Aventuras no Trabalho I

Aventuras no trabalho volume I.


Depois de sair do ensino médio, eu decidi — ou melhor, meu pai decidiu — que eu estudaria administração. Já que no fim das contas eu entraria no negócio da família, aceitei sem resistir. Achava que a qualquer momento meu pai ia me dar um cargo bom em algum escritório, que logo eu viraria chefe e teria uma vida tranquila. Me enganei. Pouco tempo depois de começar a estudar, meu pai me colocou como aprendiz num dos escritórios. Como era um cara que acreditava em trabalho duro, não teve ideia melhor do que me ensinar o que é ganhar dinheiro com o suor do meu rosto, começando lá de baixo. Então, depois de dar um sermão e me avisar pra não contar pra nenhum funcionário quem eu era, sob pena de nunca mais me apoiar em nada, ele me mandou trabalhar. Assim, todo dia depois da aula eu tinha que ir pra um escritório a uns dez minutos da faculdade. Esse lugar fazia vários tipos de serviço e tinha uns trinta funcionários, divididos em dois turnos. Eu costumava aparecer à tarde, mas meu pai aproveitava cada dia livre que tinha pra me mandar trabalhar, então acabei convivendo com todo mundo. Foi lá que vi e senti na pele todas as dinâmicas de escritório. Mas enfim, no primeiro dia me apresentei e, depois de uma conversa rápida com o chefe, a secretária — uma mulher com cara de amargurada e língua de cobra — me levou pelo escritório e me apresentou aos colegas. A primeira sala era da Paula, uma mina muito gostosa, um pouco magra demais pro meu gosto. Depois tinha uma sala maior, onde trabalhavam uns cinco funcionários, todos enfiados em baias pequenas com seus computadores. Lá trabalhavam três homens e duas mulheres: a Selene, uma gordinha, e a Lizbeth, que é nessa que vamos focar nessa história.


Liz, como todo mundo a chamava, era uma senhora jovem, casada e com duas filhas, embora tivesse acabado de entrar nos trinta. Tem 1,70m, é bem de corpo, nem gorda nem magra, pele branca, cabelo preto ondulado e comprido, muito bonita, com uns olhos verdes lindos e uns lábios grossos e sensuais. Além disso, tem um par de peitos generosos, que ela mostra à vontade usando decote direto, e uma bunda empinada bem gostosa. Ela sempre usava jeans e blusa, nunca vi ela de saia ou vestido. No momento em que a vi, soube que, se fosse tentar algo com alguém naquele lugar, seria com ela. Quando me apresentei e apertei a mão dos meus novos colegas, mandei o sorriso mais safado que tinha, e ela respondeu com um sorriso tímido, sinal de que não era uma mulher de má vontade. No mesmo dia, me deram tarefas que fui cumprindo, e lá pelas cinco tirei um descanso e decidi que era hora de um lanche. Perguntei pros colegas se queriam algo, fui nas outras salas e perguntei a mesma coisa. Quando passei pela sala grande, notei que a Liz estava sozinha, cumprimentei ela e perguntei se queria alguma coisa da cantina. Essa rotina se repetiu por vários dias, e usei isso de desculpa pra me aproximar e criar uma amizade e conversar com ela. Aos poucos, fui descobrindo sobre a vida dela e introduzindo um pouco de flerte e indiretas na conversa, sempre quando ninguém tava olhando, claro — tem muito ouvido bisbilhoteiro nos escritórios. Com minhas indiretas, ela só sorria ou ria, me dava uns tapinhas no braço de brincadeira e falava pra eu não ser tão sem-vergonha e outras coisas. Aos meus dezoito anos, eu já sabia bem o que essas reações significavam, então passei pra fase dois: aos poucos, fui estabelecendo contato físico. Primeiro, sondando o terreno: se ela me mostrava algo no computador, eu chegava bem perto, colocava a mão no ombro dela, pegava na mão dela com qualquer desculpa e, todo dia, cumprimentava ela com um beijo na chegada e me despedia do mesmo jeito na saída. Depois disso, comecei a deixar ela ver o volume no meu calção. Ficava de pé perto dela com a pica bem dura, fazendo volume na calça, bem na altura do rosto dela. Depois de um tempinho brincando assim, percebi que ela começava a mostrar o decote cada vez mais sem vergonha.

Vendo como as coisas estavam, comecei a aumentar o nível. Agora o beijo era quase nos lábios, e sempre que tocava nela de forma casual, eu a acariciava. Até que um dia, quando fui cumprimentá-la e vi que estava sozinha, fechei a porta e a saudei. Ela se levantou para o beijo de sempre, mas dessa vez eu a beijei de boca aberta. Foi um beijo rápido, mas quando vi que ela riu e se virou para voltar ao lugar, não deixei. Abracei ela por trás, encostando a pica na bunda empinada dela, e comecei a beijar a nuca dela. "Mmmmm, Adrian", ela disse, "aqui não, pode vir alguém." Sabia que ela tinha razão, então só apalpei um pouco enquanto esfregava a pica na bunda dela e falei que tava morrendo de vontade e que sabia que ela também. Soltei ela, e ela respondeu: "É, já vi que sim", enquanto passava a mão na minha pica por cima da calça e disse pra esperar ela na saída, na esquina.

