Entregando minha esposa 2

Entregando minha esposa 2
A noite de sábado foi longuíssima pra mim, virava e revirava na cama, não conseguia entender como tive coragem de ir tão longe. Fiquei pensando uma e outra vez: fantasia é uma coisa, realidade é outra. Não conseguia dormir, me sentia excitado, nervoso, confuso. Do meu lado, Débora dormia, tranquila, relaxada, de lado, a bunda apontando pra mim, via a calcinha fio dental sumindo naquele rabão. Passei um tempão acariciando ela de leve, tentei dormir mas foi foda, fiquei virando até de manhã cedo, quando finalmente apaguei.

Acordei perto das 11, Débora brincava com a pequena na sala. Cheguei perto, dei um beijo profundo nela, e ela disse que de tarde a gente podia ir na praça. Tava um dia lindo de sol, começo de primavera, a época que ela mais ama. Comemos numa boa, ela foi se trocar, vestiu uma saia justa tipo tubinho, uma fio dental bem pequenininha, e aquela saia fica transparente com o sol. Ela vira pra mim:
— Tô gostosa?
— Linda... deliciosa...
— Acho que tá transparente demais, né? Tipo, quando bate o sol...
— Ah, amor... vamos passear com a pequena, não tem problema...

Já tava excitado de novo. Saímos na rua, ela caminhava empurrando o carrinho da neném, parecia que a bunda se destacava mais do jeito que ela mexia. A cadência daquele rabo enquanto empurrava o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouco mais atrás, olhando ela andar, ficando com o pau duro pra caralho. Que rabão, meu Deus, a calça jeans ajudava a esconder minha ereção violenta. Eu levava o kit do mate, uns biscoitinhos. Quando chegamos nos brinquedos, sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a pequena pro balanço. Me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um cara jovem, da nossa idade, uns trinta e poucos anos.

Ele tava conversando animado com a Débora, que se mexia de um jeito exageradamente sensual enquanto balançava a Jazmín. Ele não perdia um detalhe. Eu olhava de longe, em outra época teria saído na porrada. correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei à distância observando ela. Num momento ela olhou pra onde eu estava e simplesmente levantei a mão acenando pra ela, e nesse gesto, senti que estava dizendo pra os dois que tava tudo bem, tava dizendo: sim, sou o marido que observa de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando. Tava me excitando toda a situação, minha atitude submissa, conivente. De novo tava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando pra outro lado, depois de um tempo senti que a Débora sentou do meu lado, comecei a cevar o mate. Tomamos conversando um pouco de tudo, ela me contou alguns problemas do trabalho dela. Voltamos pra casa, ela ia cuidar de dar banho na pequena. Eu cuidei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jazmín caiu no sono profundo. Débora veio pra cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita apertando meu volume, com a esquerda acariciando meu peito. Ela se ajoelhou, me virou pra ela, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou tudo junto, calça e cueca.
— Hummm... o que temos aqui? Que durinho que você tá ultimamente... parece que tá quentinho meu amor... tudo isso é pra mim?
— Sim, é tudo seu, meu amor...
— Que bom...
Não falou mais nada, começou a brincar com a língua, aquelas mamadas de campeonato que ela costuma dar, continuou. Pedi pra ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve pena, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu tava perto de gozar, tirou da boca, começou a me punhetar e eu joguei jatos de porra pela cozinha toda, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente caminhando pro banheiro, me disse: vou tomar banho, meu amor. Embora não pudesse acreditar, eu continuava excitado. Nesses dias a gente tinha transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, destampei uma cerveja, me servi um copo, sentei pra descansar um pouquinho. Fui pro banheiro, me despi e Enfiei na banheira com ela. Ela logo viu minha ereção e sorriu.
— O que o senhor tem, que anda tão tarado ultimamente...? — riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei na borda da banheira e a penetrei, enquanto beijava sua boca e apalpava seus peitos.
— Que delícia, papai, como você tá quente...
— Você gosta, putinha...?
— Você me excita...
— Eu e o Jorge também...
— Sim!!! Esse cara me dá um tesão!!! Ele tem uma piroca deliciosa... e como me preenche... é bem grossa... mas você é muito carinhoso, meu amor... — disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, pelo amor de Deus, putinha, depois seguimos em silêncio, ela saiu e ficou de costas pra mim, ensaboei ela por um tempo e depois fui chupar o cu dela, ajoelhado atrás dela com a água batendo no meu rosto. Separei as bandas da bunda dela e comecei a chupar. Como eu adoro chupar aquele rabo, que delícia, abria bem as nádegas e enfiava a língua o mais fundo que podia. Débora começou a se masturbar a bocetinha enquanto eu chupava, e começou a gemer.
— Sim... que língua habilidosa você tem...
Parei de chupar e falei que queria comer o cu dela.
— Não, você é muito bruto... sempre me faz doer... e depois eu não curto nada... me come pela buceta se quiser...
Levantei e a penetrei devagar, agarrei ela forte por trás e comi bem gostoso.
— Toma, putinha barata... — não costumo falar assim — puta de rabão...!!!!
— Sim, sou uma putinha... o Jorge me falou a mesma coisa outro dia no ouvido...
Fiquei mais excitado ainda, continuei bombando bem forte, não aguentava mais, então acelerei a foda e num instante senti que me esvaziava, achei que ia enlouquecer, gozei como um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. Fomos nos acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos mutualmente nos beijando e fomos pra cama dormir.
Na segunda-feira não teve novidade, estávamos os dois muito cansados, então dormimos cedo. Terça-feira costumo jogar futebol com meus amigos, como sempre ficamos pra comer algo depois do jogo. Antes de começar o Durante o jogo, meu celular tocou, era uma fotinha da Débora com uma fio dental nova, mostrando a bunda, uma selfie, e dizia:
—Adoraria estrear ela hoje à noite com você, se não ficar pra jantar, tem sobremesa em casa... se não vier, posso estrear com outra pessoa...

