Sou Ariela, professora de medicina; o que eu fiz, nunca imaginei que seria capaz, mas fui. Tô na casa dos 30 e poucos, casei aos 28 e tenho dois filhos. Era feliz no meu casamento, porque meu marido era muito atencioso e carinhoso, mas infelizmente era mulherengo. Por isso, tivemos que nos divorciar, sem volta. No começo, achei que era o melhor e que minha vida ia tomar outro rumo; minha profissão e meu emprego estavam num ponto importante. Mas com o tempo, quando as necessidades físicas começam a aparecer, comecei a sentir uma saudade do meu ex-marido, com quem eu tinha uma vida sexual muito ativa e gostosa. Nas minhas noites de solidão na cama, lembrava como ele me possuía de todo jeito, me arrancando um orgasmo atrás do outro… Eu curtia muito a virilidade dele, que parecia bem treinada com outras mulheres além de mim. Logo, conversando com as amigas sobre isso, não faltou a mais ousada que sugeriu: — “Mas se você não quer saber de homens por enquanto, compra um vibrador bom e usa pensando no seu homem ideal.” — “Hahaha, cada coisa que você fala. Nunca pensei em usar uma dessas, além do mais, meu homem ideal já foi embora.” — “Ah, mulher, para de pensar nesse canalha e pensa mais em você.” Mesmo achando a ideia da minha amiga absurda no começo, não passou nem duas semanas e eu já estava num “sex shop” bem disfarçada (peruca, óculos, lenço na cabeça), procurando “algo” que substituísse o pau do homem que me fazia gozar. Naquela noite, depois de colocar meus filhos pra dormir, estava no meu quarto com aquele “aparelho”. Muitos pensamentos vinham na minha cabeça. Coisas como: será que vai entrar tudo? Será que não vou me machucar? Apesar da minha profissão de médica. Enfim, cheia de dúvidas, decidi esperar até a noite seguinte. De novo sozinha no meu quarto, peguei o “falo artificial”, me despi na cama e comecei a fantasiar, por mais bobo que pareça, lembrando do meu ex-marido. Acariciando como ele sabia fazer bem; comecei a massagear suavemente meus seios, passar as mãos pelas pernas e, sutilmente, pela entrada do meu prazer. Logo senti a excitação subindo e a umidade na buceta; peguei o vibrador e, com a ponta do seu glande artificial, passei pelos meus lábios vaginais. Sentia que ardia de tesão, até que, pensando na imagem do meu ex quando me penetrava, fui enfiando o “aparelho” aos poucos até ele entrar todo. Que delícia que senti, logo comecei a esfregar do jeito que mais gostava e tive um orgasmo atrás do outro, com a vantagem de que o vibrador continuava duro até eu cansar. Depois daquela noite, senti que tinha resolvido meu problema, e que com aquele “aparelho” tinha acabado com minha necessidade de ter um homem me fazendo dele. No começo, usava todo dia, à noite antes de dormir, de manhã antes e durante o banho; a ponto de levar uma vez pra universidade e usar no banheiro. Bom, sabia que estava ficando viciada, mas curtia. Passaram uns meses e, aos poucos, o uso do vibrador começou a mostrar suas falhas. Primeiro, sentia falta de uns beijos apaixonados, carícias, chuparem meus peitos e tudo que acompanha o sexo antes, durante e depois de praticar. Então, usar o “aparelho” começou a diminuir de intensidade e frequência. Chegou a época em que no máximo uma vez por semana eu usava, mas já não me satisfazia como antes. Estava de novo numa situação melancólica. Não vou negar que tenho “meu valor”, que no trabalho até o chefe do departamento me convidou pra sair. Mas eu me mantive distante, sempre dizendo que não queria ninguém do meu lado naquele tempo. Uma noite, estava vendo um filme meio “quente”, com cenas de paixão e erotismo, a melancolia voltou ao pensar na minha solidão, a ponto de xingar meu ex-marido por ter me traído depois de me fazer conhecer o prazer extremo. Estava até chorando de impotência quando Vi no filme uma cena que ficou na minha cabeça: uma instrutora de piano começa um caso com o aluno dela e eles acabam transando. Não