Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Olá, meu nome é Mariana, tenho 32 anos e estou casada há 12. Por pura vacilo, meu marido descobriu que eu tava traindo ele. Bom, já faz mais de 4 anos que eu traí ele pela primeira vez. Aconteceu porque quando minha filha entrou no ensino fundamental, ela começou a ter trabalhos de escola pra fazer no computador. Como a gente não tinha, eu tinha que levar ela no cyber. Mas aí meu marido resolveu comprar um computador pra casa. Só que um dia, procurando uma receita de cozinha, fui parar num chat e vi que tinha várias salas, separadas por assunto (lazer, amigos, só putaria, sexo, infiel, etc.).
E aí, entrei na sala de amigos do meu estado e logo comecei a bater papo com várias pessoas. Assim, por várias semanas, eu conversava um pouco em diferentes horários do dia e fui fazendo amizade com várias pessoas daquela sala. Acontece que nessa sala (homens e mulheres) já se conheciam pessoalmente, se encontravam uma vez por mês pra tomar um café da manhã. E fui me enturmando no grupo de amizade deles. Já tinham passado vários meses, e sempre me convidavam pros encontros, mas eu não topava. Os amigos do chat falavam que era tudo numa boa, bater papo pessoalmente, tomar café e se conhecer de boa, como amigos. Aí falavam: "Vai, Mariana, se anima, não tem nada de mais, todo mundo é casado(a), é só pra sair da rotina do dia a dia." E então eu me animei. Óbvio que não contei pro meu marido que eu tava batendo papo, e muito menos que ia num encontro do chat.
Bom, o dia chegou. Meu marido foi trabalhar, entrei no banho, me arrumei normal: jeans, blusa, tênis, maquiagem leve, e fui tomar café da manhã. Quando cheguei, fiquei impressionada: éramos várias mulheres (12) e 20 homens, e era verdade, todos casados (como se fosse um complô, nem as esposas nem os maridos sabiam desses encontros). Ou seja, todo o grupo do chat estava reunido, uma boa convivência escondida. Esse grupo de amigos tem um regulamento para pertencer a ele e ser aceito nos encontros mensais: ser casado, não criar problemas, não trocar números de celular, sem confusão nem romance. Toda a comunicação do grupo é pela sala de chat, Skype e Outlook.
Bom, então acontece que quando cheguei na reunião, rapidamente me entrosei com… Roberto, 35 anos (cara alto, bonito, bem vestido, muito elegante), Brenda, 34 anos (muito gostosa, personalidade forte), Alan, 38 anos (altura média, atraente, gente boa), Javier, 40 anos (maduro, atraente, maromba) e, como toda novata, eu era o centro das perguntas, mas logo me senti à vontade com esse grupinho que mencionei, e especialmente com o Roberto, com quem mais papeei, parecia que já nos conhecíamos há um tempão. O engraçado é que nos meses em que eu tava trocando ideia no chat, nunca tinha trocado letra com ele, porque achava o nick que ele usava no chat (Atraente35) um absurdo e o taxava de metido, presunçoso, etc.
Não é legal julgar sem antes conhecer as pessoas pessoalmente. Bom, o tempo passou muito rápido na hora da despedida, a maioria pedia meu Skype ou Outlook e ficavam surpresos quando eu dizia que ainda não tinha, e eles me davam o deles anotado num guardanapo. Roberto se despediu de mim com um beijo na bochecha e um abraço, e senti uma sensação gostosa, daquelas de agrado, tipo quando você é menina e o garoto bonito pega na sua mão. Além disso, ele cheirava muito gostoso, e eu levei o aroma dele comigo, curtindo enquanto dirigia pra casa.
Chegando em casa, liguei o computador rapidinho e fiz minha conta no Outlook e no Skype, e já adicionei o Roberto, que em questão de segundos me aceitou e a gente começou a conversar. Roberto disse que foi muito legal me conhecer, me elogiou, falou que eu era muito gostosa e que adorou meu jeito de ser.
Roberto— Oi Mariana, que prazer te conhecer, fiquei impressionado com você. Você é muito gostosa e super agradável, espero não te incomodar com minhas palavras, é com todo respeito.
Mariana— Oi Roberto, valeu, também gostei de te conhecer e deixa eu te falar, você faz jus ao seu apelido no chat.
E aí a gente bateu um papo por um tempão, se conhecendo mais a fundo, e os dias foram passando, a gente conversando o tempo todo e se vendo pelo Cam. Pra ser sincera, me senti apaixonada por ele. Mal amanhecia o dia e eu já tava ansiosa pra trocar ideia com ele e ver ele pela Cam. Mandava meu marido pro trabalho e minha filha pra escola, eles saíam de casa, eu ligava o computador e ele já tava lá me esperando. E num certo dia, quarta-feira, umas 8 da manhã — geralmente eu entro às 7:30 — o Roberto já tava me esperando pra conectar no Skype.
Roberto— Oi Mariana, bom dia, achei que hoje você não ia se conectar, já tava ficando triste.
Mariana—oi, bom dia, desculpa se hoje saí pra correr, desde que te conheci não tinha corrido, e já tá crescendo a barriguinha, mas já tô aqui.
Roberto — que lonjita modesta! Se você tá uma gostosona, amiga,
Mariana—qual é, se eu já tenho uma barriguinha.
Roberto—de jeito nenhum, amiga! Ei, amiga?
Mariana—me diz, amigo!
