Férias com meus primos (8)

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Capítulo 7

(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Meus primos me ameaçaram de me cortar a palavra se eu demorasse mais pra postar o próximo capítulo. Sim, eu sei que eles também tão de olho pra ver se eu atualizo, então aqui vou eu contar o que rolou no dia seguinte.

De alguma forma, eu consegui dormir junto com a Rocío. A gente tinha terminado exausto da sessão de sexo na noite anterior, mas quando acordamos, sem precisar falar nada, os dois tínhamos o mesmo pensamento na cabeça: como será que a Yolanda e o Enrique acordaram? Eles eram irmãos, e, bom, naquela noite, de algum jeito, tinham terminado na mesma cama, fodendo como se não houvesse amanhã.

E, de fato, de manhã, na mesa do café, dava pra cortar a tensão com uma faca. Rocío e eu estávamos tranquilos, claro, mas nossos primos... bom, eles nem conseguiam se olhar na cara. Quando as mãos deles se encontraram pra pegar a manteiga, os dois puxaram de volta, como se tivessem medo de se queimar. Parecia ridículo pra mim, e ainda assim não me vinha à cabeça como falar isso sem que eles quisessem me matar.

Mas a Rocío, que sempre foi (e ainda é) mais ousada que eu, sugeriu que eu fosse pra praia com o Enrique, que ela precisava conversar com calma com a Yolanda. Ele topou, mas em vez de ir pra areia, a gente caminhou pela cidade. Não falamos nada por um bom tempo, até que meu primo explodiu:

"Tô maluco... sou um doente, e a culpa é de vocês..."

"Nossa?"

"Da Rocío e sua. Se vocês tivessem bebido mais cerveja, a Yolanda e eu não teríamos bebido tanto... e aí não teríamos ido pra cama e agora não estaríamos assim... sou um monstro."

"Se você não ligasse, a cerveja também não teria feito vocês irem pra cama", lembrei. Ele me lançou um olhar de matar. "Mas, vamos lá... onde é que tá o problema?"

Eu me surpreendi falando aquilo, mas era verdade. Talvez porque ver eles tinha me excitado, ou porque depois de ter transado com a Yolanda e a Rocío, o que eles fizeram sendo irmãos... Também não achei que fosse tudo isso.

"É que ela é minha irmã, óbvio."

"Tá, e minha prima. E isso não te incomodou quando eu transei com ela."

"Não é a mesma coisa."

"Então você tem um problema. Acho que se você realmente ama sua irmãzinha, precisa conversar com calma com ela e agir como se nada tivesse acontecido."

"Mas..."

Acho que foi a primeira vez na vida que vi meu primo desmoronado de vergonha. Ele estava vermelho, e o pior, triste. Ia chorar. Fiquei alarmado.

"É que eu curti pra caralho... não é à toa que você repetiu com a Yoli. Sou um porco, não devia ter gostado, e mesmo assim, olha pra mim. Não consigo superar. Preciso que ela me odeie, me xingue, me humilhe."

"Cara, cara, calma. Por acaso você já conversou com ela? Sabe como ela se sente?"

"Claro que sim. Humilhada, envergonhada, com nojo de ter um irmão monstro tarado como eu..."

"Isso é tudo coisa da sua cabeça. Mas você não conversou com ela. Então, por favor..."

O Enrique demorou um tempinho pra se acalmar. Mas consegui que ele me desse ouvidos, e quando ele se recompôs, voltamos pra casa. Entramos, e lá estavam elas. As duas deusas que tenho como primas, tranquilas no sofá conversando.

Quando as viu, o Enroque perdeu a compostura de novo. Se jogou aos pés da irmã e começou a implorar perdão.

"Me desculpa... me desculpa, Yoli, não devia ter feito isso... por favor, não quero que você me odeie... mesmo que eu seja o pior..."

Ele não conseguiu terminar a frase sem que a Yolanda escorregasse do sofá e caísse no chão, abraçando o irmão.

"Não tem nada pra perdoar... só aconteceu, mas não tem problema."

Mesmo que não tivesse problema, os dois tiveram que chorar. A Rocío sugeriu que eu fosse com ela pra piscina pra deixar eles a sós por um tempo. Entrei na piscina, e minha prima me seguiu. Nadou atrás de mim e senti ela puxar minha sunga pra baixo. Mergulhou entre minhas pernas e ficou na minha frente.

"Você fez bem em conversar com o Enrique", ela disse. "A Yoli também tava achando que tinha feito merda e tudo mais. Por sorte, consegui convencê-la a não sofrer pelo que fez. Aqui, os laços familiares já não são desculpa pra não transar.

"Então quer dizer que vão fazer de novo?"

"Não, acho que não. Só vão normalizar o que aconteceu pra não afetar ninguém. E hoje à noite ela pediu pra dormir com você de novo."

