Pedrito olhou para a sala pela décima quinta vez naquela tarde. Tentava esconder o olhar colocando as mãos na testa como se estivesse perdido nos próprios pensamentos. Apesar de sutil e engenhosa, sua olhadinha furtiva não passou despercebida para Andrea. Ela virou a cabeça, deixando que as laterais do cabelo loiro batessem no rosto enquanto observava a sala em direção à mesa. Tomou cuidado especial em observá-lo, em vez de deixar que o olhar simplesmente o atravessasse e seguisse até a janela aberta. Seu olhar foi recompensado quando o rosto de Pedrito ficou bem vermelho e ele baixou rapidamente a cabeça para continuar o trabalho. A sala comprida estava mobiliada com mais de trinta cadeiras e mesas. Cada aluno sentado em sua própria carteira, com livros e papéis ocupando a maior parte da superfície. Era uma tarde quente e todas as janelas estavam abertas para deixar entrar a brisa agradável do fim do dia.
A beleza de Andrea Martinez era lendária na escola. Todo dia ela chamava a atenção dos jovens alunos. Sempre era diplomática, mas a humilhação dos caras ao serem rejeitados quando pediam um encontro era tão grande que dificilmente tentavam duas vezes. Ninguém sabia do interesse particular de Andrea Martinez por um garoto. Andrea não ligava para os atletas nem para os artistas, que eram os mais populares da escola. Mesmo na sua tenra idade, já tinha suas preferências sexuais bem definidas e era prática o suficiente para saber que seus olhares poderiam atrair qualquer garoto que ela quisesse.
Apesar de ser bonito e ter um corpo perfeitamente proporcionado, não era um cara musculoso. Tinha a pele macia, quase feminina comparada à dos outros garotos. Suas feições eram claras e todo o seu comportamento era mais de estudioso do que de atlético. As garotas o achavam gostoso e Andrea tinha certeza de que ele poderia ter saído com qualquer mina que quisesse, se não fosse tão terrivelmente Vergonhoso. Andrea tinha decidido alguns meses atrás que ia pedir pro Pedrito levá-la pra uma festa de formatura. Pesquisou e aprendeu tudo sobre ele. Descobriu que o Pedrito morava só com a mãe e que tinha perdido o pai quando era bem pequeno. Soube, sem dúvida, que ele era completamente atraído por ela... e tinha certeza de que ele nunca teria coragem suficiente pra pedir um encontro.
Andrea também não tinha pai. Morava com a mãe e a tia numa casa grande, nova e muito confortável nos arredores de San Isidro. A casa era discreta, a mais afastada do bairro. Tinha jardins enormes e foi projetada pra que seu tamanho real não fosse perceptível da rua. A piscina, a quadra de tênis e os jardins também foram isolados e escondidos de olhares indiscretos.
A mãe e a tia de Andrea tinham uma clínica particular. A mãe dela era sócia de uma clínica pequena e exclusiva, localizada a poucos metros da casa. Susy, a irmã dela, também trabalhava na clínica. A renda das irmãs médicas, mais os seguros recebidos após a morte dos maridos médicos no mesmo acidente de carro, permitia que mantivessem um excelente padrão de vida.
A mãe de Andrea a teve aos dezessete anos. Casou-se apressada, mas foi muito feliz com o marido até a morte trágica dele. A irmã mais nova, que perdeu o marido ao mesmo tempo, foi morar com ela depois da tragédia. Cintia, a mãe de Andrea Martinez, agora tinha 34 anos e a irmã mais nova, Susy, tinha acabado de fazer 29.
Por causa da pouca idade de Cintia quando foi mãe, a relação de Andrea com a tia e a mãe era tão próxima que elas podiam falar sobre qualquer coisa sem pudor. Nenhum assunto era tabu... ou muito conflituoso ou causava vergonha, tudo podia ser discutido nessa casa de mulheres.
No entanto, houve olhares de genuína surpresa quando Andrea contou pela primeira vez sobre suas preferências sexuais por um homem e os detalhes íntimos dos seus desejos sexuais. Surpresas, tanto a Cíntia, assim como a irmã dela, percebeu que a Andrea tinha herdado um traço peculiar da família. O que mais surpreendeu as duas foram os planos da Andrea pra alcançar os objetivos dela. A Andrea ficou encantada quando, depois do susto inicial, elas ajudaram com sugestões e planejaram tudo até que, conforme a hora da ação se aproximava, uma expectativa... uma ansiedade tomou conta da casa toda.
Foi no café da manhã daquela manhã que a Andrea avisou a tia dela, Susy, que hoje ia ser o dia, que ela ia pedir pro Pedrinho convidar ela pra festa de formatura. As duas, a mãe dela e a Susy caíram na risada.
— Pelo que você me contou do Pedrinho, aposto o que você quiser que ele fica vermelho só de você falar com ele.
— Já sei, mãe, acho que sim... mas ele vai dar um jeito de dizer que sim.
A campainha tocou no corredor pra encerrar a segunda aula e a Andrea olhou em volta. Percebeu que tava tudo tranquilo e tinha pouca gente. Os atletas sempre eram os primeiros a sair pro sol e começar a jogar. Só alguns alunos ainda estavam na sala quando a Andrea se levantou. O corpo dela se moveu com graça, a saia curta xadrez balançando entre as pernas longas enquanto ela se aproximava do banco onde o Pedrinho ainda lia.
Ele levantou o olhar e ficou vermelho só de ver ela se aproximar. O rosto dele parecia envergonhado e culpado enquanto ele olhava ansioso pra ela. "Talvez", pensou a Andrea, "ele ache que vou falar alguma coisa sobre aqueles olhares sorrateiros que ele me deu hoje de manhã." De propósito, ela parou apoiando as coxas na mesa dele, olhando pra ele de cima. Sabia que a beleza e o jeito autoritário dela iam intimidar ele. Pra satisfação dela, ele foi ficando cada vez mais vermelho até que o rosto dele não passava de uma amostra brilhante de vergonha profunda. Ele olhou pra ela, a expressão de culpa distorcendo os traços bonitos do rosto dele. Ela falou com ele num tom amigável.
— Ah, Pedro, desculpa te interromper, mas queria saber se você já tinha decidido se vai na festa de formatura esse fim de semana - Andrea percebeu que Pedrito ficava vermelho de novo. Bolsas roxas surgiam nas bochechas dele enquanto ele ficava hipnotizado pelo lindo rosto de Andrea. As mãos tremiam quando ela sustentava um olhar inquisitivo.
Os lábios de Pedrito tremeram... parecia estar à beira das lágrimas enquanto a olhava em êxtase.
- Er... não... er, senhorita... - a voz trêmula, tentando juntar as palavras numa frase - Er... não... eu não tenho com quem ir...
- Pedro... não precisa me chamar de "senhorita" - Andrea sabia que seu jeito autoritário tinha levado a essa formalidade. Olhou fundo nos olhos dele. E encontrou o olhar de súplica enquanto ele a mirava. Andrea estava encantada. Era como se ele tivesse confiado a ela o corpo e a alma. Falou de novo.
- Bom, Pedrito, eu pensei que seria uma boa oportunidade, já que tenho dois ingressos e ninguém me convidou. Então, você gostaria de passar me buscar aqui... umas dez horas?
Andrea não esperou a resposta, deixou um cartão na escrivaninha e se afastou do garoto morrendo de vergonha. Sabia pela expressão dele que as emoções eram um turbilhão; mas também sabia que ele ia passar buscá-la na porta da casa pontualmente às dez. Sabia que ele ia passar um tempão se preparando. A maioria dos caras já tinha comprado a roupa pra festa e ela imaginava que Pedrito não tinha muito tempo pra se preparar.
Pedro dirigiu até a casa na hora marcada. Em vez de esperar ele tocar a campainha, Andrea saiu pra recebê-lo.
- Não sou o tipo de garota que deixa o parceiro esperando. Você tá muito gostoso, Pedro... camisa branca e terno preto... caiu muito bem em você. Sou toda sua pelo resto da noite... mas você tem que me trazer de volta pra casa antes da uma. Mamãe deu ordens severas e disse pra eu não atrasar nem um minuto.
Pedrito estava hipnotizado pelas palavras dela e pela aparição de uma mulher tão beleza. Andrea usava um vestido preto, que realçava suas curvas e sua cintura. O vestido ia até os joelhos, deixando à mostra um lindo par de pernas bronzeadas. Ele não conseguiu evitar ficar vermelho de nervoso quando ela se sentou no carro ao lado dele e apoiou a mão na perna dele.
— Me promete que vai me trazer de volta pra casa à uma?... Mamãe é muito rígida.
Pedrinho estava tão encantado pela beleza dela e pelo toque da mão delicada no joelho dele que mal conseguia ouvir.
A festa foi um sucesso, graças às habilidades sociais de Andrea. Ela deu um jeito de fazer Pedro se sentir maduro sempre que estavam na companhia de alguém... e toda vez que ficavam a sós, falava com ele como se fosse um garoto muito mais novo. No começo, Pedro teve dúvidas se continuava com aquela conversa.
Em um momento, Pedro se sentiu meio envergonhado quando um dos caras mais populares se aproximou da mesa. Ignorou completamente Pedro e sorriu para Andrea como se fossem velhos amigos.
— Andrea, você está linda! Me dá a honra de dançar comigo?
Andrea sorriu para Pedro e respondeu.
— Muito obrigada, Patrício. A verdade é que você também está muito bem de terno. Pedro e eu vamos dançar mais tarde, mas por enquanto vamos ficar aqui ouvindo música... obrigada.
Pedro não conseguia acreditar no que ouvia enquanto Andrea recusava o convite. O coração dele começou a bater cada vez mais rápido quando ela pegou a mão dele e sorriu, ignorando completamente o outro cara. Várias vezes durante a noite, ela recusou sumariamente convites para dançar, sempre olhando para Pedrinho e segurando a mão dele. Apesar de ter observado Pedro, acessando a mente dele o máximo possível através da observação, ela não tinha tido oportunidade de tocá-lo. Sutilmente, ela usou a pista de dança como uma oportunidade para avançar sobre o corpo de Pedro, construindo cuidadosamente uma imagem mental da aparência física dele. Às vezes, tocando a cintura dele. outros os braços ou os ombros enquanto dançavam. Astutamente, construiu uma imagem do corpo dele, que achou que se encaixava perfeitamente no gosto dela.