Fiquei o jogo inteiro nervoso, inquieto. Na hora de comer, me desculpei com os caras: "Tô sendo esperado em casa, a pequena tá com um pouco de febre e não quero deixar a Débora sozinha". Zoaram, me chamando de dominado, pau-mandado, etc. Saí voando com o carro, parecia um louco dirigindo, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo assim mesmo, passei no quarto da pequena que dormia tranquilamente. Fui pro nosso quarto, na cama estava a Débora, bunda pra cima, a fio dental nova bem enfiada na raba, era branca, ficava uma delícia nela. Com as mãos, começou a se acariciar a buceta, mexia os quadris enquanto se punhetava.

—Não ficou pra comer com os caras... que pena!!! — disse virando o rosto, o cabelo ruivo caía sobre ela, estava uma delícia me olhando com cara perversa, aqueles lábios gostosos que ela tem. Me despi e mergulhei na cama, puxei a fio dental pro lado, penetrei ela e comecei a comer ela selvagemente, peguei ela pelos cabelos, virei a cabeça dela e beijei ela, nos beijamos, brincando com línguas e dentes. A gente tava como desesperado, como se fizesse meses que não transava.

—Que gostoso, papai... me come assim... que tesuda que você tá ultimamente... parece que te fez bem eu ter ficado com um gurizinho...
—Cala a boca, puta... — segurei ela pela cintura, coloquei ela de quatro, comecei a bombar bem forte, sentia que ia aguentar muito, que não ia gozar por um bom tempo, então fui me acalmando e brincando, tirava deixando só a cabeça e de novo fundo, bem devagar, aproveitando, até a cabeça e de novo fundo, ela acompanhava mexendo os quadris. Comecei a dar tapas na raba dela.

—Isso, puta, mexe a bunda... puta... mexe a bunda, vai... como você gostou de ser comida por aquele gurizinho...
—Sim... eu pegou gostoso demais, tem uma piroca deliciosa...
- Que puta que você é...
Continuamos fodendo em silêncio, senti que ela estava chegando lá, gozou bem fundo. Com meu dedão comecei a brincar no buraquinho da bunda dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim estava perto de gozar, meti mais forte, tirei meu dedo da bunda dela, ouvi um gemido, um incômodo, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo dali, mas eu estava descontrolado, precisava agarrar ela pelos quadris e meter bem forte, cravar bem fundo.
- Sim, puta... vou encher você de porra...
Segurei ela firme pela cintura, apertei ela contra mim, gozando bem fundo na buceta dela, depois dormimos abraçados.

Na quarta-feira ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a empresa paga. Quando chegou, eu já estava deitado, cochilando, muito cansado, ela vinha morta. Levantei para acompanhar ela enquanto esquentava algo para comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, disse que me amava e dormimos abraçados.

