Só uma punheta...

Olá, comunidade do Poringa.

Dessa vez, tô compartilhando com vocês esse relato quente que encontrei na página.
movel.todorelatos.compublicado pelo usuário Javier.
Todos os direitos da história pertencem a ele.
Só uma punheta.O nosso amigo Juan tinha terminado com a namorada recentemente depois de vários anos de relacionamento, e embora todo mundo achasse que provavelmente a coisa ia se resolver, por enquanto nada indicava que fosse assim.
Um dia, a gente convidou ele pra jantar em casa e, conversando sobre tudo um pouco, ele nos disse, entre risadas, que uma das coisas que ele mais sofria era a abstinência, que a Elena (a ex dele) e ele tinham feito de tudo, confessando — acho que por causa do vinho do jantar — que até tinham feito ménage e troca de casais. Maria, minha mulher, disse que isso não achava ruim, desde que os dois estivessem de acordo, e ele respondeu que foi assim mesmo, mas que, apesar de tudo, não foi fácil lidar com essas relações, especialmente pra ele. Eu falei que não achava grande coisa, que Maria e eu simplesmente não tínhamos feito porque não sentimos necessidade, mas que não descartávamos esse tipo de relação se um dia a gente realmente tivesse vontade. Juan riu e repetiu que isso não era nada fácil. E eu insisti que sim, agora apoiado também pela Maria, que via isso tão claro quanto eu.
Olha—dizia pro João—é uma questão de ter as ideias no lugar, eu acho. Não sei porque nunca fiz isso, mas acho que não é esse bicho de sete cabeças se os dois tão ligados, fazem por amor e encaram como o que é: puro sexo.
É verdade—confirmei.
Beleza. Vamos ver quem tá certo – disparou Juan. – Tô há mais de dois meses sem transar, e posso garantir que tô morrendo de vontade de me aliviar. Vocês sabem que eu gosto de vocês, considero vocês meus melhores amigos e não quero que isso estrague, mas o que vocês achariam se eu sugerisse que a Maria me fizesse uma punheta agora mesmo? – soltou de repente. – Só uma punheta, nada mais. Assim vou mostrar pra vocês o que quero dizer.
A María e eu ficamos de boca aberta, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Juan soltou:
Vou deixar vocês pensarem um pouco. Vou lá no jardim fumar um cigarro. Se em quinze minutos vocês não me chamarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se me chamarem, é porque aceitaram.
Tá bom—consegui dizer. Ela se levantou e foi embora.
María e eu ficamos sozinhos.
O que você acha?" — ela me disse.
Não sei se a gente tá pronto pra uma parada dessas. Embora me foda ter que dar razão pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, quer dizer, não é igual a uma foda. O que você acha?
Não sei. Por um lado, não tô afim de fazer nada com ele, claro, mas por outro, me excita a ideia de bater uma pra um homem na sua frente. Eu sei que isso te excita tanto quanto a mim, você já me disse isso várias vezes, e se a gente nunca fez nada é porque não é fácil dar o primeiro passo, mas agora é mais fácil, e é só uma punheta. Ele não vai me tocar se a gente não quiser, nem eu vou ficar pelada. Como você disse, uma punheta não compromete nada, não é igual a uma transa, quase que é por pena, se for pensar bem. Ele tá muito carente, é seu amigo, e a gente pode aproveitar a oportunidade. Mas quero que você também veja isso com clareza.
Sim, é só uma punheta, não vai mudar nada. Sempre falei que adoraria ver outro homem te possuindo. Isso é algo mais leve, tipo um começo — me aproximei dela, acariciei e beijei. Ela passou a mão no meu pau por cima da calça, que já tava durasso só de pensar na cena. — Você me promete que não vai desejar isso?
Te prometo. E você me promete que não vai ficar com ciúmes? Eu só quero você. Isso é só sexo, não significa nada.
Sim, só sexo. Penso quando sua mão estiver no pau dele, fazendo ele se contorcer de prazer.
Te excita pensar nisso?
Ela me deixa louco.
Pra mim também.