Também notou o fato de que ele era mentalmente maleável, sem mostrar tendências à bravata ou à falsa confiança. Várias vezes durante a noite, ela olhou fixamente nos olhos dele enquanto falava com ele.
- Você é um garoto esperto, Pedro. É gostoso estar com um cara como você.
Suas palavras sempre tiveram o efeito desejado de deixá-lo todo vermelho. Enquanto ele a observava com uma mistura de amor e súplica, ela sentia um arrepio percorrer o corpo dela.
Andrea facilmente conseguiu manter o Pedrinho despreocupado com a hora até que fosse tarde demais para ele, sem poder fazer nada a respeito. De repente, no meio de uma dança lenta, Andrea olhou o relógio e depois para Pedro.
- Ah, Pedro... o que a gente fez?... já é quase uma hora e a gente tem uns quarenta minutos até chegar em casa... vamos embora agora mesmo!
Pedro olhou cabisbaixo enquanto corriam até o carro e arrancavam em direção à casa de Andrea. Ele começou a se sentir muito desconfortável com os comentários de Andrea enquanto dirigia.
- Ah... eu estava me divertindo tanto, Pedro... eu pensei, bom, supus... esperava que você estivesse de olho na hora.
- Eu estou tão... me desculpa tanto, Andrea! Er... talvez sua mãe não esteja tão brava. A gente vai chegar só quarenta minutos atrasados... Er... talvez eu possa explicar... tipo, que não foi culpa sua... foi culpa minha...
Andrea sorriu quando ouviu ele dizer essas palavras. "Sim - pensou - É exatamente isso que eu quero que você faça."
- Ah, você faria isso, Pedrinho? Vou ficar tão grata. Tenho medo que minha mãe... e minha tia estejam muito, muito bravas. Mas se você disser que à uma hora eu pedi pra você me trazer pra casa, talvez elas não fiquem tão bravas. - Andrea colocou a mão na perna dele e viu que o rosto dele imediatamente ficou vermelho - Por um gesto desses, Pedro, eu quero te dar um beijo antes de entrar.
As emoções do Pedrinho eram um turbilhão com a promessa de um beijo. Ela nunca imaginou o que ia acontecer assim que estacionou o carro na frente da casa.
— Mãos nos lados, Pedrinho, e se recosta no banco... vamos, anda logo. Não quero chegar ainda mais tarde.
Ele se sentiu meio intimidado pelas instruções, mas os modos autoritários o fizeram obedecer. Colocou as duas mãos nos lados e olhou pra ela, com o rosto todo vermelho. Andrea sorriu da timidez dele e o surpreendeu desabotoando um dos botões de cima da camisa. Ela sentiu o coração batendo loucamente quando deslizou a mão por baixo da camisa e apoiou a palma no peito dele. Devagar e de um jeito sensual, segurou o mamilo dele entre os dedos enquanto encostava os lábios nos dele, com delicadeza. Abriu a boca dele com a língua e o beijou fundo. O beijo tirou o fôlego e a sanidade de Pedro enquanto ela o segurava por mais de um minuto. O corpo de Pedro derreteu quando ela o soltou e tirou a mão do peito dele. Ela se emocionou ao perceber que ele tinha obedecido, que estava sob o feitiço dela. Ele tinha mantido as mãos nos lados, exatamente do jeito que ela tinha mandado.
— Pedro... isso foi por você ter sido um menino tão corajoso.
Pedro estava quase desmaiando quando ela o pegou pelas mãos e o levou até a casa.
Antes que ele recuperasse totalmente o equilíbrio, ela abriu a porta e entraram na casa.
Pedrinho ficou vermelho assim que viu a mãe de Andrea e a tia jovem dela esperando em pé no meio do hall enorme. As duas estavam impecáveis. A mãe de Andrea usava uma saia azul escuro e uma blusa branca, enquanto a tia jovem vestia um terno preto sério. As duas mulheres estavam com o cabelo preso de um jeito sofisticado, realçando os traços dos rostos lindos delas. Era fácil ver de onde Andrea tinha herdado a beleza. Cíntia Martinez parecia mais nova que seus 34 anos e muitas vezes já tinham confundido ela com a irmã de Andrea em vez da mãe. Estava maquiada de um jeito imaculada, o que destacava sua beleza. Susy tinha o mesmo estilo. Os óculos dela adicionavam um toque de severidade ao terno, dando-lhe uma aparência estudada de seriedade.
Andrea se dirigiu à mãe.
— Este é Pedro Trenti, ele me levou pra festa. Mami, me desculpa por chegar tarde... o tempo passou voando. — Andrea sabia que a beleza das duas mulheres, somada às suas expressões severas, manteria o jovem na linha. Olhou pra ele e sentiu uma excitação repentina quando viu que a cor do rosto dele confirmava sua opinião.
Cíntia foi a primeira a falar.
— Por que vocês chegam em casa tão tarde? Já são quase duas da manhã, sua tia e eu estávamos preocupadas, pensamos que vocês poderiam ter sofrido um acidente. Andrea! Quer dizer alguma coisa?
Andrea nem precisou olhar pra Pedro antes que ele falasse.
— Sinto muito, Sra. Martinez, foi toda minha culpa. Prometi à Andrea que a traria de volta pra casa à uma hora. Ela me disse que não deveria chegar tarde e eu a decepcionei. Sinto muito mesmo.
Andrea estava encantada com a resposta de Pedro. Não só porque seu plano estava funcionando, mas pelo arrependimento sincero que Pedro estava mostrando, sem gaguejar nem dar desculpas.
— Bem, Pedro, se realmente é sua culpa... e presumo pelo que acabou de me contar que é assim. Proíbo você de ver Andrea novamente. Sua demora me mostra que você não dá atenção suficiente a ela... nem à preocupação que causou na tia dela e em mim. Boa noite, jovem.
De novo, Pedrinho ficou vermelho.
— Ah, por favor, Sra. Martinez, realmente não tenho desculpas, mas estou muito arrependido por ter causado qualquer preocupação. Não sei se Andrea vai querer me ver de novo, mas ela é importante pra mim... eu... erm... eu me esqueci da hora. Andrea percebeu o quão tarde era. Por favor, por favor, aceite minhas desculpas...
— Sinto muito, Pedro, mas admitir sua culpa e dizer que sente pode ser suficiente pra você... porque você sabe que não vai ter consequências. Por isso, meu único jeito de te dar uma lição é Castigo é te proibir de ver minha filha de novo. Se você fosse meu filho, eu te daria uma surra de cinto pra você nunca esquecer... e mudar seu comportamento no futuro.
O rosto de Pedro estava coberto de manchas roxas, envergonhado e confuso. Ele olhou para Andrea e depois para a mãe.
— Tô arrependido, Sra. Martinez... muito arrependido... er... não sei mais o que dizer.
— Dá pra ver que você tá arrependido, Pedro. Mas a culpa é sua. Pretendo te castigar pela angústia que você causou pra mim e pra minha irmã. Claro que eu poderia te dar uma surra na bunda, mas se eu não mantiver o que disse antes... você nunca mais vê minha filha de novo. — E olhou pra Andrea, que tinha dado um jeito de esconder a diversão e admiração pela atuação da mãe. — Você quer ver esse garoto de novo... ou seja, sair com ele outra vez?
Andrea manteve seu papel de vítima.
— É... sim, mãe... Eu gosto dele... e você sabe que não vou desobedecer ou fazer nada que você mandar de novo.
A Sra. Martinez olhou sério pra Pedro, que só fazia olhar pra baixo.
— Posso ver que você não tá a fim de aceitar o castigo, então por favor, vá embora. E espero que respeite meu desejo... de não ter mais contato com minha filha. Andrea, pode se despedir do Pedro... e Pedro... dirige com cuidado na volta pra casa.
Pedro buscava consolo e o coração dele batia mais forte depois de ouvir que Andrea queria vê-lo de novo. A Sra. Martinez notou um brilho nos olhos dele quando ele olhou pra ela. A voz tremia com uma vergonha encantadora enquanto ele criava coragem pra encará-la.
— Sinto muito, Sra. Martinez... er... er... eu... queria ver a Andrea de novo.
Andrea sentiu um arrepio percorrer o corpo enquanto a mãe falava de novo.
— Nesse caso, Pedrinho, vou te castigar... Não vou te humilhar castigando na frente da Andrea. Por favor, passa pro meu escritório pela porta à sua direita. Tira a roupa, fica só de cueca. Tudo mais, fora! Até as meias. Andrea... vai pro Cama, pode descer pra se despedir do Pedrinho antes dele ir embora. Sumam daqui, os dois!
Pedro estava completamente atordoado. Sentia o rosto vermelho e as bochechas queimando de vergonha. Não tinha intenção nenhuma de aceitar uma penitência, na verdade tava quase certo de que não tinha escolhido ser castigado... mas ou fazia ou a Sra. Martinez não ia deixar ele ver a filha dela nunca mais.
Tava prestes a reclamar quando a Andrea olhou pra ele. Andrea colocou as mãos no rosto ardente dele e forçou ele a olhar nos olhos dela. Rapidamente inclinou a cabeça e beijou os lábios trêmulos dele.
- Obrigada, Pedro - murmurou - você é tão especial... por isso... adoraria te ver de novo. - Virou e andou pelo corredor até as escadas, subindo devagar e sem olhar pra trás.
A Sra. Martinez olhou pro garoto, sentindo um arrepio repentino percorrer o corpo dela enquanto levantava a mão, cortando qualquer comentário. Ela falou de novo.
- Chega de palavras, Pedro. Vai... daqui a pouco volto pra te castigar. Vai ver uns ganchos atrás da porta. Usa eles pro teu terno, o resto da tua roupa pode deixar nas cadeiras. Quero que me espere em pé no meio do quarto em cinco minutos.
