Aqui não começou a história... pra saber como chegamos nisso, visita:
A viagem (mais uma reunião de trabalho)
O homem que não teme as verdades não tem nada a temer das mentiras.(Thomas Jefferson)
Naquele sábado, eu tinha que ir jogar com meu time de futebol bem longe. Com a minha mulher, nós dois praticamos esportes, mas naquele dia em especial ela não tinha nada pra fazer e ia ficar em casa enquanto eu tinha que viajar até Gral. Rodriguez pra jogar a partida.
Mas algo me fez mudar de ideia.
Num vacilo, minha mulher deixou o celular desbloqueado no Whatsapp e eu consegui ler a última conversa dela com quem era o cliente (e amante) preferido dela, o Santiago.
Daqui a pouco ela vai embora. Vem às 14:30", escreveu ela junto com um rostinho piscando o olho.
Na hora, consultei o resto do meu time pra saber quantos éramos pra jogar, e como a gente somava mais de 14 pessoas, eu saí da partida. Mas lá em casa, continuei na maior cara de pau como se eu fosse jogar.
Às 14h15, me despedi da minha mulher às pressas, dizendo que já era tarde demais, que a viagem era longa e eu não chegaria a tempo. Peguei a bolsa, subi no carro que estava estacionado na porta e fui embora. Ela se despediu mandando um beijo no ar da porta.
Fiquei dando umas voltas por aí até dar 14h30, aí estacionei a uns metros da minha casa, na calçada do outro lado, e fiquei lá esperando.
Não passaram nem dez minutos e um carro estacionou na porta da minha casa, e o Santiago desceu. Parece que ele avisou que tava chegando, porque minha mulher abriu a porta assim que ele saiu do carro, entrou rápido e ficou olhando pros lados.
Continuei esperando no meu carro, tentando discernir em que momento eu poderia entrar em casa sem ser visto. A verdade é que perdi a noção do tempo pensando nisso, quando o sinal chegou de repente. Meu telefone tocou, olhei pra tela e vi que era uma ligação da minha mulher. Na hora, liguei o carro, coloquei o rádio e atendi.
—Oi, amor —ela disse do outro lado.
—Oi. Qual é a boa? — perguntei, fingindo estar curioso.
—Nada, já chegou? — Dava pra perceber um certo nervosismo na voz dela.
—Não, ainda tenho uns vinte minutos — menti. —E ainda por cima a estrada tá cheia. Já avisei que chegava perto do começo do jogo. Mas, aconteceu alguma coisa?
—Não, nada, meu amor —agora era ela quem mentia—. Era só pra te falar que, quando você voltar, passe na padaria pra comprar pão pra noite, pode ser? —concluiu.
—Sim, pode vir —respondi, confirmando que aquele chamado era o sinal que eu esperava pra entrar na minha casa.
-Perfeito, beijos. Te amo -ela se despediu.
Na hora, me preparei pra descer do carro e entrar em casa. Quando tava a uns metros da porta, chegou um segundo sinal que confirmou de vez que era a hora certa de entrar. Consegui ver e ouvir a janela do nosso quarto se fechando. Não iam só me trair e transar na minha casa, mas ainda por cima iam fazer isso na minha própria cama.
Entrei com o maior sigilo, deixei meus tênis na entrada e fui andando descalço, quase na ponta dos pés. Cheguei até a porta do quarto, que estava aberta, a luz acesa e dava pra ouvir as vozes deles.
Primeiro me apoiei na parede, não queria olhar pra dentro do quarto. Tava com medo, angustiado e morrendo de medo de ser descoberto.
—Mmm… já tá começando a ficar durinha — ouvi minha mulher dizer, e um arrepio percorreu minha espinha. Fechei os olhos e imaginava a cena, mas não tinha coragem de espiar pela porta pra ver.
—E o que você quer? —disse Santiago —Se com essas mãos e essa boquinha que você tem, você me deixa louco. Vai, chupa ela toda. —ordenou, e imediatamente comecei a ouvir aquele som torturante, molhado e oco, daquela rola enchendo a boca da minha mina. Eu ouvia e ecoava na minha cabeça a respiração forçada da minha mulher com a garganta toda ocupada pela rola dura do cliente, ouvia ela gemer de prazer, saboreando aquele pau…
Não aguentei mais aquela angústia e aquela tortura de imaginar o que a realidade me fazia ouvir. Sabia que tinha um jeito de acalmar aquela dor e era espiando… Ver eles me levaria pra outro sentimento e me faria esquecer todo aquele martírio. Observar eles me deixaria com tesão e a excitação levaria pra longe a angústia da humilhação da traição.
