Nunca gostei de hospitais, mas nunca imaginei que em um deles fosse acontecer uma das piores experiências da minha vida. Desde aquele dia, faço de tudo para não ter que ficar internado em nenhum hospital.
Naquela época, eu tinha 18 anos, me chamo Enrique e estava com uma dor muito forte no abdômen. Descobriram que era apendicite e que precisavam operar. A operação deu certo, meus pais e meu irmão estavam no meu quarto quando acordei. Disseram que eu teria que ficar internado uns quatro dias e que iam para casa preparar algumas coisas minhas para esses dias.
Só que, assim que fecharam a porta do quarto, ouvi uma voz:
"Caralho, como sua mãe é gostosa, mano."
Puxei a cortina que separava o quarto e vi que quem tinha falado era meu companheiro de quarto: um preto bem grandão, uns 20 anos ou mais. Nunca gostei de pretos, sei lá, é algo mais forte que eu. Não suporto ver eles, e com certeza não gostei nada de saber que teria que dividir quarto com um deles por quatro dias.
Não respondi nada, e o preto falou de novo:
"Não fica aí feito um bobo, mano. Só falei que sua mãe tem uma buceta gostosa, só isso. Você tem muita sorte de ter uma mãe assim. A minha é uma gorda do caralho, hahaha."
Não sabia se me sentia lisonjeado pelo comentário daquele cara ou insultado. A verdade é que, como era minha mãe, nunca tinha olhado para ela como se olha para uma mulher. Mas dava para dizer que minha mãe era uma mulher bem atraente: pele muito branca, que contrastava bem com a longa cabeleira loira, um corpo bem torneado e, como sempre gostou de usar roupas de garotas mais jovens, dava para dizer que ela era bem gostosa até para um jovem como aquele, que devia ter uns 20 anos a menos que ela.
Só que puxei a cortina de novo sem dizer nada. Não estava a fim de conversar com aquele cara. Chico, então fiquei vendo TV de boa. Uns 25 minutos depois, entra pela porta outro preto, e esse não veio sozinho, veio com mais um. Deram um salve quando entraram e começaram a falar com meu colega de quarto. Pelo que deu pra ouvir, era o irmão e o primo dele, e pela aparência deviam ter mais ou menos a minha idade. Ficaram umas hora e pouco, e quando iam saindo, trombaram com minha mãe, que vinha trazer minhas coisas.
Não pude evitar de reparar como eles olhavam pra minha mãe de cima a baixo, mas não fizeram nenhum comentário. Só deram um oi e saíram do quarto. Minha mãe tinha trazido roupa limpa, umas mudas, o discman e umas revistas. Quando chegou a hora do jantar, minha mãe teve que ir pra casa, e eu fiquei sozinho com meu colega, com quem minha mãe tinha batido um papo, porque quando ela entrou percebi que chamava ele pelo nome, que parece que era Said.
Acho que ele já tava no quarto antes de eu chegar, e por isso minha mãe conhecia ele de quando esperavam me levar depois da cirurgia.
Na manhã seguinte, quando acordei, os outros dois pretos estavam no quarto falando com o outro. Eu escutava atento, porque imagino que pensaram que eu tava dormindo.
"Pô, aquela branquinha de ontem tem uma buceta gostosa hein"
"É a mãe desse otário aqui"
"Caralho, não fode, a mãe dele? Então tá bem gostosa a putinha, aposto que ia adorar provar nossas pirocas"
"É provável, você sabe que as brancas quarentonas morrem de vontade de uma pica boa que chegue até o fundo"
"Bom, para de falar merda, ela é casada e tem filho"
"E que porra importa isso? Desde quando você liga se uma mina é casada? O único problema é que eu tô aqui sem poder me mexer, e quando eu me recuperar, esse otário e a mãe dele já vão ter ido embora"
"Porra, então a gente come ela antes, aqui mesmo"
"Você é louco ou o quê? E que porra a gente faz com o filho?"
"Ué, ele assiste, haha, quem sabe aprende alguma coisa haha que filho da puta, com dois colhões"
Nesse momento a enfermeira entrou, eu tava de muito mau humor, tinha ouvido tudo, como eles planejavam comer minha mãe, mas que bunda mole eles pensavam que eram, que uma mulher decente como minha mãe, uma mulher casada, ia dar pra 3 pretos sujos desconhecidos no quarto do próprio filho com ele na frente, vai tomar no cu, uns otários.
Não falei nada, decidi ignorar eles, eram uns pobres ignorantes e quando eu fosse pra casa já ia dar um esporro no meu companheiro de quarto.
O dia passou normal até que no meio da tarde tive uma briga com meu companheiro sobre o que ver na TV, a treta foi pesada e chegamos a nos xingar, a enfermeira entrou e disse pra gente se acalmar ou ela teria que chamar o médico, aí a gente parou e o preto me mandou umas últimas palavras.