Põe de joelhos, chupa ela—falei pra ela. Ela se ajoelhou, tirou minha pica da calça, enfiou na boca e começou a chupar bem devagar. Os lábios dela estavam bem vermelhos, e fiquei louco de tesão vendo como meu pau grosso era envolvido por aqueles lábios carnudos, grossos, sensuais. Gozei na boca dela na hora.

— Te quero. Vou ligar pra ela—falei. E fui pro terraço. Ela se surpreendeu ao me ver lá. Subiu em dois minutos.

Três condições: você não toca nela, você tira ela e mete, e não pede mais nada nem fala.
Feito. Onde eu me coloco?
Aqui —disse Maria—, no sofá. Abaixa as luzes" —ela disse pra mim.
Juan chegou perto do sofá e sentou. Maria me deu um beijo e se sentou do lado dele. Eu tava no sofá da frente, a menos de dois metros.
Tira ela pra fora—disse Maria.
Juan se levantou, desabotoou a calça e abriu a braguilha pra facilitar a descida. Puxou a calça junto com a cueca, de modo que a pica e as bolas quase pularam pra fora da roupa. Ficou um instante de pé, como se quisesse deixar que eu e a María, mas principalmente a María, pudéssemos ver bem. María olhou pra ela e depois olhou pra mim. Não era exageradamente grande, mas tinha um tamanho mais que aceitável, e os ovos não estavam nada mal, acho que pensamos os dois. Juan sentou na poltrona, abrindo bem as pernas, de modo que a María pudesse alcançar bem a pica dele. Ela estendeu lentamente a mão direita, com os dedos longos tão brancos, e pegou nela. Começou a masturbar um pouco com a mão toda, esfregando bem pra ele ficar de vez duro, o que conseguiu em uns dois minutos. Depois pegou com muito cuidado entre o indicador e o polegar e com esses dois dedos começou a subir e descer, deixando o prepúcio descoberto. Nenhum de nós três tirava os olhos do conjunto mão-pica. Juan gemia de vez em quando, enquanto María continuava com o movimento vertical, masturbando ele agora já com três dedos. Às vezes olhava pra mim com um olhar cúmplice, às vezes olhava pro Juan pra ver como ele reagia e na maioria das vezes olhava a mão dela deslizando sobre a pica. Tava punhetando ele devagar, fazendo a pele do prepúcio deslizar lentamente sobre ele pra depois puxar pra baixo de modo que toda a glande, uns cinco centímetros de pica, ficasse exposta, com movimentos amplos, lentos e muito pensados. Tava descascando ele de um jeito soberbo, e Juan acabou fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás, deixando que minha mulher cuidasse de dar prazer pra ele. Do meu lugar, dava pra ver como as veias da pica estavam inchando cada vez mais, e a própria cor tinha mudado até ficar quase roxa na ponta e bem vermelha no resto. María, com o rosto bem relaxado, ia aumentando o ritmo da mão bem devagar. A partir daí, o Juan não parou de gemer nem por um segundo, e eu já tava com a pica tão dura que não cabia mais na calça. De repente, a María, sem soltar o pau dele, se ajoelhou na frente dele e começou a beijar e lamber. Eu e o Juan ficamos chocados, mas obviamente ele não ia falar nada e eu também não consegui reagir na hora, e a gente se olhou bem no momento em que a María enfiou a pica na boca dela, começando um boquete que não tava no roteiro quando aquela sessão estranha de sexo começou. O Juan, que com o olhar tava me dizendo ao mesmo tempo "foi mal" e "que loucura", teve que fechar os olhos de prazer, sentindo a pica inteira dentro da boca da minha mulher. Eu não acreditava no que tava vendo, mas ali, tão perto de mim que dava pra tocar, tava minha mulher chupando o pau do meu amigo, como uma puta perfeita. Ela ainda tava com os lábios pintados, e agora era o rabo de outro cara que tava esticando eles. Eu imaginei o que o Juan devia estar sentindo naquele exato momento, porque dez minutos antes era a minha própria pica que tava naquela boca, quente, macia, com uns lábios que envolvem a cabeça, uns dentes que roçam o tempo todo e, principalmente, uma língua que não para de brincar com a ponta, enquanto balança o pau de um lado pro outro pra esfregar no interior, molhado e suave, e a mão que segura vai batendo uma por fora enquanto a outra massageia as bolas. Os boquetes da minha mulher são bons pra caralho, viu. Ele gemia sem vergonha nenhuma, e eu deduzi que tava perto de gozar. A María também deve ter percebido que ele tava quase lá, talvez porque a pica começou a soltar um pouco de porra, aí ela tirou o pau do meu amigo da boca e começou a chupar as bolas dele, pra dar uma aliviada na excitação. Tava claro que ela queria mamar mais um tempo, não queria que o Juan gozasse tão cedo, porque ela tinha chupado ele só por uns dois minutos. De repente, pra aumentar ainda mais minha surpresa, ela se virou. para mim e disse:
Amor, por que você não me come por trás?
