Férias com meus primosNos capítulos anteriores
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Caminhei pelas ruas da cidade. Pra ser sincero, tava bem longe de onde eu tava hospedado com meus primos. Andei uns cinco minutos, até que ouvi alguém me chamando de longe. Correndo na minha direção vinha meu primo Enrique. Ele parecia bem puto. E confirmei quando, sem aviso, ao chegar do meu lado, me deu um soco no ombro. Eu recuei.
“Cê ficou maluco?!”
“E VOCÊ? A NOITE INTEIRA FORA DEPOIS DE TER SUMIDO ASSIM!”
“Isso não te dá o direito de…”
“QUE DIREITO NÃO ME DÁ? SOU O MAIS VELHO DOS QUATRO. E VOCÊ DECIDE SUMIR SEM DAR EXPLICAÇÃO, DESLIGAR O CELULAR, E PASSAR A NOITE FORA DE CASA. PODIA TER MORRIDO, OU PODIAM TER FEITO ALGUMA MERDA CONTIGO.”
“Cê tá fazendo um escândalo…”, falei, ligando que tinha gente na rua que tinha parado pra nos olhar, e outros nos observavam das janelas.
“Ah, e isso te preocupa, seu idiota! Cê sabe a noite que a gente passou?”
“Precisava pensar.”
“Aaaah, o senhorzinho precisava pensar! Pensar em quem, imbecil?! Pensou na Rocío? Pensou na minha irmã? Elas ficaram a noite toda acordadas, preocupadas com você!”
“Não era isso que eu queria…”Não era isso que eu queria.— repetiu meu primo, zombando da minha desculpa esfarrapada. "Já vai pra casa falar com elas, senão eu te afundo a cabeça".
Caminhei em direção à casa com meu primo atrás. Tenho certeza absoluta de que ele tentava me fulminar com o olhar, mas, como não senti calor na nuca, soube que ele não tinha desenvolvido poderes pra me matar com um laser. Quando chegamos na nossa rua, ele parou.
"Você não vem?"
"Não, vou ver a Irene. Falei que passaria lá depois de caçar um imbecil".
"Valeu pelo elogio. Vai fundo e fode ela bem", respondi, abrindo a porta de casa.
Mal fechei a porta, duas figuras apareceram e fui envolvido por vários braços. Senti lágrimas nos meus ombros antes de conseguir distinguir os cabelos ruivo e castanho da Rocío e da Yolanda. Consegui olhar seus rostos. Me senti um merda por elas. Estavam com olheiras, sinal de noite mal dormida. Surpreendentemente, estavam vestidas de sair, o que me fez pensar que talvez tivessem saído à noite pra me procurar.
"Primo... você tá bem..." soluçou Rocío.
"Desculpa, desculpa... Não suma assim de novo", disse Yoli.
"Meninas, sou eu quem devia pedir desculpa... não devia ter ido embora desse jeito".
Com certo esforço, consegui que pelo menos fôssemos pro quarto. Lá, fiz elas sentarem e cuidei de limpá-las. Tirei as lágrimas com muito cuidado e ofereci lenços pra cada uma assoar o nariz. Elas pareciam tão delicadas naquele momento. Dava pra ver de verdade os sentimentos delas naquela situação. Aquilo tinha machucado elas. E eu tinha que lidar com isso.
"Ontem eu percebi... que você tava certo... desde o começo", gaguejou Rocío, tentando segurar o choro. "Quando vi a reação da Alicia".
"Isso tava errado. Mas a gente não te ouviu", continuou Yolanda.
"Entendemos que isso tem que acabar, mas...", Rocío começou a chorar de novo.
"Não nos deixe de lado... qualquer coisa, menos isso...", Yolanda também não conseguia evitar as lágrimas de novo. "Não se afaste. A gente aguenta você ficar com qualquer uma, mas não que você suma do nosso lado. Por favor"
"Isso não vai ser possível", falei.
O choro delas parou na hora. Ficaram geladas. E aí aproveitei o momento pra falar.
"Não pode ser porque eu nunca tive razão. Nem quando quis recusar fazer isso com vocês, nem quando fui embora ontem daquele jeito. Tava muito confuso quando vazei, mas agora as coisas estão claras. Eu amo vocês. E não tem nada que possa mudar isso. Por mais Alicias que apareçam, o que sinto por vocês nunca senti por ninguém antes."
Minhas primas pareciam não entender que eu tava falando aquilo. Obviamente esperavam o contrário.
"Mas vocês erraram em algo. Esconder a gente, isso foi a maior merda de tudo, o que podia ter afundado tudo. Não tenho medo. Mais não. E se continuarmos juntos, quero que a gente possa assumir."
"... Cê é louco", disse Yolanda, mas não conseguiu disfarçar um sorriso.
"Pode ser, mas foda-se. Amo vocês. Amo pra caralho. E não vou deixar que o que uma loira pense... Ou o que os outros possam pensar. Amo vocês."
E me joguei nelas. Tavam sentadas uma do lado da outra, então consegui derrubar as duas no colchão fácil. Não resistiram. Em cima delas, me abaixei pra beijar de leve os lábios da Yolanda. Fiz o mesmo com a Rocío. E comecei a me alternar entre uma e outra. Senti o gosto salgado das lágrimas que tinham derramado, mas tava nem aí.
"Me diz que isso não é um sonho... por favor", pediu Rocío.
"Não é."
"E o que a gente faz se o povo...?", perguntou Yolanda.
"Foda-se o povo."
Ficamos um tempão sem falar nada, só curtindo a companhia uma do outro. Aí lembrei que ainda tinha algo pra confessar.
"A propósito, meninas... ontem à noite eu tive na casa da Ainhoa."
"Ah, é? E ela tentou te estuprar de novo ou foi voluntário dessa vez?", quis saber Rocío. Não tinha maldade nas palavras dela, só preocupação comigo.