Cegamente, Pedro foi até a porta de madeira escura. Girou o trinco e entrou. A mente dele era um turbilhão, nada na jovem vida dele tinha preparado ele pra tanta vergonha e humilhação. Se sentia estúpido e envergonhado além do pior pesadelo dele. Tudo tinha acontecido tão rápido que ele não conseguia acreditar no que tava rolando. Pedro fechou a porta atrás de si e olhou ao redor na sala iluminada. Tava quase chorando enquanto observava o escritório suntuoso. Tinha uma mesa grande e vários sofás de couro encostados nas paredes, que estavam cheias de estantes. Também tinha outra porta de madeira. Pedro só conseguiu ver escuridão atrás dela. Um tapete macio cobria o centro do cômodo, com cores que vibravam graças à iluminação potente das lâmpadas modernas no teto. Várias cadeiras estavam alinhadas em frente à escrivaninha. A superfície da mesa, coberta de couro verde, estava completamente vazia, exceto por um telefone. Pedro olhou atrás da porta e descobriu um cabideiro de madeira com ganchos de bronze. Se sentiu um idiota enquanto afrouxava a gravata. Sua cabeça começou a disparar ao perceber sua situação e o castigo iminente. Delirava entre a vergonha e a angústia enquanto ficava só de cueca. Sentiu uma lágrima escorrer pela bochecha enquanto arrumava as meias dentro dos sapatos e caminhava até o centro da sala. Não acreditava como se sentia um otário parado em cima do tapete impecável.
Assim que Andrea ouviu Pedrinho fechar a porta, subiu as escadas na hora. Levou só um minuto para tirar o vestido e deixá-lo em cima da cama. Seu corpo lindo ficou nu, exceto pela calcinha, que também tirou rapidinho. Pegou o jaleco médico de algodão branco que a mãe e a tia tinham dado e vestiu com cuidado, fechando o zíper na frente e ajustando a golinha estilo militar e a martingale que marcava sua cintura, depois as meias brancas. Se olhou no espelho e viu, satisfeita, que o jaleco batia na altura dos joelhos, deixando à mostra suas pernas bem torneadas. Seus peitos firmes apertando contra o tecido do jaleco e, para seu deleite, notou que as auréolas rosadas dos bicos dos peitos apareciam levemente. Virou-se com um sorrisinho safado e passou umas gotinhas de perfume entre os peitos antes de sair do quarto. Tinha uma escada auxiliar que dava direto no escritório onde tinham mandado o Pedrinho. Desceu pelas escadas e levou só um minuto para chegar no corredor, que tinham deixado propositalmente escuro. Caminhou em silêncio, controlando a respiração, até encontrar a cadeira que tinha deixado mais cedo no corredor, bem em frente à porta entreaberta. Conseguiu ver claramente o Pedrito lutando para tirar toda a roupa. O coração dele deu um pulo quando ele ficou no meio do quarto. Ela já tinha se certificado de que ninguém pudesse vê-la de dentro do escritório, mas quando ele virou o olhar pra onde ela estava, ela não conseguiu segurar a ansiedade. Certa de que ele não podia vê-la, ela se ajeitou na cadeira pra observá-lo. As suposições da Andrea sobre o corpo gostoso do Pedro estavam certas: ele tinha uma musculatura firme e proporcionada, sem a exagerada dos marombeiros, que ela odiava. Ela conseguia ver o torso do Pedro suando de leve enquanto ele ficava em pé, tremendo no tapete. As pernas dele tremiam enquanto ele olhava em volta. Andrea viu ele dirigir o olhar pra porta quando ouviu passos se aproximando. Os olhos dela focaram no volume da cueca. "Talvez seja um pouquinho maior do que eu imaginava", pensou.
Cintia Martinez se olhou no espelho do hall. Ela tinha tirado a blusa e vestido o jaleco branco de gola mandarim, além de colocar um avental de borracha bem fina e transparente que usava na clínica pra proteger o jaleco impecável nos procedimentos mais "sujos". Os tachos da paleta de couro e madeira preta que ela segurava brilhavam contra a luz. Susy parou do lado dela, também tinha trocado o uniforme pelo jaleco médico branco que usava na clínica. No pescoço, levava o estetoscópio, os tubos de borracha vermelha se enroscando eroticamente entre os peitos até chegar ao diafragma cromado brilhante. As duas se refletiam no espelho. Cintia murmurou pra Susy:
- O menininho vai ter um treco quando te ver.
Pedrito tremia e ficava vermelho quando ouviu a porta se abrindo atrás dele. Virou pra olhar e seus olhos não acreditavam no que viam. Susy entrou. Ele corou quando ela ficou olhando pra ele com as mãos nos bolsos do seu jaleco branco e o estetoscópio no pescoço.
— Vou te examinar pra garantir que você não tem nenhum problema no coração, Pedrinho. Não se assusta, é só por precaução. Agora quero que você vire de costas pra outra porta e fique bem retinho com as mãos na cabeça.
Pedro ficou ainda mais vermelho e se virou.
— Vamos, as mãos na cabeça! — ela percebia que ele tremia dos pés à cabeça enquanto colocava uma mão e depois a outra sobre a cabeça.
Susy arriscou um sorriso rápido por cima do ombro de Pedro em direção à porta entreaberta, esperando que Andrea já tivesse tomado seu lugar. Apoiou uma mão nas costas de Pedro e sentiu ele se arrepiar com aquele primeiro contato frio da palma da mão contra a pele. Gentilmente, encostou o metal frio do estetoscópio nas costas do garoto. Ela viu como Pedro ficou com a "pele arrepiada" enquanto falava com ele. A voz de Susy era suave e doce.
— Respira fundo... muito bem... segura o ar, eu te aviso quando soltar...
Pedrinho estava parado, o corpo todo tremendo e o coração batendo rápido enquanto Susy apoiava o estetoscópio nas costas dele. De propósito, Susy segurava a cintura dele com a outra mão, sabendo que, embora ele estivesse muito nervoso, esse tipo de contato podia acabar excitando ele sexualmente. Susy ficou de frente pra ele, olhando nos olhos dele.
— Respira fundo, Pedrinho — passou o estetoscópio pelo peito dele, deixando a palma da outra mão apoiada no mamilo esquerdo. Ela movia a mão devagar, sentindo o biquinho do peito dele endurecer sob os dedos enquanto deslizava o estetoscópio frio em volta do coração que batia descontrolado. Ele tremia quando ela deu um passo pra trás, olhando nos olhos dele.
— Pedrinho, você tá ótimo. Agora quero ver se você não tem nenhuma contratura muscular ou hérnia antes da dona Martinez vir te dar uma surra nessa bunda minúscula — ela viu a cara de Pedro ficar ainda mais vermelha. Enquanto falava com ele, sabia que a qualquer momento o garoto ia morrer de vergonha.
- Vamos! Fica retinho... - Ela podia sentir o nervosismo do menino enquanto andava ao redor dele. Certificando-se de conseguir realizar seu objetivo antes que ele tivesse tempo de protestar ou se afastar, enfiou as mãos por baixo do elástico da cueca e puxou tudo para baixo, descendo pelas pernas de Pedro. Num movimento rápido, já estava na altura dos pés dele! Rapidamente, Susy falou com um tom bem sério.
- Vamos, levanta os pés!... Vamos, guri... não temos o dia inteiro!
Em questão de segundos, Pedro se viu completamente pelado, com as mãos na cabeça.
- Agora você vai ficar bem quietinho - ela se aproximou dele e olhou para os genitais, notando que o pau dele era maior do que esperava e que tinha sido circuncidado direitinho, de modo que a glande aparecia um pouco por cima do prepúcio. Susy procurou nos bolsos e tirou um par de luvas de látex, começando a vesti-las com aquele barulho típico de "snap" "snap"!
- Ah... senhora... - Pedro insinuou um protesto. O rosto dele fez uma careta quando ela colocou a mão coberta pela luva de látex bem debaixo dos ovos dele.
- Senhora... pelo amor de Deus... - disse Pedro enquanto ela fechava lentamente os dedos ao redor dos ovos dele. Susy ficou maravilhada com a textura macia da pele de Pedro enquanto o tocava intimamente e estimulava delicadamente os genitais dele. Ela percebeu que ele queria protestar contra aquela invasão de privacidade. Susy ameaçou.
- Quietinho, bebê... vira a cabeça pra direita e tosse - as palavras de Susy eram duras, mas os dedos dela eram suaves e gentis, manipulando com jeito a pele macia e sensível do saco dele para excitá-lo sexualmente. Segurou a bolinha macia dos ovos dele na palma da mão e repetiu a ordem.
- Vamos, Pedrinho... tosse.
Pedro, no meio da agonia e humilhação, tossiu fraquinho. A cara dele estava vermelha de vergonha enquanto sentia A mão da doutora segurando os testíbooties dele cada vez mais firme. Ele não conseguia compreender tamanha humilhação, parado pelado na frente dessa mulher gostosa.
Susy estava adorando segurar o saco e os testíbooties dele, manipulando desde a base até a junção com a virilha. Ela percebeu que ele estava quase chorando quando conseguiu tossir um pouco melhor.
- Mais um - e esperou que ele tossisse de novo. Sentiu o corpo de Pedro tremendo enquanto apertava suavemente o saco pela última vez antes de soltar.
- Muito bem, Pedrinho. Você tá muito bem. Agora fica aí onde tá - falou enquanto tirava as luvas de látex e pegava umas cadeiras que estavam na frente da mesa. Uma das cadeiras colocou atrás de Pedro, bem na direção da bunda dele, e a outra colocou na frente dele. Não disfarçou enquanto olhava pro pau e pros testíbooties dele, notando que o pau tinha crescido bastante, mostrando um pouco mais da cabeça conforme o prepúcio ia se retraindo.
Andrea estava adorando toda a cena que se desenrolava na frente dela. Conseguia ver o pau e os testíbooties dele claramente. Ficou felizmente surpresa com o tamanho do pau e do saco que pendia da pele túrgida. Queria que a Susy tivesse mexido no pau dele pra poder ver o garoto de pau duro. Não demorou muito pra ver Susy se aproximar do lado de Pedro, deixando uma visão clara pra ela. Susy falou sério com ele.
