Procedimento Ronson - Capítulo Dois

Uma bandeja com comida esperava o Tomás no quarto dele e, assim que ele viu, percebeu que estava faminto. A Sra. Denise tinha deixado ele comer e, quando ela voltou, ele pediu um copo d'água.

— Por enquanto você está com restrição de líquidos — ela respondeu, balançando a cabeça. Depois, tirou um objeto do armário e entregou para o Tomás.

— Coloca isso — ordenou, segurando o objeto. Tomás olhou e percebeu que era uma calcinha de borracha. Ele ficou encarando a Sra. Denise por um segundo e depois fez o que mandaram, puxando a calcinha pelas pernas até cobrir as partes mais íntimas. A Sra. Denise apontou para a cama.

— Não podemos correr o risco de você apelar para a autoestimulação manual — disse. Pegou duas tiras plásticas pretas e prendeu firmemente os pulsos do Tomás nas grades da cama. Tomás engoliu seco.

— Mas... eu... não vou fazer nada — prometeu.

— É o procedimento de rotina — respondeu a Sra. Denise. — A tentação de se masturbar vai aumentar durante o próximo teste. — E saiu do quarto por vários minutos.

Quando voltou, estava vestindo o jaleco branco por cima do uniforme verde e trouxe várias pastas e planilhas.

— Mais um testezinho antes de continuar com os procedimentos — disse. A Sra. Denise sentou na beirada da cama e, quando abriu uma das pastas, Tomás viu que estava cheia de fotos. Ela começou a mostrar as fotos para ele uma por uma, observando as reações dele e anotando os resultados na planilha. No começo, as fotos não eram nada interessantes, mas, conforme o tema ficava mais erótico, Tomás percebeu que o pau dele começava a crescer até apertar a borracha da calcinha. Várias imagens mostravam mulheres de todas as idades se despindo para a câmera, principalmente uma com uma adolescente se agachando pra mijar que era bem gostosa, e a Sra. Denise concordou com a cabeça e anotou na planilha. De novo, quando ela mostrou uma foto da mesma garota se inclinando Na frente da câmera mostrando a bunda, Tomás sentiu o pau pulsando, muito excitado sexualmente, e percebeu que a Sra. Denise escrevia um pouco mais do que o normal. Naquele momento, Tomás queria se tocar e sentiu uma puta necessidade de aliviar a tensão no meio das pernas, bem na hora em que a Sra. Denise levantou as fotos e saiu, deixando ele sozinho no quarto.

Uma hora se passou. Tomás estava com muita sede e uma coceira na testa que tava deixando ele louco, já que não conseguia se coçar com as mãos amarradas. Ele tava deitado, miserável, naquela cama de hospital, cada vez mais frustrado e desconfortável, e tava prestes a gritar pedindo ajuda quando a porta do quarto se abriu de repente. Num instante, todos os sentimentos de angústia e desconforto sumiram como fumaça no vento quando ele viu que quem vinha visitá-lo era a deliciosa Tanya.

— Oi, Tomás — ela sorriu pra ele. Como sempre na clínica, ela tava usando o jaleco médico de algodão branco com gola mandarim. Parou do lado da cama com as mãos nos bolsos, observando ele por um tempo. Depois, tirou de um dos bolsos um par de luvas de látex e começou a vesti-las devagar.

— Gostou das fotos? — perguntou. Tomás sentiu o rosto ficar vermelho e o coração acelerar quando Tanya passou as mãos por baixo do elástico da calcinha de borracha e puxou pra baixo. O pau de Tomás já tinha começado a crescer assim que a gostosa entrou no quarto, e quando ela terminou de abaixar o elástico da calcinha, tava totalmente duro.

— Que pintinho lindo que o neném tem — ela murmurou pra ele. Olhou nos olhos dele, fazendo ele prender a respiração por um momento, e agarrou a base da ereção pulsante com os dedos indicador e polegar da mão direita, apertando mais suavemente do que nunca, arrancando um gemido de Tomás.

