Combinamos de nos encontrar n’A Perla do Once na terça às cinco da tarde. Pelo pouco que ele conseguiu me contar no telefone, trabalha na ferrovia Sarmiento, então o lugar cai super bem pra ele. Pra mim também, claro, embora eu tenha que admitir que iria até o fim do mundo só pra vê-lo. Já fazia um tempo que eu tava com uma calentura irresistível pelo Tripa, talvez porque ele era o único amigo do Pablo, daqueles que estiveram naquela noite do aniversário dele, com quem eu ainda não tinha ficado sozinha. Já tinha ficado com o Chuky, com o Negro e com o Bigode. O Tripa ia completar aquele pôquer de ases que acompanharam o Pablo numa festa tão doida. De tão ansiosa que eu tava, cheguei bem mais cedo do que o combinado. Peço um cortado pro garçom, mais pra disfarçar a espera do que porque tava afim de tomar algo, e me sento perto de uma das janelas, pra ver ele chegar. Por um momento, penso que talvez ele não me reconheça, nem eu ele. Já faz uns meses do Gangbang e, sinceramente, acho que ninguém reparou muito na cara do outro. Já tava quase mandando uma mensagem pra dizer como eu tava vestida, quando vejo ele entrar, inconfundível no uniforme de ferroviário. Calça e camisa marrom, colete azul, o colete e a calça com umas listras verdes fluorescentes, provavelmente pra não serem atropelados enquanto trabalham nos trilhos. Quando ele olha pra onde eu tô, levanto e faço sinal pra ele se aproximar. Ao me ver, o olhar dele se ilumina. — Mariela! Não lembrava de você tão… gostosa — ele me cumprimenta com um beijo na bochecha. — Que memória ruim a minha — eu brigo de brincadeira. — Quero dizer que sim, lembrava que você era gostosa, mas… você é um absurdo de linda — ele me elogia enquanto sentamos. — Bom, valeu pelo elogio. — Sabe o que acontece? Que quando você chegou naquela noite, eu já tava bêbado — ele se explica. — O quê? Não lembra de nada? — Não, lembro, lembro sim, também não sou tão otário assim. pra não lembrar da melhor noite que tive em anos, só que... não lembro de tudo
— Então te liguei na hora certa — observo — Posso refrescar sua memória
— Olha que tem muita coisa pra refrescar — ela me avisa
Olho pela janela pro hotel do outro lado e, com um sorriso provocante, digo:
— Adoraria tentar
Não precisa falar mais nada, saímos do La Perla, atravessamos a Jujuy e, de mãos dadas, entramos no motel que fica na mesma avenida.
Mal fechamos a porta do quarto, nos beijamos com ansiedade e desespero, com aquela urgência que vinha pulsando dentro da gente desde que liguei no dia anterior.
Passo a mão na pica dele por cima da calça marrom de trabalho e, com voz melosa, sussurro no ouvido dele:
— Quero ela toda... vai me dar?
— Pediu, tem — ele confirma, tirando ela pra fora e exibindo na minha frente, cheia e imponente.
Que pedaço de pica, pelo amor de Deus! A melhor de todas que me comeram naquela noite, superando até a do Pablo por vários centímetros.
Não consigo resistir e caio de joelhos diante da magnificência dele, subjugada por aquele esplendor lascivo que, desde aquele momento, toma conta de todos os meus sentidos.
Paladar, visão, tato, olfato e até meus ouvidos estão focados em aproveitar tamanha maravilha, e se eu tivesse um sexto e até um sétimo sentido, com certeza eles também entrariam na dança. É que já fazia um tempo que eu tava morrendo de vontade de chupar essa pica.
Seguro ela com uma mão, do jeito que tá, pesada e robusta, e começo a lamber de baixo pra cima, saboreando ela toda, até que, quando chego na ponta, abro a boca e vou engolindo ela aos poucos, devagar, sem pressa, sentindo cada pedaço preencher meu céu da boca e a carne dela se fundir com meus lábios.
Chupo com força, com frenesi, com o maior prazer, me engasgando, me sufocando quando tento chegar até a base daquele volume portentoso.