"Foi voluntário."
"Cachorra sortuda...", disse Yolanda em voz alta.
"Vocês não Tão putas, hein?"
"Temos um namorado gostoso que toda mina quer, e tu não é de pedra. Além disso, não é como se tu fosse o único que já comeu outras…", continuou Yolanda.
"É, mas sei lá, já que eu tinha feito com a Alicia…"
"Qual é, isso não é competição", riu Rocío. "Não esquenta com o que fez ontem à noite. Melhor se preocupar com o que a gente vai fazer de manhã."
Nesse momento, Yolanda se levantou e foi até a porta da rua. Trancou a chave e colocou o ferrolho. Ninguém ia entrar e atrapalhar.
"Não quero que ninguém nos encha o saco", comentou com toda naturalidade, enquanto ia tirando a roupa. Vi a camiseta dela dar lugar ao sutiã, o short cair revelando a calcinha, mas logo nem a roupa íntima a cobria mais. Olhei pra Rocío, e ela tinha aproveitado pra se pelar também.
"Se a gente vai mesmo sair em público, isso tem que ser comemorado", comentou, e com a ajuda da prima, me deixaram nu. Eu deixei, claro. As mãos delas tocavam meu torso com cuidado enquanto tiravam minha camiseta. Desabotoaram minha calça com jeito, me dando um beijo no pau, ainda coberto pela cueca, mas já era excitante pra caralho.
"Querem um banho?", perguntou Yolanda.
Claro que queríamos. Fomos pro banheiro. Demorou um pouco pra chegar, porque Rocío insistia em andar colada nas minhas costas, e eu não soltava minha prima Yoli, mas era sinal de que tava tudo bem entre nós. Enchemos a banheira e entramos na água morna.
Por questão de espaço, eu sentei no meio, "atravessado", ou seja, na largura da banheira em vez do comprimento, com as pernas pra fora. Rocío se deitou do meu lado esquerdo, no comprido, e Yoli do direito. Passaram as pernas com cuidado por cima de mim, de um jeito que eu tinha fácil acesso pra passar as mãos nelas. Yoli aproveitou a proximidade pra começar a me punhetar. Devagar, porque tínhamos o dia todo pela frente.
"Isso é tipo um sonho", disse ela, enquanto o polegar… Acariciava minha glande.
"Pois é bem real", respondi. Me inclinei pra ela pra dar outro beijo.
"Na real, você ficou muito mal ontem depois que te pegaram", concordou Rocío.
"Ah, é verdade... a gente ficou no meio ontem...", falei. "Isso não tá nada certo", o gemido da minha prima quando comecei a acariciar suavemente os lábios da buceta dela. "Rocío, você se importa se eu terminar o que não consegui ontem?", adicionei, fingindo que não ouvia os suspiros da Yoli.
"Contanto que me deixe olhar... e depois eu também possa aproveitar..."
Com certa dificuldade, me virei, ficando de costas pra Rocío. Ela tinha facilidade pra olhar de onde estava, debruçada por cima do meu ombro, deixando os peitos firmes e os bicos duros encostando nas minhas costas, e Yoli conseguiu subir nas minhas pernas. Ela sentou no meu pau, mas não enfiou.
"Espera... não temos camisinha por perto...", lembrou.
Merda, era verdade. Podíamos fazer "a marcha à ré", mas na real isso aumentava o risco de engravidar. Mas Rocío interveio.
"Prima, tenho a pílula do dia seguinte. Podem fazer assim, sei que você tá querendo isso há tempos."
"Você teve ela todos esses dias?"
"Sim, mas não fica brava comigo, por favor. Achei que seria melhor usar só em ocasiões especiais, como hoje..."
Yoli concordou e levantou o quadril. Levantei meu pau e ela desceu de novo com cuidado. Sorriu. Estávamos unidos sem camisinha no meio. Coloquei as mãos nos quadris dela e começamos a nos mover. Fazer no pelo era muito melhor, sem dúvida. A bucetinha quente dela tava me deixando louco.Vamos… sem segurar… faz ela gritar de prazer— propôs Rocío no meu ouvido. E, claro, obedeci.
Segurei ela com mais força e meti mais rápido. Dava pra ver o prazer na cara dela, os olhos fechados se apertando a cada estocada de tesão. Via os dentes dela mordendo o lábio inferior, sentia meu pau deslizando dentro da buceta dela, me dando um puta prazer. Notei a Rocío atrás, me dando uns beijinhos leves mas excitantes no pescoço.
"Vou gozar... vou gozar...", gemeu Rocío.
"Eu... também... vou gozar"
"Juntos... juntos..."
Conseguimos. Jorrei uma porrada de leite dentro da xota dela enquanto ela, com um gemido agudo, me avisava que tinha gozado. Parei e a gente parou pra descansar. Yoli não se levantou. Ficou apoiada em cima de mim, ainda empalada no meu pau.
"Você gostou, Yoli?", perguntou minha prima Rocío.
"Demais... não é à toa que você gosta de fazer assim..."
"É uma diferença enorme, sim. Você devia ir pegar umas pílulas anticoncepcionais. Ia ser mais fácil."
"Vou no médico assim que voltarmos das férias."
"E agora, vai me deixar dar uma sentada nele?"
Yoli concordou. Sem muita pressa, se levantou. Meu pau não tinha murchado, porque continuar dentro dela me deixava muito excitado. Rocío só limpou um pouco meu pênis antes de se levantar na banheira, andar com cuidado na minha frente (e ao passar a perna por cima, me dar uma vista espetacular da buceta dela), e ocupou o lugar onde Yolanda estava.
"Não se mexe, primo", disse enquanto a buceta dela engolia todo o meu pau. "Sei que você tá cansado. Deixa comigo."