— Eu sei quais fotos foram as que meu neném mais gostou — sussurrou sugestivamente. Devagar, Tanya começou a mexer. O pau rígido, deslizando a mão enluvada pra cima e pra baixo num ritmo agonizante e delicioso. Ela perguntou se ele já tinha visto uma garota nua e, quando ele balançou a cabeça negando, ela sorriu e, para o prazer repentino do garoto, surpreendeu-o abaixando alguns centímetros o zíper do seu jaleco médico, deixando-o abrir um pouco. Tomás não conseguiu sufocar um gemido.
- Shhhh... o neném tem que se comportar bem com a doutora - disse Tanya. Presas pelo pano branco do seu jaleco médico, sem a restrição de um sutiã ou qualquer outra cobertura, as duas esferas dos seus lindos peitos adolescentes se insinuavam na frente de Tomás. Não eram peitos muito grandes, cada um do tamanho de uma toranja pequena, mas eram pálidos e deixavam transparecer mamilos firmes. A visão era hipnótica, quase enlouquecia o garoto que observava faminto a pele por baixo do jaleco médico enquanto Tanya continuava suas deliciosas manipulações no seu pau pulsante.
- O que o neném quer fazer com a garota das fotos? - perguntou a doutora com a voz levemente mais alta que um sussurro - O neném quer fazer coisas sujas?
Ela deslizava a mão enluvada por todo o comprimento do pau, apertando e soltando enquanto deslizava, e ele logo começou a sentir uma sensação conhecida crescendo dentro dele. Ele também começou a notar, conforme a doutora o tocava, que ela tinha uma espécie de controle mental de quanto o estimulava, mas logo ficou perdido em sensações deliciosas.
- O neném gostaria de fazer coisas sujas... com a doutora? - Tanya o espremia deliciosamente até a cabeça do seu órgão pulsante. Tomás ofegou forte, com os olhos meio fechados, e sentiu uma onda de excitação passar pelo seu corpo, enquanto olhava para sua encantadora Dra. Tanya. Seu pau cresceu mais quando chegou a um ponto sem volta, mas, quando ele empurrou com os quadris, pronto para que sua doutora lhe concedesse a piedosa liberação... ela repentinamente o soltou e voltou. subindo a calcinha de borracha cobrindo o pinto dele. Ele olhou surpreso enquanto ela se afastava tirando as luvas.
— Ah... não... por favor... não para — gaguejou.
Tanya balançou a cabeça e sorriu.
— Shhhh... eu sou a doutora, eu decido — respondeu.
Ela anotou rapidamente no prontuário e saiu, deixando ele sozinho no quarto. A ereção do Tomás começou a murchar quase na hora, mas ele sentia uma dor na virilha enquanto ficava deitado, angustiado e frustrado, apertando os lençóis enquanto ouvia a Tanya se afastando pelo corredor. Em silêncio, implorou que ela voltasse. Tanya voltou, claro, voltou cinco vezes naquela noite, cada visita separada por mais ou menos uma hora. Os episódios seguintes duravam cada vez menos, já que o Tomás chegava perto do orgasmo cada vez mais rápido, e em cada ocasião, Tanya aumentava o nível de erotismo. Na segunda visita, ela lubrificou as luvas antes de começar a manipulação. Depois, ficou na frente dele calçando as luvas por um bom tempo, forçando o pinto a pressionar forte contra a calcinha de borracha antes de soltar.
— Já falta pouco — prometeu na última visita. Sempre registrava os resultados no prontuário e deixava o coitado do garoto entre lágrimas e cheio de tesão.
Quando a Sra. Denisse foi buscar o Tomás, ele ainda estava meio dormindo e não sabia que horas eram. De alguma forma, sentia um vazio no estômago, mas esse incômodo não era nada comparado ao quanto os testículos estavam cheios e à pressão na virilha. A Sra. Denise tirou as amarras que o prendiam à cama e o levou pelado pelo corredor até outra sala, os olhos dele tiveram que se acostumar com a luz branca. Estavam os dois sozinhos na sala, e a Sra. Denise mandou ele deitar na maca depois de ajudá-lo a tirar a calcinha de borracha. Quase de Imediato, talvez pela associação de ideias ligadas à manipulação, mais uma vez Tomás teve uma ereção e começou a tremer de tesão pelo que ia rolar, enquanto a Sra. Denise ajudava ele a se deitar na maca. Ela o empurrou até que ele ficasse de costas apoiado na maca e o prendeu ajustando uma tira sobre o peito dele antes de ir até uns armários no fundo do consultório. Quando voltou, a Sra. Denise trazia uma bandeja com o tubo e o cilindro com a garrafa de sucção que tinham usado no Tomás no dia anterior.

