Como contei no relato anterior, ela queria fazer algo que nunca tinha feito, pelo menos foi o que me disse, porque quando eu estava atrás dela não parecia virgem. E se ela queria que eu inaugurasse o buraquinho, queria que eu entrasse pela coletora, e como sou um cavalheiro, não deixei de agradar a dama, então coloquei a mão na massa.
Nós dois tínhamos ficado exaustos no sofá, aninhados na melhor posição já inventada, sim, de conchinha, meu braço esquerdo por baixo do pescoço dela e o braço direito por cima acariciando um dos peitos dela, que nunca deixava o mamilo duro. Ela suspirava cada vez que meu dedo roçava o mamilo dela e meu pau começou a ganhar volume de novo. Ela pegou meu dedão da mão que estava por baixo do pescoço dela e começou a chupar como se fosse meu pau, e isso fez ele ficar duro de novo. Com a mão que ela tinha livre, começou a me acariciar bem devagar, não fazendo uma punheta, mas passando a ponta dos dedos por todo o tronco e pelas bolas também, que já estavam inchadas de novo. Ela parou de chupar meu dedo, virou a cabeça e, sem parar de gemer, pediu de um jeito bem safado: "quero que você arrebente minha bunda, papai..." Posso garantir que não gozei na hora porque ela estava apertando a base do meu pau, senão era pra encher as costas dela de porra. Me levantei e fui com minha boca até a boceta dela, pra começar a chupar de novo, mas dessa vez deixei intencionalmente a gente fazer um 69, então quando cheguei na boceta dela, meu pau estava na cara dela e ela não demorou pra colocar ele inteiro na boca.
Separei as pernas dela e fiz ela levantar pra ter a boceta dela e aquele buraquinho que segundo ela era virgem e eu achava muito aberto pra ser, à minha disposição. Primeiro comecei lambendo toda a área como se estivesse explorando o lugar de novo, passava só a língua pelos lábios, que sem ajuda iam se abrindo, o caminho só me levava até a bundinha. onde eu a rodeava com a língua e subia de volta pelos lábios até chegar no clitóris, que já estava aparecendo. Cada vez que eu roçava o clitóris com a língua, ela me dava uma chupada forte, e os lábios e o buraquinho se abriam mais. Comecei a penetrar a buceta dela com um dedo, sem parar de chupar o clitóris como se fosse um pirulito doce. Quando enfiei o segundo dedo na vulva, comecei a descer com a língua de novo até o buraquinho pra lubrificar com minha saliva e comecei a brincar com o indicador da outra mão. Como eu disse, aquele buraquinho já estava dilatado, e não demorei pra penetrar com a ponta do dedo. Na vulva, já tinha três dedos. Ela parou de chupar minha pica porque, entre gemidos e língua, não conseguia respirar. Que gostosa é a sensação de sentir como, dentro dela e separados só por uma parede bem fina, os dedos se tocam. Só de pensar nisso, me veio uma fantasia que ela ia realizar pra mim. Quando já tinha três dedos na vulva e dois na bunda, pedi pra ela deixar minha pica bem babada, que era hora de desvirgar aquele buraquinho lindo. Sem eu tirar as mãos de onde estavam, ela enfiou minha pica na boca de novo e deixou escorrendo saliva. Aí me coloquei entre as pernas dela na posição de missionário, levantei bem as pernas dela, deixando aquela bundinha linda à mostra, encostei a cabeça e, bem devagar, comecei a penetrar. Minha pica tava dura, venosa e quente como há muito tempo não via. Ela começou a gritar pra eu meter tudo, que queria sentir bem fundo, que doía um pouco, mas que queria ela toda dentro da bunda dela. Muito lentamente, fui fazendo força até que entrou toda. Minhas bolas bateram na bunda dela, e ela resfolegava de dor e prazer. Da buceta saíam cataratas de fluido, que eu pegava com as mãos e fazia ela chupar, e dizia: "Isso é o que você queria? Que eu esprema seus fluidos pela bunda?" Muito devagar, comecei a entrar e sair. Era incrível, não precisava de nenhum tipo de... lubrificante porque todo o fluxo que saía da buceta ia parar no meu pau e se auto lubrificava. Ela passou de gemer a gritar e a esfregar os peitos, apertava eles, beliscava os bicos, chupava os dedos e voltava pros peitos, até que eu peguei as mãos dela e as direcionei pra buceta dela. Primeiro fiz ela enfiar um dedo e perguntei se sentia meu pau entrando e saindo, ela disse que não. Aí fiz ela enfiar dois dedos de uma vez, ou seja, ela tinha três dedos na buceta e meu pau no cu. Então perguntei como era ser penetrada dos dois lados, mas ela não conseguiu responder porque primeiro tava com a mão inteira na boca como se fosse outro pau e além disso tava tendo um orgasmo que acho que nunca teve na vida. As pernas tremiam, a barriga tinha espasmos, a bunda apertou meu pau e por isso eu não consegui gozar. Quando ela relaxou, comecei a bombar mais e mais forte, ela tava tão relaxada que nem se mexia, e foi aí que ela começou a gritar e falar coisas tipo: "que puta que eu sou", "que lindo ser sua puta", "você gosta que eu seja tão puta?". E isso me fez completar a tesão que eu tava e gozei de novo de um jeito que fazia tempo que não acontecia, e deixei a rabeta transbordando de porra.
Os dois ficamos exaustos no sofá e te garanto que foi difícil levantar. Mais tarde tivemos uma terceira batalha, mas não tem sentido contar porque já foi mais tranquila e normal. Saímos por alguns meses, propus fazer umas coisas novas, mas ela nunca mais quis entregar o buraquinho, então dela não tem mais o que contar.
