Olá, continua nossa história com a Mari, esse vai ser um conto curto.Os dias de calor tinham chegado, e é nessa hora que a Mari fica mais putinha. Não sei por que essa revolução de hormônios acontece, mas beleza, vamos ao que interessa.
Era o dia anterior ao aniversário da Mari, a gente tava transando todo dia e ela tava se comportando bem. Eu tinha trabalhado pra caramba naquele dia, então tava morto de cansado, ela ia sair com as amigas, só um rolê de minas, então eu fiquei em casa dormindo enquanto esperava ela. Eram 8 minas e foram pra uma balada no centro, a Mari depois me disse que se divertiram pra caralho dançando a noite toda. O problema foi que uma amiga dela perdeu a bolsa onde tava a carteira dela e a de outra mina do grupo, então elas não tinham grana pra voltar, já que moram todas bem longe umas das outras. No fim conseguiram dar um jeito de cada uma chegar em casa, mas pra isso a Mari teve que voltar de trem. Não teria sido um grande problema, exceto pelo fato de que ela cruzou com o Maty no trem, que tinha saído com um grupo de amigos. Ele não perdeu a chance e disse pra Mari que ia acompanhar ela pra ela ficar segura e essas merdas todas. Durante a viagem de trem e a caminhada, obviamente ele cumprimentou ela pelo aniversário e tentou beijar e apalpar ela, mas a Mari cortou ele na hora, mandou ele não ser idiota e nunca mais tentar fazer algo assim andando pelas ruas do bairro onde a gente mora, senão nunca mais ia ver ele. Quando chegaram em casa, a Mari deixou ele entrar porque o Maty "precisava ir ao banheiro". Nisso tudo eu ainda tava dormindo. Depois que o Matias foi embora, a Mari veio pro quarto, subiu em cima de mim e me acordou me beijando e me tocando, várias vezes ela já me acordou porque quer transar, então não achei nada estranho.
Eu: chupa um pouco pra ficar bem molhadinha
Mari: não precisa, já tô bem molhadinha
Bato uma punheta um pouco, fica dura e ela enfia.
Mari: AH sim... como eu precisava de uma rola dura
Eu: Tá muito gostosa? Se comportou bem na balada?
Mari sorri pra mim, me diz que sim e me dá um beijão daqueles, ficou me chupando por uns cinco minutos enquanto não parava de cavalgar em cima de mim.
Mari: ag ag, cê gostou daquele beijo?
Eu: sim, meu amor, adorei (achando que tava na fase meiga e carinhosa em vez de no modo puta safada)
Mari: Viu? Te falei que a porra do maty é uma delícia! AG AG AAAHHHH
EU: O.O o quê?
Mari: AAHH AAHhhhq..... que porra do Maty é muito gostosa, parece que você também curtiu.... aaggggg
Naquele momento, passou pela minha cabeça a imagem da Mari fazendo um boquete nele e deixando ele gozar na boca dela pra depois vir me beijar. Não aguentei mais e gozei.
Mari: aagggg não..... aggg....não goza ainda....
Mari: (sem descer da minha pica) quero mais, vai! Se eu soubesse que você não ia aguentar nada, tinha dado pra maty
Eu: e não comeu ela? tu falou que se comportou bem na balada.
Mari: Me comportei bem na balada, a única coisa que fiz foi chupar a buceta da Maty, e não foi na balada, foi aqui no sofá..
Eu: O quê? Aqui?
Mari: sim, depois te conto.
Eu: Para, gata, como é que você vai fazer uma parada dessas?
Mari: (começou a fazer movimentos pequenos com meu pau dentro) Vai, me fode de novo, e não me enche que você gostou do beijo com a porra do Maty.
Eu: caralho, tu tá indo pra puta que pariu
Mari: Te incomoda? Teu pau diz o contrário, começou a ficar duro de novo.
Eu: ........
Mari percebeu que, mesmo me irritando, me deixava com muito tesão, e como ela era bem putinha, não teve filtro nenhum.
Mari: Fala, corno, me come, tô te incomodando? É por eu ter te beijado depois de tomar a porra do Maty ou por não ter dado pra ele? Fala a verdade.
Eu: que você tenha me beijado
Mari: não mente, seu corno manso, quando te contei você gozou igual um louco
Eu: -.-
Mari: aaaggg se eu te agradar de novo aagggg, viu que você gosta que sua namorada seja uma puta com os outros.