Fecho os olhos e me concentro nessa tarefa tão gostosa. Adoro sentir ela. inflamando na minha boca, ficando molhada, e eu gosto ainda mais quando ela apoia uma mão na minha nuca e me empurra contra a pélvis dela, como se me obrigasse a comer até o último pedaço de pau, mesmo que na verdade não precise me obrigar a nada, porque eu mesma dou conta de chupar tudo. Claro que, apesar da minha fome devoradora, de vez em quando tenho que tirar da boca para tossir um pouco e cuspir restos de saliva e líquido pré-seminal que se acumulam na minha garganta, mas logo volto a devorar com a maior avidez possível, deixando meus lábios racharem com essa porra de pauzão. Graças ao meu boquete, o pau do Tripa está no auge, com as veias bem marcadas, escorrendo aquele líquido que eu adoro me empanturrar. Me excita pra caralho o jeito que ele me olha quando eu levanto e começo a me despir, como um predador à espreita da presa. — Que gostosa você está, Mariela, vou te foder até seus olhos caírem — ele fala de um jeito vulgar, mas terrivelmente excitante. Já pelado, pega uma camisinha da mesa de cabeceira, coloca e se deita de costas na cama. Também nua, cuspo saliva na palma da mão, passo na minha buceta e, me ajeitando por cima dele, de cavalinho, me deixo enfiar até o fundo. — Ahhhhhhhhhhh…! — meu gemido sai naturalmente por causa do alívio que sinto ao tê-lo dentro de mim. Ele me recebe beijando meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos, provocando descargas elétricas fortes que me estremecem até o mais íntimo. Sem parar de aproveitar minhas tetas, ele me agarra firme pelas nádegas e começa a empurrar para cima, com aquela potência que o qualifica como um comedor excepcional. — Ahhhhhhhh… ahhhhhhhhhh… ahhhhhhhhhh…! — eu me estremeço no ritmo dessas estocadas, aproveitando cada golpe, cada invasão violenta da virilidade dele. Me emociono quase até as lágrimas ao sentir essa pulsação furiosa dentro de mim, essa força, essa energia, essa coisa descomunal. Impressionante, não tem comparação. Eu não fico parada, claro, me mexo com ele, me encaixando nos movimentos entusiasmados dele, subindo e descendo, me enfiando toda nessa porra de pau que quer tomar conta até do cantinho mais escondido do meu corpo. Não tem mais segredo pra ele, ele sabe quando acelerar e quando desacelerar pra me deixar no limite, esperando as investidas dele. Sou eu que peço mais, que exijo mais energia, mais brutalidade. —Me fode…! Me dá duro…! — grito, exijo, me abrindo toda pra ele, me entregando completamente, de corpo e alma, sem guardar nada. No meio da foda, ele me vira, me coloca por baixo e fica por cima, entre minhas pernas, bombando forte e firme, metendo até o talo, exatamente como eu não parava de pedir. Quase sem pausa, ele se ajoelha e, sem tirar o pau, empurra minhas coxas contra minha barriga e começa a meter com tudo, num movimento intenso e ritmado. Fecho os olhos e aproveito a penetração, sinto ela ecoando bem lá dentro, fundo, colapsando em mim, me dando aquela satisfação que é tão necessária. Enquanto mete, ele acaricia meus peitos, bom, acariciar é modo de dizer, ele aperta e belisca, mas mesmo doendo, o tesão faz tudo ficar mais suportável. —Se prepara, puta, que eu tenho uma porrada de leite pra dar — ele fala desse jeito vulgar que só me deixa mais excitada. Ele acelera as estocadas, as pulsações que sinto lá no fundo não deixam dúvida, ele vai gozar, a qualquer momento explode, eu já perdi a conta dos orgasmos que tive, um atrás do outro, únicos e indivisíveis, como elos de uma mesma corrente. Numa dessas últimas enfiadas, ele solta um rugido feroz, tira o pau de uma vez, dá dois passos, arranca a camisinha e enfia na minha boca. Eu não resisto. Fecho os lábios em volta da carne dura bem na hora que os jatos de porra, quentes, grossos, cheios, jorram dentro de mim. paladar. Apesar da descarga ser bem caudalosa, engulo tudo, até a última gota, me lambendo gostosa enquanto sinto aquele rio de vida se dissolver pela minha garganta. A felicidade não pode ser mais completa. Sem soltar o pau dele, seguro com uma mão e aperto, espremendo até o último fio, chupando e rechupando, sorvendo avidamente o que escorre por todo o comprimento. Quando ele tira, beijo os ovos dele e olho nos olhos dele, o olhar dele exala pura satisfação, um olhar que eu com certeza também devo ter naquele momento. —Quem te apelidou de Tripa?— pergunto depois, curiosa. Estamos deitados um do lado do outro, nos recuperando depois de tanta loucura gostosa, ele fumando um cigarro e eu acariciando o peito dele com carinho. —Uns amigos, quando eu era moleque, sou de La Plata, torço pra caralho pro Gimnasia...