Nós dois tínhamos ficado exaustos no sofá, aninhados na melhor posição já inventada, sim, de conchinha, meu braço esquerdo por baixo do pescoço dela e o braço direito por cima acariciando um dos peitos dela, que nunca deixava o mamilo duro. Ela suspirava cada vez que meu dedo roçava o mamilo dela e meu pau começou a ganhar volume de novo. Ela pegou meu dedão da mão que estava por baixo do pescoço dela e começou a chupar como se fosse meu pau, e isso fez ele ficar duro de novo. Com a mão que ela tinha livre, começou a me acariciar bem devagar, não fazendo uma punheta, mas passando a ponta dos dedos por todo o tronco e pelas bolas também, que já estavam inchadas de novo. Ela parou de chupar meu dedo, virou a cabeça e, sem parar de gemer, pediu de um jeito bem safado: "quero que você arrebente minha bunda, papai..." Posso garantir que não gozei na hora porque ela estava apertando a base do meu pau, senão era pra encher as costas dela de porra. Me levantei e fui com minha boca até a boceta dela, pra começar a chupar de novo, mas dessa vez deixei intencionalmente a gente fazer um 69, então quando cheguei na boceta dela, meu pau estava na cara dela e ela não demorou pra colocar ele inteiro na boca.
Separei as pernas dela e fiz ela levantar pra ter a boceta dela e aquele buraquinho que segundo ela era virgem e eu achava muito aberto pra ser, à minha disposição. Primeiro comecei lambendo toda a área como se estivesse explorando o lugar de novo, passava só a língua pelos lábios, que sem ajuda iam se abrindo, o caminho só me levava até a bundinha. onde eu a rodeava com a língua e subia de volta pelos lábios até chegar no clitóris, que já estava aparecendo. Cada vez que eu roçava o clitóris com a língua, ela me dava uma chupada forte, e os lábios e o buraquinho se abriam mais. Comecei a penetrar a buceta dela com um dedo, sem parar de chupar o clitóris como se fosse um pirulito doce. Quando enfiei o segundo dedo na vulva, comecei a descer com a língua de novo até o buraquinho pra lubrificar com minha saliva e comecei a brincar com o indicador da outra mão. Como eu disse, aquele buraquinho já estava dilatado, e não demorei pra penetrar com a ponta do dedo. Na vulva, já tinha três dedos. Ela parou de chupar minha pica porque, entre gemidos e língua, não conseguia respirar. Que gostosa é a sensação de sentir como, dentro dela e separados só por uma parede bem fina, os dedos se tocam. Só de pensar nisso, me veio uma fantasia que ela ia realizar pra mim. Quando já tinha três dedos na vulva e dois na bunda, pedi pra ela deixar minha pica bem babada, que era hora de desvirgar aquele buraquinho lindo. Sem eu tirar as mãos de onde estavam, ela enfiou minha pica na boca de novo e deixou escorrendo saliva. Aí me coloquei entre as pernas dela na posição de missionário, levantei bem as pernas dela, deixando aquela bundinha linda à mostra, encostei a cabeça e, bem devagar, comecei a penetrar. Minha pica tava dura, venosa e quente como há muito tempo não via. Ela começou a gritar pra eu meter tudo, que queria sentir bem fundo, que doía um pouco, mas que queria ela toda dentro da bunda dela. Muito lentamente, fui fazendo força até que entrou toda. Minhas bolas bateram na bunda dela, e ela resfolegava de dor e prazer. Da buceta saíam cataratas de fluido, que eu pegava com as mãos e fazia ela chupar, e dizia: "Isso é o que você queria? Que eu esprema seus fluidos pela bunda?" Muito devagar, comecei a entrar e sair. Era incrível, não precisava de nenhum tipo de... lubrificante porque todo o fluxo que saía da buceta ia parar no meu pau e se auto lubrificava. Ela passou de gemer a gritar e a esfregar os peitos, apertava eles, beliscava os bicos, chupava os dedos e voltava pros peitos, até que eu peguei as mãos dela e as direcionei pra buceta dela. Primeiro fiz ela enfiar um dedo e perguntei se sentia meu pau entrando e saindo, ela disse que não. Aí fiz ela enfiar dois dedos de uma vez, ou seja, ela tinha três dedos na buceta e meu pau no cu. Então perguntei como era ser penetrada dos dois lados, mas ela não conseguiu responder porque primeiro tava com a mão inteira na boca como se fosse outro pau e além disso tava tendo um orgasmo que acho que nunca teve na vida. As pernas tremiam, a barriga tinha espasmos, a bunda apertou meu pau e por isso eu não consegui gozar. Quando ela relaxou, comecei a bombar mais e mais forte, ela tava tão relaxada que nem se mexia, e foi aí que ela começou a gritar e falar coisas tipo: "que puta que eu sou", "que lindo ser sua puta", "você gosta que eu seja tão puta?". E isso me fez completar a tesão que eu tava e gozei de novo de um jeito que fazia tempo que não acontecia, e deixei a rabeta transbordando de porra.
Os dois ficamos exaustos no sofá e te garanto que foi difícil levantar. Mais tarde tivemos uma terceira batalha, mas não tem sentido contar porque já foi mais tranquila e normal. Saímos por alguns meses, propus fazer umas coisas novas, mas ela nunca mais quis entregar o buraquinho, então dela não tem mais o que contar.
1 comentários - Segundo Relato Adriana (resubido)