Eu continuava sem dizer nada enquanto a Mari me cavalgava e gritava que nem uma louca, até que num momento ela para de se mexer, me olha séria e fala
Mari: Até você me falar, não vou continuar.
Eu: que porra é essa?
Mari: você gosta que sua namorada seja uma puta com os outros
Eu não respondi nada e a Mari começou a se mexer de novo, chegou perto do meu ouvido e falou com uma voz bem putinha.
Mari: aaaggg... aaaggg... vai... me fala a verdade aaahhh deus.... você gosta que eu seja uma puta que chupa outras rolas né?
Eu: (já não aguentava mais de tesão) sim, eu gosto...
Mari: (com um sorriso me diz) o que é que você gosta?
Eu: Quero que minha namorada seja uma putinha... que saia chupando outras rolas e prove o leite dos outros.
Mari: AAAhhhhh sim.... eu sabia.... aagggg aaagggg e você gostou que eu te beijei depois de tomar a porra do Maty?
Eu: Não curti... mas me deixou com muito tesão.
Mari: Eu sabia que meu corno ia gostar, por isso fiz isso...
Mari parou de cavalgar em mim e ficou de quatro, obviamente eu não precisava que ela dissesse nada e comecei a foder ela como uma puta, ficamos vários minutos assim e ela não parava de gemer, eu segurava a bunda dela com as duas mãos e apertava tudo, até que não aguentei mais, tirei a pica da pussy dela, abri bem as nádegas e comecei a chupar aquele cu lindo, grande e redondo que ela tem, Mari me disse pra fazer devagar e molhar bem primeiro. Depois de deixar bem lubrificado, comecei a meter devagarzinho.
Mari: aagggg sim.... deus.... vai devagar que tá doendo...
Eu: não, esse é o seu castigo por ter se comportado mal (aí, de uma vez só, enfiei o resto da pica que faltava, sabia que dava porque ela tava muito molhada)
Mari: AAAHHHH siii.... arromba minha bucetinha porque fui safada....aaaagggg aaaggg
Eu: agora que eu penso, por que você não comeu o maty?
Mari: Porque é meu aniversário, aaaggg mmmm e a pica que eu quero é a sua, eu te amo aahh aahh
Aí, Mari, me olha, me sorri bem safada e me diz: ele só me deu pra eu apagar a vela do meu bolinho.
Eu: (pra ser sincero, não consegui segurar uma risadinha) você é sem noção mesmo, hein.
Aí peguei ela pela cintura e comecei a meter bem forte, ela não parava de gritar, falar que adorava e que era minha putinha, eu separei bem as bundinhas dela pra ver como meu pau entrava naquele cuzinho divino que ela tem, como entrava e saía, tirava quase tudo e depois enfiei até minhas bolas baterem naquela raba.
Eu: amor, vou gozar... onde você quer?
Mari: aaggg aaggg, goza dentro de mim... aaaggg mmmmm quero que você encha minha bucetinha de leite....aaagggg
Enfiei bem fundo e comecei a gozar, me deixou seco pra caralho, tirou toda a porra que eu tinha nos ovos.
Mari: aaagggg, quanto cum love, você tá enchendo minha bunda toda.
Depois disso eu saí, ela se jogou na cama, eu olhei pra bunda dela e tava meio aberta, com meu gozo escorrendo, aí fomos tomar banho e dormir, porque a gente tinha que preparar as coisas durante o dia pra receber as visitas que vinham à noite pro aniversário da Mari.
Ficamos conversando e ela me contou como foi toda a situação. Falei pra ela não fazer de novo, que não menti quando disse que não gostei do que ela fez — é verdade que na hora me excitou, mas não é algo que eu curta de jeito nenhum e não queria que se repetisse. Mari pediu desculpas, disse que foi porque tava muito tarada, mas que a única rola que ela queria no aniversário dela era a minha. Como era aniversário dela, não fazia sentido discutir ou brigar por isso. À noite chegaram as visitas, a gente se divertiu de verdade; em alguns momentos da noite fiquei pensando o que minha sogra pensaria se soubesse que no sofá onde ela tava sentada umas horas antes, a filha dela tinha dado um boquete em outra pessoa que não era eu e tinha engolido a porra. Achei engraçado, mas tentei não pensar mais nisso e aproveitar o aniversário. Quando todo mundo foi embora, sentei no sofá e chamei a Mari.
Eu: amor, aqui tem outra vela pra você soprar...
Mari: haha, seu bobo...
