Turista maduro e sua esposa recatada

Como já contei, tempos atrás, meu marido, Martín, viajante comercial e um cara bacana, com o passar dos anos de casados, no sexo, ficou muito previsível e repetitivo. Até que descobri que ele era assim comigo, mas não com minha amiga Liliana – ela me contou, sem rodeios, o encontro dela com ele (e eu relatei isso aqui mesmo no fórum) –.

Fiquei na dúvida por um tempo se jogava na cara dele essa diferença: sem graça e sem tesão comigo, mas ardente, ousado e cheio de fogo com minha amiga.

Na noite do meu aniversário, depois que parentes e amigos foram embora:

– Ufaaa Martín, vou tomar um banho antes de dormir.

– Beleza, te espero!!! Sai do banho sem calcinha, gostosa, que vou te dar outro presente de aniversário. –

“É agora”, pensei comigo. Encarei ele bem nos olhos e:

– Tomara que seja pelo menos metade do tesão que você deu pra Liliana em Mar del Plata, né!!!

Ele não esperava por essa. Ficou sem reação por um tempão.

– Que … cê tá dizendo? Como …?

– Ela me contou tudinho, bem detalhado. –

Pra não me alongar nessa introdução do relato de hoje, depois de fazer ele se virar pra se safar da situação, confessei que também tinha traído ele.

No fim, os dois aceitamos:

* nossa parte da “culpa” no esfriamento da parada na nossa cama e
* manter o “status quo”, ou seja, não nos privar de curtir eventuais futuros “rolos” extraconjugais. Com discrição e segredo entre a gente e, claro, pros outros.

Naquela noite, começamos a “recuperar” a paixão na nossa relação carnal até, em pouco tempo, voltar ao auge.

Nem naquele dia, nem antes, nem depois, pensamos em compartilhar experiências ao mesmo tempo.

Essa que conto agora aconteceu sem eu procurar.

Deixei meus filhos com minha mãe, aproveitei uns dias de férias pendentes e acompanhei o Martín numa viagem de trabalho pra uma cidade na fronteira com o Uruguai.