acreditei no que aquela cena me causou, me enfiou na cabeça como seria ter algo com algum dos meus alunos, algum deles jovem, cheio de energia e bonitão. A ideia não parou de martelar na minha cabeça, a ponto de não me deixar dormir direito naquela noite. Na manhã seguinte, quando fui dar minha aula, não consegui evitar de olhar para todos os caras na sala; claro que, disfarçando, comecei a avaliar um por um. Pouco depois, passei um questionário para eles responderem em aula e todos se concentraram na tarefa. Foi aí que fiquei com o olhar fixo em um, o Sergio. Estudioso, simpático na aparência e no jeito, era uma mistura meio difícil de achar entre intelecto e corpo atlético. No fim das contas, tinha encontrado o "aluno" com quem eu gostaria de ter uns momentos gostosos. Obviamente, e com o mesmo disfarce, me movi de um lado para o outro da sala enquanto eles resolviam a tarefa que eu tinha dado, sem tirar os olhos do Sergio, que parecia afobado para terminar logo. Olhava para as costas dele e dava para ver o bom preparo muscular, tinha braços fortes com os quais poderia pegar qualquer mulher de um jeito másculo. Para não levantar suspeitas, tinha que me mexer e não fixar o olhar por muito tempo, porque qualquer um poderia perceber como eu admirava o Sergio. Logo o tempo passou e recolhi os questionários. — "Na próxima aula, vamos revisar o assunto de hoje e vou fazer perguntas para pontos de participação. Até mais." — falei para os alunos na hora de liberá-los. Mas de algum jeito, precisava segurar o Sergio. — "Espera um pouco, antes de ir, queria te perguntar uma coisa." — falei sem saber o que ia dizer depois de chamar a atenção dele. — "Fala, doutora." — ele disse se aproximando. — "Hoje você estava meio distraído, pensando na namorada?" — falei na cara dura. Sinal de invenção. — “Eu? De jeito nenhum. Deve ser impressão sua.” — “Então me desculpe. Me pareceu que em um daqueles momentos você estava se distraindo.” — “Não, doutora, eu estava bem concentrado.” — “O que quer dizer que em outros momentos você fica pensando na sua namorada.” — “De jeito nenhum. Estou sozinho. Já posso ir?” — “Até mais, Sérgio. Até a próxima aula.” Eu o vi se afastar e não tirei os olhos dele nem por um segundo. Definitivamente, o desejo por aquele aluno estava tomando conta de mim cada vez mais. Naquela noite, recorri novamente ao meu “artefato” imaginando que era a ereção do Sérgio que estava entrando em mim. O que consegui foi aprofundar ainda mais meu desejo. No dia seguinte, passei pela biblioteca e o vi sentado num canto, como sempre, dedicado aos estudos. Não sabia com que desculpa ir falar com ele, até que, depois de observá-lo por um bom tempo, criei coragem e me aproximei. — “Oi, preciso te pedir um favor.” — “Diga, doutora.” — “Sobe no laboratório daqui a meia hora, porque tenho que te dar umas instruções.” Sérgio hesitou um pouco sobre o que eu estava pedindo, mas conseguiu dizer: — “Tá bem, doutora. Vou subir.” Eu me afastei e peguei o elevador para ir ao laboratório. A verdade é que não conseguia acreditar no que tinha feito; o nervosismo me inundava e mil coisas passavam pela minha cabeça. Mas fazer o quê, já tinha feito, e só restava encarar o que vinha a seguir. Calculei e percebi que em uma hora teria que dar aula, então só poderia ficar meia hora a sós com o Sérgio. O problema era o que eu ia dizer, como ia dar uma indireta, ou, se me arrependesse, como justificar tê-lo mandado subir. Depois de pensar várias vezes, decidi o que fazer. Exatamente na meia hora, ele bateu na porta, fui abrir. — “Entra.” — “Com licença, doutora.” — “Bem, você deve estar se perguntando por que te chamei, e a razão é muito simples.” — “Estou ouvindo.” — Ele disse, sentando-se num banco. — “Quero que você saiba de uma coisa, mas me prometa que não vai contar pra ninguém.” — “Não entendo, doutora.” Você me fez vir aqui pra me contar um segredo ou algo assim?"