Me convenci de que eu devia dar uma espiada sem ser visto. E o que eu vi, causou em mim tudo aquilo que eu esperava…

Ele estava parado no pé da nossa cama, minha mulher, ajoelhada na frente dele, movendo a cabeça pra frente e pra trás pra conseguir enfiar toda aquela pica dura na boca dela. Santiago ajudava com as mãos apoiadas na cabeça dela, empurrando com força contra o corpo dele pra que minha mina engolisse a pica dele por completo.
Dea pouco, aquela angústia e raiva foram dando lugar à excitação. Comecei a sentir meu pau endurecendo dentro da calça. Queria pegar o celular pra registrar aquele momento, mas o medo de ser descoberto era maior e não tive coragem, então me escondi de novo e tentei ouvir o que eles diziam.
—Como eu adoro quando você chupa minha pica! — exclamou Santiago.
—E eu adoro sua pica —minha mulher demorou pra responder. —É a melhor pica que eu conheço… —ouvi ela dizer isso de novo.
Sim, eu já sei" — disse o cliente, que também sabia disso. "Mas por que você não falou pro seu namorado pra ele ficar? Acho uma puta besteira a gente ficar se escondendo se ele não tem problema com isso..." — concluiu, e com isso o cara começou a me cair mais simpático.
-É que se ele está, eu me sinto mais inibida -começou a responder minha namorada -E hoje eu não queria me segurar. Se ele estiver, querendo ou não, vou ficar meio ligada nele, se ele tá gostando ou como se sente. -eu ouvia ela falar com sinceridade -Eu adoro quando você fala putaria -continuou dizendo com voz sensual -E eu falar putaria pra você também. E se ele estiver, não sei se teria coragem de falar e também me seguraria na hora que eu gozar. -concluiu.
-É verdade -afirmou Santiago -Se ele não tá, fica tudo mais livre, mas a gente devia testar e ver até onde dá pra ir... -fez uma breve pausa -Acho que vai ser bom.
—Tá bom. A gente vê isso —apressou-se a dizer minha mulher, querendo encerrar logo aquela conversa e voltar pro que estava fazendo. —Na próxima a gente fala, mas agora quero ouvir aquelas coisinhas que me deixam com tesão, hehe —a voz dela foi ficando quase um sussurro, e depois eu ouvi algo que imaginei ser um beijo longo e molhado.
—Você é muito piranha… —agora era ele quem falava com voz sensual —Você é minha piranha. E hoje tô com muita vontade de foder essa rabinha… essa rabinha gostosa que você tem…
- Ai, sim! - comemorou ela - Faz tanto tempo que não me fazem a Booty - fiquei com muita vontade, mas antes quero que você meta um pouquinho aqui - acho que ela mostrou a buceta dela, que devia estar bem molhada e quente.
—Bom, vem pra cá —ele ordenou, e eu ouvi eles se ajeitando no meu colchão. Em poucos segundos, comecei a escutar o barulho da minha cama se mexendo e batendo na parede no ritmo dos corpos deles.
Era hora de dar uma espiada de novo…
E o que eu vi me fez pirar a cabeça.

Meu quarto estava todo alaranjado por causa das luzes dos abajures nas mesas de cabeceira, que estavam acesos. Além disso, a luz do sol começou a entrar pelas cortinas meio fechadas, criando um clima quente e romântico que contrastava com o que rolava na minha cama…
Minha mulher tava com a cabeça apoiada na cama, com os cabelos espalhados entre os punhos fechados com força, apertando e amassando os lençóis. Os joelhos apoiados faziam a bunda dela ficar mais alta que a cabeça, eu via ela quase de frente. Atrás dela, segurando firme as cadeiras da minha mina, tava o Santiago, metendo com violência, batendo forte as cadeiras na bunda da minha mulher.
CLAP! CLAP! CLAP!
Pareciam aplausos, mas era o som molhado dos corpos se chocando, daquela pica entrando com força dentro da minha mina, da carne dela se abrindo praquele pau chegar cada vez mais fundo a cada estocada.