Roberto— Hoje o escritório tá uma merda, te convido pra tomar um café, cê pode?
A verdade, eu nem pensei duas vezes, e é algo que desde que me despedi dele com aquele beijo e abraço, eu queria ver ele pessoalmente de novo.
Mariana—se eu posso!!! Onde a gente se encontra
Roberto — te parece na charamusca daqui a meia hora?
Mariana—tudo bem pra mim, mas daqui a uma hora, tenho que tomar um banho.
Roberto—tudo bem pra mim, então a gente se vê lá, beleza?
Mariana – vai!!!
Bom, sem pensar duas vezes, fechei minha sessão e desliguei o computador. Fui tomar um banho e, sinceramente, me sentia nervosa, excitada, um monte de coisa estranha rolando dentro de mim. Me arrumei bem rápido; durante o chuveiro já tinha escolhido o que vestir. Meu marido fica louco quando eu visto um short jeans branco bem curtinho, uma blusa amarela justa com gola halter (alças no pescoço, uma abertura no meio e costas nuas, sem nada por baixo), e sandálias amarelas (tipo rasteirinha de tirinhas com plataforma). Eu gosto de cuidar bem dos meus pés e de deixar as unhas das mãos e dos pés pintadas com francesinha decorada, pra exibir os pés com umas sandálias sexy. Meu marido tem um fetiche: adora que eu use bastante sandália aberta com saltões e plataformas, e que vista shorts e minissaias — afinal, tenho boas pernas. Bom, em meia hora eu já estava pronta e a caminho. Com o trânsito e a distância, cheguei na hora certa. Quando desci do carro e caminhei até o restaurante, recebi vários assobios de quem passava e do rapaz do estacionamento. Entrei, e o Roberto já estava me esperando. Quando me viu, notei que ele arregalou os olhos e li a expressão dos lábios dele: "Uau!! Gostosa". Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo e, na sequência, um calor subiu — acho que até fiquei vermelha. Me aproximei da mesa e ele se levantou na hora, me cumprimentou com um abraço, segurando minha cintura com as duas mãos, e um beijo que quase roçou meus lábios. Quando senti as mãos dele na minha cintura, os lábios perto dos meus, a respiração dele e o cheiro gostoso da loção, ele sussurrou algo ao mesmo tempo. Senti uma sensação muito engraçada, um arrepio que percorria dos pés à cabeça — eu estava excitada.
Roberto—Amiga!!!! Como tu tá gostosa?
Fiquei vermelha, só sorri e sentei. Logo a gente começou a conversar, ele não tirava os olhos de mim e eu também não. Eu queria que ele me beijasse, queria sentir ele perto de mim, queria sentir o roçar dos lábios dele nos meus. Naquele momento, tanta coisa passou pela minha cabeça (como será que é transar com esse homem, quero ser dele, ao mesmo tempo meu subconsciente me dizia: calma, você é uma mulher casada, ama seu marido e em casa não te falta nada). Acho que ele percebeu minha excitação e disse.
Roberto—amiga!! Com todo respeito, você tá uma gostosa, se não fosse casada e fosse minha amiga, te levava pra um motel.
Era tanta minha excitação e meu desejo de ser dela que respondi no automático
Mariana… me chama!?
Meu subconsciente, Mariana, como é possível? Você é uma mulher casada, tem uma família linda, seu marido te ama, não faça isso... Mas minha excitação e meu desejo de estar com ele eram maiores. Roberto rapidamente pediu a conta, a gente saiu e eu entrei no carro dele, toda nervosa, com a respiração ofegante e as pernas tremendo. Quero contar pra vocês que, antes de conhecer Roberto, eu me considerava uma mulher muito centrada, careta, de bons princípios e muito respeitadora do meu marido. A roupa que estou usando hoje só uso em casa para agradar meu marido, nunca tinha saído na rua assim. Na verdade, pra andar na rua, sempre uso jeans ou moletom. Me considero careta e de princípios conservadores porque com meu marido tenho uma relação sexual leve: nunca deixei ele me fazer sexo oral e muito menos fiz nele, e certas posições também não. Pra ser específica, só deixo ele meter por cima ou de ladinho. Ele insiste pra gente fazer de outras formas e ter sexo oral, mas eu nunca quis. Exigi que ele me respeitasse, e ele respeitou, embora às vezes esqueça e insista de novo. Mas conheci Roberto, e ele fez algo dentro de mim despertar. No caminho pro motel, fomos conversando sobre várias coisas, menos sobre o que íamos fazer, e isso ajudou a me relaxar. Chegamos no motel. Sinto o frio e o calor me percorrerem de novo. Estou excitada, já me sinto molhada. Roberto abaixa o vidro fumê, e na interfone ouve-se a voz de uma moça dizendo que só tem suíte cinco estrelas disponível. Roberto aceita, e a moça fala: "Siga em frente até ver o 32, essa é sua suíte." Estou extremamente nervosa e excitada, sinto que vou ficando mais molhada a cada instante. Chegamos na garagem marcada com suíte 32. Roberto estaciona a caminhonete com cuidado, abaixa o vidro de novo e aperta um botão. Ouço o portão da garagem se fechando. Meu subconsciente grita desesperado: "Não, Mariana, não faça isso!" Roberto... Quem me diz percebe meu nervosismo.
Roberto—você tá tremendo, tá muito nervosa, relaxa?
Mariana—desculpa, é que nunca fiz isso.