- Pedrinho, você é circuncidado... Cortaram quando você nasceu ou teve algum probleminha com seu pintinho quando cresceu? - perguntou enquanto calçava um novo par de luvas de látex.
Pedro não acreditava na pergunta nem na indiferença com que Susy segurou o pau dele firme. Ele se assustou quando ela esticou a pele, segurando com uma mão e puxando o prepúcio com a outra.
- Pedrinho, te fiz uma pergunta! Operaram você faz pouco tempo ou quando era bebê?
Ele respondeu gaguejando, o que fascinou Susy.
- Er... eu... Não me... lembro... senhora.... deve ter sido... quando eu... er... era bem pequeno
- Você ainda é um garotinho... que precisa levar uma surra na bundinha porque se comportou mal - o toque íntimo da jovem doutora foi demais para o virgem novinho. Ele sentiu o pau pulsando enquanto ela deslizava o prepúcio ao longo do pênis e depois para cima até cobrir a glande. Ele baixou as mãos da cabeça para se cobrir, envergonhado, e logo sentiu ela soltar o pau dele para dar um tapa forte na bunda.
- Nem pense em se mexer! Coloca as mãos na cabeça e fica bem quietinho enquanto eu examino sua rola! Olha só como você é desobediente... não é à toa que vão ter que te dar uma surra na rabeta. Agora você vai ficar bem parado enquanto eu puxo a pele. Acho que encontrei um probleminha.
Ela podia sentir o corpo inteiro do garoto tremer enquanto puxava o prepúcio, deixando a glande exposta.
- Você tem o prepúcio muito apertado, bebê. Dói quando fica duro? - ela olhou como o rosto de Pedro se contorcia. A vergonha dele era palpável, e ela continuava olhando nos olhos dele enquanto segurava o pênis dele nas mãos enluvadas.
- Vamos, me responde! Dói o pintinho quando fica durinho?
Pedro suava e respondeu com lábios trêmulos.
- Er... sim, er... a... er... às vezes.... senhora - a voz dele tremia como se ele fosse chorar quando Susy puxou o prepúcio de novo, sentindo o pau dele pulsar entre os dedos.
- Você se masturba, Pedrinho?... Dói quando você brinca se tocando no pintinho?
O garoto olhava surpreso enquanto Susy o encarava direto nos olhos. Ele ficava cada vez mais vermelho.
- Ah nãoooo.... senhora.... eu não.... quer dizer.... er... eu ainda... er... nunca me... toquei.... por favor, senhora.... sério.... eu ainda... nunca fiz isso.
Susy não conseguia acreditar naquela resposta, mas olhando nos olhos dele, soube que era verdade. "Meu Deus", pensou, "Temos um garoto virgem em todos os sentidos".
- Bem, Pedrinho, você vai Ter que te fazer revisar por causa desse assunto. Por enquanto, vamos nos dedicar a dar uma boa surra nessa bunda - e assim que terminou a frase, Cíntia entrou no quarto.
Pedro estava muito vermelho, queria virar a cabeça pra ver, mas só conseguia ouvir a porta abrindo e fechando e a proximidade de alguém caminhando na direção dele.
A voz da Sra. Martinez fez ele tremer dos pés à cabeça. A voz era grave e firme.
- Agora você vai ficar quietinho, Pedro. Você já tem problemas demais - ela andou até o lado do jovem e sentou na cadeira que tinham colocado na frente dele. Imediatamente o garoto começou a tremer quando viu o jaleco branco, o avental de borracha e a brilhante pá de madeira e couro entre os dedos da mulher. Ele tremia de medo e ansiedade sexual, enquanto Susy puxava o prepúcio dele uma última vez antes de soltar e tirar as luvas de látex. A manipulação habilidosa dela tinha deixado o pau ereto e pulsando visivelmente. Para o horror de Pedro, as duas mulheres se levantaram, pegaram luvas de látex de uma caixa em cima da escrivaninha e começaram a cerimônia de vesti-las na frente dele, garantindo que o látex ajustasse perfeitamente cada dedo. A Sra. Martinez agarrou o pau dele.
- Vamos, Pedrinho, chegou a hora.
Em questão de segundos, o garoto estava de bruços sobre o colo da Sra. Martinez, com as palmas das mãos apoiadas no tapete e a cabeça pendurada pra baixo de um lado da cadeira. O avental de borracha era frio e macio contra os genitais dele enquanto a Sra. Martinez apoiava a mão enluvada nas nádegas, apalpando e examinando a flexibilidade dele. Pedro se sentia desamparado, pior ainda quando sentiu que estavam separando as nádegas dele pra deixar o cu exposto.
As nádegas ardiam enquanto ele olhava pro chão a centímetros do rosto dele. Ele tava totalmente consciente de que estavam deixando as nádegas dele nuas ao ar e sentia as pernas firmes e curvilíneas da Sra. Martinez pressionando o pau dele através do tecido fino goma do avental. Do mesmo jeito, sentiu quando levantaram suas pernas, enquanto Susy se sentava atrás dele e as segurava debaixo dos braços. Ela fez ele apoiar os joelhos do garoto no colo dela e depois separou as pernas dele, pressionando com as mãos enluvadas na parte interna das coxas de Pedro. Ele suava. Todo o seu ser era humilhado por duas mulheres gostosas. Deu um suspiro fundo quando o colocaram na posição que queriam, a bunda dele de fora e as pernas bem abertas. Cintia olhou pra Susy e separou as nádegas do garoto, mostrando a ela o esfíncter limpinho, enrugado e rosado. Susy fez um sinal pra irmã, mostrando seu deleite e aprovação pela perfeição do corpo do garoto.
Cintia levantou a pá e olhou pra Susy antes de tomar impulso. "Slapppp!"
- Aaaaaggghhhh... - gritou Pedro, surpreso e angustiado pela severidade desse primeiro golpe, enquanto a pá pesada de madeira e couro batia na pele macia da bunda dele pela primeira vez. "Crack, crack!!!" Os primeiros golpes da pá caíram todos na nádega esquerda dele. "Crack!!! Crack!!! Crack!!!" A Sra. Martinez tinha começado a cadência das palmadas, que deixavam uma marca vermelha viva na nádega. Ela se certificou de que cada golpe acertasse a mesma área da nádega esquerda. Não tinha trégua, porque a Sra. Martinez aplicava um golpe atrás do outro. Trinta golpes precisos foram dados nessa área específica da bunda dele. A dor era absolutamente intensa, e Pedro chorava angustiado. Ele se sacudia e se contorcia enquanto a dor crescia no rabo dele.
- Ah, pelo amor de Deus, senhoraaaa... ai... por favor, nãoooooo... chegaaaa... pelo amor... não aguento mais!!!
Cintia tinha certeza de que o garoto estava prestes a quebrar quando mudou o destino dos golpes para a nádega direita. Ela sabia que o choro era genuíno enquanto continuava a deixar bem vermelha a nádega direita a golpes, mantendo de novo as palmadas uma atrás da outra. Ele se contorcia e chorava enquanto o castigo dele prosseguia sem interrupção. A dor continuava crescendo e crescendo, fazendo ele gritar em completo desespero.
- Ah, pelo amor de Deus... ai... chega, não aguento mais... ah, pelo amor... aaagghhhh..... aaaagggghhh.... Pelo amor de Deus, nãoooooooo!!!
Uns minutos depois, Cíntia ouviu o soluço implorando por piedade... Então ela soube que o espírito e a resistência de Pedro tinham acabado. Ele começou a chorar sem parar, soluçando por causa da dor e do desespero. Cíntia continuou batendo nele com a pá, até que ele recebeu os trinta golpes na outra nádega. Ela podia ouvir o desespero do garoto se lamentando e mal conseguindo falar.
- Ah, pelo amor de Deus... senhora.... chega.... pelo amor... não aguento mais... pelo amor, senhora.... me perdoa
A Sra. Martinez deixou a pá cair no chão e começou a bater nele com as mãos cobertas pelas luvas de látex. Ela o xingava enquanto dava uma surra feroz.
- Pedro... você vai ser mais considerado com os outros?... vai se lembrar dessa surra?
- Ah, pelo amor de Deus, senhora... pelo amor, chega - soluçava Pedro, seu corpo nu tremendo enquanto a Sra. Martinez parava de bater e começava a acariciar com as mãos enluvadas suas nádegas vermelhas. O garoto chorava enquanto Cíntia e Susy o ajudavam a se levantar. Ele tentou tocar as próprias nádegas, mas Cíntia rapidamente agarrou seus pulsos e fez ele levar as mãos de volta à cabeça. Seu rosto era uma careta de dor e as lágrimas escorriam pelas bochechas. Enquanto soluçava, ele recuperava o fôlego, quase ofegante enquanto tentava se acostumar com a dor no rabo.
A Sra. Martinez agarrou o rosto dele com as duas mãos, ele sentiu o toque suave e o cheiro das luvas de látex, estava tão perto que os peitos dela encostavam no torso nu do garoto através da jaqueta e do avental de borracha. Ela podia ver o desespero nos olhos de Pedro enquanto docemente limpava as lágrimas das bochechas dele.
- Vamos, já levou seu castigo. Agora quero que você Fica na esquina pra refletir sobre o que aconteceu. Mãos na cabeça e olhando pra parede. Anda.
Entre Susy e Cintia, levaram ele até a esquina, até ele ficar quase encostando na estante. Pedro não acreditava que iam deixar ele de castigo até sentir uma palmada na bunda.
— Você vai ficar paradinho aqui, bem retinho e com as pernas abertas. Vai ficar quinze minutos refletindo sobre o que fez, olhando pra parede. Se mexer, leva a mesma surra de novo. Nem mais, nem menos, exatamente igual — Cintia deu mais três palmadas na bunda dele com a palma da mão enluvada. "Smack... smack... smaaacckkkk" e ficou encarando ele.
— Entendeu, Pedro?
Pedro só conseguia soluçar enquanto a Sra. Martinez observava.
— Ah, pelo amor de Deus, senhora... sim... é... eu fico aqui.