"Você vai ficar de cara, branquelo, já já cê vai ver, vai sair daqui chorando que nem uma menininha, haha"
Não dei muita bola e acabei dormindo, quando acordei minha mãe tava no quarto, mas do lado do Said, tava conversando com ele e sem saber bem por que resolvi fingir que tava dormindo de novo, tava com os fones do diseman no ouvido mas desligado e dava pra ouvir tudo que eles falavam.
Vi que minha mãe tava bem arrumada, vestia um vestido preto, de uma peça só.
A parte de cima era tão justa que mais parecia uma segunda pele, marcando a cinturinha de pilão dela e valorizando os peitos, já que deixava quase toda as costas de fora ninguém podia duvidar da autenticidade do que ela exibia na frente.
A parte de baixo não era longa nem curta, ela tava sentada e conversava com Said.
Falavam de coisas normais até que Said falou pra minha mãe:
"Você já viu uma pica preta alguma vez?"
Minha mãe riu, chamou ele de sem vergonha mas levou na brincadeira e Said disse:
"Não ri, to falando sério, aposto que você nunca viu uma, ia se surpreender"
Minha mãe não ficou atrás e respondeu:
"Menos Humos", disse Said, "já tenho uma certa idade e já vi muita coisa na vida, conheço as histórias sobre os negros, mas não passam de mitos, haha."
Minha mãe era uma mulher forte e decidida, e tinha mostrado a Said que não ia ficar envergonhada por falar de paus.
Said atacou de novo: "Então são histórias, né? Pois vai ver só."
Pude ver como, sem mais nem menos, Said abaixou a calça do pijama que vestia e tirou a pica pra fora na frente da minha mãe.
"Agora me diz o que acha da minha pica, ela é grande ou não?"
Fiquei surpreso com a atitude da minha mãe, que em vez de dar o assunto por encerrado, riu alto e disse a Said que não estava mal. Pra ser sincero, olhando com cuidado, pude ver que a pica do Said, mesmo mole, tinha um bom tamanho. Não sei dizer ao certo, mas pra estar flácida, tinha um tamanho considerável. Verdade seja dita, vendo aquilo, a gente pensa que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade.
Minha mãe, mesmo disfarçando, parecia surpresa, e eu fiquei mais ainda quando vi que, depois de olhar pra mim e pensar que eu ainda estava dormindo, ela perguntou ao Said:
"Posso tocar?"
Mas que putaria era aquela? Minha mãe queria tocar a pica daquele moleque? Pensei em fingir que acordava pra parar tudo aquilo, mas alguma coisa me fez continuar fingindo que dormia. Queria ver até onde aquilo ia. Não sabia naquele momento como estava enganado.
Claro que Said deixou. Foi ele mesmo quem guiou a mão da minha mãe até a pica dele. Mamãe agarrou como quem pega um pedaço de pau e ficou segurando por alguns segundos, apalpando bem, sentindo a pica na mão dela. Said disse pra minha mãe que se ela batesse uma, ele cresceria muito mais. Mamãe não hesitou. Vai, mamãe! Começou a bater uma pra pica do Said, pra cima e pra baixo. Que puta! Ela tava fazendo uma punheta praquele negro. Minha mãe tava masturbando aquele porco até que Said reagiu e a pica dele foi crescendo na mão dela. Mamãe ficou alucinada. A pica do Said virou um trabuco preto. uns 22 cm e enquanto ele sorria, minha mãe não conseguia parar de segurar ela nem desviar o olhar.
Said disse:
“Se quiser, pode provar também”
Isso já era demais e minha mãe se opôs:
“Você é louco, isso já foi longe demais, não é mais brincadeira, sou uma mulher casada, isso é besteira e acabou”
Mas Said insistiu:
“Vamos, senhora, você está morrendo de vontade e não pode me negar, coma meu pau, sinta ele na sua boca, você vai adorar e não se preocupe com seu filho, ele está dormindo e ninguém vai contar nada ao seu marido, seja livre e chupa, vai ver como você curte”.
Eu estava prestes a parar tudo, mas antes disso, minha mãe se inclinou sobre o pau de Said e enfiou na boca, começando a chupar, como se fosse sua sobremesa favorita. Minha mãe chupou o pau de Said com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto chupava o pau, sem deixar de dar uma olhadinha em mim pra ver se eu continuava parado na cama.
Ela começou pelas bolas, até engolir metade e sugar com rapidez, não conseguia engolir mais porque a boca dela não dava conta, estava chupando o pau de Said quando os outros dois negros entraram no quarto.
“Nossa, olha a branquela, vê como ela gosta de sorvete de chocolate”
“Hehe, é, parece que é fã de banana preta”
Minha mãe tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão de Said quanto o primo dele baixaram as calças e mostraram 2 paus enormes bem duros, do tamanho do de Said e até maiores.
“Não se preocupe, senhora, aqui tem paus pra você curtir até bem entrada da tarde”
Achei que minha mãe ia vazar dali, mas eu estava enganado, minha mãe estava com tesão, molhada, solta e com certeza não ia embora sem foder com Said, se pra isso tivesse que comer outros 2 paus, ela ia fazer, e claro que fez.