Ela piscou o olho pra mim e começou a cavalgar. Sinceramente, depois da primeira transa do dia, não me fazia mal que ela assumisse o controle. Subia e descia com energia, do jeito que ela sabia fazer. De um jeito muito apaixonado, e que mesmo assim, era carinhoso. Daquele jeito sentido. Ela me amava, assim como eu amava ela. Yoli olhava de trás com muito interesse.
"Me deixa...", disse Rocío. Pegou os pulsos de Yolanda com muita suavidade e os levou até os Peitos. Uma bela imagem. Yolanda parecia não se importar, mas notei que o sorriso da Rocío se alargava com aquilo. Ela tentou estimular os mamilos dela, e eu soube que ela gostava, porque senti o corpo dela se contorcendo de prazer.
"Vou gozar...", avisei.
"Então vai... goza dentro...", ela me incentivou.
Claro que não ia ser de outro jeito. Gozei que nem um bobo dentro dela, que não parou até ficar satisfeita. Ela soltou meu pau quando gozou, e ficaram um tempão olhando pra ele. Só por isso foi impossível broxar de novo. A atenção nele me deixava com tesão.
"Que pena não ter dois paus... assim podia dar prazer pra vocês sem ter que revezar", comentei.
"Ah, não precisa de dois paus pra nos dar prazer ao mesmo tempo", disse Rocío.
E ela tinha razão. Saímos da banheira, nos secamos, e voltamos pra cama. Estávamos especialmente tarados, mas ainda assim não tinha nada de sujo no que a gente fazia. Era nossa chance de praticar nosso amor livremente.
Rocío ficou de quatro, com a bunda e a buceta oferecidas pra mim, e mostrou pra Yolanda como se posicionar: de pé, com as pernas abertas, em cima dela. Entendi perfeitamente o que devia fazer. Estimulei um pouco a bocetinha da Rocío antes de penetrar ela de novo, e enquanto metia nela, me dediquei a chupar a buceta da Yolanda. Minha língua percorria as paredes vaginais dela, os lábios delicados, o clitóris excitante, enquanto meu pau deslizava contente dentro da Rocío, com a lubrificação da minha gozada de alguns minutos antes.
"Por favor, continua assim... mmmm, isso! Isso... ah... como é bom... adoro...", gemeu Yoli. "Te amo".
"Que lindo, declarar seu amor enquanto chupa a buceta dela", brincou Rocío, sem maldade, enquanto eu a fodia, mas mesmo assim dei um tapa na bunda dela. "Eu também te amo muito".
Tentei responder que também amava as duas, mas minha boca tava ocupada com a vagina da Rocío, então mal deu pra me entender, embora eu ache que elas devem ter sacado o que eu disse. Além disso, o fato de tentar falar daquele jeito deve ter agradado muito minha prima Yoli, já que ela se agarrou na minha cabeça pra não cair naquele momento. Mesmo assim, foi a primeira a cair derrotada na cama. Rocío, no entanto, me pediu pra parar, e naquela hora começou a chupar meu pau. Percebi que ela estava se masturbando.
“Porra, a prima… é boa demais…”, comentou Yolanda com inveja enquanto observava a técnica dela. Eu gozei naquele instante, enchendo a boquinha da minha prima. Ela se tensionou um pouco, senti a mão dela se mexendo estranho. Também tinha chegado lá.
“Vou te ensinar. Temos muito tempo pela frente”, afirmou sorrindo. “Você vai ser uma ninfomaníaca de primeira.”
Yolanda pareceu gostar da ideia.
“E por que você me fez…? Quer dizer, a gente podia ter terminado como sempre”, falei, já que não entendia por que ela tinha me mandado parar.
“Porque quero que você me dê um pouco de sexo oral agora, e não ia pedir isso logo depois de você gozar dentro”, explicou Rocío.
“Ah… obrigado”, falei. Realmente não tava a fim de provar o gosto da minha porra.
“E a Yoli pode ir chupando você enquanto isso.”
“E eu com isso?”, perguntou Yoli. “Eu também preciso… de um momento.”
Rocío baixou um pouco o olhar. Juntou as mãos. Yolanda parecia nervosa.
“Prima… você vai deixar eu chupar um pouquinho aí embaixo?”
“Você tá…!”, juro que Yolanda quis dizer “louca”, mas se segurou. Essa palavra era tabu na nossa nova relação. “Você não pode fazer isso!”
“Ah, não? Por quê?”, quis saber Rocío, bem séria.
Mas a Yoli não pareceu ter nenhum argumento contra. Finalmente, ela concordou.
“Você vai ter cuidado?”
“Sempre tenho. E ainda mais com você.”
A gente se deitou de lado na cama, formando um círculo com nossos corpos. Eu tinha na minha frente a buceta da Rocío, molhada, pronta pra receber minha língua lá dentro. Yolanda tinha meu pau na mão, dava pra sentir a respiração dela na minha glande. E claro, Rocío tava se segurando pra não se jogar de uma vez na xota da Yoli. que ela já estava totalmente oferecida.
“Se comportem”, foi a frase da Rocío antes de atacar primeiro. E eu soube que a Yoli ia aproveitar muito quando a ouvi gemer de um jeito bem erótico antes de conseguir engolir meu pau. Eu, da minha posição, pude ficar uns segundos contemplando a cena: uma daquelas deusas que eram minhas primas estava chupando a buceta da outra. Isso eu tinha sonhado.
Voltei a me concentrar no sabor dos suquinhos da Rocío. Eu amava. Era um gosto que dificilmente daria pra explicar com palavras, mas adorava percorrer ele com minha língua. Tenho que dizer que não sou contra pelos na virilha, mas ela estar depilada, mesmo que não completamente, facilitava muito o caminho da minha língua pela cavidade vaginal dela. Localizei o clitóris dela e me dediquei a estimular ele pelo que pareceu um minuto inteiro, antes de dar mais um minuto de descanso e depois atacar de novo.
