Abri a porta preta que dava do beco pro interior de um prédio de tijolos à vista, sem nenhuma identificação. Tinha um quartinho pequeno que dava pra outra porta. Fui e abri. Entrei numa sala vazia, só com uma cadeira e uma tela de computador. Sentei, minhas mãos tremiam, ansioso pra saber se ia dar certo ou não. Na tela tava escrito: "Descreva sua fantasia". Ultimamente eu tinha visto uns vídeos pornô de suruba e tava afim de experimentar duas minas me tocando de luva. Sorri e comecei a digitar: "Suruba com duas minas de luva" e apertei "Enter". A tela mudou e apareceu uma lista enorme de coisas diferentes que a sessão podia incluir. Marquei o que eu tava disposto a fazer, a experimentar e a recusar. Tinha até uma seção pra escolher modelos com dois menus cheios de fotos de todo tipo de mulher que você pudesse imaginar. Eu tava muito excitado. Depois abriu uma janela que me dava vinte segundos pra digitar os números do meu documento de identidade. Eu não lembrava e nem tinha o documento comigo. O tempo foi passando e eu não acreditava que isso não ia funcionar só por não ter o número do RG. O tempo acabou e uma voz disse: "Por favor, diga: NÃO se não possuir documento de identidade. Caso contrário, escreva o número." Rapidamente falei "Não!". De repente, uns painéis se abriram no teto e uma fumaça branca encheu a sala. Eu não tinha notado, mas as portas estavam trancadas. Fiquei tonto e caí no chão. Acordei... Tava numa sala escura, em cima de uma espécie de maca acolchoada. Senti um friozinho perto da bunda e percebi que tava completamente pelado. Tinha as pernas abertas e as mãos sobre a cabeça. Tentei me mexer, mas notei que tava amarrado. De repente, ouvi uma voz feminina. - Doutora, ele acordou. Uma luz grande e redonda acendeu em cima de mim e me cegou por uns segundos. Depois, outras luzes se acendem no teto. Percebo que estou amarrado a uma maca ginecológica em algum tipo de clínica. De repente, ouço o som de portas se abrindo diretamente atrás de mim. Não consigo virar a cabeça pra ver quem entra porque estou amarrado. Logo em seguida, o lindo rosto de uma morena aparece na minha frente, roça levemente um dos meus braços presos acima da minha cabeça e provoca uma sensação de eletricidade no corpo todo. Ela tá vestindo um avental cirúrgico verde que realça um par de peitos lindos e uma bunda e pernas bem torneadas. Me viu olhando pra ela e piscou um olho. Me deixou e foi até uma escrivaninha num canto da sala. Vamos recapitular. Tô amarrado a uma maca ginecológica no meio de uma sala cheia de armários e gavetas alinhadas contra uma parede, que consigo ver que tão cheias de instrumentos metálicos diferentes. Não faço a menor ideia do que tá rolando.
Ela se vira e eu sinto porque tava admirando a figura gostosa dela naquele avental cirúrgico apertado.
- Tava revisando seu prontuário e vi que é sua primeira visita. Tenho um paciente novo nas minhas mãos! Em nome da Clínica, quero te dar as boas-vindas. Faz tempo que não pego um paciente novo, mas adoro examiná-los. Eu sou a Dra. Amanda e vou cuidar de você - disse com um sorriso diabólico na cara - Basicamente, antes de te encaminhar pra outras áreas da Clínica, vamos te submeter a uma revisão médica cuidadosa.
- Tô perfeitamente bem - interrompi - Fiz um check-up ano passado e me disseram que não precisava de mais nada.
Devo ter dito algo engraçado, porque o sorriso dela aumentou no rosto.
- Aaahhh, essa não é uma revisão médica qualquer, tenho que examinar alguns aspectos bem específicos da sua saúde.
- Tá bom, pode me examinar à vontade - falei - Mas, não dá pra me soltar, por favor?
Ela se aproximou de mim, parou entre minhas pernas e apoiou as mãos nelas.
- Você não decide se vai ficar amarrado Ah não, e eu adoro ter você exatamente onde está agora, onde eu quero. Faz tempo que não tenho um paciente novo e quero aproveitar essa consulta. Está claro? — ela não esperou minha resposta — Já chega de conversa, vamos começar!
Ela foi até os armários na parede e abriu uma gaveta. Tirou uma máscara descartável, daquelas que prendem atrás das orelhas, e colocou. Depois de outra gaveta, pegou um par de luvas de látex. Vestiu-as, certificando-se de que encaixavam confortavelmente em cada dedo. Em seguida, tirou mais alguma coisa de uma gaveta, mas não consegui ver direito o que era. Ela se virou e caminhou até onde eu estava amarrado. Levantou a mão e mostrou o objeto escondido. Era uma mordaça tipo "aranha".
