Gabriela infiel na consulta do médico

Gabriela vai saindo do banho e está completamente nua na frente do guarda-roupa, escolhendo qual roupa vai vestir pra ver o amante da vez. Dá pra ver que ela se depilou por completo e algumas gotas d'água ainda escorrem pelas pernas lindas dela. Ela sabe muito bem que eu tô atrás dela, admirando, então faz questão de me deixar com tesão e fica andando de um lado pro outro do quarto. Até que, depois de alguns minutos mexendo nas roupas, ela escolhe uma microtanga preta e uma saia plissada cinza. Vira pra mim, sorri e fala:

- Cê acha que o Marcos vai gostar dessa saia..?

Engulo seco e só respondo que sim,

- Claro que sim, essa saia valoriza suas pernas perfeitamente,

- hahahaha... sabia, você é um corno manso do caralho, e fica com tesão sabendo que outros caras me desejam. Mas hoje à noite vou ser boazinha com você e vou deixar você me acompanhar,

As palavras dela mexem com meus sentimentos, mas ela me conhece bem e sabe que não vou proibir nada,

- Mas... ela não ia vir aqui..?

- Hoje não, bobinho, vou até o consultório dele. Vou ficar com ele e, de quebra, ele quer minha ajuda com uma coisa,

- Ajudar ele com o quê..?

- Olha, não vou te dar mais explicações. Se for vir, fica quieto. Se não, é melhor nem me acompanhar,

Não reclamo mais e fico calado, enquanto ela termina de se arrumar. As pernas dela ficam tão gostosas com essa saia que eu começo a ficar excitado. Acendo um cigarro e, depois de alguns minutos, ela finalmente termina de se arrumar. Chamo o táxi. Gabriela dá os últimos retoques, o táxi chega, nós dois saímos de casa e entramos. Ela dá o endereço e a gente começa a viagem. No caminho, ela fica mandando mensagens no WhatsApp, enquanto eu olho pra ela em silêncio. O taxista, claro, não para de olhar as pernas dela pelo retrovisor, e eu entendo. Não tem como evitar: ver essas duas colunas de carne bem torneadas e recém-depiladas é tentação demais. Então só fico quieto. Depois de Uns minutos depois, a gente chega, pago o táxi e desce. O consultório tá fechado, então a Gabriela aperta a campainha e, depois de uns segundos, uma porta do lado da cortina se abre e aparece o Marcos.

— Gabriela, tava te esperando.

— Oi, papai, como cê tá?

Os dois se cumprimentam bem efusivamente, e o Marcos, ao me ver, fala pra Gabriela:

— Nossa, trouxe seu marido?

— É, ele gosta de me ver me divertindo.

— Bom, desde que não atrapalhe, tá de boa.

Entramos no consultório, e a Gaby, apontando pra uma cadeira, me manda sentar e calar a boca. Eu obedeço, e ela senta na frente da mesa do Marcos. Os dois começam a conversar, e eu só escuto. Pelo jeito que ela age com ele, suspeito que se veem direto e tão sempre transando. E eu, nem desconfiado. Tantas horas no trampo me fizeram um corno manso perfeito, mas também tenho que confessar que essa ideia me deixa bem excitado. Passados uns minutos, a campainha toca de novo. Marcos levanta e vai abrir a porta. Enquanto isso, a Gaby só me fala:

— Fica quietinho.

Eu não respondo nada, e começo a ouvir vozes de homem. De repente, entra o Marcos, acompanhado de outro cara mais ou menos da idade da Gabriela.

— Entra, ela é a Gabriela, vai ser sua paciente de prática.

Gabriela levanta, e o Marcos apresenta os dois. O rapaz novo já começa a elogiar ela na hora:

— Obrigado pelos elogios, cavalheiro. Espero não te decepcionar.

— Também espero, mas vejo que veio acompanhada. Espero que não tenha problema.

Todos viram pra me olhar, e a Gabriela já fala na lata:

— Imagina, é só um amigo. Não se preocupa com ele.

