Desta vez vou contar algo que aconteceu há poucos dias com minha cunhada (irmã da minha esposa). É totalmente real, por mais que pareça impossível que hoje em dia ainda exista uma mulher de 40 anos que nunca provou uma rola.
Pra vocês terem uma ideia, Maria — sim, esse é o nome da minha cunhada — é uma mina de 40 anos, bem magrinha, quase sem peitos e com pouca bunda, e um jeito meio amargurado, mas ainda assim tem seu tesão. Raramente o assunto sexo surgia com ela, mas em algumas ocasiões a gente tinha brincado sobre como a irmã dela transa pouco e como eu tava tarado de tanta fome que passo em casa. Também já tinha jogado umas indiretas pra ela, já que nunca a vi com namorado, mas ela sempre enrolava e eu não sabia se já tinha tido alguma relação sexual ou não.
Umas duas semanas atrás, ela teve que vir pra nossa casa por uma semana, por causa do trabalho. E com esse calor, a gente anda por casa com pouca roupa, do jeito mais fresco e confortável possível. Então, em algumas ocasiões, eu consegui ver aqueles peitinhos pequenos e meio caídos, mas com uns bicos enormes e incríveis que marcavam demais quando ela usava qualquer camiseta justa no corpo. A bunda não chama muita atenção, mas um dia ela tava com um pijama bem curto e apertado, e dava pra ver uma boceta bem volumosa, o que me fez pensar que os lábios deviam ser uma delícia — e depois pude confirmar isso.
De manhã, a gente sempre ficava sozinho porque minha esposa sai mais cedo pra trabalhar. A gente tomava café junto e conversava um pouco no sofá até eu ter que ir. Aos poucos, fui brincando com ela todo dia, entrando mais no assunto sexo, até que, depois de ver que ela tava curiosa e me olhava cada vez mais descaradamente pro meu volume — principalmente quando eu tava de pau duro depois dessas conversas —, resolvi falar diretamente sobre o assunto. Aproveitando que a gente tava falando sobre quem tava há mais tempo sem trepar, falei:
— Com certeza eu ganho de você. Sua irmã, com esse calor, não deixa nem eu chegar perto. Além disso, certeza que você tem um monte de caras morrendo de vontade de comer esse pedaço de buceta.
- E como você sabe como é a minha buceta, por acaso colocou câmeras no banheiro?
- Não precisa, esse pijama deixa ver esses pedaços de lábios e essa rachinha que te fazem.
Nisso ela abre as pernas e mostra o que eu já imaginava, e colocando a mão na frente solta:
- Pois você está muito enganado, não tem um monte de caras nem ninguém comeu isso, bom, nem comer nem nada porque tá intacta, então eu ganho de você com folga.
A verdade é que eu não esperava por isso, então por um momento fiquei sem palavras e sem saber como reagir.
- Não acredito, então você nunca viu uma rola nem tocou numa?, e nunca se masturbou?
- Bom, masturbar... algumas vezes eu já me toquei, mas nunca consegui tocar numa rola e muito menos enfiar uma, ver eu já vi, mas em fotos e vídeos.
Quando ela disse isso, minha rola ficou dura como pedra, e ela percebeu porque o volume era grande e porque eu não me segurei e fiquei arrumando ela na frente dela, já que com a ereção tava me incomodando um pouco.
- Porra, você me deixou com tesão, não esperava que você nunca tivesse aproveitado isso, tô com ela explodindo, não posso ir trabalhar assim, vou ter que bater uma antes de sair.
- Ah, não é pra tanto, embora... é verdade que você tem um volume suspeito na calça hahahaha.
Sem pensar, abaixei a bermuda e a rola saltou pra fora como uma mola, venosa, dura, com a cabeça roxa e soltando líquido pré-seminal, pulsando e se mexendo sozinha de tanto tesão. Fazia tempo que não ficava assim.
- Mas o que você tá fazendo? Guarda isso ou vou contar pra minha irmã!
- Mas se você tava morrendo de vontade de ver, acha que não percebi como você me olhava? Além disso, você faz um favor pra sua irmã, assim não preciso sair por aí procurando, quem melhor pra acalmar a necessidade do que alguém de casa?