Minha mãe se ajoelhou na frente deles e começou a masturbar eles e lamber as cabeças, alternava um pau e outro, chupava da haste até a base como Se fosse uma questão de sorvetes, outras vezes ela colocava o pau na cara dele e com a língua brincava com os colhões daqueles caras, que com certeza eram proporcionais ao pau deles, porque mamãe enfiou um ovo só daqueles caras na boca e quando os dois colhões entravam na boquinha dela ela quase se engasgava.
Começou devagar até que os membros fossem endurecendo, depois deu um boquete como se quisesse que eles gozassem rápido, mas não conseguiu o objetivo.
Intensificou as sugadas cada vez mais, combinando com lambidas ao longo daqueles troncos compridos, olhando como os caras curtiam aquilo. Um deles a pegou pela nuca e começou a mexer a cabeça dela no ritmo que quis, mamãe estava empalada pelo pau daquele preto.
Ela ia chupando, passando de uma rola pra outra, de joelhos, agarrada nos dois paus como se tivesse medo de deixá-los escapar. Se o pobre do meu pai ou meu irmão tivessem entrado no quarto, teriam encontrado um cenário desolador e humilhante pra eles.
Minha própria mãe, uma mulher branca e decente, submetida aos caprichos daqueles pretos sujos diante dos quais minha mãe estava ajoelhada, engolindo os paus deles um após o outro. Como Said não podia se mexer da cama, ficava se masturbando e incentivando minha mãe enquanto curtia o espetáculo.
"Muito bem, senhora, assim, assim, engole até o talo, chupa bem pra entrar melhor"
Esse comentário me pegou no coração, eu não tinha levado em conta até aquele momento, mas estava claro que iam foder minha mãe.
Terminaram de se despir e ajudaram minha mãe a fazer o mesmo, colocaram o trinco na porta pra ninguém incomodar e tiraram o sutiã e a calcinha dela, que jogaram na minha cama. Nunca tinha reparado, mas minha mãe era gostosa pelada, tava realmente uma delícia, com uns peitos ainda firmes, uma bunda empinada e uma buceta bem cuidada.
Enfiavam os dedos na ppk dela que tava escorrendo e entre pau e pau mamãe, toda tesuda, como Nunca imaginei, ele disse: “Quem vai ser o primeiro a me foder?”
Said disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era ele quem estava doente e precisavam ajudar ele a foder minha mãe. Então pegaram mamãe e a levantaram na cama. Mamãe montou e foi se sentando devagar no pau do Said. No começo foi difícil, mas quando encontrou o caminho, deslizou fácil, de tão tarada que estava.
Aí eu me mexi, fiz menção de chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão do Said me seguraram e tiraram o controle. Naquela situação, eu tava indefeso, não podia me mexer por causa da dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, já tinha ido longe demais. Taparam minha boca, e quando minha mãe percebeu que eu tinha acordado, quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular como uma louca no pau do Said. Os peitos dela balançavam no ritmo das estocadas, e nem ver que o filho dela tava vendo tudo foi suficiente pra parar aquele tesão.
“Desculpa, querido, não olha, por favor, não consegui evitar.”
Said riu.
“Já te avisei, otário. Olha como eu como sua mãe, olha bem como ela curte um pau preto bom.”
Eu choramingava impotente enquanto Said fodava selvagemente minha mãe. Ela tava se comportando como uma verdadeira puta, sem se importar se eu tava sofrendo.
Os lábios da buceta da mamãe começaram a inchar com o pau do Said, e cada vez que ele roçava no clitóris dela, ela tinha novos espasmos.
Said começou a empurrar cada vez mais forte. O pau do Said tava todo dentro de mamãe. Ele ficou parado por uns momentos, exclamando gostoso: “Que bucetinha branca gostosa, bem apertadinha e quentinha.”
Os movimentos viraram estocadas furiosas até Said começar a gritar: “Vou gozar, vou gozar, vou gozaaaar.” Vi ele apertar os dentes e virar a cabeça pra cima, fechando os olhos.
Por dentro, mamãe deve ter sentido um jato de líquido quente inundando ela. pressão.
Depois, tiraram a mamãe da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão do Said ficou pronto, ele penetrou minha mãe por trás. Mamãe gemia enquanto os outros olhavam. O irmão do Said continuava penetrando e, ao mesmo tempo, brincava com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando firme nos tornozelos dela. Em uma dessas, a pica do primo do Said entrou na boca da mamãe.
"Desculpa, senhora, mas eu fico por último e enquanto isso tenho que me virar com alguma coisa",
"Mmhhh, mmmh" foi a única resposta que mamãe conseguiu dar. O primo do Said se movia como se estivesse fodendo a boca dela. Ela não precisava fazer nada, a pica entrava e saía da boca dela sem esforço.
Ficaram assim por uns 10 minutos até que o primão do Said saiu da boca da minha mãe e se sentou na cama do primo. Depois, chamou minha mãe, que ainda estava sendo fodida pelo irmão do Said. Agora era a vez dele.
