Le perdoné la infidelidad a cambio de sexo 1

@page { margin: 2cm }p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120% }O que pode fazer você perdoar uma traição? Podem ser muitos os motivos, embora seja muito difícil aceitar que a outra pessoa busque algo que você talvez não saiba dar, que a sacanagem do proibido mexa com os hormônios dela pra curtir o sexo como nunca faria com você, ou que esse alguém faça ela gozar de um jeito que você nunca seria capaz de conseguir. De qualquer forma, saber que, nesse caso, sua mulher está dando pra outro cara, e ainda ter que aceitar a situação, e pior, descobrir da maneira mais cruel, que é vendo ao vivo, é nesses momentos que mil perguntas se acumulam na sua cabeça: a raiva, a humilhação, a putaria e a excitação de ver sua mulher sendo empalada por uma boa pica, fazem com que as coisas não sejam pensadas com clareza. O normal seria ter partido pra porrada e ter saído daquela casa e da vida dela, mas eu amava a Blanca com toda a minha alma.
Blanca era a mulher mais excitante e complacente que eu já conheci, tem 28 anos e um corpo de matar, realizava todas as minhas fantasias e perversões, nunca dizia não pra nada. Já morávamos juntos há mais de três anos, três anos de sexo e safadeza, eu amava cada célula do meu corpo por ela, e foi por isso que não mandei tudo pra merda. O dia que mudou minha vida foi quando Blanca me disse que tinha convidado o Marc, um colega de trabalho e ex-namorado dela, pra jantar, porque ele tinha sido transferido de cidade e queria se despedir. Eu sabia por ela que, embora tivessem terminado há tempos, a amizade continuava e eles se davam muito bem, mas eu já temia o pior.
Pois é, meus medos não eram infundados. Naquela janta, a Blanca tava mais exibida e provocante do que nunca, vestindo um modelito que não deixava nada pra imaginação. O Marc comeu minha mulher na minha frente, meteu em todos os buracos dela e gozou onde quis, com a maior aprovação da Blanca. Mas o pior é que eu consenti, e o mais humilhante é que me excitei vendo ele enfiar aquele pauzão que chegava até as bolas, enquanto a Blanca revirava os olhos de puro prazer. Tive que me masturbar na frente deles, e isso deu ainda mais asas pra Blanca.
No final, sentados nós três na sala, tomando um café, com minha mulher pelada e coberta de porra do outro cara e o tal de Marc na minha frente com o pau dele me desafiando, minha raiva começou a subir igual espuma. A Blanca, vendo o que podia rolar, tomou a iniciativa e deixou as coisas bem clarinhas pra mim...Te quero muito, e com você eu me divirto pra caralho… mas também preciso que o Marc e a pica enorme dele me dêem uma surra de vez em quando. Se você aceitar isso, beleza; mas se recusar, talvez seja melhor a gente terminar.
Foi aí que me veio uma frase na cabeça… “Numa relação, quem ama menos é quem manda”… Foi categórica e não deu réplica pra nada, eram as condições dela. Minha cabeça dizia pra eu mandar ela pra puta que pariu, mas meu coração, meu maldito coração, me dizia pra ficar com ela. Por enquanto, aceitei o que ela falou, na fria eu pesaria os prós e os contras. Assenti com a cabeça, “tá bom”, falei, “vai ser do seu jeito”. Ela esboçou um sorriso e veio me beijar, mas eu virei o rosto, ainda tinha escorridos de porra na cara toda dela, e foi isso que eu fiz questão de lembrar.Perdoa, céu, me disse a Blanca, vou me lavar um pouco.
A Blancase se levantou e foi pro banheiro do nosso quarto, fiquei hipnotizado olhando o rebolado da bunda dela, era perfeita.Bom, disse Marc, meio desconfortável por estarmos eu e ele sozinhos, é melhor eu ir embora.É melhor assim, respondi.
Ela se levantou e começou a catar as roupas espalhadas entre a sala e o quarto, e eu fiquei ali sozinho, na frente de uma xícara de café vazia, tentando digerir o que tinha vivido naquela noite. Tão absorto nos meus pensamentos que nem percebi que os dois estavam demorando mais do que o normal. Levantei e fui até nosso quarto, e lá estava minha mulher na cama, com o Marc por cima dela. A Blanca abraçava ele com braços e pernas, enquanto ele metia como um animal na buceta da minha mulher…Mais forte, Marc... siiiiiiiiiiiiii..... meeeeuuuu deeeusssss que delícia, me come, nunca vou me cansar do teu pau..... Ahhhhhhhhhh!!!!............ não paaaaara.... tu tá me matando de prazer, filho da puta... me dá mais forteeee.... Siiiiiii...... aggggggg..... siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii............
