Quando os planetas se alinham, não tem pra ninguém. Era óbvio que ia acontecer. Peguei o busão pra ir pra faculdade, que, apesar de não ser tão longe, também não é ali na esquina. Depois de umas paradas, entrou uma morena, uma carinha de anjo, transbordava doçura. Com um corpo lindo, cheio de harmonia, baixinha, uns 1,60. Uma gostosa.
Como o busão tava lotado, ela foi pro fundão e sentou do meu lado. Verdade seja dita, eu tava tão vidrado no que precisava estudar que no começo nem percebi essa pedrada. Quando levantei a vista pra ver onde eu tava no trajeto, peguei ela olhando minhas anotações e começamos a conversar:
- Estuda Direito?
- Sim, e você?
- Não, faço Adm de Empresas. Mas meu irmão mais novo estuda Direito, e tem uma letra de bosta.
- Ah é? E a minha, é muito feia? hahaha
- Haha não, pra ser homem, você tem uma letra muito bonita.
- Valeu! Qual é seu nome?
- Jasmim, e o seu?
- Francisco, prazer!
Continuamos batendo papo, tanto que passei do ponto e quando me toquei, falei e ela respondeu:
- Me desculpa pelo transtorno, você passou por minha culpa
- Pode consertar isso se a gente trocar WhatsApp e sair um dia desses
- Beleza, adorei
Depois de trocar os números, desci, totalmente perdido. Quando peguei o busão de volta pra área da faculdade, recebi uma mensagem dela, perguntando se eu tinha chegado bem, etc. Ficamos conversando o resto do dia todo, até que de noite a conversa ficou mais íntima, mais quente.
Ela me contou que tava num relacionamento há muitos anos, mas que o namorado já não satisfazia ela, e que tinha tido uns encontros escondidos, umas fodas de uma noite. Mas que se sentia muito culpada, enfim, a gente conversou muito, até que eventualmente pegamos no sono.
No dia seguinte, ela me manda:
- Hoje eu queria te convidar pra tomar algo pra consertar o de ontem
- Beleza, o que você tem em mente?
- A gente se encontra no Starbucks da Lavalle e Talcahuano, às 17h?
- Te vejo lá!
Quando vejo ela chegando, minha pica já subiu na hora. Vestida elegante esporte, que gostosa...
- Você tá linda, Jazmín!!
- Haha, valeu, vou ficar vermelha!
(se você soubesse o que eu quero fazer com você...)
Entramos, pedimos algo e batemos papo um pouco, até que nossas mãos começaram a brincar, e uma coisa levou à outra e acabamos nos beijando. No começo foi um beijo tímido, que depois deu lugar a um muito mais quente.
- Vamos pra outro lugar?
- Bora, vamos.
Seguimos pra um motel e, antes de entrar no quarto, já estávamos nos devorando de beijos, nos tocando inteiros, explorando nossos corpos sem trégua nem piedade.
Arranquei a roupa dela feito um homem das cavernas, primitivo, animal. Sabia que era isso que ela precisava. Desci pra chupar a buceta dela e fiquei tanto tempo que perdi a conta das gozadas que ela teve; ela esfregava a buceta na minha cara, gozava uma atrás da outra...
- Sua puta, olha o que você tá fazendo, você tá me matando!!
Os gritos dela eram música pros meus ouvidos. Combustível pro motor da minha piroca, que já tava inchada e dando o grito de guerra...
Coloquei ela de quatro e comecei a meter, e ela respondia com gemidos, feito uma mulher sedenta e desesperada pra ser possuída. Devagar, comecei a penetrar ela, mas só a cabeça, e saía e esfregava no clitóris dela...
- Me fode, porra...
E enfiei tudo de uma vez. Joguei todo o meu peso em cima dela, no corpinho miúdo dela. E ela começou a gemer e gritar como se a vida dependesse disso.
Fodemos em todas as posições que conseguimos, e ela teve tantos orgasmos que perdeu a conta. Eu só gozei uma vez, dentro da camisinha, e depois tomamos banho juntos. Enquanto nos beijávamos e a água corria pelos nossos corpos, o telefone do quarto tocou. O tempo tinha acabado.