— explica. —O quê? Te chamam de Tripa porque você é tripero?— interrompo, surpresa. —Sim, no começo era tripero daqui, tripero dali, até que com o tempo ficou Tripa... Por quê? O que você achava?— —Que te chamavam de Tripa por causa disso!— falo, pegando no pau dele e sacudindo. O cara cai na gargalhada. —Hahahaha... Você achava que me chamavam de Tripa porque eu tenho um pau parecido com tripa gorda?... hahahaha— —É um apelido bom e cai bem em você— insisto, defendendo minha teoria. —Vamos pra segunda?— pergunto então, sacudindo cada vez mais forte. O pau dele responde do jeito esperado, engrossando até alcançar o tamanho da felicidade. Ele apaga o cigarro no cinzeiro da mesa de cabeceira e, soltando a última baforada de fumaça pro lado, chupa dois dedos, o indicador e o médio da mão direita, e enfia na minha pussy. Enquanto desliza suavemente por todo o meu interior, com o polegar ele aperta e esfrega meu clitóris, fazendo uma masturbação deliciosa enquanto eu faço o mesmo nele. Quase me arrastando e entre suspiros calmos, fico de quatro, a bunda levantada, as pernas bem firmes sobre meus joelhos, as nádegas tremendo de excitação diante da iminência do ataque. Tripa as acaricia e aperta, dá tapinhas nelas, solta um longo cuspe bem no meio, deixando a saliva escorrer por toda a minha fenda, até se acumular no buraco do meu cu. Então enfia dois dedos e lubrifica meu interior, me preparando para o que logo em seguida eu iria receber. Apoio o rosto no colchão, fecho os olhos e me deixo envolver por essa onda de tesão. Além da foda em si, o melhor é esse momento, o instante anterior, quando te preparam para o inevitável, para esse sacrifício extremo que toda mulher deve saber oferecer. Porque entregar o cu pra um homem, mais do que uma simples amostra de lascívia, é uma declaração de amor. Se você está na cama com um cara é porque ama ele, talvez não antes nem depois, mas naquele momento, no calor da batalha, o que você sente é muito próximo do amor. Podem chamar como quiserem, tesão, morbo, luxúria, mas te garanto que é só amor. Por isso me entrego por completo quando ele começa a me penetrar, me rasgando bem no meio com aquela arma letal que carrega entre as pernas. Bem agarrado nas minhas cadeiras, avança e para, avança mais um pouco e para de novo, sempre com firmeza, enquanto eu me desmancho em gemidos cada vez mais desgarradores. E não tô exagerando, viu. Dói pra valer. Mas claro, é aquele tipo de dor que é excessivamente prazerosa. Quando ele finalmente enfia tudo, fica parado, como se quisesse que eu me acostumasse com o tamanho, mas eu quero guerra, então me movimento de trás pra frente, sendo eu mesma que me empala nele. Ele me deixa fazer por um tempo, curtindo com certeza a vista que meu cuzinho oferece devorando a pica dele até o saco, mas logo me segura firme pelas cadeiras e agora é ele quem me empala. Me sacode toda com umas estocadas enérgicas e profundas que me enchem não só de carne, mas de uma Satisfação plena e absoluta. – Aaahhhhh..., siiiiiiiim..., assiiiiiiim..., vai Tripa..., me dá duro..., siiiiiiiim..., me arrebenta toda...! – eu o provoco entre gemidos exaltados, completamente à mercê dele. A foda que eu tô levando no meio do ato, ou melhor, as gozadas, porque foram várias, é intensa e exultante demais, uma sequência interminável de sensações que arrasam com todos os meus sentidos, me deixando literalmente aniquilada. Mal tô me recuperando e sinto que ele também tá perto do clímax. – Goza nos meus peitos! – peço então, antes que seja impossível pra ele segurar a descarga. Ele não diz nada, mas concorda, porque logo tira a pica e se levanta, me dando tempo só pra eu me levantar também. Me ajeito de joelhos no chão e, levantando os peitos com as mãos, ofereço eles de bandeja. Ele tira a camisinha, bate uma punheta e, entre uns urros selvagens, goza em cima de mim, me encharcando toda com aquela meleca gostosa que é tão quente e prazerosa. Com meus dedos, espalho o leite pela pele dos meus peitos, lambuzando os bicos e até levando aos lábios pra saborear de novo com o maior dos prazeres. Quando não sobra mais nada pra soltar, pego a pica dele e dou uma chupada forte, sugando até a última gota, olhando pra ele de baixo com um sorriso, felizmente submissa ao jugo da virilidade dele. – Mariela… você é realmente incrível! – ele exclama triunfante, mãos na cintura, me observando fascinado. Levanto e, pegando na mão dele, levo pro banheiro pra gente tomar banho junto. Depois nos vestimos e saímos do hotel, quase oito da noite. Ele volta pra estação e eu pego o ônibus na esquina, sentindo que a vida não pode ser mais maravilhosa. Alguém se atreve a me contestar?