Levantei e tirei a calça e a cueca. Cheguei perto deles já com o pau pra fora e levantei a saia dela o suficiente pra deixar a bunda dela no ar. Ela tava de calcinha fio dental, puxei pra baixo e me meti entre as nádegas dela enquanto ela continuava chupando as bolas do amante. Passei a língua no clitóris dela, fazendo ela gemer. Depois, sem aguentar mais, enfiei o pau por trás. Ela tava toda molhada de tesão, e não tive problema nenhum pra meter o pau até o fundo. A excitação do Juan tinha passado e a Maria colocou o pau dele de novo na boca, recomeçando o boquete que tinha sido interrompido. Agora nós dois távamos aproveitando a minha mulher, e ela aproveitando nós dois. Ela deslizava o anel dos lábios dela bem devagar no pau do Juan, e eu também peguei um ritmo bem lento nas minhas enfiadas, curtindo cada centímetro da buceta dela, fazendo estocadas bem longas, até quase encostar as bolas nos lábios da vagina e depois tirar quase tudo. Tava um silêncio do caralho, só se ouvia os barulhos que a boca da Maria fazia chupando a cabeça do pau do Juan, e os que eu fazia metendo e tirando o pau da buceta dela: sons de sexo. Tentei encaixar meu ritmo com o do boquete, fazendo meu pau ficar dentro dela quando o do Juan tava quase inteiro na boca dela. Coloquei as duas mãos nas nádegas dela e fiquei acariciando enquanto comia ela. Com certeza a cena devia ser muito excitante, e aí percebi que a gente tava bem na frente do espelho que tinha na parede à minha esquerda. Virei a cabeça e vi a cena que a gente tava fazendo: o Juan tava sentado quase fora do sofá, de pernas abertas, já completamente pelado, porque fazia um tempinho que ele tinha tirado a camisa (não é à toa que ele tava suando); minha mulher tava com a cabeça entre as pernas dele, com o cabelo preto comprido dela nas costas e pro lado direito, com os joelhos no tapete, separados pra deixar eu entrar na buceta dela, a mão esquerda em cima a perna direita do João e a mão direita segurando a pica dele enquanto a boca deslizava sobre ela, fazendo o membro aparecer e desaparecer com os movimentos rítmicos; eu estava de cócoras, comendo ela por trás, enfiando meu pau enquanto com as mãos apertava as nádegas dela. Me inclinei um pouco pra frente e desabotoei a blusa dela, tirando ela por trás. Desabotoei o sutiã e os peitos caíram, balançando com os movimentos que eu dava ao montar ela. Me inclinei de novo, dessa vez pra apertar os peitos dela enquanto a fodia. Olhei de novo pro espelho; agora minha mulher estava completamente nua (eu tinha tirado tudo dela) exceto a saia, que estava levantada na cintura, ora lambendo ora chupando a pica; João olhava pra Maria comendo o pau dele e acariciava o rosto e a cabeça dela, e eu estava inclinado sobre ela, apertando os peitos ou a bunda enquanto comia ela. João descobriu o espelho e ficou olhando; Maria era a única que não conseguia ver o trio, pois continuava com a cabeça enfiada na barriga do João. Os gemidos começaram a abafar os sons das penetrações. Quando um se acalmava um pouco, o outro gemia mais alto. Lamentei não ter colocado música, porque os vizinhos iam se divertir de graça. Os gemidos da minha mulher começaram a se destacar sobre os nossos: faltava pouco pra ela gozar. Aumentei o ritmo pra fazer ela gozar logo. Ela gozou como uma louca, gritando até tirar a pica da boca. Quando terminou, continuou chupando, mas já por pouco tempo, porque João estava no limite, e embora desse pra ver que queria aguentar mais, não conseguia. Os gemidos dele agora eram bem claros. Ele pegou a cabeça de Maria e marcou o ritmo, obrigando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não tava a fim de deixar ele gozar na boca dela, e deu um jeito, muito a contragosto, de tirar a pica da boca e ordenhar com a mão. A gozada foi impressionante: dava pra ver que fazia dois meses que ele não comia ninguém. Saiu uma quantidade impressionante de porra. Minha mulher se afastou o máximo que pôde, rindo, mas ainda assim um pouco de porra atingiu os braços e o peito dela. Eu continuei fodendo, muito excitado com aqueles orgasmos, e decidi que era minha vez. Acelerei, buscando o final, e depois de umas duas dúzias de estocadas consegui gozar, fazendo com que ela também gozasse junto comigo. Juan ficou só observando a gente terminar enquanto limpava a pica, toda suja de porra e de batom da minha mulher por todos os lados. Parecia que estava sangrando de tão vermelha que a ponta estava.