Ao mesmo tempo, percebia que a Yoli estava tendo um pouco de dificuldade pra me chupar. A posição não era a mais confortável pra ela, mas sei que era por causa do prazer que ela tava recebendo da Rocío. Ela já tinha transado mais que a gente, inclusive com mulheres, e parecia saber exatamente como fazer um cunnilingus nela.
E mesmo assim, consegui que fosse ela a gozar primeiro. A Rocío parou um momento pra curtir o orgasmo dela, antes de soltar minha cabeça e continuar devorando a xereca da Yoli. Aproveitei pra me aproximar e ver como ela tava chupando.Espero que você possa me ensinar a fazer isso.—, falei. Ela assentiu e me mostrou um pouco como eu podia melhorar, e naquele momento gozei na boquinha da Yoli. Senti os lábios dela não largarem meu pau até eu gozar por completo. Me afastei pra deixar ela respirar quando terminei, e ela virou de barriga pra cima, enquanto a Rocío terminava o trabalho de chupar a buceta dela.
Rocío se deitou do lado da Yolanda. Brincou com o cabelo moreno dela. A mão da Yoli se enroscou nos cabelos ruivos da Rocío.
— Gostou?
— Muito… não fica ofendido, primo, mas ela… é uma profissional…
— Não fico ofendido — respondi.
— Se um dia você quiser repetir, posso fazer de novo. Não preciso que você me coma — prometeu Rocío. — Só de me deixar brincar já basta.
— Obrigada — sussurrou Yoli. — Quer que a gente se beije? — propôs.
Nem preciso dizer que a Rocío tava doida por aquilo, então não perdeu tempo e subiu em cima do corpo da Yoli, dessa vez mais relaxada, e começaram um beijo leve. Senti um arrepio no meu pau duro, e era a mão da Rocío me masturbando. Era muito erótico ver elas assim.
— Deixamos ele gozar em cima da gente? — propôs Yoli, numa pausa do beijo.
— Claro…garota suja, brincou Rocío, sem maldade.
Elas se levantaram para meu deleite e afastaram levemente os corpos. Gozei muito sobre os peitos e barrigas delas, e elas finalizaram minha excitação se limpando uma com a língua da outra.
"Acho que o primo já sonhou em nos ver assim", brincou Rocío.
"Isso é bom, serviu pra ele saber que a gente agrada ele", completou Yoli.
A gente tinha decidido comer, já que com a besteira toda o dia estava passando. Não complicamos muito a vida. Uma salada e macarrão de uma panela que a gente tinha guardado na geladeira. Levamos pra sala de jantar, e Yoli e eu sentamos.
"Vai ficar em pé?", perguntei pra Rocío.
"Não. Tava pensando... se posso sentar em cima de você..."
"Em-cima?"
Me surpreendeu ela dizer que queria ir dilatando o cu. Queria sexo anal. Mas Yoli não colocou impedimentos, então antes de começar, minha prima deixou cair um jato de saliva no meu pau, e sentou, se ajustando devagarzinho na minha vara. Não demorou muito pra ter ele todo dentro.
"Adoraria que você fosse sempre minha cadeira...", ela deixou escapar.
Eu aguentei a comida toda com aquela única penetração. Não falamos muito, mas naquele momento, as palavras já eram desnecessárias. A gente tinha dito tudo, estávamos felizes, no auge da alegria de começar um relacionamento com alguém que você realmente gosta e quer.
Assim que terminamos, voltamos pro quarto. Separei as nádegas da Rocío. Sem dúvida tinha deixado ela bem dilatada, como Yoli também conferiu. Enfiei e comecei a foder a bunda dela com cuidado.
"Primo... eu também quero", disse Yoli com voz de criança. "Você vai me dar?"
"Claro, meu amor... deita em cima da Rocío"
Ela fez um gesto de "ok" com a mão. Não duvidei que ela adoraria sentir o corpo da Yoli contra o dela. Então ela se deitou sobre Rocío, com os peitos nas costas da minha prima ruiva, e comecei a dilatar a bunda gostosa dela.
"Então você gostou de fazer pelo cu, hein, priminha?", soltou Rocío. "Fico feliz que seja É isso. Dá pra aproveitar muito, se fizerem com carinho e cuidado."
"Por isso gostei que ele fez isso em mim. A gente se dá muito carinho e com muito cuidado", disse ela, enquanto meu dedo ia abrindo caminho dentro do cu dela. Meu pau continuava comendo a Rocío com delicadeza. "Aproveitei muito."
Não demorou muito pra deixar o cu da minha prima preparado, então fiz o que me pediram: fui alternando. Comi a Yoli por uns minutos, até a Rocío cansar de esperar, e voltei pro cu dela. Não demorou pra Yolanda reclamar pedindo a parte dela. Eu entendia que aquilo era um jogo, mas me esforcei mesmo assim pra satisfazer as duas.
"Meninas, vou gozar..."
"Dentro de mim...", pediu a Yoli.
"Não dá bola... você sabe que quer gozar dentro de mim", completou a Rocío.
Naquela hora eu tava dentro do cu da Yolanda. Saí, e dei umas duas enfiadas no cu da Rocío. Me afastei rápido, e então gozei. Sujei os cuzinhos e as bucetas delas com meu esperma.