Enquanto nos trocávamos, não parávamos de nos beijar, de nos olhar e sorrir, sabendo que aquele seria o começo de uma história bem longa...
Como o busão tava lotado, ela foi pro fundão e sentou do meu lado. Verdade seja dita, eu tava tão vidrado no que precisava estudar que no começo nem percebi essa pedrada. Quando levantei a vista pra ver onde eu tava no trajeto, peguei ela olhando minhas anotações e começamos a conversar:
- Estuda Direito?
- Sim, e você?
- Não, faço Adm de Empresas. Mas meu irmão mais novo estuda Direito, e tem uma letra de bosta.
- Ah é? E a minha, é muito feia? hahaha
- Haha não, pra ser homem, você tem uma letra muito bonita.
- Valeu! Qual é seu nome?
- Jasmim, e o seu?
- Francisco, prazer!
Continuamos batendo papo, tanto que passei do ponto e quando me toquei, falei e ela respondeu:
- Me desculpa pelo transtorno, você passou por minha culpa
- Pode consertar isso se a gente trocar WhatsApp e sair um dia desses
- Beleza, adorei
Depois de trocar os números, desci, totalmente perdido. Quando peguei o busão de volta pra área da faculdade, recebi uma mensagem dela, perguntando se eu tinha chegado bem, etc. Ficamos conversando o resto do dia todo, até que de noite a conversa ficou mais íntima, mais quente.
Ela me contou que tava num relacionamento há muitos anos, mas que o namorado já não satisfazia ela, e que tinha tido uns encontros escondidos, umas fodas de uma noite. Mas que se sentia muito culpada, enfim, a gente conversou muito, até que eventualmente pegamos no sono.
No dia seguinte, ela me manda:
- Hoje eu queria te convidar pra tomar algo pra consertar o de ontem
- Beleza, o que você tem em mente?
- A gente se encontra no Starbucks da Lavalle e Talcahuano, às 17h?
- Te vejo lá!
Quando vejo ela chegando, minha pica já subiu na hora. Vestida elegante esporte, que gostosa...
- Você tá linda, Jazmín!!
- Haha, valeu, vou ficar vermelha!
(se você soubesse o que eu quero fazer com você...)
Entramos, pedimos algo e batemos papo um pouco, até que nossas mãos começaram a brincar, e uma coisa levou à outra e acabamos nos beijando. No começo foi um beijo tímido, que depois deu lugar a um muito mais quente.
- Vamos pra outro lugar?
- Bora, vamos.
Seguimos pra um motel e, antes de entrar no quarto, já estávamos nos devorando de beijos, nos tocando inteiros, explorando nossos corpos sem trégua nem piedade.
Arranquei a roupa dela feito um homem das cavernas, primitivo, animal. Sabia que era isso que ela precisava. Desci pra chupar a buceta dela e fiquei tanto tempo que perdi a conta das gozadas que ela teve; ela esfregava a buceta na minha cara, gozava uma atrás da outra...
- Sua puta, olha o que você tá fazendo, você tá me matando!!
Os gritos dela eram música pros meus ouvidos. Combustível pro motor da minha piroca, que já tava inchada e dando o grito de guerra...
Coloquei ela de quatro e comecei a meter, e ela respondia com gemidos, feito uma mulher sedenta e desesperada pra ser possuída. Devagar, comecei a penetrar ela, mas só a cabeça, e saía e esfregava no clitóris dela...
- Me fode, porra...
E enfiei tudo de uma vez. Joguei todo o meu peso em cima dela, no corpinho miúdo dela. E ela começou a gemer e gritar como se a vida dependesse disso.
Fodemos em todas as posições que conseguimos, e ela teve tantos orgasmos que perdeu a conta. Eu só gozei uma vez, dentro da camisinha, e depois tomamos banho juntos. Enquanto nos beijávamos e a água corria pelos nossos corpos, o telefone do quarto tocou. O tempo tinha acabado.
Enquanto nos trocávamos, não parávamos de nos beijar, de nos olhar e sorrir, sabendo que aquele seria o começo de uma história bem longa...
0 comentários - Essa flor, Jasmim