Tirei a pica da buceta da minha mulher, e ela me limpou com uns lenços. Ninguém falava nada. Vimos que minha pica ainda tava bem dura, e a do Juan também. Nós três nos olhamos e no final foi minha mulher quem tomou a decisão de pegar nós dois pelo braço e nos levar pro quarto.
Agora ao contrário—ele nos disse.
Entendemos sem precisar de mais explicações. Juan se deitou na cama enquanto Maria abria o criado-mudo pra pegar umas tetas e eu fui no banheiro lavar bem o rabo. Quando voltei, Maria já tinha subido na cama e tava batendo uma devagar pro Juan pra deixar o pau dele bem duro de novo. Quando conseguiu, colocou uma camisinha, montou em cima dele e encostou a rola na buceta, deixando ele cada vez mais excitado. Eu fiquei só olhando enquanto eles começavam a trepar, sentado numa poltrona, me masturbando devagar. Maria continuava com o pau na entrada da boceta dela, brincando com ele, sem deixar entrar, fazendo Juan ficar louco. Eu também tava ficando doido pra caralho vendo como eles se divertiam na minha frente. Não dava pra parar e pensar no que tava rolando, porque aquilo tinha saído tanto do controle que já não tinha mais como parar, e ali tava minha mulher com a rola de outro cara entre as pernas, prestes a foder ele na minha frente sem o menor pudor, igual uma puta qualquer, curtindo o pau de outro homem e levando ele às portas do paraíso sem nenhuma vergonha. Finalmente Maria deslizou, deixando a rola de Juan entrar na buceta dela, o que ele agradeceu com um gemido monumental, enquanto agarrava os peitos dela com as mãos. Minha mulher começou a se mexer pra cima e pra baixo, deixando a rola entrar completamente dentro dela, já dilatada pela trepada que eu tinha dado antes. Ela se deitou em cima dele, fazendo a rola entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam e Juan colocava as mãos nas nádegas dela, acariciando e agradecendo a foda que ela tava dando. Minha mulher tem uma bunda gostosa, e era lindo ver aquilo enquanto ela tava dando pra outro cara, tão redonda, tão grande, tão perfeita, tão apetitosa. Juan começou a chupar o pescoço dela, enquanto por trás acariciava o cu dela de forma delicada. Eu continuava me masturbando, observando tudo aquilo, com ciúmes e com uma excitação do caralho, torcendo pra não gozar pra poder continuar batendo uma pra esse espetáculo. Minha mulher se levantou e me disse:
Chega mais perto.
Ao me aproximar, ela esticou o braço, pegou na minha pica e meteu na boca dela enquanto cavalgava o amante. Eu já tava com a pica prestes a explodir, e ela sabia disso, mas chupou de um jeito que consegui me segurar e aproveitar. Não tinha problema nenhum em foder e chupar ao mesmo tempo, parecia uma atriz pornô, não perdia o ritmo em nenhum momento, nem com o Juan, que tava chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto me fazia um boquete. Depois de um tempo, e pra minha total surpresa, ela disse:
—Que tal se você tentar meter ela por trás?