O rosto da minha mina tava realmente impossível de ler. A testa franzida, os olhos bem fechados e a boca entreaberta, mostravam dor e prazer ao mesmo tempo. Eu me identificava pra caralho com aquilo… cada batida dos corpos doía no meu orgulho, cada vez que aquela pica entrava na buceta quente da minha mulher, mais fundo ia a angústia e a humilhação, mas ver os dois naquela situação era muito excitante… ouvir os suspiros e depois os gemidos da minha mina era um êxtase total.
Um movimento da cabeça dela me fez recuar. Quase tinha entrado no quarto, totalmente hipnotizado pelo que estava vendo. Voltei a me esconder e me concentrar nos sons.
CLAP! CLAP! CLAP!
- Aaahh! - ouvi minha namorada gemer - Você deixou ela bem inchada! - ela tentava falar, mas a voz falhava por causa da respiração pesada - Adoro... Aaahh! Mais forte, por favor... mais... - ela tentava falar, mas não conseguia, os gemidos aumentavam, o orgasmo estava chegando.
—Como você gosta, sua putinha, hein? —dizia Santiago enquanto empurrava com mais força e velocidade o pau dentro dela.
-Vou goz… —ela não conseguiu terminar de falar, quando minha mulher explodiu num gemido molhado e abafado de prazer. Foi um suspiro eterno transbordando de excitação. Eu ouvi ela afundar o rosto na cama pra não deixar os gritos tão altos, mas isso me excitou ainda mais…
Foi uma eternidade, sentia que meu pau ia explodir dentro da minha calça a qualquer momento.
Coloca a camisinha" – ordenou minha namorada, ainda sem conseguir respirar direito – "quero que você me coma logo…
Esperei uns momentos, tava com vontade de espiar de novo, ouvia eles se ajeitando na cama e de novo os sons dos corpos deles se juntando e se movendo de um jeito mais ritmado. Primeiro mais devagar e silenciosos, e depois mais forte.
Voltaram os gemidos da minha mulher. Agora, era bem nítido que tinha dor e prazer nos gritos dela. Mas, aos poucos, os sinais de dor foram sumindo e só se ouvia tesão e excitação na voz da minha mulher.
- Ai! Como eu gosto! - ela tentava dizer, mas a voz falhava - Você deixou ela bem inchada…
—Ufa! Que bundinha apertadinha gostosa que você tem — devolveu o elogio Santiago — Como eu adoro meter nela! Tá doendo? — perguntou
-N-n-não… -só conseguiu responder minha namorada -Mete tudo, por favor. -implorou com um fio de voz -Aaahh! -aquele grito significou que a pica toda do cliente estava abrindo caminho dentro da bunda dela. Era hora de olhar de novo.

Minha mulher estava de cócoras em cima do Santiago, com as pernas abertas na direção da porta, então me dava a melhor visão dos dois na minha cama. Aquele pau inchado e duro parecia grande demais pra buceta da minha mulher, mas eu podia ver ele entrando e saindo quase por completo do buraco dela. Ela não parava de gemer e, toda vez que aquela rola entrava inteira no corpo dela, o rosto dela se transformava numa careta de dor gostosa. Os dois estavam muito excitados, e eu acabei me contagiando também. Ver eles se movendo como se fosse uma dança, ouvir eles ofegando e gemendo juntos, descobrir que o cu da minha mina era incrivelmente elástico e podia aguentar uma rola enorme lá dentro, e observar minha garota se tocando, louca de tesão, prestes a gozar de novo — tudo isso acabou com a minha cabeça e, de repente, me vi com o próprio pau na mão, batendo uma com força.
—Aaahhhhh! —minha mulher gritou de novo. O segundo orgasmo veio com muito mais força, e ela tremia como se tivesse convulsões. O Santiago tentava continuar bombando a carne dele lá dentro, e isso fazia aquele gemido durar uma eternidade.
Aquela imagem foi demais e eu explodi, comecei a encher minha mão com meu próprio esperma. Foi tão abundante que transbordou e tive que enfiar meu pau dentro da calça pra não começar a espalhar porra pelo corredor. Meu pau ainda não tinha terminado de cuspir a última gota quando ouvi algo que me obrigou a olhar de novo.
—Vem, vem que eu vou gozar! —disse Santiago com a voz apressada.
-Siiim! -comemorou minha namorada -Vai… me dá todo esse leitinho quentinho… -implorou.