- Agora fica bem quietinho - disse a Sra. Denise enquanto calçava um par de luvas de látex. Ela conectou o pau do Tomás do mesmo jeito que a diretora tinha feito, deixando o peso pendurado na ponta do tubo puxando o pau do Tomás pra baixo. Mal tinha terminado essa operação quando as portas do consultório se abriram e entraram a Dra. Bazán seguida pela Tanya, ambas vestidas com seus jalecos verdes.

- Ah... tudo pronto... - disparou a Dra. Bazán - Cê acha que ele vai estar pronto pra emissão espontânea?
Ela perguntou pra Tanya, que respondeu entregando uma pasta pra ela.

- Sim, diria que tá pronto - respondeu Tanya - a gente chegou bem perto durante os últimos testes, doutora.
A Dra. Bazán folheava as páginas da pasta.

- Vamos trabalhar nesse espécime - disse a doutora largando a pasta e sorrindo pra sua bela assistente - Cê seria tão gentil de ajudar, Tanya?

- Claro, doutora - respondeu Tanya, que tinha ficado em silêncio.
De repente, o coração do garoto disparou quando ele viu Tanya e a Dra. Bazán calçando suas luvas de látex enquanto a Sra. Denise colocava as pernas dele nos estribos, prendendo os tornozelos. Tanya ficou entre as pernas dele e a Dra. Bazán se posicionou ao lado e entregou uma seringa grande sem agulha pra ela.

- Usa bastante lubrificante - disse a Dra. Bazán pra Tanya, dando a seringa. Tanya sorria quando Tomás sentiu uma sensação fria no cu. A Sra. Denise ficou atrás da cabeça dele. cabeça e colocou um par de luvas de látex.
— Relaxa, a Dra. Tanya vai te penetrar — disse ela, acariciando a testa dele.
— Eu... tô... com medo — respondeu Tomás, sentindo os dedos enluvados de Tanya fazendo círculos ao redor do cu dele.
— Não tenha medo... a Dra. Tanya é uma expert — disse a Sra. Denise, e Tomás sentiu o dedo de Tanya deslizando suave, mas firme, pra dentro do cu dele.
— Aaaahhhhh... — gemeu Tomás com a intrusão.
— E... como é que tá? — perguntou a Dra. Bazán pra Tanya.
— Apertado... vou dilatar — respondeu enquanto enfiava outro dedo no cu de Tomás. A Dra. Bazán, enquanto isso, acariciava o peito do paciente.
— A Dra. Tanya é uma expert — disse ela — Ela vai te transformar num espécime melhor.
Tomás estava excitado sexualmente como nunca antes na vida, mal conseguiu balançar a cabeça em concordância. Ele tava curtindo a sensação suave dos dedos de Tanya no cu dele, que deslizavam pra dentro e pra fora. Era uma sensação gostosa pra caralho! Os dedos lubrificados de Tanya, cobertos pelo látex das luvas, começaram a girar e se separar devagar enquanto penetravam e subjugavam ele. O erotismo e a excitação do momento foram demais pro Tomás. Com um gemido animalesco, ele jogou os quadris pra cima e sentiu explodir dentro do aparelho conectado ao pau dele, expelindo com uma força tremenda o que parecia vir da própria essência dele, crescendo pela virilha. Ainda na agonia gostosa do momento, ele conseguiu ver Tanya continuando a subjugá-lo e a Dra. Bazán acariciando o peito dele.
— Muito bem, gatinho... assim... assim... — estimulava a Dra. Bazán enquanto ele se esvaziava em ondas sucessivas de prazer incrível. Os quadris dele se sacudiram de novo e de novo enquanto o jorro era expelido, e pareceu durar uma eternidade até a última gota de porra cair no recipiente.
— Excelente! — exclamou a Dra. Bazán enquanto os espasmos de Tomás finalmente começavam a ceder. Ela fez um sinal para Tanya, que bem devagar e suavemente deslizou os dedos para fora do ânus de Tomás enquanto a Dra. Bazán levantava o recipiente controlando o conteúdo.
— Muito bem — murmurou — Um aumento de quatorze por cento. Impressionante.
Ela entregou o recipiente para a Sra. Denise e ficou pensando por alguns segundos.
— Devíamos testar nesse espécime a pressão inversa — sugeriu.
— O Procedimento Ronson? — perguntou Tanya.
— Exatamente nisso que eu estava pensando — respondeu a diretora. Tanya parecia encantada com a ideia.
— Podemos começar imediatamente — disse ela, ajustando as luvas de látex. Mas a Dra. Bazán interrompeu.
— Antes quero dar a esse espécime um pequeno descanso — sorriu — E também um pouco de proteína...