Na quinta, cada um no seu trabalho. No meio da manhã, estava numa reunião com o chefe e um grupo de trabalho. Nessa hora tocou meu celular, a gente tinha acabado de fazer uma apresentação, um trabalho que eu tinha preparado. Comecei a ler a mensagem.
- Oi amor, o Jorge entrou em contato, ele copiou a conversa que a gente teve????
Automaticamente respondi que sim. Na hora ela me mandou a conversa, meu chefe me olhava atentamente, eu estava vidrado no meu telefone.
- Aconteceu algo, Raúl?
- Desculpa, senhor, parece que minha filha está com um pouco de febre, vou ali um minutinho e volto.
- Claro, Raúl, fica tranquilo.
Fui para o banheiro, nervoso e excitado.
Abri a mensagem da Débora, ele começou falando:
J- Oi, como você está?
D- Bem, e você?
J- Com saudades, louco pra te ver
D- Que bom, porque eu também tô morrendo de vontade de te ver...
Apertei o volume no meu pau dentro da calça.
J- Tá afim de repetir?
D- Repetir não, de ir fazendo umas coisinhas novas...
Entrei numa das cabines. banheiros, fechei a porta, tirei meu pau pra fora e acariciei um pouco, continuei lendo
J- Que bom que você tá afim, justo esse sábado eu não tô trabalhando, então a gente pode se encontrar mais cedo se quiser...
D- Preciso consultar com meu marido...
J- E se seu marido não deixar?
D- Por enquanto a gente decide as coisas juntos...
Voltei a me tocar, esse "por enquanto" me matava de ciúmes e tesão.
J- E se ele não quiser que a gente se veja...
D- E por enquanto a gente não pode se ver se ele não quiser...
J- O que quer dizer "por enquanto"?
D- Bom, que quando a gente aprofundar um pouco mais a relação, talvez eu não me importe com o que meu marido diz...
Parei de ler e terminei de me masturbar... "talvez eu não me importe com o que meu marido diz", repetia a frase enquanto gozava que nem um porco. Guardei o celular, lavei as mãos e voltei pra reunião. Deixei o celular de lado até sair do trabalho. Olhei de novo enquanto esperava o metrô.
Dizia Jorge:
J- Bom, consulta com ele então pra ver se ele te dá permissão...
D- Não preciso de permissão, bobo... só não quero enganar ele... quero que ele saiba bem o que tá rolando...
De novo tava excitado, me sentia desconfortável, com tesão, rodeado de gente.
Continuei lendo.
J- Bom, dá uma olhada e me avisa... se eu tiver o sábado inteiro à tarde pra você, sabe como vai passar... todas as coisas que te prometi vou cumprir...
D- Não me fala assim que minha buceta fica molhada...
J- Que vontade de comer ela toda...
Até aí a conversa, guardei e tocou de novo, era Débora, áudio do zap:
- Minha irmã vem cuidar da Jaz, vamos jantar pra esclarecer as coisas... beijos.
Quando cheguei em casa, as duas conversavam animadamente na cozinha enquanto tomavam chimarrão, eram quase 20:30, falei pra Débora que ia tomar banho pra depois sairmos pra jantar.
Ela foi se trocar, quando vi, tava uma delícia, tinha umas meias arrastão até o meio da coxa, um vestido preto decotado, mostrava seus encantos. Comecei a ficar excitado de novo, mesmo tendo me masturbado à tarde. Não Não podia acreditar, cada vez tava mais ciumento e mais excitado. No restaurante a gente sentou, a Débora chamou o garçom e começou a brincar de falar sensual com ele, o garçom não perdia um detalhe do que o decote dela oferecia, eu me sentia entregue, seduzido pela beleza e sensualidade dela. Débora pegou minhas mãos nas dela, começou a me acariciar e me olhou nos olhos:
— Então, love... acho que a gente precisa conversar, né? esclarecer as coisas... — engoli seco e falei.
— É... a gente precisa conversar...
— Gostou da conversa que te mandei?
— Sim, fiquei muito tesudo... — não sabia se falava a verdade ou não, mas falei. — fui ler no banheiro e acabei batendo uma...
— Epa, isso não tá certo, como é que você fica desperdiçando seus suquinhos... em vez de compartilhar comigo... não gosto disso...
— É, love, tava muito tesudo...
— E o que te deixou com tanto tesão...
— Sei lá, fiquei com ciúme, nervoso...
— Vamos falar sobre isso...
— No outro dia quando vocês estiveram... não esperava que ele te beijasse... que você devolvesse os beijos... daquele jeito tão safado... isso realmente me deixou mal... nervoso... ciumento... não conseguia lidar...