— Chegou a hora de te examinar — disse ela, sorrindo por trás da máscara.
Eu lutei contra minhas amarras.
— Você tem que me soltar, não pode fazer nada sem meu consentimento! — Ela só me olhou.
— Acha mesmo?... Tem certeza?
Eu estava entrando em pânico, tentando descobrir como me soltar ou evitar qualquer coisa que ela quisesse fazer comigo.
— Bom... não tem chance de me fazer usar essa coisa! — falei, olhando para a mordaça na mão dela. Ela começou a rir, me fazendo sentir ainda mais vulnerável.
— Você é tão fofo, bebê! Isso vai ser mais divertido do que eu imaginava. Isso é uma mordaça "aranha" e vai manter essa boquinha aberta para mim... querendo ou não!
Agora que eu sabia das intenções dela, podia tentar impedi-la.
— Primeiro você tem que colocar na minha boca — falei desafiador, e fechei os lábios com força, sabendo que ela não conseguiria separá-los por mais que tentasse. Senti a mão suave e enluvada dela nos meus testículos, torceu e puxou, e não consegui evitar o grito e abrir a boca. Rosnei de dor, mas sabia que não podia fazer nada além de ficar ali, esperando o que viesse. A mordaça "aranha" era formada por duas peças de metal que se prendiam à cabeceira da maca, fazendo com que a mordaça não só mantivesse minha boca aberta, mas também restringisse ainda mais os movimentos limitados da minha cabeça e meu campo de visão. A mordaça era bem grande e mantinha minha boca bem aberta..
- Não é divertido ver o quão rápido posso resolver seu protesto? Não tem nada que você possa fazer para me impedir, a não ser fazer o que eu mando, tá claro? Você não tem nenhum poder sobre o que eu decido. E agora decido que vou ter que te castigar por não ser um bom paciente... Onde eu tava?... Ahhh sim, a mordaça! Não vai me dizer que achou que eu ia deixar assim... - devo ter feito cara de pânico - Agora você vai ver.
E então ela girou a chave que unia as duas partes da mordaça, fazendo ela se expandir. Quando girava a pequena chave da mordaça, ela ficava bem em cima de mim e me deixava admirar toda a sua beleza, eu soltei um suspiro do seu aroma feminino e fiquei excitado. Se não estivesse amarrado, teria beijado ela. Minha boca estava sendo forçada a abrir tanto que eu parecia estar num grito constante.
- E o melhor de tudo é que não vou mais ter que ouvir seus comentários desrespeitosos. Vamos prosseguir com o exame!
Ela voltou a se dirigir aos armários. Já não conseguia mais vê-la porque minha cabeça tinha ficado presa à cabeceira da maca pela mordaça.
- Vou te explicar algumas coisas sobre esses procedimentos, claro que não vou contar os detalhes mais picantes porque não teria graça. Vou examinar suas reações a diferentes estímulos, talvez você sinta prazer, desconforto ou dor... se prepara - ela riu quando terminou a frase. Como se eu pudesse me preparar! Não podia fazer nada além de esperar meu destino.
Ouvi passos se aproximando da maca.
- Vamos começar com alguns estímulos mais superficiais - e de repente senti uma dor aguda no meu mamilo direito e imediatamente outra no esquerdo.
- São pinças jacaré. Usamos muito na Clínica. São estéreis e de aço cirúrgico, garantimos aos nossos pacientes higiene e uma dor aguda - disse como se fosse um vendedor tentando me empurrar o produto. produto - E agora a parte mais divertida...
Ela prendeu as pinças numa corrente que estava pendurada sobre mim e que eu não tinha notado até aquele momento. Apertou um botão e a corrente presa às pinças começou a subir. Tentei dizer "não", mas só soltei uns gemidos. Meus mamilos estavam esticados e ardendo. Não sei como as pinças de jacaré não rasgaram minha pele.
- Ah, parece que o paciente está ficando excitado com os procedimentos. Não vou permitir isso! Isso é pra depois! - eu estava com uma ereção enorme, apesar dos meus mamilos ardendo, afinal ela era uma médica muito gostosa e eu adoraria transar com ela em cima da maca. Ela foi até os armários e pegou algo metálico, porque ouvi um clique quando tirou. Voltou e de repente senti algo frio encostando no meu saco e nas minhas bolas. Minha ereção murchou. Depois senti o frio sumir e foi substituído por uma sensação de metal envolvendo meu pau agora encolhido, mas deixando minha cabecinha exposta, outro anel envolveu minha glande e os dois foram conectados.