A gente não saiu de casa a tarde toda. Eu ainda devia um orgasmo pra cada uma... e a dívida continuou rolando até chegar a noite.Lamento informar que essa semana tive pouco tempo pra escrever, e na semana que vem vou ter menos ainda, então não sei quando vou conseguir publicar outro capítulo. Enquanto isso...Sara, namorada transexual(continuando)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especialDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso realizar essa tradução.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando),A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Caminhei pelas ruas da cidade. Pra ser sincero, tava bem longe de onde eu tava hospedado com meus primos. Andei uns cinco minutos, até que ouvi alguém me chamando de longe. Correndo na minha direção vinha meu primo Enrique. Ele parecia bem puto. E confirmei quando, sem aviso, ao chegar do meu lado, me deu um soco no ombro. Eu recuei.
“Cê ficou maluco?!”
“E VOCÊ? A NOITE INTEIRA FORA DEPOIS DE TER SUMIDO ASSIM!”
“Isso não te dá o direito de…”
“QUE DIREITO NÃO ME DÁ? SOU O MAIS VELHO DOS QUATRO. E VOCÊ DECIDE SUMIR SEM DAR EXPLICAÇÃO, DESLIGAR O CELULAR, E PASSAR A NOITE FORA DE CASA. PODIA TER MORRIDO, OU PODIAM TER FEITO ALGUMA MERDA CONTIGO.”
“Cê tá fazendo um escândalo…”, falei, ligando que tinha gente na rua que tinha parado pra nos olhar, e outros nos observavam das janelas.
“Ah, e isso te preocupa, seu idiota! Cê sabe a noite que a gente passou?”
“Precisava pensar.”
“Aaaah, o senhorzinho precisava pensar! Pensar em quem, imbecil?! Pensou na Rocío? Pensou na minha irmã? Elas ficaram a noite toda acordadas, preocupadas com você!”
“Não era isso que eu queria…”Não era isso que eu queria.— repetiu meu primo, zombando da minha desculpa esfarrapada. "Já vai pra casa falar com elas, senão eu te afundo a cabeça".
Caminhei em direção à casa com meu primo atrás. Tenho certeza absoluta de que ele tentava me fulminar com o olhar, mas, como não senti calor na nuca, soube que ele não tinha desenvolvido poderes pra me matar com um laser. Quando chegamos na nossa rua, ele parou.
"Você não vem?"
"Não, vou ver a Irene. Falei que passaria lá depois de caçar um imbecil".
"Valeu pelo elogio. Vai fundo e fode ela bem", respondi, abrindo a porta de casa.
Mal fechei a porta, duas figuras apareceram e fui envolvido por vários braços. Senti lágrimas nos meus ombros antes de conseguir distinguir os cabelos ruivo e castanho da Rocío e da Yolanda. Consegui olhar seus rostos. Me senti um merda por elas. Estavam com olheiras, sinal de noite mal dormida. Surpreendentemente, estavam vestidas de sair, o que me fez pensar que talvez tivessem saído à noite pra me procurar.
"Primo... você tá bem..." soluçou Rocío.
"Desculpa, desculpa... Não suma assim de novo", disse Yoli.
"Meninas, sou eu quem devia pedir desculpa... não devia ter ido embora desse jeito".
Com certo esforço, consegui que pelo menos fôssemos pro quarto. Lá, fiz elas sentarem e cuidei de limpá-las. Tirei as lágrimas com muito cuidado e ofereci lenços pra cada uma assoar o nariz. Elas pareciam tão delicadas naquele momento. Dava pra ver de verdade os sentimentos delas naquela situação. Aquilo tinha machucado elas. E eu tinha que lidar com isso.
"Ontem eu percebi... que você tava certo... desde o começo", gaguejou Rocío, tentando segurar o choro. "Quando vi a reação da Alicia".
"Isso tava errado. Mas a gente não te ouviu", continuou Yolanda.
"Entendemos que isso tem que acabar, mas...", Rocío começou a chorar de novo.
"Não nos deixe de lado... qualquer coisa, menos isso...", Yolanda também não conseguia evitar as lágrimas de novo. "Não se afaste. A gente aguenta você ficar com qualquer uma, mas não que você suma do nosso lado. Por favor"
"Isso não vai ser possível", falei.
O choro delas parou na hora. Ficaram geladas. E aí aproveitei o momento pra falar.
"Não pode ser porque eu nunca tive razão. Nem quando quis recusar fazer isso com vocês, nem quando fui embora ontem daquele jeito. Tava muito confuso quando vazei, mas agora as coisas estão claras. Eu amo vocês. E não tem nada que possa mudar isso. Por mais Alicias que apareçam, o que sinto por vocês nunca senti por ninguém antes."
Minhas primas pareciam não entender que eu tava falando aquilo. Obviamente esperavam o contrário.
"Mas vocês erraram em algo. Esconder a gente, isso foi a maior merda de tudo, o que podia ter afundado tudo. Não tenho medo. Mais não. E se continuarmos juntos, quero que a gente possa assumir."
"... Cê é louco", disse Yolanda, mas não conseguiu disfarçar um sorriso.
"Pode ser, mas foda-se. Amo vocês. Amo pra caralho. E não vou deixar que o que uma loira pense... Ou o que os outros possam pensar. Amo vocês."
E me joguei nelas. Tavam sentadas uma do lado da outra, então consegui derrubar as duas no colchão fácil. Não resistiram. Em cima delas, me abaixei pra beijar de leve os lábios da Yolanda. Fiz o mesmo com a Rocío. E comecei a me alternar entre uma e outra. Senti o gosto salgado das lágrimas que tinham derramado, mas tava nem aí.
"Me diz que isso não é um sonho... por favor", pediu Rocío.
"Não é."
"E o que a gente faz se o povo...?", perguntou Yolanda.
"Foda-se o povo."
Ficamos um tempão sem falar nada, só curtindo a companhia uma do outro. Aí lembrei que ainda tinha algo pra confessar.
"A propósito, meninas... ontem à noite eu tive na casa da Ainhoa."
"Ah, é? E ela tentou te estuprar de novo ou foi voluntário dessa vez?", quis saber Rocío. Não tinha maldade nas palavras dela, só preocupação comigo.
