Ângela era minha professora de uma matéria do terceiro ano na faculdade. Na época eu tinha 22 anos e ela não passava dos 29, era gostosa demais; tinha uma cintura de "vespa" e umas pernas bem torneadas que destacavam um par de peitões alucinantes que enfeitavam o corpo dela. Nem preciso dizer que todos os caras que estudavam com a gente perdiam a cabeça por ela, porque além de linda, ela tinha um jeito muito doce, e por isso muitas vezes soltava um sorriso angelical. Ser aplicado na matéria dela me fez virar um dos favoritos, e ela começou a gostar de mim. Eu carregava a mochila dela quando a aula acabava, o projetor quando ela dava explicação com slides e, no fim, estava sempre perto dela. Não consegui evitar começar a me masturbar pensando nela, porque o jeito que ela se vestia, bem justinho, destacava todos os atributos que eu já falei. Um dia, tive uma decepção fodida quando vi um cara de moto vindo buscá-la na faculdade. Senti uma raiva e um ciúme do caralho e percebi que, no fim das contas, minha professora não passava de uma fantasia sexual, igual era pra todo mundo. Num desses fins de semana, fui com meus amigos pra uma balada pra relaxar e tomar uns drinks. Depois de um bom tempo de putaria e uns copos, percebi que minha professora Ângela estava sentada com aquele cara num dos sofás do lugar. Meu humor mudou na hora e meus amigos perceberam. — "Qual é, irmão?" — um deles perguntou. — "Nada, véi. Só que... tá vendo aquela gostosa ali com o cara de preto?" — falei. — "Hmm, sim. É boa, né? Não me vem com essa que você conhece ela." — "Pior que sim. É minha professora na faculdade." — "Mentira. Ei, esse cara aqui diz que aquela gostosona ali é professora dele!" — ele falou pros meus outros amigos. Todos ficaram surpresos e me mandavam ir falar com ela e tal; aí eu argumentava que não devia porque ela tava com o namorado e que com certeza eu Pelo menos pelas notas, não podia dar tão errado. Um dos meus amigos disse que ia ver ela de perto e foi caminhar exatamente do lado dela. Quando voltou, me falou: — "Cara, aquele otário tá terminando com ela, a gostosa tá quase chorando." Fiquei besta com aquilo. — "Não mente, nem fodendo que ele vai largar ela." — falei. — "Juro; eu ouvi ele mandando ela pra merda." A partir daquele momento, fiquei observando eles enquanto tomava meu copo. Até que de repente vi o cara levantar e sair bruscamente. Minha professora pegou a bolsa dela como pôde e foi atrás dele. — "Gente, já volto." — falei pros dois amigos que ficaram na mesa. Quando saí, vi que a uma quadra mais ou menos do local eles estavam discutindo. Ela chorava pra caralho e de repente o cara parou um táxi e entrou. Minha professora Ângela tentou entrar com ele e só conseguiu ser empurrada, caindo na rua do lado do carro que partia. Ela quis gritar, mas o choro não deixou. Aí eu criei coragem, pelo menos por causa das bebidas, e me aproximei. — "Dra. Ângela, a senhora tá bem?" Ela me olhou, eu ajudei ela a se levantar e ela me abraçou, começando a chorar. Senti os peitos lindos dela pressionando meu corpo, mas naquele momento só pensava em ajudar ela a se recuperar da dor. — "Doutora, não fica assim. Quer que eu leve a senhora pra casa?" Entendo que muitos iam achar que fui muito otário por perguntar isso; mas pra minha sorte ela disse: — "Esta noite eu saí pra me divertir e aquele filho da puta não vai foder minha vida." Ela me pegou pela mão, o que me fez tocar as portas do céu, e entramos na balada. Com isso, percebi que ela tava meio bêbada por causa das bebidas exóticas que tava tomando enquanto discutia com aquele cara. Entramos, levei ela pra minha mesa e nem preciso dizer que meus amigos ficaram pa-pa-ga-ços ao ver que eu tava trazendo ela pela mão. — "Oi, galera. Peçam mais uma jarra que eu pago." — ela disse ao sentar. Todo mundo tava alucinando com ela, ainda mais quando tirou o casaco e ficou só de blusa. semitransparente que destacava um sutiã preto segurando as lindas e enormes tetas dela. Naquela hora, começaram a tocar uns reggaetons, e eu convidei ela pra dançar: –“Doutora, posso dançar com a senhora?”. Ela se levantou e me disse: –“Não me chama de doutora. Só por essa noite, pra você sou Ângela. Fechado?”