— Então te liguei na hora certa — observo — Posso refrescar sua memória
— Olha que tem muita coisa pra refrescar — ela me avisa
Olho pela janela pro hotel do outro lado e, com um sorriso provocante, digo:
— Adoraria tentar
Não precisa falar mais nada, saímos do La Perla, atravessamos a Jujuy e, de mãos dadas, entramos no motel que fica na mesma avenida.
Mal fechamos a porta do quarto, nos beijamos com ansiedade e desespero, com aquela urgência que vinha pulsando dentro da gente desde que liguei no dia anterior.
Passo a mão na pica dele por cima da calça marrom de trabalho e, com voz melosa, sussurro no ouvido dele:
— Quero ela toda... vai me dar?
— Pediu, tem — ele confirma, tirando ela pra fora e exibindo na minha frente, cheia e imponente.
Que pedaço de pica, pelo amor de Deus! A melhor de todas que me comeram naquela noite, superando até a do Pablo por vários centímetros.
Não consigo resistir e caio de joelhos diante da magnificência dele, subjugada por aquele esplendor lascivo que, desde aquele momento, toma conta de todos os meus sentidos.
Paladar, visão, tato, olfato e até meus ouvidos estão focados em aproveitar tamanha maravilha, e se eu tivesse um sexto e até um sétimo sentido, com certeza eles também entrariam na dança. É que já fazia um tempo que eu tava morrendo de vontade de chupar essa pica.
Seguro ela com uma mão, do jeito que tá, pesada e robusta, e começo a lamber de baixo pra cima, saboreando ela toda, até que, quando chego na ponta, abro a boca e vou engolindo ela aos poucos, devagar, sem pressa, sentindo cada pedaço preencher meu céu da boca e a carne dela se fundir com meus lábios.
Chupo com força, com frenesi, com o maior prazer, me engasgando, me sufocando quando tento chegar até a base daquele volume portentoso.
Fecho os olhos e me concentro nessa tarefa tão gostosa. Adoro sentir ela. inflamando na minha boca, ficando molhada, e eu gosto ainda mais quando ela apoia uma mão na minha nuca e me empurra contra a pélvis dela, como se me obrigasse a comer até o último pedaço de pau, mesmo que na verdade não precise me obrigar a nada, porque eu mesma dou conta de chupar tudo. Claro que, apesar da minha fome devoradora, de vez em quando tenho que tirar da boca para tossir um pouco e cuspir restos de saliva e líquido pré-seminal que se acumulam na minha garganta, mas logo volto a devorar com a maior avidez possível, deixando meus lábios racharem com essa porra de pauzão. Graças ao meu boquete, o pau do Tripa está no auge, com as veias bem marcadas, escorrendo aquele líquido que eu adoro me empanturrar. Me excita pra caralho o jeito que ele me olha quando eu levanto e começo a me despir, como um predador à espreita da presa. — Que gostosa você está, Mariela, vou te foder até seus olhos caírem — ele fala de um jeito vulgar, mas terrivelmente excitante. Já pelado, pega uma camisinha da mesa de cabeceira, coloca e se deita de costas na cama. Também nua, cuspo saliva na palma da mão, passo na minha buceta e, me ajeitando por cima dele, de cavalinho, me deixo enfiar até o fundo. — Ahhhhhhhhhhh…! — meu gemido sai naturalmente por causa do alívio que sinto ao tê-lo dentro de mim. Ele me recebe beijando meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos, provocando descargas elétricas fortes que me estremecem até o mais íntimo. Sem parar de aproveitar minhas tetas, ele me agarra firme pelas nádegas e começa a empurrar para cima, com aquela potência que o qualifica como um comedor excepcional. — Ahhhhhhhh… ahhhhhhhhhh… ahhhhhhhhhh…! — eu me estremeço no ritmo dessas estocadas, aproveitando cada golpe, cada invasão violenta da virilidade dele. Me emociono quase até as lágrimas ao sentir essa pulsação furiosa dentro de mim, essa força, essa energia, essa coisa descomunal. Impressionante, não tem comparação. Eu não fico parada, claro, me mexo com ele, me encaixando nos movimentos entusiasmados dele, subindo e descendo, me enfiando toda nessa porra de