"Foi voluntário."
"Cachorra sortuda...", disse Yolanda em voz alta.
"Vocês não Tão putas, hein?"
"Temos um namorado gostoso que toda mina quer, e tu não é de pedra. Além disso, não é como se tu fosse o único que já comeu outras…", continuou Yolanda.
"É, mas sei lá, já que eu tinha feito com a Alicia…"
"Qual é, isso não é competição", riu Rocío. "Não esquenta com o que fez ontem à noite. Melhor se preocupar com o que a gente vai fazer de manhã."
Nesse momento, Yolanda se levantou e foi até a porta da rua. Trancou a chave e colocou o ferrolho. Ninguém ia entrar e atrapalhar.
"Não quero que ninguém nos encha o saco", comentou com toda naturalidade, enquanto ia tirando a roupa. Vi a camiseta dela dar lugar ao sutiã, o short cair revelando a calcinha, mas logo nem a roupa íntima a cobria mais. Olhei pra Rocío, e ela tinha aproveitado pra se pelar também.
"Se a gente vai mesmo sair em público, isso tem que ser comemorado", comentou, e com a ajuda da prima, me deixaram nu. Eu deixei, claro. As mãos delas tocavam meu torso com cuidado enquanto tiravam minha camiseta. Desabotoaram minha calça com jeito, me dando um beijo no pau, ainda coberto pela cueca, mas já era excitante pra caralho.
"Querem um banho?", perguntou Yolanda.
Claro que queríamos. Fomos pro banheiro. Demorou um pouco pra chegar, porque Rocío insistia em andar colada nas minhas costas, e eu não soltava minha prima Yoli, mas era sinal de que tava tudo bem entre nós. Enchemos a banheira e entramos na água morna.
Por questão de espaço, eu sentei no meio, "atravessado", ou seja, na largura da banheira em vez do comprimento, com as pernas pra fora. Rocío se deitou do meu lado esquerdo, no comprido, e Yoli do direito. Passaram as pernas com cuidado por cima de mim, de um jeito que eu tinha fácil acesso pra passar as mãos nelas. Yoli aproveitou a proximidade pra começar a me punhetar. Devagar, porque tínhamos o dia todo pela frente.
"Isso é tipo um sonho", disse ela, enquanto o polegar… Acariciava minha glande.
"Pois é bem real", respondi. Me inclinei pra ela pra dar outro beijo.
"Na real, você ficou muito mal ontem depois que te pegaram", concordou Rocío.
"Ah, é verdade... a gente ficou no meio ontem...", falei. "Isso não tá nada certo", o gemido da minha prima quando comecei a acariciar suavemente os lábios da buceta dela. "Rocío, você se importa se eu terminar o que não consegui ontem?", adicionei, fingindo que não ouvia os suspiros da Yoli.
"Contanto que me deixe olhar... e depois eu também possa aproveitar..."
Com certa dificuldade, me virei, ficando de costas pra Rocío. Ela tinha facilidade pra olhar de onde estava, debruçada por cima do meu ombro, deixando os peitos firmes e os bicos duros encostando nas minhas costas, e Yoli conseguiu subir nas minhas pernas. Ela sentou no meu pau, mas não enfiou.
"Espera... não temos camisinha por perto...", lembrou.
Merda, era verdade. Podíamos fazer "a marcha à ré", mas na real isso aumentava o risco de engravidar. Mas Rocío interveio.
"Prima, tenho a pílula do dia seguinte. Podem fazer assim, sei que você tá querendo isso há tempos."
"Você teve ela todos esses dias?"
"Sim, mas não fica brava comigo, por favor. Achei que seria melhor usar só em ocasiões especiais, como hoje..."
Yoli concordou e levantou o quadril. Levantei meu pau e ela desceu de novo com cuidado. Sorriu. Estávamos unidos sem camisinha no meio. Coloquei as mãos nos quadris dela e começamos a nos mover. Fazer no pelo era muito melhor, sem dúvida. A bucetinha quente dela tava me deixando louco.Vamos… sem segurar… faz ela gritar de prazer— propôs Rocío no meu ouvido. E, claro, obedeci.
Segurei ela com mais força e meti mais rápido. Dava pra ver o prazer na cara dela, os olhos fechados se apertando a cada estocada de tesão. Via os dentes dela mordendo o lábio inferior, sentia meu pau deslizando dentro da buceta dela, me dando um puta prazer. Notei a Rocío atrás, me dando uns beijinhos leves mas excitantes no pescoço.
"Vou gozar... vou gozar...", gemeu Rocío.
"Eu... também... vou gozar"
"Juntos... juntos..."
Conseguimos. Jorrei uma porrada de leite dentro da xota dela enquanto ela, com um gemido agudo, me avisava que tinha gozado. Parei e a gente parou pra descansar. Yoli não se levantou. Ficou apoiada em cima de mim, ainda empalada no meu pau.
"Você gostou, Yoli?", perguntou minha prima Rocío.
"Demais... não é à toa que você gosta de fazer assim..."
"É uma diferença enorme, sim. Você devia ir pegar umas pílulas anticoncepcionais. Ia ser mais fácil."
"Vou no médico assim que voltarmos das férias."
"E agora, vai me deixar dar uma sentada nele?"
Yoli concordou. Sem muita pressa, se levantou. Meu pau não tinha murchado, porque continuar dentro dela me deixava muito excitado. Rocío só limpou um pouco meu pênis antes de se levantar na banheira, andar com cuidado na minha frente (e ao passar a perna por cima, me dar uma vista espetacular da buceta dela), e ocupou o lugar onde Yolanda estava.
"Não se mexe, primo", disse enquanto a buceta dela engolia todo o meu pau. "Sei que você tá cansado. Deixa comigo."
