mis sombras oscuras (Real)

Essa história eu lembro sempre, porque a protagonista me marcou com a personalidade dela.
Pra ser sincero, mesmo tendo várias histórias com várias gostosas e tendo tido sorte de comer mais que a média, tenho que dizer que essa é a história mais excitante no meu palácio mental.

Foi uma das minhas primeiras namoradas na juventude, Maria Paz se chamava, era linda, pele branca, cabelo castanho, um corpo bem desenvolvido pra idade dela. Mas cometi o erro de vacilar várias vezes, até com as amigas dela (quando a gente é moleque, o que importa é somar, pelo menos pra mim), então acabei perdendo ela e perdi a chance de ser o primeiro homem dela. A gente parou de se falar por muitos anos, uns 7 ou 8, fácil. Perdi todo o contato com ela e também não tava procurando, então talvez por isso nunca nos esbarramos. Até que um dia fui num shopping e vi ela de mãos dadas com quem até hoje é o parceiro dela, com quem tem um filho lindo. Quando vi ela, já tava mais velha, devia ter uns 23 anos. Um corpo mais formado, uns peitos maiores, talvez por ter sido mãe, mas continuava sendo a mesma mulher gostosa por quem me apaixonei na juventude. A gente se cruzou, ela me viu e desviou o olhar.

Achei que ainda tava puta por eu ter vacilado tanto. De noite, quando cheguei em casa, procurei ela no Facebook e mandei mensagem pra cumprimentar, pedir desculpas pelo que aconteceu e entender por que não tinha me cumprimentado. Ela disse que o parceiro dela ainda sentia ciúmes de mim, por isso não pôde me cumprimentar. Não entendi, porque nunca vi ela em anos. Ela não aceitou minha solicitação, me passou o número do celular e disse pra gente se falar por lá, sem usar o Facebook de novo.

A gente conversava de vez em quando. Depois, como contei numa história anterior, tive que vir morar na Argentina, numa cidade bem colada no Chile, e foi nessa época que recebi uma mensagem dela. Ela disse que vinha visitar uma tia, que eu tinha conseguido uns remédios pra avó dela antes. que eram muito mais baratos aqui. ela me perguntou se dava tempo de a gente se encontrar e, claro, não ia falar não pra ela. convidei ela pra tomar sorvete, saímos pra jantar e ela disse que ia ficar por 3 dias.
depois chamei ela pro meu apartamento pra continuar a conversa, e sinceramente não consegui me segurar muito, ainda sentia algo por aquela mulher, via ela tão mulher agora, tão bem definida, com uma silhueta linda, que comecei a tocar no assunto do que tinha rolado. ela ficou meio desconfortável e começou a me xingar pelo que eu fiz, acalmei ela com a mão e dei um beijo.
ali começou tudo. em menos de 2 minutos ela tava no meu quarto completamente nua, a mulher que há anos eu perdi a chance de comer, mas a vida me deu a revanche e me entregou ela com mais experiência. ela transava muito bem, se mexia excelente, talvez porque sempre foi boa de dançar, pelo que eu lembrava. a boca dela gemendo me esquentava, aqueles lábios doces, aquele olhar que por dentro dava pra ver a vontade guardada, e aquela pussy que, pela primeira vez, senti que foi feita sob medida pra mim, não sei por quê, mas teve uma conexão entre nossos corpos na hora de fazer amor. tanto que quase gozamos juntos, mesmo sendo nossa primeira vez.
a gente trepou nesses 2 dias que sobraram, quase o dia inteiro, até ela ter que voltar.
por sorte, a gente tá a só algumas horas dessa cidade e eu ainda tenho minha casa, que não quis alugar, todos meus amigos e família lá, e viajo direto, então prometi visitar ela em breve.
nesses dias, a gente começou a trocar mensagens de noite, as conversas às vezes eram meio quentes e a gente fantasiava. até que um dia ela mandou umas fotos de lingerie. dava pra ver que era a primeira vez que fazia isso. mas ela dizia que adorava ser desejada por mim, obviamente pedi mais e prometi trocar, aí as coisas melhoraram, eu podia ver o dia inteiro aquela pussy gostosa, ela mandava vídeos no quarto dela, segurando os gemidos porque a mãe dela tava no quarto ao lado. (não Vou postar o material, porque apesar de serem histórias reais, as mulheres merecem meu respeito e eu não poderia torná-las públicas para denegrir a imagem delas e de suas famílias, então vocês vão ter que imaginar. Naquela época, estava na moda o filme "Cinquenta Tons de Cinza", então aproveitei pra pedir coisas mais ousadas: fotos dela se mostrando em lugares com gente, escrevendo o nome dela nos peitos, no salão da faculdade dela, etc.