Entendeu perfeitamente o que eu queria dizer, então se ajoelhou e chupou minha pica até engolir todo meu leite.
Era o dia anterior ao aniversário da Mari, a gente tava transando todo dia e ela tava se comportando bem. Eu tinha trabalhado pra caramba naquele dia, então tava morto de cansado, ela ia sair com as amigas, só um rolê de minas, então eu fiquei em casa dormindo enquanto esperava ela. Eram 8 minas e foram pra uma balada no centro, a Mari depois me disse que se divertiram pra caralho dançando a noite toda. O problema foi que uma amiga dela perdeu a bolsa onde tava a carteira dela e a de outra mina do grupo, então elas não tinham grana pra voltar, já que moram todas bem longe umas das outras. No fim conseguiram dar um jeito de cada uma chegar em casa, mas pra isso a Mari teve que voltar de trem. Não teria sido um grande problema, exceto pelo fato de que ela cruzou com o Maty no trem, que tinha saído com um grupo de amigos. Ele não perdeu a chance e disse pra Mari que ia acompanhar ela pra ela ficar segura e essas merdas todas. Durante a viagem de trem e a caminhada, obviamente ele cumprimentou ela pelo aniversário e tentou beijar e apalpar ela, mas a Mari cortou ele na hora, mandou ele não ser idiota e nunca mais tentar fazer algo assim andando pelas ruas do bairro onde a gente mora, senão nunca mais ia ver ele. Quando chegaram em casa, a Mari deixou ele entrar porque o Maty "precisava ir ao banheiro". Nisso tudo eu ainda tava dormindo. Depois que o Matias foi embora, a Mari veio pro quarto, subiu em cima de mim e me acordou me beijando e me tocando, várias vezes ela já me acordou porque quer transar, então não achei nada estranho.
Eu: chupa um pouco pra ficar bem molhadinha
Mari: não precisa, já tô bem molhadinha
Bato uma punheta um pouco, fica dura e ela enfia.
Mari: AH sim... como eu precisava de uma rola dura
Eu: Tá muito gostosa? Se comportou bem na balada?
Mari sorri pra mim, me diz que sim e me dá um beijão daqueles, ficou me chupando por uns cinco minutos enquanto não parava de cavalgar em cima de mim.
Mari: ag ag, cê gostou daquele beijo?
Eu: sim, meu amor, adorei (achando que tava na fase meiga e carinhosa em vez de no modo puta safada)
Mari: Viu? Te falei que a porra do maty é uma delícia! AG AG AAAHHHH
EU: O.O o quê?
Mari: AAHH AAHhhhq..... que porra do Maty é muito gostosa, parece que você também curtiu.... aaggggg
Naquele momento, passou pela minha cabeça a imagem da Mari fazendo um boquete nele e deixando ele gozar na boca dela pra depois vir me beijar. Não aguentei mais e gozei.
Mari: aagggg não..... aggg....não goza ainda....
Mari: (sem descer da minha pica) quero mais, vai! Se eu soubesse que você não ia aguentar nada, tinha dado pra maty
Eu: e não comeu ela? tu falou que se comportou bem na balada.
Mari: Me comportei bem na balada, a única coisa que fiz foi chupar a buceta da Maty, e não foi na balada, foi aqui no sofá..
Eu: O quê? Aqui?
Mari: sim, depois te conto.
Eu: Para, gata, como é que você vai fazer uma parada dessas?
Mari: (começou a fazer movimentos pequenos com meu pau dentro) Vai, me fode de novo, e não me enche que você gostou do beijo com a porra do Maty.
Eu: caralho, tu tá indo pra puta que pariu
Mari: Te incomoda? Teu pau diz o contrário, começou a ficar duro de novo.
Eu: ........
Mari percebeu que, mesmo me irritando, me deixava com muito tesão, e como ela era bem putinha, não teve filtro nenhum.
Mari: Fala, corno, me come, tô te incomodando? É por eu ter te beijado depois de tomar a porra do Maty ou por não ter dado pra ele? Fala a verdade.
Eu: que você tenha me beijado
Mari: não mente, seu corno manso, quando te contei você gozou igual um louco
Eu: -.-
Mari: aaaggg se eu te agradar de novo aagggg, viu que você gosta que sua namorada seja uma puta com os outros.
Eu continuava sem dizer nada enquanto a Mari me cavalgava e gritava que nem uma louca, até que num momento ela para de se mexer, me olha séria e fala
Mari: Até você me falar, não vou continuar.
