A conversa parecia não ter fim, eu estava excitada e não entendia nada, o que o Pablo estava me propondo?? Ele tinha enlouquecido?? Mas ao mesmo tempo eu gostei, que ele tivesse pensado em algo que modificasse nossos dias tediosos de sexo.
Claro que a princípio eu fiz cara de brava pela proposta, queria saber seus argumentos para uma ideia daquelas, e como sempre, com a paciência que era habitual nele, conseguiu me levar para o terreno que ele queria.
- Naty, você é uma mulher linda, e tem um corpo que muitas minas gostariam de ter, eu te amo.
- Mas... sempre tem um mas, então se você me gosta tanto, por que essa proposta maluca, tipo trazer um desconhecido para nossa camaaa????
- Sabe quantos casamentos essa ideia maluca, como você chama, já salvou?
- Conhece algum?
- Victor e Claudia, por exemplo.
- Não me diga que eles fazem isso???
- Sim, e faz anos, pelo menos dois.
Eles eram um casal muito amigo, Victor era cirurgião como o Pablo, e passavam muitas horas de trabalho juntos, de vez em quando saíamos para jantar os quatro. Ela nada a ver com medicina, trabalhava num banco, nunca teria passado pela minha cabeça que eles estavam nessa. Eles pareciam incríveis, sempre, até melosos na nossa frente e na frente dos outros, se tinha reunião de casais.
Agora começava a encaixar algumas peças, às vezes até os invejava, por como o Victor era com ela, parecia que estavam sempre namorando.
Com todos os detalhes, o Pablo me contou que eles estavam à beira da separação, inclusive com psicólogo de casal, e entraram nessa variante e não só salvaram o relacionamento, como estavam melhores que nunca.
- Me conta como começaram??
- Nada, nas sessões que tiveram com o psicólogo, ele deu algumas propostas para incentivá-los, entre elas essa, e para ele, gostou, que ela, claro, como você, recusou de cara no começo.
- Mas depois aceitou?
- Ele diz que é excitante, apaixonante, ficou louco a primeira vez que viu a Claudia gozar com outro, que não teve ciúmes, e acabou sem nem tocar nela, foi... Glorioso, uso essa palavra, Victor, glorioso, e você vê, estão um barato.
– Mas o quê, ela aceita transar com qualquer um?
– Claro que não, acho que elas têm um amigo fixo (um pauzão, diz ele, kkkk). Custaram a achar, mas parece que estão bem com ele, de muita pele, em todos os sentidos. Não quis perguntar detalhes, o Victor me contou, em confiança, quando eu insinuei que, no tema sexual, a nossa coisa não estava andando muito.
Fingi que fiquei ofendida: “Como assim não estava andando e você conta pro seu amigo e não fala comigo?” É brincadeira, Pablo, que vergonha, como é que eu vou olhar na cara do Victor agora?
– Naty, o que é que tem a ver? A Claudia não sabe de nada, é coisa de homem, pior pra eles, que são os que fazem.
– Tava tão linda a noite… romântica, e você me vem com isso. Não sei, Pablo, isso é muito pesado.
– Promete que vai pensar nisso, pelo menos.
– Me deixa assimilar, me dá tempo.
Claro, a conversa foi muito mais longa, isso é mais ou menos o mais interessante. Ficamos umas duas horas falando de sexo, ménage, etc etc. Tanto que me deixou com tesão, e aí já não era mais lembrando do Facu. Eu estava com tesão, com meu marido, como fazia tempo que não estava. Essa noite transamos intensamente, e no momento de maior excitação, no auge do orgasmo, ele me fez prometer que eu ia foder um macho bem dotado na frente dele… “Sim, minha vida, vou foder um macho de verdade”, eu disse, e gozei, como fazia tempo, eu também.
Não querem imaginar como foi o domingo, minha cabeça explodia. O Pablo atento a mim o tempo todo, me olhando, falando coisas sem sentido, mas não tocou mais no assunto. Estava latente. Sorte que ele tinha plantão a partir das seis da tarde, fiquei sozinha e pude clarear um pouco minhas ideias, pensar como ia manejar tudo aquilo, novo, insuspeito há alguns meses atrás. O Pablo estava me surpreendendo, e de um jeito bom.
O que estaria fazendo o Facu? Com certeza com alguma das suas namoradinhas. Ele negava, mas era impossível que não tivesse, era gostoso demais. lindo para um solo fuck com uma velhinha como eu.
Precisava ver você, desde terça que não te via, só pelo WhatsApp, alguma fotinho insinuante aqui e ali. e palavras doces,
- Oi, docinho, tá ocupado??? cinco minutos depois
- meu amor, com saudades e estudando um pouco, e você??
- com fome
- mmmmmm porquinha, e o que você quer comer??
- primeiro quero beber
- tô em casa com um colega, despacho ele em meia hora e vou, você tá sozinha?
