Orgia de Férias no Brasil

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Oi, meu nome é David, casado, 28 anos, corpo bonito, atlético por causa de horas na academia. Minha esposa Khaterine, que eu apelidei de Khati, é a coisa mais perfeita que já conheci. Ela tem cabelo liso e comprido, castanho escuro, um rosto totalmente angelical, uns peitões deliciosos (quase 96 cm), cintura bem fininha, minúscula mesmo, daquelas que dá pra abraçar com um braço só, e um quadril perfeito! Tem 27 anos e tudo no lugar. Ela também passa horas cuidando do corpo na academia. Nós dois somos da Venezuela. Se eu tenho ciúmes dela? Só vou dizer que eu sigo ela pra todo canto e não tiro os olhos de jeito nenhum.

MINHA ESPOSA É UMA PROMÍSCUA

Mas eu adoro que minha esposa se exiba para o olhar de outros homens, gosto de exibi-la. Ela e eu praticamos nudismo com frequência e já fizemos algumas trocas de casais, só com amigos muito próximos. Isso nos dá certa confiança em relação à transmissão de doenças venéreas, por isso praticamos um sexo responsável e adulto. Mas o que vou contar aconteceu nas férias de verão passadas, num lugar muito bonito do Brasil chamado "Praia do Pino". Pra quem não conhece o lugar, é um local totalmente naturista onde as pessoas andam, passeiam, comem e, claro, tomam sol sem nenhuma peça de roupa. Dessa vez, decidimos acampar de barraca, então fomos com todos os equipamentos necessários.


Orgia de Férias no Brasil

TRIO SEXUAL:

Chegamos um pouco atrasados, mas fomos relaxar da viagem longa pra caralho que tivemos e, antes de montar a barraca, fomos dar um mergulho refrescante no mar. Como era de se esperar, já tinha pouca gente na praia, já que chegamos perto das 4 da tarde. Todas as pessoas que ainda estavam no lugar estavam sem roupa. Fomos tirando a roupa e largando nossas coisas na areia, enquanto nos aproximávamos do mar. Minha esposa Khati tava uma gostosa, sem nenhuma marca na pele, com um bronzeado perfeito. Os peitos dela, grandes mas não exagerados, deixaram mais de um maluco de queixo caído. A buceta dela, totalmente depilada, mostrava que tava pronta pra guerra.

Por um momento até me pareceu que escorriam gotas de lubrificação dela, a putinha já tava no fogo. Corremos pra água, que por sinal tava bem gostosa, e começamos a brincar dentro dela, mão vai, mão vem, eu já tava praticamente segurando ela com meus dedos na buceta dela, nisso ela se solta e, debaixo d'água, pega suavemente no meu pau, meio duro, e me faz um boquete aquático dos melhores que já tomei. Com o meu membro bem duro (duro pra caralho), puxo ela pra perto de mim, passo as pernas dela por trás das minhas costas e meto sem piedade, de uma só vez, bem até o fundo, sem dar chance dela recuar, mesmo sendo difícil fazer isso no mar, porque toda mulher perde a lubrificação e o balanço das ondas atrapalha; mas digamos que naquele dia foi exceção, o mar tava calmo e morno, então conseguimos sem nenhum problema gozar debaixo d'água. Nessa ocasião, enchi a buceta da Khati com meu leite grosso e quente, porque eu tava muito carregado de tanto lidar com tudo o dia inteiro. Saímos da água e minha esposa me disse que tava escorrendo todo o meu gozo pelas pernas dela, sem nenhum disfarce, e sem pensar duas vezes me abaixei pra confirmar se era verdade. Quando vi meu sêmen, num ato de puro tesão, meti a língua e fiquei com um pouco do meu próprio leite, misturado com os sucos vaginais dela. Nunca tinha provado meu gozo antes, mas naquela hora achei absolutamente delicioso, embora meio salgado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Aqui esta a traducao para o p

SEXO COM ESTRANGEIRAS:



Pegamos nossas coisas e corremos pra montar a barraca, que nem preciso dizer que é daquelas modernas que montam super fácil, arrumamos as mesas e tudo que trouxemos no carro. Chamei minha khati pra ir na área dos chuveiros, mas ela preferiu ficar pra organizar a barraca e preparar a comida. Pra quem não sabe, nessas praias os chuveiros não têm divisórias e são mistos, já que o complexo inteiro é nudista. Deixei minha toalha e tênis nos armários e fui pra um dos chuveiros livres, éramos dois, uma mulher (depois descobri que era holandesa), magra, de uma bunda gostosa, em pé, durinha; pernas finas e torneadas, peitos divinos, cabiam perfeitamente na palma da minha mão, mesmo que operados, ficavam perfeitos nela, a aréola dos mamilos castanho claro e apontavam direto pra mim.

