Há um tempão que eu tava morrendo de vontade de ver minha namorada com outro cara. Sempre falava isso durante o sexo, e ela entrava na brincadeira, mas nunca passava disso, só um jogo. Um dia, de tarde, enquanto a gente lanchava, perguntei se ela realmente topava fazer aquilo. Ela respondeu que não sabia, e aquilo me deu uma luz de esperança. Então, sem perder tempo, falei pra ela deixar tudo comigo, que eu ia arrumar o macho pra ela. Ela só riu, não falou mais nada.
Tamo junto há 8 anos, e morando juntos há 2. Temos a mesma idade, 30 anos. A Vanesa é morena, 1,60m, peitos normais e uma bunda que combina com o corpo. Um corpo de adolescente, digamos. Muito bonita de rosto, eu amo e me excita pra caralho, mas me excita ainda mais imaginá-la com outro ou outros.
Nos dias seguintes à conversa, tentei arrancar informações sobre os gostos dela, obviamente durante o sexo. Ela só me deu dois detalhes: moreno e pau bom. Já bastava pra mim. Os dias foram passando enquanto eu procurava em vários sites de encontros caras que se encaixassem na descrição. Tinha muitos, mas não era fácil escolher. Tentava achar alguém bonito, higiênico, saudável e com um pouco de juízo. Foi difícil. Passaram duas semanas até que consegui contato com um.
Era advogado, 35 anos, boa pinta e muito bem dotado. Um cara de pele clara e cabelo castanho. Achei que não teria problema. Ele era solteiro e morava não muito longe da gente. Depois de uns 3 ou 4 dias conversando, passei meu WhatsApp e mandei fotos da Vane. Ele gostou pra caralho e começou a insistir pra marcar o encontro.
Chegou sexta à tarde. Já tinha trocado ideia com o Ramiro, o candidato, então falei pra Vane se preparar que no sábado eu teria um presentinho pra ela. Ela riu, achando que era brincadeira, mas eu falei que era sério, que no sábado a gente ia pro hotel. Ela não deu muita bola e continuou fazendo as coisas dela.
Era sábado, 6 da tarde. Falei: – Amor, vai se arrumando que às 7:30 a gente... vamos.
Vane:- aonde?? (Surpresa)
Eu:- pro hotel, te falei ontem que a gente ia
Vane:- hein? Achei que era brincadeira… bom, beleza, que legal, vou tomar um banho então.
Entro no banheiro, passo um tempão, até que finalmente ela saiu, tinha vestido um vestido preto, que mal cobria a bunda, e por baixo uma lingerie vermelha de renda, dava pra ver na parte de cima, nos pés, uns sapatinhos pretos, tava uma gostosa. Os lábios pintados de um vermelho suave e um pouco de maquiagem nos olhos, o cabelo preso num coque.
Eu:- uau!!! Você tá linda, amor!
Vane:- ué, nunca me leva pra hotel, então tenho que aproveitar pra usar essas coisas que nunca visto
Ela chegou perto e me deu um beijo bem gostoso. Nisso já eram 7:20 da noite, ela vestiu um casaco super quentinho, tava frio pra caralho, e saímos. Fomos no nosso carro. Enquanto eu comentava pra qual hotel a gente ia, falei que precisava parar no posto pra comprar uma coisa. Ela não entendeu muito, já que a gente não usa camisinha, ela toma pílula e é assim que a gente se cuida. Estacionei e fui na lojinha, quando voltei com os preservativos ela me olhou besta, perguntando pra que eu tinha comprado aquilo.
Eu:- amor, passa pro banco de trás, por favor, esses não são pra mim, são pro seu presente.
Vane:- hein?? Tá me zoando?
Eu:- não, Vane, te falei que tinha um presente pra você
Vane:- mas, porra… você é louco?? Achei que era brincadeira, um jogo, não que você queria que me comessem de verdade
Eu:- confia em mim, a gente vai se divertir pra caralho, senta atrás e curte o que vem por aí
Ficamos alguns minutos no carro em silêncio, ela se recusava a passar pro banco de trás até que eu convenci ela.
