Conheci a Mariana pelo chat, foram muitas as noites que entrei no Terra pra conhecer alguém e ela apareceu. Foi por volta de 2012, acho, não lembro a data exata.
Ela me contou que era pediatra, que tinha se separado fazia pouco, que tem um filho e que trabalha num hospital de La Plata.
Do chat do Terra passamos pro Skype, e também pro WhatsApp, infelizmente nunca conseguimos concretizar as coisas que fizemos pelos meios eletrônicos. Vou tentar relatar algumas aqui, só as que guardei do WhatsApp, porque as do Skype não foram salvas.
No começo, a Mariana meio que se reprimia, não queria soltar o que o corpo dela precisava, mas quando a gente falava pelo Skype, com câmera, dava pra ver na cara dela que o que ela precisava era de uns bons carinhos. Quase sempre ela tava deitada e eu só conseguia ver o rosto dela. Minha situação era diferente, nunca gostei de levar o notebook pra cama, então eu ficava na sala.
Um dia, eu disse que tava cansado de só ver o rosto dela, que queria ver algo mais, afinal a gente já tinha tido conversa sexual pelo Skype com masturbação incluída dos dois, sem mostrar mais que os rostos. Ela ficou meio desconfortável, mas acabou me mostrando o que eu queria. Era mês de maio, ela tava na cama com um conjunto de lingerie muito sexy, e eu mostrei que tava de camiseta, mas por baixo tinha uma cueca box que mal segurava a ereção que ela me causava.
Quando ela viu que minha cueca tava esticada na parte da pica, ela passou a língua nos lábios e falou:
Ela: — Que delícia seria ter ela na boquinha, pra depois ter algo quentinho no estômago.
Imagina minha cara, né? Na sequência, tirei a cueca, porque além disso ela já tinha puxado o sutiã, deixando o mamilo duro pra fora enquanto passava a ponta dos dedos nele, e dava pra ouvir um gemidinho escapando. Comecei a me tocar a pica enquanto ela chupava os dedos como se fossem minha pica e passava de novo nos mamilos. Agora ela tava as duas tetas pra fora, eu não acreditava no que tava vendo e queria ter ela nos meus braços, mas a gente tava a 70 km de distância. Nisso, percebo que uma das mãos dela não aparecia, só a que tava tocando as tetas, então falo:
Eu: - Meu amor, cadê a outra mão que não tô vendo? – ela responde afastando mais a câmera pra eu poder ver.
Ela: - Olha, tá onde eu queria que sua boca estivesse agora, enquanto a minha come seu pau.
Ela tava se masturbando, e finalmente consegui ver a pussy que eu tanto desejava, era linda, depiladinha, parecia macia e brilhante, já tava toda molhada, que tentação, meu deus, que vontade de chupar ela. Na cabeça do meu pau já tinha uma gota de líquido pré-seminal, aproximei a câmera pra ela ver e quando viu a gotinha, passou a língua nos lábios, levou os dedos que tava na pussy até a boca e chupou como se fosse um pau, tirou um pouquinho e disse:
Ela: - queria que esses dedos fossem seu pau, amor, por enquanto me contento com eles, mas daqui não vai sair leitinho pra neném……
Ela falou com uma cara de puta necessitada que eu não aguentei mais e soltei uma quantidade de porra que até eu me impressionei. Não sabia como me limpar, depois gastei quase um rolo de papel toalha. Na hora, ela levou os dedos rápido pra pussy e começou a se comer com eles bem forte, dizendo meu nome enquanto eu falava umas coisas e ela gemia até que deu pra ver que gozou.
A verdade é que não sei o que aconteceu depois, não lembro porque a gente parou de conversar, o certo é que nunca conseguimos concretizar mais nada.
Bom, esse foi curto, espero que tenham gostado e tô tentando lembrar de outras histórias reais pra poder contar pra vocês.