Eu: que porra é essa?
Mari: você gosta que sua namorada seja uma puta com os outros
Eu não respondi nada e a Mari começou a se mexer de novo, chegou perto do meu ouvido e falou com uma voz bem putinha.
Mari: aaaggg... aaaggg... vai... me fala a verdade aaahhh deus.... você gosta que eu seja uma puta que chupa outras rolas né?
Eu: (já não aguentava mais de tesão) sim, eu gosto...
Mari: (com um sorriso me diz) o que é que você gosta?
Eu: Quero que minha namorada seja uma putinha... que saia chupando outras rolas e prove o leite dos outros.
Mari: AAAhhhhh sim.... eu sabia.... aagggg aaagggg e você gostou que eu te beijei depois de tomar a porra do Maty?
Eu: Não curti... mas me deixou com muito tesão.
Mari: Eu sabia que meu corno ia gostar, por isso fiz isso...
Mari parou de cavalgar em mim e ficou de quatro, obviamente eu não precisava que ela dissesse nada e comecei a foder ela como uma puta, ficamos vários minutos assim e ela não parava de gemer, eu segurava a bunda dela com as duas mãos e apertava tudo, até que não aguentei mais, tirei a pica da pussy dela, abri bem as nádegas e comecei a chupar aquele cu lindo, grande e redondo que ela tem, Mari me disse pra fazer devagar e molhar bem primeiro. Depois de deixar bem lubrificado, comecei a meter devagarzinho.
Mari: aagggg sim.... deus.... vai devagar que tá doendo...
Eu: não, esse é o seu castigo por ter se comportado mal (aí, de uma vez só, enfiei o resto da pica que faltava, sabia que dava porque ela tava muito molhada)
Mari: AAAHHHH siii.... arromba minha bucetinha porque fui safada....aaaagggg aaaggg
Eu: agora que eu penso, por que você não comeu o maty?
Mari: Porque é meu aniversário, aaaggg mmmm e a pica que eu quero é a sua, eu te amo aahh aahh
Aí, Mari, me olha, me sorri bem safada e me diz: ele só me deu pra eu apagar a vela do meu bolinho.
Eu: (pra ser sincero, não consegui segurar uma risadinha) você é sem noção mesmo, hein.
Aí peguei ela pela cintura e comecei a meter bem forte, ela não parava de gritar, falar que adorava e que era minha putinha, eu separei bem as bundinhas dela pra ver como meu pau entrava naquele cuzinho divino que ela tem, como entrava e saía, tirava quase tudo e depois enfiei até minhas bolas baterem naquela raba.
Eu: amor, vou gozar... onde você quer?
Mari: aaggg aaggg, goza dentro de mim... aaaggg mmmmm quero que você encha minha bucetinha de leite....aaagggg
Enfiei bem fundo e comecei a gozar, me deixou seco pra caralho, tirou toda a porra que eu tinha nos ovos.
Mari: aaagggg, quanto cum love, você tá enchendo minha bunda toda.
Depois disso eu saí, ela se jogou na cama, eu olhei pra bunda dela e tava meio aberta, com meu gozo escorrendo, aí fomos tomar banho e dormir, porque a gente tinha que preparar as coisas durante o dia pra receber as visitas que vinham à noite pro aniversário da Mari.
Ficamos conversando e ela me contou como foi toda a situação. Falei pra ela não fazer de novo, que não menti quando disse que não gostei do que ela fez — é verdade que na hora me excitou, mas não é algo que eu curta de jeito nenhum e não queria que se repetisse. Mari pediu desculpas, disse que foi porque tava muito tarada, mas que a única rola que ela queria no aniversário dela era a minha. Como era aniversário dela, não fazia sentido discutir ou brigar por isso. À noite chegaram as visitas, a gente se divertiu de verdade; em alguns momentos da noite fiquei pensando o que minha sogra pensaria se soubesse que no sofá onde ela tava sentada umas horas antes, a filha dela tinha dado um boquete em outra pessoa que não era eu e tinha engolido a porra. Achei engraçado, mas tentei não pensar mais nisso e aproveitar o aniversário. Quando todo mundo foi embora, sentei no sofá e chamei a Mari.
Eu: amor, aqui tem outra vela pra você soprar...
Mari: haha, seu bobo...
Entendeu perfeitamente o que eu queria dizer, então se ajoelhou e chupou minha pica até engolir todo meu leite.
7 comentários - Aniversário da Mari