- Confortável? - perguntou zombeteira - Suas bolas estão meio frias - e colocou na minha frente um par de elásticos finos - Com isso vamos esquentá-las.
Ela esticou um dos elásticos com dois dedos enluvados.
- Vamos deixar elas bem quentinhas - examinou minhas bolas e enrolou o elástico esticado em volta do meu testículo esquerdo, soltando de uma vez. Gemi de dor porque ele tinha prendido minha bola esquerda e apertava pra caralho. Ela continuou enrolando um elástico em volta do meu pau e conectou com o que prendia minha bola esquerda, e mais um que esticou e soltou. Gemi de novo de dor. Dessa vez a dor não vinha do testículo, mas do fato de que ela tinha enrolado o elástico em volta do meu saco. Depois ela deu uns tapinhas nas minhas bolas. Meu corpo inteiro deu um pulo.
- Viu, bebê? Normalmente eu deixo meus pacientes com o pau duro, — Mas como você não se comportou direito, vou te deixar de penitência — ela disse, irritada. — E agora que você está mais relaxado, vamos começar a revisar os órgãos internos.
Ela foi até as gavetas e voltou com algo na mão. Pela visão periférica, vi o brilho de algo metálico.
— Vamos ver como você se comporta agora — ela disse. Levei um susto quando senti um contato frio no meu cu.
— É, tá um pouquinho frio... lubrifiquei um pouco pra entrar mais fácil.
E senti ela empurrando o objeto pra dentro de mim, me preenchendo. Gemi, desconfortável. Nunca tinham colocado nada no meu cu antes.
— Olha só! Seu cu engoliu o plug de primeira! Parece que você já tava brincando com isso... — ela se aproximou e olhou nos meus olhos. — Tava enfiando coisas na bunda escondido?
Gemi e tentei balançar a cabeça de um lado pro outro, mas mal conseguia mexer.
— Não minta pra doutora! Você sabe o que acontece quando um paciente mente pra doutora — ela desviou o olhar pros meus ovos e pro meu pau, que ainda estavam presos pelas tiras de borracha. Senti a mão enluvada dela, coberta de lubrificante, acariciando minha perna. De repente, um tapa. Meu corpo inteiro tremeu, mas as amarras me mantiveram imóvel.
— Vou te perguntar de novo. O bebê tava brincando com a bundinha quando ninguém tava olhando?
Dessa vez, nem tentei mexer a cabeça. Deixei escapar um "não" abafado.
— Parece que você não acredita quando eu digo que vou te castigar. Acha que eu esqueci que tenho que te punir. Parece que vou ter que falar mais claramente.
Ela se posicionou entre minhas pernas e ajustou as luvas de látex. Smack! Smack! Smack! Gritei através da mordaça. Meus ovos ardiam com os tapas violentos.
— Quer mais?! — Eu implorava através da mordaça. Ela insistiu. Smack! Smack! Eu lutava contra as amarras e gritava, apesar da mordaça.
— Isso é pra você lembrar que um paciente nunca deve mentir pra sua doutora!
Ela se virou e foi até os armários. ouvi ela tirando coisas de vários lugares. Depois senti ela aproximar o carrinho com os instrumentos.
— Bom, vamos cuidar dessa bundinha minúscula — ouvi um clique metálico e algo sendo empurrado dentro do meu cu de novo. Gritei tentando impedir.
— Se continuar reclamando, vou ter que te penetrar mais forte e vai doer...
Tentei relaxar um pouco.
— Issooo... muito bem... viu que quando você quer, se comporta direitinho... assim que um bom paciente se comporta com sua médica — ela disse, me tratando como um menino — Agora você vai ver o que acontece quando eu começo a dilatar...
Senti o objeto dentro do meu cu começando a se expandir.
— Ai, que boba, esqueci que meu bebê não sabe o que tem nessa bundinha. É um espéculo anal, e vou abrir e abrir até essa bunda ficar do jeito que eu quero. Bem dilatadinha!
Senti o espéculo abrir mais, a ponto de achar que meu cu ia rasgar. E então ela abriu ainda mais, eu gemia e me debatia.
— Isso, bebê, muito bem... agora vamos para o procedimento que eu mais gosto. Você está pronto para me dar seu leitinho, bebê?... Bom, na verdade não importa, porque você vai me dar, querendo ou não.
Senti os dedos dela entrando na minha cavidade anal e tocando algo lá dentro. Fosse o que fosse, senti umas cócegas e uma sensação gostosa. Fez meu pau lutar contra a gaiola de metal onde tinham confinado ele. Ela continuou acariciando.