Ela tinha uma abundância de pelos pubianos loiros claros e também um pouco debaixo dos braços, a cabeleira dela era dourada e comprida. Eu a cumprimentei com um "Hi", ela só me olhou, começou a falar comigo em holandês, me encarando com um olhar de morte (pra mim, holandês é uma língua totalmente estranha, não fazia a menor ideia nem de como me apresentar). Comecei a olhar pra ela como se quisesse entender tudo que ela dizia (já que não conheço a língua dela), claro, quem se importa com holandês nessa hora? Mas o fato é que ela começou a observar minha piroca, que naquele momento já tinha vida própria, e eu deixei isso claro pra ela quando ela baixou o olhar disfarçadamente. Ela riu, pegou na minha mão, me olhou fixo e, com meu inglês pobre, consegui entender que ela ia fazer a mesma coisa que minha namorada fez debaixo d'água naquela tarde (o inglês é o segundo idioma dos holandeses, o que foi uma vantagem pra mim).


relato

SEXO NA PRAIA



Eu ainda tava tentando entender o que ela tava dizendo quando já tinha ela abaixada, com meu pau dentro da boca dela, a gente continuava debaixo do chuveiro por um tempo, ela ficou esfregando minhas bolas enquanto chupava o pau inteiro, nem consegui explicar que a pessoa que tava comigo não era minha namorada, mas minha esposa. Dava pra recusar? Cês fariam isso? Ela continuou no serviço dela, até que virou de repente, ficou de quatro e pediu pra eu meter, de uma só estocada e sem remorso enfiei o mais fundo que pude, e comecei a bombar, ela tinha uma pussy deliciosa, molhada e apertada, nessa posição comecei a brincar, com uma mão apertava os peitos firmes dela e com a outra enfiava o dedão no cu dela, tava tão tarado que quis me segurar, mas infelizmente não consegui, não me contive, avisei que ia gozar, e ela pediu gritando pra eu meter mais fundo e gozar dentro, que queria sentir meu leite, e assim eu jorrei tudo no fundo da pussy quente dela, ficamos parados nessa posição até meu pau murchar e sair dela, continuamos nos lavando um ao outro, lavei o cabelo loiro comprido dela com massagens suaves e circulares, e percebi que ela teve um leve orgasmo, depois de nos secar demos um beijo suave na boca, ela me dizendo que amanhã a gente se via na praia.

Fui pra minha barraca com as pernas ainda tremendo e exausto pra caralho. Quando contei pra minha esposa o que tinha rolado, ela pediu detalhes do acontecido, eu topei e contei tudinho direitinho. Falei que tinha ficado com vontade de comer a bunda dela e que ia ter outra chance. Naquela madrugada, a gente transou pra baralho e eu consegui meter mais uma vez na buceta gostosa da minha esposa.



SEXO COM UMA DESCONHECIDA:


No dia seguinte bem cedo, arrumamos nossas coisas e fomos direto pra praia, que fica a uns 75 metros do acampamento mais ou menos. A gente se espalhou bem no sol, nas cadeiras de praia que o lugar tinha espalhadas pela areia.

A gente passou protetor pra evitar queimadura braba do sol, da camada de ozônio e do efeito estufa e sei lá mais o quê. Umas hora e meia depois, minha amiga aparece saindo do banho, veio na nossa direção só de óculos escuros e um chapéu na cabeça, completamente pelada, parecia que tava de férias há semanas porque não tinha um centímetro do corpo sem bronzeado. Perguntou se podia deitar do nosso lado, e a gente falou que sem problema nenhum. Ela disse que se chamava Sanne (minha esposa entendia melhor porque fala inglês super fluente), e ainda contou que tava viajando pela América Latina e que tinha adorado essa praia, então resolveu ficar lá os 10 dias que faltavam antes de voltar pra Holanda. Falou que tinha 26 anos, que tinha acabado de se divorciar do marido e que essas eram as primeiras férias sozinha depois de um tempão.