Roberto—se você não se sentir segura, melhor a gente não fazer, ok?
Mas eu tava com vontade de fazer, mas tinha medo porque na minha vida sexual só existe meu marido, que foi meu primeiro namorado e único homem na minha vida, mas eu desejava tanto ficar com o Roberto.
Mariana—Não tenho medo, não! Pra te falar a verdade, nunca entrei num motel e sempre achei esses lugares vulgares, onde só entra puta!
E era verdade, casei virgem com meu marido, a gente era namorado de mão suada, e minha primeira vez foi na noite de núpcias. Por causa dos meus preconceitos conservadores, nunca aceitei ir com meu marido num motel, porque acho esses lugares vulgares e sujos.
Roberto—não se preocupa, eu te entendo, não tem problema, não é regra ter que conhecer um motel, mas tem motel e motel, e esse é um dos melhores que tem na cidade. E lembra, você me julgou sem me conhecer, então se você topar, te convido pra conhecer. A gente não vai fazer nada, só entra, pede uma bebida e conversa, beleza?
Mariana—ok, me parece.
Me senti mais relaxada. Roberto desceu e abriu a porta pra mim, me pegou pela mão. Subimos a escada, a porta já tava aberta. Roberto acendeu a luz: um quarto enorme, e a primeira coisa que meus olhos veem é uma cama redonda gigante no meio. Pendurado no teto, tem umas tiras, é um balanço. Do lado esquerdo, tem uma mini pista com um tubo. Do lado direito, tem uma parede de vidro que separa a jacuzzi do quarto. Na parte da frente, tem uma mesa de sinuca. Do lado da mesa de sinuca, tem um mini bar com balcão de madeira bem envernizada. Perto da janela, tem um sofá engraçado (curvo, multi-posições) e muitos espelhos enormes. De repente, toca uma campainha que me fez pular. Veio na minha cabeça (meu marido). Roberto viu minha reação e nervosismo quando a campainha tocou.
Roberto— calma, não é nada, é a camareira que veio cobrar o quarto.
Isso me acalmou de novo. Roberto pediu uma garrafa de vinho, que trouxeram rápido. Ele me serviu uma taça, eu tomei bem depressa e comecei a sentir o calor percorrendo todo o meu corpo. A gente conversava animadamente, Roberto colocou música, me pegou pela mão e me puxou pra dançar. Eu me deixei levar, tô muito excitada. Ai, meu Deus, eu desejo ele, quero ser dele. De repente, ele me encosta no tubo, me abraça. Ai, meu Deus, o que é isso? Sinto que tô escorrendo, me sinto muito molhada. Roberto sente minha excitação e começa a me beijar. Eu respondo, abraço ele, sinto o aroma gostoso do corpo dele misturado com a loção. Roberto pega nas minhas nádegas, me aperta contra ele e diz: "Hum, que gostosa você tá, que nádegas tão apertadinhas você tem". Eu sinto a excitação dele, ele me aperta mais contra si, me separa, pega nos meus peitos, desfaz o nó das alças que abraçam meu pescoço, meus peitos ficam nus e à mostra. Ele diz: "Hum, que peitos gostosos você tem". Se inclina e começa a lamber eles. Ai, meu Deus, eu perdi o controle. "Quero ser sua", falei. Roberto responde: "Quero te comer". Eu não tô acostumada com essa palavra, respondi: "Me faz sua, Roberto". Ele repete: "Diz que quer que eu te coma". Eu falei: "Sim, me faz sua". Ele diz: "Diz que eu te coma", e eu obedeço. Então, aquela palavra não me vinha, mas eu falei: "Sim, me come". Ele me carrega e me senta na mesa de sinuca, desabotoa meu short branco bem curtinho, tira ele. O short fio-dental vai junto, ele apalpa e diz: "Hum, já tá bem molhadinha". Me abraça de novo, depois com uma mão pega um dos meus peitos e com a outra tá me dedando. Ai, meu Deus, que gostoso, tô extremamente excitada e molhada, dá pra ouvir os barulhinhos da minha buceta molhada. Roberto diz: "Hum, que safada você tá, que gostosa você tá, quero te comer". Eu respondo: "Sim, me come". Ele me separa dele, faz com que eu me deite na mesa, coloca minhas pernas nos ombros dele, se abaixa, sinto a respiração dele e a língua dele na minha buceta. Tento resistir, aperto minhas pernas, falo: "Assim não". Ele insiste, eu cedo aos desejos dele, sinto a língua dele dentro da minha buceta. Não aguento, mas explodo. Sinto como escorro com força na boca dele. Falo: "que pena, saiu meu xixi". Ele me diz: "não para, não é xixi, é seu gostoso suco sexual". Ele continua sugando meus fluidos.