Levaram Tomás de volta ao quarto e o deixaram lá por uma hora com uma comida suculenta de ovos e torradas e bastante suco de laranja. Ele conseguiu descansar um pouco na cama e se sentia bem recuperado quando a Sra. Denise voltou para levá-lo de volta. Quando chegaram à porta da sala de operações, a Sra. Denise ajustou a máscara.
— Vamos... chegou a hora de operar... — disse a Sra. Denise e, assim que entrou na sala de operações, Tomás sentiu ansiedade ao notar que os preparativos para a cirurgia já tinham começado. Bandejas com todo tipo de instrumentos médicos brilhantes de aço inoxidável estavam espalhadas pela sala, e as Dras. Bazán e Tanya já estavam prontas com seus aventais, máscaras e luvas cirúrgicas. A Dra. Bazán estava de costas preparando algum tipo de instrumento metálico enquanto a Dra. Tanya enchia seringas em outra bandeja. Tomás ficou cheio de tesão quando a Sra. Denise o levou até a mesa de operações e começou a prendê-lo; seu pau começou a crescer e endurecer. Então a Dra. Bazán parou ao lado dele, pronta para operar.
— Muito bem — disse — Vamos prosseguir...
A Dra. Tanya levantou de uma bandeja um instrumento que parecia um tubo de plástico de uns oito centímetros de comprimento por três milímetros de diâmetro. A Dra. Bazán agarrou com uma das mãos enluvadas a cabeça do pau do garoto, fazendo-o tremer com o toque suave do látex, e depois puxou o prepúcio com cuidado, deixando exposta a glande brilhante e inchada. A Dra. Tanya entregou o aparelho de plástico e segurou uma das pontas do tubo bem contra a ponta da glande, posicionando-o exatamente sobre o buraco, e então, para surpresa de Tomás, inseriu o tubo fundo dentro do pau do paciente, torcendo-o enquanto enfiava cada vez mais para dentro. Empurrou-o para dentro do pau pulsante até que o pequeno copinho na ponta do tubo envolvesse a glande lustrosa e depois enrolou o prepúcio de volta ao redor, mantendo o instrumento no lugar. Tomás olhou para a superfície lubrificada na ponta do tubo e sentiu um nervosismo repentino ao imaginar o que estava prestes a acontecer.