Abraços e como sempre, espero seus comentários, e se quiserem uns pontinhos, não faz mal.
Ela me contou que era pediatra, que tinha se separado fazia pouco, que tem um filho e que trabalha num hospital de La Plata.
Do chat do Terra passamos pro Skype, e também pro WhatsApp, infelizmente nunca conseguimos concretizar as coisas que fizemos pelos meios eletrônicos. Vou tentar relatar algumas aqui, só as que guardei do WhatsApp, porque as do Skype não foram salvas.
No começo, a Mariana meio que se reprimia, não queria soltar o que o corpo dela precisava, mas quando a gente falava pelo Skype, com câmera, dava pra ver na cara dela que o que ela precisava era de uns bons carinhos. Quase sempre ela tava deitada e eu só conseguia ver o rosto dela. Minha situação era diferente, nunca gostei de levar o notebook pra cama, então eu ficava na sala.
Um dia, eu disse que tava cansado de só ver o rosto dela, que queria ver algo mais, afinal a gente já tinha tido conversa sexual pelo Skype com masturbação incluída dos dois, sem mostrar mais que os rostos. Ela ficou meio desconfortável, mas acabou me mostrando o que eu queria. Era mês de maio, ela tava na cama com um conjunto de lingerie muito sexy, e eu mostrei que tava de camiseta, mas por baixo tinha uma cueca box que mal segurava a ereção que ela me causava.
Quando ela viu que minha cueca tava esticada na parte da pica, ela passou a língua nos lábios e falou:
Ela: — Que delícia seria ter ela na boquinha, pra depois ter algo quentinho no estômago.
Imagina minha cara, né? Na sequência, tirei a cueca, porque além disso ela já tinha puxado o sutiã, deixando o mamilo duro pra fora enquanto passava a ponta dos dedos nele, e dava pra ouvir um gemidinho escapando. Comecei a me tocar a pica enquanto ela chupava os dedos como se fossem minha pica e passava de novo nos mamilos. Agora ela tava as duas tetas pra fora, eu não acreditava no que tava vendo e queria ter ela nos meus braços, mas a gente tava a 70 km de distância. Nisso, percebo que uma das mãos dela não aparecia, só a que tava tocando as tetas, então falo:
Eu: - Meu amor, cadê a outra mão que não tô vendo? – ela responde afastando mais a câmera pra eu poder ver.
Ela: - Olha, tá onde eu queria que sua boca estivesse agora, enquanto a minha come seu pau.
Ela tava se masturbando, e finalmente consegui ver a pussy que eu tanto desejava, era linda, depiladinha, parecia macia e brilhante, já tava toda molhada, que tentação, meu deus, que vontade de chupar ela. Na cabeça do meu pau já tinha uma gota de líquido pré-seminal, aproximei a câmera pra ela ver e quando viu a gotinha, passou a língua nos lábios, levou os dedos que tava na pussy até a boca e chupou como se fosse um pau, tirou um pouquinho e disse:
Ela: - queria que esses dedos fossem seu pau, amor, por enquanto me contento com eles, mas daqui não vai sair leitinho pra neném……
Ela falou com uma cara de puta necessitada que eu não aguentei mais e soltei uma quantidade de porra que até eu me impressionei. Não sabia como me limpar, depois gastei quase um rolo de papel toalha. Na hora, ela levou os dedos rápido pra pussy e começou a se comer com eles bem forte, dizendo meu nome enquanto eu falava umas coisas e ela gemia até que deu pra ver que gozou.
A verdade é que não sei o que aconteceu depois, não lembro porque a gente parou de conversar, o certo é que nunca conseguimos concretizar mais nada.
Bom, esse foi curto, espero que tenham gostado e tô tentando lembrar de outras histórias reais pra poder contar pra vocês.
Abraços e como sempre, espero seus comentários, e se quiserem uns pontinhos, não faz mal.
4 comentários - Marianita la pediatra de La Plata