. Estendi a mão e fechamos o trato. Comecei a dançar com ela, enquanto todo mundo olhava. Era a pura glória. –“Ângela, por que você brigou com seu namorado?” – ousei perguntar, influenciado pelos drinks. –“Namorado? Não tenho namorado, querido. Sou totalmente solteira.” Adorei essa resposta, mesmo sabendo no fundo que era por despeito, embora tudo indicasse que ela não era uma “despeitada”. Sentamos, continuamos bebendo. Ela pediu mais uma rodada, aos poucos fui ficando mais à vontade e falei: –“Ângela, quero confessar uma coisa.” –“É boa ou ruim?” – ela respondeu com aquele sorrisinho que derreteria os polos da Terra. –“Mmmm, não sei como vai ser pra você; mas precisa saber que você me encanta e que todo tempo que tô perto de você na faculdade, começo a tremer só de te ver.” Ela ficou meio surpresa, mas por incrível que pareça, disse: –“Então, seu bobo, o que tá esperando pra me beijar?” Não acreditei no que ouvi, mas devo confessar que foi graças ao álcool que parti pra dar um puta amasso. Acho que o bar inteiro parou pra nos olhar, principalmente a mim. Meus amigos não acreditavam, nem eu mesmo. Senti que já tinha conseguido tudo que queria dessa vida. Ângela beijava gostoso pra caralho, não consegui evitar abraçar ela e puxar pra perto até sentir as deliciosas tetas dela, puta merda, quase perdi a noção de quanta gente tinha no lugar. Depois do beijo, ela me olhou e disse: –“Foi sorte ter você aqui essa noite. O que eu achava que ia acabar em amargura, agora sinto bem diferente.” Sei que ela falou por causa dos drinks, mas como foi bom ter sido escolhido por ela pra “curar as mágoas”. Da Inveja, dois dos meus amigos foram embora e ficaram mais dois, que arrumaram umas amigas. De repente, eu voltei a beijar a Ângela e senti que ela já me beijava com tesão pela intensidade, do jeito que mordia meus lábios e por me deixar abraçá-la com a parte interna dos meus bíceps bem apoiados nos peitos dela. Puta merda, comecei a ficar duro. De repente, ela disse: — "Ai, já é tarde, preciso ir." No começo, fiquei me sentindo mal, mas reagi e falei: — "Te acompanho." Falei num tom bem firme que fez ela me ver como um homem e não como o "aluninho" dela. Ela tomou a iniciativa e se despediu dos meus amigos e das minas deles: — "Prazer, galera. Já PRECISAMOS ir." Eles ficaram de boca aberta, um deles falou baixinho no meu ouvido: — "Você tem que comer essa gostosa ou é o homem mais burro do universo." Eu só consegui mostrar um joinha e saí com ela. Ela abriu a porta de um dos táxis na entrada e me convidou pra subir com ela. Essa foi a viagem da glória, abracei ela e ela se apoiou no meu ombro. Por dentro, eu não sabia se ia rolar algo ou se eu só ia me despedir na porta dela; mas até ali eu já tinha "bebido do elixir dos deuses". Chegamos, a Ângela desceu e eu paguei a corrida do táxi. — "Shhh, você vai entrar com cuidado, não falta fofoqueiro." — Ela disse. Não acreditei no que ouvia, ia entrar no apartamento dela. Ela abriu a porta e me fez entrar. Entramos no elevador e descemos no nono andar. Chegamos na porta do apê dela, ela pediu pra eu iluminar com o celular pra ela abrir as fechaduras que tinha e a porta se abriu. Entramos na sala dela depois de acender a luz e ela disse: — "Fica à vontade." A Ângela foi colocar uma música e preparar dois drinques. Tirou o casaco e, com a luz, deu pra ver melhor a transparência da blusa que ela tava usando. Sentou do meu lado no sofá. Disse "saúde", tomamos um pouco e eu não aguentei mais; parti pra cima dela. Sei que parece idiota, mas eu ainda tava com os hormônios à flor da pele e a Ângela... Era excitante... que qualquer homem quisesse comer ela ali mesmo. Eu beijei ela e ela correspondeu, me beijou de novo toda excitada. Não aguentei mais e coloquei minhas mãos nos peitões enormes dela por cima da blusa. Por sorte, ela não disse nada, me dando sinal verde pra meter por baixo. Toquei o sutiã dela e de repente, num tom meio excitado, ela falou: — "Espera um momento." Me afastei pra ver ela tirar a blusa, ficando só naquele sutiã preto de renda, lindíssimo, que cobria parcialmente os peitos lindos dela. Nisso, a Ângela pegou os próprios peitos com as duas mãos e disse: — "É por eles, né? Certeza que você não para de olhar pras minhas bubis adoradas." Eu não soube o que responder. — "Assim são os homens." — Ela completou com um sorriso mais que doce, sensual. — "Você ficou mudo. Vamos ver se assim você reage"... ela disse. De repente, vi ela colocar as mãos nas costas e desabotoar o sutiã. Não tirou de uma vez, segurou ele desabotoado contra os seios enquanto as alças pendiam soltas. Não aguentei mais e fui pra cima de novo. — "Agora sim, mostra o quanto você é homem." — Ela disse. Beijei o pescoço dela, segurei as duas mãos dela e com a boca deslizei o sutiã até deixar os peitos lindos à mostra. — "Trapaceiro, estuprador, vou gritar." — Ela começou a falar num tom de brincadeira. Nunca