— Muito bem, Pedrinho. Quero que você fique refletindo sobre tudo que aconteceu... Fica retinho... abre as pernas... Vamos... Mais abertas — deslizou a mão coberta pela luva de látex macia pelas coxas dele e deu mais palmadas até deixar as pernas de Pedro bem abertas do jeito que ela queria.
— Agora você fica exatamente assim... se mexer, leva outra surra.
Pedro ouviu as mulheres tirarem as luvas enquanto saíam do quarto.
A beleza de Andrea Martinez era lendária na escola. Todo dia ela chamava a atenção dos jovens alunos. Sempre era diplomática, mas a humilhação dos caras ao serem rejeitados quando pediam um encontro era tão grande que dificilmente tentavam duas vezes. Ninguém sabia do interesse particular de Andrea Martinez por um garoto. Andrea não ligava para os atletas nem para os artistas, que eram os mais populares da escola. Mesmo na sua tenra idade, já tinha suas preferências sexuais bem definidas e era prática o suficiente para saber que seus olhares poderiam atrair qualquer garoto que ela quisesse.
Apesar de ser bonito e ter um corpo perfeitamente proporcionado, não era um cara musculoso. Tinha a pele macia, quase feminina comparada à dos outros garotos. Suas feições eram claras e todo o seu comportamento era mais de estudioso do que de atlético. As garotas o achavam gostoso e Andrea tinha certeza de que ele poderia ter saído com qualquer mina que quisesse, se não fosse tão terrivelmente Vergonhoso. Andrea tinha decidido alguns meses atrás que ia pedir pro Pedrito levá-la pra uma festa de formatura. Pesquisou e aprendeu tudo sobre ele. Descobriu que o Pedrito morava só com a mãe e que tinha perdido o pai quando era bem pequeno. Soube, sem dúvida, que ele era completamente atraído por ela... e tinha certeza de que ele nunca teria coragem suficiente pra pedir um encontro.
Andrea também não tinha pai. Morava com a mãe e a tia numa casa grande, nova e muito confortável nos arredores de San Isidro. A casa era discreta, a mais afastada do bairro. Tinha jardins enormes e foi projetada pra que seu tamanho real não fosse perceptível da rua. A piscina, a quadra de tênis e os jardins também foram isolados e escondidos de olhares indiscretos.
A mãe e a tia de Andrea tinham uma clínica particular. A mãe dela era sócia de uma clínica pequena e exclusiva, localizada a poucos metros da casa. Susy, a irmã dela, também trabalhava na clínica. A renda das irmãs médicas, mais os seguros recebidos após a morte dos maridos médicos no mesmo acidente de carro, permitia que mantivessem um excelente padrão de vida.
A mãe de Andrea a teve aos dezessete anos. Casou-se apressada, mas foi muito feliz com o marido até a morte trágica dele. A irmã mais nova, que perdeu o marido ao mesmo tempo, foi morar com ela depois da tragédia. Cintia, a mãe de Andrea Martinez, agora tinha 34 anos e a irmã mais nova, Susy, tinha acabado de fazer 29.
Por causa da pouca idade de Cintia quando foi mãe, a relação de Andrea com a tia e a mãe era tão próxima que elas podiam falar sobre qualquer coisa sem pudor. Nenhum assunto era tabu... ou muito conflituoso ou causava vergonha, tudo podia ser discutido nessa casa de mulheres.
No entanto, houve olhares de genuína surpresa quando Andrea contou pela primeira vez sobre suas preferências sexuais por um homem e os detalhes íntimos dos seus desejos sexuais. Surpresas, tanto a Cíntia, assim como a irmã dela, percebeu que a Andrea tinha herdado um traço peculiar da família. O que mais surpreendeu as duas foram os planos da Andrea pra alcançar os objetivos dela. A Andrea ficou encantada quando, depois do susto inicial, elas ajudaram com sugestões e planejaram tudo até que, conforme a hora da ação se aproximava, uma expectativa... uma ansiedade tomou conta da casa toda.
Foi no café da manhã daquela manhã que a Andrea avisou a tia dela, Susy, que hoje ia ser o dia, que ela ia pedir pro Pedrinho convidar ela pra festa de formatura. As duas, a mãe dela e a Susy caíram na risada.
— Pelo que você me contou do Pedrinho, aposto o que você quiser que ele fica vermelho só de você falar com ele.
— Já sei, mãe, acho que sim... mas ele vai dar um jeito de dizer que sim.
A campainha tocou no corredor pra encerrar a segunda aula e a Andrea olhou em volta. Percebeu que tava tudo tranquilo e tinha pouca gente. Os atletas sempre eram os primeiros a sair pro sol e começar a jogar. Só alguns alunos ainda estavam na sala quando a Andrea se levantou. O corpo dela se moveu com graça, a saia curta xadrez balançando entre as pernas longas enquanto ela se aproximava do banco onde o Pedrinho ainda lia.
Ele levantou o olhar e ficou vermelho só de ver ela se aproximar. O rosto dele parecia envergonhado e culpado enquanto ele olhava ansioso pra ela. "Talvez", pensou a Andrea, "ele ache que vou falar alguma coisa sobre aqueles olhares sorrateiros que ele me deu hoje de manhã." De propósito, ela parou apoiando as coxas na mesa dele, olhando pra ele de cima. Sabia que a beleza e o jeito autoritário dela iam intimidar ele. Pra satisfação dela, ele foi ficando cada vez mais vermelho até que o rosto dele não passava de uma amostra brilhante de vergonha profunda. Ele olhou pra ela, a expressão de culpa distorcendo os traços bonitos do rosto dele. Ela falou com ele num tom amigável.
— Ah, Pedro, desculpa te interromper, mas queria saber se você já tinha decidido se vai na festa de formatura esse fim de semana - Andrea percebeu que Pedrito ficava vermelho de novo. Bolsas roxas surgiam nas bochechas dele enquanto ele ficava hipnotizado pelo lindo rosto de Andrea. As mãos tremiam quando ela sustentava um olhar inquisitivo.
Os lábios de Pedrito tremeram... parecia estar à beira das lágrimas enquanto a olhava em êxtase.
- Er... não... er, senhorita... - a voz trêmula, tentando juntar as palavras numa frase - Er... não... eu não tenho com quem ir...
- Pedro... não precisa me chamar de "senhorita" - Andrea sabia que seu jeito autoritário tinha levado a essa formalidade. Olhou fundo nos olhos dele. E encontrou o olhar de súplica enquanto ele a mirava. Andrea estava encantada. Era como se ele tivesse confiado a ela o corpo e a alma. Falou de novo.
- Bom, Pedrito, eu pensei que seria uma boa oportunidade, já que tenho dois ingressos e ninguém me convidou. Então, você gostaria de passar me buscar aqui... umas dez horas?
Andrea não esperou a resposta, deixou um cartão na escrivaninha e se afastou do garoto morrendo de vergonha. Sabia pela expressão dele que as emoções eram um turbilhão; mas também sabia que ele ia passar buscá-la na porta da casa pontualmente às dez. Sabia que ele ia passar um tempão se preparando. A maioria dos caras já tinha comprado a roupa pra festa e ela imaginava que Pedrito não tinha muito tempo pra se preparar.
Pedro dirigiu até a casa na hora marcada. Em vez de esperar ele tocar a campainha, Andrea saiu pra recebê-lo.
- Não sou o tipo de garota que deixa o parceiro esperando. Você tá muito gostoso, Pedro... camisa branca e terno preto... caiu muito bem em você. Sou toda sua pelo resto da noite... mas você tem que me trazer de volta pra casa antes da uma. Mamãe deu ordens severas e disse pra eu não atrasar nem um minuto.
Pedrito estava hipnotizado pelas palavras dela e pela aparição de uma mulher tão beleza. Andrea usava um vestido preto, que realçava suas curvas e sua cintura. O vestido ia até os joelhos, deixando à mostra um lindo par de pernas bronzeadas. Ele não conseguiu evitar ficar vermelho de nervoso quando ela se sentou no carro ao lado dele e apoiou a mão na perna dele.
— Me promete que vai me trazer de volta pra casa à uma?... Mamãe é muito rígida.
Pedrinho estava tão encantado pela beleza dela e pelo toque da mão delicada no joelho dele que mal conseguia ouvir.
A festa foi um sucesso, graças às habilidades sociais de Andrea. Ela deu um jeito de fazer Pedro se sentir maduro sempre que estavam na companhia de alguém... e toda vez que ficavam a sós, falava com ele como se fosse um garoto muito mais novo. No começo, Pedro teve dúvidas se continuava com aquela conversa.
Em um momento, Pedro se sentiu meio envergonhado quando um dos caras mais populares se aproximou da mesa. Ignorou completamente Pedro e sorriu para Andrea como se fossem velhos amigos.
— Andrea, você está linda! Me dá a honra de dançar comigo?
Andrea sorriu para Pedro e respondeu.
— Muito obrigada, Patrício. A verdade é que você também está muito bem de terno. Pedro e eu vamos dançar mais tarde, mas por enquanto vamos ficar aqui ouvindo música... obrigada.
Pedro não conseguia acreditar no que ouvia enquanto Andrea recusava o convite. O coração dele começou a bater cada vez mais rápido quando ela pegou a mão dele e sorriu, ignorando completamente o outro cara. Várias vezes durante a noite, ela recusou sumariamente convites para dançar, sempre olhando para Pedrinho e segurando a mão dele. Apesar de ter observado Pedro, acessando a mente dele o máximo possível através da observação, ela não tinha tido oportunidade de tocá-lo. Sutilmente, ela usou a pista de dança como uma oportunidade para avançar sobre o corpo de Pedro, construindo cuidadosamente uma imagem mental da aparência física dele. Às vezes, tocando a cintura dele. outros os braços ou os ombros enquanto dançavam. Astutamente, construiu uma imagem do corpo dele, que achou que se encaixava perfeitamente no gosto dela.
Também notou o fato de que ele era mentalmente maleável, sem mostrar tendências à bravata ou à falsa confiança. Várias vezes durante a noite, ela olhou fixamente nos olhos dele enquanto falava com ele.