Pouco tempo depois, precisei viajar pra minha cidade por causa de uns documentos pendentes (onde ela também morava), então falei pra ela não fazer planos pra aquele dia, inventar um encontro com as amigas e ficar pra dormir comigo.

Quando ela chegou, tinha um jantar incrível esperando por ela, preparado por mim, claro, com velas e um perfume. Era um jeito de agradecer pelo sexo bom, pela disposição dela e, ao mesmo tempo, pedir desculpas por tê-la perdido quando éramos adolescentes.

Tudo saiu perfeito. Terminamos transando sem parar, e foi aí que ela me pediu pra amarrá-la. Disse que queria experimentar coisas novas, mas que o parceiro dela era muito monótono, e eu era a saída dela do mundo. Então topei. Encontrei umas gravatas no meu armário velho e amarrei ela do jeito que dava, porque eu também nunca tinha experimentado isso. Depois, ela me pediu pra dar tapas na bunda dela, tratá-la como uma puta, fazê-la sentir dor. No começo, eu fiquei meio com medo, mas era excitante. Ver ela gritar, se contorcer, gozar. Gravar tudo pra mim, etc.

Depois disso, quando voltei pra minha cidade atual, mandei comprar uma porrada de brinquedos sexuais: consolos, vibradores, cintas, algemas, imobilizadores, esposas, etc.

Falei pra ela inventar uma viagem, que eu tinha um presente. Ela demorou uma semana mais ou menos pra organizar tudo. E apareceu. Não mostrei todo o arsenal, mas a primeira coisa que falei foi que naquela noite a gente ia jantar fora e que ela tinha que vestir algo. Ela pensou num vestido ou algo assim, mas era um vibrador de controle remoto.

No começo, ela hesitou um pouco, mas como estava numa cidade onde não Ninguém sabia que ela tava comigo, se algo acontecesse, ninguém ia apontar o dedo pra ela, então ela topou.
Fomos pro restaurante, no meio da noite comecei a brincar com o controle, via aquele olhar de tesão e as pernas dela se cruzando, ela mordendo os lábios e soltando uns gemidos baixinhos, já que tinha bastante gente no lugar. Acho que ela gozou umas duas vezes durante o jantar e, com certeza, foi a refeição que ela mais curtiu na vida. Depois, quando saímos, vi o estacionamento, tava meio escuro e, pra ser sincero, eu tava muito excitado, então precisava comer ela logo. Ofereci fazer atrás de uma Jeep que tinha lá, e não dava pra ver câmeras nem nada, então ela topou na hora.
Só baixei a calça jeans dela, a calcinha tava mais que molhada, e meti com força e rapidez. Mesmo sendo um lugar excitante, tava com medo de sermos pegos, então foi uma foda gostosa, mas rápida.
Naquela noite, quando chegamos em casa, depois das risadas e uns filmes que vimos, chamei ela pro quarto pra ver o presente dela. Quando ela viu tudo que eu tinha comprado, ficou surpresa e com um pouco de medo, me perguntou se eu era louco ou se realmente queria experimentar aquilo com ela.
Falei a verdade: sempre sonhei em fazer essas coisas, mas nunca encontrei a mulher certa, alguém com confiança suficiente pra experimentar algo novo pra mim. E já que não fui o primeiro na cama dela, pelo menos queria ser o primeiro a fazer ela se entregar, me implorar pra parar, marcar o corpo dela, mesmo que por um tempo, e fazer ela se sentir minha.
Foi uma noite do caralho, amarrar ela, vendar os olhos, imobilizar, fazer ela gozar três vezes, dar chicotadas, fazer ela implorar pra eu parar — foi uma das noites mais excitantes da minha vida. Mas como tudo de bom dura pouco, essa seria a última viagem dela, porque alguém descobriu que a gente tinha se visto e se juntado de novo. Obviamente, ele nunca soube o que eu fiz com a mulher dele. Mas decidi deixar eles em paz, pra serem uma família feliz. Eu já tinha criado um monstro. com certeza hoje em dia ele deve tá me agradecendo...

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