Férias com meus primos (14)

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Capítulo 13

(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Era a Ainhoa, claro. Por algum motivo que eu não entendia, o olhar dela transbordava satisfação. Aquele tipo de olhar que esconde um “como eu adoro estar certa”. Ela sorriu. Impossível. Será que ela ficou sabendo? As pessoas já sabiam o que a gente tinha feito?

Isso era uma puta merda. Das grandes. Afinal, a gente tava de férias naquele povoado típico da Espanha onde não existe segredo e a fofoca corre mais rápido que pólvora. E se por acaso alguém entrasse em contato com nossos pais, eles saberiam que minhas primas e eu tínhamos transado entre a gente, o que equivalia a uma sentença de morte. E não to exagerando. Meus pais me matariam se meus tios não fizessem isso antes.

“Você não devia ter escolhido a Alicia”, disse Ainhoa, como se estivesse comentando o calor que tava fazendo. “Mas você não me ouviu. Na verdade, já esperava por isso.”

“E mesmo assim você tentou… pera, o que é isso de ‘já esperava por isso’?”

“Agora te explico. Olha. Isso chegou no meu celular há um tempinho.”

Ela pegou o celular. Mexeu um pouco, e tinha uma mensagem.

Da Alicia. 20:43. “ESSE FILHO DA PUTA COMEU OUTRA! 😞 FILHA D UMA VADIA . TIA DESCULPA”

“Foi a Tânia? Tenho certeza, essa aí adora um rala e rola mais que burro adora capim…”

“Pera, pera, pera. Tem um monte de coisa aqui que eu não tô entendendo. Como é que a Alicia te mandou essa mensagem? Quase vocês se pegaram na porrada outro dia lá em casa!”

Meu cérebro não conseguia processar tanta informação. Eu precisava esclarecer tudo. E Ainhoa ia me responder. Ela começou a andar enquanto falava, e eu me apressei pra acompanhar o passo dela.

“Alicia, Tânia e eu fomos amigas por muito tempo. Mas é foda, a idade… lá pelos treze a gente começou a se distanciar pra caralho… elas duas continuaram amigas, eu conheci outra galera… e quando a gente fez dezesseis, eu e a Alicia começamos a competir.”

“Competir?”

“Homens. Pra ver quem comia mais caras. E antes que você pergunte, sim, eu sou um ano mais velha que ela, mas repeti de ano faz tempo, e íamos na mesma classe. Então, dá pra imaginar a tensão quando a gente começou a se exibir pra conquistar os caras. Não tenho orgulho disso, viu.

Consegui imaginar perfeitamente ela mostrando seus encantos na sala de aula.

“Mas sempre tem uma diferença… é que ela é do tipo que se apaixona fácil. Quando ela transa com alguém, geralmente acha que tem uma conexão, que pode ficar com a pessoa, começar a namorar… eu sou mais realista, e quase todos os caras que conheci só queriam um ‘aqui te pego, aqui te fodo’ rapidinho.”

A história dela me surpreendeu. E o pior é que fazia sentido com a atitude que a Alicia teve comigo. Sim, a gente tava com um tesão do caralho e transou como loucos, mas ao mesmo tempo ela parecia entrar num clima de namorada. Talvez a reação dela tenha sido tão forte por causa disso. Porque ela esperava algo mais sério, formal… E descobriu que eu era um degenerado que tava comendo a prima dela assim que virava as costas.

“Só por curiosidade. Ela te pegou transando com a outra?”, ela perguntou. Eu assenti. “Porra. A cara dela deve ter sido épica.”

“É, verdade…” falei, tentando minimizar. “Mas o que você esperava?”

“Que você escolhesse ela, mas que alguma coisa ia foder tudo”, comentou ela. “Percebi que você é igual a ela.”

“Igual?”

“Vocês dois são uns românticos. Dela eu já sabia há muito tempo. E você, me desculpa falar, mas dava pra ver na sua cara quando a gente conversava que sua cabeça tava pensando em outra garota.”

“Nossa… Tava tão na cara assim?”

“Sim. E também percebi que a garota não era a Alicia assim que ela voltou e você continuou com a mesma atitude. Posso saber quem é?”

“Você não conhece. É uma da minha cidade.” Minhas primas moravam na mesma cidade que eu, então não era mentira.

“Entendi. Bom, então é isso. Você partiu o coração da Alicia por ter querido transar com ela em vez de aceitar uma foda sem compromisso comigo.”