Marcos toma a palavra e diz:

— Bom, então podemos começar, Gaby.

— Claro, quando quiserem.

— Beleza. Primeiro, queria que meu colega te admiráss um pouco. Eu te conheço perfeitamente, mas ele não.

— Claro, faltava mais o quê.

Gabriela já se levanta no meio deles e começa a girar devagar, sob os olhares tarados dos dois. Os dois homens, que imediatamente cravaram os olhos nas suas pernas bem torneadas,

- Bem, Gabriela, poderia andar um pouco,

Gabriela dá alguns passos para frente, faz um giro que faz com que sua saia levante, deixando ver sua micro fio-dental e depois volta para onde estava,

- Gostaram, cavalheiros..?

Marcos e o outro homem respondem em uníssono que ela era muito gostosa e que com certeza preencheria os requisitos, então Marcos diz,

- Bem; então já podemos começar, Gabriela, poderia se sentar na maca, por favor, e descobrir a parte de cima,

Gabriela imediatamente desabotoa a blusa, deixando à mostra seus grandes e lindos peitos, Marcos e seu amigo ficam de boca aberta por uns instantes e depois cada um se acomoda ao lado dela, e Marcos toma a palavra,

- Bem; você vai começar a apalpar os peitos dela de forma lenta, procurando qualquer anomalia,

E imediatamente, ambos os homens pousam as mãos nos peitos de Gabriela e começam a apalpar ela,

- Bem, examina eles bem, segura com a mão toda e aperta um pouco, e depois mexe eles,

O jovem doutor segue à risca as instruções de Marcos e começa a apertar o peito de Gabriela, posso ver como a mão dele amassa e esfrega com bastante força, fazendo ela gemer, e claro, Marcos também faz a parte dele; e eu não acredito que Gabriela está sendo apalpada por dois homens ao mesmo tempo,

- Bem, não esquece dos mamilos dela, aperta eles também,

Ambos os doutores seguram os mamilos de Gabriela e começam a apertar e puxar, fazendo Gabriela começar a gemer, Marcos percebe isso e depois de alguns minutos, diz ao colega,

- Bem, agora vamos para a revisão, tira a roupa, Gabriela,

Gabriela abre os olhos, desce da maca, leva ambas as mãos à cintura e começa a desabotoar a saia e a deixa cair, ficando só de fio-dental,

- Bem, Gabriela, deita na maca,

Ela imediatamente obedece e se reclina na maca, deixando a bunda dela à vista dos dois homens. Marcos fica atrás dela, segura a tanga pelos lados e, com um puxão, puxa até os joelhos, deixando a bunda da Gabriela completamente exposta. Os dois sorriem de orelha a orelha, sabendo que vão se esbaldar com a minha esposa, e o mais puto é que vão fazer isso comigo presente. Marcos toma a palavra e começa a dizer:

- Bom, vamos revisar a buceta,

Logo depois de falar isso, começa a acariciar a buceta da Gabriela, os dedos dele sobem e descem pelos lábios dela e, segundos depois, enfia o dedo inteiro, fazendo a Gabriela gemer um pouco, mas isso não o para. Assim que Marcos tem o dedo todo dentro dela, começa a tirar e a meter, enquanto fala pro colega:

- Aqui também tem que procurar qualquer anormalidade, pode enfiar o dedo inteiro, se preferir. Quer tentar..??

- Claro que sim,

Marcos tira o dedo e na hora o colega dele fica atrás dela e começa a apalpar a buceta da Gabriela e, depois de uns instantes, enfia o dedo inteiro. Gabriela, se sentindo invadida de novo, geme outra vez, mas esse doutor, igual ao Marcos, não liga e começa a mexer o dedo, pra dentro e pra fora. Gabriela só mexe a cintura e fecha os olhos, soltando gemidos baixinhos. Mas nos minutos seguintes, os dois doutores se revezam para desejar a minha esposa, e falam em termos médicos, até que de repente Marcos para e fala pro colega:

- Bom, a revisão tátil tá boa, agora vamos ver se ela não sente dor ao ser penetrada,

Marcos se ajeita atrás dela, abre o zíper e deixa o pau dele sair, que nessa hora já tá durasso, e fala pra minha esposa:

- Beleza, Gabriela, vou te penetrar. Se sentir qualquer incômodo, me fala na hora,

- Claro que sim, Marcos,

Marcos encosta o pau dele na buceta da Gabriela e ele começa a meter devagar. Gabriela, ao se sentir invadida pela terceira vez, começa a gemer. A pica do Marcos é bem mais grossa que os dedos que estavam enfiando nela, então eu vi ela se segurar na borda da maca e as pernas dela ficarem tensas ao máximo. O Marcos entrou completamente nela, mexe um pouco o quadril pra se ajeitar e, quando tá pronto, começa a meter e tirar, devagar, enquanto segura ela pela cintura. Mas com o passar dos minutos, ele começa a se mover cada vez mais rápido. Gabriela tá com o rosto completamente colado na maca, as bochechas já bem vermelhas e a respiração dela tá bem ofegante, mas o Marcos não para. Dá pra ouvir a pélvis dele batendo na bunda da Gabriela, fazendo ela gemer pra caralho. Mas o Marcos não se contenta em só comer ela com força; depois de alguns minutos, ele começa a dar tapas na bunda dela, e isso, pra ser sincero, me excitou pra caralho. E de repente, o Marcos começa a gemer, enquanto a pica dele enterra toda na bunda dela. Ele gozou dentro dela. Devagar, ele se separa e deixa o lugar pro colega dele. Aquele cara se posiciona atrás dela e começa a acariciar a bunda da minha esposa. Ela só fica com o rosto colado na maca, se segurando nas laterais. O colega do Marcos não para de acariciar a bunda da Gabriela; as mãos dele sobem e descem, envolvendo ela toda. Instantes depois, ele segura a própria pica com uma mão e, com um empurrão, enfia até o fundo. Gabriela, ao sentir aquela invasão, grita e se endireita um pouco, mas o Marcos começa a dizer:

- Relaxa, Gabriela.

Gabriela sorri e se ajeita de novo. Inclusive, dá pra ver ela levantar um pouco mais o quadril, o que faz a bunda dela ficar mais à mão daquele doutor. Assim que ela se posiciona, ele começa a meter e tirar a pica. Comparado ao Marcos, aquele jovem se move com mais ímpeto; a pélvis dele bate na bunda da Gabriela de um jeito tremendo. O rosto... O rosto dela tá completamente desfigurado e coberto de suor, sem falar na respiração dela. Cada vez que aquele médico entra nela, a Gabriela geme e se contorce. Acho que é cock demais pra ela, mas ver ela naquela situação me deixa louco de tesão. A pélvis do médico vai e vem sem parar, o cock dele entra de uma vez, fazendo as nádegas da minha esposa quicarem. E ele, igual ao Marcos, começou a dar tapas e beliscões nela, fazendo ela gemer cada vez mais alto. Depois de vários minutos, o médico começa a gemer também. De novo, a buceta da Gabriela se enche de porra, porra de outro homem. Segundos depois, o médico se afasta dela, dá dois tapas fortes na bunda dela e o filho da puta ainda levanta a fio dental dela e ajeita.

O Marcos chega perto de mim e fala:

— Sua esposa é uma gostosa, você é muito sortudo por ter ela. Só espero que você traga ela mais vezes.

A Gabriela se endireita e começa a dizer:

— Claro que vou vir sempre, e se meu marido quiser me acompanhar, fica à vontade, né, amor..?

— Sim, Gabriela, se você me deixar, claro que vou…

Saio do consultório e deixo ela se despedir. Minutos depois, a Gabriela sai, já parece mais relaxada e me diz:

— Vamos embora, corno manso. Espero que você tenha se divertido tanto quanto eu.

— Claro que sim, meu amor, claro que sim.

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