Não podia acreditar no que tava ouvindo. Ela não era lá muito fã de sexo anal, e embora a gente fizesse de vez em quando, era mais por insistência minha do que por vontade dela. Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado o pau do meu amigo enquanto eu tava comendo ela, e estando por cima dele, cavalgando, enquanto me chupava, parecia que ela tava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente tinha visto em filme pornô ou revista, com interesse, mas achando que nunca faria. Minha mulher queria uma dupla penetração. Fui no banheiro pegar um pouco daquela pomada que a gente usava pra essas ocasiões, voltei, fiquei atrás dela, que já tava com a bunda na posição pra me receber, inclinada sobre o João, oferecendo todo o cu. Passei um pouco no cuzinho dela, a poucos centímetros do pau do João, enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também bem devagar. Ela quase tinha parado de se mexer em cima do João e tava esperando eu meter. Achei que já tava pronta e me agachei, apontando meu pau pro cu dela. Encostei e empurrei um pouco; entrou a ponta, ela gemeu, enfiei mais um pouco, ela reclamou um tiquinho, parei pra ela se acostumar comigo dentro, empurrei de novo e assim até ter meio pau dentro do cu dela. Quando o cu já tava bem dilatado, comecei a me mexer devagar pra não machucar. Dava pra sentir o pau do João enfiado na buceta, separado do meu por uma fina camada de carne, parado, esperando a Maria passar pelo pior da enrabada e poder finalmente se mexer em cima dele. E isso aconteceu um pouco depois; a Maria começou a se sentir à vontade com os dois paus dentro e começou a se mover, bem devagar, pra não se machucar. Eu comecei a me mexer, tomando cuidado pra coordenar as idas e vindas com as dela pra não soltar o pau. Era foda ver o cu dela dilatado pela minha vara enquanto o pau do João tava na buceta dela. Mas logo percebi que pra ela ia ser Impossível gozar com os dois dentro, porque, mesmo curtindo, ela não conseguia se mexer o suficiente pra chegar lá, e o Juan também não. Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava parada em cima dele, que aguentava sem perder a ereção. Tava tão excitado só de pensar que tava comendo minha mulher enquanto outra piroca enchia a buceta dela, que não demorei pra gozar. Enchi o cu dela de porra e saí. Eles continuaram trepando, mas por pouco tempo, porque a Maria já tava quase estourando. Não gozaram juntos, porque o Juan não conseguiu chegar lá, então, quando ela terminou, ele virou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e meteu a piroca na boceta, levantando as pernas dela pra enfiar melhor. Comeu ela assim, rápido, até gozar, se esvaziando dentro da buceta da minha mulher e urrando que nem um touro. Depois de gozar, tirou a piroca e se afastou dela.
Ficamos nós três sentados na cama por um tempinho. Minha mulher me beijou e ficou abraçada em mim. Juan começou a se vestir, catando as roupas dele pela casa toda. Quando ficou pronto, ele falou pra gente:
Vocês me deixaram impressionado. Eu estava errado.
María respondeu pra ele:
Te falei, João. Tudo depende de como você encara. A gente não tinha planejado nada, eu tomei a iniciativa porque sabia que eu e o Carlos estávamos a fim, mesmo que fosse difícil dar o primeiro passo. Mas hoje tudo ficou muito fácil e eu resolvi fazer. Não se engana, o que rolou aqui hoje é só sexo, não sinto nada por você, só quero meu marido. A gente se divertiu, só isso. Quem sabe um dia a gente repete.
Até logo, Juan — falei.
Até mais" — disse, e foi embora.
Olhei pra minha mulher, já a sós, com um olhar de quem pergunta.
Pois é, me joguei e pronto — ela me disse —, e acho que não saiu nada mal. Você tava morrendo de vontade, não nega, de fazer um menage. Eu também. E a gente custava a se decidir. Tanto que nunca teríamos feito, mas, olha, vi a oportunidade clara.
Você curtiu?
Claro que curti, mas principalmente porque você tava comigo. Foi difícil chupar ele, mas depois disso, tudo ficou mais fácil.http://movil.todorelatos.com/relato/58716/

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