Santiago tirou a camisinha com habilidade e começou a bater uma punheta na cara da minha mulher. Ela olhava pra ele com a boca aberta, mas com um sorrisinho safado no rosto. Ele foi aumentando a velocidade na punheta e parou de repente, apertando o pau com força. A primeira gozada saiu com tudo e acertou debaixo do olho da minha mulher, depois começou a jorrar em golfadas grossas todo aquele leite quente que ele foi depositando com cuidado dentro da boca dela, que foi acumulando na língua.
Eu já estava completamente extasiado olhando aquela cena. Depois ela engoliu aquela quantidade enorme de porra que juntou na boca e enfiou o pau inteiro dentro pra limpar ele por completo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- Ufa! - disse ela - Quase me afoguei. Mas se prepara que quero mais, hein? Ainda temos um tempinho, né?
—Sim, mas rapidinho, porque tenho que estar em casa daqui a uma hora —respondeu.
—Bom, deixa eu ir pegar algo pra beber e já volto —disse minha mina enquanto vestia o minúsculo babydoll preto que eu tinha dado pra ela.
Era hora de vazar daquele lugar.
Com o mesmo cuidado que entrei, mas muito mais apressado, comecei minha retirada. Peguei meus tênis e saí sem fazer o menor barulho e, descalço com minha camiseta, minhas calças e minha mão cheias de porra, andei os trinta metros que me separavam do carro.
Quando cheguei, terminei de me limpar, troquei a camiseta e fiquei pensando em tudo que tinha vivido agora há pouco.
Algo tinha que fazer.
E aí pensei numa vingancinha.
Esperei uns minutos e peguei o telefone. Não ia deixar eles terem um segundo round. Afinal, já tinham conseguido o que queriam e eu queria voltar pra casa pra tomar um banho.
Selecionei o nome da minha mina no celular. Chamou… chamou… chamou… já tava achando que ela não ia me atender, mas do nada escuto a voz dela ofegante atendendo a ligação.
Mas essa é outra história que logo vou contar pra vocês.
Nota: Dessa vez não teve fotos. Não tive coragem, desculpa. Tentei procurar desenhos que pudessem representar o melhor possível o que eu via (minha mulher não tem peitos tão grandes, hehe). Mas não quero ir embora sem deixar uma imagem dela pra vocês.
Este é o cuzinho que seu cliente arrombou enquanto eu espiava vocês.

Continua...
A viagem (mais uma reunião de trabalho)
O homem que não teme as verdades não tem nada a temer das mentiras.(Thomas Jefferson)
Naquele sábado, eu tinha que ir jogar com meu time de futebol bem longe. Com a minha mulher, nós dois praticamos esportes, mas naquele dia em especial ela não tinha nada pra fazer e ia ficar em casa enquanto eu tinha que viajar até Gral. Rodriguez pra jogar a partida.
Mas algo me fez mudar de ideia.
Num vacilo, minha mulher deixou o celular desbloqueado no Whatsapp e eu consegui ler a última conversa dela com quem era o cliente (e amante) preferido dela, o Santiago.
Daqui a pouco ela vai embora. Vem às 14:30", escreveu ela junto com um rostinho piscando o olho.
Na hora, consultei o resto do meu time pra saber quantos éramos pra jogar, e como a gente somava mais de 14 pessoas, eu saí da partida. Mas lá em casa, continuei na maior cara de pau como se eu fosse jogar.
Às 14h15, me despedi da minha mulher às pressas, dizendo que já era tarde demais, que a viagem era longa e eu não chegaria a tempo. Peguei a bolsa, subi no carro que estava estacionado na porta e fui embora. Ela se despediu mandando um beijo no ar da porta.
Fiquei dando umas voltas por aí até dar 14h30, aí estacionei a uns metros da minha casa, na calçada do outro lado, e fiquei lá esperando.
Não passaram nem dez minutos e um carro estacionou na porta da minha casa, e o Santiago desceu. Parece que ele avisou que tava chegando, porque minha mulher abriu a porta assim que ele saiu do carro, entrou rápido e ficou olhando pros lados.
Continuei esperando no meu carro, tentando discernir em que momento eu poderia entrar em casa sem ser visto. A verdade é que perdi a noção do tempo pensando nisso, quando o sinal chegou de repente. Meu telefone tocou, olhei pra tela e vi que era uma ligação da minha mulher. Na hora, liguei o carro, coloquei o rádio e atendi.
—Oi, amor —ela disse do outro lado.
—Oi. Qual é a boa? — perguntei, fingindo estar curioso.