Digo pra mim mesma: meu Deus, o que é isso, como eu permito isso, nunca deixei meu marido fazer isso, ah, que gostoso. De repente sinto a língua dele no meu ânus, grito: "Não, isso não!" Ele diz: "Sim!" e enfia a língua no meu ânus. Oh, Deus, que gostoso é isso. Explodo de novo com força, levanto um pouco a cabeça e vejo como estou molhando ele com minha buceta. Ele me diz de novo: "Quero te comer." Falo em voz alta e exigente: "Me come agora!" Ele me levanta e diz: "Mas antes, chupa ele." Eu respondo: "Não!!!" Ele insiste. Me deixo levar, fico de joelhos, tiro a cueca dele. Oh, meu Deus, o que é isso? É enorme, muito grosso, não tem nenhum pelo. Ele me pega pelo cabelo, levanta minha cara, se inclina e me beija, e diz: "Come ele." Quero resistir, mas ele me domina, aperta meu cabelo e ordena que eu abra a boca. Meu Deus, o que estou fazendo? Cedo às exigências dele. Abro a boca, ele manda eu lamber. Digo: "É muito grosso, não cabe." Ele diz: "É seu pirulito, lambe." Faço isso e sinto o gosto, aquele líquido transparente. Oh, que gostoso que é. Ele manda eu tentar colocar na boca. Faço isso, cedo aos pedidos dele, coloco e tiro. Não cabe muito, ele tem muito grossa. Digo pra mim mesma: Mariana, do que você perdeu tanto tempo. Falo pra ele: "Hum, que gostoso que você tem." Ele diz: "Se chama pau. Gostou do meu pau?" "Sim, gostei." "Gostou, responde?" "Sim, gostei do seu pau." Ele diz: "Já quer que eu te coma?" Falo: "Sim, me come agora. Mete teu pau em mim.
Então ele me levanta, me carrega, me senta na beirada da mesa de sinuca, me abre as pernas e manda eu segurar. Eu obedeço. Ele empunha o pau dele, esfrega ele em círculos, começa a meter devagar, vai entrando aos poucos, volta a esfregar em círculos, assim uma vez e outra. Ai, quanto mais ele mete, mais dói — o negócio é grosso demais. E assim, uma vez e outra, até enfiar tudo. Eu: "Ai, é muito grande", gemo de dor e prazer. Ele começa a meter com mais ritmo e força. A dor virou prazer, êxtase. Eu continuo escorrendo, molhei a mesa de sinuca e o tapete. De repente, ele tira, me levanta, me vira, manda eu empinar a bunda, me pega por trás e começa a meter. Ele tá metendo com muita força. Minhas pernas tremem, sinto que minhas forças tão indo embora. Continuo escorrendo, molhei meus tênis. Ele tira, me leva pra cama, pede pra eu ficar de quatro. Não resisto. Sinto a língua dele no meu cu de novo, depois ele começa a lamber minha bunda. A língua dele percorre minhas pernas, minha panturrilha, lambe meus pés entre as tiras dos meus tênis, e ao mesmo tempo ele fala: "Você é tão gostosa, desde que te conheci queria te comer". Isso me deixa mais cachorra ainda. Ele me invade de novo, forte. Sinto o pauzão dele dentro de mim e como as bolas dele batem — que delícia. Ele pergunta: "Tá gostando?" Eu digo: "Sim, é a primeira vez que me comem assim." Ele fala: "Assim, de quatro?" Eu digo: "Ah, essa é a posição de quatro? Que delícia, era essa que meu marido tanto pedia. Que burra que fui, me privei de tanto prazer." Tô gemendo, gritando, ofegando sem controle.
De repente ele se deita com o pauzão grosso e todo duro, e me fala: "Agora você monta nele". Ahh, eu penso comigo mesma: outra posição que meu marido me pediu e eu nunca fiz. Vamos ver como é. Obedeço, monto nele. Uff, parece mais, parece diferente. Oh, que gostoso. Ele me manda cavalgar, mexer com ritmo. Percebe que eu não sei, me pega pela cintura e começa a me balançar. Entendo rápido o ritmo que ele quer. Ohh, uff, que é isso? Que gostoso. Então ele fala: "Assim, cavalga, que gostosa você monta, sua puta." (Puta — essa palavra sempre me soou intolerante, suja, vulgar, repugnante), mas não senti assim. Fiquei mais excitada, ele percebeu e começou a falar: "Isso, puta, que gostosa você monta. Hoje você vai chegar em casa bem comida." Eu respondi: "Sim, me come assim, sou sua puta, quero ficar bem comida." Meu ritmo foi ficando mais e mais intenso, até que explodimos ao mesmo tempo. Senti ele gozar dentro de mim, um calafrio enquanto o sêmen percorria minha intimidade. Fiquei exausta. Descansamos um pouco e depois voltamos a transar como loucos de novo. No final, ele me fez chupar ele de novo, e eu peguei gosto. Chupei como uma louca. De repente, sinto ele me pegar pela cabeça, apertar com força e gozar dentro da minha boca com muita força. Só senti o sêmen descendo pela minha garganta. Ele não deixou eu me soltar, ficava metendo e tirando, e assim tive que engolir todo o sêmen dele, que eu gostei, curti. Essa foi a primeira vez que Roberto me comeu e que eu fui infiel ao meu marido.
A excitação me fez fazer coisas que nunca tinha feito antes, e eu gostei de tudo. Quando cheguei em casa, senti remorso, ainda mais quando meu marido chegou e disse que me amava. Pensei: como pude fazer isso com ele? Mas no dia seguinte, às 7h30 da manhã, liguei meu computador e lá estava o Roberto online. Naquele dia, a gente se viu de novo, e ele me comeu igual um louco. E assim foram as primeiras semanas: todo dia eu dava pra um amigo que emprestava o apartamento dele, que virou nosso ninho. Roberto tinha um fetiche: adorava tirar fotos minhas, de como eu me vestia pra ele, e também fotos nua e durante o sexo. E eu aceitava tudo. A pica enorme do Roberto me viciou, e eu não resistia a nada. Comecei a cometer erros. Meu marido começou a desconfiar, até que cometi o maior erro de todos: não desliguei o computador e não fechei minha sessão do Outlook e do Skype. Meu marido descobriu tudo, viu todas as minhas conversas com o Roberto e as fotos das fodas que ele me dava. Meu marido me perdoou.