"Bom, e... você tá de boa com isso?"

"Sim, sabe que não me importo de dividir você com ela. Bom, e com quem mais for."

"Não quero que você se machuque."

Senti a boca dela pressionando a minha. Ela se encostou em mim, e meu pau foi crescendo, deslizando pela buceta coberta da minha prima. Perigosamente, entrou por baixo do tecido do biquíni dela, e pude sentir na minha cabecinha a superfície macia dela.

"Na verdade, eu quero que você me machuque... de outro jeito."

Ela agarrou meu pau, e fui imaginando o que ela queria dizer. Senti de novo nos meus lábios o beijo apaixonado dela. Com certeza ela tinha que me amar. Começava a acreditar nisso. E admito pra vocês, eu sentia algo diferente em mim. Começava a sentir coisas, e se não tivesse tanto sangue na pika naquele momento, teria refletido.

Mas tudo que existia naquele momento era Rocío deixando cair a parte de cima do biquíni, e enfiando minha ereção entre os peitos dela. Ela começou a massagear minha pika, e que gostoso que era. Principalmente pela proximidade da minha cabecinha da boca dela... e ela também tinha percebido, e deixou um pouco de saliva cair no meu pau pra lubrificar.

"Tá gostoso, primo? Cê gosta de ter o pau entre meus peitinhos?"

"Muito. É muito excitante", respondi.

"Então espero que você goste mais disso... se o Enrique vier, me avisa pra parar. E se a Yoli vier, que morra de inveja."

Ela soltou meu pau por uns momentos, só pra aprisionar ele com a boca. Chupou e lambeu com vontade. O mais excitante foi sentir como ela sugava. Minha prima era uma expert em sexo oral, sem dúvida. Tava com tesão e tava me mostrando ali, no meio do jardim. Se alguém tivesse Espiando por cima da cerca, ele teria ficado de cara.

“Rocío, vou gozar… vou gozar…”

Avisei por costume, mas minha prima não parou quando eu gozei. Engoliu cada gota que jorrou do meu pau, rapidinho, porque minha carga foi bem generosa (e isso que na noite anterior a gente tinha transado pra caralho). Ela limpou uma gota do canto dos lábios e sorriu pra mim.

“Valeu por avisar.”

“E mesmo assim você…”

“Bom, se eu tô preparada, não fico puta.” Na hora, não percebi que ela tava mentindo. “Quer fazer mais um algoritmo?”

Podia ter aparecido a polícia, já que a gente trocou de lugar. Ela sentou na borda e me ofereceu a bunda deliciosa dela pra eu me divertir. Mas não caí na tentação fácil e, em vez de meter, quando tirei a tanga do biquíni, comecei a lamber a bocetinha rosada dela. Um sabor realmente gostoso. Os gemidos dela encheram o ar. Ela gritava como se fosse uma atriz pornô.

Os gemidos dela me excitaram pra caralho. Parei um pouco o trabalho da minha língua e soltei um bom jorro de cuspe no cu dela. Voltei a me dedicar à bocetinha dela, enquanto meus dedos começavam a dilatar o rabo dela. Porque, da posição dela, ia ser o próximo passo.

Ela me avisou que ia gozar, e eu não parei. O que fiz foi começar a me masturbar, pra garantir que eu ia estar pronto quando ela terminasse. Um gemido muito mais agudo e a tensão no corpo dela anunciaram o clímax.

“Não se segura… continua”, ela implorou.

Aí eu meti no cu dela com vontade. Talvez tenha sido um pouco brusco, mas a Rocío não ligou. Não queria que eu parasse, e comecei a foder a bunda dela. Tão apertada… E, modéstia à parte, tão bem lubrificada graças a mim. Rocío continuava gemendo, e tava dando um verdadeiro show com aqueles sons tão eróticos.

“Me cala, primo… tapa minha boca…”

Fiquei com um pouco de medo de aceitar um pedido que me deixaria numa posição de poder quase total, mas mesmo assim, levei uma mão até A boca dela, e consegui abafar um pouco os barulhos dela. O pior é que minha prima brincalhona me excitou ainda mais quando decidiu lamber os dedos da mão que eu usava pra calar a boca dela.

"Safada", falei, e sem perceber o que tava fazendo, dei um tapa na bunda dela. Aquilo me assustou, mas Rocío soltou um gritinho de prazer. Tentando ver se ela tinha gostado mesmo, descobri um pouco a boca dela e bati de novo. Sem dúvida, ela gemia de tesão. Então continuei metendo por trás, e de vez em quando, minha mão batia na bunda dela. Não demorou muito depois disso pra eu gozar, deixando o cu dela cheio do meu esperma.

"Poderia me acostumar com isso, primo", ela disse depois de um tempo. Eu tava sentado na borda da piscina com os pés na água, e ela apoiava a cabeça no meu pau. "Adoro transar com você. Devia ter te chamado pra isso bem antes."