—Nada, já chegou? — Dava pra perceber um certo nervosismo na voz dela.
—Não, ainda tenho uns vinte minutos — menti. —E ainda por cima a estrada tá cheia. Já avisei que chegava perto do começo do jogo. Mas, aconteceu alguma coisa?
—Não, nada, meu amor —agora era ela quem mentia—. Era só pra te falar que, quando você voltar, passe na padaria pra comprar pão pra noite, pode ser? —concluiu.
—Sim, pode vir —respondi, confirmando que aquele chamado era o sinal que eu esperava pra entrar na minha casa.
-Perfeito, beijos. Te amo -ela se despediu.
Na hora, me preparei pra descer do carro e entrar em casa. Quando tava a uns metros da porta, chegou um segundo sinal que confirmou de vez que era a hora certa de entrar. Consegui ver e ouvir a janela do nosso quarto se fechando. Não iam só me trair e transar na minha casa, mas ainda por cima iam fazer isso na minha própria cama.
Entrei com o maior sigilo, deixei meus tênis na entrada e fui andando descalço, quase na ponta dos pés. Cheguei até a porta do quarto, que estava aberta, a luz acesa e dava pra ouvir as vozes deles.
Primeiro me apoiei na parede, não queria olhar pra dentro do quarto. Tava com medo, angustiado e morrendo de medo de ser descoberto.
—Mmm… já tá começando a ficar durinha — ouvi minha mulher dizer, e um arrepio percorreu minha espinha. Fechei os olhos e imaginava a cena, mas não tinha coragem de espiar pela porta pra ver.
—E o que você quer? —disse Santiago —Se com essas mãos e essa boquinha que você tem, você me deixa louco. Vai, chupa ela toda. —ordenou, e imediatamente comecei a ouvir aquele som torturante, molhado e oco, daquela rola enchendo a boca da minha mina. Eu ouvia e ecoava na minha cabeça a respiração forçada da minha mulher com a garganta toda ocupada pela rola dura do cliente, ouvia ela gemer de prazer, saboreando aquele pau…
Não aguentei mais aquela angústia e aquela tortura de imaginar o que a realidade me fazia ouvir. Sabia que tinha um jeito de acalmar aquela dor e era espiando… Ver eles me levaria pra outro sentimento e me faria esquecer todo aquele martírio. Observar eles me deixaria com tesão e a excitação levaria pra longe a angústia da humilhação da traição.
Me convenci de que eu devia dar uma espiada sem ser visto. E o que eu vi, causou em mim tudo aquilo que eu esperava…

Ele estava parado no pé da nossa cama, minha mulher, ajoelhada na frente dele, movendo a cabeça pra frente e pra trás pra conseguir enfiar toda aquela pica dura na boca dela. Santiago ajudava com as mãos apoiadas na cabeça dela, empurrando com força contra o corpo dele pra que minha mina engolisse a pica dele por completo.
Dea pouco, aquela angústia e raiva foram dando lugar à excitação. Comecei a sentir meu pau endurecendo dentro da calça. Queria pegar o celular pra registrar aquele momento, mas o medo de ser descoberto era maior e não tive coragem, então me escondi de novo e tentei ouvir o que eles diziam.
—Como eu adoro quando você chupa minha pica! — exclamou Santiago.
—E eu adoro sua pica —minha mulher demorou pra responder. —É a melhor pica que eu conheço… —ouvi ela dizer isso de novo.
Sim, eu já sei" — disse o cliente, que também sabia disso. "Mas por que você não falou pro seu namorado pra ele ficar? Acho uma puta besteira a gente ficar se escondendo se ele não tem problema com isso..." — concluiu, e com isso o cara começou a me cair mais simpático.
-É que se ele está, eu me sinto mais inibida -começou a responder minha namorada -E hoje eu não queria me segurar. Se ele estiver, querendo ou não, vou ficar meio ligada nele, se ele tá gostando ou como se sente. -eu ouvia ela falar com sinceridade -Eu adoro quando você fala putaria -continuou dizendo com voz sensual -E eu falar putaria pra você também. E se ele estiver, não sei se teria coragem de falar e também me seguraria na hora que eu gozar. -concluiu.
-É verdade -afirmou Santiago -Se ele não tá, fica tudo mais livre, mas a gente devia testar e ver até onde dá pra ir... -fez uma breve pausa -Acho que vai ser bom.