- Você é um garoto esperto, Pedro. É gostoso estar com um cara como você.
Suas palavras sempre tiveram o efeito desejado de deixá-lo todo vermelho. Enquanto ele a observava com uma mistura de amor e súplica, ela sentia um arrepio percorrer o corpo dela.
Andrea facilmente conseguiu manter o Pedrinho despreocupado com a hora até que fosse tarde demais para ele, sem poder fazer nada a respeito. De repente, no meio de uma dança lenta, Andrea olhou o relógio e depois para Pedro.
- Ah, Pedro... o que a gente fez?... já é quase uma hora e a gente tem uns quarenta minutos até chegar em casa... vamos embora agora mesmo!
Pedro olhou cabisbaixo enquanto corriam até o carro e arrancavam em direção à casa de Andrea. Ele começou a se sentir muito desconfortável com os comentários de Andrea enquanto dirigia.
- Ah... eu estava me divertindo tanto, Pedro... eu pensei, bom, supus... esperava que você estivesse de olho na hora.
- Eu estou tão... me desculpa tanto, Andrea! Er... talvez sua mãe não esteja tão brava. A gente vai chegar só quarenta minutos atrasados... Er... talvez eu possa explicar... tipo, que não foi culpa sua... foi culpa minha...
Andrea sorriu quando ouviu ele dizer essas palavras. "Sim - pensou - É exatamente isso que eu quero que você faça."
- Ah, você faria isso, Pedrinho? Vou ficar tão grata. Tenho medo que minha mãe... e minha tia estejam muito, muito bravas. Mas se você disser que à uma hora eu pedi pra você me trazer pra casa, talvez elas não fiquem tão bravas. - Andrea colocou a mão na perna dele e viu que o rosto dele imediatamente ficou vermelho - Por um gesto desses, Pedro, eu quero te dar um beijo antes de entrar.
As emoções do Pedrinho eram um turbilhão com a promessa de um beijo. Ela nunca imaginou o que ia acontecer assim que estacionou o carro na frente da casa.
— Mãos nos lados, Pedrinho, e se recosta no banco... vamos, anda logo. Não quero chegar ainda mais tarde.
Ele se sentiu meio intimidado pelas instruções, mas os modos autoritários o fizeram obedecer. Colocou as duas mãos nos lados e olhou pra ela, com o rosto todo vermelho. Andrea sorriu da timidez dele e o surpreendeu desabotoando um dos botões de cima da camisa. Ela sentiu o coração batendo loucamente quando deslizou a mão por baixo da camisa e apoiou a palma no peito dele. Devagar e de um jeito sensual, segurou o mamilo dele entre os dedos enquanto encostava os lábios nos dele, com delicadeza. Abriu a boca dele com a língua e o beijou fundo. O beijo tirou o fôlego e a sanidade de Pedro enquanto ela o segurava por mais de um minuto. O corpo de Pedro derreteu quando ela o soltou e tirou a mão do peito dele. Ela se emocionou ao perceber que ele tinha obedecido, que estava sob o feitiço dela. Ele tinha mantido as mãos nos lados, exatamente do jeito que ela tinha mandado.
— Pedro... isso foi por você ter sido um menino tão corajoso.
Pedro estava quase desmaiando quando ela o pegou pelas mãos e o levou até a casa.
Antes que ele recuperasse totalmente o equilíbrio, ela abriu a porta e entraram na casa.
Pedrinho ficou vermelho assim que viu a mãe de Andrea e a tia jovem dela esperando em pé no meio do hall enorme. As duas estavam impecáveis. A mãe de Andrea usava uma saia azul escuro e uma blusa branca, enquanto a tia jovem vestia um terno preto sério. As duas mulheres estavam com o cabelo preso de um jeito sofisticado, realçando os traços dos rostos lindos delas. Era fácil ver de onde Andrea tinha herdado a beleza. Cíntia Martinez parecia mais nova que seus 34 anos e muitas vezes já tinham confundido ela com a irmã de Andrea em vez da mãe. Estava maquiada de um jeito imaculada, o que destacava sua beleza. Susy tinha o mesmo estilo. Os óculos dela adicionavam um toque de severidade ao terno, dando-lhe uma aparência estudada de seriedade.
Andrea se dirigiu à mãe.
— Este é Pedro Trenti, ele me levou pra festa. Mami, me desculpa por chegar tarde... o tempo passou voando. — Andrea sabia que a beleza das duas mulheres, somada às suas expressões severas, manteria o jovem na linha. Olhou pra ele e sentiu uma excitação repentina quando viu que a cor do rosto dele confirmava sua opinião.
Cíntia foi a primeira a falar.
— Por que vocês chegam em casa tão tarde? Já são quase duas da manhã, sua tia e eu estávamos preocupadas, pensamos que vocês poderiam ter sofrido um acidente. Andrea! Quer dizer alguma coisa?
Andrea nem precisou olhar pra Pedro antes que ele falasse.
— Sinto muito, Sra. Martinez, foi toda minha culpa. Prometi à Andrea que a traria de volta pra casa à uma hora. Ela me disse que não deveria chegar tarde e eu a decepcionei. Sinto muito mesmo.
Andrea estava encantada com a resposta de Pedro. Não só porque seu plano estava funcionando, mas pelo arrependimento sincero que Pedro estava mostrando, sem gaguejar nem dar desculpas.
— Bem, Pedro, se realmente é sua culpa... e presumo pelo que acabou de me contar que é assim. Proíbo você de ver Andrea novamente. Sua demora me mostra que você não dá atenção suficiente a ela... nem à preocupação que causou na tia dela e em mim. Boa noite, jovem.
De novo, Pedrinho ficou vermelho.
— Ah, por favor, Sra. Martinez, realmente não tenho desculpas, mas estou muito arrependido por ter causado qualquer preocupação. Não sei se Andrea vai querer me ver de novo, mas ela é importante pra mim... eu... erm... eu me esqueci da hora. Andrea percebeu o quão tarde era. Por favor, por favor, aceite minhas desculpas...
— Sinto muito, Pedro, mas admitir sua culpa e dizer que sente pode ser suficiente pra você... porque você sabe que não vai ter consequências. Por isso, meu único jeito de te dar uma lição é Castigo é te proibir de ver minha filha de novo. Se você fosse meu filho, eu te daria uma surra de cinto pra você nunca esquecer... e mudar seu comportamento no futuro.
O rosto de Pedro estava coberto de manchas roxas, envergonhado e confuso. Ele olhou para Andrea e depois para a mãe.
— Tô arrependido, Sra. Martinez... muito arrependido... er... não sei mais o que dizer.
— Dá pra ver que você tá arrependido, Pedro. Mas a culpa é sua. Pretendo te castigar pela angústia que você causou pra mim e pra minha irmã. Claro que eu poderia te dar uma surra na bunda, mas se eu não mantiver o que disse antes... você nunca mais vê minha filha de novo. — E olhou pra Andrea, que tinha dado um jeito de esconder a diversão e admiração pela atuação da mãe. — Você quer ver esse garoto de novo... ou seja, sair com ele outra vez?
Andrea manteve seu papel de vítima.
— É... sim, mãe... Eu gosto dele... e você sabe que não vou desobedecer ou fazer nada que você mandar de novo.
A Sra. Martinez olhou sério pra Pedro, que só fazia olhar pra baixo.
— Posso ver que você não tá a fim de aceitar o castigo, então por favor, vá embora. E espero que respeite meu desejo... de não ter mais contato com minha filha. Andrea, pode se despedir do Pedro... e Pedro... dirige com cuidado na volta pra casa.
Pedro buscava consolo e o coração dele batia mais forte depois de ouvir que Andrea queria vê-lo de novo. A Sra. Martinez notou um brilho nos olhos dele quando ele olhou pra ela. A voz tremia com uma vergonha encantadora enquanto ele criava coragem pra encará-la.
— Sinto muito, Sra. Martinez... er... er... eu... queria ver a Andrea de novo.
Andrea sentiu um arrepio percorrer o corpo enquanto a mãe falava de novo.
— Nesse caso, Pedrinho, vou te castigar... Não vou te humilhar castigando na frente da Andrea. Por favor, passa pro meu escritório pela porta à sua direita. Tira a roupa, fica só de cueca. Tudo mais, fora! Até as meias. Andrea... vai pro Cama, pode descer pra se despedir do Pedrinho antes dele ir embora. Sumam daqui, os dois!
Pedro estava completamente atordoado. Sentia o rosto vermelho e as bochechas queimando de vergonha. Não tinha intenção nenhuma de aceitar uma penitência, na verdade tava quase certo de que não tinha escolhido ser castigado... mas ou fazia ou a Sra. Martinez não ia deixar ele ver a filha dela nunca mais.
Tava prestes a reclamar quando a Andrea olhou pra ele. Andrea colocou as mãos no rosto ardente dele e forçou ele a olhar nos olhos dela. Rapidamente inclinou a cabeça e beijou os lábios trêmulos dele.
- Obrigada, Pedro - murmurou - você é tão especial... por isso... adoraria te ver de novo. - Virou e andou pelo corredor até as escadas, subindo devagar e sem olhar pra trás.
A Sra. Martinez olhou pro garoto, sentindo um arrepio repentino percorrer o corpo dela enquanto levantava a mão, cortando qualquer comentário. Ela falou de novo.
- Chega de palavras, Pedro. Vai... daqui a pouco volto pra te castigar. Vai ver uns ganchos atrás da porta. Usa eles pro teu terno, o resto da tua roupa pode deixar nas cadeiras. Quero que me espere em pé no meio do quarto em cinco minutos.
