Beleza... já nem sei mais se escrevo essas histórias pra mim ou pra vocês lerem. Se alguém se divertir com elas, já fico feliz. Isso aconteceu há quase 10 anos... Eu tinha 18 anos e, naquela época, mesmo não tendo muita experiência sexual — porque eu era um cara que as gatinhas achavam bonitinho, mas não o suficiente pra querer me comer, coisa que depois mudou, sorte minha!!! —, bom, como eu tava dizendo, mesmo tendo que lidar com essa condição, já naquela idade eu carregava um mundo nas costas. Já tinha cruzado o Atlântico sozinho e morava na Espanha, depois de ir conhecer meu pai e as coisas não saírem como a gente esperava. Segui meu caminho e deixei ele com a vida dele.
Acontece que, na mesma cidade, moravam uns amigos de infância, muito amigos mesmo. O mais velho se estabeleceu primeiro e depois trouxe a família toda. Eu morei um tempo com eles, claro, me conheciam desde moleque. A família era grande: os dois filhos com as mulheres, a mãe, o pai e eu, um hóspede inesperado. Me abrigaram por uns meses até eu seguir meu rumo e quase percorrer toda a "madre pátria". Mas o mais velho era muito putanheiro e, mesmo a mulher dele sendo uma gostosa — uma morena infernal —, não bastava pra ele. Sempre arrumava briga pra poder escapar e ir atrás de putas ou dançar pra exatamente caçar putas... kkkk. Claro, se eu tava na casa dele, ele me chamava: "Vamos!", e eu, que não parava quieto, vivia na rua e também atrás de todo tipo de mulher, não dizia não.
Umas vezes a gente ia pros poligonos industriais atrás de prostitutas que ele pagava e eu aproveitava. Que mulheres lindas, as romenas! Era essas que eu queria, e sempre me divertia com aquelas bonecas gostosas, colocando elas de quatro no banco de trás enquanto ele, no banco da frente, fazia a parte dele. Um dia ele conheceu outro uruguaio e me convidaram. Eu, um moleque de 18 anos recém-feitos, com eles dois já beirando os 30, 30 e poucos, fui. Quando a gente chegou no baile, saiu um grupo de coroas de quarenta e poucos comentando: "Que pena que já vamos embora quando... Esses caras tão gostosos começaram a chegar... achei estranho, eles falaram algo e eu pensei "putas mais velhas, hein" kkk. Mas pra minha surpresa, tinha outro conhecido também uruguaio lá dentro esperando a gente. A gente se cumprimentou e sentou numa mesa. Nós quatro pedimos bebidas, e a garçonete, que era uma gostosa, se aproximou (ela era conhecida antiga do meu amigo). Eu, sem perder tempo, já cheguei nela, o que só fez todo mundo rir. Ela trouxe as bebidas e ficamos por ali, tinha divisórias pretas. Eu ainda não tinha sacado que aquele lugar era uma casa de swing. Daí dois dos meus amigos foram embora... e eu fiquei com o outro, que não quis gastar saliva me explicando tudo. Nisso, a garçonete chega e fala "me sigam". Eu ainda não entendia nada, o outro me olha e fala "vamos, vem". Eu segui ele, passamos por uma porta, e lá estava uma mulher – não, uma mulherão – de cabelo cacheado bem macio, alta, volumosa sem ser gorda, um espetáculo. Ela disse "vamos dançar um pouco". Ela estava acompanhada de um gordo veterano (era o marido dela). A gente dançou junto, fizemos um sanduíche nela... e a gente esfregou ela. Eu não tava acreditando, mas não queria perder aquela oportunidade. Nunca tinha ficado nu na frente de outro homem comendo uma mulher, mas isso pouco importava – era tanta vontade de meter e tirar que eu virei o macho preferido dela na noite. Rapidão, no calor do momento, fomos pra cama. Eu não tinha camisinha e fui buscar numa máquina no banheiro, voando voltei. Eles estavam pelados numa cama redonda, luz bem baixa, música bem alta, o marido num canto sentado olhando tudo. Meu "amigo" começou a chupar a buceta dela – deviam ser umas 2 da manhã. Eu me despi e tirei meu pau pra fora. Ela começou a chupar ele, muito gostoso. Ele colocou uma camisinha e começou a comer ela. Eu não acreditava no que tava acontecendo comigo. Enquanto ela gozava e mamava, eu não queria gozar, mas acabei – enchi a boca dela de porra, e ela saboreou. Ela disse que queria que eu comesse ela. Aos 18 anos, foi só ouvir isso e eu já tava duro que nem um ferro. De novo aquela mulher espetacular tava servida pra mim. Meu amigo gozou e foi embora, eu fiquei, coloquei a camisinha e entrei. Ela gemeu, me abraçou, eu comecei a serrar ela e meter com tudo. Ela tava gozando, me perguntou se eu tinha namorada e eu falei que sim... só pra falar alguma coisa. Ela disse que eu devia deixar ela louca, eu ri e continuei comendo ela. Pedi pra fazer a booty, ela disse que sim, mas devagar. Ela virou e ficou de quatro, levei a cabeça da pica até a booty. Aí o marido chegou perto pra iluminar com o celular e dando um tapinha nas minhas costas falou: "suave!" A cabeça entrou e depois entrou toda... com muito cuidado comecei a comer ela e ela a curtir. Ela gozava e eu sentia que ia gozar. Meti bem forte e explodi, abraçando ela e pegando nos peitos. Gozei dentro do cu. Aí passou outro terceiro... entravam não sei de onde. Tinha quartos do lado e todo mundo tava comendo. Eu larguei o outro e me recuperei. Aquela noite lembro que entrei às 2 da manhã e saí às 6, depois de ter comido ela a noite toda. Gozei mais de 4 vezes e por sorte meus amigos ainda tavam bebendo quando me viram voltar. Riam e perguntaram como foi, eu me senti todo um machão haha. Sentei e depois de um tempo fomos embora. Nunca vou esquecer aquela noite.