E aí, entrei na sala de amigos do meu estado e logo comecei a bater papo com várias pessoas. Assim, por várias semanas, eu conversava um pouco em diferentes horários do dia e fui fazendo amizade com várias pessoas daquela sala. Acontece que nessa sala (homens e mulheres) já se conheciam pessoalmente, se encontravam uma vez por mês pra tomar um café da manhã. E fui me enturmando no grupo de amizade deles. Já tinham passado vários meses, e sempre me convidavam pros encontros, mas eu não topava. Os amigos do chat falavam que era tudo numa boa, bater papo pessoalmente, tomar café e se conhecer de boa, como amigos. Aí falavam: "Vai, Mariana, se anima, não tem nada de mais, todo mundo é casado(a), é só pra sair da rotina do dia a dia." E então eu me animei. Óbvio que não contei pro meu marido que eu tava batendo papo, e muito menos que ia num encontro do chat.
Bom, o dia chegou. Meu marido foi trabalhar, entrei no banho, me arrumei normal: jeans, blusa, tênis, maquiagem leve, e fui tomar café da manhã. Quando cheguei, fiquei impressionada: éramos várias mulheres (12) e 20 homens, e era verdade, todos casados (como se fosse um complô, nem as esposas nem os maridos sabiam desses encontros). Ou seja, todo o grupo do chat estava reunido, uma boa convivência escondida. Esse grupo de amigos tem um regulamento para pertencer a ele e ser aceito nos encontros mensais: ser casado, não criar problemas, não trocar números de celular, sem confusão nem romance. Toda a comunicação do grupo é pela sala de chat, Skype e Outlook.
Bom, então acontece que quando cheguei na reunião, rapidamente me entrosei com… Roberto, 35 anos (cara alto, bonito, bem vestido, muito elegante), Brenda, 34 anos (muito gostosa, personalidade forte), Alan, 38 anos (altura média, atraente, gente boa), Javier, 40 anos (maduro, atraente, maromba) e, como toda novata, eu era o centro das perguntas, mas logo me senti à vontade com esse grupinho que mencionei, e especialmente com o Roberto, com quem mais papeei, parecia que já nos conhecíamos há um tempão. O engraçado é que nos meses em que eu tava trocando ideia no chat, nunca tinha trocado letra com ele, porque achava o nick que ele usava no chat (Atraente35) um absurdo e o taxava de metido, presunçoso, etc.
Não é legal julgar sem antes conhecer as pessoas pessoalmente. Bom, o tempo passou muito rápido na hora da despedida, a maioria pedia meu Skype ou Outlook e ficavam surpresos quando eu dizia que ainda não tinha, e eles me davam o deles anotado num guardanapo. Roberto se despediu de mim com um beijo na bochecha e um abraço, e senti uma sensação gostosa, daquelas de agrado, tipo quando você é menina e o garoto bonito pega na sua mão. Além disso, ele cheirava muito gostoso, e eu levei o aroma dele comigo, curtindo enquanto dirigia pra casa.
Chegando em casa, liguei o computador rapidinho e fiz minha conta no Outlook e no Skype, e já adicionei o Roberto, que em questão de segundos me aceitou e a gente começou a conversar. Roberto disse que foi muito legal me conhecer, me elogiou, falou que eu era muito gostosa e que adorou meu jeito de ser.
Roberto— Oi Mariana, que prazer te conhecer, fiquei impressionado com você. Você é muito gostosa e super agradável, espero não te incomodar com minhas palavras, é com todo respeito.
Mariana— Oi Roberto, valeu, também gostei de te conhecer e deixa eu te falar, você faz jus ao seu apelido no chat.
E aí a gente bateu um papo por um tempão, se conhecendo mais a fundo, e os dias foram passando, a gente conversando o tempo todo e se vendo pelo Cam. Pra ser sincera, me senti apaixonada por ele. Mal amanhecia o dia e eu já tava ansiosa pra trocar ideia com ele e ver ele pela Cam. Mandava meu marido pro trabalho e minha filha pra escola, eles saíam de casa, eu ligava o computador e ele já tava lá me esperando. E num certo dia, quarta-feira, umas 8 da manhã — geralmente eu entro às 7:30 — o Roberto já tava me esperando pra conectar no Skype.
Roberto— Oi Mariana, bom dia, achei que hoje você não ia se conectar, já tava ficando triste.
Mariana—oi, bom dia, desculpa se hoje saí pra correr, desde que te conheci não tinha corrido, e já tá crescendo a barriguinha, mas já tô aqui.
Roberto — que lonjita modesta! Se você tá uma gostosona, amiga,
Mariana—qual é, se eu já tenho uma barriguinha.
Roberto—de jeito nenhum, amiga! Ei, amiga?
Mariana—me diz, amigo!
Roberto— Hoje o escritório tá uma merda, te convido pra tomar um café, cê pode?
A verdade, eu nem pensei duas vezes, e é algo que desde que me despedi dele com aquele beijo e abraço, eu queria ver ele pessoalmente de novo.
Mariana—se eu posso!!! Onde a gente se encontra
Roberto — te parece na charamusca daqui a meia hora?