“Valeu pela sinceridade.” Eu ironizei.
“Desculpa, mas eu adoro estar certa. Vocês, homens, são meio burrinhos pra entender os sinais. Isso já aconteceu com a Tania várias vezes…”
“Com a Tania?”, perguntei.
“Sim. Ela sempre viveu o oposto da Alicia. A Tania quer sexo, e já partiu o coração de vários caras que achavam que iam namorar com ela. Na real, acho que ela até evita foder com alguém se desconfia que o cara pode sentir algo por ela.”Isso explicaria por que ela te comeu rapidinho na casa dela. Porque era só algo físico., pensei.Mas isso não justifica você ser um porco que come as próprias primas.“Você se sente culpado…”

Eu nem tinha percebido que minha linguagem corporal tava gritando que eu não me sentia nada bem com a situação. Mas nem eu mesmo sabia direito de onde vinha essa culpa.

“Sim.”

“Típico de quem se apaixona fácil”, comentou Ainhoa. “Só por curiosidade, que cara a Alicia fez quando te viu com a outra?”

Tentei imitar a expressão que tinha visto no rosto da Alicia, e devia ter ficado realmente cômico, porque a gente começou a rir. A risada fez bem pra aliviar um pouco a tensão que eu tava acumulando.

“Sabe que eu vou embora amanhã?”, ela soltou de repente.

“Vai embora? Pra onde?”

“Pra França. Meus pais vão me levar pro resto das férias.”

“Ah, é? Que sorte, hein?”

“Demais. Mas como eu vejo que você ainda tem dificuldade pra entender as coisas, o que eu quero dizer é que a gente podia aproveitar essa noite.”

“Aproveitar? Você quer dizer…?”

“Transar, sim”, disse Ainhoa com um tom cansado. “Sério, a Alicia teve que te explicar pra te levar pra cama?” Quando desviei o olhar, ela sacou que foi exatamente assim. “Porra.”

“Mas depois do que aconteceu, você ainda quer fazer isso?”, perguntei sem entender nada.

“Fiquei bem puta. Mas não tô a fim de ficar sem te comer. Quem sabe se a gente vai se ver de novo um dia.”

Já tinha escurecido de vez enquanto a conversa rolava. Caminhamos até a casa dela. Aí percebi que não sabia onde ela morava. Mesma coisa com os pais dela, mesma coisa com os amigos, mesma coisa que ela me despisse e me jogasse na rua humilhado.

Acontece que ela tinha uma casinha alugada. Pelo que entendi, os pais dela tinham grana.Por ser um idiota, você recusou a chance de ter algo sério com uma gostosa.— disse meu cérebro mesquinho). Me surpreendi ao ver, na penumbra da sala, Juan e Marcos largados no sofá, pernas abertas, e pelo cheiro no ar, dormindo a ressaca depois de terem bebido álcool.

Passamos para o quarto dela e ela fechou a porta. Trancou o ferrolho. E ficamos de pé, esperando. Apesar do que tínhamos conversado, na hora do vamos ver a situação era tensa por causa do que tinha rolado. Uma rejeição marca fundo.

“Talvez a gente não tenha pensado muito claramente”, falei.

“Talvez. Porra, isso é ridículo”, respondeu ela.

E sem pensar muito, tirou a camiseta. Ela usava um sutiã de renda preta semitransparente. Não deu tempo de reparar em mais nada. Em seguida, tirou a calça. A calcinha dela combinava com o sutiã. Ela me olhou, como se esperasse uma avaliação. Mas, em vez disso, eu mesmo tirei minha camiseta e depois a calça. Bem revelador, já que minha cueca era elástica, dava pra ver perfeitamente que meu pau tava duro. Ainhoa sorriu.

“Gostei”, disse, e lambeu os lábios. “A gente continua?”

Continuamos. Tiramos a pouca roupa que ainda nos cobria. Minha imagem com meu pau apontando pra ela me pareceu ridícula em comparação com o corpo de deusa dela, com os mamilos duros e uma buceta que, mais do que depilada, parecia que nunca tinha tido pelo.

Nos aproximamos. Nos olhamos. Sabíamos o que ia rolar. Mas eu fui mais rápido. Deitei ela na própria cama dela e lambi a bucetinha dela. E, de fato, senti uma maciez na pele que parecia realmente reveladora. Ali não tinha crescido pelo. Continuei lambendo devagar até que, ao contrário, ela fechou as pernas atrás da minha cabeça, me prendendo.

“Aí, chupa… ah, porra, sim… deus… filho da puta, como é bom… ah…”

Me surpreendeu a linguagem suja dela. Mas mais me surpreendeu o fato de que me deixava com tesão. Nem com a Alicia tinha sido tão… puramente físico. A gente tava ali pra desabafar, pra transar até explodir de prazer. Eu em Naquele momento, eu ia comer a buceta dela e depois a gente continuaria fazendo obscenidades.