Ela piscou o olho pra mim e começou a cavalgar. Sinceramente, depois da primeira transa do dia, não me fazia mal que ela assumisse o controle. Subia e descia com energia, do jeito que ela sabia fazer. De um jeito muito apaixonado, e que mesmo assim, era carinhoso. Daquele jeito sentido. Ela me amava, assim como eu amava ela. Yoli olhava de trás com muito interesse.
"Me deixa...", disse Rocío. Pegou os pulsos de Yolanda com muita suavidade e os levou até os Peitos. Uma bela imagem. Yolanda parecia não se importar, mas notei que o sorriso da Rocío se alargava com aquilo. Ela tentou estimular os mamilos dela, e eu soube que ela gostava, porque senti o corpo dela se contorcendo de prazer.
"Vou gozar...", avisei.
"Então vai... goza dentro...", ela me incentivou.
Claro que não ia ser de outro jeito. Gozei que nem um bobo dentro dela, que não parou até ficar satisfeita. Ela soltou meu pau quando gozou, e ficaram um tempão olhando pra ele. Só por isso foi impossível broxar de novo. A atenção nele me deixava com tesão.
"Que pena não ter dois paus... assim podia dar prazer pra vocês sem ter que revezar", comentei.
"Ah, não precisa de dois paus pra nos dar prazer ao mesmo tempo", disse Rocío.
E ela tinha razão. Saímos da banheira, nos secamos, e voltamos pra cama. Estávamos especialmente tarados, mas ainda assim não tinha nada de sujo no que a gente fazia. Era nossa chance de praticar nosso amor livremente.
Rocío ficou de quatro, com a bunda e a buceta oferecidas pra mim, e mostrou pra Yolanda como se posicionar: de pé, com as pernas abertas, em cima dela. Entendi perfeitamente o que devia fazer. Estimulei um pouco a bocetinha da Rocío antes de penetrar ela de novo, e enquanto metia nela, me dediquei a chupar a buceta da Yolanda. Minha língua percorria as paredes vaginais dela, os lábios delicados, o clitóris excitante, enquanto meu pau deslizava contente dentro da Rocío, com a lubrificação da minha gozada de alguns minutos antes.
"Por favor, continua assim... mmmm, isso! Isso... ah... como é bom... adoro...", gemeu Yoli. "Te amo".
"Que lindo, declarar seu amor enquanto chupa a buceta dela", brincou Rocío, sem maldade, enquanto eu a fodia, mas mesmo assim dei um tapa na bunda dela. "Eu também te amo muito".
Tentei responder que também amava as duas, mas minha boca tava ocupada com a vagina da Rocío, então mal deu pra me entender, embora eu ache que elas devem ter sacado o que eu disse. Além disso, o fato de tentar falar daquele jeito deve ter agradado muito minha prima Yoli, já que ela se agarrou na minha cabeça pra não cair naquele momento. Mesmo assim, foi a primeira a cair derrotada na cama. Rocío, no entanto, me pediu pra parar, e naquela hora começou a chupar meu pau. Percebi que ela estava se masturbando.
“Porra, a prima… é boa demais…”, comentou Yolanda com inveja enquanto observava a técnica dela. Eu gozei naquele instante, enchendo a boquinha da minha prima. Ela se tensionou um pouco, senti a mão dela se mexendo estranho. Também tinha chegado lá.
“Vou te ensinar. Temos muito tempo pela frente”, afirmou sorrindo. “Você vai ser uma ninfomaníaca de primeira.”
Yolanda pareceu gostar da ideia.
“E por que você me fez…? Quer dizer, a gente podia ter terminado como sempre”, falei, já que não entendia por que ela tinha me mandado parar.
“Porque quero que você me dê um pouco de sexo oral agora, e não ia pedir isso logo depois de você gozar dentro”, explicou Rocío.
“Ah… obrigado”, falei. Realmente não tava a fim de provar o gosto da minha porra.
“E a Yoli pode ir chupando você enquanto isso.”
“E eu com isso?”, perguntou Yoli. “Eu também preciso… de um momento.”
Rocío baixou um pouco o olhar. Juntou as mãos. Yolanda parecia nervosa.
“Prima… você vai deixar eu chupar um pouquinho aí embaixo?”
“Você tá…!”, juro que Yolanda quis dizer “louca”, mas se segurou. Essa palavra era tabu na nossa nova relação. “Você não pode fazer isso!”
“Ah, não? Por quê?”, quis saber Rocío, bem séria.
Mas a Yoli não pareceu ter nenhum argumento contra. Finalmente, ela concordou.
“Você vai ter cuidado?”
“Sempre tenho. E ainda mais com você.”
A gente se deitou de lado na cama, formando um círculo com nossos corpos. Eu tinha na minha frente a buceta da Rocío, molhada, pronta pra receber minha língua lá dentro. Yolanda tinha meu pau na mão, dava pra sentir a respiração dela na minha glande. E claro, Rocío tava se segurando pra não se jogar de uma vez na xota da Yoli. que ela já estava totalmente oferecida.
“Se comportem”, foi a frase da Rocío antes de atacar primeiro. E eu soube que a Yoli ia aproveitar muito quando a ouvi gemer de um jeito bem erótico antes de conseguir engolir meu pau. Eu, da minha posição, pude ficar uns segundos contemplando a cena: uma daquelas deusas que eram minhas primas estava chupando a buceta da outra. Isso eu tinha sonhado.
Voltei a me concentrar no sabor dos suquinhos da Rocío. Eu amava. Era um gosto que dificilmente daria pra explicar com palavras, mas adorava percorrer ele com minha língua. Tenho que dizer que não sou contra pelos na virilha, mas ela estar depilada, mesmo que não completamente, facilitava muito o caminho da minha língua pela cavidade vaginal dela. Localizei o clitóris dela e me dediquei a estimular ele pelo que pareceu um minuto inteiro, antes de dar mais um minuto de descanso e depois atacar de novo.