Mariana—tudo bem pra mim, mas daqui a uma hora, tenho que tomar um banho.
Roberto—tudo bem pra mim, então a gente se vê lá, beleza?
Mariana – vai!!!
Bom, sem pensar duas vezes, fechei minha sessão e desliguei o computador. Fui tomar um banho e, sinceramente, me sentia nervosa, excitada, um monte de coisa estranha rolando dentro de mim. Me arrumei bem rápido; durante o chuveiro já tinha escolhido o que vestir. Meu marido fica louco quando eu visto um short jeans branco bem curtinho, uma blusa amarela justa com gola halter (alças no pescoço, uma abertura no meio e costas nuas, sem nada por baixo), e sandálias amarelas (tipo rasteirinha de tirinhas com plataforma). Eu gosto de cuidar bem dos meus pés e de deixar as unhas das mãos e dos pés pintadas com francesinha decorada, pra exibir os pés com umas sandálias sexy. Meu marido tem um fetiche: adora que eu use bastante sandália aberta com saltões e plataformas, e que vista shorts e minissaias — afinal, tenho boas pernas. Bom, em meia hora eu já estava pronta e a caminho. Com o trânsito e a distância, cheguei na hora certa. Quando desci do carro e caminhei até o restaurante, recebi vários assobios de quem passava e do rapaz do estacionamento. Entrei, e o Roberto já estava me esperando. Quando me viu, notei que ele arregalou os olhos e li a expressão dos lábios dele: "Uau!! Gostosa". Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo e, na sequência, um calor subiu — acho que até fiquei vermelha. Me aproximei da mesa e ele se levantou na hora, me cumprimentou com um abraço, segurando minha cintura com as duas mãos, e um beijo que quase roçou meus lábios. Quando senti as mãos dele na minha cintura, os lábios perto dos meus, a respiração dele e o cheiro gostoso da loção, ele sussurrou algo ao mesmo tempo. Senti uma sensação muito engraçada, um arrepio que percorria dos pés à cabeça — eu estava excitada.
Roberto—Amiga!!!! Como tu tá gostosa?
Fiquei vermelha, só sorri e sentei. Logo a gente começou a conversar, ele não tirava os olhos de mim e eu também não. Eu queria que ele me beijasse, queria sentir ele perto de mim, queria sentir o roçar dos lábios dele nos meus. Naquele momento, tanta coisa passou pela minha cabeça (como será que é transar com esse homem, quero ser dele, ao mesmo tempo meu subconsciente me dizia: calma, você é uma mulher casada, ama seu marido e em casa não te falta nada). Acho que ele percebeu minha excitação e disse.
Roberto—amiga!! Com todo respeito, você tá uma gostosa, se não fosse casada e fosse minha amiga, te levava pra um motel.
Era tanta minha excitação e meu desejo de ser dela que respondi no automático
Mariana… me chama!?
Meu subconsciente, Mariana, como é possível? Você é uma mulher casada, tem uma família linda, seu marido te ama, não faça isso... Mas minha excitação e meu desejo de estar com ele eram maiores. Roberto rapidamente pediu a conta, a gente saiu e eu entrei no carro dele, toda nervosa, com a respiração ofegante e as pernas tremendo. Quero contar pra vocês que, antes de conhecer Roberto, eu me considerava uma mulher muito centrada, careta, de bons princípios e muito respeitadora do meu marido. A roupa que estou usando hoje só uso em casa para agradar meu marido, nunca tinha saído na rua assim. Na verdade, pra andar na rua, sempre uso jeans ou moletom. Me considero careta e de princípios conservadores porque com meu marido tenho uma relação sexual leve: nunca deixei ele me fazer sexo oral e muito menos fiz nele, e certas posições também não. Pra ser específica, só deixo ele meter por cima ou de ladinho. Ele insiste pra gente fazer de outras formas e ter sexo oral, mas eu nunca quis. Exigi que ele me respeitasse, e ele respeitou, embora às vezes esqueça e insista de novo. Mas conheci Roberto, e ele fez algo dentro de mim despertar. No caminho pro motel, fomos conversando sobre várias coisas, menos sobre o que íamos fazer, e isso ajudou a me relaxar. Chegamos no motel. Sinto o frio e o calor me percorrerem de novo. Estou excitada, já me sinto molhada. Roberto abaixa o vidro fumê, e na interfone ouve-se a voz de uma moça dizendo que só tem suíte cinco estrelas disponível. Roberto aceita, e a moça fala: "Siga em frente até ver o 32, essa é sua suíte." Estou extremamente nervosa e excitada, sinto que vou ficando mais molhada a cada instante. Chegamos na garagem marcada com suíte 32. Roberto estaciona a caminhonete com cuidado, abaixa o vidro de novo e aperta um botão. Ouço o portão da garagem se fechando. Meu subconsciente grita desesperado: "Não, Mariana, não faça isso!" Roberto... Quem me diz percebe meu nervosismo.
Roberto—você tá tremendo, tá muito nervosa, relaxa?
Mariana—desculpa, é que nunca fiz isso.
Roberto—se você não se sentir segura, melhor a gente não fazer, ok?
Mas eu tava com vontade de fazer, mas tinha medo porque na minha vida sexual só existe meu marido, que foi meu primeiro namorado e único homem na minha vida, mas eu desejava tanto ficar com o Roberto.