Saboreei a bocetinha salgada dela. Obedeci quando ela pediu "enfia os dedos... aaaah... eu gosto..." e fui alternando entre minha língua e minha mão entrando e saindo daquela umidade. Ela tava escorrendo fluidos, mas não me dava nojo nenhum. Só aumentava minha vontade de continuar fodendo, porque ela tinha que estar gostando pra ficar daquele jeito. Senti ela segurando minha cabeça com as mãos.

"Continua... sim... continua... sim... continua, sim... continua, si... continua, si, continua, sim, siiiiiiiiiim", ela exclamou finalmente quando gozou. Senti ela me apertar toda quando o corpo dela se tensionou, mas não desisti e continuei chupando a boceta dela um pouco mais até ela pedir pra eu parar. "Você é um filho da puta... chupa tão bem uma buceta e não quis fazer isso comigo até hoje. Você é mau."

"Valeu", eu falei. Minha língua tava meio seca depois de ter dado tudo ali embaixo. Mas ela já tratou de me recuperar, me beijando de boca aberta. Não era um beijo de amor. Era um beijo que dizia "me fode mais".

"Vamos ver... o que eu posso fazer com tudo isso?", ela perguntou enquanto começava a passar a mão em mim. Minha ereção não tinha baixado durante o oral nela, e tava saindo um pouco de líquido pré-gozo. Ela sentiu quando passou o polegar na cabeça do meu pau, e levou o dedo na boca pra chupar. "Tasty. E que bom, porque bateu uma fome."

E sem pensar muito, me chupou. Não quis perguntar como ela conseguia fazer garganta profunda logo de cara. Foda. Ela enfiou ele inteiro na boca de novo umas duas vezes antes de me mamar de boa. A língua dela batia contra meu pau. Os lábios dela sabiam apertar bem em todo o comprimento. E um arrepio gostoso me percorreu quando ela mostrou a habilidade de passar a boca roçando os dentes, sem me machucar em nenhum momento. Ela sabia mamar.

Mas um impulso me deu quando parei de sentir os dentes dela e comecei a mexer o quadril na direção dela. Ela levou as mãos pra trás enquanto continuava... degustando toda minha ereção. Era uma mistura entre ela chupar e eu foder a boca dela. Fiquei louco de prazer e gozei. Primeiro na boca dela, depois espirrando na cara dela, nos peitos dela. Odeio a expressão, mas ela me olhou como uma verdadeira puta satisfeita.

Ela se ofereceu pra repetir. Ainda era cedo… ou talvez não, mas eu não ligava. Eu tinha que ser assim. Comendo quem eu quisesse. Sem amarras. Sem emoções. Sem fazer algo tão impensável quanto usar minhas primas pra sentir prazer.

Então a gente se jogou na cama, deitados de lado, e começamos um 69. A buceta dela esmagava minha cabeça enquanto eu ficava enterrado entre as pernas dela pra alcançar a lagoa de prazer dela, onde eu me entretinha chupando o clitóris dela, enquanto ela fazia maravilhas no meu pau com a língua.

Minha visão ficava turva ali no meio. Era realmente bom o que a gente tava fazendo. Não me sentia mal. Tava gozando, ela também. As coisas tinham que ser assim, eu pensava, enquanto enchia pela segunda vez a boca da Ainhoa com meu esperma enquanto ela tinha um orgasmo nos meus lábios.

"Não é à toa que a Alicia ficou puta."

"O que isso tem a ver?", perguntei.

"É que se eu tivesse um garanhão como você por perto, não deixaria você sair por aí comendo outras. Ia querer você só pra mim, em exclusividade."

Fiquei vermelho, mas Ainhoa não me deu tempo de responder. Ela pegou uma caixa de camisinhas e começou a me masturbar com os pés. Aquilo foi estranho, mas mesmo assim… tinha algo especial. A técnica dela era meio tosca (sou um defensor ferrenho da masturbação com a mão… bom, ou com a boca), mas ajudou muito ver ela se apalpando os peitos com o papel da camisinha preso entre os dentes.

"Você gosta?", ela perguntou. Eu concordei. "Espero que valha a pena."

Quando ela achou que eu tava duro o suficiente, colocou a borrachinha no meu pau e não pensou duas vezes antes de montar em cima. Foi uma delícia ver ela subindo e descendo rápido no meu corpo. Que gostosa ela tava. Os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. com o movimento dela. Os gemidos dela me indicaram que ela também tava gostando.

