Depois de tudo que ela me dizia, pra mim parecia um sonho maravilhoso do qual eu nunca quisesse acordar. Ela parecia muito sincera, apesar de muitas vezes me pregar peças, mas essa era uma exceção, porque quando ela mente, não consegue segurar o riso e depois fala a verdade. Na minha cabeça passavam muitas coisas naquele momento, uma delas fazia meu pau ficar cada vez mais duro. Quando ouvi de longe ela dizer que ia pra casa dela, saí na porta e a trouxe de volta. Ela entrou em casa e depois me disse: "Vai pro sofá onde a gente tava conversando e fica aí um pouquinho, vou no banheiro" (coisa que eu nunca entendi por que as garotas fazem isso, sempre vão no banheiro antes de fazer amor). Ela demorou uns 15 minutos e depois apareceu um pouco mais leve de roupa, só de sutiã minúsculo e short, sem chinelos. A verdade é que ela tava uma gostosa. Além disso, trouxe uma cerveja na mão. Eu fiquei olhando pra ela e ela disse: "Meu corpo parece com o de alguma mulher que você já viu? Cê tá gostando do que vê?" Eu respondi: "Sim, tô amando o que vejo. Você ainda não tirou muita coisa e já levantou o mundo só de imaginar você pelada." Ela disse: "Quer me ver pelada inteira na sua frente? Ou prefere imaginar como sua prima fica sem roupa?" Eu respondi que o que fica pra imaginação é mais provocante do que o que é mostrado de uma vez, a sedução do imaginável é mais excitante. Ela abriu a cerveja e começou a passar cerveja no pescoço como se fosse perfume, e me perguntou se eu queria provar como era a cerveja descendo pelo pescoço dela. Eu levantei e comecei a beijar o pescoço dela. A verdade é que a mistura do pescoço dela, a cerveja e o creme com cheiro de baunilha do corpo dela naquele momento era a combinação perfeita. Ela gemia e fazia eu querer mais e mais, passando cerveja nas pernas e eu percorrendo com minha boca o corpo dela devagar e aos poucos. Ela dizia: "Agora entendo o ciúme que sua namorada sentia quando eu... Saudava, é que é tão gostoso quando alguém faz essas coisas por você, não se encontra um homem assim. Ela me dizia que adoraria que a gente fizesse, mas que fosse devagar. Eu concordei com a cabeça e ela disse: "Priminho lindo, tenho que ir pra casa, a gente se vê logo."
Eu olhei pra ela e dei um beijo, com vontade de levar aquela mulher pra cama, mas esperaria se fosse preciso. Então, naquela tarde, deixei ela ir. Depois, lembrava daquilo e batia umas boas punhetas. Era inevitável não pensar naquele momento que vivemos juntos.
Eu olhei pra ela e dei um beijo, com vontade de levar aquela mulher pra cama, mas esperaria se fosse preciso. Então, naquela tarde, deixei ela ir. Depois, lembrava daquilo e batia umas boas punhetas. Era inevitável não pensar naquele momento que vivemos juntos.
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