Ele segurou firme sua lança ereta, apontando para cima. Então, mamãe ficou de pé na frente dele, de costas, e ele aproveitou para massagear os quadris dela e os glúteos grandes e empinados.
"Agora comece a se sentar, senhora."
Mamãe tentou obedecer e se agachou para trás. O negão a envolveu com um braço na cintura e no abdômen liso, puxando-a gradualmente para perto dele. Chegou o momento em que mamãe sentiu a cabeça quente roçando a vulva dela. Ela parou um pouco, sentindo ele ajustar o membro no lugar certo.
Mamãe se agachou um pouco mais e sentiu a pressão do órgão dentro dela. A ponta da glande tentava entrar. O próprio peso da minha mãe fazia aquele instrumento deslizar para dentro até que ele estava todo lá dentro. Seguindo as instruções dele, mamãe começou a subir e descer lentamente. O amante da vez fez o mesmo, movendo os quadris para cima e para baixo também.
De vez em quando, ele pedia para ela parar e rebolá em círculos. A posição foi aproveitada pelo garoto para apalpar os peitos e as coxas da minha mãe, chegando até a enfiar um dedo enquanto continuava com a penetração.
Ele tirou a pica da buceta por um instante, estava de pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado dos quadris dela, a uma certa distância abaixo dela, o pau vibrava esperando por grandes sensações. Segundos depois, começou a se sentar montando nela, enfiando de novo.
Depois, Said, que era o único que tinha gozado dentro da minha mãe, falou já recuperado:
“Vem cá, prima, coloca ela em cima de mim e você enfia por trás, pra esse cuzão ver como a gente come a mamãe dele.”
Ao ouvir aquilo, abri os olhos impressionadão, iam sodomizar minha mãe na minha frente e ela não fazia nenhum movimento pra evitar, ela mesma sentou de novo na pica do Said e, com o pau bem dentro, esperou o primo chegar por trás.
Mamãe deve ter sentido a cabecinha do pau do primo do Said tentando entrar desesperadamente na parte de trás dela, o cu da mamãe, ao sentir os empurrões, se contraía, deslizando ele de volta pra fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da mamãe.
Sem conseguir evitar, mamãe começou a gritar enquanto aquele órgão grosso e comprido deslizava pra dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o preto parou, tinha enfiado a metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já tinha enfiado. O tira e mete se repetiu uma vez e outra devagar até que a lubrificação permitiu que ele fizesse mais rápido. Mamãe parecia desmaiar ao sentir entrar e sair do cu dela aquelas duas picas enormes.
“Olha, branquelo, olha como eu meto no cu da sua mãe.”
“A gente tá fodendo ela bem gostoso, vamo ver se ela engravida e tem um macho de verdade.”
“Você vai ter um irmão negão.”
“Vamos terminar com chave de ouro, irmão, junta aí” – gritou Said.
Vi o irmão do Said se ajoelhar na frente da cabeça mamãe e ele esfregou a pica enorme na cara dela até finalmente enfiar na boca da mamãe. As investidas dos três aumentaram pra um nível frenético até que nós quatro chegamos ao prazer máximo e por um bom tempo ficaram trocando de posição até que os três tinham passado pelo cu da minha mãe, que tava bem dilatado.
Quando terminaram, colocaram a mamãe no chão, o Said se virou como pôde pra bater uma punheta na frente da cara dela e os parentes dele fizeram de pé, gozaram em cima da minha mãe, na cara dela e alguns jatos de porra entraram na boca dela.
"Engole tudo, mamãe, vai ver como é gostoso"
O corpo da mamãe tava cheio de suor e porra que eles passaram safadamente pra dar uma última apalpada, depois a mamãe tomou banho com os dois parentes do Said no quarto, não consegui ver nada mas ouvia gemidos, então imaginei que a mamãe tinha engolido as picas deles de novo pelos três buracos, depois saíram do quarto juntos.
Eu chorava que nem uma menina quando a enfermeira entrou no quarto um tempo depois, me perguntou se tava doendo alguma coisa e o Said respondeu.
"Esse moleque é um chorão, parece que viu alguma coisa que não gostou nada, que mocinha ele é, hahaha"
A enfermeira repreendeu a atitude dele mas não precisei aguentar ele por mais tempo, ela veio me dar alta, se tivesse chegado duas horas antes eu não teria sentido a humilhação de ver minha mãe sendo fodida e enrabada por aqueles três negões sujos, mas já era tarde, meu pai e meu irmão chegaram no quarto, me disseram que a mamãe não tinha podido vir me ver e que tava me esperando em casa.
Quando saímos do quarto, vi o Said com um sorriso debochado que quase virou careta quando ele falou pro meu pai, bem educado.
"Senhor, desculpa, eu me aproximei da sua esposa esses dias e tô bem sozinho, fala pra ela se pode vir me visitar um dia, por favor"
Meu pobre pai, sem desconfiar de nada, respondeu.
