Traindo a Gostosa

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Olá, meu nome é Mariana, tenho 32 anos e estou casada há 12. Por relaxada, meu marido descobriu que eu tava traindo ele. Bom, já faz mais de 4 anos que eu traí meu marido pela primeira vez. Isso aconteceu porque quando minha filha entrou no ensino fundamental, ela começou a ter trabalhos de escola no computador. Como a gente não tinha, eu tinha que levar ela no cyber. Mas meu marido preferiu comprar um computador pra casa. Aí, um dia, procurando uma receita de cozinha, fui parar num chat e vi que tinha várias salas por categoria (lazer, amigos, só putaria, sexo, infiéis, etc.).
E aí, entrei na sala de amigos do meu estado e logo comecei a bater papo com várias pessoas. Assim, por várias semanas, eu conversava um pouco em diferentes horários do dia e fui fazendo amizade com um monte de gente daquela sala. Acontece que nessa sala (homens e mulheres) já se conheciam pessoalmente, se encontravam uma vez por mês pra tomar um café da manhã. E aí fui me enturmando no grupo de amizade deles. Já tinham passado vários meses, e eles sempre me convidavam pros cafés, mas eu não tinha coragem. Os amigos do chat falavam que era tudo numa boa, só pra conversar pessoalmente, tomar café e se conhecer de boa, como amigos. Falavam: "Vai, Mariana, se anima, não tem nada de mais, todo mundo é casado(a), é só pra sair da rotina do dia a dia." E aí eu me animei. Óbvio que não contei pro meu marido que eu tava batendo papo, muito menos que ia numa reunião do chat.
Bom, o dia chegou. Meu marido foi trabalhar, entrei no banho, me arrumei normal: jeans, blusa, tênis, maquiagem leve, e fui pro café da manhã. Quando cheguei, fiquei impressionada: éramos várias mulheres (12) e 20 homens, e era verdade, todos casados (como se fosse um complô, nem as esposas nem os maridos sabiam desses encontros). Ou seja, o grupo inteiro do chat estava reunido, uma boa convivência escondida. Esse grupo de amigos tem um regulamento pra pertencer e ser aceito nos encontros mensais: ser casado, não criar problemas, não trocar números de celular, sem rolos nem romances. Toda a comunicação do grupo é pela sala de chat, Skype e Outlook.
Bom, acontece que quando cheguei na reunião, rapidinho me entrosei com… Roberto, 35 anos (cara alto, bonito, bem vestido, muito arrumado), Brenda, 34 anos (muito gostosa, personalidade forte), Alan, 38 anos (altura média, atraente, gente boa), Javier, 40 anos (maduro, gostoso, maromba). E, como toda novata, eu era o centro das perguntas, mas rapidamente me senti à vontade com esse grupinho que mencionei, e especialmente com o Roberto, com quem mais papeei — parecia que já nos conhecíamos há um tempão. O engraçado é que, nos meses em que tava trocando ideia no chat, nunca tinha trocado uma letra com ele. É que eu achava o nick que ele usava no chat (Atraente35) um absurdo, e tachava ele de metido, convencido e tal.
Não é legal julgar sem antes conhecer as pessoas pessoalmente. Bom, o tempo passou muito rápido na hora de nos despedirmos, a maioria pedia meu Skype ou Outlook e ficavam surpresos quando eu dizia que ainda não tinha. Eles me davam o deles anotado num guardanapo. Roberto se despediu de mim com um beijo na bochecha e um abraço, e senti uma sensação gostosa, daquelas de agrado, tipo quando você é novinha e o gato pega na sua mão. Além disso, ele cheirava muito gostoso, e eu levei o aroma dele comigo, curtindo enquanto dirigia pra casa.
Quando cheguei em casa, liguei o computador rapidinho, criei minha conta no Outlook e no Skype, e já adicionei o Roberto. Em questão de segundos ele me aceitou e a gente começou a conversar. Roberto disse que foi muito legal me conhecer, me elogiou, falou que eu era muito gostosa e que tinha adorado meu jeito de ser.
Roberto— Oi Mariana, que prazer ter te conhecido, você me deixou impactado. É muito gostosa e super agradável, espero não te incomodar com minhas palavras, é com todo respeito.
Mariana— Oi Roberto, valeu, também gostei de te conhecer e deixa eu te falar, você faz jus ao seu nick no chat.