- Hahahaha, que cara de pau você tem! Mas se ela Ela se mexe sozinha, e esse líquido que tá saindo, o que é?
– Pra lubrificar a buceta e entrar melhor, vai, toca nela, até porque eu tô precisando e você tem a chance de estrear.
Mesmo sendo bem desastrado e sem saber como fazer, ele não pensou duas vezes e me agarrou pelo tronco como deu. Não que ele fizesse muito bem, mas o tesão de pensar que era a primeira piroca que ele tocava me deixou ainda mais excitada.
– Tá bem dura, é sempre assim?
– Sempre que tô com tesão, e você me deixou no limite.
Sem pensar, comecei a apalpar os peitos dela, mesmo não tendo muito o que pegar, e tirei a blusa do pijama, deixando à mostra uns peitinhos bem pequenos com uma auréola bem escura e uns bicos enormes e duros, que enfiei na boca na hora, fazendo ela gemer. Enquanto isso, ela já tinha pegado o jeito e continuava me masturbando como podia, dessa vez mais focada na cabecinha. Fui descendo com as mãos pela barriga dela até as coxas e me aproximando da bunda, que também não tinha muito o que pegar. Focado em mordiscar aqueles bicos que ficavam cada vez mais duros, puxei a calça do pijama e a calcinha dela, deixando no ar aquela bucetinha que ninguém nunca tinha visto antes. Bem, bucetinha... que pedaço de buceta que a senhora tem!! Uns lábios incrivelmente inchadinhos e uma racha que era um crime ninguém ter aproveitado antes, e um clitóris inchado e duro que parecia uma minipiroca. Ela tava mais que molhada, nunca tinha visto uma buceta tão molhada, a ponto de escorrer pelas pernas. Não sei como aguentei sem gozar ao ver aquilo. Minhas mãos foram direto para as coxas dela, se aproximando cada vez mais daqueles lábios que as chamavam, e ela tinha passado de gemer pra gritar direto. Tava louca, e tive que tirar a piroca das mãos dela porque ainda não queria gozar, e com as punhetas que ela dava, já não aguentava mais. Cheguei até os lábios dela e comecei a separá-los e enfiar um pouco os dedos naquela buceta virgem. Assim que comecei a brincar com o clitóris dela, ela soltou um gemido. Muito intenso, ela teve um orgasmo que fez as pernas tremerem. Sentei ela no sofá e deixei recuperar o fôlego, deitando ela de barriga pra cima e abrindo as pernas dela devagar. No começo ela pediu pra não fazer, que deixasse pra outra hora, mas eu não ia perder aquela oportunidade. Falei que era só a pontinha um pouquinho e ela topou. Quando a ponta tava entre aqueles lábios encharcados de sucos, só precisei apertar um pouco e entrou sozinha até o talo. Ela deu um gritinho, mistura de dor e prazer, mas na hora me agarrou na bunda e apertou forte contra ela. Isso deixou claro que ela não ia se contentar só com a ponta. A buceta dela tava apertadíssima, quase doía pra meter e tirar, mas logo se adaptou. Os gritos e gemidos dela já tavam me deixando a ponto de explodir, mas ela gozou de novo antes que eu precisasse tirar pra não gozar dentro daquela buceta que pela primeira vez tinha engolido um pau duro e quente. Explodi como há muito tempo não gozava. Enchi a barriga dela de porra, e ela com as próprias mãos ajudou a sair ainda melhor do meu pau, ordenhando como se soubesse fazer. E ali, quando vi meu pau cheio de sangue, percebi que era verdade o que ela tinha me contado. Sim, ela era virgem! Mas já tínhamos resolvido isso.
Guardamos tudo, colocamos a capa do sofá manchada de sangue e fluidos da buceta dela na máquina de lavar pra minha mulher não desconfiar, e falei que agora ela já podia dizer que não era mais virgem e que, se tinha gostado, que não deixasse passar outros 40 anos sem fazer de novo. Ela respondeu:
— Nada disso, descansa porque amanhã você vai continuar me ensinando coisas. Quero ver como é a sensação quando você me chupar!