"Fica tranquilo, parceiro, com certeza minha mulher vai passar aqui um dia pra te ver
Naquela época, eu tinha 18 anos, me chamo Enrique e estava com uma dor muito forte no abdômen. Descobriram que era apendicite e que precisavam operar. A operação deu certo, meus pais e meu irmão estavam no meu quarto quando acordei. Disseram que eu teria que ficar internado uns quatro dias e que iam para casa preparar algumas coisas minhas para esses dias.
Só que, assim que fecharam a porta do quarto, ouvi uma voz:
"Caralho, como sua mãe é gostosa, mano."
Puxei a cortina que separava o quarto e vi que quem tinha falado era meu companheiro de quarto: um preto bem grandão, uns 20 anos ou mais. Nunca gostei de pretos, sei lá, é algo mais forte que eu. Não suporto ver eles, e com certeza não gostei nada de saber que teria que dividir quarto com um deles por quatro dias.
Não respondi nada, e o preto falou de novo:
"Não fica aí feito um bobo, mano. Só falei que sua mãe tem uma buceta gostosa, só isso. Você tem muita sorte de ter uma mãe assim. A minha é uma gorda do caralho, hahaha."
Não sabia se me sentia lisonjeado pelo comentário daquele cara ou insultado. A verdade é que, como era minha mãe, nunca tinha olhado para ela como se olha para uma mulher. Mas dava para dizer que minha mãe era uma mulher bem atraente: pele muito branca, que contrastava bem com a longa cabeleira loira, um corpo bem torneado e, como sempre gostou de usar roupas de garotas mais jovens, dava para dizer que ela era bem gostosa até para um jovem como aquele, que devia ter uns 20 anos a menos que ela.
Só que puxei a cortina de novo sem dizer nada. Não estava a fim de conversar com aquele cara. Chico, então fiquei vendo TV de boa. Uns 25 minutos depois, entra pela porta outro preto, e esse não veio sozinho, veio com mais um. Deram um salve quando entraram e começaram a falar com meu colega de quarto. Pelo que deu pra ouvir, era o irmão e o primo dele, e pela aparência deviam ter mais ou menos a minha idade. Ficaram umas hora e pouco, e quando iam saindo, trombaram com minha mãe, que vinha trazer minhas coisas.
Não pude evitar de reparar como eles olhavam pra minha mãe de cima a baixo, mas não fizeram nenhum comentário. Só deram um oi e saíram do quarto. Minha mãe tinha trazido roupa limpa, umas mudas, o discman e umas revistas. Quando chegou a hora do jantar, minha mãe teve que ir pra casa, e eu fiquei sozinho com meu colega, com quem minha mãe tinha batido um papo, porque quando ela entrou percebi que chamava ele pelo nome, que parece que era Said.
Acho que ele já tava no quarto antes de eu chegar, e por isso minha mãe conhecia ele de quando esperavam me levar depois da cirurgia.
Na manhã seguinte, quando acordei, os outros dois pretos estavam no quarto falando com o outro. Eu escutava atento, porque imagino que pensaram que eu tava dormindo.
"Pô, aquela branquinha de ontem tem uma buceta gostosa hein"
"É a mãe desse otário aqui"
"Caralho, não fode, a mãe dele? Então tá bem gostosa a putinha, aposto que ia adorar provar nossas pirocas"
"É provável, você sabe que as brancas quarentonas morrem de vontade de uma pica boa que chegue até o fundo"
"Bom, para de falar merda, ela é casada e tem filho"
"E que porra importa isso? Desde quando você liga se uma mina é casada? O único problema é que eu tô aqui sem poder me mexer, e quando eu me recuperar, esse otário e a mãe dele já vão ter ido embora"
"Porra, então a gente come ela antes, aqui mesmo"
"Você é louco ou o quê? E que porra a gente faz com o filho?"
"Ué, ele assiste, haha, quem sabe aprende alguma coisa haha que filho da puta, com dois colhões"
Nesse momento a enfermeira entrou, eu tava de muito mau humor, tinha ouvido tudo, como eles planejavam comer minha mãe, mas que bunda mole eles pensavam que eram, que uma mulher decente como minha mãe, uma mulher casada, ia dar pra 3 pretos sujos desconhecidos no quarto do próprio filho com ele na frente, vai tomar no cu, uns otários.
Não falei nada, decidi ignorar eles, eram uns pobres ignorantes e quando eu fosse pra casa já ia dar um esporro no meu companheiro de quarto.
O dia passou normal até que no meio da tarde tive uma briga com meu companheiro sobre o que ver na TV, a treta foi pesada e chegamos a nos xingar, a enfermeira entrou e disse pra gente se acalmar ou ela teria que chamar o médico, aí a gente parou e o preto me mandou umas últimas palavras.
"Você vai ficar de cara, branquelo, já já cê vai ver, vai sair daqui chorando que nem uma menininha, haha"
Não dei muita bola e acabei dormindo, quando acordei minha mãe tava no quarto, mas do lado do Said, tava conversando com ele e sem saber bem por que resolvi fingir que tava dormindo de novo, tava com os fones do diseman no ouvido mas desligado e dava pra ouvir tudo que eles falavam.