E aí a gente bateu um papo por um bom tempo, se conhecendo mais a fundo, e os dias foram passando a gente conversando o tempo todo e se vendo pelo Cam. Pra ser sincera, me senti apaixonada por ele, porque mal amanhecia o dia e eu já tava ansiosa pra conversar com ele e ver ele pela Cam. Mandava meu marido pro trabalho e minha filha pra escola, eles saíam de casa, eu ligava o computador e ele já tava lá esperando eu me conectar. E num certo dia, quarta-feira, umas 8 da manhã — geralmente eu me conecto às 7:30 — o Roberto já tava me esperando pra entrar no Skype.
Roberto— Oi Mariana, bom dia, pensei que hoje você não ia se conectar, já tava ficando triste.
Mariana—oi, bom dia, desculpa se hoje eu fui correr, desde que te conheci não tinha saído pra correr, e já tá crescendo a barriguinha, mas já tô aqui.
Roberto — que lonjita modesta! Se tu tá toda gostosa, amiga,
Mariana—ah, como você é, se eu já tenho uma barriguinha.
Roberto—de jeito nenhum, amiga! E aí, amiga?
Mariana—me conta, amigo!
Roberto— Hoje o escritório tá uma merda, te convido pra tomar um café, pode?
A verdade, eu nem pensei duas vezes. Desde que me despedi dele com aquele beijo e abraço, só queria ver ele pessoalmente de novo.
Mariana—se eu posso!!! Onde a gente se encontra
Roberto — te parece na charamusca daqui a meia hora?
Mariana—tudo bem pra mim, mas daqui a uma hora, tenho que tomar banho.
Roberto—tudo bem pra mim, então a gente se vê lá, beleza?
Mariana – vai!!!
Bom, sem pensar duas vezes, fechei minha sessão e desliguei o computador. Fui tomar banho e, sinceramente, me sentia nervosa, excitada, um monte de coisas estranhas rolando dentro de mim. Me arrumei bem rápido; durante o chuveiro já tinha escolhido o que vestir. Meu marido fica louco quando eu visto um short jeans branco bem curtinho, uma blusa amarela justa com gola halter (alças no pescoço, uma abertura no meio e costas cavadas, sem nada por baixo), sandálias amarelas (tipo rasteirinha de tirinhas com plataforma). Gosto de cuidar bem dos meus pés e deixar as unhas das mãos e dos pés pintadas com francesinha decorada, pra exibir os pés com umas sandálias sexy. Meu marido tem um fetiche: adora que eu use muita sandália aberta com saltões e plataformas, e que vista shorts e minissaias — afinal, tenho boas pernas. Bom, em meia hora já estava pronta e a caminho. Com o trânsito e a distância, cheguei na hora certa. Quando desci do carro e caminhei até o restaurante, recebi vários assobios de quem passava e do rapaz do estacionamento. Entrei e Roberto já estava me esperando. Quando me viu, notei que ele arregalou os olhos e li a expressão nos lábios dele: "Uau!! Mamacita". Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo e, na hora, o calor subiu — acho que até fiquei vermelha. Me aproximei da mesa e ele se levantou na hora, me cumprimentou com um abraço, segurando minha cintura com as duas mãos, e um beijo que quase roçou meus lábios. Quando senti as mãos dele na minha cintura, os lábios perto dos meus, a respiração dele e aquele cheiro gostoso de loção, ao mesmo tempo que ele sussurrava, tive uma sensação muito engraçada — um arrepio percorreu meu corpo dos pés à cabeça (eu estava excitada).
Roberto—Amiga!!!! Como tu tá gostosa?
Fiquei vermelha, só sorri e me sentei. A gente começou a conversar rapidinho, ele não tirava os olhos de mim e eu também não tirava os meus dele. Eu queria que ele me beijasse, queria sentir ele perto de mim, queria sentir o roçar dos lábios dele nos meus. Naquela hora, tanta coisa passou pela minha cabeça (como será que é transar com esse homem? Quero ser dele). Ao mesmo tempo, meu subconsciente falava: "Calma, você é uma mulher casada, ama seu marido e em casa não falta nada." Acho que ele percebeu minha excitação e disse:
Roberto—amiga!! Com todo respeito, você tá gostosa pra caralho, se não fosse casada e fosse minha amiga, te levava pra um motel.
Era tanta minha excitação e meu desejo de ser dela que respondi no automático.
Mariana… me chama pra dentro!?