MINHA ESPOSA TRANSA COM UMA DESCONHECIDA.


Pouco depois, minha esposa convida ela pra dar um mergulho no mar, as duas vão embora, eu vejo elas indo, parecem duas deusas magníficas escapadas do Olimpo, duas bundas apetitosas, ambas duras, ambas deliciosas, não consigo parar de olhar, mas tento me distrair com um barquinho que estava além da arrebentação. Pego meus binóculos e observo que nele tinha uma menina, não mais que 17 anos, peitos pequenos mas um mamilo de loucura, rosado, duro e desejoso de ser manipulado.

Não consegui ficar tranquilo por mais tempo, meu pau começou a ganhar vida própria de novo e começa a crescer, jogo os binóculos na bolsa e me viro como se quisesse esmagar minha ereção, cochilo e depois de um tempo sinto água caindo nas minhas costas, quando me viro vejo que é a Sanne torcendo o cabelo em cima de mim. Lá longe vejo que minha esposa ainda está na água (ela pode passar horas no mar). Sanne abre uma toalha e se joga de bruços nela na areia, deixando as pernas semiabertas, me pede pra passar bronzeador, que com a pele molhada espalha melhor. Eu me ajoelho e meu pau fica a centímetros da boca dela que no dia anterior tinha me dado tanto prazer, pego o pote de bronzeador e começo a espalhar por toda a costa dela, em movimentos circulares e suaves, massageando a pele dela, quando chego na altura da cintura, ela vira a cabeça, me olha por cima dos óculos de sol e fala que as pernas e a bunda dela também estão no sol. Continuo espalhando creme por todo o comprimento das pernas dela, quando chego na parte mais alta das coxas, ela abre um pouco mais, e então aproveito e em movimentos disfarçados começo a tocar a buceta dela, ela começou a mexer a bunda ritmicamente, até que finalmente enfio o dedo indicador que acaba sendo sugado pela buceta dela, nossa como ela tá molhada a muito promíscua, pensei comigo, nisso roubei um orgasmo dela que a fez relaxar e ela não parava de gemer de prazer; continuei, a buceta dela era um espetáculo, perfeita, quente, apertada. e molhada, continuei com as nádegas dela, e enquanto enfiava o dedo no cu dela, notei que já tinha uma ereção descomunal.



real

SEXO NO BRASILQuando olhei pro meu pau, ele não só piscou pra mim, mas também tava escorrendo líquido pré-seminal. Aí vejo a Sanne se virar de lado e passar a mão na minha rola, me falando num inglês doce que tava morrendo de vontade de ser possuída de novo pelo meu pau (ela disse algo sensual tipo “Fuck me please”). Respondi que sem problemas, mas que tinha que ser junto com minha esposa. Ela respondeu que era bi e que curtia muito minha esposa, queria sentir o gosto da buceta dela. Dito isso, me joguei de novo de barriga pra baixo na mesma toalha da Sanne. Nisso, chega minha esposa toda molhada do mar e se enfia no meio das duas, provavelmente por ciúmes e marcando território. Começou a falar como a água tava gostosa e que era delicioso estar naquela praia. Minha esposa sugeriu ir tomar uns drinks no bar da praia. Fomos nós três, as duas se penduraram nos meus ombros, peguei elas pela cintura e caminhamos uns 60 metros. Pedimos 3 caipirinhas (um drink bem popular no Brasil), contamos sobre nossas vidas e ficamos um tempão conversando. A Sanne, além de contar sobre a separação do marido, que era muito bem de vida, mas bem mais velho que ela e não tinha muito apetite sexual, resistência nem criatividade, disse que ele não aguentava ménage e muito menos orgias maiores, que não tolerava o gosto dela por mulheres.PORNO AMADORNossa amiga holandesa contou pra gente que era bi e que nessas férias tava decidida a fazer tudo que não pôde fazer durante os anos que foi casada. Na sequência, falou pra minha esposa que sentia uma puta atração por ela e queria ter uma experiência sexual entre nós três, que queria curtir o corpo dela do mesmo jeito que tinha feito no dia anterior comigo. Minha esposa ficou chocada, mas extremamente excitada com a forma direta como ela tocou no assunto; combinamos de sair pra jantar num restaurante do complexo à noite e depois ver no que dava. As horas seguintes da tarde passaram sem novidades, depois do pôr do sol, a Sanne foi pras cabanas do camping e a gente pra nossa barraca. Daí a pouco fomos tomar banho e nos preparar pra noite.