Faltando umas quadras pro hotel, tinha um estacionamento privado, lá o Ramiro tinha deixado o carro dele, ele nos esperava na esquina, vestindo um terno e um casaco pra se proteger do frio da noite e principalmente do inverno. Eu tava muito nervoso, o coração batia a mil, a boca seca. Freiei. Ele entrou.
Ramiro:- (enquanto se (me acomodei no banco) Boa noite
Nós: - boa noite
Eu: - como cê tá?
Ramiro: - (enquanto olhava pra Vane) muito bem, com frio, pensei mesmo que vocês não iam vir, mas valeu a pena arriscar.
Eu: - viu? Não íamos te sacanear, te apresento minha namorada, Vanesa.
Eles se cumprimentaram. Dava pra ver que ela tava super nervosa.
Ramiro: - É a primeira vez que vocês fazem isso?
Eu: - sim, a primeira, então você é muito sortudo (enquanto dava um sorriso)
Ramiro: - sim, claro, sua mulher é uma gostosa.
Eu: - conversem um pouco se quiserem, assim vão se conhecendo, faltam poucas quadras pra chegar.
Dito isso, esperava alguma reação da minha namorada, mas o nervosismo deixou ela travada, não falava nada.
Ramiro: - te incomoda se eu beijar ela?
Eu: - se ela quiser, por mim sem problema…
Olho pra cara dela, ela olhava pra baixo, levanto a cabeça dela, me encarando, como se esperasse minha aprovação, assenti.
Eles se olharam e começaram a se beijar timidamente, bem devagar, meu coração ia sair pela boca, tava muito excitado vendo eles pelo retrovisor.
Ele pegou ela pelo pescoço com a mão enquanto começaram a se beijar mais apaixonadamente. Chegamos no hotel, os vidros do carro são escuros, mal abaixei o meu pra pedir o quarto mais caro, com hidromassagem e tal. Eram tipo mini apartamentos com estacionamento privativo cada um. Na parte de trás, Vane e Ramiro não tinham parado de se beijar.
Chegamos, estacionei. Desci antes, enquanto abria a porta eles começaram a sair do carro, deixei eles passarem, primeiro a Vane, ela tava com os lábios inchados de tanto beijar e com tanta vontade, depois o Ramiro, dava pra ver o volume, isso me deixou ainda mais tesudo, fechei a porta e fui atrás deles. Era um quarto enorme, muitos espelhos, uma cama grande no centro, 2 poltronas em lugares diferentes do quarto, daí dava pra ver um banheiro muito grande com uma banheira de hidromassagem. Vane e Ramiro tiraram os casacos e continuaram se beijando. Ele começou a acariciar as pernas dela enquanto subia até As coxas dela, ela tava com arrepio na pele, devia tar muito tesuda enquanto segurava ele forte pelas costas e puxava ele pra perto. Começou a tirar o paletó dele e desabotoar a camisa, ele se deixava fazer. Deixou ele só na cueca, com a calça do terno e os sapatos, ela ainda tava de vestido. Vane começou a beijar o pescoço dele, enquanto descia pro peito, Ramiro tava muito bem fisicamente, tanquinho marcado, musculoso, com pelos aparados, ela lambia os mamilos dele enquanto deslizava as unhas pelas costas. Ele tava de pé, curtindo o tesão da minha mina. Eu, nessa altura, já tinha me jogado num sofá, desabotoado a calça, e com a cueca ainda no lugar, me acariciando a rola. Ela continuava chupando o peito dele, o abdômen, foi descendo e começou a tirar o cinto da calça. Ele parou de ser passivo e pegou minha mina pela cintura e beijou ela com força, as mãos dele começaram a levantar o vestido dela, a peça que faltava eu descobrir era uma calcinha fio dental vermelha, com cordão atrás, era linda, ele beijava ela com força enquanto apertava a raba dela, passava a mão pra caralho, minha mina esfregava o corpo contra o dele. Eu não aguentava mais de tesão, tirei a calça, a cueca e comecei a bater uma com muita vontade, de vez em quando parava pra não gozar. Ele terminou de tirar o vestido dela, deu um passo pra trás pra admirar o corpo dela, enquanto desafivelava o cinto e tirava a calça. Tava de cueca samba-canção, a rola escapava, a cabeça aparecia, minha mina ficou surpresa por um instante. Me olhou, como quem sabe que o que vinha agora