— Você gosta — senti algo crescendo dentro de mim. Senti que ia gozar.
— Olha só como o bebê tá excitado, esse pinto tá tentando escapar da minha gaiolinha... mas não vai conseguir — ela riu. De repente parou de me acariciar e a sensação sumiu.
— Não vou deixar você soltar o leite tão fácil, especialmente depois de todo o trabalho que me deu.
Ela se levantou ao meu lado, pegou algo da bandeja e se posicionou bem na minha cara para que eu pudesse ver, o rosto dela atrás da máscara, o jaleco verde de cirurgia e as mãos enluvadas mostrando o instrumento.
— Vê isso? Chama-se Roda de Wartenberg. Vou usar ela pra te castigar — ela me disse com um gesto sádico. Eu só via uma roda com pregos.
— Já tenho seu pintinho na minha gaiolinha... e a cabeça do pintinho bem vermelhinha e exposta... E depois de ter estimulado sua próstata, a cabeça do pinto vai estar bem sensível — enquanto falava, ela apoiava a roda com pregos na minha glande e pressionava, fazendo ela rolar. Nunca tinha sentido esse tipo de sensação antes, entre dor e prazer e nada confortável. Eu me sacudi inutilmente, a mão esquerda dela segurava firme meu pau e com a direita ela usava a roda com pregos. Eu lutava contra minhas amarras tentando pará-la. Ela olhava minha agonia e sorria por trás da máscara.
— Já foi... já passou... — ela se posicionou de novo entre minhas pernas — Vamos ver quanto você aguenta. Acho que não aguenta muito. Se você suportar cinco minutos da minha estimulação, eu te solto — eu arregalei os olhos — Mas se não aguentar os cinco minutos, vou me divertir muito, muito com você — ela disse num tom ameaçador. Ela enfiou os dedos em mim e imediatamente senti aquela sensação estranha começando a crescer. Não tinha como eu aguentar nem dois minutos, quem dirá cinco. Eu tentava pensar em qualquer outra coisa que me distraísse do que estava rolando, mas nada funcionava, meu corpo tinha sua própria vontade. Senti meu gozo saindo do meu pau enjaulado.
— Não aguentou, bebê... não se preocupa, ninguém aguenta — ela riu. Com a mão enluvada, limpou a gaiola do meu gozo.
— A gaiolinha tem que ficar brilhando, vamos limpar toda essa porra — ela voltou até os armários pra se livrar do gozo que eu tinha expelido. Mas quando voltou, notei que trazia um par de luvas de látex novas no bolso do jaleco.
— Bebê... eu não lembro de ter te autorizado a gozar... você tem que me pedir permissão antes de soltar seu leite, bebê — ela disse num tom bem dominador. Eu tentava pedir desculpas, mas só soltava gemidos.
— O que eu vou fazer Comigo? — ergueu a mão com a luva coberta pelo meu sêmen — Você vai engolir toda a sua porra, bebê! — ordenou. E enfiou a mão enluvada na minha boca através da mordaça, impossibilitando que eu a tirasse dali. Começou a limpar a mão com minha boca e minha língua.
— Engole, bebê... Engole, eu tô falando!... Isso, muito bem.... O bebê tá tomando toda a porra — eu me sentia muito humilhado, obrigado a engolir meu próprio sêmen.
Tirou as luvas sujas e colocou umas novas, vestindo-as com aquele barulho típico, snap... snap...
— Tava com tanta vontade de enfiar os dedos no seu cu... — riu e voltou a ficar do meu lado, tirando a gaiola do meu pau, que ficou duro na hora.
— Você vai sentir a agonia do prazer.
Trouxe uma máquina de um dos cantos da sala. Tinha um braço comprido com uma espécie de modelo de buceta que terminava num cilindro.
— Isso não vai ser agradável, bebê — disse. Amarrou uma tira de borracha entre minhas pernas. Depois colocou um vibrador através do espéculo anal.
— A tira de borracha é pra segurar o vibrador que vai estimular sua próstata e te manter duro. Depois a máquina vai te forçar a penetrar o cilindro — fez uma pausa — por um tempinho — completou com um sorriso safado.
— Vamos começar o procedimento! — lubrificou meu pau com bastante lubrificante e ligou o vibrador. Trouxe o equipamento e posicionou bem em cima do meu pau, me forçando a deslizar pra dentro. Era bem apertado e parecia ter ondulações lá dentro. Eu não conseguia imaginar por que ele tinha dito que isso não ia ser agradável.