Meu subconsciente, Mariana, como é possível? Você é uma mulher casada, tem uma família linda, seu marido te ama, não faça isso. Mas minha excitação e meu desejo de estar com ele eram maiores. Roberto pediu a conta rapidinho, a gente saiu e eu entrei no carro dele, toda nervosa, com a respiração ofegante e as pernas tremendo. Quero contar pra vocês que, antes de conhecer Roberto, eu me considerava uma mulher muito centrada, careta, de bons princípios e muito respeitadora do meu marido. A roupa que eu tô usando hoje só uso em casa pra agradar meu marido, nunca tinha saído na rua assim. Na verdade, pra andar na rua, eu sempre vou de jeans ou moletom. Me considero careta e de princípios conservadores porque com meu marido eu tenho uma relação sexual mais leve: nunca deixei ele me fazer sexo oral e muito menos fiz nele, e certas posições também não. Pra ser específica, só deixo ele me comer por cima ou de ladinho. Ele já insistiu pra gente fazer de outros jeitos e ter sexo oral, mas eu nunca quis. Exigi que ele me respeitasse, e ele respeitou, mas às vezes ele esquece e insiste de novo. Só que eu conheci o Roberto, e ele fez alguma coisa dentro de mim despertar. No caminho pro motel, a gente foi conversando sobre um monte de coisa, menos sobre o que a gente ia fazer, e isso ajudou a me relaxar. Chegamos no motel. Sinto o frio e o calor me percorrendo de novo. Tô excitada, já me sinto molhada. Roberto abaixa o vidro fumê dele, e na interfone ouve a voz de uma moça dizendo que só tem suíte 5 estrelas disponível. Roberto aceita, e a moça fala: "Siga em frente até ver o 32, essa é sua suíte." Tô super nervosa e excitada, sinto que vou me molhando cada vez mais. Chegamos na garagem marcada com suíte 32. Roberto manobra a caminhonete dele com cuidado na garagem, abaixa o vidro de novo, aperta um botão e a gente ouve a garagem se fechando. Meu subconsciente grita desesperado: "Não, Mariana, não faz isso, Roberto... quem percebe meu nervosismo me diz.
Roberto—você tá tremendo, tá muito nervosa, relaxa?
Mariana—desculpa, é que nunca fiz isso antes.
Roberto—se você não se sentir segura, a gente não faz, tá bom?
Mas eu tava com vontade de fazer, mas tinha medo porque na minha vida sexual só existe meu marido, que foi meu primeiro namorado e único homem na minha vida, mas eu desejava tanto ficar com o Roberto.
Mariana—Não tenho medo, não! Pra te falar a verdade, nunca entrei num motel e sempre achei esses lugares vulgares, onde só entra puta!
E era verdade, casei virgem com meu marido, éramos namorados de mão suada, e minha primeira vez foi na minha noite de núpcias. Por causa dos meus preconceitos conservadores, nunca aceitei ir a um motel com meu marido, porque acho esses lugares vulgares e sujos.
Roberto—não se preocupa, eu te entendo, não tem problema, não é regra ter que conhecer um motel, mas tem motéis e motéis, e esse é um dos melhores que tem na cidade. E lembra, você me julgou sem me conhecer, então se você quiser, te convido pra conhecer. Não vamos fazer nada, só entrar, pedir uma dose e conversar, tá?
Mariana—ok, me parece.
Me senti mais relaxada. Roberto desceu e abriu a porta pra mim, me pegou pela mão. Subimos a escada, a porta já tava aberta. Roberto acendeu a luz: um quarto enorme, e a primeira coisa que meus olhos veem é uma cama redonda gigante no meio. Pendurado no teto, tem umas tiras, é um balanço. Do lado esquerdo, tem uma mini pista com um cano. Do lado direito, tem uma parede de vidro que separa a jacuzzi do quarto. Na frente, tem uma mesa de sinuca. Do lado da mesa, tem um mini bar com balcão de madeira bem envernizado. Perto da janela, tem um sofá engraçado (curvo, multi-posições) e muitos espelhos enormes. De repente, uma campainha toca, me fazendo pular. Veio na minha cabeça (meu marido). Roberto viu minha reação e meu nervosismo quando a campainha tocou.
Roberto — calma, não é nada, é a camareira que veio cobrar o quarto.