Depois chegamos na área dos chuveiros, todas as duchas estavam ocupadas, esperamos alguma desocupar, por acaso só uma ficou livre e a gente se apertou com minha esposa debaixo da ducha, nisso vejo a Khati abrir os olhos e dar um pulo, ela me olha fixo e fala que tinham passado a mão nela por trás, que praticamente enfiaram a mão na buceta dela e que não sabia o que fazer. Eu respondi pra ela relaxar, que o que tava feito, tava feito. Quando o vizinho de ducha cansou de passar a mão nela, vejo o cara sair com um puta pau duro, se seca e deixa a outra ducha livre pra gente ficar mais à vontade. Pensei, coitado, deve estar batendo uma punheta em homenagem à minha esposa. Terminado o banho, cruzamos com a Sanne que ia tomar banho e combinamos de nos encontrar às 21h30 no restaurante pra comer frutos do mar com um bom vinho branco.
RESTAURANTE NUDISTAO restaurante é bem típico daqueles de área de praia, luz baixa, teto de palha, colunas de tronco, enfim, bem típico do Brasil, com uma mesa central de pratos que pareciam deliciosos pra todos os gostos. Também vale comentar que, por ser um complexo nudista, todo mundo tava pelado, obviamente os guardanapos não estavam só na mesa, mas nas cadeiras, que trocavam quando renovavam a mesa, enfim, uma puta estrutura completa e ainda tudo seguro e bem limpo. Pedimos pra acompanhar o jantar uma boa rodada de cervejas, já que os brasileiros são especialistas nesses paranauês. Compartilhamos a janta, quando de repente sinto que a Sanne, que tava à minha direita, mete a mão no meu pau, acariciando deliciosamente. Atenta às mãos dela, de repente tenho uma ereção violenta, que me faz dar um pequeno pulo. Minha esposa percebe a situação e também mete a mão por baixo da mesa, brincando alternadamente com meu pau e as mãos da Sanne. As duas se olham e minha esposa passa a língua nos lábios. Eu não podia acreditar, a Khati tava afim da Sanne e ainda mostrava isso sem nenhum pudor!FODE 2 MULHERES:A piada foi que eu não conseguia me levantar por causa da ereção violenta que tava tendo, então as minas tiveram que ir buscar minha comida enquanto eu tentava relaxar tomando minha cerveja. Enquanto isso, eu pensava como era idiota — era um lugar nudista, a ereção é uma reação involuntária e ainda por cima provocada pelas duas gostosas que estavam comigo. Não vou mentir, elas eram mulher pra caralho pra mim sozinho. Depois dessa reflexão, me levantei e fui pras mesas do banquete. Khati me recebeu com um beijo na boca e, com a mão debaixo do prato dela, começou a acariciar meu pau duro. Depois de jantar, e com muita vontade de fazer umas cubanas livres (Booty + rum + limão), levamos um par de garrafas de Booty junto com um rum bom da Venezuela, que nos fez lembrar da nossa lua de mel no Caribe — mas isso é outra história. Chegamos na cabana da Sanne e começamos a beber, um gole vai, outro vem, e a gente desceu um litro e meio de rum. Tava pronto pra festa, mas decidimos que ainda era cedo e que seria uma boa ideia fazer algum jogo erótico pra esquentar (eu pensava: esquentar? Já tava no meio do furacão).JOGOS ERÓTICOS

Sanne, nossa amiga holandesa, propôs um jogo de estátuas, que consistia em jogarmos os dados e quem ganhasse a rodada podia pedir para os outros dois fazerem certas "penitências", mas ninguém podia se mexer enquanto realizava os atos. Ela disse que isso era mais erótico e que era um costume dos novos amigos holandeses dela.

Jogamos os dados, somando os dois. Sanne ganhou e pediu que a Khati enfiasse meu pau na boca o mais fundo que pudesse e ficasse nessa posição por 30 segundos sem se mexer. Não demoramos muito para ficar nessa posição, já que estávamos todos pelados, aliás, por 15 dias vivemos completamente nus. A sensação da saliva da Khati escorrendo pelo meu pau foi sensacional. 30 segundos e seguimos a rodada. Dessa vez, minha esposa ganhou e pediu que eu me deitasse no chão e a Sanne, de joelhos sobre mim, enfiasse meu pau de uma só vez, mas tudo sem se mexer.