Lá, conhecemos por acaso um casal de meia-idade, Manuel e Flávia, que estavam morava no mesmo prédio de apartamentos (de aluguel temporário) que a gente e a gente acabou criando uma amizade. Saíamos à noite pra explorar a cidade, jantar e tomar uns drinks.
Ele tinha lá seus cinquenta e poucos anos e ela um pouco menos. Os dois com corpos, aparência e jeito muito agradáveis.
No terceiro dia, já num nível de intimidade maior, as conversas incluíam piadas e insinuações sexuais. Martín soltou uma menção meio velada do que fazia comigo e como eu era boa. Eles ficaram vermelhos, riram e disseram que não chegavam a fazer essas coisas.
Sozinhos, naquela noite, ele comentou que se sentia muito à vontade na companhia do casal e perguntou o que eu achava. Falei que estava encantada.
Ele não fez nenhuma alusão a troca de casais.
Na noite seguinte, durante o jantar num restaurante à beira do rio e depois de umas boas doses de vinho, Martín, pra minha surpresa, esquentou o clima soltando, como comentário, que achava eles um bom par pra fazer uma festa privada, já que tinha reparado que Manuel me olhava muito e que ele sentia “um não sei quê” pela Flavia, tão recatada no assunto sexo.
Ela, a princípio meio contrariada com a conversa, acabou sendo levada pelo marido, que rapidamente “embarcou” na brincadeira, dizendo que eu olhava mais do que o normal pra ele e que a mulher dele, apesar de ser tão antiquada, observava Martín sem discrição.
— O que você tá dizendo, Manuel? Pelo amor de Deus, cê tá bêbado?
— “In vino veritas” ou, em português, “no vinho está a verdade” — respondeu Martín.
Rimos, Flavia incluída, toda corada. E Martín assumiu que eu apoiava a ideia indecente dele e que nossos amigos “olhavam com carinho” pra ela.
Quando voltamos pro prédio, na porta do nosso apartamento, meu marido apertou mais:
— Vocês veem filmes pornô?
Manuel, rindo, disse que já viu alguma vez, mas que não colocavam em prática o que os atores faziam neles.
— Que pena que não trouxemos nenhum aqui!!! Mas que tal se Passamos e fechamos a noite com um cafezinho ou um último drink?
Flávia concordou com um leve aceno de cabeça.
Uma vez lá dentro, sentamos na sala. Quase de imediato, Martín levou Flávia pra cozinha, com a desculpa de prepararem o café juntos – obviamente pra ficar a sós com ela e me deixar sozinha com Manuel. Achei que ele ia aproveitar pra se insinuar, mas ele se desculpou e foi pro banheiro perto, deixando a porta levemente entreaberta.
Instantes depois, ouvi o "estrondo" de um jorro caudaloso caindo na água do vaso. A imagem de uma "mangueira" poderosa veio na minha cabeça. Junto com o porte viril, o corpo corpulento e bem proporcionado, o peito peludo que aparecia pela camisa, o rosto masculino atraente, o cabelo curto grisalho e um volume nada desprezível na virilha que se marcava bem quando ele voltou a se sentar, me deixou toda molhada só de imaginar ele pelado.
Servidas as quatro xícaras e outras tantas doses de licor do minibar, a conversa continuou no mesmo clima da noite toda. Martín, já solto, começou a mandar indiretas e esquentar o ambiente perguntando, em tom de brincadeira – embora eu suspeitasse que era bem sério – se eles topavam se divertir de verdade.
Os dois riram, porque o vinho e as doses já tinham deixado eles desinibidos. Martín, diante da não recusa, mandou Manuel sentar no sofá comigo e ele ocupou o lugar ao lado de Flávia noutro sofá.
Ela ficou vermelha, ainda mais quando o novo "vizinho" ameaçou acariciar os peitos dela. – O que cê tá fazendo, tá louco…? Na frente deles…? –
Me perguntei se ele já não tinha apalpado eles na cozinha.
A ameaça virou apalpação de verdade quando a mão invasora entrou na blusa dela.
Manuel, vendo que os da frente nem olhavam pra gente, meteu uma mão nos meus peitos e a outra por baixo da minha saia e sussurrou no meu ouvido:
– … Mmmm, já tá molhadinha e pronta pra uma boa co… mida! –
Decidi também eu partir pra ação, apalpando de volta. o pacote do meu parceiro, e respondi:
—…. Mmmm, isso já tá tomando forma e tesão pra uma boa e gostosa festa….!!—
Dei mais uma olhada pro sofá da frente.
Ela já se deixava tocar sem vergonha — Martín a beijava com gosto — e suspirava com as carícias na buceta e os beliscões da outra mão nos mamilos dela.
— Vai, mamãe, levanta que a gente vai pro quarto, porque essa noite vai ser foda — falou alto, pra gente ouvir, o Martín.
Olhei pra ele com cara de safada, enquanto Manuel falou pra eles:
— A gente fica com o quarto do lado. Divirtam-se pra caralho. Com a minha amiga, tenho certeza que vai ser assim.—
— Uffff, isso vai ser muito melhor em cima de um colchão — ele disse e, rápido, me pegou pelo braço, me obrigou a levantar, fomos pro quarto, ele me jogou na cama, abriu minha blusa, desabotoou o sutiã, tirou meus peitos pra fora e ficou mordiscando enquanto, com a mão por baixo da saia, acariciava minha pussy, me fazendo soltar gemidos de prazer.
Pouco depois, ele se ajoelhou no colchão, tirou a camisa e soltou o cinto pra abaixar a calça. Ver os pelos naquele peito masculino e viril, e como um volume enorme empurrava dentro da cueca pedindo pra sair, aumentou minha umidade entre as pernas.
Ele me despiu sem cerimônia e passou a lamber minha xereca, trabalhando com a língua com maestria. Me deixava louca…. era um expert e eu tava como possessa de tanta excitação, ele me fez levantar o quadril e gritar de prazer. Passou a meter dedos na minha buceta, tirá-los molhados e chupá-los com cara de depravado. Não aguentei mais e dei um orgasmo descomunal e barulhento pra ele.
Assim que recuperei o fôlego, ele tava de novo de joelhos, exibindo aquele volume enorme na cueca.
— Libera a fera — falei, sorrindo e fixando o olhar naquela rola, esperando ele dar o passo e se despir.
Ele riu, desceu da cama, de pé tirou a calça e a cueca branca. Fiquei Atordoada por alguns segundos, ao ver se desenrolar e balançar, perto do meu rosto, aquele enorme cacete que superava em grossura e comprimento o do Martín (e olha que ele é bem dotado).
“E pensar que fui pro Caribe procurar pau grande de afrodescendente!!” me veio à mente.
Peguei nele, senti grande e duro como pedra, bati com ele – com lascívia – na minha boca e rosto. Passei pros seus bolões peludos, pesavam pra caralho quando segurei, fazendo ele suspirar e tremer de prazer, ainda mais quando a cabeça começou a entrar na minha boca. Ele bufava e as pulsações foram a mil por hora.

Eu tava com uma vontade louca de ser comida por aquele garanhão, mas não queria falar. Não precisei, ele sacou ou tava com tanta ou mais vontade que eu.
Ele abriu minhas pernas, subiu entre elas, esfregou a cabeçona do pau nos meus lábios vaginais abertos como uma flor, me olhando com insolência, se deixou cair e me empalou, me fazendo gritar e bufar como uma possessa.
Um prazer elétrico percorreu meu corpo, me fazendo vibrar e me agarrar nele, enquanto me beijava e a língua quase sufocava meu fôlego.
Fechei os olhos, absorta agora num mundo de prazer e gozo impossível de descrever por aquele macho incrível sobre meu corpo, bombando como um possesso no ritmo do quadril, com aquele rabão nas minhas entranhas.
Veio o primeiro orgasmo, daquela foda propriamente dita, que me deixou mole por uns segundos até eu recuperar o vigor e, agarrando as nádegas musculosas dele, puxava com as mãos pra ele não afrouxar nas deliciosas investidas.