Acontece que, na mesma cidade, moravam uns amigos de infância, muito amigos mesmo. O mais velho se estabeleceu primeiro e depois trouxe a família toda. Eu morei um tempo com eles, claro, me conheciam desde moleque. A família era grande: os dois filhos com as mulheres, a mãe, o pai e eu, um hóspede inesperado. Me abrigaram por uns meses até eu seguir meu rumo e quase percorrer toda a "madre pátria". Mas o mais velho era muito putanheiro e, mesmo a mulher dele sendo uma gostosa — uma morena infernal —, não bastava pra ele. Sempre arrumava briga pra poder escapar e ir atrás de putas ou dançar pra exatamente caçar putas... kkkk. Claro, se eu tava na casa dele, ele me chamava: "Vamos!", e eu, que não parava quieto, vivia na rua e também atrás de todo tipo de mulher, não dizia não.
Umas vezes a gente ia pros poligonos industriais atrás de prostitutas que ele pagava e eu aproveitava. Que mulheres lindas, as romenas! Era essas que eu queria, e sempre me divertia com aquelas bonecas gostosas, colocando elas de quatro no banco de trás enquanto ele, no banco da frente, fazia a parte dele. Um dia ele conheceu outro uruguaio e me convidaram. Eu, um moleque de 18 anos recém-feitos, com eles dois já beirando os 30, 30 e poucos, fui. Quando a gente chegou no baile, saiu um grupo de coroas de quarenta e poucos comentando: "Que pena que já vamos embora quando... Esses caras tão gostosos começaram a chegar... achei estranho, eles falaram algo e eu pensei "putas mais velhas, hein" kkk. Mas pra minha surpresa, tinha outro conhecido também uruguaio lá dentro esperando a gente. A gente se cumprimentou e sentou numa mesa. Nós quatro pedimos bebidas, e a garçonete, que era uma gostosa, se aproximou (ela era conhecida antiga do meu amigo). Eu, sem perder tempo, já cheguei nela, o que só fez todo mundo rir. Ela trouxe as bebidas e ficamos por ali, tinha divisórias pretas. Eu ainda não tinha sacado que aquele lugar era uma casa de swing. Daí dois dos meus amigos foram embora... e eu fiquei com o outro, que não quis gastar saliva me explicando tudo. Nisso, a garçonete chega e fala "me sigam". Eu ainda não entendia nada, o outro me olha e fala "vamos, vem". Eu segui ele, passamos por uma porta, e lá estava uma mulher – não, uma mulherão – de cabelo cacheado bem macio, alta, volumosa sem ser gorda, um espetáculo. Ela disse "vamos dançar um pouco". Ela estava acompanhada de um gordo veterano (era o marido dela). A gente dançou junto, fizemos um sanduíche nela... e a gente esfregou ela. Eu não tava acreditando, mas não queria perder aquela oportunidade. Nunca tinha ficado nu na frente de outro homem comendo uma mulher, mas isso pouco importava – era tanta vontade de meter e tirar que eu virei o macho preferido dela na noite. Rapidão, no calor do momento, fomos pra cama. Eu não tinha camisinha e fui buscar numa máquina no banheiro, voando voltei. Eles estavam pelados numa cama redonda, luz bem baixa, música bem alta, o marido num canto sentado olhando tudo. Meu "amigo" começou a chupar a buceta dela – deviam ser umas 2 da manhã. Eu me despi e tirei meu pau pra fora. Ela começou a chupar ele, muito gostoso. Ele colocou uma camisinha e começou a comer ela. Eu não acreditava no que tava acontecendo comigo. Enquanto ela gozava e mamava, eu não queria gozar, mas acabei – enchi a boca dela de porra, e ela saboreou. Ela disse que queria que eu comesse ela. Aos 18 anos, foi só ouvir isso e eu já tava duro que nem um ferro. De novo aquela mulher espetacular tava servida pra mim. Meu amigo gozou e foi embora, eu fiquei, coloquei a camisinha e entrei. Ela gemeu, me abraçou, eu comecei a serrar ela e meter com tudo. Ela tava gozando, me perguntou se eu tinha namorada e eu falei que sim... só pra falar alguma coisa. Ela disse que eu devia deixar ela louca, eu ri e continuei comendo ela. Pedi pra fazer a booty, ela disse que sim, mas devagar. Ela virou e ficou de quatro, levei a cabeça da pica até a booty. Aí o marido chegou perto pra iluminar com o celular e dando um tapinha nas minhas costas falou: "suave!" A cabeça entrou e depois entrou toda... com muito cuidado comecei a comer ela e ela a curtir. Ela gozava e eu sentia que ia gozar. Meti bem forte e explodi, abraçando ela e pegando nos peitos. Gozei dentro do cu. Aí passou outro terceiro... entravam não sei de onde. Tinha quartos do lado e todo mundo tava comendo. Eu larguei o outro e me recuperei. Aquela noite lembro que entrei às 2 da manhã e saí às 6, depois de ter comido ela a noite toda. Gozei mais de 4 vezes e por sorte meus amigos ainda tavam bebendo quando me viram voltar. Riam e perguntaram como foi, eu me senti todo um machão haha. Sentei e depois de um tempo fomos embora. Nunca vou esquecer aquela noite.
1 comentários - Minha primeira experiência swinger