Pra vocês terem uma ideia, Maria — sim, esse é o nome da minha cunhada — é uma mina de 40 anos, bem magrinha, quase sem peitos e com pouca bunda, e um jeito meio amargurado, mas ainda assim tem seu tesão. Raramente o assunto sexo surgia com ela, mas em algumas ocasiões a gente tinha brincado sobre como a irmã dela transa pouco e como eu tava tarado de tanta fome que passo em casa. Também já tinha jogado umas indiretas pra ela, já que nunca a vi com namorado, mas ela sempre enrolava e eu não sabia se já tinha tido alguma relação sexual ou não.
Umas duas semanas atrás, ela teve que vir pra nossa casa por uma semana, por causa do trabalho. E com esse calor, a gente anda por casa com pouca roupa, do jeito mais fresco e confortável possível. Então, em algumas ocasiões, eu consegui ver aqueles peitinhos pequenos e meio caídos, mas com uns bicos enormes e incríveis que marcavam demais quando ela usava qualquer camiseta justa no corpo. A bunda não chama muita atenção, mas um dia ela tava com um pijama bem curto e apertado, e dava pra ver uma boceta bem volumosa, o que me fez pensar que os lábios deviam ser uma delícia — e depois pude confirmar isso.
De manhã, a gente sempre ficava sozinho porque minha esposa sai mais cedo pra trabalhar. A gente tomava café junto e conversava um pouco no sofá até eu ter que ir. Aos poucos, fui brincando com ela todo dia, entrando mais no assunto sexo, até que, depois de ver que ela tava curiosa e me olhava cada vez mais descaradamente pro meu volume — principalmente quando eu tava de pau duro depois dessas conversas —, resolvi falar diretamente sobre o assunto. Aproveitando que a gente tava falando sobre quem tava há mais tempo sem trepar, falei:
— Com certeza eu ganho de você. Sua irmã, com esse calor, não deixa nem eu chegar perto. Além disso, certeza que você tem um monte de caras morrendo de vontade de comer esse pedaço de buceta.
- E como você sabe como é a minha buceta, por acaso colocou câmeras no banheiro?
- Não precisa, esse pijama deixa ver esses pedaços de lábios e essa rachinha que te fazem.
Nisso ela abre as pernas e mostra o que eu já imaginava, e colocando a mão na frente solta:
- Pois você está muito enganado, não tem um monte de caras nem ninguém comeu isso, bom, nem comer nem nada porque tá intacta, então eu ganho de você com folga.
A verdade é que eu não esperava por isso, então por um momento fiquei sem palavras e sem saber como reagir.
- Não acredito, então você nunca viu uma rola nem tocou numa?, e nunca se masturbou?
- Bom, masturbar... algumas vezes eu já me toquei, mas nunca consegui tocar numa rola e muito menos enfiar uma, ver eu já vi, mas em fotos e vídeos.
Quando ela disse isso, minha rola ficou dura como pedra, e ela percebeu porque o volume era grande e porque eu não me segurei e fiquei arrumando ela na frente dela, já que com a ereção tava me incomodando um pouco.
- Porra, você me deixou com tesão, não esperava que você nunca tivesse aproveitado isso, tô com ela explodindo, não posso ir trabalhar assim, vou ter que bater uma antes de sair.
- Ah, não é pra tanto, embora... é verdade que você tem um volume suspeito na calça hahahaha.
Sem pensar, abaixei a bermuda e a rola saltou pra fora como uma mola, venosa, dura, com a cabeça roxa e soltando líquido pré-seminal, pulsando e se mexendo sozinha de tanto tesão. Fazia tempo que não ficava assim.
- Mas o que você tá fazendo? Guarda isso ou vou contar pra minha irmã!
- Mas se você tava morrendo de vontade de ver, acha que não percebi como você me olhava? Além disso, você faz um favor pra sua irmã, assim não preciso sair por aí procurando, quem melhor pra acalmar a necessidade do que alguém de casa?