- sim, e tô com muita necessidade de te ver, te abraçar e conversar
- uiii, conversar??? sobre o quê??
- quando você vier te conto.
Claro que a princípio eu fiz cara de brava pela proposta, queria saber seus argumentos para uma ideia daquelas, e como sempre, com a paciência que era habitual nele, conseguiu me levar para o terreno que ele queria.
- Naty, você é uma mulher linda, e tem um corpo que muitas minas gostariam de ter, eu te amo.
- Mas... sempre tem um mas, então se você me gosta tanto, por que essa proposta maluca, tipo trazer um desconhecido para nossa camaaa????
- Sabe quantos casamentos essa ideia maluca, como você chama, já salvou?
- Conhece algum?
- Victor e Claudia, por exemplo.
- Não me diga que eles fazem isso???
- Sim, e faz anos, pelo menos dois.
Eles eram um casal muito amigo, Victor era cirurgião como o Pablo, e passavam muitas horas de trabalho juntos, de vez em quando saíamos para jantar os quatro. Ela nada a ver com medicina, trabalhava num banco, nunca teria passado pela minha cabeça que eles estavam nessa. Eles pareciam incríveis, sempre, até melosos na nossa frente e na frente dos outros, se tinha reunião de casais.
Agora começava a encaixar algumas peças, às vezes até os invejava, por como o Victor era com ela, parecia que estavam sempre namorando.
Com todos os detalhes, o Pablo me contou que eles estavam à beira da separação, inclusive com psicólogo de casal, e entraram nessa variante e não só salvaram o relacionamento, como estavam melhores que nunca.
- Me conta como começaram??
- Nada, nas sessões que tiveram com o psicólogo, ele deu algumas propostas para incentivá-los, entre elas essa, e para ele, gostou, que ela, claro, como você, recusou de cara no começo.
- Mas depois aceitou?
- Ele diz que é excitante, apaixonante, ficou louco a primeira vez que viu a Claudia gozar com outro, que não teve ciúmes, e acabou sem nem tocar nela, foi... Glorioso, uso essa palavra, Victor, glorioso, e você vê, estão um barato.
– Mas o quê, ela aceita transar com qualquer um?
– Claro que não, acho que elas têm um amigo fixo (um pauzão, diz ele, kkkk). Custaram a achar, mas parece que estão bem com ele, de muita pele, em todos os sentidos. Não quis perguntar detalhes, o Victor me contou, em confiança, quando eu insinuei que, no tema sexual, a nossa coisa não estava andando muito.
Fingi que fiquei ofendida: “Como assim não estava andando e você conta pro seu amigo e não fala comigo?” É brincadeira, Pablo, que vergonha, como é que eu vou olhar na cara do Victor agora?
– Naty, o que é que tem a ver? A Claudia não sabe de nada, é coisa de homem, pior pra eles, que são os que fazem.
– Tava tão linda a noite… romântica, e você me vem com isso. Não sei, Pablo, isso é muito pesado.
– Promete que vai pensar nisso, pelo menos.
– Me deixa assimilar, me dá tempo.
Claro, a conversa foi muito mais longa, isso é mais ou menos o mais interessante. Ficamos umas duas horas falando de sexo, ménage, etc etc. Tanto que me deixou com tesão, e aí já não era mais lembrando do Facu. Eu estava com tesão, com meu marido, como fazia tempo que não estava. Essa noite transamos intensamente, e no momento de maior excitação, no auge do orgasmo, ele me fez prometer que eu ia foder um macho bem dotado na frente dele… “Sim, minha vida, vou foder um macho de verdade”, eu disse, e gozei, como fazia tempo, eu também.
Não querem imaginar como foi o domingo, minha cabeça explodia. O Pablo atento a mim o tempo todo, me olhando, falando coisas sem sentido, mas não tocou mais no assunto. Estava latente. Sorte que ele tinha plantão a partir das seis da tarde, fiquei sozinha e pude clarear um pouco minhas ideias, pensar como ia manejar tudo aquilo, novo, insuspeito há alguns meses atrás. O Pablo estava me surpreendendo, e de um jeito bom.
O que estaria fazendo o Facu? Com certeza com alguma das suas namoradinhas. Ele negava, mas era impossível que não tivesse, era gostoso demais. lindo para um solo fuck com uma velhinha como eu.
Precisava ver você, desde terça que não te via, só pelo WhatsApp, alguma fotinho insinuante aqui e ali. e palavras doces,
- Oi, docinho, tá ocupado??? cinco minutos depois
- meu amor, com saudades e estudando um pouco, e você??
- com fome
- mmmmmm porquinha, e o que você quer comer??
- primeiro quero beber
- tô em casa com um colega, despacho ele em meia hora e vou, você tá sozinha?
- sim, e tô com muita necessidade de te ver, te abraçar e conversar
- uiii, conversar??? sobre o quê??
- quando você vier te conto.
2 comentários - Volver a sentir 3