"Adoro... como eu gosto... mexe um pouco mais..." obedeci. "Ah, sim... assim que eu gosto..."

Meus quadris se moviam levemente, mas pareciam ajudar ela a sentir prazer. Ainhoa gemia com um tom de voz cada vez mais agudo. E alto. Fiquei com medo de que a qualquer momento alguém pudesse entrar e nos ver assim, mas conforme meu orgasmo se aproximava, esse pensamento sumia.

"Você vai gozar? Consegue segurar um pouco?", pediu Ainhoa. Eu assenti, não muito seguro de conseguir cumprir a promessa, mas fiz o que pude. Tentei diminuir um pouco o ritmo pra ela ter tempo de chegar ao clímax. Por sorte, gozei e, uns momentos depois, ela também.

"Porra, Ainhoa... como você é boa, tia."

"Valeu, gato", disse ela enquanto se levantava, com muito cuidado. Se apoiou num móvel de gavetas, acho que daqueles pra guardar roupa íntima, e se olhou no espelho que tinha em cima do móvel. "Que cabelo bagunçado você me deixou", riu.

Começou a se pentear um pouco, porque o cabelo dela tinha ficado todo bagunçado de tanto transar igual doida. Quase me afundei de novo em pensamentos sombrios naquele "hiato", mas alguma coisa me impediu.

"Na verdade, não sei por que coloquei a camisinha em você... tomo pílula, e também tenho da do dia seguinte... podia ter metido sem. Mas enfim, acho que já é tar..."

Ia dizer que era tarde. Mas não foi. Um pensamento rápido passou pela minha cabeça. Levantei e me aproximei dela por trás. Minha roça roçou a bunda dela, mas não entrei por ali. Meu pau se posicionou debaixo da buceta dela, e com um empurrão da minha pelve, enfiei. Ela ficou sem palavras por um momento. Depois apoiou as mãos no vidro do espelho.

"Não para agora", pediu.

E assim, do jeito que estávamos, comecei a foder ela. Dava pra ver o reflexo da cara de prazer dela no espelho, assim como os peitos dela balançando, e até, pelo comprimento do espelho, dava pra ver meu próprio pau se enfiando na profundezas da buceta dela. Eu tava segurando na cintura dela, mas foi tentador demais pegar nos peitos dela. Adorava eles.

"Não brinca assim com... meus bicos", ela falou. Parecia que ela tava ficando excitada demais, então parei. "Idiota, não para de verdade..." ela pediu. Então voltei a brincar com os peitos dela à vontade, até o momento em que gozei. Fiquei mais um tempo dentro dela, me movendo mais devagar, até que ela também terminou.

Ela se deitou na cama, exausta. Eu me deitei do lado dela.

"Se quiser mais sexo, me acorda... ou não, faz do teu jeito", ela disse antes de cair no sono, exausta.Ela tá te autorizando a continuar comendo ela dormida, aproveita.”, pensei, minha mente de porca. Mas não fiz isso. Tentei dormir também.

E acordei no meio da noite. Ainhoa continuava dormindo do meu lado, com as pernas abertas, como se esperasse que eu começasse a foder ela nos sonhos. Mas o estranho daquilo era que na cama também estavam Rocío e Yolanda.

“Viu como ele deixou ela?”, perguntava Yolanda.

“Completamente satisfeita”.

“Mas…!”Mas como é que vocês entraram aqui?—, sussurrei, percebendo que seria perigoso acordar a Ainhoa com um grito.

— Você que sabe. Como a gente pode estar aqui, Yolanda?

— Devemos ter entrado pela janela. Ou talvez estivéssemos escondidas no armário da Ainhoa.

— Mas o mais provável é que a gente tenha passado a noite inteira com o primo, dentro da cabeça dele.

Então era um sonho. Isso explicaria por que elas estavam ali de calcinha e sutiã brancos numa boa. Mas por que eu não acordava? E por que elas estavam nos meus sonhos naquela noite?

— Vocês nem estão aqui… vão embora — ordenei. Queria voltar a dormir.

— Como você sabe que a gente não está aqui? — perguntou Yolanda.

— Porque vocês simplesmente não poderiam ter entrado.

— Bom, a gente pode verificar… se a gente não estiver aqui, eu não poderia fazer isso…

Para meu tesão, Rocío se abaixou de repente em direção à buceta exposta de Ainhoa. Esticou a língua, lambeu… e por acaso, naquele momento, ela suspirou. Minha respiração parou.

— Você tem razão, é bem gostosa — disse Rocío. — Não quer provar, Yoli?