Cegamente, Pedro foi até a porta de madeira escura. Girou o trinco e entrou. A mente dele era um turbilhão, nada na jovem vida dele tinha preparado ele pra tanta vergonha e humilhação. Se sentia estúpido e envergonhado além do pior pesadelo dele. Tudo tinha acontecido tão rápido que ele não conseguia acreditar no que tava rolando. Pedro fechou a porta atrás de si e olhou ao redor na sala iluminada. Tava quase chorando enquanto observava o escritório suntuoso. Tinha uma mesa grande e vários sofás de couro encostados nas paredes, que estavam cheias de estantes. Também tinha outra porta de madeira. Pedro só conseguiu ver escuridão atrás dela. Um tapete macio cobria o centro do cômodo, com cores que vibravam graças à iluminação potente das lâmpadas modernas no teto. Várias cadeiras estavam alinhadas em frente à escrivaninha. A superfície da mesa, coberta de couro verde, estava completamente vazia, exceto por um telefone. Pedro olhou atrás da porta e descobriu um cabideiro de madeira com ganchos de bronze. Se sentiu um idiota enquanto afrouxava a gravata. Sua cabeça começou a disparar ao perceber sua situação e o castigo iminente. Delirava entre a vergonha e a angústia enquanto ficava só de cueca. Sentiu uma lágrima escorrer pela bochecha enquanto arrumava as meias dentro dos sapatos e caminhava até o centro da sala. Não acreditava como se sentia um otário parado em cima do tapete impecável.
Assim que Andrea ouviu Pedrinho fechar a porta, subiu as escadas na hora. Levou só um minuto para tirar o vestido e deixá-lo em cima da cama. Seu corpo lindo ficou nu, exceto pela calcinha, que também tirou rapidinho. Pegou o jaleco médico de algodão branco que a mãe e a tia tinham dado e vestiu com cuidado, fechando o zíper na frente e ajustando a golinha estilo militar e a martingale que marcava sua cintura, depois as meias brancas. Se olhou no espelho e viu, satisfeita, que o jaleco batia na altura dos joelhos, deixando à mostra suas pernas bem torneadas. Seus peitos firmes apertando contra o tecido do jaleco e, para seu deleite, notou que as auréolas rosadas dos bicos dos peitos apareciam levemente. Virou-se com um sorrisinho safado e passou umas gotinhas de perfume entre os peitos antes de sair do quarto. Tinha uma escada auxiliar que dava direto no escritório onde tinham mandado o Pedrinho. Desceu pelas escadas e levou só um minuto para chegar no corredor, que tinham deixado propositalmente escuro. Caminhou em silêncio, controlando a respiração, até encontrar a cadeira que tinha deixado mais cedo no corredor, bem em frente à porta entreaberta. Conseguiu ver claramente o Pedrito lutando para tirar toda a roupa. O coração dele deu um pulo quando ele ficou no meio do quarto. Ela já tinha se certificado de que ninguém pudesse vê-la de dentro do escritório, mas quando ele virou o olhar pra onde ela estava, ela não conseguiu segurar a ansiedade. Certa de que ele não podia vê-la, ela se ajeitou na cadeira pra observá-lo. As suposições da Andrea sobre o corpo gostoso do Pedro estavam certas: ele tinha uma musculatura firme e proporcionada, sem a exagerada dos marombeiros, que ela odiava. Ela conseguia ver o torso do Pedro suando de leve enquanto ele ficava em pé, tremendo no tapete. As pernas dele tremiam enquanto ele olhava em volta. Andrea viu ele dirigir o olhar pra porta quando ouviu passos se aproximando. Os olhos dela focaram no volume da cueca. "Talvez seja um pouquinho maior do que eu imaginava", pensou.
Cintia Martinez se olhou no espelho do hall. Ela tinha tirado a blusa e vestido o jaleco branco de gola mandarim, além de colocar um avental de borracha bem fina e transparente que usava na clínica pra proteger o jaleco impecável nos procedimentos mais "sujos". Os tachos da paleta de couro e madeira preta que ela segurava brilhavam contra a luz. Susy parou do lado dela, também tinha trocado o uniforme pelo jaleco médico branco que usava na clínica. No pescoço, levava o estetoscópio, os tubos de borracha vermelha se enroscando eroticamente entre os peitos até chegar ao diafragma cromado brilhante. As duas se refletiam no espelho. Cintia murmurou pra Susy:
- O menininho vai ter um treco quando te ver.
Pedrito tremia e ficava vermelho quando ouviu a porta se abrindo atrás dele. Virou pra olhar e seus olhos não acreditavam no que viam. Susy entrou. Ele corou quando ela ficou olhando pra ele com as mãos nos bolsos do seu jaleco branco e o estetoscópio no pescoço.
— Vou te examinar pra garantir que você não tem nenhum problema no coração, Pedrinho. Não se assusta, é só por precaução. Agora quero que você vire de costas pra outra porta e fique bem retinho com as mãos na cabeça.
Pedro ficou ainda mais vermelho e se virou.
— Vamos, as mãos na cabeça! — ela percebia que ele tremia dos pés à cabeça enquanto colocava uma mão e depois a outra sobre a cabeça.
Susy arriscou um sorriso rápido por cima do ombro de Pedro em direção à porta entreaberta, esperando que Andrea já tivesse tomado seu lugar. Apoiou uma mão nas costas de Pedro e sentiu ele se arrepiar com aquele primeiro contato frio da palma da mão contra a pele. Gentilmente, encostou o metal frio do estetoscópio nas costas do garoto. Ela viu como Pedro ficou com a "pele arrepiada" enquanto falava com ele. A voz de Susy era suave e doce.
— Respira fundo... muito bem... segura o ar, eu te aviso quando soltar...
Pedrinho estava parado, o corpo todo tremendo e o coração batendo rápido enquanto Susy apoiava o estetoscópio nas costas dele. De propósito, Susy segurava a cintura dele com a outra mão, sabendo que, embora ele estivesse muito nervoso, esse tipo de contato podia acabar excitando ele sexualmente. Susy ficou de frente pra ele, olhando nos olhos dele.
— Respira fundo, Pedrinho — passou o estetoscópio pelo peito dele, deixando a palma da outra mão apoiada no mamilo esquerdo. Ela movia a mão devagar, sentindo o biquinho do peito dele endurecer sob os dedos enquanto deslizava o estetoscópio frio em volta do coração que batia descontrolado. Ele tremia quando ela deu um passo pra trás, olhando nos olhos dele.
— Pedrinho, você tá ótimo. Agora quero ver se você não tem nenhuma contratura muscular ou hérnia antes da dona Martinez vir te dar uma surra nessa bunda minúscula — ela viu a cara de Pedro ficar ainda mais vermelha. Enquanto falava com ele, sabia que a qualquer momento o garoto ia morrer de vergonha.
- Vamos! Fica retinho... - Ela podia sentir o nervosismo do menino enquanto andava ao redor dele. Certificando-se de conseguir realizar seu objetivo antes que ele tivesse tempo de protestar ou se afastar, enfiou as mãos por baixo do elástico da cueca e puxou tudo para baixo, descendo pelas pernas de Pedro. Num movimento rápido, já estava na altura dos pés dele! Rapidamente, Susy falou com um tom bem sério.
- Vamos, levanta os pés!... Vamos, guri... não temos o dia inteiro!
Em questão de segundos, Pedro se viu completamente pelado, com as mãos na cabeça.
- Agora você vai ficar bem quietinho - ela se aproximou dele e olhou para os genitais, notando que o pau dele era maior do que esperava e que tinha sido circuncidado direitinho, de modo que a glande aparecia um pouco por cima do prepúcio. Susy procurou nos bolsos e tirou um par de luvas de látex, começando a vesti-las com aquele barulho típico de "snap" "snap"!
- Ah... senhora... - Pedro insinuou um protesto. O rosto dele fez uma careta quando ela colocou a mão coberta pela luva de látex bem debaixo dos ovos dele.
- Senhora... pelo amor de Deus... - disse Pedro enquanto ela fechava lentamente os dedos ao redor dos ovos dele. Susy ficou maravilhada com a textura macia da pele de Pedro enquanto o tocava intimamente e estimulava delicadamente os genitais dele. Ela percebeu que ele queria protestar contra aquela invasão de privacidade. Susy ameaçou.
- Quietinho, bebê... vira a cabeça pra direita e tosse - as palavras de Susy eram duras, mas os dedos dela eram suaves e gentis, manipulando com jeito a pele macia e sensível do saco dele para excitá-lo sexualmente. Segurou a bolinha macia dos ovos dele na palma da mão e repetiu a ordem.
- Vamos, Pedrinho... tosse.
Pedro, no meio da agonia e humilhação, tossiu fraquinho. A cara dele estava vermelha de vergonha enquanto sentia A mão da doutora segurando os testíbooties dele cada vez mais firme. Ele não conseguia compreender tamanha humilhação, parado pelado na frente dessa mulher gostosa.
Susy estava adorando segurar o saco e os testíbooties dele, manipulando desde a base até a junção com a virilha. Ela percebeu que ele estava quase chorando quando conseguiu tossir um pouco melhor.
- Mais um - e esperou que ele tossisse de novo. Sentiu o corpo de Pedro tremendo enquanto apertava suavemente o saco pela última vez antes de soltar.
- Muito bem, Pedrinho. Você tá muito bem. Agora fica aí onde tá - falou enquanto tirava as luvas de látex e pegava umas cadeiras que estavam na frente da mesa. Uma das cadeiras colocou atrás de Pedro, bem na direção da bunda dele, e a outra colocou na frente dele. Não disfarçou enquanto olhava pro pau e pros testíbooties dele, notando que o pau tinha crescido bastante, mostrando um pouco mais da cabeça conforme o prepúcio ia se retraindo.
Andrea estava adorando toda a cena que se desenrolava na frente dela. Conseguia ver o pau e os testíbooties dele claramente. Ficou felizmente surpresa com o tamanho do pau e do saco que pendia da pele túrgida. Queria que a Susy tivesse mexido no pau dele pra poder ver o garoto de pau duro. Não demorou muito pra ver Susy se aproximar do lado de Pedro, deixando uma visão clara pra ela. Susy falou sério com ele.
- Pedrinho, você é circuncidado... Cortaram quando você nasceu ou teve algum probleminha com seu pintinho quando cresceu? - perguntou enquanto calçava um novo par de luvas de látex.
Pedro não acreditava na pergunta nem na indiferença com que Susy segurou o pau dele firme. Ele se assustou quando ela esticou a pele, segurando com uma mão e puxando o prepúcio com a outra.