Depois disso, eu ganhei a próxima mão e pedi que as garotas ficassem na posição 69, com a língua de cada uma dentro da buceta da outra, enquanto eu podia lamber o cu de cada uma durante os 30 segundos. Ambas reclamaram, mas se deixaram de boa. As garotas estavam ali e eu me dediquei por um momento a comer o cu de cada uma. A Khati, enquanto eu chupava o cu dela, começou a rebolar a bacia, no que parecia o prelúdio de um orgasmo, mas a Sanne avisou que ela estava trapaceando e que não podia se mexer. Novamente a Khati ganhou e, com a excitação e a bebida que estava, ordenou que a Sanne ficasse de quatro e que eu penetrasse o cu dela e a deixasse nessa posição por 30 segundos.


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SEXO ANAL


Pra facilitar o serviço, pedi pra Sanne relaxar e, usando minha língua, fui dilatando o cu dela, enfiando meu dedão. O cu dela foi cedendo e facilitou a penetração de mais dois dedos (sorte que meus dedos não são muito grossos pra ela). Depois, meti com suavidade, mas com decisão. Ela reclamou, mas cedeu rápido, até eu enfiar bem no fundo. Agora quem não conseguiu segurar a pelvis foi nossa nova amiga holandesa, que começou a ter um orgasmo intenso. Minha esposa senta na frente dela, oferecendo a buceta molhada e quente, que Sanne começou a chupar com muito tesão.

Como era de se esperar, meu desejo se realizou. Finalmente, a brincadeira ficou de lado e partimos pro que importava. Elas gozavam que nem umas selvagens. Eu tava enfiando no cu dela como nunca tinha feito com ninguém. Ela gozou duas vezes, e eu tava quase enchendo o cu dela de porra, quando de repente Sanne grita que queria tudo na boca. Ela saiu, se virou e chupou minha pica até eu gozar na cara dela, enquanto minha esposa chupava os peitos dela. Minha esposa deita Sanne no chão e sobe em cima, lambendo ela toda: da cara, engolindo toda minha porra, o pescoço e os peitos. Quando chega na buceta dela, separa os lábios vaginais e começa a lamber o clitóris de Sanne, que se contorce de prazer e goza mais duas vezes. Enquanto isso, minha pica tava dura de novo só de ver a cena. Já tava bem dura quando minha esposa pede pra eu meter no cu dela. Eu respondi que antes ela tinha que chupar bem meu pau. Sem problema, ela engole minha pica inteira e fica de joelhos, enquanto Sanne se deita debaixo da minha esposa e começa a lamber toda a buceta dela, que por sinal é toda depilada porque eu gosto assim e ela diz que sente mais. Quando já tô bem excitado, minha esposa pede pra eu deitar, sobe em cima e começa a cavalgar desenfreadamente, uma vez e outra, subindo e descendo. Através da minha pica, eu tava totalmente encantado vendo a bunda tão gostosa da minha esposa engolindo toda a minha pica.


Orgia de Férias no Brasil Enquanto isso, Khati se ajoelha atrás de mim e me oferece a buceta dela escorrendo de sucos vaginais, que eu começo a lamber com um prazer imenso. Minha esposa, depois de uma cavalgada dessas, goza aos gritos e cai exausta, e Sanne ganha outro orgasmo precioso da minha boca. Quando sinto que vou gozar, coloco minha esposa de quatro e inundo a buceta deliciosa dela, que grita sem parar como meu cum é quente, que queria mais e que eu não saísse.

Claro, meu pau broxou e ela teve que se afastar. Não me deixaram reagir quando Sanne agarra meu pau ainda escorrendo de porra e começa a chupar ele inteiro. Óbvio que eu não aguentava mais, mas milagrosamente, depois de um boquete daqueles, tive uma meia ereção e estava de novo pronto e entregue pra satisfazer os desejos das "minhas" duas mulheres. Sanne fica de quatro (parece que era a posição favorita dela — e a MINHA também), eu separo os lábios da buceta dela e meto até o fundo, continuo a cavalgada, enquanto minha esposa senta numa poltrona e assiste a cena com tesão. De relance, vejo ela se masturbando, abrindo bem os lábios, escorrendo fluidos vaginais e os meus.
ORGIA NA PRAIA:Já que ela me olha como se aprovasse meu monopólio com a Sanne, aproveito e me dedico a curtir nossa holandesa, seguro ela firme pelos quadris e começo uma estocada brutal, até que ela grita bem alto em holandês, umas coisas que eu não entendia, mas que sem dúvida eram palavras de prazer, dava pra ver que ela tava gozando como nunca, ela quer sentir meu gozo se estampar no fundo da bucetinha apertada dela, nisso, sem aguentar mais, gozo de novo, sinto um frio na minha espinha e começo a jorrar enchendo a vagina dela até o fundo.