era outro nível, que não tinha volta. Eu batia uma curtindo a cena, ele se aproximou dela, levantou ela e deitou ela na cama, se jogou por cima, continuaram se beijando, enquanto se esfregavam com a roupa íntima no lugar, do meu lugar eu via os pés dela, percebia como o volume do Ramiro batia contra a buceta da Vane que molhava cada vez mais a calcinha fio dental. Tive que parar de me masturbar porque podia gozar na hora. Segundo, e queria aproveitar mais a cena. Ela apertava a bunda dele, enquanto começou a tirar a cueca dele, sem parar de se beijar. Ele separou a parte de baixo dela pra tirar a peça mais rápido. Continuaram se pegando, mas agora ele já tava totalmente nu. Começou a masturbar ela com a mão dentro da calcinha fio dental, se virou de lado pra bater uma pra ela melhor. Ela tava extasiada, levantava a bacia como se tivesse dando pra mão dele enquanto chupava o pescoço dele. Ficaram um bom tempo assim, até que ele tirou o sutiã e a calcinha dela. Até aquele momento, ela não tinha pegado na pica do Ramiro. Decidiu que era a hora. Deitou ele de barriga pra cima, ela foi com o corpo em direção aos pés dele e colocou a buceta dela na altura do rosto dele, pra fazer um 69. Ele começou a chupar ela, e ela tinha pegado na rola com uma mão enquanto me olhava nos olhos. Ela tava na minha frente, minha namorada com a rola de outro homem, prestes a chupar ela. A vara era um pouco mais comprida que a minha, mas bem mais grossa e mais cheia de veias. Ela começou a passar a língua e acariciar ela, sem tirar os olhos de mim. Aos poucos, foi enfiando a cabeça da rola na boca e acariciando com a língua. Tive que começar a bater uma de novo, isso deixou ela com mais tesão porque começou a chupar a rola com mais ritmo. Não dava pra ver nada do que o Ramiro tava fazendo nela, mas ver minha namorada com uma rola na boca já bastava pra eu ficar muito excitado. Ela só parava de chupar pra me olhar nos olhos e morder os lábios. Dava pra ouvir os gemidos do Ramiro, que de vez em quando mexia a bacia como se quisesse comer a boquinha da Vane. Ficaram um bom tempo assim, até que se separaram. Ele se aproximou da mesinha de cabeceira e pegou a camisinha que tava lá. Enquanto isso, ela chupava o pescoço dele e batia uma pra ele. Ele colocou a camisinha, deitou ela de barriga pra cima, se posicionou por cima e começou a penetrar ela devagar. Eu não conseguia parar de bater uma ao ver outro homem comendo minha namorada na minha frente, enquanto ela cravava as unhas nele. Suas costas pediam que ele batesse mais forte, cada vez mais forte. Vane não parava de gemer, estava muito excitada e eu já não aguentava mais segurar meu gozo, mas queria continuar curtindo…
Ramiro: — Como você fode bem, sua putinha, vou te encher de leite!!
Vane: — Isso, gostoso, goza tudo em mim.
Ramiro: — Sim, bebê, onde você quer o leite?
Vane: — Na minha boquinha (enquanto gemia).
Esse pequeno diálogo foi o estopim para Ramiro parar de foder ela, tirar a camisinha da pica e aproximá-la da boca da Vane. Ele estava meio sentado no tronco dela, como se fosse fazer um boquete, mas a pica dele estava bem perto da boquinha, ela só abria e pedia para ele gozar. Ele segurou a nuca dela, enfiou a pica na boquinha e começou a meter forte, estava chegando no auge, só dava pra ouvir os engasgos da Vane, mas ele não parava até dar uma estocada forte e começar a gozar. Eu via toda a cena de lado, os olhos da Vane lacrimejavam, e a saliva e o gozo começavam a escorrer pelos cantos dos lábios dela. Ele demorou uns 5 segundos para tirar a pica da boca… Ela conseguiu respirar… O sêmen escorria nela, era uma puta completa, não parava de olhar nos olhos dele. Eu tinha parado de me mastigar há um tempo para não gozar, mas da minha pica começou a vazar porra sem eu nem tocar… Não acreditava no que estava vendo, morria de tesão, ciúmes, tudo, mas amava… Nisso, ela virou a cabeça para me olhar.