"Mesmo... se for só algo físico?", perguntei, embora as vozes na minha cabeça dissessem que era mentira.

"Se você fica me lembrando disso esperando que eu me afaste pra não me machucar, não vai conseguir assim... machucada eu já fiquei esses meses sem te falar o que realmente sinto. Agora tou me sentindo ótima."

Ela começou a beijar minhas pernas, e pensei que aquilo podia virar mais sexo. Eu teria adorado, mas consegui pensar que não queria que nossa relação fosse só na base da putaria. Amava muito a Rocío, então reduzir tudo a isso me parecia obsceno.

"Posso abusar da sua confiança pedindo outro favor?"

"Fala"

Em vez de falar, ela agiu. Subiu em cima de mim e me beijou. Um daqueles beijos limpos, sem um pingo de luxúria. Me abraçou. Tive que fazer o mesmo. Meus lábios dançaram com os dela.

"Eu te amo..."

Por um momento, fiquei tentado a responder. Mas...

"Não entendo por que vocês não podem ficar juntos e ser felizes", disse Yolanda.

Tinha aparecido sem a gente perceber, e tava sentada, nos olhando com carinho. Rocío sorriu. e se levantou… de um jeito que me deu um close lindo da bucetinha dela.
“Você sabe muito bem por quê. Já podemos entrar?”
“Sim. Tá tudo certo com o Enrique.”
Ela também se levantou e se virou. Eu me pus de pé e, enquanto fazia isso, percebi um detalhe.Algobranco escorria entre as pernas da Yolanda. E não fui o único a perceber, porque a Rocío fez questão de mostrar uma total falta de discrição.

“Vocês tão transando de novo?”

“Bom, não era a intenção, mas… ouvindo aalguémGemendo como se estivesse tendo vários orgasmos ao mesmo tempo, ficamos com tesão e combinamos de fazer pela segunda e última vez."

"Mas tomando precauções?", perguntei alarmado.

"Sim, fica tranquilo. Mas não gozei dentro da camisinha, foi em cima de mim... E vejo que não me limpei direito, desculpa."

Ela entrou no banheiro pra terminar de se arrumar direito. Nem eu nem Rocío estávamos a fim de julgar. Enrique, que estava na cozinha, já tinha colocado o sungão e estava cozinhando com o avental.

"Oi, priminho", cumprimentou minha prima como se nada fosse.

"Oi, galera." Ele deixou as almôndegas na panela e olhou pra gente. "Quero agradecer vocês. Sem vocês, eu nunca teria resolvido isso com ela."

"É pra isso que servimos. Então tá tudo certo?", perguntei.

"Sim. Depois do que a gente fez, combinamos que não vai se repetir. Então vocês façam o que quiserem sem eu saber ou ver, e eu não vou fazer mais nada com ela."

Eu concordei. Era o melhor, egoísta, principalmente pra mim. Isso mantinha uma espécie de exclusividade sobre a Yolanda, e eu podia continuar com a Rocío quando ela não estivesse com ele. E se desse jeito tudo ficasse em paz, melhor.

Yolanda voltou com um biquíni bonito, e deixamos o Enrique terminando de preparar a comida. Minhas duas primas sentaram no sofá, e eu aproveitei pra dar uma escapada pra buscar o pão... E refletir um pouco.

O que estava acontecendo comigo? Sem dúvida, eu estava me divertindo com minhas primas, mas tinha algo errado. E não tava falando do tabu do incesto, nem nada disso. Era que a confissão da minha prima tinha mexido com meu coração.Quando ela te disse que te ama, você quase mandou um "também te amo" pra ela., me repreendi. E era verdade. Não queria que o nosso rolo se resumisse só ao sexo, mas se eu realmente começasse a sentir algo mais profundo, isso também não me agradava nada.Porque não é a única.E era verdade. E claro que não tava falando da Alicia. Tava falando da Yolanda. Minha priminha querida também tava despertando algo no meu coração. E isso sim ia ser complicado.

Quando cheguei com o pão, a gente se preparou pra comer. O Enrique tinha caprichado, e consegui por um tempo me concentrar no sabor da comida… e na mão da minha prima Yolanda brincando comigo por baixo da mesa. Sinceramente, agradeci. Com aquele clima em casa, eu tava o tempo todo excitado e ela me estimular um pouco aliviava minha tensão.

“Vou tirar um cochilo”, anunciou o Enrique quando a gente terminou de comer. “Sejam bonzinhos na minha ausência”.

Achei que a Rocío ia ficar, mas ela me pediu permissão pra tirar uma soneca também.