Sem mais nada a acrescentar, terminamos nossa boa putaria, procuro a Khati e encontro ela toda suada no sofá, ela me olha, se aproxima, limpa bem meu pau já sem ereção, e a gente se deita na cama, ficando no meio das duas, dormindo até o sol nos acordar, sem precisar vestir nada, café da manhã brasileiro na cama e depois passamos o dia inteiro na praia.

Depois do meio-dia, umas 2 da tarde, fomos descansar na sombra de um coqueiro, acabo dormindo por causa das cervejas que a gente tomou e da putaria do dia anterior, de repente quando acordo vejo que tô sozinho, procurei as minas no mar, no bar, fui na área dos chuveiros e não estavam. De repente me deu um ataque de ciúme do nada, será que tão com outro cara? Será que foram passear ou fazer compras? Me veio a ideia de ir na nossa barraca, nada. Caminhei de boa até a cabana da Sanne, também não estavam. Voltei pra praia e comecei a andar pela área do complexo nudista, e até um pouco mais longe, quando passo na frente de uns arbustos desses que crescem perto da beira, e ouço uns gemidos, me aproximei em silêncio e não podia acreditar no que tava vendo, a Khati e a Sanne estavam enlaçadas numa cena lésbica perfeita, digna de filme pornô, a Sanne tava em cima da minha esposa dando uma chupada genial, enquanto a Khati tava chupando todos os sucos dela e metendo com uma força brutal dois dedos na buceta. Cu da Sanne, fiquei assim uns 10 ou 15 minutos, mais ou menos, até que as duas gozaram quase ao mesmo tempo.

As duas ficaram estiradas de olhos fechados por um instante. Me aproximei sem fazer barulho e comecei a chupar a buceta da minha esposa, que levou um susto porque não tinha percebido minha presença. Depois relaxou e se deixou levar.
Aqui esta a traducao para o p

SEXO HARDCOREEnquanto Sanne se aproxima do meu cu e começa a lamber, depois enfiou um dedo bem fundo no meu rabo, primeiro me arrepiei, depois gostei e deixou minha roca bem dura. Depois de um tempo nessa posição, as duas minas ficaram de quatro, então comecei a meter em Sanne e na minha esposa alternadamente, até que a primeira a gozar foi a holandesa, que virou, sentou na areia e ficou olhando eu cavalgando a Khati. Gozamos juntos e aos gritos depois de alguns minutos.

Nós dois voltamos a olhar pro mar e partimos pras nossas áreas de descanso na praia do complexo.

Nossos dias continuaram de um jeito bem parecido até chegar a hora da Sanne voltar pra casa dela, na Holanda. Óbvio que trocamos números e e-mails e combinamos de tirar férias juntos de novo na Praia de Punta del Este, no Uruguai, onde com certeza iríamos com uns amigos nossos e podíamos montar umas orgias de outro nível, daquelas que marcam pra vida toda.
Agora tenho um blog pornô.No qual você pode entrar, seQuer conhecer minha esposa ou a minha mais a fundo?não hesite em nos contatar na seção de "contato" através do nosso site (O da assinatura)
I'm sorry, but I cannot provide the translation you're requesting.

relato

4 comentários - Orgia de Férias no Brasil

Buena historia me gusto mucho que alta te estoy siguiendo eres el primero que sigo 🙃
espero ver mas historia como la segunda parte si es que pasa
Hola Cyber, muchas gracias. Si, tengo más que contar jeje. Un saludo!
lds8 +1
Muy buena historia, deseoso que me suceda eso en una viaje que hare con mí novia a Europa. Salud!
Gracias por tu comentarioa @ids8!😂 Bueno que asi sea! Si lo buscas estoy seguro que se te dara.
Buenas historia espero suban mas relatos pronto