— Vê esse controle? Daqui eu posso ajustar a velocidade da sucção. Vou começar devagar — senti de novo aquela sensação crescendo da minha próstata, mas acelerada pela estimulação que eu sentia no pau. Sentia o orgasmo se formando e crescendo como uma onda de prazer que eu nunca tinha experimentado. Minha glande estava muito sensível e fazia meu corpo ter movimentos involuntários por causa da superestimulação. Gemi através da mordaça.
— Nãoooo! Chegaaaa!
- Assim, bebê... Assim... - a doutora disse pra mim. Eu vi ela do meu lado, no controle total da situação. - Adoro essa parte... Vou te dar outro orgasmo, bebê.
Senti chegando e fiquei tonto. Na hora, gozei.
- Muito bem, bebê... Como eu adoro ter um paciente novo! - ela falou - Relaxa, você ainda tem mais uma hora... aproveita.
Ela foi até a porta atrás de mim e parou.
- Quase esqueci - voltou pro meu lado, tirou a mordaça, arrancou a máscara, acariciou meu rosto com as mãos enluvadas e olhou nos meus olhos - Bem-vindo à Clínica. A partir de agora, você é meu paciente. Quero te controlar toda semana. Entendeu?
- Sim... sim, Dra. Amanda... - respondi.
- Quero você aqui semana que vem... Agora aproveita! - tirou as luvas de látex e enfiou na minha boca.
Me deixou sozinho e, assim que fechou a porta, senti a máquina acelerar e chupar meu pau como uma esposa desesperada. Senti um terceiro e quarto orgasmo tomarem conta de mim. Quando tive o quinto, tudo ficou preto.
Ela se vira e eu sinto porque tava admirando a figura gostosa dela naquele avental cirúrgico apertado.
- Tava revisando seu prontuário e vi que é sua primeira visita. Tenho um paciente novo nas minhas mãos! Em nome da Clínica, quero te dar as boas-vindas. Faz tempo que não pego um paciente novo, mas adoro examiná-los. Eu sou a Dra. Amanda e vou cuidar de você - disse com um sorriso diabólico na cara - Basicamente, antes de te encaminhar pra outras áreas da Clínica, vamos te submeter a uma revisão médica cuidadosa.
- Tô perfeitamente bem - interrompi - Fiz um check-up ano passado e me disseram que não precisava de mais nada.
Devo ter dito algo engraçado, porque o sorriso dela aumentou no rosto.
- Aaahhh, essa não é uma revisão médica qualquer, tenho que examinar alguns aspectos bem específicos da sua saúde.
- Tá bom, pode me examinar à vontade - falei - Mas, não dá pra me soltar, por favor?
Ela se aproximou de mim, parou entre minhas pernas e apoiou as mãos nelas.
- Você não decide se vai ficar amarrado Ah não, e eu adoro ter você exatamente onde está agora, onde eu quero. Faz tempo que não tenho um paciente novo e quero aproveitar essa consulta. Está claro? — ela não esperou minha resposta — Já chega de conversa, vamos começar!
Ela foi até os armários na parede e abriu uma gaveta. Tirou uma máscara descartável, daquelas que prendem atrás das orelhas, e colocou. Depois de outra gaveta, pegou um par de luvas de látex. Vestiu-as, certificando-se de que encaixavam confortavelmente em cada dedo. Em seguida, tirou mais alguma coisa de uma gaveta, mas não consegui ver direito o que era. Ela se virou e caminhou até onde eu estava amarrado. Levantou a mão e mostrou o objeto escondido. Era uma mordaça tipo "aranha".
— Chegou a hora de te examinar — disse ela, sorrindo por trás da máscara.
Eu lutei contra minhas amarras.
— Você tem que me soltar, não pode fazer nada sem meu consentimento! — Ela só me olhou.
— Acha mesmo?... Tem certeza?
Eu estava entrando em pânico, tentando descobrir como me soltar ou evitar qualquer coisa que ela quisesse fazer comigo.
— Bom... não tem chance de me fazer usar essa coisa! — falei, olhando para a mordaça na mão dela. Ela começou a rir, me fazendo sentir ainda mais vulnerável.
— Você é tão fofo, bebê! Isso vai ser mais divertido do que eu imaginava. Isso é uma mordaça "aranha" e vai manter essa boquinha aberta para mim... querendo ou não!
Agora que eu sabia das intenções dela, podia tentar impedi-la.
— Primeiro você tem que colocar na minha boca — falei desafiador, e fechei os lábios com força, sabendo que ela não conseguiria separá-los por mais que tentasse. Senti a mão suave e enluvada dela nos meus testículos, torceu e puxou, e não consegui evitar o grito e abrir a boca. Rosnei de dor, mas sabia que não podia fazer nada além de ficar ali, esperando o que viesse. A mordaça "aranha" era formada por duas peças de metal que se prendiam à cabeceira da maca, fazendo com que a mordaça não só mantivesse minha boca aberta, mas também restringisse ainda mais os movimentos limitados da minha cabeça e meu campo de visão. A mordaça era bem grande e mantinha minha boca bem aberta..