Isso me acalmou de novo. Roberto pediu uma garrafa de vinho, que trouxeram rápido. Ele me serviu uma taça, eu tomei bem depressa e comecei a sentir o calor percorrendo todo o meu corpo. A gente conversava animadamente, Roberto colocou música, me pegou pela mão e me puxou pra dançar. Eu me deixei levar, tô muito excitada. Ai, Deus, eu desejo ele, quero ser dele. De repente, ele me encosta no tubo, me abraça. Ai, Deus, o que é isso? Sinto que tô escorrendo, me sinto muito molhada. Roberto sente minha excitação e começa a me beijar. Eu respondo, abraço ele, sinto o aroma gostoso do corpo dele misturado com a loção. Roberto pega nas minhas nádegas, me aperta contra ele e diz: "Mmm, que gostosa você tá, que raba apertada você tem." Eu sinto a excitação dele, ele me aperta mais contra si, me separa, pega nos meus peitos, desfaz o nó das alças que abraçam meu pescoço, me deixa nua e meus peitos ficam à mostra. Ele diz: "Mmm, que tetas gostosas você tem." Se inclina e começa a lamber eles. Ai, meu Deus, perdi o controle. "Quero ser sua", falei. Roberto responde: "Quero que você me coma." Eu não tô acostumada com essa palavra, respondi: "Me faz sua." Roberto repete: "Diz que quer que eu te coma." Eu falei: "Sim, me faz sua." Ele diz: "Diz que eu te coma" e eu falo. Então, essa palavra não me saía, mas eu disse: "Sim, me come." Ele me carrega e me senta na mesa de sinuca, desabotoa meu short branco bem curto, tira ele, o short fio-dental vai junto. Ele apalpa e diz: "Mmm, já tá bem molhada." Me abraça de novo, depois com uma mão pega uma das minhas tetas e com a outra tá me dedando. Ai, Deus, que gostoso que tô sentindo. Tô extremamente excitada e molhada, dá pra ouvir os barulhinhos da minha buceta molhada. Roberto diz: "Mmm, que cachorra você tá, que gostosa você tá, quero te comer." Eu respondo: "Sim, me come." Ele me separa dele, faz eu deitar na mesa, coloca minhas pernas nos ombros dele, se abaixa, sinto a respiração dele e a língua na minha buceta. Tento recusar, aperto minhas pernas, falo: "Assim não." Ele insiste, eu cedo aos desejos dele, sinto a língua dele dentro da minha buceta. Não aguento, mas explodo. Sinto como escorro com força na boca dele. Falo: "Que pena, saiu meu xixi." Ele me responde: "Não para, não é xixi, é seu gostoso suco sexual." Ele continua sugando meus sucos.
Digo pra mim mesma: meu Deus, o que é isso, como eu permito isso, que nunca permiti com meu marido, oh que gostoso. De repente sinto a língua dele no meu ânus, grito: "Não, isso não!" Ele diz: "Sim!" e enfia a língua no meu ânus. Oh, Deus, que gostoso é isso. Explodo de novo com força, levanto um pouco a cara e vejo como estou molhando ele com minha buceta. Ele me diz de novo: "Quero te comer." Eu digo, em voz alta e exigente: "Me come agora!" Ele me levanta e diz: "Mas antes, chupa ele." Eu respondo: "Não!!!" Ele insiste. Me deixo levar, fico de joelhos, tiro a cueca dele. Oh, meu Deus, o que é isso? É enorme, muito grosso, não tem nenhum pelo. Ele me agarra pelo cabelo, levanta minha cara, se inclina e me beija, e diz: "Come ele." Quero resistir, mas ele me domina. Aperta meu cabelo e ordena que eu abra a boca. Meu Deus, o que estou fazendo? Cedo às exigências dele. Abro a boca. Ele ordena que eu lamba. Digo: "É muito grosso, não cabe." Ele diz: "É seu pirulito, lambe." Faço isso e sinto o gosto, aquele líquido transparente. Oh, que gostoso. Ele ordena que eu tente colocar na boca. Faço isso, cedo aos pedidos dele. Coloco e tiro. Não cabe muito, ele tem muito grossa. Digo pra mim mesma: "Mariana, do que você se privou por tanto tempo." Digo a ele: "Hum, que gostoso que você tem." Ele diz: "Se chama cock. Gosta do meu cock?" "Sim, gosto." "Gosta do que, responde?" "Sim, gosto do seu cock." Ele diz: "Já quer que eu te coma?" Digo: "Sim, me come agora. Enfia seu cock em mim.