Vane: — Gostou, meu amor?
Tamo junto há 8 anos, e morando juntos há 2. Temos a mesma idade, 30 anos. A Vanesa é morena, 1,60m, peitos normais e uma bunda que combina com o corpo. Um corpo de adolescente, digamos. Muito bonita de rosto, eu amo e me excita pra caralho, mas me excita ainda mais imaginá-la com outro ou outros.
Nos dias seguintes à conversa, tentei arrancar informações sobre os gostos dela, obviamente durante o sexo. Ela só me deu dois detalhes: moreno e pau bom. Já bastava pra mim. Os dias foram passando enquanto eu procurava em vários sites de encontros caras que se encaixassem na descrição. Tinha muitos, mas não era fácil escolher. Tentava achar alguém bonito, higiênico, saudável e com um pouco de juízo. Foi difícil. Passaram duas semanas até que consegui contato com um.
Era advogado, 35 anos, boa pinta e muito bem dotado. Um cara de pele clara e cabelo castanho. Achei que não teria problema. Ele era solteiro e morava não muito longe da gente. Depois de uns 3 ou 4 dias conversando, passei meu WhatsApp e mandei fotos da Vane. Ele gostou pra caralho e começou a insistir pra marcar o encontro.
Chegou sexta à tarde. Já tinha trocado ideia com o Ramiro, o candidato, então falei pra Vane se preparar que no sábado eu teria um presentinho pra ela. Ela riu, achando que era brincadeira, mas eu falei que era sério, que no sábado a gente ia pro hotel. Ela não deu muita bola e continuou fazendo as coisas dela.
Era sábado, 6 da tarde. Falei: – Amor, vai se arrumando que às 7:30 a gente... vamos.
Vane:- aonde?? (Surpresa)
Eu:- pro hotel, te falei ontem que a gente ia
Vane:- hein? Achei que era brincadeira… bom, beleza, que legal, vou tomar um banho então.
Entro no banheiro, passo um tempão, até que finalmente ela saiu, tinha vestido um vestido preto, que mal cobria a bunda, e por baixo uma lingerie vermelha de renda, dava pra ver na parte de cima, nos pés, uns sapatinhos pretos, tava uma gostosa. Os lábios pintados de um vermelho suave e um pouco de maquiagem nos olhos, o cabelo preso num coque.
Eu:- uau!!! Você tá linda, amor!
Vane:- ué, nunca me leva pra hotel, então tenho que aproveitar pra usar essas coisas que nunca visto
Ela chegou perto e me deu um beijo bem gostoso. Nisso já eram 7:20 da noite, ela vestiu um casaco super quentinho, tava frio pra caralho, e saímos. Fomos no nosso carro. Enquanto eu comentava pra qual hotel a gente ia, falei que precisava parar no posto pra comprar uma coisa. Ela não entendeu muito, já que a gente não usa camisinha, ela toma pílula e é assim que a gente se cuida. Estacionei e fui na lojinha, quando voltei com os preservativos ela me olhou besta, perguntando pra que eu tinha comprado aquilo.
Eu:- amor, passa pro banco de trás, por favor, esses não são pra mim, são pro seu presente.
Vane:- hein?? Tá me zoando?
Eu:- não, Vane, te falei que tinha um presente pra você
Vane:- mas, porra… você é louco?? Achei que era brincadeira, um jogo, não que você queria que me comessem de verdade
Eu:- confia em mim, a gente vai se divertir pra caralho, senta atrás e curte o que vem por aí
Ficamos alguns minutos no carro em silêncio, ela se recusava a passar pro banco de trás até que eu convenci ela.
Faltando umas quadras pro hotel, tinha um estacionamento privado, lá o Ramiro tinha deixado o carro dele, ele nos esperava na esquina, vestindo um terno e um casaco pra se proteger do frio da noite e principalmente do inverno. Eu tava muito nervoso, o coração batia a mil, a boca seca. Freiei. Ele entrou.
Ramiro:- (enquanto se (me acomodei no banco) Boa noite
Nós: - boa noite
Eu: - como cê tá?