Ao mesmo tempo, percebia que a Yoli estava tendo um pouco de dificuldade pra me chupar. A posição não era a mais confortável pra ela, mas sei que era por causa do prazer que ela tava recebendo da Rocío. Ela já tinha transado mais que a gente, inclusive com mulheres, e parecia saber exatamente como fazer um cunnilingus nela.
E mesmo assim, consegui que fosse ela a gozar primeiro. A Rocío parou um momento pra curtir o orgasmo dela, antes de soltar minha cabeça e continuar devorando a xereca da Yoli. Aproveitei pra me aproximar e ver como ela tava chupando.Espero que você possa me ensinar a fazer isso.—, falei. Ela assentiu e me mostrou um pouco como eu podia melhorar, e naquele momento gozei na boquinha da Yoli. Senti os lábios dela não largarem meu pau até eu gozar por completo. Me afastei pra deixar ela respirar quando terminei, e ela virou de barriga pra cima, enquanto a Rocío terminava o trabalho de chupar a buceta dela.
Rocío se deitou do lado da Yolanda. Brincou com o cabelo moreno dela. A mão da Yoli se enroscou nos cabelos ruivos da Rocío.
— Gostou?
— Muito… não fica ofendido, primo, mas ela… é uma profissional…
— Não fico ofendido — respondi.
— Se um dia você quiser repetir, posso fazer de novo. Não preciso que você me coma — prometeu Rocío. — Só de me deixar brincar já basta.
— Obrigada — sussurrou Yoli. — Quer que a gente se beije? — propôs.
Nem preciso dizer que a Rocío tava doida por aquilo, então não perdeu tempo e subiu em cima do corpo da Yoli, dessa vez mais relaxada, e começaram um beijo leve. Senti um arrepio no meu pau duro, e era a mão da Rocío me masturbando. Era muito erótico ver elas assim.
— Deixamos ele gozar em cima da gente? — propôs Yoli, numa pausa do beijo.
— Claro…garota suja, brincou Rocío, sem maldade.
Elas se levantaram para meu deleite e afastaram levemente os corpos. Gozei muito sobre os peitos e barrigas delas, e elas finalizaram minha excitação se limpando uma com a língua da outra.
"Acho que o primo já sonhou em nos ver assim", brincou Rocío.
"Isso é bom, serviu pra ele saber que a gente agrada ele", completou Yoli.
A gente tinha decidido comer, já que com a besteira toda o dia estava passando. Não complicamos muito a vida. Uma salada e macarrão de uma panela que a gente tinha guardado na geladeira. Levamos pra sala de jantar, e Yoli e eu sentamos.
"Vai ficar em pé?", perguntei pra Rocío.
"Não. Tava pensando... se posso sentar em cima de você..."
"Em-cima?"
Me surpreendeu ela dizer que queria ir dilatando o cu. Queria sexo anal. Mas Yoli não colocou impedimentos, então antes de começar, minha prima deixou cair um jato de saliva no meu pau, e sentou, se ajustando devagarzinho na minha vara. Não demorou muito pra ter ele todo dentro.
"Adoraria que você fosse sempre minha cadeira...", ela deixou escapar.
Eu aguentei a comida toda com aquela única penetração. Não falamos muito, mas naquele momento, as palavras já eram desnecessárias. A gente tinha dito tudo, estávamos felizes, no auge da alegria de começar um relacionamento com alguém que você realmente gosta e quer.
Assim que terminamos, voltamos pro quarto. Separei as nádegas da Rocío. Sem dúvida tinha deixado ela bem dilatada, como Yoli também conferiu. Enfiei e comecei a foder a bunda dela com cuidado.
"Primo... eu também quero", disse Yoli com voz de criança. "Você vai me dar?"
"Claro, meu amor... deita em cima da Rocío"
Ela fez um gesto de "ok" com a mão. Não duvidei que ela adoraria sentir o corpo da Yoli contra o dela. Então ela se deitou sobre Rocío, com os peitos nas costas da minha prima ruiva, e comecei a dilatar a bunda gostosa dela.
"Então você gostou de fazer pelo cu, hein, priminha?", soltou Rocío. "Fico feliz que seja É isso. Dá pra aproveitar muito, se fizerem com carinho e cuidado."
"Por isso gostei que ele fez isso em mim. A gente se dá muito carinho e com muito cuidado", disse ela, enquanto meu dedo ia abrindo caminho dentro do cu dela. Meu pau continuava comendo a Rocío com delicadeza. "Aproveitei muito."
Não demorou muito pra deixar o cu da minha prima preparado, então fiz o que me pediram: fui alternando. Comi a Yoli por uns minutos, até a Rocío cansar de esperar, e voltei pro cu dela. Não demorou pra Yolanda reclamar pedindo a parte dela. Eu entendia que aquilo era um jogo, mas me esforcei mesmo assim pra satisfazer as duas.
"Meninas, vou gozar..."
"Dentro de mim...", pediu a Yoli.
"Não dá bola... você sabe que quer gozar dentro de mim", completou a Rocío.
Naquela hora eu tava dentro do cu da Yolanda. Saí, e dei umas duas enfiadas no cu da Rocío. Me afastei rápido, e então gozei. Sujei os cuzinhos e as bucetas delas com meu esperma.
A gente não saiu de casa a tarde toda. Eu ainda devia um orgasmo pra cada uma... e a dívida continuou rolando até chegar a noite.Lamento informar que essa semana tive pouco tempo pra escrever, e na semana que vem vou ter menos ainda, então não sei quando vou conseguir publicar outro capítulo. Enquanto isso...Sara, namorada transexual(continuando)
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