Vicomo a Blanca se contorcendo com o orgasmo violento que tava tendo, ela se agarrou ainda mais no Marc enquanto ele, bufando e com o pau bem enfiado dentro da buceta dela, gozava dentro do útero da minha mulher.
Não quis ficar vendo mais, já tinha tido o suficiente por aquela noite. Vinte minutos depois, Marc saiu vestido e com um: —Até mais, saiu da nossa casa. Fui até nosso quarto, a Blanca dormia profundamente. Não quis deitar com ela, os lençóis estavam melados pra todo lado e ela não tinha tomado banho. O quarto cheirava a sexo, a um sexo que não tinha tido comigo, e me deu nojo. Apaguei a luz e fechei a porta. Fui pra sala, recolhi os poucos copos que sobraram, coloquei tudo na lava-louças e fui pro banheiro tomar um banho. O que vivi naquela noite me deu outra ereção dolorosa, foi como assistir a um pornô ao vivo e a estrela é sua mulher.
Me senti mal comigo mesmo por esses sentimentos tão confusos, por um lado a raiva me cegava, mas por outro era a coisa mais excitante e morbidosa que eu já tinha vivido. O que será que tava errado no nosso relacionamento? Tinha que admitir que a pica que o tal do Marc tinha era impressionante. Me deu na telha de medir a minha, fazia anos que não fazia isso. Peguei uma fita métrica e medi... 21 cm. Calculando, a do outro devia estar lá pelos 26 cm. E era mais grossa que a minha, cheia de veias marcadas. Era soberba, majestosa. Me senti meio encanado.
Meduche, e me joguei no sofá, fiquei um tempão pensando, e cheguei a uma conclusão: de jeito nenhum queria perder a Blanca. Os sentimentos pesavam mais que a humilhação daquela noite passada e das que viessem. A gente ia ver como lidar com isso, e assim eu acabei dormindo.
No dia seguinte, um beijo doce nos lábios me acordou, abri os olhos e vi a cara linda da Blanca a poucos centímetros da minha, ela tinha tomado banho e escovado a boca, o cheiro era inconfundível…….Bom dia, meu amor, preciso te pedir desculpas pelo que rolou ontem à noite e pela minha falta de tato. Acho que perdi o controle, mas juro que não conseguia parar. Hoje de manhã, quando acordei e não te vi do meu lado, me assustei, mas quando te vi aqui dormindo, senti o cheiro do quarto e o meu próprio, eu te entendi. Quero que saiba de uma coisa: não quero te enganar por nada nesse mundo. Antes de ontem à noite, transei com o Marc uma vez e me senti muito mal comigo mesma, mas eu preciso dessa rola. Então, quando ele voltou, decidi fazer na sua frente, e o Marc adorou a ideia. Não me arrependo de nada do que fiz, nem vou me arrepender. É a minha vida, e se você quiser fazer parte dela, vai ter que ser assim.Vejo que não me deixa alternativa, falei bem sério, mas te amo demais pra te largar. Minha cabeça me manda sair correndo, mas meu coração te quer mais do que você imagina. Só me dá um tempo pra processar isso, entende que a humilhação que passei ontem não se esquece fácil.Entende outra coisa, e isso é muito importante, disse Blanca. O que eu tenho com o Marc é só sexo, única e exclusivamente sexo, quando tô com ele sou só um pedaço de carne que dá pra foder, não tem sentimento, só tesão. Eu quero você, te amo e quero dividir minha vida contigo, e com você eu faço amor, e adoro porque a gente faz com amor e com tesão ao mesmo tempo, sei que é difícil de entender, mas é assim.
Foi o começo de uma espécie de pesadelo que eu consenti e que acontecia umas três vezes por mês. Marc vinha pra nossa cidade a trabalho, avisava a Blanca, que levava ele pra casa, e eles trepavam até ele ter que ir embora. Isso rolava na maioria das vezes durante a semana, mas se caísse no fim de semana, ele ficava pra dormir na minha casa, na minha cama e com a minha mulher. No começo, até me deixaram participar, mas a Blanca só queria que o Marc comesse ela, não me deixava chegar perto…