Vi que minha mãe tava bem arrumada, vestia um vestido preto, de uma peça só.
A parte de cima era tão justa que mais parecia uma segunda pele, marcando a cinturinha de pilão dela e valorizando os peitos, já que deixava quase toda as costas de fora ninguém podia duvidar da autenticidade do que ela exibia na frente.
A parte de baixo não era longa nem curta, ela tava sentada e conversava com Said.
Falavam de coisas normais até que Said falou pra minha mãe:
"Você já viu uma pica preta alguma vez?"
Minha mãe riu, chamou ele de sem vergonha mas levou na brincadeira e Said disse:
"Não ri, to falando sério, aposto que você nunca viu uma, ia se surpreender"
Minha mãe não ficou atrás e respondeu:
"Menos Humos", disse Said, "já tenho uma certa idade e já vi muita coisa na vida, conheço as histórias sobre os negros, mas não passam de mitos, haha."
Minha mãe era uma mulher forte e decidida, e tinha mostrado a Said que não ia ficar envergonhada por falar de paus.
Said atacou de novo: "Então são histórias, né? Pois vai ver só."
Pude ver como, sem mais nem menos, Said abaixou a calça do pijama que vestia e tirou a pica pra fora na frente da minha mãe.
"Agora me diz o que acha da minha pica, ela é grande ou não?"
Fiquei surpreso com a atitude da minha mãe, que em vez de dar o assunto por encerrado, riu alto e disse a Said que não estava mal. Pra ser sincero, olhando com cuidado, pude ver que a pica do Said, mesmo mole, tinha um bom tamanho. Não sei dizer ao certo, mas pra estar flácida, tinha um tamanho considerável. Verdade seja dita, vendo aquilo, a gente pensa que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade.
Minha mãe, mesmo disfarçando, parecia surpresa, e eu fiquei mais ainda quando vi que, depois de olhar pra mim e pensar que eu ainda estava dormindo, ela perguntou ao Said:
"Posso tocar?"
Mas que putaria era aquela? Minha mãe queria tocar a pica daquele moleque? Pensei em fingir que acordava pra parar tudo aquilo, mas alguma coisa me fez continuar fingindo que dormia. Queria ver até onde aquilo ia. Não sabia naquele momento como estava enganado.
Claro que Said deixou. Foi ele mesmo quem guiou a mão da minha mãe até a pica dele. Mamãe agarrou como quem pega um pedaço de pau e ficou segurando por alguns segundos, apalpando bem, sentindo a pica na mão dela. Said disse pra minha mãe que se ela batesse uma, ele cresceria muito mais. Mamãe não hesitou. Vai, mamãe! Começou a bater uma pra pica do Said, pra cima e pra baixo. Que puta! Ela tava fazendo uma punheta praquele negro. Minha mãe tava masturbando aquele porco até que Said reagiu e a pica dele foi crescendo na mão dela. Mamãe ficou alucinada. A pica do Said virou um trabuco preto. uns 22 cm e enquanto ele sorria, minha mãe não conseguia parar de segurar ela nem desviar o olhar.
Said disse:
“Se quiser, pode provar também”
Isso já era demais e minha mãe se opôs:
“Você é louco, isso já foi longe demais, não é mais brincadeira, sou uma mulher casada, isso é besteira e acabou”
Mas Said insistiu:
“Vamos, senhora, você está morrendo de vontade e não pode me negar, coma meu pau, sinta ele na sua boca, você vai adorar e não se preocupe com seu filho, ele está dormindo e ninguém vai contar nada ao seu marido, seja livre e chupa, vai ver como você curte”.
Eu estava prestes a parar tudo, mas antes disso, minha mãe se inclinou sobre o pau de Said e enfiou na boca, começando a chupar, como se fosse sua sobremesa favorita. Minha mãe chupou o pau de Said com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto chupava o pau, sem deixar de dar uma olhadinha em mim pra ver se eu continuava parado na cama.
Ela começou pelas bolas, até engolir metade e sugar com rapidez, não conseguia engolir mais porque a boca dela não dava conta, estava chupando o pau de Said quando os outros dois negros entraram no quarto.
“Nossa, olha a branquela, vê como ela gosta de sorvete de chocolate”
“Hehe, é, parece que é fã de banana preta”
Minha mãe tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão de Said quanto o primo dele baixaram as calças e mostraram 2 paus enormes bem duros, do tamanho do de Said e até maiores.
“Não se preocupe, senhora, aqui tem paus pra você curtir até bem entrada da tarde”
Achei que minha mãe ia vazar dali, mas eu estava enganado, minha mãe estava com tesão, molhada, solta e com certeza não ia embora sem foder com Said, se pra isso tivesse que comer outros 2 paus, ela ia fazer, e claro que fez.
