Aaah, sim! Tô gostando do jeito que você faz.
Ela começou a meter com mais força. Era grande, ardia. Mas eu fui me molhando cada vez mais, até que só sentia um prazer infinito. Agarrei os peitos da loira, apertei, belisquei. Ela passou a língua no meu rosto, enfiou na minha boca. A gente se beijou, brincou lá fora com elas.
A loira olhou pras meninas e disse:
— Comecem de uma vez!
Olhei ao redor, todas estavam em posições diferentes, sendo penetradas. Liz tava de quatro, com um consolo na buceta, e outra garota cuspia no cu dela pra enfiar outro. Ela começou a gritar.
A loira me colocou de quatro e começou a meter o dildo de novo, sentia a batida da pélvis dela com um pouco de pelo no meu rabo.
Meus peitos balançavam por causa da violência do vai-e-vem.
Abri mais as pernas, levantei um pouco a cabeça e gemi fundo com cada estocada.
Foi assim que comecei a pegar gosto por ser comida por uma mina. A loira era uma expert em foder, e eu me senti a mais sortuda e desejada. Sentir outra pele tão macia quanto a minha, o pau falso na minha entreperna fez que eu tivesse um dos melhores orgasmos da minha vida.
Quando finalmente gozei, a loirinha chegou no meu ouvido e disse, ofegante: Parabéns, novata! Você passou no teste. Bem-vinda!

1 comentários - Hazing (Novatada) Segunda Parte final.

Como se esperaba, una oda al desenfreno.
Al hedonismo, y al festín desnudo 😈