Ramiro: - (enquanto olhava pra Vane) muito bem, com frio, pensei mesmo que vocês não iam vir, mas valeu a pena arriscar.
Eu: - viu? Não íamos te sacanear, te apresento minha namorada, Vanesa.
Eles se cumprimentaram. Dava pra ver que ela tava super nervosa.
Ramiro: - É a primeira vez que vocês fazem isso?
Eu: - sim, a primeira, então você é muito sortudo (enquanto dava um sorriso)
Ramiro: - sim, claro, sua mulher é uma gostosa.
Eu: - conversem um pouco se quiserem, assim vão se conhecendo, faltam poucas quadras pra chegar.
Dito isso, esperava alguma reação da minha namorada, mas o nervosismo deixou ela travada, não falava nada.
Ramiro: - te incomoda se eu beijar ela?
Eu: - se ela quiser, por mim sem problema…
Olho pra cara dela, ela olhava pra baixo, levanto a cabeça dela, me encarando, como se esperasse minha aprovação, assenti.
Eles se olharam e começaram a se beijar timidamente, bem devagar, meu coração ia sair pela boca, tava muito excitado vendo eles pelo retrovisor.
Ele pegou ela pelo pescoço com a mão enquanto começaram a se beijar mais apaixonadamente. Chegamos no hotel, os vidros do carro são escuros, mal abaixei o meu pra pedir o quarto mais caro, com hidromassagem e tal. Eram tipo mini apartamentos com estacionamento privativo cada um. Na parte de trás, Vane e Ramiro não tinham parado de se beijar.
Chegamos, estacionei. Desci antes, enquanto abria a porta eles começaram a sair do carro, deixei eles passarem, primeiro a Vane, ela tava com os lábios inchados de tanto beijar e com tanta vontade, depois o Ramiro, dava pra ver o volume, isso me deixou ainda mais tesudo, fechei a porta e fui atrás deles. Era um quarto enorme, muitos espelhos, uma cama grande no centro, 2 poltronas em lugares diferentes do quarto, daí dava pra ver um banheiro muito grande com uma banheira de hidromassagem. Vane e Ramiro tiraram os casacos e continuaram se beijando. Ele começou a acariciar as pernas dela enquanto subia até As coxas dela, ela tava com arrepio na pele, devia tar muito tesuda enquanto segurava ele forte pelas costas e puxava ele pra perto. Começou a tirar o paletó dele e desabotoar a camisa, ele se deixava fazer. Deixou ele só na cueca, com a calça do terno e os sapatos, ela ainda tava de vestido. Vane começou a beijar o pescoço dele, enquanto descia pro peito, Ramiro tava muito bem fisicamente, tanquinho marcado, musculoso, com pelos aparados, ela lambia os mamilos dele enquanto deslizava as unhas pelas costas. Ele tava de pé, curtindo o tesão da minha mina. Eu, nessa altura, já tinha me jogado num sofá, desabotoado a calça, e com a cueca ainda no lugar, me acariciando a rola. Ela continuava chupando o peito dele, o abdômen, foi descendo e começou a tirar o cinto da calça. Ele parou de ser passivo e pegou minha mina pela cintura e beijou ela com força, as mãos dele começaram a levantar o vestido dela, a peça que faltava eu descobrir era uma calcinha fio dental vermelha, com cordão atrás, era linda, ele beijava ela com força enquanto apertava a raba dela, passava a mão pra caralho, minha mina esfregava o corpo contra o dele. Eu não aguentava mais de tesão, tirei a calça, a cueca e comecei a bater uma com muita vontade, de vez em quando parava pra não gozar. Ele terminou de tirar o vestido dela, deu um passo pra trás pra admirar o corpo dela, enquanto desafivelava o cinto e tirava a calça. Tava de cueca samba-canção, a rola escapava, a cabeça aparecia, minha mina ficou surpresa por um instante. Me olhou, como quem sabe que o que vinha agora era outro nível, que não tinha volta. Eu batia uma curtindo a cena, ele se aproximou dela, levantou ela e deitou ela na cama, se jogou por cima, continuaram se beijando, enquanto se esfregavam com a roupa íntima no lugar, do meu lugar