vou esquecer o momento em que vi os peitos dela pela primeira vez, eram realmente lindos. Durinhos, com uns biquinhos rosados claros e a pele bem branquinha. Não aguentei e peguei um mamilo suavemente com os dentes. A Ângela gostou, e esse foi o sinal verde pra eu começar a chupar eles. Ela mesma terminou de se livrar do sutiã pra eu lamber cada milímetro dos peitos dela. Mmmmm, era incrível. Não demorou pra ela reagir e pegou meu pau por cima da calça... — "Puxa, alguém aqui começou a funcionar a todo vapor com os corpos cavernosos." — Ela disse. Abriu meu zíper e, devagar, afastando a cueca, pegou meu pau ereto com a mão enquanto eu chupava o peito dela. mamilo. —"Você é bom, me sinto sortuda". —Ela disse, com uma expressão de mais excitação. Depois de saborear seus lindos peitos e sentir umas carícias no pau, comecei a deslizar para baixo e passei a boca pela barriga dela. Ela me segurou pela nuca e, aos poucos, comecei a puxar para baixo a calça legging que ela usava e pude ver sua linda calcinha fio dental que combinava com o sutiã. Tirei tudo, ela tirou os sapatos e se livrou da calça, ficando só de fio dental. —"Mmmmm, pra ser justo, você tem que tirar a roupa também." —Ela disse com olhos de desejo. Me levantei e tirei minha roupa até ficar igual a ela, só de cueca. Aí fui pra cima dela, agarrei os peitos dela e comecei a chupá-los; ela me pegou pela ereção e me acariciava de cima pra baixo. A verdade é que estávamos pegando fogo de tesão. Mais uma vez, comecei a deslizar minhas carícias orais pela barriga dela, depois de chupar os peitos dela, e dessa vez puxei a calcinha fio dental dela pra baixo, até liberar a entrada da buceta já molhada. Não pensei duas vezes e fui com a língua no clitóris dela e comecei a fazer um oral daqueles. A Ángela enlouqueceu, começou a gemer alto enquanto me segurava pela nuca com as mãos. —"Continua, continua. Você me enlouquece." —Ela dizia, louca de tesão. Acho que ela gozou mais de uma vez com minhas investidas até que eu não aguentei mais a necessidade e me coloquei entre as pernas dela... —"Espera." —Ela disse. Achei que ela ia pedir pra usar camisinha, mas não foi assim. —"Quero ver como você mete em mim." —Ela disse, me surpreendendo e ajustando o olhar pra entrada da buceta dela, onde eu apontava com o pau. Lentamente, sentindo cada centímetro do buraco gostoso dela, penetrei até ter tudo dentro dela. Por causa da influência das bebidas, pensei que, se ela não exigiu proteção, era porque tinha certeza de que não podia engravidar e de que não desconfiava que eu pudesse passar alguma doença. Por tudo isso, comecei a "bombar" com força enquanto segurava os peitos dela. A Ángela gemia com Loucura, eu curtia minhas investidas e aos poucos sentia o prazer da fricção lá dentro da buceta dela. Não aguentei mais e gozei, senti como se tivesse disparado umas 4 ou 5 vezes, enchendo ela com meu esperma. — "Que gostoso, a sensação de você me enchendo com seu prazer." — Ela disse. Pela última vez, beijei os peitos dela e me afastei do sofá. Ela se levantou e me disse: — "Que gostoso você faz amor. Me segue." Assim, pelados, ela nos levou até o quarto dela, e depois ao banheiro. Entramos, ela abriu o chuveiro e disse: — "Te devo algo e agora vou te pagar." Ela se abaixou, colocou meu pau na boca e começou a chupar deliciosamente. Fez tão gostoso que ele endureceu rapidinho. "Você gosta?" — Ela perguntou. — "Sim, boneca, que gostoso você chupa." — "Quer que eu continue?" — "Não, para. Quero sentir de novo o fundo da sua intimidade." Ela entendeu minhas palavras, se levantou, virou de costas pra mim, e eu aproveitei pra acariciar os peitos dela de novo. Ela se abaixou um pouco e me ofereceu a buceta na posição de "cachorrinho". Enfiei de novo fundo e meti a segunda transa, que quase enlouqueceu nós dois. Quando eu gozei dentro dela de novo, ela se levantou, nos lavamos um ao outro, e ela pediu pra eu esperar na cama. Saí porque com certeza ela queria que meu esperma escorresse da buceta dela, pelo menos uma boa parte. Me deitei na cama dela. Pouco depois, ela voltou, deitou comigo e dormimos juntos. No dia seguinte, ela me despachou da casa dela, me fazendo jurar que não contaria pra ninguém da faculdade o que aconteceu e que eu cumpriria minha promessa de chamá-la de doutora de novo, porque o "tratamento por tu" era só pela noite anterior. Eu jurei e cumpri minha parte; já que tive uma recompensa e tanto por ter possuído uma das mulheres mais desejáveis da universidade.
1 comentários - Comi minha professora gostosa da facul