Então ele me levanta, me carrega, me senta na beirada da mesa de sinuca, abre minhas pernas e manda eu segurar elas. Eu obedeço. Ele empunha o pau dele, esfrega ele em círculos, começa a meter e encaixar devagarinho, volta a esfregar em círculos, assim uma e outra vez. Ah, quanto mais ele mete, mais dói — ele tem o pau muito grosso — e assim, uma e outra vez, até enfiar tudo. Eu: "Ah, é muito grande", gemo de dor e prazer. Ele começa a meter com mais ritmo e força, a dor virou prazer, êxtase. Eu continuo escorrendo, molhei a mesa de sinuca e o tapete. De repente, ele tira, me levanta, me vira, faz eu empinar a bunda, me pega por trás e começa a meter. Ele tá metendo com muita força, minhas pernas tremem, sinto que minhas forças tão indo embora. Continuo escorrendo, molhei minhas sapatilhas. Ele tira, me leva pra cama, pede pra eu empinar tudo. Não resisto. Sinto a língua dele no meu cu de novo, depois ele começa a lamber minha bunda, a língua dele percorre minhas pernas, minha panturrilha, lambe meus pés entre as tiras das sapatilhas e, ao mesmo tempo, me diz: "Você é bem gostosa, desde que te conheci queria te comer". Isso me deixa mais cachorra. Ele me invade de novo, forte, sinto o pauzão dele dentro de mim e como as bolas dele batem — que delícia. Ele pergunta: "Você gosta?" Eu digo: "Sim, é a primeira vez que me comem assim." Ele diz: "Assim de quatro." "Ah, essa é a posição de quatro?", eu falo. "Ah, que delícia, essa é a que meu marido tanto pedia. Que burra que fui", pensei, "de quanto prazer eu me privei." Tô gemendo, gritando, ofegando sem controle.
De repente ele se deita com o pau grande e grosso todo duro e me diz: "agora você monta nele". Ahh, eu penso comigo mesma: outra posição que meu marido me pediu e eu nunca fiz. Vamos ver como é. Obedeço, monto. Uff, parece diferente, parece mais gostoso. Oh, que delícia. Ele me diz pra cavalgar, pra me mexer no ritmo. Percebe que eu não sei, me pega pela cintura e começa a me balançar. Eu entendo rápido o ritmo que ele quer. Ohh, uff, o que é isso? Que delícia. Então ele diz: "Assim, cavalga, que delícia de puta que você é." (Puta — essa palavra sempre me incomodou, suja, vulgar, repugnante — mas não senti assim. Me excitei mais. Ele percebeu e começou a falar: "Assim, puta, que delícia você monta. Hoje você vai chegar em casa bem comida." Eu respondi: "Sim, me come assim, sou sua puta, quero ser bem comida." Meu ritmo ficou mais e mais intenso até que explodimos ao mesmo tempo. Senti ele gozar dentro de mim, senti um arrepio enquanto o sêmen percorria minha intimidade. Fiquei exausta. Descansamos um pouco e depois voltamos a transar como loucos de novo. No final, ele fez eu chupar ele de novo, e eu peguei gosto. Chupei como uma louca. De repente, sinto ele me pegar pela cabeça, apertar com força e gozar dentro da minha boca com muita força. Só senti o sêmen descendo pela minha garganta. Ele não deixou eu me soltar, ficava metendo e tirando, e assim tive que engolir todo o sêmen dele, que eu gostei, aproveitei. Essa foi a primeira vez que Roberto me comeu e que eu fui infiel ao meu marido.
A excitação me fez fazer coisas que nunca tinha feito e eu gostei de tudo. Quando cheguei em casa, me arrependi, ainda mais quando meu marido chegou e disse que me amava. Pensei: "como pude fazer isso com ele?" Mas no dia seguinte, 7h30 da manhã, liguei meu computador e lá estava o Roberto online. Naquele dia, a gente se viu de novo e ele me comeu como um louco de novo. E assim foram as primeiras semanas: todo dia eu dava pra um amigo que emprestava o apartamento dele, que era nosso ninho. Roberto tinha um fetiche: adorava tirar fotos de como eu me vestia pra ele, fotos minha pelada e da gente transando. E eu aceitava tudo. A pica enorme do Roberto me viciou, e eu não resistia a nada. Comecei a cometer erros. Meu marido começou a desconfiar, até que cometi o maior erro de todos: não desliguei o computador e não fechei minha sessão do Outlook e do Skype. Meu marido descobriu tudo, viu todas as minhas conversas com o Roberto e as fotos das fodas que ele me dava. Meu marido me perdoou.

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