Achei que ia gozar a qualquer momento. Erro. Inacreditável a resistência daquele macho grisalho. Parecia ter rejuvenescido umas décadas, me pediu pra ficar de quatro, com a cabeça apoiada no travesseiro, me segurou pela cintura e, por trás, meteu de novo o pau comprido e grosso e continuou me comendo, investindo com tanta força que mexia a cama como um possesso.
Depois de vários minutos de deliciosas investidas, não Consegui conter minha garganta e soltei algo tipo “Ahhhhiiiiii … já … já … jaaaaa!!!” … enquanto outro orgasmo me atingia e, ao mesmo tempo, eu recebia na minha intimidade, jorros generosos de porra gostosa daquele macho singular.
Exaustos, ambos, pelo desgaste de energia na ação, nos deixamos cair, cabeça com cabeça, ofegando.
Aí ouvi, ouvimos, no quarto ao lado, Flavia gritar de prazer e, poucos segundos depois, Martin grunhindo. (som inarticulado, rouco, que ele costuma soltar como sinal de que está gozando) Certeza que tava inundando de esperma a buceta da parceira de cama dele.
Manuel levantou o punho fechado com o polegar pra cima.
- Não parece que o ensopado tá cozinhando em fogo baixo do outro lado da parede - murmurou com sarcasmo e começou uma nova siririca comigo.
Depois de meia hora ou um pouco mais de jogos eróticos e conversa picante, a fera começou a se erguer de novo sobre o púbis peludo dele. Com uma resistência que eu não suspeitava que um homem maduro pudesse ter, me deu uma segunda sessão que não esqueci por muito tempo, com investidas desmedidas da “ferramenta” dele até que as bolas batiam nas minhas nádegas, apalpadas e palavras safadas, com uma sequência de orgasmos que me deixaram num estado que mal conseguia respirar. Já destruída, ele continuou bombando mais um pouco, mas dessa vez não gozou dentro… me presenteou, na minha barriga, nos peitos e até no meu rosto, uma quantidade de porra - grossa e esbranquiçada em jorros abundantes e fortes - que, por ser a segunda gozada da noite, me surpreendeu.
Adormeci, depois de me limpar, e caí num sono profundo. Acordei de manhã, não tinha ninguém deitado do meu lado, ouvi o barulho do chuveiro… Não sabia quem tava tomando banho.
Era Martin, que estendeu a mão me convidando pra entrar… a visão foi gostosa e provocante. Cabelo molhado, rosto, peito peludo e, um fio de água escorrendo, pelo membro flácido dele, até o chão.
Tirei a calcinha e o sutiã e fui me abraçar e beijar ele. Não Demorei pra sentir como o pau grosso dele ganhava consistência e esfregava na minha buceta enquanto a água caía entre meus peitos e o peito dele.
Nem preciso dizer que o “matinal” foi com meu marido que, depois de nos secarmos, me levou pra cama, sem parar de me beijar e me “sacudiu” como nos primeiros tempos de casados.
Estávamos recuperando o vigor, de repente, ele pulou da cama e:
— Uhyyyy, tenho que ir trabalhar!!! Tô atrasado!!! — exclamou e fez menção de ir pro banheiro.
— Espera um segundo. Me diz: como é que você teve a ideia de montar o de ontem à noite sem me avisar ou perguntar se eu topava?
— Foi na hora e, nem você nem os outros dois “fizeram cara feia” — respondeu.
A verdade é que ele tinha razão, pelo menos no que diz respeito a mim. Não coloquei freio e fui gostando da proposta.
— … e pelo que pude ouvir, você se divertiu “pra caralho” com o coroa musculoso. Ou não?
— Não vou negar. Ele foi maravilhoso comigo. … pelo que ouvi, você não se saiu nada mal com a … esposa comportada e recatada —
— Inacreditável!!! Ela é fogosa … hábil e ardente. Me desculpa, tenho que ir, já —
Ele entrou no banheiro pra tomar outro banho.
Eu continuei deitada. Antes de sair, ele se abaixou pra me dar um beijo e, da porta do quarto, disse:
— Ahhhh, se você topa, hoje à noite tem “festa” de novo, mas no apartamento deles!! Se cuida —
Fez o gesto de me mandar um beijo e desapareceu.
Era sexta-feira, nosso último dia na cidade.
Naquela noite, eu aproveitei, corrigido e aumentado (também meteu no meu cu), o pau e a resistência incrível daquele coroa grisalho.
Martín teve o dele com Flávia.

4 comentários - Turista maduro e sua esposa recatada

Interesante este entrevero, habrá mas relatos....