— E então, love... se tô fazendo amor com um senhor... com um garotão, vou dar uns beijos... eu gosto muito de beijar... acho muito sensual... muito sexy... me dá um tesão danado quando um homem, enquanto me fode, enfia a língua na minha boca...
Eu tava de pau duro ouvindo ela, não sabia o que dizer.
— Não pensei que você fosse ter um relacionamento com mais alguém, tipo algo sério, e os beijos...
— Ah, love... vamos falar claramente... eu não vou ficar pulando de um cara pra outro... ele é um garoto novinho, muito gostoso... pauzão... não é bruto... lembra da primeira vez que a gente fez amor? demorou um tempo pra gente achar o ritmo, se conhecer... com ele, fiz no outro dia pela primeira vez e senti que a gente se conhecia há uma vida inteira...
Fez-se uma longa pausa, ela percebia minha excitação. Me olhou com cara de puta.
— A verdade é que soma muito você estar ali olhando e consentindo tudo... Ela me dá uns 100 de tesão... mas nós dois nos conectamos na hora... tivemos uma química impressionante... então quero aproveitar isso, aprofundar essa química.
Fiquei quieto um tempo, não sabia o que dizer pra ela, ela estava sorridente, radiante, iluminada.
— Eu pensei que as coisas iam ser diferentes... — falei.
— Isso porque você tava nas suas fantasias... mas se somos 3 pessoas, são 3 desejos que se misturam... ele tá morrendo de vontade de me ver... me disse umas coisas que me esquentaram pra caralho enquanto me comia... e eu tô louca pra ele me comer de novo... pra me encher bem com aquela rola grossa e dura que ele tem... — ela disse, falando cada vez mais baixo, mas me encarando nos olhos. Fez uma pausa. Ela continuou:
— Você vai me deixar, Rolly...?
Me fez rir, ela sabe que eu odeio que me chamem assim, me arrancou um sorriso.
— E se eu não te deixar?
— Prefiro pensar ao contrário, se você me deixar... a gente leva a menina pra casa dos seus pais... passa pra buscar o Jorge... e vamos pra casa pra você me arrombar... me dá um tesão danado ele me comer na nossa cama...
O garçom chegou com os pratos, interrompendo aquele papo tão profundo. Ela me olhava divertida.
— Você não respondeu o que faria se não te deixar... — ela me olhou sorrindo.
— Nem considero isso, você tá tão molhada que é só isso que importa pra você... te tenho comendo na minha mão igual um cachorrinho... — ela colocou uma batata frita na palma da mão, eu tirei com a boca e nós dois rimos. Ela me encarou de novo.
— Em algum momento vou dar pra ele... sozinha com ele... pra poder gritar o que sinto... pra pedir pra ele me fazer mais coisas... porque com você ainda me seguro um pouquinho... mas talvez eu também vá me soltando na sua frente... mas ainda quero fazer isso a sós com ele... isso se a relação for bem... ou se a gente se entender... senão, obviamente não...
Longa pausa, levantei minha taça e brindei ao nosso amor.
Quando saímos do restaurante, eu a segurava pela cintura, descendo a mão e acariciando a bunda dela. Chegamos no Auto, apertou meu pau.
—Que gostosa você tá... quando chegar em casa vou esvaziar minhas bolas em você... se você se comportar... o que vai fazer no sábado?
—No sábado vamos levar a menina na casa dos meus pais e depois buscar o Jorge...
—Muito bem, meu amor!!!! E depois, quando eu quiser ir fuder sozinha com o Jorge... o que você vai fazer?
—Vou ficar em casa cuidando da menina...
—Me dá um tesão danado ouvir você falar assim... muito bem, meu amor... — ela chegou perto de mim, me beijou de boca aberta, se aproximou do meu ouvido, mordiscou minha orelha — que foda que vou te dar, vagabundo...

Chegamos em casa, nos acalmamos um pouco pra nos despedir da irmã da Débora. Quando ela foi embora, nos jogamos na cama, nos despimos quase que selvagemente, eu a penetrei com violência, com fúria, metia bem forte e ela curtia cada vez mais.
—Isso!!! Me fode gostoso... sente como você me enche... que depois o Jorge vai me deixar mais larga... não sei se você vai me sentir tanto...
Filha da puta, que tesão, eu bombava mais forte, mais fundo.
—É, aproveita agora... antes que o Jorge termine de me abrir toda... com aquela pica grossa que ele tem...
Comecei a gozar como um porco. Ela também gozou, nos mordíamos as bocas, felizes, sorrindo. Depois dormimos abraçados.

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