eu via os pés dela, percebia como o volume do Ramiro batia contra a buceta da Vane que molhava cada vez mais a calcinha fio dental. Tive que parar de me masturbar porque podia gozar na hora. Segundo, e queria aproveitar mais a cena. Ela apertava a bunda dele, enquanto começou a tirar a cueca dele, sem parar de se beijar. Ele separou a parte de baixo dela pra tirar a peça mais rápido. Continuaram se pegando, mas agora ele já tava totalmente nu. Começou a masturbar ela com a mão dentro da calcinha fio dental, se virou de lado pra bater uma pra ela melhor. Ela tava extasiada, levantava a bacia como se tivesse dando pra mão dele enquanto chupava o pescoço dele. Ficaram um bom tempo assim, até que ele tirou o sutiã e a calcinha dela. Até aquele momento, ela não tinha pegado na pica do Ramiro. Decidiu que era a hora. Deitou ele de barriga pra cima, ela foi com o corpo em direção aos pés dele e colocou a buceta dela na altura do rosto dele, pra fazer um 69. Ele começou a chupar ela, e ela tinha pegado na rola com uma mão enquanto me olhava nos olhos. Ela tava na minha frente, minha namorada com a rola de outro homem, prestes a chupar ela. A vara era um pouco mais comprida que a minha, mas bem mais grossa e mais cheia de veias. Ela começou a passar a língua e acariciar ela, sem tirar os olhos de mim. Aos poucos, foi enfiando a cabeça da rola na boca e acariciando com a língua. Tive que começar a bater uma de novo, isso deixou ela com mais tesão porque começou a chupar a rola com mais ritmo. Não dava pra ver nada do que o Ramiro tava fazendo nela, mas ver minha namorada com uma rola na boca já bastava pra eu ficar muito excitado. Ela só parava de chupar pra me olhar nos olhos e morder os lábios. Dava pra ouvir os gemidos do Ramiro, que de vez em quando mexia a bacia como se quisesse comer a boquinha da Vane. Ficaram um bom tempo assim, até que se separaram. Ele se aproximou da mesinha de cabeceira e pegou a camisinha que tava lá. Enquanto isso, ela chupava o pescoço dele e batia uma pra ele. Ele colocou a camisinha, deitou ela de barriga pra cima, se posicionou por cima e começou a penetrar ela devagar. Eu não conseguia parar de bater uma ao ver outro homem comendo minha namorada na minha frente, enquanto ela cravava as unhas nele. Suas costas pediam que ele batesse mais forte, cada vez mais forte. Vane não parava de gemer, estava muito excitada e eu já não aguentava mais segurar meu gozo, mas queria continuar curtindo…
Ramiro: — Como você fode bem, sua putinha, vou te encher de leite!!
Vane: — Isso, gostoso, goza tudo em mim.
Ramiro: — Sim, bebê, onde você quer o leite?
Vane: — Na minha boquinha (enquanto gemia).
Esse pequeno diálogo foi o estopim para Ramiro parar de foder ela, tirar a camisinha da pica e aproximá-la da boca da Vane. Ele estava meio sentado no tronco dela, como se fosse fazer um boquete, mas a pica dele estava bem perto da boquinha, ela só abria e pedia para ele gozar. Ele segurou a nuca dela, enfiou a pica na boquinha e começou a meter forte, estava chegando no auge, só dava pra ouvir os engasgos da Vane, mas ele não parava até dar uma estocada forte e começar a gozar. Eu via toda a cena de lado, os olhos da Vane lacrimejavam, e a saliva e o gozo começavam a escorrer pelos cantos dos lábios dela. Ele demorou uns 5 segundos para tirar a pica da boca… Ela conseguiu respirar… O sêmen escorria nela, era uma puta completa, não parava de olhar nos olhos dele. Eu tinha parado de me mastigar há um tempo para não gozar, mas da minha pica começou a vazar porra sem eu nem tocar… Não acreditava no que estava vendo, morria de tesão, ciúmes, tudo, mas amava… Nisso, ela virou a cabeça para me olhar.
Vane: — Gostou, meu amor?
7 comentários - Cornudo no hotel!
Hay gente bol...