- Não é divertido ver o quão rápido posso resolver seu protesto? Não tem nada que você possa fazer para me impedir, a não ser fazer o que eu mando, tá claro? Você não tem nenhum poder sobre o que eu decido. E agora decido que vou ter que te castigar por não ser um bom paciente... Onde eu tava?... Ahhh sim, a mordaça! Não vai me dizer que achou que eu ia deixar assim... - devo ter feito cara de pânico - Agora você vai ver.
E então ela girou a chave que unia as duas partes da mordaça, fazendo ela se expandir. Quando girava a pequena chave da mordaça, ela ficava bem em cima de mim e me deixava admirar toda a sua beleza, eu soltei um suspiro do seu aroma feminino e fiquei excitado. Se não estivesse amarrado, teria beijado ela. Minha boca estava sendo forçada a abrir tanto que eu parecia estar num grito constante.
- E o melhor de tudo é que não vou mais ter que ouvir seus comentários desrespeitosos. Vamos prosseguir com o exame!
Ela voltou a se dirigir aos armários. Já não conseguia mais vê-la porque minha cabeça tinha ficado presa à cabeceira da maca pela mordaça.
- Vou te explicar algumas coisas sobre esses procedimentos, claro que não vou contar os detalhes mais picantes porque não teria graça. Vou examinar suas reações a diferentes estímulos, talvez você sinta prazer, desconforto ou dor... se prepara - ela riu quando terminou a frase. Como se eu pudesse me preparar! Não podia fazer nada além de esperar meu destino.
Ouvi passos se aproximando da maca.
- Vamos começar com alguns estímulos mais superficiais - e de repente senti uma dor aguda no meu mamilo direito e imediatamente outra no esquerdo.
- São pinças jacaré. Usamos muito na Clínica. São estéreis e de aço cirúrgico, garantimos aos nossos pacientes higiene e uma dor aguda - disse como se fosse um vendedor tentando me empurrar o produto. produto - E agora a parte mais divertida...
Ela prendeu as pinças numa corrente que estava pendurada sobre mim e que eu não tinha notado até aquele momento. Apertou um botão e a corrente presa às pinças começou a subir. Tentei dizer "não", mas só soltei uns gemidos. Meus mamilos estavam esticados e ardendo. Não sei como as pinças de jacaré não rasgaram minha pele.
- Ah, parece que o paciente está ficando excitado com os procedimentos. Não vou permitir isso! Isso é pra depois! - eu estava com uma ereção enorme, apesar dos meus mamilos ardendo, afinal ela era uma médica muito gostosa e eu adoraria transar com ela em cima da maca. Ela foi até os armários e pegou algo metálico, porque ouvi um clique quando tirou. Voltou e de repente senti algo frio encostando no meu saco e nas minhas bolas. Minha ereção murchou. Depois senti o frio sumir e foi substituído por uma sensação de metal envolvendo meu pau agora encolhido, mas deixando minha cabecinha exposta, outro anel envolveu minha glande e os dois foram conectados.
- Confortável? - perguntou zombeteira - Suas bolas estão meio frias - e colocou na minha frente um par de elásticos finos - Com isso vamos esquentá-las.
Ela esticou um dos elásticos com dois dedos enluvados.
- Vamos deixar elas bem quentinhas - examinou minhas bolas e enrolou o elástico esticado em volta do meu testículo esquerdo, soltando de uma vez. Gemi de dor porque ele tinha prendido minha bola esquerda e apertava pra caralho. Ela continuou enrolando um elástico em volta do meu pau e conectou com o que prendia minha bola esquerda, e mais um que esticou e soltou. Gemi de novo de dor. Dessa vez a dor não vinha do testículo, mas do fato de que ela tinha enrolado o elástico em volta do meu saco. Depois ela deu uns tapinhas nas minhas bolas. Meu corpo inteiro deu um pulo.
- Viu, bebê? Normalmente eu deixo meus pacientes com o pau duro, — Mas como você não se comportou direito, vou te deixar de penitência — ela disse, irritada. — E agora que você está mais relaxado, vamos começar a revisar os órgãos internos.
Ela foi até as gavetas e voltou com algo na mão. Pela visão periférica, vi o brilho de algo metálico.
— Vamos ver como você se comporta agora — ela disse. Levei um susto quando senti um contato frio no meu cu.
— É, tá um pouquinho frio... lubrifiquei um pouco pra entrar mais fácil.