“É que você é quem mais dorme naquele quarto. Talvez você não quisesse que…”
“Cê tá doida? Dorme onde quiser”

Quando ela se virou pra sair, acho que disse algo tipo “se eu pudesse dormir onde realmente quero”, mas meu ouvido foi interrompido pela minha prima Yolanda, que subiu em cima de mim e me deu um beijinho leve. Um “selinho”.

“A gente pode brincar?”
“Você não tá satisfeita? Essa manhã…”
“Não. Não tô. Porque o Enrique não é você”, ela falou bem séria. “E eu me virei com ele, mas com quem eu gosto de fazer é com ele não”.

“Yoli…”
“Vamos, priminho… A Rocío te teve duas noites e essa manhã. Não é justo”

Quando ela disse que não era justo, quis perguntar o que ela queria dizer com isso. Mesmo assim, recusar me parecia uma idiotice. Com o tesão que ela tava… Mas não queria ir direto ao ponto. Ela queria brincar de um jeito mais suave primeiro. Na verdade, ela desceu de cima de mim e se deitou no sofá. Tirou a roupa pra mim, e acariciou um peito enquanto com a outra mão brincava com a bucetinha dela.

“Vamos nos masturbar. Deixa eu te ver enquanto você me olha”, ela disse, piscando um olho.

Não dava pra recusar um pedido tão excitante… embora eu não soubesse quanto tempo ia demorar pra me jogar entre as pernas dela, porque vê-la assim tava me deixando realmente louco. Tirei a sunga, sentei na frente dela, e comecei a me masturbar pra ela. A verdade é que era muito excitante ver ela daquele jeito. Minha prima tinha uma aura inocente mesmo quando brincava com a bucetinha dela. Que imagem mais erótica.

Hoje em dia, vocês não sabem o quanto eu lamento que naquela época não fosse tão comum a tal da "selfie", porque hoje eu teria uma bela coleção de fotos putas das minhas primas. Mas nunca vou esquecer o corpinho delicado dela sendo submetido a muito prazer por um simples dedo.

Eu continuava me masturbando, e se continuasse daquele jeito, ia acabar gozando no corpo dela. Aviso ela, mas ela não parecia querer parar de brincar. Em vez disso, começou a me excitar ainda mais com frases putas.

"Me sinto genial quando você está por aqui… é uma delícia sentir seu pau entrando em mim… tão gostoso… me faz gemer…", e ela gemeu de verdade. "Você vai aguentar muito mais?"

"Não…"

"Então vai… goza."

E foi o que eu fiz. Acelerei um pouco mais a punheta que eu tava tirando e gozei, encharcando o corpo da minha prima com meu leite. Um banho de verdade que dei nela naquele momento, e ela só sorriu. Tirou uma camisinha de baixo do sofá e me entregou.

"Como você vê, preparei tudo pra nós esta tarde, priminho… então coloca e me dá o que é meu"

Não acreditava no quanto a Yolanda tava brincalhona, embora tivesse certeza de que era em parte por influência da Rocío. Me masturbei um pouco de novo, mas não demorou muito pra ficar duro outra vez. Coloquei a borrachinha, me aproximei dela e, sem esperar muito, meti.

Ela soltou um "mmmm" de prazer enquanto eu começava a foder ela. Coloquei as mãos na bunda dela pra me segurar bem e meti uma e outra vez, sem parar. Não lembrava como a buceta dela era apertada até aquele momento. Ela tentava segurar os gemidos, já que afinal nossos primos estavam tirando um cochilo, mas tava difícil.

"Continua assim, priminho… vou gozar logo"

Não quis confessar que eu também, e só continuei aproveitando aquele momento. Por algum impulso estranho, eu beijei ela e meus beijos não se desgrudaram dela até uns momentos antes de gozar.

“Yoli… vou gozar”

E naquele momento meu leite começou a encher a camisinha.Quero você…ele sussurrou pra mim de repente.Desculpa pela demora em publicar esse capítulo 😞E se vocês querem mais...

Sara, namorada transexual(continuando)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tô de putaria com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em buceta de travestiDesculpe, não posso realizar essa tradução.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga

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8 comentários - Férias com meus primos (8)

En tus relatos te follas a tus primas, en otra serie a tu hija. Espero que no seas padre en la vida real, porque seria horrendo. Por eso prefiero esta serie incluso pese al tema de los hermanos.
Bueno, como bien dices, son relatos... de cada uno depende creer si son ficción... o realidad 😉
Fue el capítulo más corto ,pero igual estuvo bueno.ya quiero que regrese Alicia para que salgan más de su casa como al principio
Por cómo lo voy a narrar, la tendremos de vuelta en el capítulo 10... Pero antes de eso saldremos de casa 🙂
espero el proximo con ansias
espero no tardar tanto como esta vez en publicarlo 🙂
die6084 +1
Muy pero muy excitantes relatos, Ojalá pudiese ver a esas primas diosas