— Tá bem — disse a diretora um momento depois. Agarrou o pau de Tomás e puxou o prepúcio para trás num movimento só, segurando a pele delicada entre o polegar e o indicador. Depois, com a ajuda da Dra. Tanya, deslizou o pequeno copinho na ponta do tubo até ficar bem na frente do buraco uretral. Houve uma pausa até que o orifício estivesse posicionado direitinho, e então Tomás soltou um suspiro forte quando a Dra. Bazán deslizou o tubo para baixo mais uma vez, fazendo o tubo de plástico transparente desaparecer lá no fundo do pau. A sensação do instrumento penetrando seu pau era incrível. Tinha uma ardência dolorosa enquanto a uretra era esticada para um calibre incomum com o tubo, mas era intensamente excitante e prazeroso ao mesmo tempo. Ele conseguia sentir o instrumento cutucando lá no fundo do pau e depois o pequeno copinho na superfície se fechando ao redor da pele macia e brilhante da glande. Gemeu de novo quando a Dra. Bazán enrolou a pele do prepúcio ao redor do instrumento, segurando firme. no lugar.
—Vamos começar —disse ela. Os olhos de Tanya fitavam com êxtase enquanto o paciente era penetrado. Sorrindo, a diretora agarrou a base do pau do garoto com a mão e começou a masturbá-lo, espremendo enquanto deslizava os dedos por todo o comprimento do pau duro. Ela o manipulou devagar no começo, acariciando suavemente, e depois as carícias ficaram mais rápidas, construindo um ritmo firme. Por vários minutos, a manipulação continuou, cada vez mais rápida, e então, sob o olhar de Tomás, suas coxas se tensionaram e o pau dele começou a crescer até quase estourar. A Dra. Bazán bombeou pela última vez, e o recipiente no final do tubo de plástico ficou opaco com a substância esbranquiçada que o preenchia. Houve uma sensação curiosa de prazer transmitida por todo o tubo, e então Tomás gritou, surpreso com a descarga grossa e pesada que jorrou do fundo do pau dele com uma força incrível. Correu para dentro dele, esticando a uretra com a primeira onda do orgasmo, e então, enquanto os espasmos continuavam, ele sentiu o fluido cremoso e quente abrindo caminho desde o fundo do seu ser em uma série de explosões efusivas. A sensação era de orgasmos sucessivos que eram expelidos e voltavam para dentro dele pelo tubo, e Tomás ofegava ruidosamente a cada onda seguinte. Vagamente, ele lembrou do volume tremendo que o outro garoto tinha produzido antes na sala de cirurgia, e sua mente ficou presa na ideia do pau do garoto jorrando porra uma vez atrás da outra com um poder imenso. Quando ele gozou pela quinta vez, as sensações incrivelmente eróticas fizeram o próprio orgasmo dele disparar, e ele sacudiu os quadris enquanto a porra dele lutava para sair. O pau dele, inchado quase até explodir, pulsava visivelmente e ficava tenso para gozar, mas cada espasmo que liberava era forçado de volta para dentro, seguido por outro que vinha, prolongando o êxtase agonizante e fazendo-o tremer a cada descarga enlouquecedora de prazer incrível. Pareceu durar uma Eternidade antes que o fluido fosse liberado e, nos últimos segundos, Tomás conseguiu perceber que Tanya também estava estimulando ele. O corpo dele ficou tremendo e depois desabou ofegante contra a mesa de operações, o peito subindo e descendo, arfando. Ali estava ele, de olhos fechados, tentando se recompor, e então notou que a Dra. Bazán estava tirando o instrumento que tinha colocado no pau dele.

— Pronto — anunciou. Mandou Tomás se levantar, e ele obedeceu, as pernas ainda tremendo e se sentindo fraco. Olhou ao redor procurando Tanya e, quando a encontrou, ainda vestida com o jaleco, máscara e luvas, com as mãos na cintura como uma boa cirurgiã, quis declarar sua devoção a ela, mas não conseguiu dizer uma palavra. A Dra. Bazán se adiantou para a Sra. Denise.

— Vamos continuar às quatro...

— Repetimos o Procedimento Ronson, doutora? — perguntou Tanya, animada. A diretora considerou a pergunta.

— Não... vamos revisar de novo o volume da emissão do espécime — respondeu — Mas amanhã vamos repetir a operação mesmo assim...

E completou, tirando as luvas e a máscara.

— E vamos manter ele direto na sala de operações nas próximas semanas... quero submeter ele a vários procedimentos a mais!!

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