As horas passaram devagar. Saímos todos do escritório e fui esperar ela onde ela disse. Em poucos minutos, a Liz chegou no carro dela. Entramos e fomos direto pra um motelzinho perto. Paguei o quarto e entramos rapidinho.



Ela me disse que só tinha umas duas horas, tinha falado pro marido que ia fazer umas horas extras no trabalho, então não perdi tempo, comecei a beijar ela enquanto desabotoava a blusa dela, ao mesmo tempo que ela tentava baixar minha calça. A gente se separou um pouco pra terminar de se despir. Em menos do que imaginei, ela já estava só de calcinha e sutiã sentada na cama, me olhando com uma fome danada de pica. Nessa hora eu só tava de cueca, cheguei perto dela e na cara dela soltei minha pica, ela só abriu aqueles olhos lindos e a boca e disse: ai meu amor, olha só como você tá. É assim que as casadas putinhas me deixam, minha vida, falei, chupa ela como chupa o teu marido. Liz riu e enquanto pegava na minha pica com as mãozinhas dela me disse: melhor eu chupar do jeito que só vou chupar pra você, meu amor. Começou a lamber a cabeça e passou a língua por toda a pica até chegar nas minhas bolas, que ela começou a chupar com muita dedicação. Eu tava no céu, mas não queria que ela pensasse que eu sou um puta egoísta, então afastei ela do brinquedo novo e coloquei ela de pé, terminei de despir ela e joguei na cama, comecei a beijar ela da ponta dos pés, mordi um pouco os joelhos dela, enquanto ela só conseguia falar: assim, meu amor, assim. E aí cheguei na bucetinha gostosa dela, os lábios são rosados, ela tem só um tufinho de pelo na parte de cima da ppk e uma pintinha bem safada perto de um dos lábios, aí comecei a me esbaldar na buceta dela, beijava, lambia, chupava e mordiscava, e Liz só dizia: assim, assim, meu amor, o que você tá fazendo comigo, você me deixa louca, seu safado. Quando calculei que ela tava quase gozando, parei e subi pelo corpo dela até chegar nos peitos, aqueles peitos que me chamaram que nem sereias desde que comecei a trabalhar lá, grandes, gordos, coroados por um par de bicos marrons duros e afiados como diamantes. Me dei o trabalho de chupar e morder esses bicos, ela só pedia pra eu tomar cuidado pra não deixar marca. porque o marido dela podia perceber, eu beijei ela, enquanto ela envolvia meu pescoço ternamente com os braços dela, eu podia sentir que meu pau batia na entrada da bucetinha dela, e falei, nesse momento eu sou seu marido, sua puta, enquanto começava a provocar a vagina dela, ao sentir isso ela só mordeu os lábios e me falou num tom bem sensual: enfia em mim Adrian, já não aguento. Me levantei na cama, abri as pernas dela e segurando pelas coxas puxei ela com força pra mim, meu pau tava sobre a buceta dela e enquanto provocava falei: é isso que você quer, puta? Sim, meu amor, me dá, por favor. Mal tinha terminado quando com um impulso só enfiei até a metade, arrancando um gemido longo e safado dela. Sentia como meu pau era apertado por aquela deliciosa buceta. Aiiii se meu marido me visse, dizia Liz com metade do meu pau enfiado nas entranhas dela, enquanto eu metia mais e mais forte, tentando entrar naquela caverna apertada, já te falei que nesse momento eu sou seu marido, meu amor. Falei enquanto me jogava por cima e beijava ela na boca. Por uns minutos o único som no quarto era o barulho molhado do meu quadril batendo no dela. Daí a pouco me separei dela e mandei ela ficar de quatro como a putinha que era, ela obedeceu sem reclamar me oferecendo uma vista linda da bunda dela, montei nela sem piedade, enquanto dava uns tapas leves na bunda porque, embora eu adore marcar minhas amantes, não queria que ela tivesse problema com o marido. Siim, assim, meu amor, como você me come, eu amooo. Quem te come melhor, Liz, seu marido ou eu? Mmmm não me faz falar essas coisas, seu safado. Me fala, puta, falei dando um tapa mais forte na bunda, enquanto aumentava o ritmo. Voooocê, seu safado, você me come melhor, tem o pau mais grosso que já me comeu, me preenche toda. Daí a pouco comecei a sentir que ia gozar, então falei: vou gozar, puta, onde você quer? ahhh goza dentro Dentro, filho da puta, me engravida, sua vadia, ela ordenou. Ouvindo isso, aumentei o ritmo e gozei como poucas vezes tinha feito. Caímos na cama, ofegantes e cobertos de suor. Depois de nos beijarmos um pouco e combinarmos que íamos repetir, nos vestimos e fomos embora. Foi assim que começaram minhas aventuras no trabalho.

2 comentários - Aventuras no Trabalho I

Excelente! Ya espero la parte dos 😍
Que bueno que te haya gustado. Empezaré a trabajar en ella en cuanto tenga un poco de tiempo.
kramalo +1
muy bueno...!! sacale una fotito del culo y subila....cuando viene la segunda? Saludos..
Que bueno que te gustó, la segunda parte viene próximamente.