E senti ela empurrando o objeto pra dentro de mim, me preenchendo. Gemi, desconfortável. Nunca tinham colocado nada no meu cu antes.
— Olha só! Seu cu engoliu o plug de primeira! Parece que você já tava brincando com isso... — ela se aproximou e olhou nos meus olhos. — Tava enfiando coisas na bunda escondido?
Gemi e tentei balançar a cabeça de um lado pro outro, mas mal conseguia mexer.
— Não minta pra doutora! Você sabe o que acontece quando um paciente mente pra doutora — ela desviou o olhar pros meus ovos e pro meu pau, que ainda estavam presos pelas tiras de borracha. Senti a mão enluvada dela, coberta de lubrificante, acariciando minha perna. De repente, um tapa. Meu corpo inteiro tremeu, mas as amarras me mantiveram imóvel.
— Vou te perguntar de novo. O bebê tava brincando com a bundinha quando ninguém tava olhando?
Dessa vez, nem tentei mexer a cabeça. Deixei escapar um "não" abafado.
— Parece que você não acredita quando eu digo que vou te castigar. Acha que eu esqueci que tenho que te punir. Parece que vou ter que falar mais claramente.
Ela se posicionou entre minhas pernas e ajustou as luvas de látex. Smack! Smack! Smack! Gritei através da mordaça. Meus ovos ardiam com os tapas violentos.
— Quer mais?! — Eu implorava através da mordaça. Ela insistiu. Smack! Smack! Eu lutava contra as amarras e gritava, apesar da mordaça.
— Isso é pra você lembrar que um paciente nunca deve mentir pra sua doutora!
Ela se virou e foi até os armários. ouvi ela tirando coisas de vários lugares. Depois senti ela aproximar o carrinho com os instrumentos.
— Bom, vamos cuidar dessa bundinha minúscula — ouvi um clique metálico e algo sendo empurrado dentro do meu cu de novo. Gritei tentando impedir.
— Se continuar reclamando, vou ter que te penetrar mais forte e vai doer...
Tentei relaxar um pouco.
— Issooo... muito bem... viu que quando você quer, se comporta direitinho... assim que um bom paciente se comporta com sua médica — ela disse, me tratando como um menino — Agora você vai ver o que acontece quando eu começo a dilatar...
Senti o objeto dentro do meu cu começando a se expandir.
— Ai, que boba, esqueci que meu bebê não sabe o que tem nessa bundinha. É um espéculo anal, e vou abrir e abrir até essa bunda ficar do jeito que eu quero. Bem dilatadinha!
Senti o espéculo abrir mais, a ponto de achar que meu cu ia rasgar. E então ela abriu ainda mais, eu gemia e me debatia.
— Isso, bebê, muito bem... agora vamos para o procedimento que eu mais gosto. Você está pronto para me dar seu leitinho, bebê?... Bom, na verdade não importa, porque você vai me dar, querendo ou não.
Senti os dedos dela entrando na minha cavidade anal e tocando algo lá dentro. Fosse o que fosse, senti umas cócegas e uma sensação gostosa. Fez meu pau lutar contra a gaiola de metal onde tinham confinado ele. Ela continuou acariciando.
— Você gosta — senti algo crescendo dentro de mim. Senti que ia gozar.
— Olha só como o bebê tá excitado, esse pinto tá tentando escapar da minha gaiolinha... mas não vai conseguir — ela riu. De repente parou de me acariciar e a sensação sumiu.
— Não vou deixar você soltar o leite tão fácil, especialmente depois de todo o trabalho que me deu.
Ela se levantou ao meu lado, pegou algo da bandeja e se posicionou bem na minha cara para que eu pudesse ver, o rosto dela atrás da máscara, o jaleco verde de cirurgia e as mãos enluvadas mostrando o instrumento.
— Vê isso? Chama-se Roda de Wartenberg. Vou usar ela pra te castigar — ela me disse com um gesto sádico. Eu só via uma roda com pregos.
— Já tenho seu pintinho na minha gaiolinha... e a cabeça do pintinho bem vermelhinha e exposta... E depois de ter estimulado sua próstata, a cabeça do pinto vai estar bem sensível — enquanto falava, ela apoiava a roda com pregos na minha glande e pressionava, fazendo ela rolar. Nunca tinha sentido esse tipo de sensação antes, entre dor e prazer e nada confortável. Eu me sacudi inutilmente, a mão esquerda dela segurava firme meu pau e com a direita ela usava a roda com pregos. Eu lutava contra minhas amarras tentando pará-la. Ela olhava minha agonia e sorria por trás da máscara.