—Tá bom. A gente vê isso —apressou-se a dizer minha mulher, querendo encerrar logo aquela conversa e voltar pro que estava fazendo. —Na próxima a gente fala, mas agora quero ouvir aquelas coisinhas que me deixam com tesão, hehe —a voz dela foi ficando quase um sussurro, e depois eu ouvi algo que imaginei ser um beijo longo e molhado.
—Você é muito piranha… —agora era ele quem falava com voz sensual —Você é minha piranha. E hoje tô com muita vontade de foder essa rabinha… essa rabinha gostosa que você tem…
- Ai, sim! - comemorou ela - Faz tanto tempo que não me fazem a Booty - fiquei com muita vontade, mas antes quero que você meta um pouquinho aqui - acho que ela mostrou a buceta dela, que devia estar bem molhada e quente.
—Bom, vem pra cá —ele ordenou, e eu ouvi eles se ajeitando no meu colchão. Em poucos segundos, comecei a escutar o barulho da minha cama se mexendo e batendo na parede no ritmo dos corpos deles.
Era hora de dar uma espiada de novo…
E o que eu vi me fez pirar a cabeça.

Meu quarto estava todo alaranjado por causa das luzes dos abajures nas mesas de cabeceira, que estavam acesos. Além disso, a luz do sol começou a entrar pelas cortinas meio fechadas, criando um clima quente e romântico que contrastava com o que rolava na minha cama…
Minha mulher tava com a cabeça apoiada na cama, com os cabelos espalhados entre os punhos fechados com força, apertando e amassando os lençóis. Os joelhos apoiados faziam a bunda dela ficar mais alta que a cabeça, eu via ela quase de frente. Atrás dela, segurando firme as cadeiras da minha mina, tava o Santiago, metendo com violência, batendo forte as cadeiras na bunda da minha mulher.
CLAP! CLAP! CLAP!
Pareciam aplausos, mas era o som molhado dos corpos se chocando, daquela pica entrando com força dentro da minha mina, da carne dela se abrindo praquele pau chegar cada vez mais fundo a cada estocada.
O rosto da minha mina tava realmente impossível de ler. A testa franzida, os olhos bem fechados e a boca entreaberta, mostravam dor e prazer ao mesmo tempo. Eu me identificava pra caralho com aquilo… cada batida dos corpos doía no meu orgulho, cada vez que aquela pica entrava na buceta quente da minha mulher, mais fundo ia a angústia e a humilhação, mas ver os dois naquela situação era muito excitante… ouvir os suspiros e depois os gemidos da minha mina era um êxtase total.
Um movimento da cabeça dela me fez recuar. Quase tinha entrado no quarto, totalmente hipnotizado pelo que estava vendo. Voltei a me esconder e me concentrar nos sons.
CLAP! CLAP! CLAP!
- Aaahh! - ouvi minha namorada gemer - Você deixou ela bem inchada! - ela tentava falar, mas a voz falhava por causa da respiração pesada - Adoro... Aaahh! Mais forte, por favor... mais... - ela tentava falar, mas não conseguia, os gemidos aumentavam, o orgasmo estava chegando.
—Como você gosta, sua putinha, hein? —dizia Santiago enquanto empurrava com mais força e velocidade o pau dentro dela.
-Vou goz… —ela não conseguiu terminar de falar, quando minha mulher explodiu num gemido molhado e abafado de prazer. Foi um suspiro eterno transbordando de excitação. Eu ouvi ela afundar o rosto na cama pra não deixar os gritos tão altos, mas isso me excitou ainda mais…
Foi uma eternidade, sentia que meu pau ia explodir dentro da minha calça a qualquer momento.
Coloca a camisinha" – ordenou minha namorada, ainda sem conseguir respirar direito – "quero que você me coma logo…
Esperei uns momentos, tava com vontade de espiar de novo, ouvia eles se ajeitando na cama e de novo os sons dos corpos deles se juntando e se movendo de um jeito mais ritmado. Primeiro mais devagar e silenciosos, e depois mais forte.
Voltaram os gemidos da minha mulher. Agora, era bem nítido que tinha dor e prazer nos gritos dela. Mas, aos poucos, os sinais de dor foram sumindo e só se ouvia tesão e excitação na voz da minha mulher.