—O Marc eu como três vezes por mês, você eu como todo dia, me deixa aproveitar ele, não seja egoísta — ela me dizia. Até o próprio Marc chamou a atenção dela por não me dar atenção, mas as condições quem ditava era ela. Comecei a sumir quando ele vinha. A Blanca me avisava se ele ia dormir, se ia embora no mesmo dia ou se ficava o fim de semana. Aí eu fazia meus planos e sumia pra não ver nem ouvir nada daquilo. Fiquei um ano inteiro colocando uma cara boa pra algo que eu não conseguia aceitar. Minha relação com a Blanca, por incrível que pareça, melhorou. Ela tava mais ligada em mim do que nunca, e o sexo com ela ficou incrível. Mas minha atitude com ela começou a ficar mais fria, e isso a estimulava. Mesmo assim, ela não abria mão de ver o Marc. Queria de todo jeito que tudo voltasse a ser como antes.

Trabalho num laboratório farmacêutico, sou doutor em química e me dedico à pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. No meu departamento, sou responsável por uma equipe de oito pessoas que fazem — que fazemos — um trabalho incrível. Dentro dessa equipe tem uma garota, a Ana, formada em farmácia, que é um amor de pessoa: sempre otimista, com um sorriso no rosto o tempo todo e simpática como ninguém, capaz de arrancar uma risada sua no pior dia. E uma profissional que merecia todo o meu respeito, por isso era minha braço direito. Juntos, a gente colhia resultados enormes...Luis, posso falar com você em particular, por favor? — disse Ana.Claro, tem algum problema?Aqui não, Luis, na privada.
Saí do laboratório e fomos pro meu escritório que ficava do lado de fora. Assim que entramos, a Ana se virou e me encarou bem firme, a expressão dela era séria, de preocupação…Faz quanto tempo que a gente se conhece, Luis?Ufffff, me pegou, mas faz tempo, Ana. O que que tem, tá com algum problema?NoLuis, o que é que há contigo? Tô te observando há meses e alguma coisa tá rolando contigo, te conheço bem. Você tá cometendo erros que nem um calouro de faculdade cometeria. Todos os seus relatórios eu reviso e corrijo, isso nunca aconteceu com você antes.
Dizendo isso, me mostrou vários relatórios com minha assinatura que eu tinha passado para o teste. Na hora percebi as cagadas que tinha feito, erros imperdoáveis que colocariam a vida de alguém em risco se tivessem sido executados.Isso é meu?", perguntei incrédulo.SiLuis, teu e com tua assinatura, e estes outros são os corrigidos por mim.
Peguei o relatório que a Ana me deu e revisei. Todos os erros estavam corrigidos e verificados. Me senti envergonhado. Sem perceber, uma lágrima caiu sobre o relatório. A Ana percebeu, abaixou a cabeça e me olhou de baixo pra cima. Meus olhos já eram dois rios...Porra, Luis, isso é pior do que eu imaginava.
Mequetrefe o relatório e me abraçou com força, eu me agarrei nela como se minha vida dependesse disso e desabei a chorar desesperadamente, toda a raiva, todo o ódio e toda a impotência que sentia pela situação que vivia explodiram de uma vez, mas o que mais doeu foi saber que estava afetando minha vida profissional...Luis, vamos, se acalma, a gente precisa conversar e achar uma solução pro que tá rolando com você, mas agora fica de boa……..
Me separei dela, ela tava com os olhos vermelhos e cheios de lágrimas, me olhou e eu vi naquele olhar uma desesperação por me ver daquele jeito…—Tarde, quando sairmos do trabalho — disse Ana —, você vai vir pro meu bairro. Conhece o Cubanito?
Assenti com a cabeça….Tá bom, a gente se encontra lá e conversa. Agora eu preciso sair daqui, não quero que te vejam assim. Juro que adoraria ficar com você, mas não é o lugar nem a hora. Vou pro laboratório. Fica calma e vamos continuar trabalhando.
Dizendo isso, me beijou na testa e saiu pela porta. Fiquei no escritório revisando os relatórios, tinha cometido muitos erros, erros demais, e o primeiro tinha sido aceitar que a Blanca transasse com o Marc quando ela quisesse, mesmo que eu não admitisse, estava me afetando mais do que eu imaginava. Passou mais de meia hora quando entrei de novo no laboratório, ninguém olhou pra mim, ninguém disse nada, só a Ana levantou a vista e me sorriu, o resto do dia passou sem mais.
Quando chegou a hora de ir embora, fiquei mais um tempinho, conferindo todo o trabalho do dia, não queria que me acontecesse o que a Ana tinha me mostrado. Quando terminei, peguei o carro e fui pro bairro da Ana. Entrei no Cubanito, e lá estava ela me esperando no balcão, tomando uma cerveja. Assim que me viu, o rosto dela se iluminou e ela me recebeu com o melhor dos sorrisos...FalaLuis, mais de boa?Ana, tô muito envergonhado, fiquei o dia todo pensando em como puxar esse assunto e não sei nem por onde começar.Muito simples, Luís. Agora estamos fora do laboratório, somos amigos e temos todo o tempo do mundo. Começa pelo começo.
Expliquei tudo o que tinha acontecido desde aquela noite até hoje. A Ana não me interrompeu em nenhum momento, embora as expressões no rosto dela dissessem tudo. Quando terminei, ela me olhou bem séria, pediu outra cerveja e, com toda calma, me disse…

3 comentários - Le perdoné la infidelidad a cambio de sexo 1

Ya que subes el relato al menos deberias de respetar el nombre original que el autor le puso "Las decisiones de Blanca".