Minha mãe se ajoelhou na frente deles e começou a masturbar eles e lamber as cabeças, alternava um pau e outro, chupava da haste até a base como Se fosse uma questão de sorvetes, outras vezes ela colocava o pau na cara dele e com a língua brincava com os colhões daqueles caras, que com certeza eram proporcionais ao pau deles, porque mamãe enfiou um ovo só daqueles caras na boca e quando os dois colhões entravam na boquinha dela ela quase se engasgava.
Começou devagar até que os membros fossem endurecendo, depois deu um boquete como se quisesse que eles gozassem rápido, mas não conseguiu o objetivo.
Intensificou as sugadas cada vez mais, combinando com lambidas ao longo daqueles troncos compridos, olhando como os caras curtiam aquilo. Um deles a pegou pela nuca e começou a mexer a cabeça dela no ritmo que quis, mamãe estava empalada pelo pau daquele preto.
Ela ia chupando, passando de uma rola pra outra, de joelhos, agarrada nos dois paus como se tivesse medo de deixá-los escapar. Se o pobre do meu pai ou meu irmão tivessem entrado no quarto, teriam encontrado um cenário desolador e humilhante pra eles.
Minha própria mãe, uma mulher branca e decente, submetida aos caprichos daqueles pretos sujos diante dos quais minha mãe estava ajoelhada, engolindo os paus deles um após o outro. Como Said não podia se mexer da cama, ficava se masturbando e incentivando minha mãe enquanto curtia o espetáculo.
"Muito bem, senhora, assim, assim, engole até o talo, chupa bem pra entrar melhor"
Esse comentário me pegou no coração, eu não tinha levado em conta até aquele momento, mas estava claro que iam foder minha mãe.
Terminaram de se despir e ajudaram minha mãe a fazer o mesmo, colocaram o trinco na porta pra ninguém incomodar e tiraram o sutiã e a calcinha dela, que jogaram na minha cama. Nunca tinha reparado, mas minha mãe era gostosa pelada, tava realmente uma delícia, com uns peitos ainda firmes, uma bunda empinada e uma buceta bem cuidada.
Enfiavam os dedos na ppk dela que tava escorrendo e entre pau e pau mamãe, toda tesuda, como Nunca imaginei, ele disse: “Quem vai ser o primeiro a me foder?”
Said disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era ele quem estava doente e precisavam ajudar ele a foder minha mãe. Então pegaram mamãe e a levantaram na cama. Mamãe montou e foi se sentando devagar no pau do Said. No começo foi difícil, mas quando encontrou o caminho, deslizou fácil, de tão tarada que estava.
Aí eu me mexi, fiz menção de chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão do Said me seguraram e tiraram o controle. Naquela situação, eu tava indefeso, não podia me mexer por causa da dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, já tinha ido longe demais. Taparam minha boca, e quando minha mãe percebeu que eu tinha acordado, quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular como uma louca no pau do Said. Os peitos dela balançavam no ritmo das estocadas, e nem ver que o filho dela tava vendo tudo foi suficiente pra parar aquele tesão.
“Desculpa, querido, não olha, por favor, não consegui evitar.”
Said riu.
“Já te avisei, otário. Olha como eu como sua mãe, olha bem como ela curte um pau preto bom.”
Eu choramingava impotente enquanto Said fodava selvagemente minha mãe. Ela tava se comportando como uma verdadeira puta, sem se importar se eu tava sofrendo.
Os lábios da buceta da mamãe começaram a inchar com o pau do Said, e cada vez que ele roçava no clitóris dela, ela tinha novos espasmos.
Said começou a empurrar cada vez mais forte. O pau do Said tava todo dentro de mamãe. Ele ficou parado por uns momentos, exclamando gostoso: “Que bucetinha branca gostosa, bem apertadinha e quentinha.”
Os movimentos viraram estocadas furiosas até Said começar a gritar: “Vou gozar, vou gozar, vou gozaaaar.” Vi ele apertar os dentes e virar a cabeça pra cima, fechando os olhos.
Por dentro, mamãe deve ter sentido um jato de líquido quente inundando ela. pressão.
Depois, tiraram a mamãe da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão do Said ficou pronto, ele penetrou minha mãe por trás. Mamãe gemia enquanto os outros olhavam. O irmão do Said continuava penetrando e, ao mesmo tempo, brincava com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando firme nos tornozelos dela. Em uma dessas, a pica do primo do Said entrou na boca da mamãe.
"Desculpa, senhora, mas eu fico por último e enquanto isso tenho que me virar com alguma coisa",
"Mmhhh, mmmh" foi a única resposta que mamãe conseguiu dar. O primo do Said se movia como se estivesse fodendo a boca dela. Ela não precisava fazer nada, a pica entrava e saía da boca dela sem esforço.
Ficaram assim por uns 10 minutos até que o primão do Said saiu da boca da minha mãe e se sentou na cama do primo. Depois, chamou minha mãe, que ainda estava sendo fodida pelo irmão do Said. Agora era a vez dele.