— "Mais ou menos. Bom, a verdade é que…"
Não aguentei e me aproximei dele com o olhar fixo. Ele começou a ficar desconfortável.
— "Doutora, me fala logo o que tem que falar, porque daqui a pouco tenho aula."
De repente, sem saber como, soltei:
— "Posso beijar seus lábios?"
Sérgio ficou com uma cara de espanto total.
— "Como é? O que a senhora disse?"
— "Você me ouviu bem."
— "Doutora, desculpa, mas isso não tá certo." — Ele disse, tentando se afastar.
— "Você me disse que não tem namorada, então o que te impede?"
— "A senhora é minha professora, além de ser mais velha que eu, não seria certo…"
Sentindo a hesitação dele, tomei a iniciativa e o "chapei". Dei um beijo carregado de todo meu desejo sexual reprimido.
No começo ele não correspondeu, mas aos poucos foi entrando no clima, porque começou a gostar. Depois de um tempo nos beijando, ele se afastou e disse:
— "Não é bom o que a gente tá fazendo."
— "Olha pra mim e me diz nos olhos que você não gosta de me sentir, que não me deseja."
Falei isso e ele ficou uns segundos em silêncio. Devo aproveitar pra escrever que sou de estatura média, magra, com seios médios mas firmes, ainda tenho cintura e bunda. Naquela manhã, tava com uma blusa de botões que deixei propositalmente um pouco decotada.
— "Doutora, eu gostei de sentir seu beijo sim e me desperta desejo, mas não pode…"
— "Chega, você só continua." — Falei e tirei o jaleco, desabotoei a blusa até deixar à mostra meu sutiã branco. Aí aproximei meus lábios de novo e continuamos o beijo.
Logo ele me abraçou, me apertou contra o corpo forte dele e notei como meus peitos se espremiam contra o peito dele. Percebi que ele fazia de propósito pra sentir.
Aí não aguentei mais e desci minha mão até perto do zíper dele. Disfarçadamente, rocei a calça dele e senti a ereção iminente. Era a glória, comecei a sentir um formigamento na minha buceta; Sérgio se afastou um pouco e começou a beijar meu pescoço, descendo até a borda do meu sutiã com meus peitos. Eu tava em chamas.
— "Espera." — Falei. Terminei de tirar a blusa, desafivelei o sutiã e liberei meus peitos. Ele, sem perder tempo, aproximou os lábios e começou a chupar um por um. Eu já não aguentava mais, minha buceta ficava molhada, desejando ter a ereção dele dentro. Sergio me acariciava e chupava meus peitos, e logo colocou a mão por cima da calça na minha buceta, o que me fez soltar um gemido de excitação. Sergio tirou a camisa e a bermuda, ficando com o torso nu, exibindo sua boa forma física. Aí aproveitei para desafivelar o cinto dele, abaixar o zíper e chegar na cueca; abaixei também e, sem aguentar mais, peguei seu pau ereto e comecei a chupar. Não sei como, mas sentia que, ao meter e tirar da minha boca, entrava e saía da minha buceta. Logo Sergio deu sinais de que estava perto do orgasmo e eu parei. Levantei, abaixei a calça, a peça inferior da lingerie e, virando-me, me acomodei na bancada do laboratório. Coloquei um joelho flexionado em cima e a outra perna firme no chão, oferecendo uma pose apetitosa da minha buceta para ele penetrar por trás. Sergio, cedendo ao convite, se aproximou por trás e deslizou sua ereção na minha buceta molhada e necessitada. Uuuuuuuuuuuuuy, que delícia quando entrou tudo, toquei o céu de verdade, Sergio tinha um pau enorme e grosso, e embora doesse um pouco, os movimentos dele me enlouqueceram na hora. — "Doutora, que gostoso que sinto dentro da senhora, está quentinho aí. Está muito gostoso." — dizia Sergio, ofegante pelo "trabalho". Eu estava enlouquecida, no êxtase total. Senti um orgasmo atrás do outro. Me virei, deitei na "posição ginecológica" de frente para ele e ele me penetrou pela frente. Era genial, a ereção dele não sumia e continuava arrancando gemidos de prazer de mim. — "Doutora, vou me esvaziar. Vou gozar dentro da senhora." — "Não para, continua, continua." — implorei, porque já ia ter outro super orgasmo quando ele me avisou do dele. Assim que senti o pau dele começar a disparar sêmen, tive um orgasmo que me apagou a lucidez por uns segundos. Enquanto o Sérgio esvaziou toda a porra quente dele dentro de mim. Ele, todo ofegante, tirou o pau da minha buceta e levou pra um canto pra limpar. Eu me levantei como pude; peguei uns gazes e papel higiênico e fui pro banheiro, onde me limpei e coloquei um "tampão" na minha buceta pra porra do Sérgio não sujar minha roupa. Ele saiu devagar do lugar e eu fiquei pra dar minha aula, que começou uns minutos depois. Só no dia seguinte consegui ver o Sérgio, que me disse que adorou me comer. Eu falei que o sentimento era mútuo e que adoraria repetir a dose. Duas noites depois, levei o Sérgio pra minha casa. Depois de colocar meus filhos pra dormir, me joguei no meu quarto, onde teve uma puta loucura sexual de novo, só que sem pressão de alguém aparecer nem nada, com a liberdade de gozar sem limites e até onde desse o tempo e a potência do Sérgio, que pra minha sorte, era boa. A gente teve mais encontros sexuais, mas dois meses depois de começar, percebi que tava grávida; que o fruto daquela putaria tava na minha barriga. Hoje, tô quase completando três meses de gravidez do meu aluno, com a dúvida de decidir entre abortar ou seguir em frente. São as consequências que agora enfrento por ter realizado o desejo de ser possuída com tanto prazer.
— "Mais ou menos. Bom, a verdade é que…"
Não aguentei e me aproximei dele com o olhar fixo. Ele começou a ficar desconfortável.
— "Doutora, me fala logo o que tem que falar, porque daqui a pouco tenho aula."
De repente, sem saber como, soltei:
— "Posso beijar seus lábios?"
Sérgio ficou com uma cara de espanto total.
— "Como é? O que a senhora disse?"
— "Você me ouviu bem."
— "Doutora, desculpa, mas isso não tá certo." — Ele disse, tentando se afastar.
— "Você me disse que não tem namorada, então o que te impede?"
— "A senhora é minha professora, além de ser mais velha que eu, não seria certo…"
Sentindo a hesitação dele, tomei a iniciativa e o "chapei". Dei um beijo carregado de todo meu desejo sexual reprimido.
No começo ele não correspondeu, mas aos poucos foi entrando no clima, porque começou a gostar. Depois de um tempo nos beijando, ele se afastou e disse:
— "Não é bom o que a gente tá fazendo."
— "Olha pra mim e me diz nos olhos que você não gosta de me sentir, que não me deseja."
Falei isso e ele ficou uns segundos em silêncio. Devo aproveitar pra escrever que sou de estatura média, magra, com seios médios mas firmes, ainda tenho cintura e bunda. Naquela manhã, tava com uma blusa de botões que deixei propositalmente um pouco decotada.
— "Doutora, eu gostei de sentir seu beijo sim e me desperta desejo, mas não pode…"
— "Chega, você só continua." — Falei e tirei o jaleco, desabotoei a blusa até deixar à mostra meu sutiã branco. Aí aproximei meus lábios de novo e continuamos o beijo.
Logo ele me abraçou, me apertou contra o corpo forte dele e notei como meus peitos se espremiam contra o peito dele. Percebi que ele fazia de propósito pra sentir.