pau que quer tomar conta até do cantinho mais escondido do meu corpo. Não tem mais segredo pra ele, ele sabe quando acelerar e quando desacelerar pra me deixar no limite, esperando as investidas dele. Sou eu que peço mais, que exijo mais energia, mais brutalidade. —Me fode…! Me dá duro…! — grito, exijo, me abrindo toda pra ele, me entregando completamente, de corpo e alma, sem guardar nada. No meio da foda, ele me vira, me coloca por baixo e fica por cima, entre minhas pernas, bombando forte e firme, metendo até o talo, exatamente como eu não parava de pedir. Quase sem pausa, ele se ajoelha e, sem tirar o pau, empurra minhas coxas contra minha barriga e começa a meter com tudo, num movimento intenso e ritmado. Fecho os olhos e aproveito a penetração, sinto ela ecoando bem lá dentro, fundo, colapsando em mim, me dando aquela satisfação que é tão necessária. Enquanto mete, ele acaricia meus peitos, bom, acariciar é modo de dizer, ele aperta e belisca, mas mesmo doendo, o tesão faz tudo ficar mais suportável. —Se prepara, puta, que eu tenho uma porrada de leite pra dar — ele fala desse jeito vulgar que só me deixa mais excitada. Ele acelera as estocadas, as pulsações que sinto lá no fundo não deixam dúvida, ele vai gozar, a qualquer momento explode, eu já perdi a conta dos orgasmos que tive, um atrás do outro, únicos e indivisíveis, como elos de uma mesma corrente. Numa dessas últimas enfiadas, ele solta um rugido feroz, tira o pau de uma vez, dá dois passos, arranca a camisinha e enfia na minha boca. Eu não resisto. Fecho os lábios em volta da carne dura bem na hora que os jatos de porra, quentes, grossos, cheios, jorram dentro de mim. paladar. Apesar da descarga ser bem caudalosa, engulo tudo, até a última gota, me lambendo gostosa enquanto sinto aquele rio de vida se dissolver pela minha garganta. A felicidade não pode ser mais completa. Sem soltar o pau dele, seguro com uma mão e aperto, espremendo até o último fio, chupando e rechupando, sorvendo avidamente o que escorre por todo o comprimento. Quando ele tira, beijo os ovos dele e olho nos olhos dele, o olhar dele exala pura satisfação, um olhar que eu com certeza também devo ter naquele momento. —Quem te apelidou de Tripa?— pergunto depois, curiosa. Estamos deitados um do lado do outro, nos recuperando depois de tanta loucura gostosa, ele fumando um cigarro e eu acariciando o peito dele com carinho. —Uns amigos, quando eu era moleque, sou de La Plata, torço pra caralho pro Gimnasia...— explica. —O quê? Te chamam de Tripa porque você é tripero?— interrompo, surpresa. —Sim, no começo era tripero daqui, tripero dali, até que com o tempo ficou Tripa... Por quê? O que você achava?— —Que te chamavam de Tripa por causa disso!— falo, pegando no pau dele e sacudindo. O cara cai na gargalhada. —Hahahaha... Você achava que me chamavam de Tripa porque eu tenho um pau parecido com tripa gorda?... hahahaha— —É um apelido bom e cai bem em você— insisto, defendendo minha teoria. —Vamos pra segunda?— pergunto então, sacudindo cada vez mais forte. O pau dele responde do jeito esperado, engrossando até alcançar o tamanho da felicidade. Ele apaga o cigarro no cinzeiro da mesa de cabeceira e, soltando a última baforada de fumaça pro lado, chupa dois dedos, o indicador e o médio da mão direita, e enfia na minha pussy. Enquanto desliza suavemente por todo o meu interior, com o polegar ele aperta e esfrega meu clitóris, fazendo uma masturbação deliciosa enquanto eu faço o mesmo nele. Quase me arrastando e entre suspiros calmos, fico de quatro, a bunda levantada, as pernas bem firmes sobre meus joelhos, as nádegas tremendo de excitação diante da iminência do ataque. Tripa as acaricia e aperta, dá tapinhas nelas, solta um longo cuspe bem no meio, deixando a saliva escorrer por toda a minha fenda, até se acumular no buraco do meu cu. Então enfia dois dedos e lubrifica meu interior, me preparando para o que logo em seguida eu iria