— Não, obrigada. Só quero saber o que o primo quer — falou esta, bem séria. — Não gostei que ele tenha ido embora assim esta tarde.

— Eu também não.

— Me deixem em paz, vocês não são reais…

— Mas é como se fossemos. Porque você não deveria ter feito aquilo — soltou Yolanda.

— O que eu não deveria ter feito é ter fodido com vocês. É errado. Somos família. É uma aberração.

— A gente te ama. Já falamos isso várias vezes — disse Rocío. — Você só precisa aceitar seus sentimentos.

— Eu aceitei. E olha no que deu. Viramos uns degenerados que… tô fora de discutir.

— Então termina com a gente — falou Rocío. — Vai em frente. A gente não está aqui, certo? Assim você pode praticar para amanhã…

— Isso. Fala pra gente agora — concordou Yolanda. — Vai. Diz.

Abri a boca. E fechei. Tentei de novo. Mas não consegui. Não era capaz. Nem dentro da minha cabeça. Não queria terminar com elas, mesmo aquilo sendo errado. E pude sentir o corpo das minhas primas se encostando no meu. Se elas não estivessem ali, o sonho era realmente vívido.

“Você não faz porque não quer. Tem que aceitar a realidade e ser feliz, primo”

“E assim você vai nos fazer felizes. Estamos esperando por você, bobo. Queremos um relacionamento de verdade.”

“Mas é errado…”

“E isso importa? Se você não machuca ninguém e te faz feliz, o que tem de errado? Uma coisa assim não pode ser errada.”

Senti os lábios da Rocío contra os meus. Depois os da Yolanda. Fechei os olhos um segundo… e no instante seguinte elas tinham sumido.

“Mmm…”, um barulho me indicou que a Ainhoa estava acordada. Ou meio acordada. “Que horas são?”

“Cedo. Dorme…”, falei.

“Não consegue dormir? Espera…”

E ela virou pra mim. Sem se mexer quase, virou a cabeça pra alcançar meu pau e começou a chupar.

“Me ajuda… tô com sono”, ela pediu.

Normalmente eu teria mandado ela dormir, mas a noite toda estava tão bizarra que, em vez disso, eu fiz o que ela queria e comecei a foder a boquinha dela. Ela ficou imóvel, mas de vez em quando mexia a língua e entreabria os olhos pra mostrar que ainda tava ligada no que rolava. Eu abafei um gemido quando gozei.

“Perfeito… não tinha tomado a porra do leite antes de dormir…”, comentou, e dormiu de novo.

No dia seguinte, ela acordou antes de mim. Me surpreendi ao vê-la de calcinha e sutiã, na frente do espelho de novo.

“Bom dia. Desculpa a pressa, mas é que vão me buscar daqui a uma hora, sabe?”, ela disse.

“Ah, bom… então isso é um adeus…”

“É. Mas se vocês voltarem ano que vem, espero que não se importe de repetir. E de chamar seu primo, fiquei com vontade de um ménage.”

Aquela frase me chocou pra caralho, já que eu mal tava acordando.

“A propósito, você sonhou com a garota que você ama ontem à noite?”, ela perguntou enquanto vestia uma minissaia.

“Bom, sim…”

“Normal. Olha, vou te dar um conselho. Fala o que sente. Sê feliz com ela. Eu só fui Assim, tão a fim de um cara uma vez, e ele também me queria, mas… demorei pra falar pra ele e ele já tinha começado a sair com outra”.
Topei o conselho dela como pude, enquanto meu cérebro começava a funcionar. Mas eu já tinha tomado uma decisão. A situação que eu tinha com minhas primas não dava pra continuar do jeito que tava.E como sempre, meus outros contos pra animar a espera ;)

Sara, namorada transexual(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especialDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.,Tô de putaria com minha ex… e minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga

A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu

6 comentários - Férias com meus primos (14)

Madre mía, estoy flipando 😂😂😂 muy bueno, no puedo esperar al siguiente👌👌👌
Será pronto 😉
tremendo.. a armarse de paciencia y esperar el capitulo siguiente + 10
Muchas gracias 😃
Que les dirá a las primas??? Estoy muy curioso +10
Pues les dije que 😶😶😶😶😶
Sabía que era Ainhoa! Que placer de relato y que rara la situación del ¿"sueño"?.. Excelente, al igual que los anteriores.. Sigue así!
Un sueño despierto que se le llama, muchas gracias 😉
Gran relato, espero el próximo con ansias
Espero tenerlo el lunes 🤔
Pero qué bien relato!!!! Ya, por favor la próxima parte!!! Felicitaciones
Gracias 😃 Un poco de paciencia 😀