Aí não aguentei mais e desci minha mão até perto do zíper dele. Disfarçadamente, rocei a calça dele e senti a ereção iminente. Era a glória, comecei a sentir um formigamento na minha buceta; Sérgio se afastou um pouco e começou a beijar meu pescoço, descendo até a borda do meu sutiã com meus peitos. Eu tava em chamas.
— "Espera." — Falei. Terminei de tirar a blusa, desafivelei o sutiã e liberei meus peitos. Ele, sem perder tempo, aproximou os lábios e começou a chupar um por um. Eu já não aguentava mais, minha buceta ficava molhada, desejando ter a ereção dele dentro. Sergio me acariciava e chupava meus peitos, e logo colocou a mão por cima da calça na minha buceta, o que me fez soltar um gemido de excitação. Sergio tirou a camisa e a bermuda, ficando com o torso nu, exibindo sua boa forma física. Aí aproveitei para desafivelar o cinto dele, abaixar o zíper e chegar na cueca; abaixei também e, sem aguentar mais, peguei seu pau ereto e comecei a chupar. Não sei como, mas sentia que, ao meter e tirar da minha boca, entrava e saía da minha buceta. Logo Sergio deu sinais de que estava perto do orgasmo e eu parei. Levantei, abaixei a calça, a peça inferior da lingerie e, virando-me, me acomodei na bancada do laboratório. Coloquei um joelho flexionado em cima e a outra perna firme no chão, oferecendo uma pose apetitosa da minha buceta para ele penetrar por trás. Sergio, cedendo ao convite, se aproximou por trás e deslizou sua ereção na minha buceta molhada e necessitada. Uuuuuuuuuuuuuy, que delícia quando entrou tudo, toquei o céu de verdade, Sergio tinha um pau enorme e grosso, e embora doesse um pouco, os movimentos dele me enlouqueceram na hora. — "Doutora, que gostoso que sinto dentro da senhora, está quentinho aí. Está muito gostoso." — dizia Sergio, ofegante pelo "trabalho". Eu estava enlouquecida, no êxtase total. Senti um orgasmo atrás do outro. Me virei, deitei na "posição ginecológica" de frente para ele e ele me penetrou pela frente. Era genial, a ereção dele não sumia e continuava arrancando gemidos de prazer de mim. — "Doutora, vou me esvaziar. Vou gozar dentro da senhora." — "Não para, continua, continua." — implorei, porque já ia ter outro super orgasmo quando ele me avisou do dele. Assim que senti o pau dele começar a disparar sêmen, tive um orgasmo que me apagou a lucidez por uns segundos. Enquanto o Sérgio esvaziou toda a porra quente dele dentro de mim. Ele, todo ofegante, tirou o pau da minha buceta e levou pra um canto pra limpar. Eu me levantei como pude; peguei uns gazes e papel higiênico e fui pro banheiro, onde me limpei e coloquei um "tampão" na minha buceta pra porra do Sérgio não sujar minha roupa. Ele saiu devagar do lugar e eu fiquei pra dar minha aula, que começou uns minutos depois. Só no dia seguinte consegui ver o Sérgio, que me disse que adorou me comer. Eu falei que o sentimento era mútuo e que adoraria repetir a dose. Duas noites depois, levei o Sérgio pra minha casa. Depois de colocar meus filhos pra dormir, me joguei no meu quarto, onde teve uma puta loucura sexual de novo, só que sem pressão de alguém aparecer nem nada, com a liberdade de gozar sem limites e até onde desse o tempo e a potência do Sérgio, que pra minha sorte, era boa. A gente teve mais encontros sexuais, mas dois meses depois de começar, percebi que tava grávida; que o fruto daquela putaria tava na minha barriga. Hoje, tô quase completando três meses de gravidez do meu aluno, com a dúvida de decidir entre abortar ou seguir em frente. São as consequências que agora enfrento por ter realizado o desejo de ser possuída com tanto prazer.
2 comentários - Meu aluno me engravidou[group]😈🤐[/group]