receber. Apoio o rosto no colchão, fecho os olhos e me deixo envolver por essa onda de tesão. Além da foda em si, o melhor é esse momento, o instante anterior, quando te preparam para o inevitável, para esse sacrifício extremo que toda mulher deve saber oferecer. Porque entregar o cu pra um homem, mais do que uma simples amostra de lascívia, é uma declaração de amor. Se você está na cama com um cara é porque ama ele, talvez não antes nem depois, mas naquele momento, no calor da batalha, o que você sente é muito próximo do amor. Podem chamar como quiserem, tesão, morbo, luxúria, mas te garanto que é só amor. Por isso me entrego por completo quando ele começa a me penetrar, me rasgando bem no meio com aquela arma letal que carrega entre as pernas. Bem agarrado nas minhas cadeiras, avança e para, avança mais um pouco e para de novo, sempre com firmeza, enquanto eu me desmancho em gemidos cada vez mais desgarradores. E não tô exagerando, viu. Dói pra valer. Mas claro, é aquele tipo de dor que é excessivamente prazerosa. Quando ele finalmente enfia tudo, fica parado, como se quisesse que eu me acostumasse com o tamanho, mas eu quero guerra, então me movimento de trás pra frente, sendo eu mesma que me empala nele. Ele me deixa fazer por um tempo, curtindo com certeza a vista que meu cuzinho oferece devorando a pica dele até o saco, mas logo me segura firme pelas cadeiras e agora é ele quem me empala. Me sacode toda com umas estocadas enérgicas e profundas que me enchem não só de carne, mas de uma Satisfação plena e absoluta. – Aaahhhhh..., siiiiiiiim..., assiiiiiiim..., vai Tripa..., me dá duro..., siiiiiiiim..., me arrebenta toda...! – eu o provoco entre gemidos exaltados, completamente à mercê dele. A foda que eu tô levando no meio do ato, ou melhor, as gozadas, porque foram várias, é intensa e exultante demais, uma sequência interminável de sensações que arrasam com todos os meus sentidos, me deixando literalmente aniquilada. Mal tô me recuperando e sinto que ele também tá perto do clímax. – Goza nos meus peitos! – peço então, antes que seja impossível pra ele segurar a descarga. Ele não diz nada, mas concorda, porque logo tira a pica e se levanta, me dando tempo só pra eu me levantar também. Me ajeito de joelhos no chão e, levantando os peitos com as mãos, ofereço eles de bandeja. Ele tira a camisinha, bate uma punheta e, entre uns urros selvagens, goza em cima de mim, me encharcando toda com aquela meleca gostosa que é tão quente e prazerosa. Com meus dedos, espalho o leite pela pele dos meus peitos, lambuzando os bicos e até levando aos lábios pra saborear de novo com o maior dos prazeres. Quando não sobra mais nada pra soltar, pego a pica dele e dou uma chupada forte, sugando até a última gota, olhando pra ele de baixo com um sorriso, felizmente submissa ao jugo da virilidade dele. – Mariela… você é realmente incrível! – ele exclama triunfante, mãos na cintura, me observando fascinado. Levanto e, pegando na mão dele, levo pro banheiro pra gente tomar banho junto. Depois nos vestimos e saímos do hotel, quase oito da noite. Ele volta pra estação e eu pego o ônibus na esquina, sentindo que a vida não pode ser mais maravilhosa. Alguém se atreve a me contestar?
13 comentários - Tripa...
Van ocho puntos
besos Misko
"Pese a lo caudaloso de la descarga me trago todo, hasta la última gota,relamiéndome gustosa mientras siento como ese torrente de vida se diluye a través de mi garganta. La felicidad no puede ser más completa."
"Porque entregarle el culo a un hombre, más que una simple muestra de lascivia, es toda una declaración de amor."
"Si estás en la cama con un tipo es porque lo amás, quizás no antes
ni después"[/i]
Pienso igual que tu en esta situación
"yo me tomo el colectivo en la esquina, sintiendo que la vida no puede ser más maravillosa."[/i]
Excelente relato para variar querida amiga, mi más profunda admiración y mis FELICITACIONES!! +10
Besitos querida!!
LEON