— Já foi... já passou... — ela se posicionou de novo entre minhas pernas — Vamos ver quanto você aguenta. Acho que não aguenta muito. Se você suportar cinco minutos da minha estimulação, eu te solto — eu arregalei os olhos — Mas se não aguentar os cinco minutos, vou me divertir muito, muito com você — ela disse num tom ameaçador. Ela enfiou os dedos em mim e imediatamente senti aquela sensação estranha começando a crescer. Não tinha como eu aguentar nem dois minutos, quem dirá cinco. Eu tentava pensar em qualquer outra coisa que me distraísse do que estava rolando, mas nada funcionava, meu corpo tinha sua própria vontade. Senti meu gozo saindo do meu pau enjaulado.
— Não aguentou, bebê... não se preocupa, ninguém aguenta — ela riu. Com a mão enluvada, limpou a gaiola do meu gozo.
— A gaiolinha tem que ficar brilhando, vamos limpar toda essa porra — ela voltou até os armários pra se livrar do gozo que eu tinha expelido. Mas quando voltou, notei que trazia um par de luvas de látex novas no bolso do jaleco.
— Bebê... eu não lembro de ter te autorizado a gozar... você tem que me pedir permissão antes de soltar seu leite, bebê — ela disse num tom bem dominador. Eu tentava pedir desculpas, mas só soltava gemidos.
— O que eu vou fazer Comigo? — ergueu a mão com a luva coberta pelo meu sêmen — Você vai engolir toda a sua porra, bebê! — ordenou. E enfiou a mão enluvada na minha boca através da mordaça, impossibilitando que eu a tirasse dali. Começou a limpar a mão com minha boca e minha língua.
— Engole, bebê... Engole, eu tô falando!... Isso, muito bem.... O bebê tá tomando toda a porra — eu me sentia muito humilhado, obrigado a engolir meu próprio sêmen.
Tirou as luvas sujas e colocou umas novas, vestindo-as com aquele barulho típico, snap... snap...
— Tava com tanta vontade de enfiar os dedos no seu cu... — riu e voltou a ficar do meu lado, tirando a gaiola do meu pau, que ficou duro na hora.
— Você vai sentir a agonia do prazer.
Trouxe uma máquina de um dos cantos da sala. Tinha um braço comprido com uma espécie de modelo de buceta que terminava num cilindro.
— Isso não vai ser agradável, bebê — disse. Amarrou uma tira de borracha entre minhas pernas. Depois colocou um vibrador através do espéculo anal.
— A tira de borracha é pra segurar o vibrador que vai estimular sua próstata e te manter duro. Depois a máquina vai te forçar a penetrar o cilindro — fez uma pausa — por um tempinho — completou com um sorriso safado.
— Vamos começar o procedimento! — lubrificou meu pau com bastante lubrificante e ligou o vibrador. Trouxe o equipamento e posicionou bem em cima do meu pau, me forçando a deslizar pra dentro. Era bem apertado e parecia ter ondulações lá dentro. Eu não conseguia imaginar por que ele tinha dito que isso não ia ser agradável.
— Vê esse controle? Daqui eu posso ajustar a velocidade da sucção. Vou começar devagar — senti de novo aquela sensação crescendo da minha próstata, mas acelerada pela estimulação que eu sentia no pau. Sentia o orgasmo se formando e crescendo como uma onda de prazer que eu nunca tinha experimentado. Minha glande estava muito sensível e fazia meu corpo ter movimentos involuntários por causa da superestimulação. Gemi através da mordaça.
— Nãoooo! Chegaaaa!
- Assim, bebê... Assim... - a doutora disse pra mim. Eu vi ela do meu lado, no controle total da situação. - Adoro essa parte... Vou te dar outro orgasmo, bebê.
Senti chegando e fiquei tonto. Na hora, gozei.
- Muito bem, bebê... Como eu adoro ter um paciente novo! - ela falou - Relaxa, você ainda tem mais uma hora... aproveita.
Ela foi até a porta atrás de mim e parou.
- Quase esqueci - voltou pro meu lado, tirou a mordaça, arrancou a máscara, acariciou meu rosto com as mãos enluvadas e olhou nos meus olhos - Bem-vindo à Clínica. A partir de agora, você é meu paciente. Quero te controlar toda semana. Entendeu?
- Sim... sim, Dra. Amanda... - respondi.
- Quero você aqui semana que vem... Agora aproveita! - tirou as luvas de látex e enfiou na minha boca.
Me deixou sozinho e, assim que fechou a porta, senti a máquina acelerar e chupar meu pau como uma esposa desesperada. Senti um terceiro e quarto orgasmo tomarem conta de mim. Quando tive o quinto, tudo ficou preto.
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