Mariana—Não tenho medo, não! Pra te falar a verdade, nunca entrei num motel e sempre achei esses lugares vulgares, onde só entra puta!
E era verdade, casei virgem com meu marido, a gente era namorado de mão suada, e minha primeira vez foi na noite de núpcias. Por causa dos meus preconceitos conservadores, nunca aceitei ir com meu marido num motel, porque acho esses lugares vulgares e sujos.
Roberto—não se preocupa, eu te entendo, não tem problema, não é regra ter que conhecer um motel, mas tem motel e motel, e esse é um dos melhores que tem na cidade. E lembra, você me julgou sem me conhecer, então se você topar, te convido pra conhecer. A gente não vai fazer nada, só entra, pede uma bebida e conversa, beleza?
Mariana—ok, me parece.
Me senti mais relaxada. Roberto desceu e abriu a porta pra mim, me pegou pela mão. Subimos a escada, a porta já tava aberta. Roberto acendeu a luz: um quarto enorme, e a primeira coisa que meus olhos veem é uma cama redonda gigante no meio. Pendurado no teto, tem umas tiras, é um balanço. Do lado esquerdo, tem uma mini pista com um tubo. Do lado direito, tem uma parede de vidro que separa a jacuzzi do quarto. Na parte da frente, tem uma mesa de sinuca. Do lado da mesa de sinuca, tem um mini bar com balcão de madeira bem envernizada. Perto da janela, tem um sofá engraçado (curvo, multi-posições) e muitos espelhos enormes. De repente, toca uma campainha que me fez pular. Veio na minha cabeça (meu marido). Roberto viu minha reação e nervosismo quando a campainha tocou.
Roberto— calma, não é nada, é a camareira que veio cobrar o quarto.
Isso me acalmou de novo. Roberto pediu uma garrafa de vinho, que trouxeram rápido. Ele me serviu uma taça, eu tomei bem depressa e comecei a sentir o calor percorrendo todo o meu corpo. A gente conversava animadamente, Roberto colocou música, me pegou pela mão e me puxou pra dançar. Eu me deixei levar, tô muito excitada. Ai, meu Deus, eu desejo ele, quero ser dele. De repente, ele me encosta no tubo, me abraça. Ai, meu Deus, o que é isso? Sinto que tô escorrendo, me sinto muito molhada. Roberto sente minha excitação e começa a me beijar. Eu respondo, abraço ele, sinto o aroma gostoso do corpo dele misturado com a loção. Roberto pega nas minhas nádegas, me aperta contra ele e diz: "Hum, que gostosa você tá, que nádegas tão apertadinhas você tem". Eu sinto a excitação dele, ele me aperta mais contra si, me separa, pega nos meus peitos, desfaz o nó das alças que abraçam meu pescoço, meus peitos ficam nus e à mostra. Ele diz: "Hum, que peitos gostosos você tem". Se inclina e começa a lamber eles. Ai, meu Deus, eu perdi o controle. "Quero ser sua", falei. Roberto responde: "Quero te comer". Eu não tô acostumada com essa palavra, respondi: "Me faz sua, Roberto". Ele repete: "Diz que quer que eu te coma". Eu falei: "Sim, me faz sua". Ele diz: "Diz que eu te coma", e eu obedeço. Então, aquela palavra não me vinha, mas eu falei: "Sim, me come". Ele me carrega e me senta na mesa de sinuca, desabotoa meu short branco bem curtinho, tira ele. O short fio-dental vai junto, ele apalpa e diz: "Hum, já tá bem molhadinha". Me abraça de novo, depois com uma mão pega um dos meus peitos e com a outra tá me dedando. Ai, meu Deus, que gostoso, tô extremamente excitada e molhada, dá pra ouvir os barulhinhos da minha buceta molhada. Roberto diz: "Hum, que safada você tá, que gostosa você tá, quero te comer". Eu respondo: "Sim, me come". Ele me separa dele, faz com que eu me deite na mesa, coloca minhas pernas nos ombros dele, se abaixa, sinto a respiração dele e a língua dele na minha buceta. Tento resistir, aperto minhas pernas, falo: "Assim não". Ele insiste, eu cedo aos desejos dele, sinto a língua dele dentro da minha buceta. Não aguento, mas explodo. Sinto como escorro com força na boca dele. Falo: "que pena, saiu meu xixi". Ele me diz: "não para, não é xixi, é seu gostoso suco sexual". Ele continua sugando meus fluidos.
Digo pra mim mesma: meu Deus, o que é isso, como eu permito isso, nunca deixei meu marido fazer isso, ah, que gostoso. De repente sinto a língua dele no meu ânus, grito: "Não, isso não!" Ele diz: "Sim!" e enfia a língua no meu ânus. Oh, Deus, que gostoso é isso. Explodo de novo com força, levanto um pouco a cabeça e vejo como estou molhando ele com minha buceta. Ele me diz de novo: "Quero te comer." Falo em voz alta e exigente: "Me come agora!" Ele me levanta e diz: "Mas antes, chupa ele." Eu respondo: "Não!!!" Ele insiste. Me deixo levar, fico de joelhos, tiro a cueca dele. Oh, meu Deus, o que é isso? É enorme, muito grosso, não tem nenhum pelo. Ele me pega pelo cabelo, levanta minha cara, se inclina e me beija, e diz: "Come ele." Quero resistir, mas ele me domina, aperta meu cabelo e ordena que eu abra a boca. Meu Deus, o que estou fazendo? Cedo às exigências dele. Abro a boca, ele manda eu lamber. Digo: "É muito grosso, não cabe." Ele diz: "É seu pirulito, lambe." Faço isso e sinto o gosto, aquele líquido transparente. Oh, que gostoso que é. Ele manda eu tentar colocar na boca. Faço isso, cedo aos pedidos dele, coloco e tiro. Não cabe muito, ele tem muito grossa. Digo pra mim mesma: Mariana, do que você perdeu tanto tempo. Falo pra ele: "Hum, que gostoso que você tem." Ele diz: "Se chama pau. Gostou do meu pau?" "Sim, gostei." "Gostou, responde?" "Sim, gostei do seu pau." Ele diz: "Já quer que eu te coma?" Falo: "Sim, me come agora. Mete teu pau em mim.