- Hahahaha, que cara de pau você tem! Mas se ela Ela se mexe sozinha, e esse líquido que tá saindo, o que é?
– Pra lubrificar a buceta e entrar melhor, vai, toca nela, até porque eu tô precisando e você tem a chance de estrear.
Mesmo sendo bem desastrado e sem saber como fazer, ele não pensou duas vezes e me agarrou pelo tronco como deu. Não que ele fizesse muito bem, mas o tesão de pensar que era a primeira piroca que ele tocava me deixou ainda mais excitada.
– Tá bem dura, é sempre assim?
– Sempre que tô com tesão, e você me deixou no limite.
Sem pensar, comecei a apalpar os peitos dela, mesmo não tendo muito o que pegar, e tirei a blusa do pijama, deixando à mostra uns peitinhos bem pequenos com uma auréola bem escura e uns bicos enormes e duros, que enfiei na boca na hora, fazendo ela gemer. Enquanto isso, ela já tinha pegado o jeito e continuava me masturbando como podia, dessa vez mais focada na cabecinha. Fui descendo com as mãos pela barriga dela até as coxas e me aproximando da bunda, que também não tinha muito o que pegar. Focado em mordiscar aqueles bicos que ficavam cada vez mais duros, puxei a calça do pijama e a calcinha dela, deixando no ar aquela bucetinha que ninguém nunca tinha visto antes. Bem, bucetinha... que pedaço de buceta que a senhora tem!! Uns lábios incrivelmente inchadinhos e uma racha que era um crime ninguém ter aproveitado antes, e um clitóris inchado e duro que parecia uma minipiroca. Ela tava mais que molhada, nunca tinha visto uma buceta tão molhada, a ponto de escorrer pelas pernas. Não sei como aguentei sem gozar ao ver aquilo. Minhas mãos foram direto para as coxas dela, se aproximando cada vez mais daqueles lábios que as chamavam, e ela tinha passado de gemer pra gritar direto. Tava louca, e tive que tirar a piroca das mãos dela porque ainda não queria gozar, e com as punhetas que ela dava, já não aguentava mais. Cheguei até os lábios dela e comecei a separá-los e enfiar um pouco os dedos naquela buceta virgem. Assim que comecei a brincar com o clitóris dela, ela soltou um gemido. Muito intenso, ela teve um orgasmo que fez as pernas tremerem. Sentei ela no sofá e deixei recuperar o fôlego, deitando ela de barriga pra cima e abrindo as pernas dela devagar. No começo ela pediu pra não fazer, que deixasse pra outra hora, mas eu não ia perder aquela oportunidade. Falei que era só a pontinha um pouquinho e ela topou. Quando a ponta tava entre aqueles lábios encharcados de sucos, só precisei apertar um pouco e entrou sozinha até o talo. Ela deu um gritinho, mistura de dor e prazer, mas na hora me agarrou na bunda e apertou forte contra ela. Isso deixou claro que ela não ia se contentar só com a ponta. A buceta dela tava apertadíssima, quase doía pra meter e tirar, mas logo se adaptou. Os gritos e gemidos dela já tavam me deixando a ponto de explodir, mas ela gozou de novo antes que eu precisasse tirar pra não gozar dentro daquela buceta que pela primeira vez tinha engolido um pau duro e quente. Explodi como há muito tempo não gozava. Enchi a barriga dela de porra, e ela com as próprias mãos ajudou a sair ainda melhor do meu pau, ordenhando como se soubesse fazer. E ali, quando vi meu pau cheio de sangue, percebi que era verdade o que ela tinha me contado. Sim, ela era virgem! Mas já tínhamos resolvido isso.
Guardamos tudo, colocamos a capa do sofá manchada de sangue e fluidos da buceta dela na máquina de lavar pra minha mulher não desconfiar, e falei que agora ela já podia dizer que não era mais virgem e que, se tinha gostado, que não deixasse passar outros 40 anos sem fazer de novo. Ela respondeu:
— Nada disso, descansa porque amanhã você vai continuar me ensinando coisas. Quero ver como é a sensação quando você me chupar!
5 comentários - Minha cunhada virgem aos 40