- Ai! Como eu gosto! - ela tentava dizer, mas a voz falhava - Você deixou ela bem inchada…
—Ufa! Que bundinha apertadinha gostosa que você tem — devolveu o elogio Santiago — Como eu adoro meter nela! Tá doendo? — perguntou
-N-n-não… -só conseguiu responder minha namorada -Mete tudo, por favor. -implorou com um fio de voz -Aaahh! -aquele grito significou que a pica toda do cliente estava abrindo caminho dentro da bunda dela. Era hora de olhar de novo.

Minha mulher estava de cócoras em cima do Santiago, com as pernas abertas na direção da porta, então me dava a melhor visão dos dois na minha cama. Aquele pau inchado e duro parecia grande demais pra buceta da minha mulher, mas eu podia ver ele entrando e saindo quase por completo do buraco dela. Ela não parava de gemer e, toda vez que aquela rola entrava inteira no corpo dela, o rosto dela se transformava numa careta de dor gostosa. Os dois estavam muito excitados, e eu acabei me contagiando também. Ver eles se movendo como se fosse uma dança, ouvir eles ofegando e gemendo juntos, descobrir que o cu da minha mina era incrivelmente elástico e podia aguentar uma rola enorme lá dentro, e observar minha garota se tocando, louca de tesão, prestes a gozar de novo — tudo isso acabou com a minha cabeça e, de repente, me vi com o próprio pau na mão, batendo uma com força.
—Aaahhhhh! —minha mulher gritou de novo. O segundo orgasmo veio com muito mais força, e ela tremia como se tivesse convulsões. O Santiago tentava continuar bombando a carne dele lá dentro, e isso fazia aquele gemido durar uma eternidade.
Aquela imagem foi demais e eu explodi, comecei a encher minha mão com meu próprio esperma. Foi tão abundante que transbordou e tive que enfiar meu pau dentro da calça pra não começar a espalhar porra pelo corredor. Meu pau ainda não tinha terminado de cuspir a última gota quando ouvi algo que me obrigou a olhar de novo.
—Vem, vem que eu vou gozar! —disse Santiago com a voz apressada.
-Siiim! -comemorou minha namorada -Vai… me dá todo esse leitinho quentinho… -implorou.

Santiago tirou a camisinha com habilidade e começou a bater uma punheta na cara da minha mulher. Ela olhava pra ele com a boca aberta, mas com um sorrisinho safado no rosto. Ele foi aumentando a velocidade na punheta e parou de repente, apertando o pau com força. A primeira gozada saiu com tudo e acertou debaixo do olho da minha mulher, depois começou a jorrar em golfadas grossas todo aquele leite quente que ele foi depositando com cuidado dentro da boca dela, que foi acumulando na língua.
Eu já estava completamente extasiado olhando aquela cena. Depois ela engoliu aquela quantidade enorme de porra que juntou na boca e enfiou o pau inteiro dentro pra limpar ele por completo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- Ufa! - disse ela - Quase me afoguei. Mas se prepara que quero mais, hein? Ainda temos um tempinho, né?
—Sim, mas rapidinho, porque tenho que estar em casa daqui a uma hora —respondeu.
—Bom, deixa eu ir pegar algo pra beber e já volto —disse minha mina enquanto vestia o minúsculo babydoll preto que eu tinha dado pra ela.
Era hora de vazar daquele lugar.
Com o mesmo cuidado que entrei, mas muito mais apressado, comecei minha retirada. Peguei meus tênis e saí sem fazer o menor barulho e, descalço com minha camiseta, minhas calças e minha mão cheias de porra, andei os trinta metros que me separavam do carro.
Quando cheguei, terminei de me limpar, troquei a camiseta e fiquei pensando em tudo que tinha vivido agora há pouco.
Algo tinha que fazer.
E aí pensei numa vingancinha.
Esperei uns minutos e peguei o telefone. Não ia deixar eles terem um segundo round. Afinal, já tinham conseguido o que queriam e eu queria voltar pra casa pra tomar um banho.
Selecionei o nome da minha mina no celular. Chamou… chamou… chamou… já tava achando que ela não ia me atender, mas do nada escuto a voz dela ofegante atendendo a ligação.
Mas essa é outra história que logo vou contar pra vocês.
Nota: Dessa vez não teve fotos. Não tive coragem, desculpa. Tentei procurar desenhos que pudessem representar o melhor possível o que eu via (minha mulher não tem peitos tão grandes, hehe). Mas não quero ir embora sem deixar uma imagem dela pra vocês.
Este é o cuzinho que seu cliente arrombou enquanto eu espiava vocês.

Continua...
8 comentários - O Engano
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