Então ele me levanta, me carrega, me senta na beirada da mesa de sinuca, me abre as pernas e manda eu segurar. Eu obedeço. Ele empunha o pau dele, esfrega ele em círculos, começa a meter devagar, vai entrando aos poucos, volta a esfregar em círculos, assim uma vez e outra. Ai, quanto mais ele mete, mais dói — o negócio é grosso demais. E assim, uma vez e outra, até enfiar tudo. Eu: "Ai, é muito grande", gemo de dor e prazer. Ele começa a meter com mais ritmo e força. A dor virou prazer, êxtase. Eu continuo escorrendo, molhei a mesa de sinuca e o tapete. De repente, ele tira, me levanta, me vira, manda eu empinar a bunda, me pega por trás e começa a meter. Ele tá metendo com muita força. Minhas pernas tremem, sinto que minhas forças tão indo embora. Continuo escorrendo, molhei meus tênis. Ele tira, me leva pra cama, pede pra eu ficar de quatro. Não resisto. Sinto a língua dele no meu cu de novo, depois ele começa a lamber minha bunda. A língua dele percorre minhas pernas, minha panturrilha, lambe meus pés entre as tiras dos meus tênis, e ao mesmo tempo ele fala: "Você é tão gostosa, desde que te conheci queria te comer". Isso me deixa mais cachorra ainda. Ele me invade de novo, forte. Sinto o pauzão dele dentro de mim e como as bolas dele batem — que delícia. Ele pergunta: "Tá gostando?" Eu digo: "Sim, é a primeira vez que me comem assim." Ele fala: "Assim, de quatro?" Eu digo: "Ah, essa é a posição de quatro? Que delícia, era essa que meu marido tanto pedia. Que burra que fui, me privei de tanto prazer." Tô gemendo, gritando, ofegando sem controle.
De repente ele se deita com o pauzão grosso e todo duro, e me fala: "Agora você monta nele". Ahh, eu penso comigo mesma: outra posição que meu marido me pediu e eu nunca fiz. Vamos ver como é. Obedeço, monto nele. Uff, parece mais, parece diferente. Oh, que gostoso. Ele me manda cavalgar, mexer com ritmo. Percebe que eu não sei, me pega pela cintura e começa a me balançar. Entendo rápido o ritmo que ele quer. Ohh, uff, que é isso? Que gostoso. Então ele fala: "Assim, cavalga, que gostosa você monta, sua puta." (Puta — essa palavra sempre me soou intolerante, suja, vulgar, repugnante), mas não senti assim. Fiquei mais excitada, ele percebeu e começou a falar: "Isso, puta, que gostosa você monta. Hoje você vai chegar em casa bem comida." Eu respondi: "Sim, me come assim, sou sua puta, quero ficar bem comida." Meu ritmo foi ficando mais e mais intenso, até que explodimos ao mesmo tempo. Senti ele gozar dentro de mim, um calafrio enquanto o sêmen percorria minha intimidade. Fiquei exausta. Descansamos um pouco e depois voltamos a transar como loucos de novo. No final, ele me fez chupar ele de novo, e eu peguei gosto. Chupei como uma louca. De repente, sinto ele me pegar pela cabeça, apertar com força e gozar dentro da minha boca com muita força. Só senti o sêmen descendo pela minha garganta. Ele não deixou eu me soltar, ficava metendo e tirando, e assim tive que engolir todo o sêmen dele, que eu gostei, curti. Essa foi a primeira vez que Roberto me comeu e que eu fui infiel ao meu marido.
A excitação me fez fazer coisas que nunca tinha feito antes, e eu gostei de tudo. Quando cheguei em casa, senti remorso, ainda mais quando meu marido chegou e disse que me amava. Pensei: como pude fazer isso com ele? Mas no dia seguinte, às 7h30 da manhã, liguei meu computador e lá estava o Roberto online. Naquele dia, a gente se viu de novo, e ele me comeu igual um louco. E assim foram as primeiras semanas: todo dia eu dava pra um amigo que emprestava o apartamento dele, que virou nosso ninho. Roberto tinha um fetiche: adorava tirar fotos minhas, de como eu me vestia pra ele, e também fotos nua e durante o sexo. E eu aceitava tudo. A pica enorme do Roberto me viciou, e eu não resistia a nada. Comecei a cometer erros. Meu marido começou a desconfiar, até que cometi o maior erro de todos: não desliguei o computador e não fechei minha sessão do Outlook e do Skype. Meu marido descobriu tudo, viu todas as minhas conversas com o Roberto e as fotos das fodas que ele me dava. Meu marido me perdoou.
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