Ele segurou firme sua lança ereta, apontando para cima. Então, mamãe ficou de pé na frente dele, de costas, e ele aproveitou para massagear os quadris dela e os glúteos grandes e empinados.
"Agora comece a se sentar, senhora."
Mamãe tentou obedecer e se agachou para trás. O negão a envolveu com um braço na cintura e no abdômen liso, puxando-a gradualmente para perto dele. Chegou o momento em que mamãe sentiu a cabeça quente roçando a vulva dela. Ela parou um pouco, sentindo ele ajustar o membro no lugar certo.
Mamãe se agachou um pouco mais e sentiu a pressão do órgão dentro dela. A ponta da glande tentava entrar. O próprio peso da minha mãe fazia aquele instrumento deslizar para dentro até que ele estava todo lá dentro. Seguindo as instruções dele, mamãe começou a subir e descer lentamente. O amante da vez fez o mesmo, movendo os quadris para cima e para baixo também.
De vez em quando, ele pedia para ela parar e rebolá em círculos. A posição foi aproveitada pelo garoto para apalpar os peitos e as coxas da minha mãe, chegando até a enfiar um dedo enquanto continuava com a penetração.
Ele tirou a pica da buceta por um instante, estava de pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado dos quadris dela, a uma certa distância abaixo dela, o pau vibrava esperando por grandes sensações. Segundos depois, começou a se sentar montando nela, enfiando de novo.
Depois, Said, que era o único que tinha gozado dentro da minha mãe, falou já recuperado:
“Vem cá, prima, coloca ela em cima de mim e você enfia por trás, pra esse cuzão ver como a gente come a mamãe dele.”
Ao ouvir aquilo, abri os olhos impressionadão, iam sodomizar minha mãe na minha frente e ela não fazia nenhum movimento pra evitar, ela mesma sentou de novo na pica do Said e, com o pau bem dentro, esperou o primo chegar por trás.
Mamãe deve ter sentido a cabecinha do pau do primo do Said tentando entrar desesperadamente na parte de trás dela, o cu da mamãe, ao sentir os empurrões, se contraía, deslizando ele de volta pra fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da mamãe.
Sem conseguir evitar, mamãe começou a gritar enquanto aquele órgão grosso e comprido deslizava pra dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o preto parou, tinha enfiado a metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já tinha enfiado. O tira e mete se repetiu uma vez e outra devagar até que a lubrificação permitiu que ele fizesse mais rápido. Mamãe parecia desmaiar ao sentir entrar e sair do cu dela aquelas duas picas enormes.
“Olha, branquelo, olha como eu meto no cu da sua mãe.”
“A gente tá fodendo ela bem gostoso, vamo ver se ela engravida e tem um macho de verdade.”
“Você vai ter um irmão negão.”
“Vamos terminar com chave de ouro, irmão, junta aí” – gritou Said.
Vi o irmão do Said se ajoelhar na frente da cabeça mamãe e ele esfregou a pica enorme na cara dela até finalmente enfiar na boca da mamãe. As investidas dos três aumentaram pra um nível frenético até que nós quatro chegamos ao prazer máximo e por um bom tempo ficaram trocando de posição até que os três tinham passado pelo cu da minha mãe, que tava bem dilatado.
Quando terminaram, colocaram a mamãe no chão, o Said se virou como pôde pra bater uma punheta na frente da cara dela e os parentes dele fizeram de pé, gozaram em cima da minha mãe, na cara dela e alguns jatos de porra entraram na boca dela.
"Engole tudo, mamãe, vai ver como é gostoso"
O corpo da mamãe tava cheio de suor e porra que eles passaram safadamente pra dar uma última apalpada, depois a mamãe tomou banho com os dois parentes do Said no quarto, não consegui ver nada mas ouvia gemidos, então imaginei que a mamãe tinha engolido as picas deles de novo pelos três buracos, depois saíram do quarto juntos.
Eu chorava que nem uma menina quando a enfermeira entrou no quarto um tempo depois, me perguntou se tava doendo alguma coisa e o Said respondeu.
"Esse moleque é um chorão, parece que viu alguma coisa que não gostou nada, que mocinha ele é, hahaha"
A enfermeira repreendeu a atitude dele mas não precisei aguentar ele por mais tempo, ela veio me dar alta, se tivesse chegado duas horas antes eu não teria sentido a humilhação de ver minha mãe sendo fodida e enrabada por aqueles três negões sujos, mas já era tarde, meu pai e meu irmão chegaram no quarto, me disseram que a mamãe não tinha podido vir me ver e que tava me esperando em casa.
Quando saímos do quarto, vi o Said com um sorriso debochado que quase virou careta quando ele falou pro meu pai, bem educado.
"Senhor, desculpa, eu me aproximei da sua esposa esses dias e tô bem sozinho, fala pra ela se pode vir me visitar um dia, por favor"
Meu pobre pai, sem desconfiar de nada, respondeu.
"Fica tranquilo, parceiro, com certeza minha mulher vai passar aqui um dia pra te ver
1 comentários - Mamãe Comeu no Hospital
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