- Pedrinho, te fiz uma pergunta! Operaram você faz pouco tempo ou quando era bebê?
Ele respondeu gaguejando, o que fascinou Susy.
- Er... eu... Não me... lembro... senhora.... deve ter sido... quando eu... er... era bem pequeno
- Você ainda é um garotinho... que precisa levar uma surra na bundinha porque se comportou mal - o toque íntimo da jovem doutora foi demais para o virgem novinho. Ele sentiu o pau pulsando enquanto ela deslizava o prepúcio ao longo do pênis e depois para cima até cobrir a glande. Ele baixou as mãos da cabeça para se cobrir, envergonhado, e logo sentiu ela soltar o pau dele para dar um tapa forte na bunda.
- Nem pense em se mexer! Coloca as mãos na cabeça e fica bem quietinho enquanto eu examino sua rola! Olha só como você é desobediente... não é à toa que vão ter que te dar uma surra na rabeta. Agora você vai ficar bem parado enquanto eu puxo a pele. Acho que encontrei um probleminha.
Ela podia sentir o corpo inteiro do garoto tremer enquanto puxava o prepúcio, deixando a glande exposta.
- Você tem o prepúcio muito apertado, bebê. Dói quando fica duro? - ela olhou como o rosto de Pedro se contorcia. A vergonha dele era palpável, e ela continuava olhando nos olhos dele enquanto segurava o pênis dele nas mãos enluvadas.
- Vamos, me responde! Dói o pintinho quando fica durinho?
Pedro suava e respondeu com lábios trêmulos.
- Er... sim, er... a... er... às vezes.... senhora - a voz dele tremia como se ele fosse chorar quando Susy puxou o prepúcio de novo, sentindo o pau dele pulsar entre os dedos.
- Você se masturba, Pedrinho?... Dói quando você brinca se tocando no pintinho?
O garoto olhava surpreso enquanto Susy o encarava direto nos olhos. Ele ficava cada vez mais vermelho.
- Ah nãoooo.... senhora.... eu não.... quer dizer.... er... eu ainda... er... nunca me... toquei.... por favor, senhora.... sério.... eu ainda... nunca fiz isso.
Susy não conseguia acreditar naquela resposta, mas olhando nos olhos dele, soube que era verdade. "Meu Deus", pensou, "Temos um garoto virgem em todos os sentidos".
- Bem, Pedrinho, você vai Ter que te fazer revisar por causa desse assunto. Por enquanto, vamos nos dedicar a dar uma boa surra nessa bunda - e assim que terminou a frase, Cíntia entrou no quarto.
Pedro estava muito vermelho, queria virar a cabeça pra ver, mas só conseguia ouvir a porta abrindo e fechando e a proximidade de alguém caminhando na direção dele.
A voz da Sra. Martinez fez ele tremer dos pés à cabeça. A voz era grave e firme.
- Agora você vai ficar quietinho, Pedro. Você já tem problemas demais - ela andou até o lado do jovem e sentou na cadeira que tinham colocado na frente dele. Imediatamente o garoto começou a tremer quando viu o jaleco branco, o avental de borracha e a brilhante pá de madeira e couro entre os dedos da mulher. Ele tremia de medo e ansiedade sexual, enquanto Susy puxava o prepúcio dele uma última vez antes de soltar e tirar as luvas de látex. A manipulação habilidosa dela tinha deixado o pau ereto e pulsando visivelmente. Para o horror de Pedro, as duas mulheres se levantaram, pegaram luvas de látex de uma caixa em cima da escrivaninha e começaram a cerimônia de vesti-las na frente dele, garantindo que o látex ajustasse perfeitamente cada dedo. A Sra. Martinez agarrou o pau dele.
- Vamos, Pedrinho, chegou a hora.
Em questão de segundos, o garoto estava de bruços sobre o colo da Sra. Martinez, com as palmas das mãos apoiadas no tapete e a cabeça pendurada pra baixo de um lado da cadeira. O avental de borracha era frio e macio contra os genitais dele enquanto a Sra. Martinez apoiava a mão enluvada nas nádegas, apalpando e examinando a flexibilidade dele. Pedro se sentia desamparado, pior ainda quando sentiu que estavam separando as nádegas dele pra deixar o cu exposto.
As nádegas ardiam enquanto ele olhava pro chão a centímetros do rosto dele. Ele tava totalmente consciente de que estavam deixando as nádegas dele nuas ao ar e sentia as pernas firmes e curvilíneas da Sra. Martinez pressionando o pau dele através do tecido fino goma do avental. Do mesmo jeito, sentiu quando levantaram suas pernas, enquanto Susy se sentava atrás dele e as segurava debaixo dos braços. Ela fez ele apoiar os joelhos do garoto no colo dela e depois separou as pernas dele, pressionando com as mãos enluvadas na parte interna das coxas de Pedro. Ele suava. Todo o seu ser era humilhado por duas mulheres gostosas. Deu um suspiro fundo quando o colocaram na posição que queriam, a bunda dele de fora e as pernas bem abertas. Cintia olhou pra Susy e separou as nádegas do garoto, mostrando a ela o esfíncter limpinho, enrugado e rosado. Susy fez um sinal pra irmã, mostrando seu deleite e aprovação pela perfeição do corpo do garoto.
Cintia levantou a pá e olhou pra Susy antes de tomar impulso. "Slapppp!"
- Aaaaaggghhhh... - gritou Pedro, surpreso e angustiado pela severidade desse primeiro golpe, enquanto a pá pesada de madeira e couro batia na pele macia da bunda dele pela primeira vez. "Crack, crack!!!" Os primeiros golpes da pá caíram todos na nádega esquerda dele. "Crack!!! Crack!!! Crack!!!" A Sra. Martinez tinha começado a cadência das palmadas, que deixavam uma marca vermelha viva na nádega. Ela se certificou de que cada golpe acertasse a mesma área da nádega esquerda. Não tinha trégua, porque a Sra. Martinez aplicava um golpe atrás do outro. Trinta golpes precisos foram dados nessa área específica da bunda dele. A dor era absolutamente intensa, e Pedro chorava angustiado. Ele se sacudia e se contorcia enquanto a dor crescia no rabo dele.
- Ah, pelo amor de Deus, senhoraaaa... ai... por favor, nãoooooo... chegaaaa... pelo amor... não aguento mais!!!
Cintia tinha certeza de que o garoto estava prestes a quebrar quando mudou o destino dos golpes para a nádega direita. Ela sabia que o choro era genuíno enquanto continuava a deixar bem vermelha a nádega direita a golpes, mantendo de novo as palmadas uma atrás da outra. Ele se contorcia e chorava enquanto o castigo dele prosseguia sem interrupção. A dor continuava crescendo e crescendo, fazendo ele gritar em completo desespero.
- Ah, pelo amor de Deus... ai... chega, não aguento mais... ah, pelo amor... aaagghhhh..... aaaagggghhh.... Pelo amor de Deus, nãoooooooo!!!
Uns minutos depois, Cíntia ouviu o soluço implorando por piedade... Então ela soube que o espírito e a resistência de Pedro tinham acabado. Ele começou a chorar sem parar, soluçando por causa da dor e do desespero. Cíntia continuou batendo nele com a pá, até que ele recebeu os trinta golpes na outra nádega. Ela podia ouvir o desespero do garoto se lamentando e mal conseguindo falar.
- Ah, pelo amor de Deus... senhora.... chega.... pelo amor... não aguento mais... pelo amor, senhora.... me perdoa
A Sra. Martinez deixou a pá cair no chão e começou a bater nele com as mãos cobertas pelas luvas de látex. Ela o xingava enquanto dava uma surra feroz.
- Pedro... você vai ser mais considerado com os outros?... vai se lembrar dessa surra?
- Ah, pelo amor de Deus, senhora... pelo amor, chega - soluçava Pedro, seu corpo nu tremendo enquanto a Sra. Martinez parava de bater e começava a acariciar com as mãos enluvadas suas nádegas vermelhas. O garoto chorava enquanto Cíntia e Susy o ajudavam a se levantar. Ele tentou tocar as próprias nádegas, mas Cíntia rapidamente agarrou seus pulsos e fez ele levar as mãos de volta à cabeça. Seu rosto era uma careta de dor e as lágrimas escorriam pelas bochechas. Enquanto soluçava, ele recuperava o fôlego, quase ofegante enquanto tentava se acostumar com a dor no rabo.
A Sra. Martinez agarrou o rosto dele com as duas mãos, ele sentiu o toque suave e o cheiro das luvas de látex, estava tão perto que os peitos dela encostavam no torso nu do garoto através da jaqueta e do avental de borracha. Ela podia ver o desespero nos olhos de Pedro enquanto docemente limpava as lágrimas das bochechas dele.
- Vamos, já levou seu castigo. Agora quero que você Fica na esquina pra refletir sobre o que aconteceu. Mãos na cabeça e olhando pra parede. Anda.
Entre Susy e Cintia, levaram ele até a esquina, até ele ficar quase encostando na estante. Pedro não acreditava que iam deixar ele de castigo até sentir uma palmada na bunda.
— Você vai ficar paradinho aqui, bem retinho e com as pernas abertas. Vai ficar quinze minutos refletindo sobre o que fez, olhando pra parede. Se mexer, leva a mesma surra de novo. Nem mais, nem menos, exatamente igual — Cintia deu mais três palmadas na bunda dele com a palma da mão enluvada. "Smack... smack... smaaacckkkk" e ficou encarando ele.
— Entendeu, Pedro?
Pedro só conseguia soluçar enquanto a Sra. Martinez observava.
— Ah, pelo amor de Deus, senhora... sim... é... eu fico aqui.
— Muito bem, Pedrinho. Quero que você fique refletindo sobre tudo que aconteceu... Fica retinho... abre as pernas... Vamos... Mais abertas — deslizou a mão coberta pela luva de látex macia pelas coxas dele e deu mais palmadas até deixar as pernas de Pedro bem abertas do jeito que ela queria.
— Agora você fica exatamente assim... se mexer, leva outra surra.
Pedro ouviu as mulheres tirarem as luvas enquanto saíam do quarto.
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